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]]>Teixeira chegou ao mercado de seguros em 2017, depois de uma trajetória profissional essencialmente comercial. Já havia vendido de vacinas e equipamentos a matrículas de cursos de inglês e colchões. Na época, estava disponível no mercado quando recebeu o convite de uma seguradora para conhecer o segmento de vida individual.
O primeiro atrativo foi financeiro. A percepção mudou durante os treinamentos e os primeiros atendimentos. “Com o passar das semanas de treinamentos e atendimentos, eu descobri que o trabalho era muito mais nobre do que eu imaginava. Não era só a grana e o potencial financeiro que isso poderia me trazer”, lembra. Desde então, direcionou sua carreira ao seguro de vida. Foi consultor entre 2017 e 2019 e, nos dois anos seguintes, estruturou operações dentro de corretoras de investimentos. No final de 2021, recebeu o convite da MetLife para atuar como representante de seguros, modelo que começava a ser utilizado no País.
Hoje, à frente da Gorilla, Teixeira contabiliza mais de 8 mil apólices de vida comercializadas e R$ 10 bilhões em capital segurado na carteira. A operação reúne mais de 50 profissionais, entre corretores, líderes e back-office, e tem como meta chegar a 10 mil apólices até meados de 2027.
Mais do que vender seguro, porém, ele defende uma mudança na maneira de conversar com o consumidor. “Eu acredito que a gente fala da maneira errada sobre o seguro de vida. A principal maneira de conversar sobre isso é não falando sobre seguro a princípio. É conversando sobre as prioridades da vida da pessoa, seus projetos, sonhos e como funciona o comportamento financeiro dela”, explica.
Na avaliação do executivo, a oferta de seguro de vida individual mudou radicalmente na última década. Quando começou, poucas seguradoras trabalhavam com uma venda mais próxima e consultiva. Hoje, o consumidor consegue acessar várias cotações pela internet em pouco tempo. A tecnologia, no entanto, não elimina a necessidade de acompanhamento.
“Os bons profissionais continuam porque têm relacionamento duradouro com os clientes. Eles acompanham a evolução da vida, o nascimento dos filhos, mudança de escola, de cidade, de profissão. Duas ou três vezes por ano, o bom profissional está conversando com seu cliente”, afirma Teixeira.
Esse acompanhamento permite rever o capital segurado à medida que renda, patrimônio, composição familiar e projetos pessoais mudam. O problema, segundo Teixeira, surge quando a venda termina na contratação da apólice. “Um profissional mal treinado acaba vendendo para pegar a comissão do imediato e não pensa no longo prazo”.
Foi também a partir dessa percepção que a Gorilla criou a Gorilla Expert, escola voltada à formação de profissionais para atuar com seguro de vida. O treinamento começa pela construção do mercado potencial do corretor e avança até a entrega da apólice e a manutenção do relacionamento com o segurado.
Um longo caminho a percorrer
Teixeira acredita que um dos entraves para o crescimento do segmento é justamente a dificuldade de apresentar essa atividade profissional de outra forma. Na regulamentação, trata-se do corretor de seguros. Para o consumidor, porém, ele entende que a atuação em vida individual está mais próxima de uma consultoria de proteção financeira.
“A nossa profissão praticamente não existe quando você atua com vida individual. Quando você fala que é corretor de seguros, a pessoa automaticamente tem uma imagem daquele profissional que faz o seguro do automóvel. Ela não vê como um consultor de proteção financeira da vida da pessoa”, lamenta.
A Gorilla também recruta profissionais em transição de carreira. Dependendo do perfil e das validações realizadas, a empresa investe na formação e no período inicial de desenvolvimento comercial. Segundo Teixeira, o investimento pode superar R$ 200 mil por profissional, somando bolsa de transição e outros recursos destinados ao processo de formação. O modelo não impede que o corretor deixe posteriormente a estrutura. Para o executivo, a permanência precisa ser consequência das condições oferecidas pelo escritório.
A tecnologia ganhou espaço tanto na gestão da operação quanto na prospecção de novos profissionais. Além dos sistemas da seguradora, a Gorilla desenvolveu seu próprio CRM e utiliza inteligência artificial em processos internos. As redes sociais também se tornaram um canal de recrutamento e divulgação da carreira.
Teixeira, entretanto, não acredita que a digitalização reduza a relevância do corretor. Pelo contrário. Quanto maior a facilidade de contratação, maior pode ser a necessidade de orientação para evitar que o consumidor escolha uma cobertura inadequada às suas necessidades. “Daqui a alguns anos, talvez seja mais simples contratar um seguro. Com poucos cliques, você consegue resolver. Mas, assim como você precisa ir ao médico para saber qual remédio tomar, o corretor se torna ainda mais fundamental para que você não contrate um produto errado, que não vai fazer sentido na hora em que mais precisar”.
