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A revista do mercado de SegurosThu, 16 Apr 2026 18:57:08 +0000pt-BR
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3232Tecnologia e protagonismo feminino no centro do debate do setor
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Thu, 16 Apr 2026 18:25:47 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138649A inovação tecnológica e o papel crescente das mulheres no mercado segurador estarão em pauta no evento Tech & Insurance: Women in Action, que será realizado no dia 13 de maio de 2026, em São Paulo. A iniciativa, promovida pela ABGR – Associação Brasileira de Gerência de Riscos – em parceria com o IDIS, reunirá […]
]]>A inovação tecnológica e o papel crescente das mulheres no mercado segurador estarão em pauta no evento Tech & Insurance: Women in Action, que será realizado no dia 13 de maio de 2026, em São Paulo. A iniciativa, promovida pela ABGR – Associação Brasileira de Gerência de Riscos – em parceria com o IDIS, reunirá profissionais do setor para discutir tendências, desafios e oportunidades em um ambiente cada vez mais orientado por dados, inteligência artificial e novos modelos de negócios, colocando o protagonismo feminino no centro do debate.
Com programação prevista das 8h30 às 13h, no escritório Mattos Filho, na região da Faria Lima, o encontro propõe uma agenda focada na interseção entre tecnologia, inovação e o futuro do seguro. A proposta é fomentar o debate sobre como a transformação digital vem impactando a cadeia de valor do setor, ao mesmo tempo em que amplia o espaço para a liderança feminina em posições estratégicas.
O evento também reforça a importância da diversidade como vetor de inovação, destacando a atuação de mulheres que vêm contribuindo para a evolução do mercado segurador no Brasil. As inscrições já estão abertas.
]]>Alta rotatividade e envelhecimento da carteira redefinem planos de saúde
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Thu, 16 Apr 2026 16:28:32 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138645Os planos de saúde no Brasil registraram, nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2026, um volume médio mensal de cerca de 1,3 milhão de adesões e 1,2 milhão de cancelamentos, revelando uma dinâmica marcada por elevada rotatividade. Ao mesmo tempo, observa-se um avanço consistente das faixas etárias mais elevadas na composição da carteira, […]
]]>Os planos de saúde no Brasil registraram, nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2026, um volume médio mensal de cerca de 1,3 milhão de adesões e 1,2 milhão de cancelamentos, revelando uma dinâmica marcada por elevada rotatividade. Ao mesmo tempo, observa-se um avanço consistente das faixas etárias mais elevadas na composição da carteira, com destaque para o crescimento de beneficiários com 60 anos ou mais. Os dados fazem parte da nova edição da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) – clique aqui e acesse a íntegra do relatório.
O setor alcançou aproximadamente 53 milhões de beneficiários em fevereiro deste ano, mantendo trajetória de expansão, porém com mudanças relevantes em sua estrutura. A leitura combinada desses movimentos indica que o crescimento recente não decorre apenas da ampliação da base, mas de um processo contínuo de mudança de carteira, acompanhado pelo envelhecimento da base de beneficiários.
A diferença entre adesões e cancelamentos gerou um saldo líquido de pouco mais de 1 milhão de beneficiários no período, resultado de uma margem relativamente estreita diante do volume total de movimentações. Em termos relativos, tanto as entradas quanto as saídas representaram cerca de 2,5% da carteira a cada mês, o que indica que o crescimento está atrelado a pequenas variações de fluxo.
“Os dados mostram um fluxo intenso de movimentações, ou seja, de entradas e saídas de beneficiários das carteiras, e de baixo crescimento por novos ingressos. Isso muda a forma de analisar esse setor: devemos considerar quais são os fatores que limitam o crescimento e ter clareza sobre a importância dos planos de saúde para o cuidado da saúde dos mais idosos”, afirma Denizar Vianna, superintendente executivo do IESS.
No recorte por tipo de contratação, cerca de 44,5 milhões de beneficiários (84%) são vinculados a planos coletivos, dos quais aproximadamente 38,7 milhões são empresariais (87% dos planos coletivos). Esse segmento foi responsável por praticamente toda a expansão recente, com crescimento de 1,24 milhão de vínculos (3,3% em 12 meses). Em sentido oposto, os planos individuais e familiares registraram queda de 196 mil beneficiários (-2,3%) no mesmo período.
“Considerando as características do mercado de trabalho brasileiro e a relevância do plano de saúde para atrair profissionais, a movimentação da carteira pode refletir o comportamento das ocupações: as pessoas podem estar trocando de emprego e os planos de saúde captariam isso”, analisa Vianna.
