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A revista do mercado de SegurosWed, 04 Nov 2026 17:19:32 +0000pt-BR
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3232Inovação abre caminhos para ampliar o acesso aos seguros
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Wed, 04 Nov 2026 17:19:17 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143898EXCLUSIVO – “Vamos todos transformar o seguro.” Foi com essa mensagem que Gustavo Doria, fundador do CQCS, abriu os trabalhos do CQCS Inovação 2026, nesta quarta-feira (4), no Transamérica Expo, em São Paulo. O encontro reuniu autoridades, executivos e especialistas internacionais para discutir os impactos das novas tecnologias sobre a comercialização de seguros, a regulação […]
]]>EXCLUSIVO – “Vamos todos transformar o seguro.” Foi com essa mensagem que Gustavo Doria, fundador do CQCS, abriu os trabalhos do CQCS Inovação 2026, nesta quarta-feira (4), no Transamérica Expo, em São Paulo. O encontro reuniu autoridades, executivos e especialistas internacionais para discutir os impactos das novas tecnologias sobre a comercialização de seguros, a regulação de sinistros e a avaliação de riscos.
Na abertura, Doria destacou que a inovação deve contribuir para tornar os produtos mais acessíveis e adequados às necessidades dos consumidores. A necessidade de ampliar a cobertura securitária também foi abordada pelo superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, que chamou a atenção para a distância entre o crescimento do setor e a parcela da sociedade efetivamente protegida por seguros.
Como exemplo, citou as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. Segundo os números apresentados, os prejuízos chegaram a aproximadamente R$ 100 bilhões, enquanto as indenizações pagas pelas seguradoras somaram cerca de R$ 6 bilhões. Para Octaviani, o episódio demonstra a capacidade de resposta do mercado, mas também evidencia as oportunidades de expansão da cobertura. “Não tenho nenhuma dúvida de que desenvolver o mercado de seguros é um projeto de desenvolvimento nacional”, afirmou.
O superintendente destacou ainda os avanços regulatórios que poderão sustentar esse crescimento, como a nova Lei do Contrato de Seguro e a Lei Complementar nº 213, além de iniciativas relacionadas ao seguro rural e à tributação dos resseguradores locais. “Essas bases que citei são fundamentais para que possamos iniciar um novo ciclo do mercado”, declarou.
Entre as prioridades da autarquia, Octaviani mencionou a construção de uma estratégia nacional de proteção contra catástrofes, especialmente em municípios e estados com baixa penetração de seguros. Também defendeu o fortalecimento do consumidor por meio do Open Insurance, que poderá ampliar o acesso às informações e às opções de contratação.
Inteligência artificial ganha espaço
O avanço da inteligência artificial nas seguradoras foi abordado por Axel Schell, CTO da Allianz Technology. Durante a apresentação “IA na Allianz: Realidades, Reflexões e Caminhos a Seguir”, o executivo mostrou como a tecnologia está evoluindo de ferramentas de apoio para sistemas capazes de executar diferentes etapas de uma operação. Segundo Schell, o setor de seguros está entre os que mais utilizam inteligência artificial, mas ainda enfrenta dificuldades para converter os investimentos em ganhos efetivos de produtividade. Uma das aplicações apresentadas envolveu a regulação de sinistros por meio de agentes de IA.
Na simulação, um consumidor relatava a perda de alimentos após uma interrupção no fornecimento de energia elétrica. A partir do aviso, diferentes agentes verificavam a cobertura contratada, analisavam as circunstâncias do evento, identificavam possíveis inconsistências e encaminhavam o pagamento da indenização.
Outra demonstração envolveu um veículo conectado capaz de identificar um acidente e iniciar procedimentos de assistência ao motorista. O sistema avaliava as condições de segurança, acionava serviços e utilizava informações do automóvel para apoiar o atendimento.
Para Schell, a integração entre inteligência artificial, dados e sistemas conectados deverá modificar a relação entre seguradoras e clientes. O executivo ressaltou, entretanto, que a transformação não depende apenas da tecnologia, mas também da reorganização dos processos e da preparação dos profissionais.
A necessidade de conciliar os avanços tecnológicos com o papel dos profissionais também foi abordada por Robert Pick, CITO do Grupo Tokio Marine Holdings, no Japão. Durante a palestra “Humanizando a IA”, o executivo chamou a atenção para os desafios da adoção da inteligência artificial nas empresas, especialmente em relação à governança, à tomada de decisões e à participação humana nos processos.
Pick destacou que a inteligência artificial deve ser compreendida como uma tecnologia desenvolvida e controlada pelas pessoas, e não como uma transformação sobre a qual as organizações não possuem influência. Nesse contexto, ressaltou a importância de estabelecer critérios para sua utilização e de considerar as diferentes perspectivas dos profissionais envolvidos na implementação das ferramentas.
A apresentação também trouxe uma reflexão sobre a responsabilidade das empresas na condução dessa transformação. Para o executivo, a incorporação da IA exige mais do que investimentos tecnológicos, passando pela definição de mecanismos de governança e pela capacidade das organizações de orientar seu uso de acordo com as necessidades do negócio e das pessoas.
Novos riscos e transformações da mobilidade
As transformações da mobilidade e seus impactos sobre o mercado segurador foram discutidos em painel “O Futuro da Mobilidade: IA, NEVs e Circularidade” que reuniu representantes da indústria automotiva, tecnologia e seguros. O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou que a economia global atravessa mudanças simultâneas nas áreas tecnológica, demográfica, geopolítica e climática. Segundo ele, esses movimentos ampliam a complexidade dos riscos e exigem adaptações das seguradoras.
