Revista Apólice
https://revistaapolice.com.br/
A revista do mercado de SegurosMon, 05 Oct 2026 18:44:42 +0000pt-BR
hourly
1 https://wordpress.org/?v=7.1.2https://revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2024/01/favrevistaapolice-1-150x150.pngRevista Apólice
https://revistaapolice.com.br/
3232Sura reduz cálculo no seguro auto com novo core digital
https://revistaapolice.com.br/2026/10/sura-reduz-calculo-no-seguro-auto-com-novo-core-digital/
Mon, 05 Oct 2026 18:44:42 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143130Nova plataforma opera com mais de 80 APIs e processa 12 milhões de chamadas mensais para integração com corretores e parceiros digitais
]]>A Seguros Sura Brasil reduziu de cerca de um minuto para três segundos o tempo de cálculo do seguro Auto Único após colocar em operação um novo core de seguros. A plataforma é a primeira aplicação do novo sistema, desenvolvido dentro do programa de transformação tecnológica da companhia.
A nova infraestrutura utiliza arquitetura API-first e foi desenvolvida para facilitar a integração com corretores, plataformas e parceiros digitais. O ecossistema tecnológico da SURA conta atualmente com mais de 80 APIs em operação e processa mais de 12 milhões de chamadas por mês.
Desde o início da operação do Auto Único, foram realizadas mais de 16 mil cotações e 50 mil cálculos, além da emissão de mais de 1 mil apólices. Segundo a companhia, os dados fazem parte dos primeiros meses de funcionamento da nova plataforma.
“A entrada em operação do novo core é um divisor de águas na nossa trajetória de inovação e reflete a evolução contínua da nossa arquitetura digital. Garantir o tempo de cálculo em apenas três segundos demonstra como a tecnologia está sendo usada para simplificar a operação do corretor na ponta, reduzindo o tempo de processamento das regras de negócio, eliminando fricções e aumentando a velocidade de resposta dentro de um ambiente seguro e altamente escalável”, afirma Michele Garcia, diretora de Tecnologia da Seguros Sura Brasil.
O novo core também permite que a companhia integre diferentes sistemas e parceiros digitais à sua infraestrutura. O Auto Único é o primeiro produto a operar na plataforma, que deverá ser utilizada gradualmente em outras linhas de negócios da seguradora.
A Sura Brasil atua no mercado brasileiro desde 2016 e oferece produtos nos segmentos de automóveis, transportes, frotas, bicicletas, vida, acidentes pessoais, empresarial, responsabilidade civil e residencial.
]]>Starr: Um novo ciclo de expansão no Brasil
https://revistaapolice.com.br/2026/10/starr-um-novo-ciclo-de-expansao-no-brasil/
Mon, 05 Oct 2026 17:26:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143121Starr Insurance no Brasil reforça a subscrição e a distribuição, focada na estratégia que combina especialização em riscos complexos e tecnologia
]]>EXCLUSIVO – O começo de 2026 para a Starr Insurance foi diferente, com esforços direcionados para um novo ciclo de crescimento para a operação brasileira. Sob o comando de Igor Di Beo, CEO da companhia no País, a seguradora de origem norte-americana promoveu mudanças na estrutura, reforçou áreas técnicas e de distribuição, acelerou a digitalização de produtos e ampliou o apetite em segmentos nos quais possui experiência internacional.
A companhia também busca uma aproximação maior com os corretores de seguros e assessorias. O movimento envolve também a diversificação do portfólio. A companhia pretende ampliar sua atuação em Responsabilidade Civil Ambiental, RCV para Transportes e Capital Global para Vida e prepara sua entrada no seguro Garantia. O Brasil será o primeiro mercado a receber o produto depois da matriz. “Para 2027, a expectativa é crescer aproximadamente 12% sobre 2026″, diz o CEO, uma meta considerada desafiadora pela companhia diante do ambiente competitivo do mercado brasileiro.
O plano não significa abandonar o território em que a Starr construiu sua reputação. Fundada em 1919 e presente em mais de 170 países, a seguradora é reconhecida internacionalmente pela atuação em seguros especializados e, particularmente, em Aviation. No Brasil, desenvolveu uma operação multilinha, que atende desde empresas de médio porte até grandes riscos.
Para Di Beo, o desafio agora é usar essa estrutura como plataforma para ampliar a presença da companhia: “Os primeiros meses foram marcados pela construção das bases para uma nova etapa de crescimento da Starr no Brasil. Mais do que ampliar a operação em termos de volume, nosso objetivo tem sido fortalecer a capacidade técnica, aproximar ainda mais a companhia dos corretores e criar condições para levar nossa expertise para um número maior de empresas e segmentos”, afirma.
Três movimentos resumem essa reorganização: o primeiro foi a criação da posição de Chief Underwriting Officer (CUO), assumida por Denis Maelaro, com a missão de fortalecer a governança da subscrição e integrar o conhecimento das diferentes linhas de negócio; o segundo foi o reforço da área de distribuição, com Claudia Papa Scarpa assumindo como vice-presidente e Regional Head of Distribution & Marketing para a América Latina; o terceiro é a digitalização da jornada dos corretores, com portais destinados inicialmente a produtos como RCG, E&O e Vida em Grupo PME.