Para ele, o próximo ciclo de crescimento do seguro de vida individual dependerá, portanto, de duas frentes que caminham juntas: ampliar a consciência financeira da população e preparar profissionais para atender esse consumidor. “Eu acho que a gente nem começou. Temos um longo caminho pela frente, um trabalho bandeirante mesmo, de criar estrada para construir essa consciência. Cabe a nós fomentar a consciência financeira e levar conhecimento para dentro da casa do brasileiro”, anima-se Teixeira.
Kelly Lubiato
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]]>The post Oneglobal faz aquisição da Latam Reinsurance Brokers appeared first on Revista Apólice.
]]>Fundada em 2008, a Latam RE é especializada em soluções de resseguros para seguradoras e resseguradoras da região e construiu sua reputação com base em forte expertise técnica e relacionamento próximo com clientes e parceiros de mercado.
Com a aquisição, a Oneglobal amplia significativamente sua presença física na América Latina. A companhia passa a operar com escritórios próprios no Panamá, Costa Rica, Colômbia, Peru e Brasil, onde mantém operações no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba. O movimento faz parte de uma estratégia mais ampla de expansão regional, que deverá incluir novos anúncios nos próximos meses.
Segundo José Miguel, CEO da Oneglobal para a América Latina, a incorporação da Latam RE está alinhada ao objetivo da companhia de construir uma das principais plataformas de resseguros da região. Ele destaca que a experiência técnica da equipe panamenha e seus relacionamentos consolidados no mercado complementam a proposta da Oneglobal de combinar alcance global com conhecimento local, fortalecendo a oferta de soluções especializadas para clientes em toda a América Latina.
A aquisição também representa um avanço importante para a estratégia da empresa na América Central. Ernesto de Lima, CEO da Oneglobal para Colômbia e América Central, afirma que o Panamá é um mercado-chave para os planos de crescimento regional do grupo e que a combinação entre a expertise local da Latam RE e a estrutura internacional da Oneglobal permitirá ampliar a oferta de soluções especializadas e gerar ainda mais valor para clientes e parceiros em toda a região.
A operação continuará sediada na Cidade do Panamá e permanecerá sob a liderança de seu fundador, Thomas Julio Arosemena Callan, que assumirá a posição de Country Head Panamá & Regional Business Development Lead para a América Central. O executivo acredita que a integração permitirá à equipe ampliar o acesso aos principais mercados globais de resseguros sem perder a proximidade e o conhecimento local que caracterizaram a atuação da Latam RE ao longo de mais de quinze anos.
A equipe da corretora panamenha possui experiência em diversas linhas de negócios, incluindo resseguros facultativos, aviação, marítimo, property & casualty, construção, garantia, energia, linhas financeiras e riscos estruturados. A expectativa da Oneglobal é utilizar essa capacidade para acelerar o desenvolvimento de sua plataforma regional e ampliar sua oferta de soluções para clientes em toda a América Latina.
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]]>The post Marcelo Goldman será o novo presidente da Tokio Marine a partir de Janeiro de 2027 appeared first on Revista Apólice.
]]>Ao anunciar a mudança, o novo presidente destacou o legado de José Adalberto Ferrara à frente da companhia e afirmou que pretende dar continuidade à estratégia de crescimento da seguradora, preservando sua cultura e mantendo os corretores no centro dos negócios.
“Assumo essa responsabilidade com o compromisso de preservar nossa cultura e nossos valores, mantendo os Corretores no centro da estratégia e seguindo focados no crescimento sustentável, na inovação e na excelência operacional”, afirmou.
O executivo também agradeceu colaboradores, corretores, assessorias, clientes e parceiros pela participação na trajetória da companhia. Entre as prioridades para a nova gestão, apontou a ampliação do acesso ao seguro e o fortalecimento da posição da Tokio Marine no mercado brasileiro.
Leia aqui entrevista completa de Marcelo Goldman para a Revista Apólice de junho2026.
Uma história de crescimento e resultados
Há histórias no mercado de seguros que só se revelam com o tempo. A da Tokio Marine no Brasil é uma delas. Quem acompanhou a companhia no final dos anos 2000 sabe que o cenário era delicado: quatro anos consecutivos de prejuízo e rumores de que a matriz japonesa poderia vender as operações brasileiras. O que aconteceu depois é o que Marcelo Goldman, hoje vice-presidente Comercial e Produtos Massificados da seguradora, chama simplesmente de “reconstrução”.
“Foi um período de limpeza de carteira, de saída e entrada de pessoas, de muita reorganização”, lembra Goldman, que chegou à Tokio Marine em 2008, exatamente no meio da crise. “Em 2011, foi o primeiro ano em que demos lucro. Fizemos até uma festa. O presidente na época, o Akira, colocou todo mundo para sambar e ninguém sabia sambar.”