O dirigente destacou que o envelhecimento da população deverá modificar os padrões de consumo e aumentar a demanda por soluções de saúde, previdência e proteção financeira. Ao mesmo tempo, os eventos climáticos extremos representam um desafio crescente para a capacidade de avaliação e precificação de riscos.
Ao abordar o cenário brasileiro, Oliveira citou dados da CNseg que apontam um aumento da frequência de desastres naturais no país. Também mencionou as enchentes no Rio Grande do Sul, ressaltando a baixa participação das indenizações securitárias diante das perdas econômicas.
Para o presidente, a expansão do mercado está diretamente relacionada ao desempenho da economia. Juros elevados, inflação persistente e endividamento de famílias e empresas estão entre os fatores que podem limitar o crescimento do setor. “Todos aqui sabem que a indústria de seguros é muito fortemente correlacionada com a atividade econômica”, afirmou.
Apesar das dificuldades, Oliveira mencionou uma estimativa de crescimento de aproximadamente 7% para o mercado segurador em 2026, excluindo previdência. O executivo também chamou a atenção para os limites dos modelos tradicionais de análise de riscos, especialmente diante das mudanças climáticas. “Essa é uma indústria que basicamente depende de dados, dados históricos, e a nossa capacidade de entender o que está acontecendo hoje olhando para os dados históricos é bastante limitada”, observou.
A velocidade das mudanças na indústria automobilística também esteve entre os temas do painel, que contou com a participação de Jing Liao, chairwoman da Solera Foundation e chief administrative officer da Solera Corp. Paulo Rocca, Vice-presidente de Inovação e Novos Negócios da Bosch na América Latina, destacou que o setor enfrenta uma reorganização produtiva, impulsionada por novas tecnologias, mudanças no comportamento dos consumidores e eventos climáticos extremos.
Segundo o executivo, a produção mundial de veículos, que antes da pandemia se aproximava de 100 milhões de unidades anuais, passou para um patamar de aproximadamente 80 milhões a 82 milhões. Roca também apontou a redução dos ciclos de desenvolvimento de automóveis, com fabricantes chinesas apresentando veículos em períodos menores do que os tradicionalmente praticados pela indústria.
As mudanças exigem maior capacidade de adaptação das empresas, inclusive diante dos riscos de interrupção das cadeias produtivas provocados por eventos climáticos. Para Roca, a experiência da América Latina com cenários econômicos instáveis pode representar uma vantagem competitiva diante das transformações globais.
“Hoje eu tenho muitos colegas de outros países vindo aqui aprender como vocês vivem com essa volatilidade, como é que vocês lidam com essa incerteza”, relatou.
]]>Prêmio Melhores do Seguro: a festa dos corretores de seguros
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Wed, 04 Nov 2026 13:18:44 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143834EXCLUSIVO – A Revista Apólice realizou a cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Seguro 2026 na noite de ontem (03), em São Paulo, como uma iniciativa que reconhece projetos desenvolvidos por empresas distribuidoras de seguros. Nesta edição, foram reconhecidos 37 projetos, que refletem a diversidade de estratégias adotadas pelas empresas para enfrentar os desafios […]
]]>EXCLUSIVO – A Revista Apólice realizou a cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Seguro 2026 na noite de ontem (03), em São Paulo, como uma iniciativa que reconhece projetos desenvolvidos por empresas distribuidoras de seguros. Nesta edição, foram reconhecidos 37 projetos, que refletem a diversidade de estratégias adotadas pelas empresas para enfrentar os desafios do setor. Entre as iniciativas premiadas estão aplicações de inteligência artificial, automação de processos, novos modelos de distribuição, gestão de riscos climáticos, desenvolvimento de lideranças, educação em seguros e ações voltadas à eficiência operacional. A disputa contou com 243 inscrições e a festa teve a participação de 200 convidados, entre premiados, seguradoras, corretores de seguros, prestadores de serviços, representantes de entidades do setor e imprensa.
Mais do que reconhecer resultados comerciais, o Prêmio Melhores do Seguro valoriza a capacidade das empresas de transformar ideias em projetos concretos, com impactos sobre suas operações, seus profissionais e seus clientes. Os trabalhos apresentados mostram como a inovação deixou de estar restrita às grandes estruturas e passou a fazer parte da rotina de corretoras de diferentes portes e perfis de atuação.
A presença da inteligência artificial em diversos projetos é um dos aspectos desta edição. As aplicações vão desde a automatização de atividades administrativas até o desenvolvimento de sistemas próprios de gestão, análise de riscos e ferramentas de apoio à comercialização. Também ganharam espaço iniciativas voltadas à diversificação de carteiras, à formação de novos profissionais e à criação de canais de distribuição.
Para Kelly Lubiato, diretora de redação da Revista Apólice, a premiação também cumpre um papel importante na disseminação de conhecimento dentro do setor. “O mercado de seguros produz diariamente soluções que merecem ser conhecidas. Quando divulgamos essas experiências, permitimos que outras empresas aprendam com elas, adaptem boas práticas e encontrem novos caminhos para seus negócios. É justamente esse o papel da comunicação especializada: dar visibilidade ao que o setor realiza, promover a circulação de conhecimento e contribuir para o seu desenvolvimento”, afirmou.
