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A revista do mercado de SegurosTue, 14 Apr 2026 19:19:59 +0000pt-BR
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3232Susep destaca papel do setor diante de riscos climáticos e econômicos
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Tue, 14 Apr 2026 19:19:59 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138559A Superintendência de Seguros Privados (Susep), representada pelo Superintendente Alessandro Octaviani, participou da abertura do Hackathon de Seguros promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), realizado entre os dias 13 e 17 de abril. O evento reúne estudantes de graduação para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas ao setor de seguros. No primeiro dia do evento, […]
]]>A Superintendência de Seguros Privados (Susep), representada pelo Superintendente Alessandro Octaviani, participou da abertura do Hackathon de Seguros promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), realizado entre os dias 13 e 17 de abril. O evento reúne estudantes de graduação para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas ao setor de seguros.
No primeiro dia do evento, Octaviani destacou o papel do mercado de seguros na promoção da resiliência econômica, especialmente diante do aumento dos riscos climáticos e dos desafios estruturais do país.
Durante sua participação, o superintendente apresentou a atuação da Susep na supervisão e regulação dos mercados de seguros, previdência complementar aberta e capitalização, ressaltando a importância de garantir a solidez do sistema e a proteção dos consumidores. Destacou, ainda, que o setor supervisionado pela autarquia administra cerca de R$ 2 trilhões em provisões técnicas.
Octaviani também chamou atenção para a baixa penetração do seguro no Brasil e seus impactos em situações de eventos extremos, ressaltando a necessidade de ampliação da cobertura como forma de reduzir vulnerabilidades econômicas. Afirmou que o país precisa desenvolver mecanismos de resiliência mais sofisticados, capazes de responder rapidamente a choques econômicos e ambientais sem comprometer a sustentabilidade fiscal e o desenvolvimento de longo prazo.
Ao final, o superintendente reforçou a importância da inovação e do ambiente regulatório para o desenvolvimento do setor. Segundo ele, foram promovidas “as maiores mudanças normativas dos últimos 60 anos”, incluindo a nova Lei do Contrato de Seguro e a ampliação do mercado para novos entrantes, como as cooperativas e as associações de proteção patrimonial mutualista.
]]>Prudential e Mercado Pago ampliam oferta com seguro acessível
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Tue, 14 Apr 2026 19:05:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138556A Prudential do Brasil e o Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre, iniciam neste mês a oferta do novo Seguro de Despesas. A proposta de Seguro de Vida inédita no mercado brasileiro apoia o segurado no pagamento de contas essenciais, como luz e água, transacionadas pelo aplicativo do banco digital, em situações de […]
]]>A Prudential do Brasil e o Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre, iniciam neste mês a oferta do novo Seguro de Despesas. A proposta de Seguro de Vida inédita no mercado brasileiro apoia o segurado no pagamento de contas essenciais, como luz e água, transacionadas pelo aplicativo do banco digital, em situações de morte ou perda de renda. A cobertura traz um modelo inovador em relação a outros produtos da categoria.
Na prática, o usuário que realiza o pagamento de contas de consumo pelo aplicativo do Mercado Pago e contrata o seguro passa a contar com uma indenização securitária, que pode ser utilizada livremente pelos segurados. A novidade oferece maior tranquilidade para a organização financeira familiar em momentos de imprevisto, como desemprego involuntário, e representa um avanço na democratização dos seguros de vida ao combinar simplicidade, custo acessível e contratação totalmente digital.
Segundo Luciana Amano, vice-presidente de Massificados da Prudential do Brasil, o lançamento reforça o posicionamento da companhia de atuar de forma cada vez mais estratégica às empresas parceiras, levando soluções securitárias inovadoras que ampliam e fortalecem seu portfólio de produtos.
“Buscamos constantemente apoiar os nossos parceiros comerciais a evoluir seu ecossistema de serviços, levando inovação e soluções que agreguem valor real ao negócio. A parceria com o Mercado Pago exemplifica essa visão, ao integrar o seguro de forma simples, digital e eficiente à jornada do parceiro. Dessa forma, o seguro deixa de ser um produto isolado e passa a exercer um papel estratégico de impulsionador de negócios, ajudando a otimizar seu core business”, afirma a executiva.
