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]]>Para o presidente da Fenacor e mediador do painel, Armando Vergílio, o corretor precisa estar preparado para acompanhar as transformações na distribuição. “É necessário que o corretor de seguros tenha uma ponte para o futuro”, pontuou.
“Sem seguro não há futuro para a economia brasileira”, declarou, na sequência, o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, ao classificar a falta de proteção como um problema para o desenvolvimento do país. Octaviani citou as enchentes no Rio Grande do Sul e afirmou que as seguradoras responderam rapidamente à tragédia. Apesar disso, o número de indenizações foi limitado pela baixa parcela da população que possuía cobertura.
Na avaliação do superintendente, situações semelhantes no Paraná e em Minas Gerais reforçam a necessidade de reduzir a lacuna securitária. “Sem o corretor de seguros não vamos conseguir. Temos que pensar em conjunto porque esse é um dilema nacional”, disse.
Octaviani também antecipou que uma nova proposta para o aguardado Seguro Catástrofe deve ser lançada na próxima semana, após um longo período de discussão nos grupos de trabalho. A iniciativa tem como objetivo ampliar a proteção diante da nova realidade climática.
O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, lembrou sobre os recentes dados apresentado em que o setor pagou cerca de R$ 130 bilhões em indenizações no primeiro semestre. Segundo ele, o montante poderia alcançar R$ 500 bilhões caso o Brasil tivesse um nível de proteção compatível com o potencial de sua economia. “Nosso objetivo é pagar mais para termos um mercado maior e mais pujante”, afirmou.
Dyogo também apontou os riscos climáticos e cibernéticos como oportunidades para diversificar os produtos e ampliar o alcance do setor. Outro desafio, segundo ele, é aumentar a presença dos seguros entre as classes C e D. “São pessoas que precisam estar seguras também e têm total desejo de possuir produtos de seguro”, disse.
Saindo do olhar doas autoridades e indo para o lado do segurador, o CEO da Allianz Seguros no Brasil, Eduard Folch Rue, o número de brasileiros sem seguro mostra o tamanho da oportunidade. “Um mercado muito grande é uma oportunidade muito grande”, declarou. Ele defendeu que o setor escute mais os consumidores para entender por que eles ainda não contratam proteção.
O CEO do Grupo HDI, Eduardo Dal Ri, destacou a necessidade de colocar o cliente no centro da estratégia. Segundo ele, mesmo diante do agravamento dos eventos climáticos, seguros como o residencial e empresarial cresceram apenas entre 5% e 6% até junho, indicando que o setor ainda encontra dificuldades para transformar a percepção de risco em contratação.
Já o CEO da Mapfre Brasil, Felipe Nascimento, debateu sobre como a tecnologia pode reduzir a distância entre a necessidade de proteção e a contratação. “A tecnologia não vai substituir o corretor, vai alavancá-lo. Mas o corretor que não dominar e não embarcar nessa transformação ficará para trás”, avaliou.
O vice-presidente Comercial e Produtos Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman, ressaltou que processos mais rápidos podem aumentar a oferta, mas devem ser acompanhados pela capacitação dos corretores. Para ele, um dos principais desafios continua sendo encantar e manter o cliente.
O presidente da Bradseg, Ney Dias, apresentou números para mostrar o espaço existente para expansão. Segundo os índices citados pelo executivo, a penetração chega a 30% no seguro auto, 17% no residencial, 18% no seguro de vida, 8% na proteção para celulares e 25% na saúde. o executivo também apontou oportunidades em segmentos como seguro pet e Responsabilidade Civil Profissional. “É uma oportunidade que eu vejo nesse gap de proteção, e devemos analisar os números”, disse
Encerrando o painel, o CEO do Grupo Porto, Paulo Kakinoff, afirmou que a presença física e o conhecimento sobre o consumidor continuam sendo diferenciais dos corretores diante de outros canais de distribuição. Para ele, a capacidade de visitar e acompanhar clientes em diferentes regiões do país representa uma proximidade que a inteligência artificial não consegue substituir.
Nicholas Godoy, do Rio de Janeiro
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]]>A iniciativa nasceu da percepção de que a comunicação da Federação precisava ultrapassar os limites do público tradicional do mercado. Mais do que falar com os corretores, a proposta é ajudá-los a ampliar a conversa sobre seguros com seus próprios clientes e seguidores. “A percepção da Fenacor, durante muito tempo, era que a parte de comunicação e marketing da Federação precisava alcançar um público muito mais diverso, não só os corretores, mas também ajudar os corretores, contribuir também com a comunicação com os consumidores”, explica Fernando Dantas, vice-presidente de Comunicação da entidade.
