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]]>A proposta é simples: a decisão de proteger um negócio passa a gerar também um impacto ambiental concreto, rastreável e compartilhável. Cada árvore vem acompanhada de certificado de plantio com QR code, que permite ao segurado acompanhar o desenvolvimento da muda.
A campanha vale para apólices emitidas entre 3 de novembro e 31 de dezembro de 2026. Participam os seguros novos de Empresarial Massificado, RCG, RCV, TranspRCG e Transportes, este último com limite de uma árvore por CNPJ. Nas renovações, participa o Empresarial Massificado com contratação do pacote ESG – Cobertura Verde e Assistência Sustentável.
A participação é automática e não gera custo adicional para o segurado. O plantio é realizado em parceria com Agroforestre. O regulamento completo está disponível no link Campanha Sua Apólice Vale Uma Árvore – Mitsui Sumitomo Seguros.
Para Erilio Lucena, Superintendente de Seguros Empresarial da MSIG, a campanha amplia o valor do seguro para além da cobertura. “Quando uma empresa contrata um seguro, ela está cuidando do próprio futuro. Com essa campanha, essa mesma decisão passa a cuidar também do futuro de todos. É proteção para o negócio e para o planeta, sem custo adicional para o cliente”, afirma.
Ale Tanaka, Head de Comunicação e Expressão da Marca, destaca o papel do propósito na construção da iniciativa. “Nosso propósito é proteger para transformar o mundo, e queríamos que ele saísse da nossa casa e virasse algo que as pessoas pudessem ver crescer. O QR code no certificado faz exatamente isso: cada segurado acompanha a sua árvore e pode compartilhar esse resultado com o seu time e os seus clientes”, diz.
O executivo ressalta ainda a importância dos corretores na mobilização. “O corretor é quem está ao lado do cliente na hora da decisão. Ao apresentar a campanha, ele leva uma proposta de valor que vai além do preço e se torna protagonista dessa transformação com a gente.”
Julio Sinkevicius, Head de ESG da MSIG, reforça que a iniciativa conecta o negócio da seguradora à agenda ambiental. “O seguro existe para reduzir riscos e dar segurança para o futuro. Plantar árvores segue a mesma lógica: é investir hoje para colher resiliência amanhã. Com o certificado e o rastreio, garantimos transparência sobre cada plantio e mostramos que sustentabilidade e governança se faz com ações concretas e mensuráveis”, afirma.
O pacote ESG do Empresarial Massificado também ganha destaque na ação. “Ao incluir as renovações com o pacote ESG, incentivamos as empresas a olhar para a proteção de forma mais ampla, considerando seu impacto ambiental e social”, completa Sinkevicius.
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]]>The post Porto registra lucro líquido recorrente de R$ 713 milhões no 3º tri de 2026 appeared first on Revista Apólice.
]]>Desempenho das Verticais, comparadas ao 3T25:
Porto Bank: a receita² do Porto Bank avançou 13%, atingindo R$ 2,0 bilhões, impulsionada pelo crescimento em Consórcio² (+21%); Riscos Financeiros (+12%) e Cartão, Financiamento e Empréstimos (+11%). As perdas de crédito foram de R$ 843 milhões (+48%), decorrentes de um ciclo de um crédito mais adverso do mercado e de uma postura mais conservadora na gestão de risco, resultando em maiores provisões. As iniciativas para aprimorar a qualidade da carteira já começam a refletir em indicadores mais saudáveis, com o NPL Formation caindo 1 p.p. vs 2T26 (para 11,6%) e o NPL 15-90 dias reduzindo pelo segundo trimestre consecutivo. O índice de eficiência melhorou 3,3 p.p., atingindo 27,4%, resultado alinhado com os objetivos de aumento de eficiência, balanceados com os investimentos necessários para sustentar a expansão do ecossistema digital. O lucro líquido foi de R$ 171 milhões (-13%).
Porto Saúde: a receita da Porto Saúde cresceu 12%, alcançando R$ 2,5 bilhões. A expansão foi impulsionada por um aumento de 22% em beneficiários de seguro Saúde, atingindo 956 mil vidas, e de 16% de vidas no Odonto, alcançando 1,3 milhão. A sinistralidade foi de 82,0%, um aumento de 4,7 p.p., sendo aproximadamente dois terços do aumento oriundos de rupturas na cadeia de atendimento oncológico e por um comportamento atípico na sazonalidade entre o segundo e o terceiro trimestre; enquanto aproximadamente um terço foi aumento orgânico de sinistros. O lucro no período foi de R$ 84 milhões (-34%).
Porto Seguro: as receitas e prêmios totalizaram R$ 6,2 bilhões (+9%), alavancados pela expansão em duplo dígito no segmento Auto (+10%), que obteve incremento de 264 mil veículos, atingindo uma frota segurada de 6,5 milhões de automóveis, consolidando uma trajetória de aceleração do segmento. Além disso, o Patrimonial avançou 9% e o segmento de Vida, 2%. Na composição de frente operacional e financeira, o índice combinado ampliado seguiu em patamares saudáveis (86%; +1 p.p.). Como resultado dessas dinâmicas, o lucro líquido do período alcançou R$ 443 milhões (-2%), enquanto o ROAE permaneceu acima do patamar de 30% pelo sexto trimestre consecutivo, atingindo 32% no 3T26.
Porto Serviço: a Porto Serviço registrou R$ 660 milhões em receita (+9%), por meio do crescimento de 9% tanto nas Parcerias Estratégicas quanto na Parcerias Porto e de 39% nos Produtos Digitais. O resultado trimestral foi de R$ 52 milhões (+34%). Mantivemos o foco em estruturação e ampliação das parcerias estratégicas, ultrapassando 80 parceiros no total. Essas iniciativas reforçam o objetivo da vertical de diversificar ainda mais os ramos de atuação e ampliar a oferta de serviços.