O envelhecimento progressivo da carteira é observado ao longo das últimas décadas: a participação de beneficiários com 60 anos ou mais aumentou de cerca de 11%, em 2000, o equivalente a aproximadamente 3,5 milhões de beneficiários, para patamares próximos de 16% atualmente (cerca de 8,7 milhões de pessoas). Entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, o grupo com 60 anos ou mais teve acréscimo de aproximadamente 260 mil beneficiários. Faixas etárias intermediárias mais elevadas, como entre 44 e 58 anos, também registraram expansão significativa. O resultado é uma carteira que envelhece de forma contínua, não pela saída dos mais jovens, mas pela maior velocidade de crescimento das idades mais altas.
“A saúde suplementar acolhe os mais idosos, mas a combinação entre alta rotatividade e envelhecimento da carteira traz implicações relevantes para o funcionamento do setor. A primeira delas é a pressão estrutural sobre os custos assistenciais, uma vez que beneficiários mais idosos tendem a demandar maior volume e complexidade de serviços de saúde”, destaca.
Planos odontológicos mantêm ritmo de expansão
No segmento de planos exclusivamente odontológicos, o movimento segue em ritmo mais acelerado. Em fevereiro de 2026, o país contabilizou cerca de 35,7 milhões de beneficiários, com crescimento de 3,7% em 12 meses (1,28 milhão de beneficiários adicionados) — percentual superior ao observado no segmento médico-hospitalar.
]]>GFT Technologies anuncia Carlos Morais como novo VP Latam Business Growth
https://revistaapolice.com.br/2026/04/gft-technologies-anuncia-carlos-morais-como-novo-vp-lata-business-growth/
Thu, 16 Apr 2026 16:23:48 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138642A GFT Technologies anuncia a contratação de Carlos Morais como novo Vice-Presidente Latam Business Growth. O executivo chega com a missão de impulsionar o crescimento da companhia na América Latina, com foco inicial no Brasil, ampliando a presença regional, fortalecendo relacionamentos estratégicos e acelerando a geração de novas oportunidades de negócio. Ele responderá diretamente a Alessandro Buonopane, CEO da GFT Technologies […]
]]>A GFT Technologies anuncia a contratação de Carlos Morais como novo Vice-Presidente Latam Business Growth. O executivo chega com a missão de impulsionar o crescimento da companhia na América Latina, com foco inicial no Brasil, ampliando a presença regional, fortalecendo relacionamentos estratégicos e acelerando a geração de novas oportunidades de negócio. Ele responderá diretamente a Alessandro Buonopane, CEO da GFT Technologies no Brasil e Latam.
Com mais de três décadas de experiência em tecnologia, inovação e transformação digital, Morais construiu uma trajetória marcada pela liderança de operações em expansão, desenvolvimento de mercados e conexão entre estratégia e execução. Em sua passagem mais recente pela Globant, onde atuou como Managing Director no Brasil e na América Latina, liderou um crescimento de 800% em receita entre 2019 e 2025, além de expandir a operação para mais de 1.800 profissionais no país.
Na GFT, o executivo terá como principal objetivo transformar o potencial de crescimento da região em resultados consistentes, conectando mercado, inovação e execução. “Vejo uma oportunidade muito forte de impulsionar o crescimento da GFT na América Latina, fortalecendo relações com clientes e gerando novas oportunidades, sempre alinhadas às prioridades do negócio. Em um momento em que a empresa avança sua estratégia global e consolida seu posicionamento como uma companhia AI-centric, acredito que podemos ampliar ainda mais o impacto da GFT na região”, afirma Morais.
Para alcançar esses objetivos, o executivo destaca a importância de atuar de forma próxima aos clientes e ao ecossistema regional, acelerando a geração de valor em contas estratégicas e desenvolvendo novas frentes de crescimento. Segundo ele, o desafio será combinar leitura de mercado, disciplina de execução e integração regional em um cenário cada vez mais competitivo e orientado a resultados concretos.
Retorno tangível e escalável
A chegada de Morais reforça a estratégia da GFT de expandir sua atuação em setores como serviços financeiros, seguros, indústria e robótica, especialmente em um contexto em que organizações buscam avançar simultaneamente em Inteligência Artificial (IA), modernização tecnológica e adoção de cloud com segurança e compliance. “Hoje, há uma demanda crescente por projetos que gerem retorno tangível e escalável. A GFT tem diferenciais importantes, como profundo conhecimento setorial, forte capacidade de execução e uma proposta clara de uso de IA como alavanca de produtividade e transformação”, complementa o executivo.
Na nova função, Morais pretende engajar o time da GFT a partir de alinhamento estratégico, proximidade e propósito compartilhado. “A empresa já conta com uma base muito sólida de talentos e lideranças. Meu papel é somar a essa estrutura, conectando pessoas, oportunidades e estratégia para transformar ambição em execução consistente”, diz.