A premiação também reforça a importância da imprensa especializada como espaço de registro e divulgação das transformações do mercado segurador. Ao reunir projetos de diferentes empresas e regiões do País, a Revista Apólice amplia o alcance de iniciativas que, muitas vezes, permanecem conhecidas apenas dentro das organizações que as desenvolveram. “Manter esse trabalho exige investimento permanente em profissionais qualificados, produção de conteúdo, tecnologia e novos canais de comunicação”, ressaltou a diretora comercial da Revista, Graciane Pereira.
Com mais de três décadas de atuação, a Revista Apólice, reconhecida como Veículo do Ano em Seguros em 2026, mantém o compromisso de produzir informação independente, técnica e acessível, acompanhando as mudanças do setor e contribuindo para o debate sobre seus principais desafios.
Conheça os vencedores do Prêmio Melhores do Seguro 2026
A relação a seguir apresenta as empresas reconhecidas e os respectivos projetos premiados, em ordem alfabética.
Wolf Consultoria em Seguros — Redução dos custos em modelos matemáticos de pós-pagamento.
Agree — Frota sob controle: IA revisa 148 equipamentos e corta R$ 91 mil do custo.
Aliá Corretora de Seguros — Aila: tecnologia para ganhar escala sem perder a proximidade.
Alper Consultoria e Corretora de Seguros — Alper & SuperDoc: transformando fluxos de autorização médica com inteligência híbrida.
Atenna Riosul Corretora de Seguros — Crescer sem crescer a estrutura: a transformação digital que levou economia à corretora.
Barra Bella Corretora de Seguros — Parceria de Sucesso.
Canção Corretora de Seguros — Inovação no Seguro Empresarial Solar.
Cifraseg Corretora de Seguros — Seguro Garantia Judicial como ferramenta de preservação de caixa e gestão estratégica.
Collese Corretora de Seguros — Inovações para o Meio Ambiente e Locomoção Diária.
Copplasa Paulistana Corretora de Seguros — Perfil de Saúde Copplasa: dados epidemiológicos que viram economia real.
Corretora de Seguros Sicredi — Implementação da Plataforma Própria de Multicálculo para Seguro Condomínio no Sicredi.
Daniel Barbizan | Fedrizzi Seguros — Educando e transformando o mercado de seguros através do digital.
Engarde Corretora de Seguros — Plataforma digital transforma integradores solares em canal de venda de seguros.
FTAgro Gestão de Riscos e Seguros — Método de Vender Seguros de Silos e Armazéns de Grãos.
Gemaway Corretora de Seguros — SIRC — Sistema Integrado de Resiliência Climática: PPP subnacional de liquidez paramétrica em Climate Finance.
Gorilla Life — Formação e desenvolvimento de novos consultores de seguro de vida.
Granto Corretora de Seguros — Seguro Garantia embedado na cadeia de suprimentos.
Grupo Exalt — A transformação da Exalt na primeira aceleradora de negócios para corretores de seguros.
Lar Corretora de Seguros — Corretora tradicional no automóvel trazendo um novo processo para o seguro saúde.
Latin Re — A Inteligência Artificial que Transformou a Eficiência Operacional da Latin Re.
Lockton Brasil Consultoria e Corretora de Seguros — Lockton Cares Brasil: Educação para o Desenvolvimento de Lideranças Femininas.
Lojacorr Seguros — Modelo de Vendas Lojacorr: Mais Projeção, Mais Negócios.
Madalozzo Corretora de Seguros — Da cotação ao pós-venda: a transformação operacional da Madalozzo Seguros.
Mescla Seguros — Mescla Finders.
Millenium Recife Administradora e Corretora de Seguros — Além da Apólice: quando o corretor transforma risco em cultura de prevenção.
Miura Seguros — Inteligência artificial redefine atuação e transforma a gestão de riscos.
Oneglobal Broking — OGB Talk: do treinamento interno à plataforma de relacionamento com o mercado.
Patrimed Administradora e Corretora de Seguros Ltda. — Uma Virada de Sucesso.
Pluna Corretora de Seguros — Pluna: rebranding reposiciona corretora de seguros.
Rodobens Corretora de Seguros — Novo Salto.
Scaramel Corretora de Seguros — A Multinacional da Vila Pires.
Secubra Corretora e Administradora de Seguros — Sistema Próprio de Gestão Feito 100% com IA.
Seu Seguro Ideal Corretora de Seguros — Seu Consórcio Ideal: construindo uma comunidade de corretores que realiza sonhos.
Tranquilize Corretora de Seguros — Como tripliquei o faturamento da minha corretora utilizando minha esteira de produtos.
Uppi Corretora de Seguros — FLUPPI SG: Inteligência em Seguro Garantia.
Vidu Corretora — Gestão estratégica, engajamento e evolução dos resultados.
VVIPMED Corretora de Seguros — Loja de consultoria em previdência privada.
]]>Portfel amplia seguros e mira base da consultoria
https://revistaapolice.com.br/2026/11/portfel-ve-espaco-para-seguros-na-propria-base/
Wed, 04 Nov 2026 11:10:54 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143830Operação registra alta de 39,1% em novos prêmios anualizados de vida até setembro e atende 15,6% dos clientes da consultoria do Grupo Primo
]]>EXCLUSIVO – A área de seguros da Portfel, consultoria financeira do Grupo Primo, alcançou R$ 16 milhões em prêmios anualizados de novos contratos de seguro de vida entre janeiro e setembro de 2026. O resultado representa crescimento de 39,1% sobre os R$ 11,5 milhões registrados no mesmo período de 2025, segundo dados da empresa. A companhia conta que a expansão está apoiada na integração entre os consultores financeiros, que identificam demandas de proteção, e os corretores responsáveis pela análise e contratação das coberturas.