O resultado financeiro foi de R$ 309 milhões no trimestre (-19%). Já a receita da carteira de aplicações financeiras (ex-previdência e ALM), geridas pela tesouraria, foi de R$ 355 milhões, o que representa 63% do CDI. Os resultados do 3T26 foram impactados majoritariamente pelo baixo índice de carrego do IPCA no trimestre, com reflexo nos títulos marcados na curva, e pelo desempenho da alocação em renda variável menor do que o índice IBOV.
O índice de eficiência operacional¹, que considera a soma das Despesas Administrativas em relação à Receita Total foi de 10,6%, uma melhora de 0,4 p.p. no 3T26, em linha com nossos esforços para ganhos de eficiência.
No trimestre, a Porto foi reconhecida como a segunda melhor empresa para se trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work (GPTW), na categoria Gigantes (mais de 10 mil colaboradores). Essa foi a quinta presença consecutiva no Top 10. “Acreditamos que cuidar do bem-estar e do crescimento das nossas pessoas é o que, de fato, sustenta a excelência das nossas entregas e o desenvolvimento contínuo da companhia”, afirma Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto.
Outro reconhecimento da construção constante da marca foi a liderança da Porto Seguro, pelo 13º ano consecutivo, no ranking do segmento no Folha Top of Mind, levantamento elaborado pelo Datafolha.
Os apps da Porto atingiram a marca de 6,5 milhões de usuários. O processo de digitalização é um movimento estratégico que alinha a essência de Cuidado da Porto à criação de jornadas cada vez mais amigáveis, fluidas e adequadas à realidade contemporânea. Entre os 19 milhões de clientes, foram 186 milhões de interações e atendimentos digitais no 3T26, com resolução end to end de mais de 73% dos acionamentos via WhatsApp.
“O atendimento digital contribui para que os níveis de NPS da companhia sigam em patamares de excelência. Assim, seguimos focados no nosso norte: o equilíbrio entre Essência e Estratégia, construindo a cada dia uma Porto ainda mais forte. Nosso agradecimento mais sincero a todos que constroem essa jornada conosco”, disse Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto.
Principais destaques (3T26 em comparação com 3T25):
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]]>The post Swiss Re lucra US$ 4,2 bilhões em nove meses appeared first on Revista Apólice.
]]>Somente no terceiro trimestre, o grupo suíço obteve lucro líquido de US$ 1,3 bilhão. No acumulado do ano, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) permaneceu em 22,5%, mesmo patamar registrado nos nove primeiros meses de 2025.
O desempenho também foi favorecido por perdas com grandes catástrofes naturais inferiores às inicialmente previstas e pelos resultados dos investimentos financeiros. A Swiss Re mantém a meta de alcançar lucro líquido de US$ 4,5 bilhões em 2026.
Apesar do avanço no lucro, a receita de seguros recuou 3%, passando de US$ 32 bilhões para US$ 31,2 bilhões. Em contrapartida, o resultado dos serviços de seguros, indicador que reflete o desempenho das operações de subscrição, cresceu 7%, para US$ 5,13 bilhões.
A unidade de resseguros de Danos e Responsabilidades (P&C Re) encerrou setembro com lucro líquido de US$ 2,16 bilhões, queda de 6% na comparação anual. A receita de seguros da operação diminuiu 9%, para US$ 12,8 bilhões, refletindo os resultados das renovações de contratos e a redução dos volumes de negócios cedidos pelas seguradoras.
O índice combinado ficou em 77,3%, ligeiramente abaixo dos 77,6% registrados no mesmo período de 2025. O indicador mostra que a operação manteve resultado técnico positivo, apesar da pressão competitiva sobre os preços. As perdas de grande porte somaram US$ 941 milhões nos nove primeiros meses do ano, dos quais US$ 640 milhões foram relacionados a catástrofes naturais.
Entre os principais eventos estiveram o terremoto registrado na Colômbia, em agosto, e a tempestade Kristin, que atingiu Portugal em janeiro. As perdas de grande porte provocadas por eventos de origem humana totalizaram US$ 301 milhões.
O volume de perdas catastróficas ficou abaixo do orçamento de US$ 1,6 bilhão previsto para os nove primeiros meses de 2026. Outro indicador que reflete o ambiente mais competitivo é a margem de serviço contratual (CSM) dos novos negócios de P&C Re, que caiu de US$ 2,5 bilhões para US$ 1,8 bilhão.
A métrica representa a margem de lucro esperada dos contratos de seguros e resseguros, a ser reconhecida ao longo da prestação dos serviços.
A unidade de resseguros de Vida e Saúde (L&H Re) apresentou o maior crescimento entre as operações da Swiss Re. O lucro líquido avançou 43%, passando de US$ 1,07 bilhão para US$ 1,53 bilhão nos nove primeiros meses de 2026. Segundo a companhia, o desempenho foi favorecido pelas margens da carteira de contratos existentes e por uma experiência de mortalidade mais favorável nos Estados Unidos.
O resultado dos serviços de seguros da unidade cresceu 56%, alcançando US$ 1,64 bilhão, enquanto a receita avançou 7%, para US$ 12,9 bilhões. A expansão da receita foi influenciada por efeitos cambiais positivos e pela contribuição de novos negócios relacionados à longevidade.
Apesar do desempenho operacional, a margem de serviço contratual dos novos negócios recuou de US$ 833 milhões para US$ 488 milhões. A Swiss Re atribuiu a redução ao menor número de grandes transações e a uma postura mais seletiva na contratação de novos riscos, especialmente na região da Ásia-Pacífico. Para o conjunto de 2026, a unidade mantém a meta de lucro líquido de US$ 1,7 bilhão.
A Corporate Solutions, unidade de seguros corporativos da Swiss Re, encerrou os nove primeiros meses do ano com lucro líquido de US$ 714 milhões, crescimento de 3% em relação aos US$ 693 milhões registrados no mesmo período de 2025.