“Vejo esses primeiros meses menos como um período de mudanças pontuais e mais como uma construção para o próximo ciclo de crescimento da Starr no Brasil”, resume Di Beo. A expansão começa justamente pelo conhecimento acumulado em riscos especializados. A Starr considera sua estrutura internacional uma vantagem competitiva, mas o CEO ressalta que a experiência global precisa estar associada à capacidade de interpretar as particularidades brasileiras.
“A experiência internacional é um dos nossos principais diferenciais, mas ela só tem valor quando conseguimos transformá-la em capacidade de resposta para o cliente brasileiro. Nossa atuação internacional permite acumular conhecimento sobre diferentes setores, modelos de negócio e perfis de risco. O nosso desafio no Brasil é combinar essa visão global com o conhecimento das características e necessidades do mercado local”, explica.
Aviation é o exemplo mais evidente dessa combinação. A Starr atua no segmento no Brasil desde 2018 e figura há anos entre as principais companhias do mercado. Trata-se de uma carteira na qual capacidade financeira, conhecimento técnico e experiência internacional são determinantes para a avaliação e aceitação dos riscos.
A estratégia para Aviation é ampliar o apetite sem alterar a disciplina de subscrição. O objetivo é aproveitar a posição já construída pela seguradora para acompanhar a evolução do próprio setor aéreo e aumentar a capacidade de atendimento aos parceiros. Ao mesmo tempo, Riscos de Engenharia ganha espaço relevante nos planos da companhia. A Starr reforçou o time com especialistas e pretende aproveitar o novo ciclo de investimentos brasileiros em infraestrutura, energia, saneamento, logística, indústria e construção.
A seguradora já participa de processos relacionados a projetos de infraestrutura e construção de usinas e acompanha particularmente o avanço dos investimentos em data centers. A avaliação é que a experiência internacional do grupo nesse tipo de empreendimento pode ser utilizada tanto por meio da oferta de capacidade de resseguro quanto, preferencialmente, na operação direta de seguros.
“Nosso movimento não é simplesmente aumentar o volume. Queremos ampliar nossa capacidade de assumir riscos que estejam alinhados ao nosso apetite técnico e, ao mesmo tempo, oferecer aos corretores e clientes uma estrutura capaz de responder a projetos cada vez mais sofisticados”, acrescenta Di Beo.
O middle market entra no radar
Se Aviation e Engenharia representam territórios conhecidos, o middle market constitui uma nova fronteira de expansão. A Starr pretende utilizar a experiência adquirida no atendimento a grandes empresas para alcançar companhias de médio porte cujos riscos se tornaram mais sofisticados nos últimos anos.
A mudança na economia ajuda a explicar a estratégia. Empresas médias passaram a utilizar mais tecnologia, ampliaram cadeias de fornecedores, aumentaram a exposição internacional e assumiram responsabilidades que anteriormente estavam concentradas nas grandes corporações. Nem sempre, porém, a estrutura de seguros acompanhou essa evolução.
Claudia Papa Scarpa
Para Claudia Papa Scarpa, esse descompasso cria uma oportunidade: “Eu vejo o middle market como uma das maiores oportunidades de crescimento do seguro no Brasil. São empresas que evoluíram, se internacionalizaram, incorporaram tecnologia e passaram a enfrentar riscos muito mais sofisticados, mas que ainda nem sempre encontram soluções compatíveis com essa nova realidade”, afirma.
A proposta da Starr não é simplesmente adaptar produtos de grandes riscos reduzindo limites ou coberturas. O objetivo é transportar a metodologia de análise para processos adequados ao perfil e à dinâmica das empresas médias. “Levar nossa expertise para esse segmento não significa reduzir a solução que oferecemos aos grandes riscos. Significa aplicar o mesmo rigor técnico e a mesma capacidade de análise a uma jornada mais simples, ágil e adequada às necessidades das empresas de médio porte”, explica Claudia.
Essa estratégia depende diretamente de tecnologia. A companhia já oferece soluções digitais para RCG, E&O e Vida em Grupo e avalia quais outras linhas podem utilizar modelos semelhantes. “Na prática, estamos combinando especialização, tecnologia e eficiência. Já contamos com soluções digitais que facilitam a cotação e a emissão sem comprometer a qualidade da subscrição. Vamos continuar avaliando quais produtos podem seguir esse modelo e como podemos ampliar o acesso do corretor às diferentes capacidades da Starr”, avisa
O peso dos corretores de seguros
Para ganhar escala entre empresas médias é preciso ampliar a base de corretores e criar canais de acesso à seguradora. É nesse contexto que a área de Distribuição e Marketing ganha protagonismo. “Queremos estar ainda mais próximos dos corretores, entender melhor as necessidades do mercado e ampliar as oportunidades de negócios para os nossos parceiros”, explica Claudia.
Uma das tarefas será conectar distribuição, marketing e áreas técnicas. A seguradora quer facilitar o acesso dos corretores aos subscritores e tornar mais claro em quais situações possui capacidade e interesse para assumir determinado risco. “O objetivo é aproximar ainda mais a companhia do mercado e garantir que os corretores tenham o suporte necessário para identificar oportunidades e desenvolver negócios conosco”, afirma.