O episódio esconde uma virada histórica. Naquele ano, a produção da companhia era de 1,6 bilhão de reais. Hoje, a Tokio Marine projeta fechar 2026 com R$ 16 bilhões, um crescimento de dez vezes em quinze anos.
A recuperação não foi obra do acaso. Goldman, que atua no mercado de seguros há mais de 40 anos, aponta três pilares que sustentaram a virada: modernização tecnológica, eficiência operacional e gestão de pessoas. “A gente tinha sistemas muito obsoletos. Hoje somos muito elogiados na parte sistêmica”, comemora. O reflexo mais visível desse esforço está no índice de despesa administrativa, que a Tokio Marine mantém em 8,5%, enquanto a média dos concorrentes está entre 13% e 20%. “Isso faz com que a gente consiga ter preços mais competitivos. É uma vantagem real”.
O quadro de colaboradores também cresceu de 1.500 para 2.500 pessoas. Na precificação, a companhia investiu em modelos preditivos e, mais recentemente, em inteligência artificial. “Queremos olhar cada cliente e dar o preço correto para ele. Não adianta vender muito e ter prejuízo. Mas também não adianta ter preços altos e não vender nada. Tem que haver equilíbrio”, pondera o executivo.
O corretor é o eterno parceiro
O número de corretores parceiros da Tokio também cresceu nos últimos 18 anos. “Quando entrei, eram em torno de 6 mil. Hoje já está beirando os 50 mil”, conta Goldman. Para ele, esse crescimento não é passivo, mas sim consequência direta da qualidade da relação que a companhia construiu com o canal.
“O corretor é independente. Ele escolhe a companhia com a qual quer trabalhar. Ele vem para onde tem bom processo, bom sistema, boas pessoas e bom atendimento comercial”. Goldman vê nesse relacionamento a principal frente de sua nova missão. “O meu grande papel agora é ouvir, levar para casa as recomendações e tentar implementar o mais rápido possível.”
A escuta ativa, aliás, é tratada como método, não como discurso. A companhia realiza pesquisas regulares com corretores e clientes finais, e os índices de NPS – Net Promoter Score – são descritos por Goldman como “muito altos” nos dois públicos.
O vice-presidente da Tokio construiu sua trajetória nos produtos massificados: automóvel, residência, vida, condomínio. Porém, o seguro de automóvel continua sendo o principal motor da companhia: hoje, o ramo representa cerca de 60% do faturamento, com produção projetada de R$ 10 bilhões em 2026.
A estratégia de produto no automóvel está na variedade de produtos para atender todos os públicos: do seguro mensal até coberturas sofisticadas para perfis de maior risco. “O cliente tem todas as opções dentro de uma única seguradora”, avisa Goldman.
Mas o crescimento não ficou restrito ao automóvel. O seguro de fiança locatícia, lançado há sete anos, já coloca a Tokio Marine como terceira colocada no mercado, com market share beirando 18%. Vida individual, condomínio, produtos PJ como garantia e cyber completam uma carteira cada vez mais diversificada.
A valorização do papel social da seguradora
A cobertura de despesa de aluguel do seguro residencial ganhou uma nova funcionalidade: movida pelo impacto social, a Tokio ampliou a cobertura para mulheres que sofreram violência doméstica. A ideia surgiu dentro da equipe de produtos: mulheres que sofrem violência e precisam deixar o lar imediatamente podem acionar a cobertura para custear um aluguel temporário enquanto reorganizam a vida.
“No Brasil, são 250 mil casos por ano de violência contra as mulheres. O meu pessoal teve essa ideia e eu achei fantástica”, diz Goldman, visivelmente emocionado ao relembrar o depoimento de uma corretora, ela mesma vítima de violência doméstica, que se apresentou após o anúncio da inovação em um congresso regional. “O seguro tem um caráter social. O mundo não vive sem seguro. Então, por que não pensar em coisas nesse sentido?”, questiona.
Porém outras novas coberturas já estão no radar da seguradora. Goldman adianta que a empresa já estuda um novo produto para drones e que mexeu também no seguro cyber. Para ele, cada produto pode ser constantemente revisitado para ser aperfeiçoado. “Queremos crescer também nos produtos para pessoas jurídicas, que oferecem uma grande oportunidade de expansão”, explica.
Sobre o futuro, o executivo garante que não há nada melhor do que conviver e ouvir os corretores de seguros. Por isso, é nesse lugar que ele quer estar, continuando a contribuir para o crescimento da Tokio, que cresce sempre acima dos números do mercado. “Vamos crescer sem descuidar dos resultados”, conclui.
Kelly Lubiato
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]]>The post Sancor entra no seguro para bicicletas e patinetes elétricos appeared first on Revista Apólice.