O índice combinado melhorou de 87,1% para 86,4%, enquanto o resultado dos serviços de seguros avançou 4%, alcançando US$ 863 milhões.
A receita da unidade recuou 3%, para US$ 5,5 bilhões, influenciada principalmente pela decisão anteriormente anunciada de não renovar os negócios da operação Irish Medex, cujo impacto foi de aproximadamente US$ 400 milhões.
As perdas de grande porte relacionadas a eventos de origem humana somaram US$ 219 milhões. Já as perdas por catástrofes naturais chegaram a US$ 54 milhões, com impactos associados ao terremoto na Colômbia, à tempestade Fern, na América do Norte, e a um tornado no Texas.
A unidade também anunciou uma parceria estratégica com a Old Mutual Insure, na África do Sul, sujeita às aprovações regulatórias. A iniciativa integra a estratégia de expansão por meio de parceiros locais, modelo que já contempla acordos com a GNP Seguros, no México, e a Bajaj General Insurance, na Índia.
Além dos resultados financeiros, a companhia anunciou a nomeação de Lori Goltermann como diretora comercial global da Corporate Solutions, em um cargo recém-criado. A executiva assumirá a função em 11 de janeiro de 2027, com base em Chicago, e responderá diretamente a Ivan Gonzalez, CEO da unidade.
Com mais de 30 anos de experiência na Aon, Goltermann será responsável pela estratégia comercial voltada a clientes corporativos, governos e parceiros de distribuição.
A reorganização também prevê a centralização da função global de subscrição da Corporate Solutions, enquanto as unidades regionais terão maior foco no relacionamento com clientes e na identificação de oportunidades comerciais.
O resultado dos investimentos da Swiss Re também contribuiu para o desempenho consolidado. O retorno sobre investimentos ficou em 4% nos nove primeiros meses do ano, com receitas recorrentes de US$ 3,1 bilhões. A rentabilidade das receitas recorrentes avançou de 4,1% para 4,2%, enquanto o retorno dos reinvestimentos atingiu 5,6% no terceiro trimestre.
A companhia também mantém seu programa de redução de despesas operacionais, com meta de economizar US$ 500 milhões até 2028. O objetivo foi ampliado neste ano, substituindo a previsão anterior de redução de US$ 300 milhões até 2027.
Em relação à posição de capital, a Swiss Re apresentou índice estimado de solvência SST de 259% em 1º de outubro, acima da faixa-alvo de 200% a 250%.
Para Andreas Berger, CEO do grupo, a diversificação das operações e a disciplina na subscrição serão importantes para enfrentar as mudanças nas condições do mercado.
“Nosso desempenho nos primeiros nove meses nos coloca firmemente no caminho para atingir ambos os objetivos. Olhando além de 2026, nossas bases sólidas e a diversificação proporcionada pelas três unidades de negócios nos dão confiança em nossa capacidade de navegar com sucesso por diferentes ciclos de mercado”, afirmou, em tradução livre.
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]]>The post Icatu Seguros supera R$ 60 bilhões em reservas de previdência appeared first on Revista Apólice.
]]>Um dos destaques do marco atingido é a composição diversificada de suas reservas. Enquanto no mercado 16% dos recursos estão alocados em PGBL e 84% em VGBL, na Icatu essa distribuição é de 34% e 66%, respectivamente. A diversificação também se reflete nas estratégias de investimento: a seguradora apresenta maior participação de fundos de Crédito Privado, Multimercados e Ações em sua carteira, em comparação à média do mercado, onde predominam os fundos de Renda Fixa.
“Alcançar R$60 bilhões em reservas e manter a liderança entre as seguradoras independentes reflete a solidez da nossa operação e a confiança que construímos com nossos clientes e parceiros. Esse resultado está apoiado na diversificação de produtos, fundos e canais de distribuição e também na nossa capacidade de oferecer soluções que acompanham as diferentes necessidades das pessoas ao longo da vida, desde a formação de reservas até a conversão em renda na aposentadoria”, afirma Henrique Diniz, diretor de Produtos de Previdência da Icatu Seguros.
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]]>The post Tokio Marine alcança 1 milhão de imóveis segurados appeared first on Revista Apólice.
]]>O resultado reflete uma transformação gradual na percepção da população sobre a importância de proteger seu patrimônio diante de eventos inesperados, como incêndios, danos elétricos, vendavais, roubos e outras ocorrências que podem gerar impactos financeiros significativos.
Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de Seguro Residencial acumulou crescimento de 10,5% no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma maior percepção dos brasileiros sobre a importância de proteger seus imóveis. Em linha com esse movimento, a carteira de Seguro Residencial da Tokio Marine avançou 22,8% no primeiro semestre de 2026, reforçando o posicionamento da Companhia em um segmento que segue em forte expansão.
“A marca de 1 milhão de imóveis segurados representa muito mais do que um resultado expressivo para a Tokio Marine. Ela reflete a confiança de nossos Clientes e Parceiros de Negócios e demonstra que a proteção patrimonial está cada vez mais presente no planejamento dos brasileiros. Temos orgulho de fazer parte desse movimento, oferecendo soluções que combinam segurança, conveniência e atendimento especializado.”, afirma Magda Truvilhano, Superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine Seguradora.
Apesar dos avanços registrados pelo setor nos últimos anos, o potencial de crescimento ainda é expressivo. Atualmente, apenas cerca de 17% das residências brasileiras contam com seguro, evidenciando a oportunidade de ampliar o acesso à proteção patrimonial no País.
Nesse contexto, a Tokio Marine vem investindo em seu portfólio de produtos e em soluções cada vez mais simples, acessíveis e aderentes às necessidades dos Clientes, contribuindo para fortalecer a cultura da proteção para que mais famílias brasileiras possam proteger seu patrimônio e enfrentar imprevistos com maior segurança e tranquilidade.