Para formar a Liga, a entidade passou a identificar profissionais que já tivessem familiaridade com as redes sociais e produção de conteúdo, sem a necessidade de ocupar cargos na própria Federação ou nos Sincors. O grupo começou pequeno e atualmente reúne seis integrantes de diferentes regiões do País. A intenção é ampliar essa representatividade gradualmente.
A diversidade é uma das características que a Fenacor pretende preservar. Não existe a intenção de transformar os participantes em comunicadores com um único estilo. Há espaço para o corretor mais técnico, para aquele que prefere uma abordagem formal e também para quem conversa com os seguidores de maneira mais descontraída.
O ponto de convergência está no conteúdo. As informações precisam estar corretas, respeitar a legislação e seguir princípios éticos. Os vídeos produzidos no âmbito do projeto passam por validação das áreas de Marketing e Comunicação da Federação. “Temos uma responsabilidade muito grande de entregar algo que tenha realmente conceito, começo, meio e fim, que esteja dentro da legalidade e que a gente trabalhe sempre com muita ética”, afirma Dantas.
A Liga começou a tomar forma no congresso da Fenacor realizado há dois anos, e ganhou maior presença durante o Congresso Norte-Nordeste. Desde então, a experiência vem sendo ajustada para estabelecer uma dinâmica mais organizada de produção e distribuição dos conteúdos.
O trabalho dos participantes é voluntário, sem remuneração. Em contrapartida, os corretores passam a produzir conteúdos vinculados a uma iniciativa institucional da Federação, ampliando sua representatividade e alcance. Agora, segundo o executivo, começa uma nova etapa. A intenção é estabelecer uma linha condutora para a produção, sem eliminar as características individuais de cada integrante.
Stênio Max, vice-presidente de Marketing da Fenacor, explica que a entidade também está observando as redes sociais em busca de novos nomes. O número de seguidores pode ajudar a identificar potenciais participantes, mas não é o único critério. O objetivo é encontrar corretores que saibam se comunicar e que possam contribuir para disseminar a cultura do seguro. “O projeto da Liga está ainda em movimento, está se amadurecendo. A ideia é que a gente tenha um projeto agora para os próximos anos, para os próximos eventos, e que a Liga comece a trazer essa profissionalização e uma padronização de comunicação”, avisa.
Padronizar, neste caso, não significa uniformizar. Fernando Dantas ressalta que os diferentes perfis são justamente um dos ativos da iniciativa. “Cada um tem uma fala diferente, uma forma diferente de entregar a matéria. Um mais sério, o outro mais divertido, mas sempre com muita ética, com muita correção”, diz.
A Liga não foi concebida exclusivamente como um canal de comunicação entre corretores. A intenção é aproveitar a presença digital desses profissionais para fazer a informação chegar também ao consumidor. Ao explicar um produto, comentar uma mudança regulatória, por exemplo, o corretor informa seus pares e, ao mesmo tempo, alcança clientes e potenciais segurados que acompanham suas redes.
Para a Fenacor, essa exposição pode contribuir inclusive para fortalecer a relação de confiança entre consumidor e corretor. Quanto mais informação o profissional consegue compartilhar de maneira compreensível, maior tende a ser sua capacidade de se posicionar como fonte de orientação sobre proteção e seguros.
A capilaridade também entra nessa estratégia. A presença de profissionais de diferentes estados, com sotaques, experiências e maneiras distintas de produzir conteúdo, permite que uma mesma discussão seja apresentada sob diferentes perspectivas.
Um dos papéis atribuídos à Liga é justamente traduzir assuntos que costumam chegar ao corretor em linguagem técnica. A reforma tributária é um exemplo. “Imagine você, corretor, ouvir a reforma tributária de um economista, de um contador. E depois você ouvir de um outro corretor, que já entendeu o contexto e vai ter a mesma linguagem”, exemplifica Dantas.
A proposta é que o integrante da Liga funcione como uma ponte: compreenda o assunto, identifique os impactos para a atividade e apresente a informação utilizando a linguagem cotidiana de quem trabalha com seguros. “A ideia é trazer assuntos que, muitas vezes, são complexos, com uma linguagem mais direta e mais didática, para que o mercado entenda de forma mais humana, mais tranquila, mais fácil, mais leve”, completa Max.