Para Daniel Issa, diretor de seguros do Mercado Pago, a iniciativa representa mais um avanço na estratégia da empresa de oferecer soluções financeiras completas aos clientes. “Segurança financeira não deveria ser um privilégio. Com o Seguro de Despesas, nossos clientes passam a contar com uma proteção inédita no Brasil para o pagamento de suas contas. Quanto mais utilizam a plataforma para organizar e pagar despesas, maior é o valor da indenização em caso de perda de renda. É mais um passo para consolidar o Mercado Pago como um parceiro financeiro completo para as famílias brasileiras”.
Iniciada em 2022, a parceria entre a Prudential do Brasil e o Mercado Pago já soma um diversificado portfólio de produtos voltados à proteção financeira dos usuários. Além do novo Seguro de Despesas, os clientes do banco digital também podem contratar seguro de vida individual, acidentes pessoais e prestamista, diretamente pelo aplicativo, bem como participar de sorteios mensais no valor de R$10 mil, ampliando as opções de cuidado e planejamento financeiro de forma simples e acessível.
]]>O mercado investe bilhões em IA. Por que as empresas ainda estão travadas?
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Tue, 14 Apr 2026 18:59:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138553O mercado de seguros brasileiro vai investir R$ 2,6 bilhões em inteligência artificial em 2026. O número, divulgado pela CNseg, é expressivo e sinaliza uma aposta clara do setor na tecnologia como vetor de eficiência e crescimento. Mas há outro dado na mesma pesquisa que merece igual atenção, e que raramente ocupa o centro do […]
]]>O mercado de seguros brasileiro vai investir R$ 2,6 bilhões em inteligência artificial em 2026. O número, divulgado pela CNseg, é expressivo e sinaliza uma aposta clara do setor na tecnologia como vetor de eficiência e crescimento. Mas há outro dado na mesma pesquisa que merece igual atenção, e que raramente ocupa o centro do debate: 69% das seguradoras apontam a integração com sistemas legados como o principal obstáculo à adoção efetiva de IA.
Esse é o paradoxo que define o momento do setor. Investimos mais. Crescemos menos do que poderíamos. E o gargalo não está onde a maioria imagina.
A tentação é tratar esse problema como técnico. Migrar sistemas, atualizar infraestrutura, contratar engenheiros de dados. Há verdade nisso, mas é uma resposta incompleta. Porque o que sustenta os sistemas legados não é apenas tecnologia antiga. É cultura antiga. São processos construídos ao longo de décadas por pessoas que nunca precisaram pensar em interoperabilidade, padronização ou governança de dados. É a planilha que cada área mantém como sua fonte de verdade particular. É o campo de formulário ignorado porque “sempre foi assim”.
A IA não resolve isso. Ela amplifica.
Um modelo de precificação dinâmica treinado com dados fragmentados produz resultados imprecisos em escala. Um sistema de detecção de fraude alimentado por registros inconsistentes gera falsos positivos que custam tempo, dinheiro e confiança do cliente. Um agente autônomo de atendimento construído sobre uma base de conhecimento desatualizada responde com segurança o que está errado.
A qualidade da IA é, em última instância, a qualidade dos dados que a precedem. E dados de qualidade não se compram com investimento em tecnologia. Constroem-se com decisões humanas cotidianas: o que registrar, como registrar, com qual critério e para qual finalidade.
Há um ponto que pouco se discute quando falamos de sistemas legados: eles foram construídos por pessoas, e só serão superados por pessoas. A transformação tecnológica que o setor precisa fazer é, antes de tudo, uma transformação de mentalidade. Isso exige que lideranças entendam que governança de dados não é responsabilidade exclusiva do time de tecnologia. Que profissionais de subscrição, sinistros, comercial e atendimento sejam parte ativa da construção da base de dados da empresa. Que a qualidade da informação que entra em um sistema seja tratada com o mesmo rigor que a qualidade do produto que sai dele.