O executivo também vê na América Latina, e especialmente no Brasil, um ambiente estratégico para o crescimento da companhia, destacando oportunidades relacionadas à maturidade do mercado de TI, à demanda por soluções baseadas em IA e à crescente relevância da região na estratégia global de tecnologia.
“Estou muito empolgado com esse novo desafio. É uma oportunidade de contribuir com uma empresa sólida, com pessoas altamente qualificadas e uma visão de futuro alinhada ao que acredito. Chego com energia para somar, aprender e ajudar a construir uma trajetória de crescimento consistente e de grande impacto”, completa Morais.
Para Alessandro Buonopane, a chegada de Morais representa um movimento estratégico para a companhia. “Carlos traz uma combinação rara de visão de mercado, capacidade de execução e liderança em contextos de crescimento acelerado. Sua experiência será fundamental para ampliarmos nossa relevância na América Latina, fortalecendo relações com clientes e acelerando nossa estratégia AI-centric com ainda mais impacto”, destaca.
Trajetória profissional
Ao longo de sua carreira, Morais também acumulou experiência em iniciativas de M&A, desenvolvimento de portfólio e construção de posicionamento em mercados altamente competitivos, além de liderar projetos de transformação digital, IA aplicada e automação em larga escala. Como empreendedor, fundou a Orizonta, posteriormente vendida à Avanxo, consolidando uma trajetória de criação e escalabilidade de negócios.
Além dos resultados financeiros, o executivo também se destaca por iniciativas de impacto social e construção de cultura organizacional. Foi responsável pela criação do programa Unlimeted, voltado à inclusão e capacitação de pessoas autistas no mercado de tecnologia, iniciativa que lhe rendeu o prêmio IT Executive of the Year 2024, na categoria ESG.
]]>Mapfre cria nova modalidade de consórcio
https://revistaapolice.com.br/2026/04/mapfre-cria-nova-modalidade-de-consorcio/
Thu, 16 Apr 2026 16:07:12 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138639A Mapfre Consórcios, empresa do grupo Mapfre, começou a comercializar uma modalidade que permite ao participante ampliar o valor da carta de crédito após a contemplação. O formato, disponível para imóveis e veículos, introduz uma separação entre o valor contratado na entrada e a decisão de aumento do crédito ao longo do plano. Na nova […]
]]>A Mapfre Consórcios, empresa do grupo Mapfre, começou a comercializar uma modalidade que permite ao participante ampliar o valor da carta de crédito após a contemplação. O formato, disponível para imóveis e veículos, introduz uma separação entre o valor contratado na entrada e a decisão de aumento do crédito ao longo do plano.
Na nova configuração, o consorciado pode ingressar em um grupo com carta de R$ 100 mil, por exemplo, e, uma vez contemplado, optar por elevar esse valor para R$ 200 mil. Até a contemplação, as parcelas permanecem atreladas ao crédito original, o que reduz o desembolso mensal em comparação com planos estruturados diretamente sobre valores mais altos.
A mudança também interfere nos lances, que são usados para tentar antecipar a contemplação. Como as ofertas continuam sendo calculadas sobre o valor inicial da carta, o montante necessário para competir dentro do grupo é menor do que em contratos estruturados desde o início com crédito integral. Na prática, isso tende a melhorar a relação entre parcela e capacidade de antecipação para parte dos participantes.
“O desenho permite entrar com parcela mais baixa e decidir depois se faz sentido ampliar o crédito, sem comprometer a estratégia de contemplação”, afirma a diretora de seguros massificados e consórcios da Mapfre, Andrea Nogueira. Segundo a executiva, a separação entre as etapas de contratação e ampliação responde a um comportamento observado entre clientes que priorizam previsibilidade no início do plano.
A adesão ao crédito ampliado não é obrigatória. Caso o participante opte por não exercer a opção, o contrato segue com as condições originais. Se houver a escolha pela ampliação, as parcelas passam a refletir o novo valor da carta a partir daquele momento.
O modelo também altera a forma como o consórcio concorre com outras alternativas de crédito. Em um ambiente de juros ainda elevados, o setor tem registrado aumento de demanda, sobretudo nos segmentos de veículos e imóveis no Brasil.
O consórcio de veículos leves, o maior segmento em número de consorciados ativos no Sistema de Consórcios, alcançou 1,91 milhão de adesões no ano passado, de acordo com dados da ABAC, a Associação Brasileira de Administradores de Consórcio. Por decorrência, foram gerados mais de R$ 132 bilhões em créditos comercializados. Em 2025, os créditos disponibilizados aos contemplados superaram os R$ 53 bilhões.