Hoje a operação atende 4.073 dos 26.051 clientes ativos da consultoria, o equivalente a 15,6% dessa base. Considerando também os segurados que não utilizam o serviço de consultoria financeira, a corretora informa reunir 6.779 segurados distintos e 9.040 apólices vigentes. Os números mostram o espaço que a empresa busca ocupar dentro da própria carteira, embora os clientes que não contratam seguros pela Portfel possam ter proteção adquirida por outros canais.
Em entrevista à Revista Apólice, Matheus Falcão, diretor da área de Seguros da Portfel, explica que a aproximação entre as duas atividades começa no atendimento financeiro. Os consultores identificam necessidades de proteção e encaminham os clientes aos especialistas, enquanto na análise técnica, a comparação das propostas e a contratação ficam com os corretores.
“A corretora atua como uma área de cross-sell, dando suporte ao atendimento prestado pela consultoria”, afirma. Nesse modelo de venda de serviços complementares, a companhia procura incorporar a discussão sobre seguros ao planejamento patrimonial de quem já mantém relacionamento com a empresa.
A operação começou em agosto de 2022, com a oferta de seguro de vida e uma única seguradora parceira. Desde então, passou a trabalhar também com planos de saúde, responsabilidade civil profissional, residencial, empresarial, viagem e D&O, voltado à responsabilidade de administradores. A entrada no seguro-garantia judicial está nos planos, ainda sem prazo informado.
Apesar da diversificação, o seguro de vida responde por cerca de 92% do faturamento da corretora. Em 2025, a modalidade somou R$ 17 milhões em prêmios anualizados de novos contratos. O indicador considera a conversão dos prêmios mensais das propostas emitidas em valores anuais, sem incluir renovações, e não corresponde à receita da Portfel. Já o crescimento de 134% informado pela empresa para aquele ano se refere ao faturamento da corretora em relação a 2024.
Falcão relata avanço do seguro de responsabilidade civil profissional em quantidade de apólices e espera que os planos de saúde ampliem sua participação na receita. “Além disso, temos uma expectativa bastante alta em relação aos planos de saúde, produto que vem ganhando velocidade e que deve nos ajudar a equilibrar ainda mais a representatividade da receita”, destaca.
Para sustentar a distribuição, a empresa realiza treinamentos semanais sobre proteção financeira e planejamento patrimonial. Segundo o executivo, a capacitação ajuda os consultores a identificar situações que demandam uma avaliação de seguros e a encaminhá-las à corretora.
O atendimento é dividido por linha de produto. Quem trabalha com seguro de vida, por exemplo, se dedica à modalidade. Essa especialização também é utilizada na avaliação de contratos que o cliente já possui, antes de qualquer recomendação de uma nova apólice.
A remuneração da operação de seguros segue uma lógica diferente da consultoria de investimentos. Enquanto esta adota o modelo fee-based, remunerado por honorários dos clientes, a corretora recebe comissões das seguradoras. “Como hoje não cobramos uma taxa Fee-Based direta para a estruturação do seguro, somos comissionados pelas seguradoras legalmente”, diz Falcão.
O executivo afirma que a empresa trabalha com diferentes companhias e pode combinar coberturas de duas ou três seguradoras para atender um mesmo cliente. Ele apresenta essa diversificação como uma forma de preservar a neutralidade das recomendações. As respostas, porém, não detalham como o comissionamento é informado ao contratante nem os controles utilizados para administrar eventuais conflitos de interesse. “Nossa filosofia inegociável é buscar o maior capital segurado possível pelo menor preço para o cliente”, comenta.
Na análise de seguros já contratados, Falcão diz que a orientação pode ser manter integralmente a apólice, complementar a proteção ou substituir o contrato. Quando a cobertura é considerada adequada, a empresa recomenda sua manutenção e agenda uma nova avaliação em um intervalo de um ano e meio a dois anos.
Nos casos em que identifica necessidade de substituição, o executivo afirma que a orientação é aguardar a aprovação da nova apólice e o cumprimento dos prazos de carência antes de cancelar a anterior. A preocupação, segundo ele, é preservar os riscos que já foram aceitos e evitar que o cliente fique desprotegido durante a mudança.
A discussão sobre preservação patrimonial tem uma dimensão pessoal na trajetória de Falcão. Conforme o relato apresentado pela empresa, ele foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda de alto risco dez meses após contratar um seguro de vida com cobertura para doenças graves. A indenização de R$ 250 mil ajudou a enfrentar as despesas do período de tratamento. “Graças a esse recurso, não precisei liquidar patrimônio familiar nem utilizar reservas de emergência. Consegui custear o melhor tratamento médico disponível, exames específicos, mudança de cidade e honorários médicos”, relata.
O executivo associa a experiência à forma como passou a orientar clientes e profissionais da equipe. A utilização do seguro dentro do planejamento financeiro, contudo, não significa apresentá-lo como uma aplicação destinada à acumulação de recursos. “Na Portfel, não trabalhamos com seguros resgatáveis e jamais vendemos seguro como forma de investimento. O nosso foco absoluto é a comercialização de seguros temporários e tradicionais (repartição simples)”, explica.