A meta inicial é ampliar a base de corretores por meio do novo time de distribuição e, simultaneamente, desenvolver produtos digitais adequados ao middle market. O objetivo é criar escala em um segmento que ainda representa um território relativamente novo para a Starr.
O fortalecimento da distribuição está diretamente ligado a outro objetivo: aumentar a presença nacional. Em vez de basear essa expansão prioritariamente na abertura de estruturas físicas, a companhia pretende utilizar corretores e assessorias como pontos de conexão com os diferentes mercados regionais.
“O Brasil é um país de dimensões continentais e as oportunidades de crescimento estão muito além de São Paulo. Hoje encontramos empresas sofisticadas, operações complexas e corretores altamente qualificados em todas as regiões do País”, afirma Claudia. A Starr já trabalha com assessorias em diferentes estados e pretende aprofundar essas relações.
A tecnologia complementa essa estratégia. Os portais permitem que corretores localizados fora dos principais centros tenham acesso aos produtos sem depender da proximidade física com a companhia. “Queremos crescer de forma sustentável, ampliando nossa presença nacional sem perder aquilo que considero um diferencial da Starr: proximidade, capacidade técnica e agilidade na tomada de decisão. Nosso objetivo é que um corretor em qualquer parte do Brasil tenha acesso ao mesmo nível de expertise, qualidade e suporte que encontra nos grandes centros”, acrescenta.
“Tecnologia, distribuição e subscrição precisam caminhar juntas. A tecnologia amplia nosso alcance; o corretor traz o conhecimento do cliente; e a nossa equipe técnica garante que o risco seja analisado de acordo com o nosso apetite e nossos critérios de subscrição”, resume o CEO.
Governança e novos produtos
Denis Maelaro
A criação da posição de Chief Underwriting Officer também está inserida nessa equação. A chegada de Denis Maelaro busca aumentar a integração entre as linhas de negócio e assegurar que a expansão comercial permaneça vinculada aos critérios técnicos da seguradora. “Estamos ampliando nossa operação, entrando em novas oportunidades de negócio e, ao mesmo tempo, mantendo nossa atuação em riscos cada vez mais complexos. Esse crescimento exige que a governança de subscrição acompanhe a evolução da companhia”, pontua Di Beo.
O objetivo é evitar que a busca por escala produza uma deterioração dos critérios de seleção dos riscos. “O papel do CUO é justamente fortalecer essa governança e garantir que nossa estratégia de crescimento esteja permanentemente alinhada à nossa disciplina técnica”, acrescenta o CEO.
A diversificação de produtos acompanha mudanças nas exposições das empresas brasileiras. Cyber, Responsabilidade Civil, riscos ambientais e outras especialidades tendem a ocupar espaço maior à medida que companhias de diferentes portes aumentam sua dependência de tecnologia, integram cadeias internacionais e passam a lidar com novas responsabilidades.
O próprio desenvolvimento de infraestrutura cria demanda para diversas modalidades simultaneamente. Um grande empreendimento pode envolver Engenharia, Responsabilidade Civil, interrupção de negócios e exposições relacionadas à cadeia de fornecedores.
“O Brasil está passando por transformações importantes e cada uma delas traz novos riscos e necessidades de proteção”, afirma Di Beo. Segundo ele, a companhia acompanha principalmente os segmentos nos quais o volume de investimentos está criando novas exposições. “Projetos de infraestrutura e energia, por exemplo, envolvem riscos de engenharia, responsabilidade civil, interrupção de negócios e, muitas vezes, cadeias de fornecedores complexas. Na tecnologia, vemos uma transformação igualmente importante no perfil de risco das empresas”.
A resposta da Starr será ampliar o escopo de atuação. Entre as novidades previstas estão novas atividades em Responsabilidade Civil Ambiental, RCV para Transportes e Capital Global para Vida. A principal estreia, entretanto, será Garantia. A companhia decidiu ingressar nesse mercado brasileiro, que considera de elevado potencial. O movimento ganha relevância dentro do grupo porque o Brasil será o primeiro país a receber a operação de Garantia depois da matriz.
A decisão também dialoga com a aposta em infraestrutura. O aumento de concessões, obras e investimentos de longo prazo cria demanda por garantias contratuais e outras soluções relacionadas aos projetos.
Para 2027, a prioridade será ampliar o escopo de atuação nas diferentes linhas e estabelecer um mix mais equilibrado entre contas grandes e complexas e negócios com menor volatilidade e exposição. A expectativa é registrar crescimento de aproximadamente 12% em relação a 2026.
A meta será perseguida em um ambiente que a própria companhia reconhece como altamente competitivo. Mais do que buscar participação por meio de preço, a Starr pretende apoiar a expansão em capacidade técnica, distribuição e facilidade de acesso. Nesse desenho, o corretor aparece como elemento de ligação entre as diferentes frentes. É ele quem deverá ajudar a seguradora a identificar empresas médias com riscos mais sofisticados, abrir novos mercados regionais e levar as especialidades da companhia a clientes que até agora não necessariamente tinham acesso a esse tipo de solução.