Com 36,0% de aumento nas vendas de cotas e 48,4% de avanço em créditos comercializados, o consórcio de imóveis fechou mais um ano demonstrando crescimento constante. As 145 mil contemplações, acumuladas nos 12 meses do ano, evidenciaram sua grande procura, possibilitando a disponibilização de mais de R$ 30 bilhões em créditos.
Para Nogueira, o formato tende a atrair um perfil de consorciado que ainda não definiu com precisão o tíquete final da compra ou que prefere preservar margem no orçamento durante os primeiros meses. “Há uma incerteza maior sobre o valor do bem no momento da adesão. A estrutura permite ajustar isso mais perto da contemplação, sem assumir esse custo desde o início”, explica a diretora.
]]>AXA no Brasil reforça importância da saúde mental no Abril Verde
https://revistaapolice.com.br/2026/04/axa-no-brasil-reforca-importancia-da-saude-mental-no-abril-verde/
Thu, 16 Apr 2026 14:19:32 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138636Criado em referência ao 28 de abril, Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, o Abril Verde é um movimento nacional que convoca empresas, instituições e a sociedade a refletir sobre prevenção no ambiente profissional. Tradicionalmente associado a acidentes físicos e doenças ocupacionais, o movimento incorpora com cada vez […]
]]>Criado em referência ao 28 de abril, Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, o Abril Verde é um movimento nacional que convoca empresas, instituições e a sociedade a refletir sobre prevenção no ambiente profissional. Tradicionalmente associado a acidentes físicos e doenças ocupacionais, o movimento incorpora com cada vez mais força a pauta da saúde mental. E os números justificam essa atenção. Dados do Ministério da Previdência Social apontam que o Brasil registrou mais de 472 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, um salto de 68% em relação ao ano anterior. Ansiedade, depressão e burnout deixaram de ser exceção e passaram a figurar entre as principais causas de afastamento no país.
O cenário brasileiro acompanha uma tendência mundial. É isso o que aparece no AXA Mind Health Report 2025, estudo global realizado em parceria com o Ipsos em 16 países e com mais de 17 mil entrevistados. O relatório revela que 32% da população convive com ao menos uma condição de saúde mental. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o quadro é ainda mais crítico: 57% se encontram nas categorias de menor bem-estar emocional, uma taxa quase duas vezes maior do que a de pessoas acima dos 55 anos.
No ambiente corporativo, os números também preocupam. Segundo o mesmo estudo, 53% dos trabalhadores relatam níveis de estresse acima da média, e apenas 47% das empresas possuem políticas estruturadas de saúde mental. Os principais fatores de pressão citados são preocupações salariais, sobrecarga de trabalho e dificuldade de equilibrar vida pessoal e profissional. Os reflexos aparecem fora do escritório: 38% dos entrevistados relatam dificuldade para dormir e 31% percebem aumento de irritabilidade no dia a dia.
Um dado que reforça a importância de campanhas como o Abril Verde é a percepção distorcida que muitas pessoas têm sobre a própria saúde emocional. O levantamento da AXA mostra que sete em cada dez pessoas que podem estar enfrentando dificuldades de saúde mental ainda classificam seu estado como bom ou médio. Essa autoavaliação equivocada retarda a busca por ajuda e agrava condições que poderiam ser tratadas de forma preventiva.
Por outro lado, o estudo aponta uma correlação direta entre informação e bem-estar: entre as pessoas que se consideram bem informadas sobre saúde mental, 75% estão na faixa de maior bem-estar emocional, contra 59% entre as que se consideram pouco informadas. Ou seja, conscientização é um fator mensurável de proteção.
O papel das empresas nesse contexto vai além do cumprimento de normas regulatórias, embora esse aspecto também esteja ganhando peso. A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor a atualização da NR-1 (Portaria MTE nº 1.419/2024), que passa a exigir a inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Fatores como sobrecarga de trabalho, assédio moral e metas abusivas deverão ser identificados, avaliados e tratados com medidas preventivas, ao lado dos riscos físicos, químicos e ergonômicos já previstos. O estudo da AXA mostra que 52% dos colaboradores esperam receber apoio em saúde mental de seus empregadores — proporção que sobe para 61% entre profissionais de 25 a 34 anos. Em empresas que já adotam políticas estruturadas nessa área, a proporção de pessoas em situação de sofrimento emocional cai pela metade em comparação àquelas sem qualquer iniciativa.