O Open Insurance aprofunda essa urgência. Com a evolução do ecossistema aberto e a chegada do SRO v3, o mercado caminha para um ambiente de maior integração entre plataformas, compartilhamento de dados e exigências crescentes de padronização e conformidade. Empresas com bases de dados bem estruturadas vão se integrar com mais velocidade, menos custo e menos risco. As que chegarem a esse momento com legados mal organizados vão pagar um preço alto para se adequar.
O estudo da CNseg mostra que 88% das organizações que adotaram IA afirmam que a tecnologia ampliou suas capacidades existentes. É um dado positivo. Mas ampliação de capacidade é diferente de transformação. O setor ainda avalia que o impacto da IA permanece incremental, sem provocar disrupção significativa no modelo de negócios. Isso não é surpreendente. Disrupção real exige fundação real.
Há um caminho claro para quem quiser sair na frente: antes de perguntar qual ferramenta de IA adotar, pergunte em que condições estão os dados que essa ferramenta vai usar. Antes de contratar um cientista de dados, invista em formar as pessoas que alimentam os sistemas todos os dias com a consciência de que cada campo preenchido é parte de uma decisão futura. Antes de automatizar um processo, entenda se ele está bem desenhado o suficiente para que a automação produza resultado e não apenas velocidade no erro.
O mercado de seguros tem todas as condições de ser um dos mais avançados do mundo em uso de IA. Temos cultura de dados, temos escala, temos regulação que empurra para a transparência e temos um volume crescente de investimento. O que ainda precisamos construir é a consciência de que tecnologia sem base sólida é promessa sem entrega.
R$ 2,6 bilhões é um número que impressiona. O que vai determinar o retorno sobre esse investimento não é o tamanho do aporte. É a qualidade do que existe antes de ligar o modelo.
Por Ana Carolina Mello é sócia-diretora da Avanza.
]]>Guerra no Oriente Médio pressiona e pode impactar o seguro rural
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Tue, 14 Apr 2026 18:37:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138549A escalada dos conflitos no Oriente Médio elevou o nível de incerteza nos mercados globais de energia e fertilizantes, pressionando os custos de produção no agronegócio brasileiro. Embora o seguro rural no país esteja historicamente concentrado na proteção contra riscos climáticos e perdas de produtividade, esse novo choque geopolítico afeta o setor de forma indireta, […]
]]>A escalada dos conflitos no Oriente Médio elevou o nível de incerteza nos mercados globais de energia e fertilizantes, pressionando os custos de produção no agronegócio brasileiro. Embora o seguro rural no país esteja historicamente concentrado na proteção contra riscos climáticos e perdas de produtividade, esse novo choque geopolítico afeta o setor de forma indireta, ao encarecer insumos, elevar o valor segurado das lavouras e exigir ajustes na precificação de riscos pelas seguradoras.
O Oriente Médio ocupa posição estratégica no mercado mundial de petróleo e derivados, insumos fundamentais para a produção e logística de fertilizantes, como a ureia nitrogenada, além de impactar o transporte global de insumos agrícolas e grãos. Com a intensificação das tensões na região, o preço da ureia nitrogenada já registrou alta de cerca de 33%, segundo monitoramento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Esse movimento ocorre em paralelo ao aumento do custo do diesel, que ficou cerca de 25% mais caro, ultrapassando os R$ 7 reais, de acordo com levantamento do TruckPag – no início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74. A combinação desses fatores pode adicionar entre R$ 200 e R$ 300 por hectare ao custo de implantação da safra 2026/27, especialmente em culturas como soja, milho e trigo.
O encarecimento da produção tende a ser refletido no valor segurado das lavouras e, consequentemente, pressiona o valor dos prêmios pagos pelos produtores nas apólices de seguro rural, justamente em um momento em que a contratação do seguro ganha ainda mais relevância para o acesso ao crédito agrícola.
Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), avalia que, em cenários de maior instabilidade internacional e volatilidade de preços, o seguro rural se torna ainda mais estratégico para o produtor. “O seguro rural deve ser visto como uma ferramenta essencial de proteção do sistema de produção agropecuária. Em momentos de turbulência, com custos de insumos e preços agrícolas mais voláteis, essa proteção traz tranquilidade ao produtor diante de eventuais perdas climáticas que podem comprometer ainda mais margens já pressionadas”, disse.
Os efeitos desse novo cenário tendem a ser mais visíveis na safra 2026/27. Eventuais atrasos logísticos ou restrições na oferta de fertilizantes podem levar a ajustes no calendário de plantio, redução de área cultivada ou uso menos intensivo de tecnologia, fatores que elevam a percepção de risco de produtividade pelas seguradoras.
Ao mesmo tempo, a crescente vinculação do seguro rural ao crédito agrícola amplia o impacto de qualquer aumento nos prêmios sobre o custo financeiro da atividade. Nesse contexto, os produtores passam a depender ainda mais de apólices compatíveis com sua estrutura de custos e fluxo de caixa. Esse cenário se soma a um momento de fragilidade para o próprio mercado de seguro rural. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que o segmento encerrou 2025 com retração de 8,8% na arrecadação, totalizando R$ 12,9 bilhões em prêmios.
A queda ocorre em um momento particularmente sensível: de um lado, a maior exigência de seguro para acesso ao crédito tende a ampliar a relevância da proteção no campo; de outro, o choque de custos provocado pela guerra no Oriente Médio – especialmente via fertilizantes e combustíveis – pressiona o valor das apólices e desafia a sustentabilidade da carteira. Para 2026, as projeções da entidade indicam queda de quase 4%.
Esta não é a primeira vez que conflitos internacionais afetam os produtores brasileiros. Em 2023, durante os conflitos entre Rússia e Ucrânia, houve forte pressão para garantir a chegada de fertilizantes ao país, de modo que os produtores tivessem insumos disponíveis para o plantio. “Ao mesmo tempo, o aumento do custo dos ingredientes utilizados na formulação desses fertilizantes no país pressionou, significativamente, as margens do produtor, criando naquele momento um cenário bastante complexo para o planejamento e a análise da atividade agrícola”, contou Toyama.
Outro fator de atenção é o risco logístico associado às rotas marítimas da região. Eventuais restrições no Estreito de Ormuz podem elevar fretes, prêmios de risco e os preços internacionais de combustíveis e fertilizantes. Com isso, o custo de implantação da safra tende a subir, elevando também o valor econômico das lavouras seguradas e ampliando a base de cálculo dos prêmios de seguro rural.
Diante desse novo ambiente de risco, Toyama defende uma combinação de medidas estruturais para fortalecer o sistema de proteção no campo. O Brasil ainda enfrenta limitações no orçamento de subvenção ao prêmio de seguro rural que restringe a cobertura de áreas agrícolas em um cenário internacional mais volátil como o atual. A falta de recursos contribui para a redução da área plantada segurada. Para este ano, o governo está remetendo um valor aproximadamente de R$ 1 bilhão, com possibilidade de veto.
“A grande briga do setor está em ter a consistência do orçamento para 2026 e derrubada do veto pelo Congresso Nacional nas próximas semanas, o que daria mais tranquilidade para as seguradoras e o segmento agropecuário poder se planejar em relação à consideração em termos de seguros”, concluiu.
Em anos em que o custo da produção está elevado e os preços da commodity sendo pressionados com queda de preços, as margens dos produtores são bastante afetadas, logo, o programa de política pública deixa o produtor menos vulnerável em relação às volatilidades climáticas.