Para Di Beo, a estrutura construída ao longo de 2026 prepara a companhia para um crescimento que deverá ser medido não apenas pelo volume de prêmios, mas também pela capacidade de diversificar a carteira sem perder a identidade técnica. A equação é levar para mais empresas uma competência historicamente utilizada nos grandes riscos.
]]>Seguros Unimed oferece bonificação de 30% a corretores
https://revistaapolice.com.br/2026/10/seguros-unimed-oferece-bonificacao-de-30-a-corretores/
Mon, 05 Oct 2026 16:25:50 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143122Campanha Acelera vale até 30 de outubro para vendas de Vida Individual e Vida em Grupo
]]>No mês em que é celebrado o Dia do Corretor de Seguros, a Seguros Unimed reforça sua estratégia de relacionamento com os profissionais por meio de um conjunto de iniciativas voltadas a reconhecer a parceria, apoiar a prospecção e facilitar a rotina comercial. Entre as medidas estão campanhas de incentivo, treinamentos e soluções digitais.
A grande novidade é a campanha Acelera, que busca impulsionar os negócios e engajar os corretores, aproveitando o calendário de outubro e as oportunidades relacionadas ao Dia do Corretor. Voltada para produtos Vida Individual e Vida em Grupo, a ativação oferece bonificação adicional de 30% de agenciamento sobre as emissões para os parceiros e é válida até o dia 30 de outubro, de acordo com o regulamento.
Outro pilar da atuação junto aos corretores são as soluções desenvolvidas para apoiar a jornada comercial. A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, disponibiliza uma plataforma que reúne recursos para comunicação e prospecção, como conteúdos para redes sociais, materiais para WhatsApp, e-mail marketing, newsletters, folders institucionais e comerciais e apresentações de produtos. Por meio da E-agência, o profissional pode personalizar esses itens com a marca de sua corretora e informações de contato, facilitando a divulgação junto a potenciais clientes.
A companhia também disponibiliza como ferramenta de contratação o Calcule+, sistema pelo qual os parceiros podem realizar cotações, personalizar coberturas de forma rápida e precisa, interagir com o processo de análise de subscrição, transmitir propostas online e acompanhar o andamento de cada processo em tempo real. Essa jornada foi pensada para ser intuitiva e adaptada à rotina dos parceiros, centralizando todas as informações em um único ambiente digital e otimizando a gestão dos negócios de forma prática e eficiente.
A estratégia de relacionamento contempla ainda ações de capacitação pelo “Portal do Corretor”, que centraliza treinamentos, produtos, suporte e materiais de apoio.
“Queremos que o corretor sinta o cuidado e a parceria da Seguros Unimed em todas as pontas da sua rotina. Quando unimos presença atenta nos canais de comunicação, facilidade na contratação e um relacionamento próximo, entregamos suporte genuíno, tranquilidade e uma aliança sólida para crescermos juntos”, destaca Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos da Seguros Unimed.
]]>COP31 terá Cúpula Global de Seguros Sustentáveis
https://revistaapolice.com.br/2026/10/cop31-tera-cupula-global-de-seguros-sustentaveis/
Mon, 05 Oct 2026 15:27:58 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143118A COP31 terá uma Cúpula Global de Seguros Sustentáveis nos dias 13 e 14 de novembro, em Antália, na Turquia. O evento fará parte da programação oficial da Casa do Seguro durante a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e será realizado pela Associação de Seguradoras da Turquia (TSB) e pela Iniciativa […]
]]>A COP31 terá uma Cúpula Global de Seguros Sustentáveis nos dias 13 e 14 de novembro, em Antália, na Turquia. O evento fará parte da programação oficial da Casa do Seguro durante a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e será realizado pela Associação de Seguradoras da Turquia (TSB) e pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI).
A iniciativa foi inspirada no modelo da Casa do Seguro desenvolvido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) para a COP30, realizada em Belém, no ano passado. A entidade brasileira participou das discussões para compartilhar a experiência com a TSB e apoia a realização do projeto na COP31.
“Realizamos uma série de encontros com a equipe da TSB para apresentarmos e compartilharmos a nossa experiência para que o modelo pudesse ser implementado na COP31”, afirma Gustavo Brum, superintendente executivo de Gabinete da CNseg.
Com o tema “O Imperativo da Resiliência Climática”, a cúpula reunirá representantes dos setores de seguros e financeiro, empresas, formuladores de políticas públicas, reguladores, agências da ONU, academia e sociedade civil. A programação discutirá o papel das seguradoras como gestoras de riscos, garantidoras e investidoras diante do aumento das perdas relacionadas a eventos climáticos extremos.
“Inundações, ciclones, incêndios florestais, ondas de calor e secas mais frequentes e severas têm provocado perdas econômicas crescentes que desestruturam famílias e empresas, ampliam as lacunas de proteção securitária e ameaçam a estabilidade financeira geral. Quando os ativos se tornam inseguráveis, eles podem se tornar inelegíveis para financiamentos bancários e investimentos, gerando impactos em toda a economia”, afirmou Butch Bacani, head da UNEP FI.