Compromisso glocal com a saúde mental
A AXA no Brasil tem investido nessa frente de forma concreta. No início de 2026, a companhia lançou o Check-in de Saúde Mental, uma ferramenta online, gratuita e anônima que permite a qualquer pessoa mapear seu bem-estar emocional em poucos minutos. Baseado na metodologia do Índice de Saúde Mental da AXA e em mais de 200 estudos científicos, o questionário avalia três dimensões — estado mental atual, habilidades e crenças, e estilo de vida — e entrega um resultado personalizado com orientações práticas de autocuidado. A ferramenta está disponível em 10 idiomas e pode ser acessada em https://axa.com.br/check-in-saude-mental.
A iniciativa faz parte de um compromisso global da AXA com a saúde mental. Além do Check-in, a companhia realiza anualmente o Mind Health Report, já em sua quinta edição, e desenvolve programas voltados ao ambiente corporativo, como o Mind Health Odyssey, plataforma de treinamento online que busca aumentar a compreensão sobre saúde mental no local de trabalho. No campo cultural, a AXA coproduziu o documentário Group Therapy, que reúne comediantes de stand-up para discutir abertamente questões emocionais com uma mensagem central: compartilhar é terapêutico.
Para Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil, o Abril Verde é uma oportunidade de ampliar uma conversa que precisa acontecer o ano inteiro. “O Brasil registrou quase meio milhão de afastamentos por saúde mental em um único ano. Esse número deveria incomodar todo gestor, todo líder, toda área de RH. Não se trata mais de oferecer um benefício pontual, é sobre construir uma cultura em que falar sobre saúde emocional seja tão natural quanto falar sobre segurança física. Por isso colocamos o Check-in de Saúde Mental à disposição de qualquer pessoa e empresa, sem custo e sem identificação. Porque o primeiro passo para cuidar é entender como você está”.
]]>CNseg projeta crescimento de 2,9% para 2026, sem saúde
https://revistaapolice.com.br/2026/04/cnseg-projeta-crescimento-de-29-para-2026-sem-saude/
Thu, 16 Apr 2026 11:13:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138613EXCLUSIVO – O mercado segurador brasileiro deve manter trajetória de crescimento em 2026, mesmo diante de um ambiente macroeconômico ainda marcado por incertezas externas e ajustes internos. A avaliação é de Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, que projeta avanço do setor acima da inflação, com destaque para os ramos de danos e responsabilidades e saúde, […]
]]>EXCLUSIVO – O mercado segurador brasileiro deve manter trajetória de crescimento em 2026, mesmo diante de um ambiente macroeconômico ainda marcado por incertezas externas e ajustes internos. A avaliação é de Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, que projeta avanço do setor acima da inflação, com destaque para os ramos de danos e responsabilidades e saúde, enquanto a previdência privada segue pressionada pelos efeitos da aplicação do IOF desde 2025.
Segundo ele, o cenário macroeconômico ainda sustenta uma visão moderadamente otimista. “A gente está ainda com uma projeção razoavelmente otimista, de um crescimento perto de 3%”, afirmou. A estimativa considera inflação dentro da meta, em torno de 4%, e taxa Selic em trajetória de queda, encerrando o período em 12,5%. Com isso, a arrecadação em prêmios deve ficar na casa de R$ 427,3 bilhões.
Apesar disso, o executivo alertou para os impactos indiretos do cenário internacional, especialmente os desdobramentos no Oriente Médio. “A guerra pode ter impactos nesses resultados mais para frente, principalmente pelo canal da inflação. Petróleo mais alto, inflação mais alta, juros mais altos e PIB menor”, explicou.
Na visão consolidada, o setor deve crescer 2,9% sem considerar saúde e alcançar 5,7% quando incluído o segmento, puxado principalmente pelo avanço de 9% na saúde suplementar. Já os seguros de danos devem crescer 7,4%, enquanto a capitalização avança 6,3%.
O principal ponto de atenção segue sendo a previdência privada. Após queda de 20% nas captações em 2025, o segmento deve recuar mais 4,5% em 2026. “O único fator por trás dessa redução é o impacto do IOF”, ponderou. Esse movimento já se reflete na participação do setor no PIB, que recuou para cerca de 6%, patamar semelhante ao observado entre 2014 e 2015, uma mudança relevante após anos de crescimento contínuo.
Automóvel e massificados puxam desempenho
Entre os ramos de maior dinamismo, o seguro automóvel segue como destaque, impulsionado pelo crescimento dos emplacamentos. O mercado registrou cerca de 2,5 milhões de veículos novos em 2025, com expectativa de continuidade desse movimento em 2026.
Ao mesmo tempo, a evolução da frota traz novos desafios. “Os custos de reparo dos veículos elétricos e híbridos são bem superiores aos de veículos a combustão”, explicou Dyogo, ressaltando o impacto direto na precificação e na gestão de risco das seguradoras.