]]>Insurtech Brasil 2026 destaca IA no setor
https://revistaapolice.com.br/2026/04/insurtech-brasil-2026-destaca-ia-no-setor/
Tue, 14 Apr 2026 18:32:38 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138546A inteligência artificial será um dos principais temas do evento Insurtech Brasil 2026, que chega à sua 9ª edição consolidado como o principal encontro de tecnologia e inovação em seguros do país. Realizado no dia 28 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento deve reunir mais de 1,5 mil participantes entre […]
]]>A inteligência artificial será um dos principais temas do evento Insurtech Brasil 2026, que chega à sua 9ª edição consolidado como o principal encontro de tecnologia e inovação em seguros do país. Realizado no dia 28 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento deve reunir mais de 1,5 mil participantes entre executivos de seguradoras, empresas de tecnologia, plataformas digitais e especialistas do setor.
Neste ano, a programação reforça o papel da inteligência artificial como um dos motores da transformação do mercado de seguros. O tema atravessa diferentes painéis do evento, abordando desde precificação e subscrição até sinistros, análise de dados e modernização de sistemas.
Outro destaque da edição é a presença crescente de CIOs, CTOs e líderes de inovação das principais seguradoras do país, que participarão tanto como palestrantes quanto como parte do público do evento. Entre os nomes já confirmados estão Mariano Chiavetti, vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros SURA; Alfredo Lalia, CEO da Sompo; Daniel de Rosa, CIO, CTO e COO da Sompo; Adilson Lavrador, COO da Tokio Marine Seguradora; e Victor Horta, Chief Product Officer da Pier Seguradora.
Para José Prado, CEO do Insurtech Brasil, a presença dessas lideranças reflete o momento vivido pelo setor. “A tecnologia passou a ocupar um papel central na estratégia das seguradoras. Executivos responsáveis por tecnologia, dados e inovação estão cada vez mais envolvidos nas decisões de negócio, e isso se reflete também no perfil dos debates do evento”, afirma.
Segundo o executivo, o avanço da inteligência artificial tem acelerado mudanças estruturais no setor. “Hoje a discussão não é mais sobre se a tecnologia vai transformar o mercado de seguros, mas sobre como as empresas estão aplicando inteligência artificial, dados e novas arquiteturas tecnológicas para melhorar eficiência, precisão de risco e experiência do cliente.”
A edição de 2026 também tem atraído um número crescente de profissionais ligados a ciência de dados e analytics dentro das seguradoras, ampliando o perfil técnico da audiência e fortalecendo o evento como espaço de troca entre executivos do setor e empresas de tecnologia que desenvolvem soluções para o mercado.
Na trilha dedicada à tecnologia em seguros, os debates abordam temas como modernização de sistemas core, arquitetura baseada em APIs, uso de inteligência artificial na precificação de seguros e novas formas de acelerar a inovação dentro das organizações.
Entre os painéis previstos estão discussões sobre plataformas de distribuição e modelos de Insurance as a Service, modernização de sistemas legados das seguradoras e aplicações de inteligência artificial na análise de risco. Também entram na agenda temas como desenvolvimento acelerado com IA, RPA e automação, além da modernização da arquitetura de dados para permitir analytics avançado e personalização de produtos.
Além do conteúdo técnico, o evento também se consolida como uma plataforma de networking qualificado, reunindo executivos responsáveis por tecnologia, inovação e transformação digital em seguradoras, além de empresas que desenvolvem soluções para o setor.
]]>Licença-paternidade avança e Generali Brasil antecipa benefício
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Tue, 14 Apr 2026 18:23:48 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138543O Brasil deu um passo importante para as famílias brasileiras. A Lei Federal 15.371, publicada no Diário Oficial da União no último dia 1º de abril, amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias, uma conquista celebrada por especialistas e família. A mudança, porém, será gradual: as novas regras começam a valer em 2027, e […]
]]>O Brasil deu um passo importante para as famílias brasileiras. A Lei Federal 15.371, publicada no Diário Oficial da União no último dia 1º de abril, amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias, uma conquista celebrada por especialistas e família. A mudança, porém, será gradual: as novas regras começam a valer em 2027, e o período máximo de 20 dias só se tornará realidade em 2029.