Entre os destaques recentes da Tokio Marine está o pioneirismo no lançamento de uma cobertura inédita voltada a mulheres em situação de violência doméstica, ampliando o alcance da proteção oferecida pelo Seguro Residencial e reforçando o papel social do seguro. A iniciativa prevê o reembolso de despesas com aluguel para mudança temporária de residência, além de assistência jurídica e suporte psicológico 24 horas, oferecendo acolhimento e apoio em momentos de maior vulnerabilidade.
Como parte de sua estratégia de inovação contínua, a Seguradora também vem ampliando as coberturas e assistências disponíveis no produto. Desde o final do ano passado, o Seguro Residencial passou a contar com Assistência Pet para cães e gatos, com atendimento 24 horas em todo o Brasil e serviços como consultas, exames, orientação sobre vacinação e funeral pet individual. Além disso, foram incorporadas novas proteções, incluindo coberturas para alagamentos e inundações, contenção e salvamento para mitigação de danos, morte acidental com auxílio-funeral familiar e serviços de limpeza de placas solares, tornando o seguro ainda mais completo e alinhado às necessidades dos clientes.
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]]>The post Mapfre reorganiza operação comercial em São Paulo appeared first on Revista Apólice.
]]>O novo desenho faz parte do plano estratégico da companhia, que prevê uma atuação comercial mais próxima dos corretores e parceiros de negócios, com estruturas regionais voltadas às características e às oportunidades de cada mercado.
Na nova estrutura, o diretor João Vitor Manzano assume a liderança da Territorial SP Interior, após comandar a operação Norte e Nordeste. O executivo retorna à sua região de origem, trazendo a experiência construída nesse ciclo, e seguirá acompanhando a operação Norte e Nordeste até a chegada da nova liderança regional.
Já a Territorial São Paulo Capital ficará, neste primeiro momento, sob a liderança interina de Luiz Padial, que recentemente assumiu a diretoria executiva comercial da Mapfre e acompanhará de perto a região durante a implantação da nova estrutura.
Para Luiz Padial, São Paulo é um território estratégico para a Mapfre, com um mercado amplo, diversificado e com importantes oportunidades de crescimento. “Contar com uma liderança à frente da Capital e com João à frente do Interior, região que ele conhece profundamente, nos permite avançar com ainda mais agilidade e proximidade”, afirma o executivo.
João Vitor liderou a operação de São Paulo Interior (Campinas e Jundiaí) por 15 anos e retorna à liderança de uma região que conhece profundamente. Ao longo de sua trajetória, o executivo construiu um relacionamento próximo com corretores e parceiros e acompanhou de perto as particularidades e o potencial dos diferentes mercados que compõem o território.
“Após uma experiência rica nas regiões Norte e Nordeste, pelas quais tenho profunda admiração, retornar a uma região tão importante é também um privilégio. Sou de casa e isso me permite dar continuidade aos negócios ao lado de parceiros com quem tenho relação de longa data. Agora é avançar, na certeza de que grandes realizações estão por vir”, conclui João.
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]]>The post Receita da Porto cresce 10%, mas lucro recorrente cai 14% appeared first on Revista Apólice.
]]>A rentabilidade também recuou. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 17,6%, redução de 5,4 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2025. Considerando o resultado contábil, o indicador atingiu 20,7%.
O desempenho reflete movimentos distintos entre as quatro verticais do grupo. Enquanto a Porto Seguro ampliou sua carteira de automóveis e a Porto Serviço registrou crescimento do lucro, as operações de crédito e saúde enfrentaram maior pressão sobre os resultados.
A Porto Seguro registrou R$ 6,2 bilhões em receitas e prêmios no trimestre, crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2025. O principal destaque foi o seguro Auto, que avançou 10% e incorporou 264 mil veículos à carteira, elevando a frota segurada para 6,5 milhões de automóveis. Os segmentos Patrimonial e Vida também apresentaram expansão, de 9% e 2%, respectivamente.
Apesar do crescimento das operações, o lucro líquido da vertical recuou 2%, para R$ 443 milhões. O índice combinado ampliado ficou em 86%, aumento de um ponto percentual na comparação anual. A rentabilidade permaneceu elevada, com ROAE de 32% no trimestre. Foi o sexto período consecutivo em que o indicador superou a marca de 30%.
No Porto Bank, as receitas cresceram 13%, alcançando R$ 2 bilhões, impulsionadas pelas operações de consórcio, riscos financeiros e produtos de crédito. O avanço, porém, foi acompanhado pela deterioração dos indicadores de perdas. As perdas de crédito somaram R$ 843 milhões, aumento de 48% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior. Segundo a companhia, o resultado reflete um ambiente mais adverso para o crédito e uma postura conservadora na gestão de riscos, que levou à constituição de maiores provisões.
O lucro líquido do Porto Bank caiu 13%, para R$ 171 milhões. Em contrapartida, o índice de eficiência melhorou 3,3 pontos percentuais, chegando a 27,4%. Na Porto Saúde, a receita avançou 12%, para R$ 2,5 bilhões, sustentada pelo crescimento da base de beneficiários. A carteira de seguro Saúde aumentou 22%, alcançando 956 mil vidas, enquanto a operação odontológica cresceu 16%, para 1,3 milhão de beneficiários.
O aumento da carteira, entretanto, não se traduziu em maior lucro. A sinistralidade atingiu 82%, alta de 4,7 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2025.
De acordo com o grupo, aproximadamente dois terços dessa elevação decorreram de rupturas na cadeia de atendimento oncológico e de um comportamento atípico da sazonalidade entre o segundo e o terceiro trimestre. O restante foi atribuído ao crescimento orgânico dos sinistros. Com isso, o lucro líquido da Porto Saúde caiu 34%, para R$ 84 milhões.
A Porto Serviço foi a única das quatro verticais a registrar crescimento do lucro líquido na comparação anual. A operação encerrou o trimestre com resultado de R$ 52 milhões, alta de 34%, enquanto a receita avançou 9%, alcançando R$ 660 milhões.