]]>O lançamento ocorre em meio ao crescimento do mercado de bicicletas elétricas no Brasil. Segundo a Abraciclo, suas associadas produziram 46,9 mil unidades da categoria em 2025. As elétricas responderam por 14% da produção total de bicicletas no período, ante 5,5% no ano anterior.
A Aliança Bike estima, por sua vez, que aproximadamente 300 mil bicicletas elétricas estejam em circulação no país desde 2016. Em 2024, cerca de 212 mil novas unidades, considerando bicicletas elétricas e equipamentos autopropelidos, chegaram ao mercado nacional por meio da produção local e das importações.
A cobertura básica do Seguro Mobilidade prevê indenização para danos decorrentes de acidentes, danos durante o transporte, roubo mediante ameaça e furto qualificado, de acordo com as condições da apólice.
A proteção também pode ser utilizada quando o equipamento estiver guardado na residência do segurado ou em bicicletários e contempla o uso em passeios, treinos e competições amadoras ou profissionais.
O segurado ainda poderá contratar coberturas adicionais para danos elétricos e Responsabilidade Civil, com proteção para danos materiais e corporais causados involuntariamente a terceiros. A apólice permite ainda autorizar até três pessoas a utilizar a bicicleta durante sua vigência.
“O cliente adquire um equipamento esportivo ou de locomoção diária de alto valor e precisa de uma camada extra de proteção para rodar tranquilamente. Nosso principal objetivo é oferecer e entregar toda essa proteção de forma descomplicada”, afirma Alexandro Sanxes, superintendente de Riscos Técnicos da Sancor Seguros.
A expansão do segmento também ocorre em um ambiente de maior definição regulatória. A Resolução Contran nº 996/2023 estabelece critérios diferentes para bicicletas elétricas, equipamentos de mobilidade individual autopropelidos e ciclomotores.
Pela norma, bicicletas elétricas devem possuir motor auxiliar de até 1.000 W, funcionamento do motor condicionado ao pedal, ausência de acelerador e velocidade máxima de assistência de 32 km/h. Os equipamentos autopropelidos, categoria que inclui determinados patinetes elétricos, também têm potência máxima de 1.000 W e velocidade de fabricação limitada a 32 km/h, além de requisitos de dimensões. Essas duas categorias não estão sujeitas a registro, licenciamento ou emplacamento.
Já os ciclomotores possuem regras próprias e estão sujeitos a registro, licenciamento e habilitação do condutor. O prazo de regularização previsto pela resolução para ciclomotores antigos sem registro terminou em 31 de dezembro de 2025.
“Essa regulamentação oferece maior previsibilidade e, com a padronização das características que definem os meios de locomoção elétricos, torna-se possível estabelecer critérios mais claros no desenho de um produto como este que estamos lançando”, afirma Sanxes.
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]]>The post Bradesco e Segura ampliam atendimento com IA para 1,2 mil corretores appeared first on Revista Apólice.
]]>A iniciativa começou a ser testada com 135 corretores da sucursal da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e passou a atender outras regiões a partir de março. Em maio, o canal registrou aproximadamente 3.400 acionamentos. Segundo as empresas, 98,61% das demandas foram atendidas pela operação integrada de inteligência artificial supervisionada por especialistas da Segura. Entre os assuntos mais recorrentes estão cotações, subscrição, condições comerciais, emissão, coberturas, renovação, vistoria e rastreadores.
O atendimento é realizado pelo WhatsApp. A assistente de inteligência artificial Helena interpreta as solicitações e responde dúvidas relacionadas a produtos, coberturas e processos. Quando a demanda exige análise especializada, o caso é encaminhado à equipe humana da Segura.
“Existe uma quantidade enorme de informações e oportunidades dentro das operações das seguradoras, mas nem sempre esse conhecimento chega ao corretor no momento em que ele precisa. A Segura transforma esses dados em orientação prática, ajudando o profissional a acessar informações com mais rapidez, apoiar a tomada de decisão e aprimorar seu atendimento”, afirma Luís Alberto Nogueira, CEO e cofundador da Segura.
Além de responder dúvidas, o Conecta utiliza informações operacionais para sinalizar oportunidades relacionadas à carteira dos corretores, como renovações, cotações em andamento e possibilidades de novos negócios.
A iniciativa surgiu a partir de uma pesquisa realizada pela Segura com mais de 2,7 mil corretores. Segundo a empresa, mais de 75% dos participantes apontaram atendimento e suporte comercial e operacional das seguradoras como a principal dificuldade da rotina, à frente de questões relacionadas a preço e produto.
Ao final de cada atendimento no Conecta, os profissionais também podem avaliar o serviço. Durante a expansão do projeto, a nota média ficou entre 4,7 e 4,8 em uma escala de cinco pontos, de acordo com as empresas.