Durante os dois dias de programação, também será lançado o white paper dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros da ONU (PSI), intitulado “Da Vulnerabilidade à Segurabilidade”. Entre os temas previstos estão resiliência de cidades e países, proteção de micro, pequenas e médias empresas, riscos associados à relação entre clima e natureza, impactos climáticos sobre a saúde, dados sobre riscos climáticos e medidas de mitigação.
“A COP31 não pode ser apenas mais uma conferência sobre metas e ambições climáticas, deve ser sobre execução imediata. O setor de seguros reúne condições únicas para ajudar a estruturar comunidades e economias resilientes diante do agravamento dos riscos climáticos”, destacou Özgür Obalı, secretário-geral da TSB.
A cúpula dará continuidade à edição realizada durante a COP30, em Belém, promovida pela UNEP FI e pela CNseg.
]]>Generali Brasil nomeia nova diretora Técnica e de Sinistros
https://revistaapolice.com.br/2026/10/generali-brasil-nomeia-nova-diretora-tecnica-e-de-sinistros/
Mon, 05 Oct 2026 13:48:38 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143115Executiva deixa a Diretoria de Riscos e passa a comandar as áreas técnica e de sinistros da companhia
]]>A Generali Brasil anuncia Vanessa van Enck Ramos como Diretora Técnica e de Sinistros. A executiva, que atuava como Diretora de Riscos da companhia, passou a exercer o cargo de Chief Insurance Officer (CInsO) em 1º de outubro de 2026.
Com mais de duas décadas de experiência no mercado segurador, Vanessa construiu sua carreira nas áreas atuarial e de gestão de riscos, com participação em diferentes segmentos do setor. Na Generali Brasil, liderou iniciativas voltadas ao fortalecimento da cultura de gestão de riscos e à evolução das práticas de governança, contribuindo para uma abordagem integrada na tomada de decisões corporativas.
Na nova função, Vanessa assume uma posição estratégica na companhia, com atuação central em um dos principais pilares do negócio: a gestão técnica de seguros e sinistros. Entre suas prioridades estão a evolução técnica, o aprimoramento operacional e a geração de valor para a organização. Sua nomeação marca também um avanço na presença feminina em posições de destaque na empresa.
“Essa transição é um novo desafio e, ao mesmo tempo, a continuidade da minha trajetória na Generali Brasil. A experiência na liderança da área de Riscos ampliou minha visão sobre a companhia e reforçou a importância de integrar diferentes perspectivas para a tomada de decisões estratégicas. Nessa nova etapa, quero contribuir para a consolidação da excelência técnica, desenvolvimento de produtos e ampliar a eficiência na gestão de sinistros, com foco nas necessidades dos clientes, no crescimento sustentável e na contribuição para o negócio”, afirma Vanessa.
Graduada em Ciências Atuariais, Vanessa possui pós-graduação em Produtos Financeiros pela FIA-USP e em Gestão e Liderança. Foi a primeira colaboradora da Generali Brasil a concluir o MIRM (Master in Insurance and Risk Management), pelo MIB Trieste School of Management. Sua trajetória profissional inclui experiências em grandes bancos e seguradoras.
]]>O futuro do seguro de vida depende de como vamos redesenhar o trabalho
https://revistaapolice.com.br/2026/10/o-futuro-do-seguro-de-vida-depende-de-como-vamos-redesenhar-o-trabalho/
Mon, 05 Oct 2026 13:46:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143113E se o maior potencial da inteligência artificial não estiver em fazer as mesmas tarefas mais rápido, mas em mudar a forma como toda a indústria trabalha? Essa foi uma das reflexões que levei ao ITC Vegas, em setembro, ao lado de outros fundadores que estão repensando o futuro do seguro. A discussão passou por […]
]]>E se o maior potencial da inteligência artificial não estiver em fazer as mesmas tarefas mais rápido, mas em mudar a forma como toda a indústria trabalha? Essa foi uma das reflexões que levei ao ITC Vegas, em setembro, ao lado de outros fundadores que estão repensando o futuro do seguro. A discussão passou por três forças que estão transformando o setor: avanços da medicina, eficiência operacional e distribuição personalizada.
A primeira vem de fora do mercado segurador. Medicamentos para perda de peso e novas tecnologias médicas estão mudando a forma como prevenimos e tratamos doenças. Um estudo publicado no New England Journal of Medicine encontrou menor incidência de eventos cardiovasculares importantes entre pessoas com sobrepeso ou obesidade e doença cardiovascular preexistente que receberam semaglutida. Esses avanços estão influenciando o setor da saúde e a longevidade das pessoas, mas seus efeitos sobre o risco segurado e os preços dependerão de como os resultados clínicos se refletirão nos indicadores de longo prazo.
A segunda força está dentro das companhias. Segundo levantamento da CNseg em parceria com a EY, citado na cobertura do ITC, 80% das seguradoras brasileiras já utilizam alguma solução de inteligência artificial. O desafio agora é transformar adoção em resultado. Um relatório de 2026 do Society of Actuaries Research Institute destaca que o valor da IA na subscrição depende, entre outros fatores, da qualidade dos dados e do desenho dos processos. Começar pelo problema e pelo fluxo de trabalho, não pela ferramenta, é parte dessa mudança.