O crescimento foi impulsionado pelas áreas de Parcerias Estratégicas e Parcerias Porto, ambas com expansão de 9%, além dos Produtos Digitais, que registraram avanço de 39%. A vertical também ampliou sua rede de relacionamento comercial, ultrapassando 80 parcerias estratégicas.
Além das pressões operacionais, o resultado financeiro do Grupo Porto caiu 19% no terceiro trimestre, para R$ 309 milhões. A receita da carteira de aplicações financeiras administrada pela tesouraria, desconsiderando previdência e ALM, somou R$ 355 milhões, equivalente a 63% do CDI.
Segundo a companhia, o desempenho foi afetado principalmente pela baixa variação do IPCA no trimestre, com reflexos sobre os títulos contabilizados pela curva, e pelo retorno da parcela investida em renda variável, inferior ao Ibovespa. Apesar disso, o índice de eficiência operacional do grupo melhorou 0,4 ponto percentual, chegando a 10,6%, considerando a relação entre despesas administrativas e receitas totais.
O Grupo Porto também registrou crescimento na utilização de seus canais digitais. Os aplicativos da companhia alcançaram 6,5 milhões de usuários, aumento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os 19 milhões de clientes do grupo, foram contabilizadas 186 milhões de interações e atendimentos digitais durante o trimestre, volume 52% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2025.
A companhia informou ainda que mais de 73% dos acionamentos realizados pelo WhatsApp foram resolvidos integralmente pelo canal, avanço de seis pontos percentuais na comparação anual.
Para Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto, o avanço dos canais digitais faz parte da estratégia de aprimoramento da experiência dos clientes. “O atendimento digital contribui para que os níveis de NPS da companhia sigam em patamares de excelência. Assim, seguimos focados no nosso norte: o equilíbrio entre Essência e Estratégia, construindo a cada dia uma Porto ainda mais forte. Nosso agradecimento mais sincero a todos que constroem essa jornada conosco”, afirmou.
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]]>The post Inovação abre caminhos para ampliar o acesso aos seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>Na abertura, Doria destacou que a inovação deve contribuir para tornar os produtos mais acessíveis e adequados às necessidades dos consumidores. A necessidade de ampliar a cobertura securitária também foi abordada pelo superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, que chamou a atenção para a distância entre o crescimento do setor e a parcela da sociedade efetivamente protegida por seguros.
Como exemplo, citou as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. Segundo os números apresentados, os prejuízos chegaram a aproximadamente R$ 100 bilhões, enquanto as indenizações pagas pelas seguradoras somaram cerca de R$ 6 bilhões. Para Octaviani, o episódio demonstra a capacidade de resposta do mercado, mas também evidencia as oportunidades de expansão da cobertura. “Não tenho nenhuma dúvida de que desenvolver o mercado de seguros é um projeto de desenvolvimento nacional”, afirmou.

O superintendente destacou ainda os avanços regulatórios que poderão sustentar esse crescimento, como a nova Lei do Contrato de Seguro e a Lei Complementar nº 213, além de iniciativas relacionadas ao seguro rural e à tributação dos resseguradores locais. “Essas bases que citei são fundamentais para que possamos iniciar um novo ciclo do mercado”, declarou.
Entre as prioridades da autarquia, Octaviani mencionou a construção de uma estratégia nacional de proteção contra catástrofes, especialmente em municípios e estados com baixa penetração de seguros. Também defendeu o fortalecimento do consumidor por meio do Open Insurance, que poderá ampliar o acesso às informações e às opções de contratação.
O avanço da inteligência artificial nas seguradoras foi abordado por Axel Schell, CTO da Allianz Technology. Durante a apresentação “IA na Allianz: Realidades, Reflexões e Caminhos a Seguir”, o executivo mostrou como a tecnologia está evoluindo de ferramentas de apoio para sistemas capazes de executar diferentes etapas de uma operação. Segundo Schell, o setor de seguros está entre os que mais utilizam inteligência artificial, mas ainda enfrenta dificuldades para converter os investimentos em ganhos efetivos de produtividade. Uma das aplicações apresentadas envolveu a regulação de sinistros por meio de agentes de IA.
Na simulação, um consumidor relatava a perda de alimentos após uma interrupção no fornecimento de energia elétrica. A partir do aviso, diferentes agentes verificavam a cobertura contratada, analisavam as circunstâncias do evento, identificavam possíveis inconsistências e encaminhavam o pagamento da indenização.
Outra demonstração envolveu um veículo conectado capaz de identificar um acidente e iniciar procedimentos de assistência ao motorista. O sistema avaliava as condições de segurança, acionava serviços e utilizava informações do automóvel para apoiar o atendimento.
Para Schell, a integração entre inteligência artificial, dados e sistemas conectados deverá modificar a relação entre seguradoras e clientes. O executivo ressaltou, entretanto, que a transformação não depende apenas da tecnologia, mas também da reorganização dos processos e da preparação dos profissionais.
A necessidade de conciliar os avanços tecnológicos com o papel dos profissionais também foi abordada por Robert Pick, CITO do Grupo Tokio Marine Holdings, no Japão. Durante a palestra “Humanizando a IA”, o executivo chamou a atenção para os desafios da adoção da inteligência artificial nas empresas, especialmente em relação à governança, à tomada de decisões e à participação humana nos processos.
Pick destacou que a inteligência artificial deve ser compreendida como uma tecnologia desenvolvida e controlada pelas pessoas, e não como uma transformação sobre a qual as organizações não possuem influência. Nesse contexto, ressaltou a importância de estabelecer critérios para sua utilização e de considerar as diferentes perspectivas dos profissionais envolvidos na implementação das ferramentas.