Segundo Falcão, a prioridade é contratar proteção compatível com a necessidade financeira da família. “O objetivo do seguro é garantir capital segurado elevado a um custo acessível para quando a família precisar, e não atuar como aplicação financeira focada em resgate”, comenta
Após a contratação, a corretora informa realizar revisões dos seguros de vida a cada um ano e meio ou dois anos. O contato serve para reavaliar o momento do segurado e a necessidade de aumentar ou reduzir o capital contratado. Nos produtos de renovação anual, como residencial e responsabilidade civil profissional, a revisão ocorre a cada 12 meses.
Falcão cita uma taxa de renovação superior a 95%, sem especificar o período de apuração ou as modalidades incluídas no indicador. Na avaliação do executivo, o relacionamento com a consultoria financeira contribui para a continuidade das coberturas.
Com a produção de novos seguros de vida até setembro próxima dos R$ 17 milhões registrados em todo o ano anterior, a contratação e a formação de profissionais passaram a ocupar uma posição central na expansão. A empresa mantém processos de recrutamento de pessoas com experiência no setor e também investe na capacitação de profissionais que ingressam na atividade.
“O nosso maior desafio para sustentar um crescimento com alta qualidade é a gestão de pessoas e talentos. Temos janelas constantes de contratação e a nossa prioridade é atrair profissionais experientes do mercado que se identifiquem com o nosso modelo de trabalho e cultura”.
]]>FM anuncia US$ 855 milhões em créditos de resiliência
https://revistaapolice.com.br/2026/11/fm-anuncia-us-855-milhoes-em-creditos-de-resiliencia/
Wed, 04 Nov 2026 10:42:39 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143826Seguradora manterá redução de 10% no prêmio para clientes elegíveis em 2027, com foco na prevenção de perdas e na gestão de riscos climáticos e operacionais
]]>A seguradora patrimonial FM anunciou a concessão de aproximadamente US$ 855 milhões em créditos de resiliência para clientes elegíveis em 2027. Pelo segundo ano consecutivo, a companhia aplicará uma redução de 10% no prêmio de determinadas apólices, como parte de um programa voltado ao incentivo de investimentos em prevenção de perdas.
O benefício será aplicado às apólices elegíveis com renovação ou aniversário entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2027. Segundo a seguradora, a manutenção do percentual está relacionada aos resultados obtidos pelos clientes em gestão de riscos e aos níveis historicamente baixos de perdas registrados pela companhia.
Criado em 2022, o programa de crédito de resiliência tinha inicialmente como foco os riscos climáticos. Em 2025, a FM ampliou seu alcance para incluir exposições operacionais e elevou o percentual de redução do prêmio de 5% para 10%.
A iniciativa busca estimular a adoção de medidas preventivas nas empresas seguradas, incluindo melhorias estruturais e operacionais que possam reduzir a frequência e a gravidade de perdas.
De acordo com a FM, a estrutura de propriedade mútua da companhia permite que parte dos resultados obtidos com a prevenção de perdas seja revertida em benefícios aos segurados. O programa combina a concessão do crédito com serviços de engenharia de riscos, análise de dados e recomendações técnicas voltadas à redução de exposições patrimoniais e operacionais.
“Por dois anos consecutivos, conseguimos oferecer um crédito de resiliência ampliado de 10%, uma prova do trabalho que nossos clientes realizam todos os dias para promover uma proteção duradoura”, afirmou Malcolm Roberts, presidente e CEO da FM. “Quando nossos clientes investem em prevenção de perdas e alcançam resultados sólidos, nosso modelo de propriedade mútua nos permite apoiar melhorias adicionais, criando um poderoso círculo de resiliência”, acrescentou.
Entre as empresas que utilizam o programa está a Embraer, que relaciona o benefício à continuidade de suas operações e à gestão de riscos. A companhia destaca que a possibilidade de direcionar recursos para melhorias preventivas contribui para fortalecer a proteção de suas atividades.
“Na Embraer, atender nossos clientes com excelência é uma prioridade”, afirmou Juliana Fernandez Loiacono, global insurance manager da Embraer. “O crédito de resiliência da FM reconhece nossos esforços e nos permite direcionar recursos para investimentos em redução de riscos, fortalecendo a continuidade das operações e nossa capacidade de cumprir essa missão.”
Além do crédito de resiliência, a FM anunciou, em abril de 2026, um membership credit de US$ 1,5 bilhão, benefício também associado ao seu modelo mutualista. Os dois programas representam diferentes mecanismos de concessão de créditos aos segurados, embora a companhia não tenha detalhado quantos clientes serão contemplados pela nova rodada do programa de resiliência.
]]>Felipe Andreoli estrela nova campanha da Universal Assistance
https://revistaapolice.com.br/2026/11/felipe-andreoli-estrela-nova-campanha-da-universal-assistance/
Wed, 04 Nov 2026 10:31:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143823Jornalista é o novo embaixador da marca em ação que destaca o atendimento sem desembolso direto do viajante em serviços elegíveis
]]>A Universal Assistance, empresa do Grupo Zurich especializada em seguro-viagem, anunciou o jornalista e apresentador Felipe Andreoli como novo embaixador da marca. O profissional protagoniza uma nova etapa da campanha Custa Zero, voltada à divulgação do modelo de atendimento cashless, no qual a companhia coordena o pagamento de serviços cobertos diretamente com sua rede credenciada.