Outro vetor relevante é a mudança no perfil de vendas, com aumento da participação de frotas corporativas. Esse movimento altera a dinâmica do seguro, já que grandes empresas frequentemente operam com apólices diferenciadas ou optam por estruturas de autosseguro. Nos seguros massificados, como residencial, empresarial e condomínio, a expectativa é de crescimento de 11%, reforçando a expansão do varejo securitário.
O ambiente de investimentos em infraestrutura e construção civil também sustenta o avanço de linhas como riscos de engenharia e habitacional. Apesar de uma retração pontual neste ano no seguro de engenharia, explicada por uma base comparativa elevada, a tendência estrutural segue positiva.
No habitacional, a expectativa é de crescimento de 12,8%, impulsionada pelo crédito imobiliário e pelos programas governamentais. “O crescimento do Minha Casa Minha Vida e a ampliação do financiamento têm sido determinantes para esse resultado”, ressaltou. Já o seguro de transporte deve avançar cerca de 8% de expansão, refletindo o aumento da movimentação de cargas e a implementação de novos mecanismos de fiscalização.
Perspectivas
Apesar das pressões específicas sobre a previdência, o setor segurador mantém fundamentos sólidos para crescimento, sustentado pela expansão econômica, aumento da demanda por proteção e evolução de produtos.
O principal risco no radar permanece sendo o ambiente externo. Como resume Dyogo Oliveira: “Todos esses impactos estão interligados. Vai depender de quanto tempo a guerra vai durar e dos efeitos sobre a economia”.
]]>add promove debate sobre IA e gestão de riscos em seguros
https://revistaapolice.com.br/2026/04/add-promove-debate-sobre-ia-e-gestao-de-riscos-em-seguros/
Thu, 16 Apr 2026 11:07:40 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138629Encontro discutiu como a IA pode fortalecer governança, melhorar a tomada de decisão e ampliar a capacidade do setor de ajudar segurados a evitar ou mitigar perdas
]]>A add realizou, na última terça-feira (14), em São Paulo, a segunda edição do evento “Café com Risco”, reunindo executivos e especialistas para discutir o uso da inteligência artificial na gestão de riscos no mercado segurador.
O encontro contou com representantes de seguradoras como Allianz, AXA, HDI Seguros e Suhai Seguradora, entre outras, e abordou aplicações práticas de IA, analytics e integração de dados na tomada de decisão.
Na abertura, Aldo Pires, CEO da empresa, destacou o avanço da tecnologia no setor. “O Café com Risco foi criado para promover conexões e discussões relevantes para o nosso setor e a inteligência artificial deixou de ser uma promessa para se tornar o motor central da gestão de riscos no mercado segurador”, afirmou.
Segundo o executivo, a aplicação de IA permite maior precisão e escala na análise de dados. “É essa camada de inteligência analítica que sustenta a governança dos dados e impulsiona a maturidade digital necessária para a nova era do setor. A capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real permite que as seguradoras não apenas antecipem cenários e fraudes, mas também personalizem suas ofertas”, completou.
O evento também contou com palestra de Ricardo Saponara, especialista da SAS, que destacou a necessidade de integração entre diferentes processos decisórios no setor.
“O setor de seguros vive um momento em que decisões tradicionalmente tratadas de forma separada — como precificação, subscrição, prevenção à fraude, compliance e gestão de solvência — precisam ser cada vez mais integradas. A inteligência artificial tem um papel estratégico nesse contexto, não apenas por automatizar processos, mas por ajudar as seguradoras a conectar dados, antecipar riscos, apoiar decisões mais consistentes e fortalecer a governança”, afirmou.
De acordo com o especialista, o setor entra em uma nova fase, em que a IA deixa de atuar apenas na eficiência operacional e passa a ocupar papel central na estratégia das companhias, especialmente na integração de áreas críticas e no desenvolvimento de modelos mais preventivos.
Nesse contexto, tecnologias como sensores, telemetria e conectividade avançada tendem a ampliar a capacidade de monitoramento contínuo de riscos, abrindo espaço para uma atuação mais proativa das seguradoras na mitigação de perdas.
]]>Bradesco Saúde amplia atendimentos de terapia online
https://revistaapolice.com.br/2026/04/bradesco-saude-amplia-atendimentos-de-terapia-online/
Thu, 16 Apr 2026 11:01:52 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138626Psicoterapia online, via plataforma Psicologia Viva, registrou aumento de 172% nos atendimentos em comparação a 2024
]]>A plataforma Psicologia Viva, disponível no app e no site da Bradesco Saúde, se confirma um importante canal da operadora no apoio à saúde mental de seus beneficiários, com o registro de quase 200 mil atendimentos online ao longo de 2025. Esse número é 172% superior a 2024 e resultado de uma nova funcionalidade dos canais da Bradesco Saúde, criada para agilizar a conexão entre pacientes e psicólogos. Ela direciona os beneficiários para o ambiente do Psicologia Viva, permitindo agendar um atendimento por meio de videochamada, com mais de 1.200 psicólogos à escolha.