Na Azos, vemos esse potencial na prática. Nosso Copiloto de IA já superou 5 mil interações e foi acessado por mais de 2,1 mil corretores. Nas categorias em que a ferramenta executa tarefas, os acionamentos aos gerentes comerciais caíram 46%, e as demandas direcionadas à equipe de experiência do cliente diminuíram 32%. O ganho não está apenas em responder mais rápido, mas em liberar as equipes para atividades em que a experiência humana faz diferença.
Isso nos leva à terceira transformação: a distribuição. O corretor não precisa competir com a inteligência artificial, pode trabalhar melhor com ela. Ao reduzir o tempo gasto em tarefas operacionais e facilitar o acesso às informações, a tecnologia permite que o corretor dedique mais atenção às necessidades de cada cliente e identificar coberturas mais adequadas a diferentes momentos de vida.
Essa evolução importa em um mercado que ainda tem espaço para ampliar a proteção financeira. Segundo a Susep, o seguro de vida arrecadou R$23,46 bilhões em prêmios entre janeiro e julho de 2026, alta nominal de 9,49% em relação ao mesmo período de 2025. Crescer, porém, não é suficiente. Precisamos tornar o produto mais compreensível, acessível e conectado às necessidades das pessoas.
O principal aprendizado do ITC é que essas transformações não devem ser tratadas isoladamente. Avanços médicos podem mudar os riscos, a IA pode transformar a operação, e uma distribuição mais inteligente pode aproximar a proteção do consumidor. A tecnologia é o meio para conectar essas mudanças. O desafio da indústria é usá-la para simplificar o seguro de vida e ampliar seu alcance, sem perder de vista aquilo que sustenta o setor: a confiança.
]]>ENS promove formações sobre IA, saúde e seguros de RC
https://revistaapolice.com.br/2026/10/ens-promove-formacoes-sobre-ia-saude-e-seguros-de-rc/
Mon, 05 Oct 2026 13:44:14 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143111A Escola de Negócios e Seguros (ENS) está com inscrições abertas para três cursos de Qualificação Técnica nas áreas de saúde suplementar, inteligência artificial e responsabilidade civil. As formações serão realizadas on-line e ao vivo e têm início previsto entre outubro e novembro. O curso “Saúde Suplementar e Regras da ANS” aborda a estrutura do […]
]]>A Escola de Negócios e Seguros (ENS) está com inscrições abertas para três cursos de Qualificação Técnica nas áreas de saúde suplementar, inteligência artificial e responsabilidade civil. As formações serão realizadas on-line e ao vivo e têm início previsto entre outubro e novembro.
O curso “Saúde Suplementar e Regras da ANS” aborda a estrutura do setor, os principais participantes e as atribuições da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O conteúdo inclui tipos de planos e coberturas, portabilidade de carências, reajustes, fiscalização, penalidades, indicadores de qualidade e saúde digital.
A formação é voltada a profissionais de operadoras e planos de saúde, empresas de auditoria e consultoria, corretores de seguros e outros profissionais que atuam ou tenham interesse no segmento. As aulas começam em 13 de outubro, com duração de sete semanas. As inscrições podem ser feitas até 9 de outubro.
O curso “Inteligência Artificial para Corretores de Seguros” trata da aplicação da tecnologia em atividades como atendimento, marketing, prospecção, vendas, produção de documentos, análise de dados e automação de tarefas.
Com 18 horas de duração, distribuídas em nove encontros ao longo de aproximadamente um mês, o programa inclui exercícios para criação de campanhas, apresentações comerciais, assistentes personalizados e projetos aplicáveis à rotina dos participantes. As aulas começam em 26 de outubro e as inscrições ficam abertas até 23 de outubro.
Seguros D&O e E&O
A terceira formação, “Seguros D&O e E&O – Novas Oportunidades de Negócios”, é voltada a corretores, profissionais da área Comercial, advogados e subscritores. O curso apresenta fundamentos dos seguros de responsabilidade civil e aborda aspectos jurídicos relacionados ao segmento.
Entre os temas estão as diferenças entre responsabilidade civil e penal, responsabilidades objetiva e subjetiva, estrutura das apólices e características das coberturas de E&O (Errors and Omissions) e D&O (Directors and Officers).
O programa também aborda aspectos comerciais dos produtos, com foco na identificação de riscos e oportunidades de atuação consultiva. São 18 horas de aulas distribuídas em quatro semanas, com início previsto para 3 de novembro. As inscrições podem ser feitas até 30 de outubro.
]]>IASP contribui para plano nacional de seguro catástrofe
https://revistaapolice.com.br/2026/10/iasp-contribui-para-plano-nacional-de-seguro-catastrofe/
Mon, 05 Oct 2026 13:07:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143109Documento inclui propostas do IASP para ampliar a cobertura securitária, reconhecer municípios como segurados e reduzir a dependência de recursos públicos após desastres
]]>A construção de uma política nacional de proteção financeira e securitária contra catástrofes ganhou uma agenda concreta de implementação a partir do trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho Seguro Catástrofe, coordenado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Entre as contribuições que integram o relatório final está a proposta apresentada pelo Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), que desde 2024 vem discutindo a criação de um sistema nacional de gestão securitária de catástrofes.