O fluxo de comunicação também deverá funcionar no sentido contrário. As manifestações dos seguidores e as dúvidas recebidas pelos integrantes podem indicar à FENACOR quais assuntos estão gerando dificuldade ou preocupação entre os profissionais. Segundo os responsáveis pelo projeto, esse retorno já começou a ocorrer.
Kelly Lubiato, do Rio de Janeiro
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]]>Entre as iniciativas para aproveitar esse potencial, Vergílio destacou o Plano Diretor do Mercado de Intermediação de Seguros (PDMIS), projeto que reúne diretrizes para modernizar a intermediação, ampliar a participação dos corretores na distribuição, estimular a inovação e a capacitação e fortalecer a relação com os consumidores. “O PDMIS é a ferramenta estratégica para que o corretor avance, cresça e se consolide como o principal agente de distribuição de seguros no Brasil”, disse.
O superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, destacou a relevância econômica e social da proteção oferecida pelo setor. Segundo ele, os debates realizados durante o Congresso tratam de temas essenciais para o desenvolvimento do país. “Não há futuro para a economia brasileira sem pensar no futuro do seguro”, declarou.
Já o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, ressaltou a dimensão do encontro como uma demonstração da força do setor. Ele desejou que o Congresso fosse um espaço de troca de conhecimentos, relacionamento, evolução profissional e capacitação para os participantes. “A magnitude deste Congresso mostra a grande pujança do setor de seguros”, disse. Para Oliveira, o evento também evidencia o envolvimento e a satisfação dos profissionais que atuam no mercado.
Falando sobre inovação, o presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Lucas Vergílio, afirmou que a inteligência artificial já faz parte da rotina das pessoas e das empresas e que o desafio está em identificar oportunidades para utilizar a tecnologia na expansão dos negócios.
Segundo ele, apesar das transformações provocadas pela IA, o componente humano continuará essencial na atividade seguradora. “Nunca, na história, uma tecnologia serviu tanto para humanizar e potencializar uma atitude humana. Ela não vai nos substituir porque, no seguro, o sentimento humano e o cuidado do corretor continuam fundamentais”, afirmou.
Nesse contexto, a capacitação contínua foi apontada como uma das prioridades do setor. Lucas destacou a estrutura de ensino oferecida pela ENS e afirmou que esta é a maior participação da instituição em uma edição do Congresso dos Corretores.
O presidente do Sincor-RJ, Ricardo Garrido, chamou a atenção para o profissionalismo e a responsabilidade exigidos dos corretores. “Sou um entusiasta da profissão porque o corretor de seguros leva algo que não tem preço: a proteção que todos cidadão merece”, afirmou. Para Garrido, a importância da atividade exige preparação constante e capacidade de agregar valor ao atendimento prestado à sociedade.
A tradição do Rio de Janeiro no Mercado de Seguros também foi destacada durante a cerimônia. O prefeito Eduardo Cavaliere ressaltou a presença histórica do setor na cidade e defendeu o fortalecimento da atuação institucional da Susep na capital fluminense. “A sede da Susep de verdade só tem uma, e é no Rio de Janeiro”, disse. Cavaliere colocou o município à disposição para oferecer as condições necessárias para ampliar a presença da autarquia na cidade e destacou o significado da realização do Congresso no estado.
O deputado federal Hugo Leal também reforçou a importância da atuação humana diante do avanço tecnológico. Segundo ele, a tecnologia promove eficiência, mas o talento é responsável pela inovação. “Nada substitui o talento, assim como nada substitui o corretor de seguros”, concluiu.
Nicholas Godoy, do Rio de Janeiro
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]]>The post Allianz: O consumidor como ponto de partida appeared first on Revista Apólice.
]]>Nos últimos dois anos, o movimento mobilizou centenas de colaboradores e ajudou a impulsionar uma série de iniciativas voltadas à inovação, ao desenvolvimento de produtos e ao aprimoramento da experiência de quem está na ponta. Agora, a companhia começa uma nova etapa dessa jornada: fortalecer a presença regional e ampliar os pontos de contato com o público de Norte a Sul. A estratégia parte da constatação de que não existe um único mercado de seguros em um país tão grande e plural quanto o nosso, refletindo os vários “Brasis” encontrados em um único País.