A apresentação também trouxe uma reflexão sobre a responsabilidade das empresas na condução dessa transformação. Para o executivo, a incorporação da IA exige mais do que investimentos tecnológicos, passando pela definição de mecanismos de governança e pela capacidade das organizações de orientar seu uso de acordo com as necessidades do negócio e das pessoas.
As transformações da mobilidade e seus impactos sobre o mercado segurador foram discutidos em painel “O Futuro da Mobilidade: IA, NEVs e Circularidade” que reuniu representantes da indústria automotiva, tecnologia e seguros. O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou que a economia global atravessa mudanças simultâneas nas áreas tecnológica, demográfica, geopolítica e climática. Segundo ele, esses movimentos ampliam a complexidade dos riscos e exigem adaptações das seguradoras.
O dirigente destacou que o envelhecimento da população deverá modificar os padrões de consumo e aumentar a demanda por soluções de saúde, previdência e proteção financeira. Ao mesmo tempo, os eventos climáticos extremos representam um desafio crescente para a capacidade de avaliação e precificação de riscos.
Ao abordar o cenário brasileiro, Oliveira citou dados da CNseg que apontam um aumento da frequência de desastres naturais no país. Também mencionou as enchentes no Rio Grande do Sul, ressaltando a baixa participação das indenizações securitárias diante das perdas econômicas.
Para o presidente, a expansão do mercado está diretamente relacionada ao desempenho da economia. Juros elevados, inflação persistente e endividamento de famílias e empresas estão entre os fatores que podem limitar o crescimento do setor. “Todos aqui sabem que a indústria de seguros é muito fortemente correlacionada com a atividade econômica”, afirmou.
Apesar das dificuldades, Oliveira mencionou uma estimativa de crescimento de aproximadamente 7% para o mercado segurador em 2026, excluindo previdência. O executivo também chamou a atenção para os limites dos modelos tradicionais de análise de riscos, especialmente diante das mudanças climáticas. “Essa é uma indústria que basicamente depende de dados, dados históricos, e a nossa capacidade de entender o que está acontecendo hoje olhando para os dados históricos é bastante limitada”, observou.
A velocidade das mudanças na indústria automobilística também esteve entre os temas do painel, que contou com a participação de Jing Liao, chairwoman da Solera Foundation e chief administrative officer da Solera Corp.
O momento serviu também de oportunidade para que a Solera anunciasse a expansão do Global Circularity Consortium (GCC) para a América Latina. Criada pela Solera Foundation, a iniciativa reúne seguradoras, fabricantes de veículos, empresas de reparação e reciclagem, governos e instituições acadêmicas para desenvolver soluções voltadas à economia circular no setor automotivo.
O consórcio busca ampliar a utilização de peças recicladas, melhorar a viabilidade econômica dos reparos e desenvolver práticas relacionadas à gestão de sinistros e às novas tecnologias automotivas. A iniciativa já conta com projetos em mercados da Europa, América do Norte, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.
“O GCC reúne líderes globais do setor, tecnologia e conhecimento especializado para transformar a maneira como o ecossistema automotivo opera”, afirmou Jing Liao. Segundo a executiva, a expansão para a América Latina deverá fortalecer a colaboração entre os diferentes segmentos e criar oportunidades de inovação e sustentabilidade.
Entre os exemplos apresentados pela companhia está a adoção de peças sustentáveis por seguradoras conectadas ao seu ecossistema em países europeus. Na Dinamarca, o setor também avançou na mensuração das emissões de carbono, enquanto iniciativas na América do Norte buscam melhorar a viabilidade econômica dos reparos e reduzir os custos associados aos seguros.
Para o mercado brasileiro, a iniciativa abre espaço para discutir como a utilização de peças reaproveitadas, a evolução dos processos de reparação e o avanço dos veículos de novas energias podem influenciar os custos dos sinistros e os modelos de cobertura.
Paulo Rocca, Vice-presidente de Inovação e Novos Negócios da Bosch na América Latina, destacou que o setor enfrenta uma reorganização produtiva, impulsionada por novas tecnologias, mudanças no comportamento dos consumidores e eventos climáticos extremos.
Segundo o executivo, a produção mundial de veículos, que antes da pandemia se aproximava de 100 milhões de unidades anuais, passou para um patamar de aproximadamente 80 milhões a 82 milhões. Roca também apontou a redução dos ciclos de desenvolvimento de automóveis, com fabricantes chinesas apresentando veículos em períodos menores do que os tradicionalmente praticados pela indústria.
As mudanças exigem maior capacidade de adaptação das empresas, inclusive diante dos riscos de interrupção das cadeias produtivas provocados por eventos climáticos. Para Roca, a experiência da América Latina com cenários econômicos instáveis pode representar uma vantagem competitiva diante das transformações globais.
“Hoje eu tenho muitos colegas de outros países vindo aqui aprender como vocês vivem com essa volatilidade, como é que vocês lidam com essa incerteza”, relatou.

Nicholas Godoy, de São Paulo
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]]>Mais do que reconhecer resultados comerciais, o Prêmio Melhores do Seguro valoriza a capacidade das empresas de transformar ideias em projetos concretos, com impactos sobre suas operações, seus profissionais e seus clientes. Os trabalhos apresentados mostram como a inovação deixou de estar restrita às grandes estruturas e passou a fazer parte da rotina de corretoras de diferentes portes e perfis de atuação.
A presença da inteligência artificial em diversos projetos é um dos aspectos desta edição. As aplicações vão desde a automatização de atividades administrativas até o desenvolvimento de sistemas próprios de gestão, análise de riscos e ferramentas de apoio à comercialização. Também ganharam espaço iniciativas voltadas à diversificação de carteiras, à formação de novos profissionais e à criação de canais de distribuição.