Na Generali Brasil, no entanto, os colaboradores não precisam esperar. Desde 2023, a seguradora já oferece 20 dias de licença-paternidade remunerada, e isso vale tanto para o nascimento quanto para a adoção de crianças. “Na nossa visão, isso possibilitou mais qualidade de vida e a possibilidade de participarem mais ativamente dos primeiros dias de vida da criança, equilibrando as atividades com as mamães”, diz Débora Pinto, diretora de Pessoas e Organização da Generali no Brasil. “Queremos que esse momento seja aproveitado da melhor maneira possível”.
A empresa aderiu ao Programa Empresa Cidadã, do Governo Federal, estendendo os cinco dias previstos em lei por mais 15 dias, chegando, assim, ao total de 20 dias que o Brasil inteiro só alcançará daqui a três anos. O benefício também contempla pais que optaram pela adoção.
Mas o apoio à família na Generali vai além do tempo de afastamento. As colaboradoras em licença-maternidade têm direito a seis meses remunerados (60 dias a mais do que a lei prevê) e à possibilidade de trabalhar remotamente por 1 ano enquanto o bebê for amamentado.
Gestantes contam com folga mensal para o pré-natal e a isenção de coparticipação no plano de saúde aplica-se tanto às colaboradoras gestantes como aos colaboradores cujas parceiras também estejam. E os pais também podem acompanhar o pré-natal das parceiras, com um dia por mês assegurado para isso. Para Débora, o que motiva essas escolhas é simples: “Ser um empregador responsável significa olhar para o ser humano por inteiro. A família é parte central da vida de qualquer pessoa”, destaca.
]]>Axa reforça estratégia com assessorias em 2026
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Tue, 14 Apr 2026 14:18:48 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138534A Axa no Brasil iniciou 2026 com uma nova estratégia para o atendimento às assessorias, após resultados positivos registrados no projeto piloto implementado no ano anterior. A companhia decidiu integrar esse ecossistema diretamente ao canal Varejo, com foco em escala e maior capilaridade regional. Para a seguradora, o movimento reflete o potencial das assessorias, que […]
]]>A Axa no Brasil iniciou 2026 com uma nova estratégia para o atendimento às assessorias, após resultados positivos registrados no projeto piloto implementado no ano anterior. A companhia decidiu integrar esse ecossistema diretamente ao canal Varejo, com foco em escala e maior capilaridade regional.
Para a seguradora, o movimento reflete o potencial das assessorias, que movimentam cerca de R$ 9 bilhões por ano no mercado brasileiro. A iniciativa dá continuidade ao modelo testado a partir do último trimestre de 2024, quando a empresa criou a estrutura de “Canais Especiais” para atendimento dedicado a grupos de corretores e assessorias.
Em 2025, o piloto envolveu cinco profissionais comerciais, com atendimento a 29 assessorias e oito grupos de corretores. O período registrou crescimento de aproximadamente 30% em prêmios emitidos, além da oferta de benefícios como visibilidade de carteira no portal do corretor e participação em campanhas de incentivo.
Para 2026, a estratégia passa a priorizar a ampliação da base e a simplificação de processos. A gestão das assessorias será organizada por macrorregiões, com o objetivo de aumentar a proximidade comercial.
Lucas Pelegrino assume as regiões de São Paulo e Sul, enquanto Maxwell Costa fica responsável por Minas Gerais, Centro-Oeste, Norte/Nordeste, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ambos respondem a Felipe Granato, superintendente de Canal Digital, Varejo e Assessorias.
Já os grupos de corretores, considerados mais complexos em volume e operação, passam a ser atendidos pelo canal Consultivo, sob liderança de Gustavo Carvalho.
A Axa está em processo de credenciamento de novas assessorias e projeta ampliar significativamente sua rede de distribuição. A expectativa é abrir espaço para cerca de 5 mil corretores que ainda não operavam com a seguradora.