“Enquanto algumas regiões apresentam vocação para o agronegócio, outras concentram polos industriais, empresas de tecnologia, negócios familiares ou cadeias logísticas complexas”, explica Eduard.
A TRANSFORMAÇÃO CHEGA ÀS RUAS
Essa evolução levou a Allianz a revisitar a maneira como se apresenta ao público. Lançada em agosto deste ano, a campanha “Quem tem Allianz está pronto para viver o melhor”, estrelada por Fernanda Lima, sustenta o movimento iniciado em 2024 e reforça uma visão do seguro que vai além da proteção diante de imprevistos. As peças mostram que, quando pessoas e empresas contam com a segurança de estarem protegidas, ganham tranquilidade para viver seus projetos, conquistas e aproveitar os momentos mais importantes da vida.
A ação acompanha a estratégia da seguradora de ampliar sua capilaridade e a presença da marca pelo Brasil. À medida que fortalece a atuação regional e estreita o relacionamento com clientes, corretores e parceiros, a Allianz também busca estabelecer uma conexão mais próxima com os brasileiros. “A comunicação precisava acompanhar essa nova fase para refletir a Allianz que estamos construindo: uma marca mais próxima, mais humana e cada vez mais conectada às necessidades das pessoas. Queremos estar presentes nos momentos que realmente importam, porque acreditamos que a proteção faz parte dos projetos, dos sonhos e das conquistas dos brasileiros. Nosso propósito na Allianz é traduzir esse compromisso em cada interação com nossos clientes, para que tenham a tranquilidade e a confiança necessárias para viver o melhor”, diz Maria Clara Ramos, diretora executiva de Transformação, Estratégia e Marketing da Allianz Seguros.
Para Eduard Folch, essa mudança também acompanha uma transformação na forma como o próprio mercado conversa com a sociedade. “O seguro continuará sendo essencial para proteger as pessoas e os patrimônios, mas ele também representa a confiança para realizar sonhos. E nós queremos ampliar essa percepção”, conclui.
*Matéria originalmente publicada na edição 322 da Revista Apólice
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]]>The post 24º CONGRESSO: allseg leva D&O, E&O e seguros aeronáuticos appeared first on Revista Apólice.
]]>Com a consolidação de seu posicionamento no mercado e o marco de R$ 829 milhões em prêmios emitidos no último exercício, a allseg destaca no evento lançamentos como os seguros de Responsabilidade Civil Profissional (D&O e E&O). Outro destaque do portfólio é a linha de seguros aeronáuticos que ampara operações de RETA e Casco para aeronaves tripuladas e uma base de mais de 10 mil drones comerciais protegidos.
De acordo com o presidente da allseg, Pedro Pereira de Freitas, a expansão da linha de produtos reflete a capacidade técnica e a agilidade operacional que a companhia oferece aos parceiros de distribuição.
“A evolução do nosso portfólio responde diretamente às demandas por proteção patrimonial e gestão de riscos em setores altamente especializados. Investimos continuamente em sistemas mais ágeis, na ampliação da nossa equipe técnica e jurídica e em ferramentas de cotação e atendimento online, como a abertura de sinistros e serviços via site e WhatsApp. O objetivo é garantir que o Corretor encontre na allseg a flexibilidade e a rapidez operacionais necessárias para fechar negócios com eficiência”, afirma Pedro.
Para o diretor de Operações da empresa, Marcelo de Freitas, a participação no Congresso reforça o momento de expansão da companhia e a estratégia de manter uma relação cada vez mais próxima com os parceiros de distribuição. Essa proximidade também está presente no Auto Probo, que incorpora o conceito do Carinho da Vovó para traduzir, de forma leve e acolhedora, um atendimento pensado para cuidar dos segurados nos momentos em que eles mais precisam. A iniciativa reforça a evolução de uma companhia com mais de 30 anos de trajetória, que alia experiência e solidez a novas formas de se conectar com seus parceiros e clientes.
“Estamos vivendo uma fase de crescimento consistente, sustentada pela ampliação do portfólio, pelo investimento em tecnologia e, principalmente, pela proximidade com o mercado. O Congresso da Fenacor é uma oportunidade importante para transformar relacionamento em negócios e mostrar aos Corretores, Representantes e Assessorias que a seguradora está preparada para apoiar o crescimento de suas carteiras”, ressalta.