Em 2025, o Transtorno de Ansiedade foi o quadro mais comum apresentado entre os que procuraram por atendimento psicológico, com quase 40% dos casos. Ele repete o resultado de 2024, obtido a partir de um levantamento exclusivo da Bradesco Saúde sobre saúde mental, com base na demanda de seus beneficiários pela plataforma Psicologia Viva naquele ano.
Outros 15% dos atendimentos de 2025 foram em busca de resolver questões de relacionamentos familiares, amorosos e ciúmes. Já os casos de depressão, angústia, autoestima, estresse e relacionamentos profissionais somaram cerca de 14% das origens dos atendimentos realizados no ano.
Os terapeutas da plataforma Psicologia Viva atuam nos mais variados campos relacionados à saúde mental, com atendimento a diversos outros temas além dos citados, como adoção de filhos, dependência química, fobias, luto, sexualidade, TDAH, entre outros.
A região Sudeste, enquanto região que concentra o maior número de beneficiários da Bradesco Saúde, continua no top 3 de consultas, com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais reunindo mais de 78% dos atendidos em 2025. Os paulistas lideraram, com mais da metade dos atendimentos: 51,72%. Sobre o perfil dos pacientes de 2025 em todo país, a faixa etária predominante ficou entre 24 e 43 anos.
“Cuidar da saúde mental traz reflexos positivos em diversos campos da vida e a expressiva adesão dos nossos beneficiários ao Psicologia Viva mostra que a terapia, que pode ser feita a qualquer momento e de qualquer lugar, veio para ficar. Agilizar e ampliar o acesso das pessoas, fortalecendo a promoção da saúde mental foi o que nos motivou nessa parceria”, ressalta Aline Thomasi, superintendente sênior da Bradesco Saúde.
]]>Carros elétricos avançam e pressionam seguro auto
https://revistaapolice.com.br/2026/04/carros-eletricos-avancam-e-pressionam-seguro-auto/
Thu, 16 Apr 2026 10:59:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138623Mercado de carros elétricos atingiu quase 100 mil emplacamentos no primeiro trimestre de 2026
]]>O avanço dos veículos eletrificados no Brasil começa a redesenhar a dinâmica do seguro automóvel. Dados da Fenabrave mostram que o segmento somou 40.009 emplacamentos em março de 2026, alta de 42,48% sobre fevereiro. No acumulado do primeiro trimestre, foram 95.469 unidades, quase o dobro do registrado no mesmo período de 2025.
Para Hamilton Sobrinho, diretor da regional Norte e Nordeste da Lojacorr Seguros, o crescimento acelera mudanças estruturais no setor, especialmente na precificação de risco e na adaptação dos corretores a novas tecnologias.
Um dos principais vetores dessa transformação é a consolidação da BYD no mercado brasileiro. A fabricante já concentra 70,38% de participação entre os veículos elétricos puros, segundo o levantamento. “A aceitação da BYD pelas companhias de seguro evoluiu muito rápido, de uma postura cautelosa para uma integração plena. Hoje, ela já não é mais vista como uma ‘marca entrante’, mas como líder absoluta”, afirma Sobrinho.
Apesar do avanço, o executivo ressalta que a logística de peças ainda demanda atenção, embora a expectativa seja de melhora com o aumento da escala e a instalação de uma fábrica no país.
Ao contrário da expectativa inicial de redução de preços com o ganho de escala, o aumento da frota tem sido acompanhado por pressão sobre os custos dos seguros. Entre os principais fatores estão o alto custo de reparação, impulsionado pelo valor das peças e pela tecnologia embarcada; a necessidade de mão de obra especializada para lidar com sistemas de alta voltagem; e o aumento da frequência de sinistros, incluindo colisões e roubos. Esse conjunto tem contribuído para a elevação do ticket médio das apólices, exigindo ajustes constantes por parte das seguradoras.
Com os SUVs eletrificados representando 56,68% do subsegmento em março, o cenário também amplia a complexidade da venda. Modelos híbridos, por exemplo, já acumulam volumes relevantes, com destaque para montadoras como Toyota e GWM.
Nesse contexto, o papel do corretor tende a se tornar mais consultivo, exigindo conhecimento técnico sobre diferentes tecnologias de motorização e suas implicações em cobertura, sinistro e custo. A expansão da frota eletrificada indica que o seguro automóvel passa por uma transição relevante, na qual tecnologia, custo e experiência do cliente ganham peso crescente na definição de produtos e estratégias comerciais.