O IASP participou do GT desde sua primeira reunião, em setembro de 2025, e voltou a apresentar suas contribuições no segundo encontro, realizado em outubro. O relatório final dedica um capítulo específico à participação do Instituto e registra a proposta de criação de um sistema securitário público-privado capaz de compartilhar com o mercado de seguros os riscos e custos de eventos catastróficos.
A contribuição teve como ponto de partida a obra coletiva Seguros de Catástrofes Climáticas – O plano do Brasil para desastres, publicada pela Editora IASP em 2024 e coordenada por Pedro Guilherme Gonçalves de Souza. A publicação apresenta alternativas jurídicas, econômicas e institucionais para ampliar a proteção do país diante de eventos climáticos extremos.
O diagnóstico levado pelo Instituto ao GT apontou a insuficiência de um modelo baseado essencialmente na atuação posterior do Estado. Entre os problemas identificados estavam a ausência de mecanismos securitários integrados ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC), a falta de interface com o Sistema Nacional de Seguros Privados, a pressão sobre o orçamento público e a predominância de soluções reativas em detrimento da prevenção.
Entre os resultados mais relevantes registrados no relatório está a proposta de reconhecer expressamente os municípios como entes segurados em apólices de Seguro Catástrofe. A medida consta da Proposição 8 do plano de ação e o documento registra que ela deverá ser implementada por regulamentação infralegal e adequações ao Decreto-Lei nº 73/1966 e à Lei Complementar nº 126/2007, “conforme proposta do IASP”.
Outra contribuição expressamente associada ao Instituto aparece na Proposição 10, que prevê a formulação e publicação da Estratégia Nacional de Proteção Financeira e Securitária contra Catástrofes (ENPFSC). O relatório estabelece que a Política Nacional de Seguro Catástrofe, “conforme proposto pelo IASP em sua contribuição ao GT”, deverá seguir um ciclo institucional que inclui elaboração de minuta, consulta pública, consolidação das contribuições e publicação do ato normativo correspondente.
Para o IASP, a importância desse processo está em transformar o seguro de uma ferramenta essencialmente indenizatória em um componente permanente da política de prevenção, proteção financeira e reconstrução do país.
O relatório identifica um amplo protection gap no Brasil e aponta que apenas uma parcela reduzida das perdas econômicas decorrentes de catástrofes é atualmente coberta pelo mercado segurador. O documento também registra que o modelo brasileiro ainda concentra recursos na resposta e na recuperação posteriores aos desastres.
É nesse contexto que ganha relevância uma das propostas apresentadas pelo IASP: a utilização de seguros paramétricos, acionados por parâmetros objetivos – como volume de chuva ou velocidade do vento –, capazes de proporcionar recursos de maneira mais rápida quando determinado evento extremo atinge os critérios previamente estabelecidos.
O modelo proposto pelo Instituto também prevê a contratação antecipada de serviços emergenciais, como drenagem, desobstrução, retirada de entulho, fornecimento de caminhões-pipa e combate a incêndios. A lógica é substituir parte das contratações emergenciais, realizadas sob pressão após a ocorrência de uma catástrofe, por mecanismos previamente estruturados.
O relatório final do GT amplia essa concepção e propõe uma arquitetura baseada no chamado risk layering, combinando orçamento público, crédito contingente, seguros, resseguros e instrumentos do mercado de capitais.
Entre as medidas previstas estão a revisão do marco normativo do FUNCAP, projetos-piloto de seguro paramétrico, eventual criação de Seguro Obrigatório de Catástrofe, regimes especiais de reservas técnicas, desenvolvimento da Letra de Risco de Seguro e, em horizonte de longo prazo, a criação de um Fundo Nacional de Catástrofes ou Cat Pool brasileiro.
O relatório também propõe a formulação de uma Estratégia Nacional de Proteção Financeira e Securitária contra Catástrofes, com metas, indicadores, cronograma e responsabilidades institucionais.
Para o presidente do IASP, Diogo Leonardo Machado de Melo, a participação do Instituto no GT demonstra a importância de aproximar a produção jurídica da formulação de políticas públicas diante de um dos principais desafios contemporâneos.
“O papel do Direito, neste debate, não se limita à interpretação das normas existentes. É também contribuir para a construção das soluções institucionais capazes de proteger a sociedade, preservar o erário e criar segurança jurídica para que Estado, mercado e sociedade atuem de forma coordenada diante das catástrofes.”
Formulação e implementação
Com a publicação do relatório, o GT encerra sua etapa de formulação e abre uma fase de implementação. O documento recomenda a criação de um Grupo Interinstitucional Permanente de Proteção Financeira e Securitária contra Catástrofes, que deverá dar continuidade ao trabalho e acompanhar a execução das proposições.
O relatório ressalta que a agenda exige continuidade institucional, sustentabilidade financeira, qualidade da modelagem atuarial e adaptação das soluções à realidade brasileira, evitando a simples reprodução de modelos estrangeiros.
Para o IASP, esse é justamente um dos principais legados do trabalho: transformar o debate sobre Seguro Catástrofe em uma agenda jurídica e institucional permanente, capaz de articular prevenção, proteção financeira, seguros, resseguros, defesa civil e planejamento público.