Nas primeiras sucursais participantes, a Bradesco e a Segura também identificaram crescimento no número de corretores ativos em relação ao ano anterior. Em algumas localidades, os participantes apresentaram produção até três vezes superior no período analisado, segundo as companhias.
“A evolução do mercado de seguros exige uma atuação cada vez mais conectada, ágil e inteligente. Na Bradesco Auto/RE, entendemos que tecnologia e atendimento especializado não competem entre si, mas se complementam”, afirma Leonardo Freitas, diretor comercial da Bradesco Auto/RE.
Segundo o executivo, a proposta é utilizar a tecnologia para ampliar a capacidade de suporte sem substituir o papel do corretor na relação com o cliente.
Para Nogueira, a operação depende da combinação entre automação e intervenção humana. “A Helena tem um papel importante na operação, mas não atua sozinha. O resultado vem da combinação entre tecnologia, dados e pessoas. Essa estrutura permite ampliar a capacidade de atendimento mantendo a proximidade e a qualidade da experiência”, explica.
A proposta é que a IA absorva parte das consultas e tarefas operacionais, enquanto os especialistas atuam em situações que exigem análise individualizada ou negociação.
“O Conecta mostra como a inteligência artificial pode gerar ganhos de eficiência em operações reais sem abrir mão da qualidade do atendimento. Os resultados observados reforçam o potencial da integração entre tecnologia e atendimento especializado para apoiar a atuação dos corretores”, conclui Nogueira.
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]]>The post IA já está presente em 63% das empresas, mas retorno leva 28 meses appeared first on Revista Apólice.
]]>Entre as empresas que medem o retorno sobre investimento (ROI) das iniciativas de IA, a expectativa é de que sejam necessários, em média, 28 meses para que o valor gerado pela transformação supere os custos iniciais. Quase dois terços das organizações pesquisadas já acompanham esse indicador.
Apesar do prazo para recuperação dos investimentos, os efeitos sobre a operação já aparecem. Em média, 86% das empresas avaliam como positivo ou muito positivo o impacto da IA sobre a produtividade dos funcionários. Além disso, 82% afirmam já observar benefícios da tecnologia e 83% acreditam que ela contribuirá para o crescimento das receitas no futuro.
As aplicações mais frequentes estão concentradas na gestão de operações de TI, em funções de relacionamento com clientes, como chatbots e assistentes virtuais, e em atividades de pesquisa e análise de dados.
Para André Scudiere, head de Digital & Dados da Gallagher Brasil, o desafio agora é transformar projetos de experimentação em aplicações capazes de ganhar escala.
“Os dados mostram que a IA já entrega produtividade, mas o retorno financeiro depende da capacidade de transformar experimentação em escala. Isso exige profissionais preparados, processos redesenhados e uma infraestrutura tecnológica confiável. Como broker de seguros, nosso papel é apoiar os clientes para que a inovação aconteça de forma responsável, conectando os benefícios da tecnologia aos riscos operacionais, financeiros, cibernéticos e reputacionais envolvidos”, afirma.
A escassez de talentos aparece como a principal barreira à ampliação do uso da tecnologia. Mais da metade das empresas cita lacunas de competências e dificuldades de recrutamento entre os obstáculos para avançar na implementação de IA.
Na sequência aparecem limitações técnicas e de infraestrutura, além de questões relacionadas a compliance, governança e privacidade de dados.
O estudo mostra ainda que, apesar da expansão do uso da tecnologia, a estrutura de governança não avançou no mesmo ritmo. Menos da metade das organizações adotou estruturas formais de gestão de riscos para IA, realizou avaliações de impacto ético ou desenvolveu planos específicos de resposta a incidentes envolvendo a tecnologia.
Entre os principais riscos percebidos pelos executivos estão erros, desinformação e alucinações produzidas pelos sistemas de IA, citados por 57% dos entrevistados. Riscos jurídicos e reputacionais aparecem em seguida, com 56%, e violações de privacidade e proteção de dados, com 55%.
Também estão entre as preocupações ataques cibernéticos e fraudes, dependência excessiva da tecnologia, redução do julgamento humano, impactos sobre empregos e problemas relacionados à governança.
“Não é sustentável acelerar a adoção de IA e discutir governança apenas depois. As empresas precisam definir desde o início onde a tecnologia pode ser utilizada, quais dados podem ser processados, como os resultados serão validados e quem responde pelas decisões. A combinação entre governança, julgamento humano e instrumentos adequados de seguro será fundamental para que a IA gere valor sem criar exposições desproporcionais”, afirma Scudiere.
A expansão da IA também começa a provocar mudanças no mercado de seguros. Segundo a Gallagher, as novas exposições estão levando ao desenvolvimento de soluções específicas, endossos e coberturas adicionais e, em alguns casos, exclusões relacionadas à tecnologia.