Desenvolvida para diferentes canais de comunicação, a campanha reúne filme publicitário de 30 segundos, peças para plataformas digitais, conteúdo para redes sociais e mídia exterior. A estratégia busca ampliar o alcance da mensagem e traduzir, de forma acessível, como funciona a assistência oferecida pela empresa.
O principal dado apresentado na campanha é que 98% dos atendimentos custam zero ao passageiro, conforme as condições aplicáveis ao serviço. Na prática, após acionar a Universal Assistance pelo aplicativo ou pelos canais de atendimento, o viajante recebe orientação para encontrar o prestador mais adequado. Nos casos elegíveis, previamente coordenados e autorizados, a companhia organiza o atendimento e o pagamento diretamente com a rede credenciada.
A proposta da Custa Zero é mostrar como esse modelo pode simplificar a experiência do viajante em situações que exigem assistência, permitindo que ele concentre sua atenção na recuperação enquanto a empresa coordena os serviços cobertos. A participação de Felipe Andreoli humaniza a comunicação e aproxima o tema do cotidiano do público, em uma campanha que combina mensagem de marca, informação sobre o serviço e presença em diferentes pontos de contato.
A iniciativa também se conecta à estratégia de digitalização da Universal Assistance. O aplicativo da companhia reúne funcionalidades como telemedicina, acompanhamento de solicitações, gestão de bagagem e recomendações de viagem com inteligência artificial. Segundo os dados institucionais da empresa, 40% dos casos são abertos pelo aplicativo.
]]>Redion participa do Lady Diamond
https://revistaapolice.com.br/2026/11/redion-participa-do-lady-diamond/
Wed, 04 Nov 2026 10:26:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143820A longevidade feminina e os caminhos para conquistar mais autonomia e independência financeira estiveram entre os temas discutidos no Lady Diamond, realizado no mês de Outubro no hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo. Como patrocinadora principal do evento, a Redion participou pelo sexto ano consecutivo da iniciativa, com tema “Outubro Rosa: A Nova Era da […]
]]>A longevidade feminina e os caminhos para conquistar mais autonomia e independência financeira estiveram entre os temas discutidos no Lady Diamond, realizado no mês de Outubro no hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo. Como patrocinadora principal do evento, a Redion participou pelo sexto ano consecutivo da iniciativa, com tema “Outubro Rosa: A Nova Era da Longevidade e Segurança da Mulher”.
A programação trouxe reflexões sobre os desafios e as oportunidades que surgem após a maturidade e em uma fase com mais experiencia, incluindo saúde e bem-estar, transição de carreira, protagonismo e planejamento financeiro. O debate reforçou a importância de as mulheres assumirem um papel ativo nas decisões que impactam seu futuro, buscando alternativas para viver novas experiências com mais autonomia e segurança.
Representando a Redion, a Head de novos negócios Rita Graziano realizou uma breve apresentação sobre a relação entre proteção e liberdade de escolha, conectando os temas do encontro ao seguro-viagem. A proposta foi destacar como soluções de proteção podem contribuir para que as mulheres explorem novas possibilidades, como viajar, iniciar projetos e vivenciar mudanças ao longo da vida com mais tranquilidade.
“A segurança também está em ter liberdade para experimentar novos caminhos e tomar decisões sem que o medo do imprevisto seja um limitador. Nosso papel é oferecer soluções que ajudem as pessoas a se sentirem mais preparadas para viver essas escolhas, com a confiança de que podem contar com proteção quando precisarem”, afirma.
O evento também contou com um painel com cinco convidadas: a ginecologista Paula Fettback, a jornalista Glenda Kozlowski, a influenciadora Julie Milk, a terapeuta Paola Collaro e a empresária Lu Rodrigues.
Além das discussões, o Lady Diamond promoveu um leilão beneficente com recursos destinados à capacitação e à empregabilidade de mulheres em situação de vulnerabilidade. A iniciativa ampliou o alcance social do encontro e reforçou a importância de ações voltadas à geração de oportunidades e ao fortalecimento da independência feminina.
Como parte desse compromisso, a Redion também doou cinco licenças, por meio da Assistência Maria, uma solução de apoio e orientação para mulheres em situação de violência doméstica. Destinados a uma organização que atua no acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade, os acessos oferecem informações sobre violência doméstica, orientação para localizar serviços de apoio e a possibilidade de criar uma rede de proteção pessoal.
]]>QI Tech lança seguradora e mira R$ 3 bi em prêmios
https://revistaapolice.com.br/2026/11/qi-tech-lanca-seguradora-e-mira-r-3-bi-em-premios/
Wed, 04 Nov 2026 10:21:04 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143817Autorizada pela Susep, QI Seguradora terá emissão própria de apólices e plataforma aberta a outras companhias para distribuir seguros em jornadas digitais
]]>A QI Tech anunciou sua entrada no mercado segurador com o lançamento da QI Seguradora, companhia autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) a emitir e subscrever apólices próprias. A operação também contará com uma plataforma aberta à integração de outras seguradoras, permitindo a distribuição de produtos de proteção diretamente nos aplicativos e serviços digitais de empresas parceiras.
Com a nova vertical, a fintech pretende alcançar R$ 3 bilhões em prêmios de seguros em um período de três a cinco anos. A projeção considera o potencial de distribuição por meio da base de parceiros comerciais que já utiliza a infraestrutura da QI Tech para operações financeiras.