A proposta é fazer com que, diante de eventos extremos, o país não dependa exclusivamente de respostas emergenciais posteriores à tragédia, mas disponha previamente de instrumentos financeiros, jurídicos e securitários capazes de reduzir seus impactos sobre a população e sobre os cofres públicos.
]]>Cessões ao resseguro somam R$ 15,27 bilhões no semestre
https://revistaapolice.com.br/2026/10/cessoes-ao-resseguro-somam-r-1527-bilhoes-no-semestre/
Mon, 05 Oct 2026 12:29:55 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143106As seguradoras brasileiras cederam R$ 15,27 bilhões em prêmios ao mercado de resseguros no primeiro semestre de 2026, alta de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O levantamento foi realizado pela Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber) a partir de dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e considera os ramos […]
]]>As seguradoras brasileiras cederam R$ 15,27 bilhões em prêmios ao mercado de resseguros no primeiro semestre de 2026, alta de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O levantamento foi realizado pela Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber) a partir de dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e considera os ramos de seguros, incluindo Pessoas.
O movimento ocorre em um cenário de aumento dos investimentos em infraestrutura, energia e agronegócio, além da expansão das operações de crédito. Projetos maiores e ativos de maior valor elevam também as exposições que precisam ser absorvidas pelo mercado de seguros.
Em grandes obras de infraestrutura, por exemplo, os riscos envolvem tanto o período de construção quanto a fase de operação. No agronegócio, eventos climáticos como secas e enchentes podem provocar perdas simultâneas em diferentes propriedades de uma mesma região. Já projetos de energia envolvem ativos de alto valor e contratos de longo prazo.
Parte dessas exposições pode ser transferida pelas seguradoras ao mercado de resseguros. A cessão permite às companhias compartilhar determinados riscos e administrar a concentração de suas carteiras, especialmente em operações de maior porte.
Capacidade diante dos novos riscos
Para Rafaela Barreda, presidente da Fenaber, a capacidade disponível para absorver riscos deve fazer parte da discussão sobre os investimentos previstos para o país.
“Quando se fala em ampliar investimentos em infraestrutura, energia ou agronegócio, é preciso considerar também como os riscos desses projetos serão absorvidos. A seguradora é quem decide quais riscos quer assumir e, a partir daí, o resseguro pode ser utilizado para compartilhar parte dessa exposição. Ter capacidade disponível é importante para um mercado que precisa acompanhar projetos cada vez maiores e mais complexos”, afirma.
Os eventos climáticos extremos também adicionam pressão sobre a capacidade de absorção de riscos. Perdas concentradas em uma mesma região podem atingir simultaneamente produtores, empresas e ativos segurados, elevando a exposição das carteiras.
Nesse cenário, o resseguro funciona como uma das ferramentas disponíveis para distribuir parte dos riscos assumidos pelas seguradoras. A capacidade de resseguro, no entanto, não determina isoladamente a oferta de cobertura, que também depende das decisões de subscrição e das condições de cada operação.
“À medida que o Brasil amplia seus investimentos, o mercado responsável por assumir e distribuir os riscos desses projetos também precisa estar preparado para acompanhar esse movimento”, conclui Barreda.
]]>PASI premia corretores que atingirem metas em outubro
https://revistaapolice.com.br/2026/10/pasi-premia-corretores-que-atingirem-metas-em-outubro/
Mon, 05 Oct 2026 12:15:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143103Campanha “Bateu, Levou” oferece bônus em dinheiro a parceiros que atingirem as metas estabelecidas
]]>O Seguro PASI lançou uma edição especial da campanha de incentivo “Bateu, Levou” para o mês de outubro, período em que é celebrado o Dia do Corretor de Seguros. A ação prevê bônus em dinheiro para corretores parceiros que atingirem as metas de produção estabelecidas pela companhia.
A campanha faz parte da Campanha de Relacionamento Influenciadores PASI, que reúne ações de incentivo e premiações voltadas aos corretores. Segundo a companhia, a iniciativa busca reconhecer os resultados dos parceiros e estreitar o relacionamento com a rede de distribuição.
“O corretor é o nosso grande parceiro. Por isso, buscamos desenvolver ações que vão além da comercialização dos nossos produtos. Queremos reconhecer seu esforço, celebrar suas conquistas e criar oportunidades para que ele se sinta cada vez mais conectado ao PASI. O ‘Bateu, Levou’ é uma dessas iniciativas que unem motivação, reconhecimento e resultados”, afirma Marcelo Reis, diretor comercial do PASI.
A campanha é válida durante todo o mês de outubro. Os corretores participantes podem consultar as metas e o regulamento no Portal do Corretor ou com a equipe comercial da companhia.
Para Reis, as ações de incentivo também fazem parte da estratégia de relacionamento do PASI com os corretores. “Acreditamos que o reconhecimento é uma ferramenta poderosa para impulsionar resultados. Quando valorizamos o trabalho dos corretores, fortalecemos uma parceria baseada em confiança, proximidade e crescimento mútuo. Nosso objetivo é seguir investindo em iniciativas que gerem valor para quem está diariamente ao lado dos clientes levando proteção e segurança.”