O diretor da Unidade de Negócios da allseg, Valmir Rodrigues, reforça que a atuação da companhia está pautada no fortalecimento da parceria com a estrutura de distribuição e na autonomia de atendimento expressa no mote institucional da marca no evento.”O conceito ‘Aqui você fala com quem decide’ sintetiza a nossa proposta de valor para o mercado. A allseg mantém uma relação de extrema proximidade e portas abertas com Corretores, Representantes e Assessorias. Estamos no Congresso com um time de especialistas e consultores para ouvir as demandas do mercado, apoiar a diversificação de carteiras em linhas como D&O, RC Ônibus e Auto Probo e, acima de tudo, realizar negócios”, enfatiza Rodrigues.
Outro ponto positivo destacado para 2026 é que a companhia já iniciou seu projeto de capacitação dos parceiros, criando conteúdos relevantes e materiais de vendas que auxiliarão Corretores e Assessorias em seus processos comerciais. “A ideia é oferecer treinamento gravado sobre os principais produtos da companhia e disponibilizar materiais, tanto técnicos como de vendas, que otimizarão mais uma etapa da jornada. Simples, práticos e objetivos, prontos para que façam mais negócios todos os dias”, anunciou Pedro Pereira de Freitas.
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]]>The post Howden aponta que desafios da saúde corporativa são os mesmos no mundo inteiro appeared first on Revista Apólice.
]]>A avaliação faz parte das conclusões do estudo Global Employee Health Report 2026, desenvolvido pela Howden para analisar não apenas a inflação médica, mas também tendências de tecnologia, comportamento dos trabalhadores e diferenças entre os sistemas de saúde de diversos países. Segundo Ramsook, a intenção foi fugir de uma análise concentrada nos Estados Unidos e no Reino Unido e compreender as particularidades de cada mercado.
Essa abordagem evidencia diferenças importantes entre Brasil, Europa e Estados Unidos. Em boa parte dos países europeus, os sistemas públicos têm papel relevante e os planos privados funcionam, muitas vezes, como complemento ou como uma forma de acelerar o acesso a diagnósticos e tratamentos. No Reino Unido, por exemplo, determinadas condições crônicas permanecem sob responsabilidade do sistema público, enquanto a assistência privada é utilizada para outros tipos de atendimento.
Nos Estados Unidos, a situação é diferente, com custos elevados e maior responsabilidade dos empregadores e indivíduos pelo financiamento da assistência. Ramsook cita que a cobertura de uma família pode superar US$ 20 mil, além de franquias elevadas. No Brasil, por sua vez, o plano de saúde privado está presente em grande parte das empresas dos principais setores e se tornou o principal canal de acesso à assistência para muitos trabalhadores.
“Saúde no Brasil deixou de ser visto como um benefício para se tornar uma parte central da infraestrutura”, afirma Ramsook. Para ele, essa característica torna o mercado brasileiro diferente de outros países, especialmente na maneira como doenças graves são tratadas entre trabalhadores do ambiente corporativo.
Um dos pontos que mais chamaram a atenção no levantamento foi a diferença entre a percepção das seguradoras e a dos empregadores. Na visão das companhias de seguros, o câncer aparece como principal responsável pelos sinistros de maior impacto financeiro, seguido por doenças cardiovasculares e problemas musculoesqueléticos. Entre os empregadores, porém, a saúde mental surge como a principal preocupação.
No Brasil, 59% dos participantes apontaram preocupação com o tema. Ramsook considera que o resultado não significa necessariamente que os trabalhadores brasileiros apresentem maior incidência de problemas de saúde mental. Uma possibilidade é que o País tenha menor estigma em relação ao assunto e maior disposição das empresas para reconhecer seus efeitos. “A minha percepção é que provavelmente não existe uma necessidade ou prevalência genuinamente maior na força de trabalho brasileira”, diz. Para o executivo, o resultado pode estar associado à cultura brasileira, que mostra pessoas mais ‘felizes’, e à maior abertura para discutir saúde mental.
A preocupação empresarial também está relacionada aos impactos sobre os negócios. Os problemas de saúde mental podem provocar afastamentos, absenteísmo, perda de produtividade e alterações de comportamento capazes de afetar os resultados das organizações. Nesse cenário, a prevenção ganha espaço, mas Ramsook alerta para a necessidade de ir além de programas genéricos de bem-estar. Iniciativas de well-being se disseminaram nos últimos anos, porém nem sempre seus resultados são mensuráveis. Na saúde mental, prevenção significa preparar trabalhadores para lidar com estresse, desenvolver resiliência e saber onde encontrar apoio adequado. A cultura das empresas também tem peso nesse processo, principalmente em atividades marcadas por grande pressão e cargas elevadas de trabalho.