O levantamento também aponta que muitas apólices existentes ainda não tratam explicitamente dos riscos relacionados à inteligência artificial, o que pode gerar dúvidas sobre a abrangência das coberturas diante de perdas provocadas pelo uso da tecnologia.
A pesquisa ouviu mais de 1,2 mil líderes empresariais em mercados como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Índia, Japão, países nórdicos, Coreia do Sul e Irlanda.
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]]>The post Porto Bank prorroga condições especiais no Consórcio até 8 de setembro appeared first on Revista Apólice.
]]>O destaque da campanha fica com ‘Lance Fidelidade’, benefício que dá vantagem real na corrida pela contemplação para quem paga as parcelas em dia. Além de disputar a vaga em um grupo exclusivo de adimplentes, o cliente pode usar o próprio lance embutido, sem precisar tirar dinheiro do bolso. Outro benefício é a chegada do Pix Automático. Agora, a liquidação é instantânea e a cota fica ativa logo na primeira parcela, de forma recorrente e zero burocrática.
As novidades vêm acompanhadas de ofertas especiais, como: parcelas 50% menores até a contemplação e até 10% de desconto na taxa de administração. Para completar, a carteira de produtos ganha o reforço da ‘Venda Estruturada’, com assessoria especial para investimentos acima de R$5 milhões, e do ‘Consórcio para Reforma’, linha que libera 100% do valor do crédito para transformar ambientes, investir em móveis planejados ou adotar soluções sustentáveis.
Mais do que uma campanha promocional, o Acelera Consórcio reforça o papel estratégico dos corretores na jornada de compra dos clientes. Para o Porto Bank, esses profissionais são protagonistas na disseminação do consórcio como uma solução de planejamento financeiro, ajudando consumidores a transformar projetos, como a compra de um veículo, um imóvel ou a reforma da casa, em objetivos possíveis por meio de uma orientação consultiva e personalizada.
“O corretor é protagonista na estratégia de crescimento do nosso consórcio. É ele quem orienta o cliente, traduz os benefícios da modalidade e mostra como o planejamento pode ser um caminho para realizar diferentes projetos de vida. O Acelera Consórcio foi estruturado para apoiar esse parceiro com mais capacitação, incentivos e ferramentas comerciais, fortalecendo sua atuação e ampliando as oportunidades de negócios ao longo de toda a campanha”, afirma Carlos Gondim, diretor de Soluções de Acúmulo do Porto Bank.
Para apoiar esse movimento, a campanha oferece um pacote de incentivos voltado aos corretores com melhor desempenho durante o período, incluindo comissões diferenciadas, treinamentos por meio da Porto Academia e experiências exclusivas, como o Kart Experience.
“Mais do que impulsionar negócios, o Acelera tem o objetivo de construir pontes. Queremos estar cada vez mais perto dos corretores, ajudando a diversificar suas carteiras e abrindo portas para novas conquistas através do consórcio, uma solução em que confiamos e investimos para vermos o crescimento dos corretores”, destaca Emerson Valentim, diretor executivo Comercial Brasil na Porto.
Ao reunir benefícios para corretores e clientes em uma mesma iniciativa, o Porto Bank reforça sua estratégia de ampliar o conhecimento sobre o consórcio e fortalecer o papel do corretor como principal elo entre a modalidade e o consumidor. Mais do que impulsionar as vendas, a campanha busca incentivar uma relação cada vez mais consultiva, aproximando o planejamento financeiro da realização de projetos de vida.
Corretores que ainda não vendem Consórcio também podem aproveitar a oportunidade. Pelo Portal de Indicações, o profissional faz uma indicação em menos de 2 minutos e ganha comissão sobre o crédito indicado. Com a indicação, o time especializado segue com o atendimento, sem que o corretor precise fazer a venda ou conduzir toda a negociação.
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]]>The post O momento de escolher bem: o que toda associação mutualista precisa avaliar agora appeared first on Revista Apólice.
]]>A principal delas tem nome: a pressa de se filiar à primeira administradora que aparecer com a proposta mais fácil.
Entendo que muitas associações chegam a esse processo com uma combinação difícil: pouco tempo, estrutura enxuta, pressão dos associados por continuidade operacional e incerteza sobre o que exatamente a nova regulação exige. Nesse cenário, a tentação de aceitar a oferta mais simples e menos disruptiva é real. Mas é exatamente aí que o risco está.
A Resolução CNSP nº 491/2026 é bastante específica sobre o que compete à administradora e o que pode ser delegado à associação. A gestão técnica, operacional, financeira e contábil da operação é responsabilidade da administradora. Não da associação, não de forma compartilhada informal, não “como antes com outro nome”. Há administradoras em formação que estão comunicando algo diferente disso, seja pela omissão do que vai mudar, seja pela promessa explícita de que as práticas atuais podem continuar. Esse discurso é conveniente para atrair filiações rápidas. Não é compatível com a norma.