Para Kelly Lubiato, diretora de redação da Revista Apólice, a premiação também cumpre um papel importante na disseminação de conhecimento dentro do setor. “O mercado de seguros produz diariamente soluções que merecem ser conhecidas. Quando divulgamos essas experiências, permitimos que outras empresas aprendam com elas, adaptem boas práticas e encontrem novos caminhos para seus negócios. É justamente esse o papel da comunicação especializada: dar visibilidade ao que o setor realiza, promover a circulação de conhecimento e contribuir para o seu desenvolvimento”, afirmou.
A premiação também reforça a importância da imprensa especializada como espaço de registro e divulgação das transformações do mercado segurador. Ao reunir projetos de diferentes empresas e regiões do País, a Revista Apólice amplia o alcance de iniciativas que, muitas vezes, permanecem conhecidas apenas dentro das organizações que as desenvolveram. “Manter esse trabalho exige investimento permanente em profissionais qualificados, produção de conteúdo, tecnologia e novos canais de comunicação”, ressaltou a diretora comercial da Revista, Graciane Pereira.
Com mais de três décadas de atuação, a Revista Apólice, reconhecida como Veículo do Ano em Seguros em 2026, mantém o compromisso de produzir informação independente, técnica e acessível, acompanhando as mudanças do setor e contribuindo para o debate sobre seus principais desafios.
A relação a seguir apresenta as empresas reconhecidas e os respectivos projetos premiados, em ordem alfabética.
Wolf Consultoria em Seguros — Redução dos custos em modelos matemáticos de pós-pagamento.
Agree — Frota sob controle: IA revisa 148 equipamentos e corta R$ 91 mil do custo.
Aliá Corretora de Seguros — Aila: tecnologia para ganhar escala sem perder a proximidade.
Alper Consultoria e Corretora de Seguros — Alper & SuperDoc: transformando fluxos de autorização médica com inteligência híbrida.
Atenna Riosul Corretora de Seguros — Crescer sem crescer a estrutura: a transformação digital que levou economia à corretora.
Barra Bella Corretora de Seguros — Parceria de Sucesso.
Canção Corretora de Seguros — Inovação no Seguro Empresarial Solar.
Cifraseg Corretora de Seguros — Seguro Garantia Judicial como ferramenta de preservação de caixa e gestão estratégica.
Collese Corretora de Seguros — Inovações para o Meio Ambiente e Locomoção Diária.
Copplasa Paulistana Corretora de Seguros — Perfil de Saúde Copplasa: dados epidemiológicos que viram economia real.
Corretora de Seguros Sicredi — Implementação da Plataforma Própria de Multicálculo para Seguro Condomínio no Sicredi.
Daniel Barbizan | Fedrizzi Seguros — Educando e transformando o mercado de seguros através do digital.
Engarde Corretora de Seguros — Plataforma digital transforma integradores solares em canal de venda de seguros.
FTAgro Gestão de Riscos e Seguros — Método de Vender Seguros de Silos e Armazéns de Grãos.
Gemaway Corretora de Seguros — SIRC — Sistema Integrado de Resiliência Climática: PPP subnacional de liquidez paramétrica em Climate Finance.
Gorilla Life — Formação e desenvolvimento de novos consultores de seguro de vida.
Granto Corretora de Seguros — Seguro Garantia embedado na cadeia de suprimentos.
Grupo Exalt — A transformação da Exalt na primeira aceleradora de negócios para corretores de seguros.
Lar Corretora de Seguros — Corretora tradicional no automóvel trazendo um novo processo para o seguro saúde.
Latin Re — A Inteligência Artificial que Transformou a Eficiência Operacional da Latin Re.
Lockton Brasil Consultoria e Corretora de Seguros — Lockton Cares Brasil: Educação para o Desenvolvimento de Lideranças Femininas.
Lojacorr Seguros — Modelo de Vendas Lojacorr: Mais Projeção, Mais Negócios.
Madalozzo Corretora de Seguros — Da cotação ao pós-venda: a transformação operacional da Madalozzo Seguros.
Mescla Seguros — Mescla Finders.
Millenium Recife Administradora e Corretora de Seguros — Além da Apólice: quando o corretor transforma risco em cultura de prevenção.
Miura Seguros — Inteligência artificial redefine atuação e transforma a gestão de riscos.
Oneglobal Broking — OGB Talk: do treinamento interno à plataforma de relacionamento com o mercado.
Patrimed Administradora e Corretora de Seguros Ltda. — Uma Virada de Sucesso.
Pluna Corretora de Seguros — Pluna: rebranding reposiciona corretora de seguros.
Rodobens Corretora de Seguros — Novo Salto.
Scaramel Corretora de Seguros — A Multinacional da Vila Pires.
Secubra Corretora e Administradora de Seguros — Sistema Próprio de Gestão Feito 100% com IA.
Seu Seguro Ideal Corretora de Seguros — Seu Consórcio Ideal: construindo uma comunidade de corretores que realiza sonhos.
Tranquilize Corretora de Seguros — Como tripliquei o faturamento da minha corretora utilizando minha esteira de produtos.
Uppi Corretora de Seguros — FLUPPI SG: Inteligência em Seguro Garantia.
Vidu Corretora — Gestão estratégica, engajamento e evolução dos resultados.
VVIPMED Corretora de Seguros — Loja de consultoria em previdência privada.


















































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]]>Hoje a operação atende 4.073 dos 26.051 clientes ativos da consultoria, o equivalente a 15,6% dessa base. Considerando também os segurados que não utilizam o serviço de consultoria financeira, a corretora informa reunir 6.779 segurados distintos e 9.040 apólices vigentes. Os números mostram o espaço que a empresa busca ocupar dentro da própria carteira, embora os clientes que não contratam seguros pela Portfel possam ter proteção adquirida por outros canais.
Em entrevista à Revista Apólice, Matheus Falcão, diretor da área de Seguros da Portfel, explica que a aproximação entre as duas atividades começa no atendimento financeiro. Os consultores identificam necessidades de proteção e encaminham os clientes aos especialistas, enquanto na análise técnica, a comparação das propostas e a contratação ficam com os corretores.