]]>Zurich aposta em campanha para elevar produção no seguro auto
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Thu, 16 Apr 2026 10:55:45 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138620A Zurich Seguros lança a campanha Arrancada, do Zurich Automóvel, iniciativa nacional criada para incentivar corretores a ampliar o volume de cotações e vendas do seguro Zurich Automóvel com retorno financeiro direto, mais argumentos comerciais na ponta e maior agilidade à rotina de vendas. A proposta é simples, quanto mais o corretor incorpora o Zurich Automóvel à sua jornada comercial, maiores são as oportunidades de conversão e de ganho no mês. O diferencial da campanha […]
]]>A Zurich Seguros lança a campanha Arrancada, do Zurich Automóvel, iniciativa nacional criada para incentivar corretores a ampliar o volume de cotações e vendas do seguro Zurich Automóvel com retorno financeiro direto, mais argumentos comerciais na ponta e maior agilidade à rotina de vendas. A proposta é simples, quanto mais o corretor incorpora o Zurich Automóvel à sua jornada comercial, maiores são as oportunidades de conversão e de ganho no mês.
O diferencial da campanha está no benefício financeiro direto ao corretor. Durante o período da ação, os participantes recebem comissão adicional para cada cotação que superar sua média diária apurada, em seguros novos e renovações de congêneres.
A campanha tem vigência entre 1º de abril e 30 de junho e foi estruturada para apoiar o corretor em um ponto central da sua operação: ganhar eficiência sem perder qualidade no atendimento. “A Arrancada foi desenhada para apoiar o corretor no dia a dia, incentivando uma atuação mais consistente e mostrando que aumentar as cotações pode trazer retorno direto. É uma iniciativa para o corretor incorporar o Zurich Automóvel de forma mais ativa na sua rotina, ampliando suas possibilidades de oferta e fortalecendo o relacionamento com a companhia”, afirma Márcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros.
Nesse contexto, os diferenciais do seguro automóvel passam a funcionar como alavancas comerciais para o corretor. Entre eles estão o parcelamento em até 12 vezes sem juros e coberturas como Pequenos Reparos Premium, que tornam a oferta do produto mais competitiva e ajudam o profissional a ampliar o repertório de argumentação diante do cliente.
“Quando colocamos o corretor no centro da estratégia de automóvel, estamos falando de proporcionar mais do que um produto competitivo. Trata-se de ampliarmos as ofertas de uma forma consistente, evidenciando e promovendo atributos que sustentem a argumentação comercial na ponta. É essa combinação que ajuda o corretor a ampliar oportunidades de negócio e a construir uma relação de confiança mais duradoura com o cliente”, destaca Fábio Leme, diretor executivo de Linhas Pessoais e Marketing da Zurich Seguros.
Na avaliação dos corretores, esse conjunto de incentivos e atributos comerciais fortalece a atuação e amplia a capacidade de conversão dos negócios. “As ações comerciais e campanhas de incentivo da Zurich fazem diferença no dia a dia da corretora, porque trazem ganho direto e mais competitividade. Além das comissões adicionais, a flexibilidade nas negociações ajuda muito quando o cliente está comparando propostas entre seguradoras. Isso fortalece nossa atuação comercial e contribui para o crescimento da produção com a companhia”,afirma Rodrigo Urbano, sócio fundador da União Ribeirão Corretora de Seguros, de Ribeirão Preto (SP).
Na prática, esse suporte operacional se traduz em uma experiência mais fluida para quem está no dia a dia do relacionamento com o segurado. Quando a seguradora simplifica processos e oferece mais previsibilidade na jornada, o corretor consegue responder com mais rapidez e reforçar seu papel consultivo. Fatores que impactam diretamente a percepção de valor do cliente.
Isso se traduz no relato de Taís Leonardini, segurada do Zurich Automóvel. Ao comentar a troca de veículo e a necessidade de endosso, a cliente destaca a agilidade do atendimento prestado pela corretora: “No início deste ano, precisei realizar o endosso do seguro após trocar de carro. O atendimento da corretora foi muito ágil e eficiente, e todo o processo aconteceu de forma simples e rápida”
Com a Arrancada do Zurich Automóvel, a Zurich reforça seu posicionamento como parceira estratégica do corretor. Em um mercado em que velocidade e experiência contam cada vez mais, a companha de vendas aposta em uma equação objetiva: quando a operação é facilitada, o corretor ganha eficiência; quando o corretor ganha eficiência, o cliente percebe valor; e, quando isso acontece, a conversão tende a crescer.