“Estamos redesenhando os contratos para 2026 com uma proposta de valor muito clara: proximidade comercial real e rentabilidade. Teremos novos gatilhos para comissão adicional baseados em produção e resultado, além da manutenção de benefícios como a participação nas campanhas de viagem Top Club para as assessorias e seus corretores estratégicos”, afirma Felipe Granato.
Com a nova estrutura, a companhia projeta sustentar o ritmo de crescimento do canal, que já aponta para uma evolução de cerca de 40% em prêmios emitidos.
]]>Alliadoz: Allianz amplia programa após crescer dois dígitos
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Tue, 14 Apr 2026 14:15:50 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138531EXCLUSIVO – A Allianz Seguros reuniu cerca de 156 corretores de seguros e seus acompanhantes no Club Med Trancoso, na Bahia, em mais uma edição do programa Alliadoz, iniciativa de relacionamento com parceiros de distribuição. O encontro reconhece os profissionais com melhor desempenho na campanha de 2025 e integra a estratégia da companhia de fortalecer […]
]]>EXCLUSIVO – A Allianz Seguros reuniu cerca de 156 corretores de seguros e seus acompanhantes no Club Med Trancoso, na Bahia, em mais uma edição do programa Alliadoz, iniciativa de relacionamento com parceiros de distribuição. O encontro reconhece os profissionais com melhor desempenho na campanha de 2025 e integra a estratégia da companhia de fortalecer o canal corretor.
O evento ocorre em um momento de expansão da operação brasileira. Segundo dados apresentados pela companhia, o volume de prêmios passou de cerca de R$ 3 bilhões há pouco mais de uma década para aproximadamente R$ 14 bilhões atualmente.
Durante o encontro, o diretor executivo comercial da companhia, Nelson Veiga, compartilhou que a empresa tem ampliado a coleta de informações junto aos corretores como base para decisões comerciais e operacionais. Segundo ele, somente em janeiro foram realizadas cerca de 20 mil visitas dentro de uma base de 36 mil corretores. “Esse volume permite identificar demandas e entender o que, de fato, faz sentido para o corretor”, disse. De acordo com o executivo, a companhia busca orientar sua atuação a partir dessas informações. “A lógica é trabalhar de fora para dentro, considerando as necessidades da distribuição”, completou.
A estratégia vem sendo acompanhada por uma agenda de mudanças internas. A Allianz realizou mais de 200 entregas ao longo de 2025, incluindo ajustes em produtos, processos e tecnologia. No período, a seguradora registrou crescimento superior a 25%. E agora em 2026, o executivo destaca que a expansão segue em dois dígitos, com alta de cerca de 15% no primeiro trimestre.
Durante a cerimônia de abertura, foi realizada a entrega dos prêmios às corretoras com melhor desempenho na campanha. Entre os destaques da edição, três empresas lideraram o ranking do Alliadoz e receberam o troféu principal: CM Corretora de Seguros, em primeiro lugar, seguida por Correta Vitória, em segundo, e Ita & Seara, na terceira posição. Na sequência, foi divulgados o ranking das corretoras que avançaram de categoria dentro do programa Alliadoz, evidenciando a evolução de desempenho ao longo do ciclo.
Para o ciclo de 2026, o programa Alliadoz foi ampliado. Segundo Nelson, a iniciativa passa a contar com três faixas de premiação, incluindo uma viagem nacional, outra para a América do Sul, com destino à Patagônia, e um roteiro internacional para Ásia, com paradas previstas em Xangai e Pequim. O programa também passou por ajustes no portal de acompanhamento, com foco em dar maior visibilidade ao desempenho dos corretores ao longo da campanha. “O corretor consegue acompanhar sua evolução e entender seu posicionamento”, afirmou.