“A corretora atua como uma área de cross-sell, dando suporte ao atendimento prestado pela consultoria”, afirma. Nesse modelo de venda de serviços complementares, a companhia procura incorporar a discussão sobre seguros ao planejamento patrimonial de quem já mantém relacionamento com a empresa.
A operação começou em agosto de 2022, com a oferta de seguro de vida e uma única seguradora parceira. Desde então, passou a trabalhar também com planos de saúde, responsabilidade civil profissional, residencial, empresarial, viagem e D&O, voltado à responsabilidade de administradores. A entrada no seguro-garantia judicial está nos planos, ainda sem prazo informado.
Apesar da diversificação, o seguro de vida responde por cerca de 92% do faturamento da corretora. Em 2025, a modalidade somou R$ 17 milhões em prêmios anualizados de novos contratos. O indicador considera a conversão dos prêmios mensais das propostas emitidas em valores anuais, sem incluir renovações, e não corresponde à receita da Portfel. Já o crescimento de 134% informado pela empresa para aquele ano se refere ao faturamento da corretora em relação a 2024.
Falcão relata avanço do seguro de responsabilidade civil profissional em quantidade de apólices e espera que os planos de saúde ampliem sua participação na receita. “Além disso, temos uma expectativa bastante alta em relação aos planos de saúde, produto que vem ganhando velocidade e que deve nos ajudar a equilibrar ainda mais a representatividade da receita”, destaca.
Para sustentar a distribuição, a empresa realiza treinamentos semanais sobre proteção financeira e planejamento patrimonial. Segundo o executivo, a capacitação ajuda os consultores a identificar situações que demandam uma avaliação de seguros e a encaminhá-las à corretora.
O atendimento é dividido por linha de produto. Quem trabalha com seguro de vida, por exemplo, se dedica à modalidade. Essa especialização também é utilizada na avaliação de contratos que o cliente já possui, antes de qualquer recomendação de uma nova apólice.
A remuneração da operação de seguros segue uma lógica diferente da consultoria de investimentos. Enquanto esta adota o modelo fee-based, remunerado por honorários dos clientes, a corretora recebe comissões das seguradoras. “Como hoje não cobramos uma taxa Fee-Based direta para a estruturação do seguro, somos comissionados pelas seguradoras legalmente”, diz Falcão.
O executivo afirma que a empresa trabalha com diferentes companhias e pode combinar coberturas de duas ou três seguradoras para atender um mesmo cliente. Ele apresenta essa diversificação como uma forma de preservar a neutralidade das recomendações. As respostas, porém, não detalham como o comissionamento é informado ao contratante nem os controles utilizados para administrar eventuais conflitos de interesse. “Nossa filosofia inegociável é buscar o maior capital segurado possível pelo menor preço para o cliente”, comenta.
Na análise de seguros já contratados, Falcão diz que a orientação pode ser manter integralmente a apólice, complementar a proteção ou substituir o contrato. Quando a cobertura é considerada adequada, a empresa recomenda sua manutenção e agenda uma nova avaliação em um intervalo de um ano e meio a dois anos.
Nos casos em que identifica necessidade de substituição, o executivo afirma que a orientação é aguardar a aprovação da nova apólice e o cumprimento dos prazos de carência antes de cancelar a anterior. A preocupação, segundo ele, é preservar os riscos que já foram aceitos e evitar que o cliente fique desprotegido durante a mudança.
A discussão sobre preservação patrimonial tem uma dimensão pessoal na trajetória de Falcão. Conforme o relato apresentado pela empresa, ele foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda de alto risco dez meses após contratar um seguro de vida com cobertura para doenças graves. A indenização de R$ 250 mil ajudou a enfrentar as despesas do período de tratamento. “Graças a esse recurso, não precisei liquidar patrimônio familiar nem utilizar reservas de emergência. Consegui custear o melhor tratamento médico disponível, exames específicos, mudança de cidade e honorários médicos”, relata.
O executivo associa a experiência à forma como passou a orientar clientes e profissionais da equipe. A utilização do seguro dentro do planejamento financeiro, contudo, não significa apresentá-lo como uma aplicação destinada à acumulação de recursos. “Na Portfel, não trabalhamos com seguros resgatáveis e jamais vendemos seguro como forma de investimento. O nosso foco absoluto é a comercialização de seguros temporários e tradicionais (repartição simples)”, explica.
Segundo Falcão, a prioridade é contratar proteção compatível com a necessidade financeira da família. “O objetivo do seguro é garantir capital segurado elevado a um custo acessível para quando a família precisar, e não atuar como aplicação financeira focada em resgate”, comenta
Após a contratação, a corretora informa realizar revisões dos seguros de vida a cada um ano e meio ou dois anos. O contato serve para reavaliar o momento do segurado e a necessidade de aumentar ou reduzir o capital contratado. Nos produtos de renovação anual, como residencial e responsabilidade civil profissional, a revisão ocorre a cada 12 meses.
Falcão cita uma taxa de renovação superior a 95%, sem especificar o período de apuração ou as modalidades incluídas no indicador. Na avaliação do executivo, o relacionamento com a consultoria financeira contribui para a continuidade das coberturas.
Com a produção de novos seguros de vida até setembro próxima dos R$ 17 milhões registrados em todo o ano anterior, a contratação e a formação de profissionais passaram a ocupar uma posição central na expansão. A empresa mantém processos de recrutamento de pessoas com experiência no setor e também investe na capacitação de profissionais que ingressam na atividade.
“O nosso maior desafio para sustentar um crescimento com alta qualidade é a gestão de pessoas e talentos. Temos janelas constantes de contratação e a nossa prioridade é atrair profissionais experientes do mercado que se identifiquem com o nosso modelo de trabalho e cultura”.
Nicholas Godoy
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