O risco aqui não é apenas regulatório. É operacional e financeiro. Uma associação que se filia a uma administradora que opera fora da regulação herda, na prática, a instabilidade dessa escolha. Quando a SUSEP avançar nas análises individuais, administradoras com inconsistências entre o prometido e o operacionalmente viável dentro da norma vão enfrentar sobrestamentos, pedidos de complementação ou indeferimentos. As associações vinculadas a elas ficam em compasso de espera, sem a estabilidade que buscavam ao se regularizar.
Meu conselho é que toda associação chegue ao processo de escolha de sua administradora com pelo menos três perguntas concretas.
A primeira: o que vai mudar na nossa operação depois da filiação? Se a resposta for “quase nada”, desconfie. A regulamentação muda coisas concretas: quem capta os recursos, quem gere os sinistros, como os controles internos são organizados, como a contabilidade é reportada. Uma administradora séria vai ser transparente sobre isso.
A segunda: qual é a estrutura de governança dessa administradora? A Resolução CNSP nº 491 exige diretor técnico, diretor de controles internos, atuário, contador e ouvidoria, entre outros requisitos. Pergunte quem ocupa esses cargos, qual é a qualificação dessas pessoas e se a empresa já tem ou está em processo de montar essa estrutura de forma concreta, não apenas no papel do pedido de autorização.
A terceira: qual é o modelo de relacionamento entre a administradora e a associação após a filiação? Essa relação está regulamentada. A associação pode prestar serviços à administradora, mas dentro de limites definidos. Entender com clareza o que cabe a cada parte não é detalhe contratual. É o que vai determinar se a operação funciona dentro da norma no dia a dia.
O período de dois anos para filiação é suficiente para fazer essa avaliação com cuidado. Não é suficiente para consertar uma escolha mal feita. Associações que chegaram até aqui, muitas delas por décadas protegendo associados em regiões e perfis que o seguro tradicional não alcançou, merecem uma transição para o modelo regulado que preserve o que construíram. Isso começa na escolha de com quem fazer essa transição.
A regulamentação é uma oportunidade. Como toda oportunidade, ela exige discernimento.
*Ana Carolina Mello é executiva com mais de 30 anos de experiência no mercado segurador.
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]]>The post Sompo digitaliza cotação do seguro de Responsabilidade Civil appeared first on Revista Apólice.
]]>Disponível no Portal do Corretor, a nova solução foi estruturada para atender riscos com faturamento e valor de obra de até R$ 15 milhões e Limite Máximo de Garantia (LMG) de até R$ 5 milhões. Por meio de uma jornada 100% digital, o corretor pode realizar a cotação automatizada, emitir a proposta e concluir a contratação de forma mais rápida, reduzindo etapas operacionais e ampliando sua capacidade de prospecção e fechamento de novos negócios.
Entre as principais funcionalidades da plataforma estão a cotação automática, a emissão de boleto online e a disponibilização da apólice digital. A ferramenta foi desenvolvida para proporcionar mais produtividade aos corretores, reduzir a dependência de processos manuais e oferecer mais velocidade no atendimento aos clientes. Os ramos de atividade que estão no perfil para cotação por meio da nova ferramenta estão: escritórios, indústrias e comércios, empresas de serviços de limpeza e manutenção, além de obras civis, instalação, montagem e desmontagem, inclusive para atendimento de contratos específicos.
“Nosso objetivo é utilizar a tecnologia para tornar a experiência de negócios cada vez mais simples e eficiente para os corretores. O lançamento do novo cotador de Responsabilidade Civil Geral faz parte da estratégia da Sompo de investir continuamente na digitalização dos processos, ampliando a capacidade de distribuição dos produtos e proporcionando mais escala, agilidade e conveniência para os parceiros. Acreditamos que a combinação entre especialização técnica e inovação é fundamental para impulsionar o crescimento sustentável desse segmento de mercado”, destaca Felipe Prado Ribeiro, Diretor de Produto Agro e RD Equipamentos e Responsabilidade Civil e Financial Lines da Sompo.
O Seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG) é uma solução que protege empresas contra prejuízos decorrentes de danos involuntários causados a terceiros durante o exercício de suas atividades. A cobertura pode abranger danos materiais, corporais e, danos morais e despesas relacionadas à defesa do segurado. Trata-se de uma importante ferramenta de gestão de riscos, especialmente em um ambiente de negócios cada vez mais complexo e sujeito a exposições legais, regulatórias e operacionais. Entre as modalidades oferecidas pela Sompo estão operações de estabelecimentos comerciais e industriais, prestação de serviços em locais de terceiros de limpeza e manutenção, obras civis, instalação, montagem e desmontagem, e outras atividades empresariais.