]]>Delphos anuncia transição na presidência
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Tue, 14 Apr 2026 14:14:53 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138540A Delphos anunciou a implementação de uma transição planejada para sua presidência. A partir de maio de 2026, Elisabete Joana Bazana Prado deixará a presidência após 45 anos de atuação na empresa. Ao longo de sua trajetória, a executiva teve papel relevante na consolidação da companhia como referência em serviços técnicos e soluções especializadas para […]
]]>A Delphos anunciou a implementação de uma transição planejada para sua presidência. A partir de maio de 2026, Elisabete Joana Bazana Prado deixará a presidência após 45 anos de atuação na empresa. Ao longo de sua trajetória, a executiva teve papel relevante na consolidação da companhia como referência em serviços técnicos e soluções especializadas para o mercado segurador, contribuindo para a expansão dos negócios e o fortalecimento do relacionamento com clientes e parceiros.
Como parte do processo sucessório, os acionistas indicaram Nélio Brochado Alvarez para assumir a presidência, com posse prevista para maio de 2026, após a conclusão dos trâmites societários. Com mais de 40 anos de experiência na companhia, o executivo acumulou atuação nas áreas de operações, tecnologia e relacionamento com clientes.
A transição vem sendo conduzida de forma gradual, com foco na transferência de conhecimento, na continuidade dos projetos e na preservação da cultura organizacional. Com a mudança, a companhia busca manter sua estratégia de longo prazo no mercado segurador, ao mesmo tempo em que se prepara para um novo ciclo sob a liderança de Nélio Alvarez. A empresa também destacou o papel de Elisabete Prado na construção da trajetória da organização e a continuidade desse legado com a nova gestão.
]]>Planos odontológicos crescem 8,3% no Brasil
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Tue, 14 Apr 2026 14:10:30 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138537O número de beneficiários de planos odontológicos no Brasil chegou a 35,7 milhões em fevereiro de 2026, com a adesão de mais de 1,3 milhão de pessoas em 12 meses, crescimento de 8,37%, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O avanço foi puxado principalmente pelos planos coletivos empresariais, que passaram a representar […]
]]>O número de beneficiários de planos odontológicos no Brasil chegou a 35,7 milhões em fevereiro de 2026, com a adesão de mais de 1,3 milhão de pessoas em 12 meses, crescimento de 8,37%, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O avanço foi puxado principalmente pelos planos coletivos empresariais, que passaram a representar 74,8% do total de beneficiários, somando 26,7 milhões. O segmento se consolida como um dos principais vetores de expansão da saúde suplementar no país.
Esse movimento acompanha a dinâmica do mercado de trabalho formal e o fortalecimento dos benefícios corporativos. Os planos odontológicos têm sido cada vez mais utilizados como instrumento de atração e retenção de talentos, com possibilidade de extensão aos dependentes.
Outras modalidades também registraram crescimento. Os planos individuais ou familiares atingiram 5,74 milhões de beneficiários, com alta de 16,1%, enquanto os coletivos por adesão chegaram a 3,24 milhões, avanço de 9,1%.
Para Roberto Seme Cury, presidente da Associação Brasileira de Planos Odontológicos (SINOG), o cenário indica uma mudança estrutural no setor. “O crescimento dos Planos Empresariais reflete uma maior conscientização das Empresas e dos Colaboradores sobre a importância da Saúde Bucal como parte da Saúde integral. Esse modelo amplia o acesso, traz previsibilidade de custos e estimula a Prevenção e o Cuidado contínuo, gerando valor tanto para o Beneficiário quanto para o Contratante. Não por acaso, os Planos Coletivos Empresariais vêm ganhando protagonismo e já representam quase 75% do total de Beneficiários.”
Na análise regional, quatro estados concentraram os maiores avanços: Rio Grande do Sul (+8,14%), Espírito Santo (+7,96%), Distrito Federal (+7,79%) e Piauí (+7,01%), refletindo maior dinamismo econômico e formalização do emprego em diferentes regiões.
Segundo o executivo, o crescimento também aponta para uma mudança no comportamento da população. “O aumento no número de Beneficiários está diretamente ligado à maior Conscientização sobre Prevenção e a queda dos índices de desemprego. A Saúde Bucal impacta a Saúde geral e os Planos Odontológicos se consolidam como uma alternativa acessível, com mensalidades médias em torno de R$ 20, ampliando o acesso a cuidados contínuos e de qualidade”.