A estratégia combina duas frentes de atuação. De um lado, a QI Seguradora poderá assumir riscos e emitir seus próprios contratos. De outro, a plataforma funcionará como um hub tecnológico para conectar seguradoras parceiras a canais digitais de distribuição.
O modelo é baseado no conceito de embedded insurance, ou seguro integrado, em que a oferta de proteção é incorporada à jornada de contratação de outros produtos e serviços.
Na prática, a proposta é permitir que consumidores contratem seguros no mesmo ambiente digital em que realizam operações financeiras ou compras, sem a necessidade de acessar plataformas separadas. Em uma operação de crédito, por exemplo, o cliente poderá receber uma oferta de seguro durante a contratação, com a possibilidade de aceitar a cobertura diretamente no aplicativo do parceiro.
A plataforma também poderá reunir diferentes modalidades de proteção, como seguros de vida, prestamista, automóvel e aparelhos celulares, conforme os produtos disponibilizados pelas seguradoras conectadas. Segundo a QI Tech, a infraestrutura permitirá integrar a oferta, a contratação e etapas do pós-venda aos sistemas utilizados pelas empresas parceiras.
O consumidor deverá ter acesso às informações sobre as coberturas oferecidas e às condições de contratação, incluindo mecanismos de consentimento, cancelamento e exercício do direito de arrependimento, conforme as regras aplicáveis.
A entrada da QI Tech no setor ocorre a partir de uma infraestrutura tecnológica já utilizada por centenas de empresas para a distribuição de serviços financeiros. A companhia afirma processar bilhões de reais anualmente em operações de crédito e pagamentos, estrutura que pretende aproveitar para ampliar a presença dos seguros nas jornadas digitais.
Para Pedro Mac Dowell, fundador e CEO da QI Tech, a fragmentação tecnológica ainda representa uma barreira para a distribuição de produtos de proteção.
“Sem uma integração em tempo real com os dados financeiros, as ofertas raramente são personalizadas, o que torna o seguro um produto percebido como burocrático e distante da necessidade imediata do consumidor. Esse cenário evidencia o potencial de expansão de modelos digitais de distribuição, como o Embedded Insurance. Para operar seguros, tiramos licença e estruturamos um modelo com tecnologia 100% proprietária, em total compliance com as normas da Susep. É um mercado que ainda pode ser melhor explorado. Por isso, vemos a oportunidade de alcançar R$3 bilhões em prêmios em três a cinco anos”, afirma.
A proposta da empresa é permitir que seguradoras já estabelecidas também utilizem sua infraestrutura para acessar novos canais de comercialização. Dessa forma, a plataforma poderá distribuir tanto produtos emitidos pela QI Seguradora quanto coberturas de outras companhias, dependendo das características de cada parceria.
A QI Tech aposta na integração entre serviços financeiros e seguros para ampliar a oferta de proteção em momentos específicos da jornada do consumidor. A companhia avalia que a distribuição integrada pode reduzir etapas operacionais e aproximar a contratação de seguros das necessidades identificadas durante uma transação.
O modelo também representa uma oportunidade de diversificação das receitas para empresas que já oferecem produtos financeiros por meio de seus aplicativos e plataformas. Apesar da projeção de R$ 3 bilhões em prêmios, a QI Tech não detalhou a divisão esperada entre os seguros emitidos pela própria companhia e aqueles distribuídos por seguradoras parceiras.
Segundo Mac Dowell, o objetivo é utilizar a infraestrutura existente para ampliar o acesso das seguradoras aos ambientes digitais. “O lançamento é uma evolução natural da nossa infraestrutura, que já processa fluxos massivos de crédito e pagamentos. Ao posicionar-se como uma ponte tecnológica, a QI não visa concorrer com as seguradoras tradicionais, mas atuar como sua principal via de acesso a plataformas digitais”, afirma Pedro Mac Dowell, fundador e CEO da QI Tech.
]]>Susep promove encontro sobre educação securitária no Nordeste
https://revistaapolice.com.br/2026/11/susep-promove-encontro-sobre-educacao-securitaria-no-nordeste/
Wed, 04 Nov 2026 10:14:29 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143815Encontro em João Pessoa terá transmissão pelo YouTube e abordará educação financeira nas escolas, riscos emergentes e ampliação do acesso aos seguros
]]>A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizam, nesta quinta-feira (5), o 1º Encontro de Educação Financeira e Securitária do Norte e Nordeste, em João Pessoa (PB). O evento será transmitido a partir das 14h30, pelo canal oficial da autarquia no YouTube, e contará com representantes do governo, do mercado segurador e da academia.
Com apoio do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (SindsegNNE), a iniciativa pretende ampliar o debate sobre a educação securitária, o planejamento financeiro e o papel dos seguros na proteção da população.
A abertura institucional terá a participação do superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, e de representantes das entidades organizadoras.
A programação contará com dois painéis. O primeiro, intitulado “Experiências e perspectivas para a educação financeira e securitária”, discutirá iniciativas de formação, a inclusão desses conhecimentos no ambiente escolar e o desenvolvimento de uma cultura de prevenção de riscos.
O debate reunirá representantes do Ministério da Educação (MEC), da CNseg, da Susep, da Escola de Negócios e Seguros (ENS) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), incluindo Marcílio Nascimento, diretor de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos da autarquia.
Já o segundo painel, “Novos riscos, novas soluções: o papel dos seguros na proteção do futuro”, abordará riscos climáticos e cibernéticos, longevidade, seguros inclusivos e microsseguros.