Segundo Silvia Gadelha, Superintendente de Responsabilidade Civil & Financial Lines da Sompo, o novo cotador foi desenvolvido a partir das necessidades observadas junto aos corretores e ao mercado. “Criamos uma ferramenta intuitiva e alinhada ao perfil de negócios que apresenta mais potencial para operações automatizadas. Isso permite que o corretor obtenha respostas mais rápidas, aumente sua produtividade e ofereça aos clientes uma experiência de contratação muito mais dinâmica. Além disso, o cotador contribui para ampliar a disseminação da cultura de proteção por meio do Seguro de Responsabilidade Civil, um produto cada vez mais relevante para empresas de diferentes portes e segmentos”, avalia.
A executiva ressalta que, embora a automação seja um elemento central da iniciativa, a Sompo mantém sua estrutura especializada para apoiar os corretores em riscos com análises mais complexas. “O cotador fortalece a estratégia multicanal da companhia, combinando tecnologia, especialização técnica e proximidade comercial para apoiar o desenvolvimento dos negócios dos parceiros”, conclui.
Mercado em expansão
O mercado brasileiro de seguros de Responsabilidade Civil vem apresentando evolução consistente nos últimos anos, impulsionado pelo aumento da conscientização das empresas em relação aos riscos operacionais, jurídicos e reputacionais. Segundo dados do Painel de Inteligência do Mercado de Seguros da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), o ramo de Responsabilidade Civil Geral saltou de uma arrecadação anual de R$ 1,3 bilhão em Prêmios em 2021 para R$ 2 bilhões em 2025, o que representa um crescimento de 51% no período, ou, uma evolução anual média de 12,8%.
Isso reflete a crescente demanda por instrumentos de proteção patrimonial e gestão de riscos corporativos. O avanço das exigências regulatórias, o aumento da judicialização e a busca por maior governança corporativa têm contribuído para a expansão desse segmento em diversos setores da economia.
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]]>Com projeções globais apontando que este mercado superará a marca de US$ 46 bilhões até 2035, a XS Global avalia que o seguro paramétrico avança a passos largos pelas linhas comerciais e rurais, mas em breve baterá à porta do mercado de pessoas físicas também.
Como o seguro paramétrico paga uma indenização pré-definida quando um gatilho objetivo e mensurável é atingido, proporciona uma agilidade no momento do sinistro e reduz custos porque não exige uma perícia para avaliar os danos. Nas questões envolvendo riscos climáticos, por exemplo, fatores como a velocidade do vento ou volume de chuva já são o suficiente para a liberação dos recursos.
De acordo com Stéphane Godier, Senior Originator Parametrics para as Americas, o grande motor dessa escala não são necessariamente os smart contracts, cujos benefícios de automação já são intrínsecos à natureza do seguro paramétrico, mas a eficiência operacional que eles oferecem.
“É importante destacar que a evolução dos riscos climáticos vem impulsionando o desenvolvimento de novas soluções, que complementam os programas tradicionais de seguros e ampliam as possibilidades de proteção. Logo, como os custos operacionais do modelo paramétrico são significativamente menores do que os do seguro tradicional, deixa de ser necessário trabalhar apenas com grandes riscos ou prêmios elevados”.
Segundo o especialista, os setores mais propensos à adoção dessas soluções são aqueles mais vulneráveis aos riscos catastróficos e/ou climáticos. “Isso envolve praticamente todos os setores, porque essa vulnerabilidade engloba tanto as exposições diretas, relacionadas aos danos físicos aos ativos; quanto as exposições indiretas, como interrupções na cadeia de suprimentos e perdas financeiras decorrentes da redução das atividades provocada por eventos climáticos ou catastróficos”.
Essa versatilidade abre frentes promissoras em novos ecossistemas, como o setor de turismo e consumo, por exemplo, onde operadoras podem oferecer reembolsos automáticos aos viajantes diante de imprevistos climáticos – como a ausência de sol ou excesso de algas nas praias – transformando a experiência do cliente final.
“Ainda assim, é evidente que segmentos como o agronegócio e as energias renováveis estão na linha de frente dessa transformação. No caso específico da XS Global, que possui uma vasta base de dados climáticos construída ao longo de 15 anos de atuação nesse segmento, a companhia consegue estender essa proteção para empresas de médio e pequeno porte, pequenos negócios e diversos segmentos do mercado comercial, ampliando significativamente o acesso a esse tipo de proteção”.
Para Stéphane Godier, o seguro paramétrico no agronegócio surge como o elo que falta para destravar o crédito rural sustentável, blindando as carteiras das instituições financeiras contra riscos climáticos sistêmicos, como secas prolongadas. “Acredito que essas soluções sejam plenamente elegíveis aos programas de subvenção pública. Mais do que um produto financeiro, trata-se de uma decisão estratégica de política agrícola para garantir a estabilidade das receitas e do abastecimento”, concluiu.
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