Entre os participantes estará César Neves, diretor de Supervisão Prudencial e de Resseguros da Susep, além de representantes da CNseg, Fenaprevi, Fenacap, Fenseg e do mercado de corretagem.
O encontro integra as comemorações dos 60 anos da Susep, celebrados em novembro de 2026, e busca fortalecer o acesso à informação sobre seguros e proteção financeira nas regiões Norte e Nordeste.
Como acompanhar
O 1º Encontro de Educação Financeira e Securitária do Norte e Nordeste acontece nesta quinta-feira, 5 de novembro, com transmissão a partir das 14h30, pelo canal da Susep no YouTube.
]]>Bradesco Seguros estreia anúncio interativo na Netflix
https://revistaapolice.com.br/2026/11/bradesco-seguros-estreia-anuncio-interativo-na-netflix/
Tue, 03 Nov 2026 15:05:59 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143812Campanha de seguro residencial permite acessar a página do produto por botão ou QR Code; companhia afirma ser a primeira seguradora a testar o formato no Brasil
]]>Primeira empresa do mercado segurador brasileiro a testar o novo formato de anúncios interativos de publicidade da Netflix, o Grupo Bradesco Seguros estreia uma campanha de seguro residencial no serviço de streaming. A iniciativa apresenta um filme de 15 segundos que permite ao público do plano com anúncios da Netflix acessar diretamente a loja digital da marca a partir do anúncio, proporcionando uma experiência mais dinâmica e integrada à jornada do consumidor.
A campanha mantém o conceito “Vai que…”, retomado pelo Grupo Bradesco Seguros em parceria com a AlmapBBDO, que utiliza situações inesperadas do cotidiano e uma abordagem bem-humorada para reforçar a importância da proteção. No filme, a pergunta “Maratonando a sua série preferida?” é seguida pela possibilidade de um curto-circuito interromper a programação, associando uma situação do dia a dia à importância da proteção residencial.
“Nossa estratégia de comunicação parte do entendimento de que cada canal precisa cumprir um papel relevante na relação com o consumidor. Por isso, buscamos experimentar formatos que ampliem a conexão entre mídia, conteúdo e nossos ambientes digitais. Queremos, também, aproximar o seguro da realidade das pessoas, mostrando de forma simples e acessível como a proteção se relaciona com situações do cotidiano. Esse movimento nos permite evoluir a forma como construímos presença e relevância para a marca ao longo da jornada”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.
A forma de interação com o anúncio varia de acordo com o dispositivo. Em smartphones e computadores, um botão clicável direciona o espectador à página do produto. Nas Smart TVs, ao selecionar o botão exibido na tela da Netflix o link é enviado ao smartphone associado à conta. Quando não há um celular vinculado, um QR Code permite acessar a página de destino.
Apresentado durante o Cannes Lions 2026, em junho, o formato de anúncio interativo chegou ao Brasil como parte dos testes da Netflix com publicidade interativa na América Latina. A novidade amplia os recursos disponíveis aos anunciantes no streaming ao conectar as peças exibidas na Netflix a outros ambientes digitais das marcas.
]]>Unifisa anuncia novo head para ampliar atuação em seguros
https://revistaapolice.com.br/2026/11/unifisa-anuncia-novo-head-para-ampliar-atuacao-em-seguros/
Tue, 03 Nov 2026 12:17:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143809Executivo assume operação que projeta crescimento de 30% em 2026 e pretende ampliar participação dos seguros de vida, patrimoniais e empresariais
]]>A Unifisa Seguros projeta encerrar 2026 com crescimento de 30% na carteira, após registrar avanço estimado de 25% até setembro. Para liderar a próxima etapa do negócio, voltada à diversificação do portfólio e à expansão comercial, a companhia anuncia Eduardo Lucchesi Reis como novo head de Seguros. O executivo terá a missão de ampliar a atuação da empresa em diferentes segmentos do mercado segurador.
Entre as prioridades da nova gestão estão a ampliação dos canais de relacionamento e a diversificação da carteira de seguros. Atualmente, o segmento automotivo representa cerca de 85% dos clientes da operação. A estratégia prevê reduzir gradualmente essa concentração para até 65% nos próximos anos, por meio da expansão dos seguros de vida, patrimoniais e empresariais.
“Nosso objetivo é compreender as necessidades de cada cliente e oferecer soluções de proteção que façam sentido para sua realidade. Queremos fortalecer esse relacionamento e ampliar nossa capacidade de atendimento, sem perder a proximidade e o cuidado que o mercado de seguros exige”, afirma Lucchesi.
A expansão também passa por uma atuação comercial integrada, com aproveitamento das oportunidades de relacionamento com a base de clientes da Unifisa, capacitação das equipes e aprimoramento dos processos de atendimento. Para 2027, a Unifisa Seguros projeta crescimento de 35% na carteira, apoiado na ampliação dos negócios e na diversificação do portfólio.
Com trajetória profissional de mais de 15 anos nas áreas financeira, comercial e de seguros, Eduardo reúne experiência em gestão de negócios, relacionamento com clientes e desenvolvimento de soluções de proteção patrimonial. Iniciou sua carreira no Bradesco, passou pela multinacional W. L. Gore & Associates e pelo St. Marche, além do Santander, onde atuou como gerente de relacionamento e investimentos. Desde 2017, direcionou sua atuação ao mercado segurador, acumulando experiência em consultoria, gestão de carteiras e atendimento a clientes individuais e corporativos. Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), também cursou Administração na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).