A prevenção também passa pela compreensão do perfil da população de cada empresa. Idade, gênero, estágio de vida, localização e ocupação ajudam a identificar riscos e orientar programas de saúde. Ramsook cita o diabetes como exemplo de como as condições físicas e mentais estão conectadas. Além dos impactos clínicos, a doença pode estar associada a estresse, ansiedade e problemas de sono. No Brasil, o levantamento também identificou preocupação com doenças relacionadas à obesidade e problemas cardiovasculares.
O problema ganha dimensão adicional diante da inflação médica. Segundo Ramsook, os aumentos de custos estão atualmente na casa dos dois dígitos em praticamente todos os países analisados. Mantido esse ritmo e sem mudanças na gestão dos benefícios, os gastos dos empregadores podem dobrar em menos de cinco anos.
Ao mesmo tempo, avanços como imunoterapias, terapias genéticas e medicina personalizada ampliam as possibilidades de tratamento, mas chegam acompanhados de custos elevados. A equação coloca prevenção e gestão da jornada assistencial entre as prioridades para os próximos anos.
Pontos como a Inteligência artificial, aprendizado de máquina e automação de processos devem ter participação crescente na transformação dos benefícios de saúde. Na avaliação de Ramsook, essas ferramentas poderão ampliar a interação com os trabalhadores, apoiar decisões e estimular maior responsabilidade individual sobre hábitos e saúde.
No Brasil, entretanto, a tecnologia sozinha não resolve o problema. A facilidade de acesso a especialistas e hospitais de referência é uma vantagem do sistema privado, mas também criou expectativas elevadas entre os beneficiários. “Nem sempre procurar diretamente o especialista mais renomado é o caminho mais eficiente para determinado problema”, avisa Ramsook.
Por isso, ele vê espaço para modelos com triagem e serviços de concierge, capazes de orientar o paciente ao atendimento adequado em cada etapa. “A estratégia pode contribuir para controlar custos sem comprometer os resultados clínicos. Soluções complementares, como clínicas de atendimento imediato e ferramentas digitais direcionadas a determinadas condições, também tendem a ganhar espaço”.
Outro movimento será a personalização. Em vez de benefícios iguais para toda a população, as empresas poderão considerar gênero, idade e estágio de vida na construção das coberturas. Ramsook chama atenção especialmente para a saúde feminina, lembrando que grande parte dos medicamentos e tratamentos disponíveis foi historicamente desenvolvida tendo os homens como referência.
Ele antecipa: “o desafio será equilibrar acesso, inovação e sustentabilidade financeira”. Para Ramsook, o mercado brasileiro poderá chegar a um ponto em que a capacidade do setor privado e o aumento dos custos exijam novas formas de interação entre assistência pública e privada. As dimensões continentais do País e as diferenças regionais na oferta de hospitais e serviços acrescentam complexidade a essa discussão.
Apesar das pressões, o executivo interpreta alguns indicadores brasileiros de maneira positiva. A utilização dos serviços e a disposição para procurar apoio em saúde mental demonstram, segundo ele, confiança dos trabalhadores no canal privado. “O próximo passo será preservar essa confiança enquanto empresas, operadoras e seguradoras buscam ampliar a capacidade de atendimento e controlar uma conta que cresce em ritmo acelerado. Há uma expectativa de que o plano privado de saúde faça mais aqui do que em qualquer outro lugar do mundo”, conclui Ramsook.
DESTAQUES DO ESTUDO
• Peso do plano empresarial: 67% dos profissionais ouvidos no Brasil recorreram exclusivamente ao plano oferecido pela empresa para o tratamento de saúde mais grave realizado nos 12 meses anteriores, ante 40% globalmente. Entre os brasileiros, 74% tiveram o tratamento integralmente coberto pelo plano empresarial, contra 56% na amostra global.
• Pressão dos custos médicos: a tendência médica projetada para 2026 é de 10,8% no Brasil, ante 10,6% globalmente e 10,5% na América Latina.
• Acesso ao cuidado: 26% dos brasileiros afirmaram ter pago separadamente por atendimento porque a espera pelo plano empresarial era longa demais, frente a 20% globalmente.
• Saúde mental: 59% dos profissionais brasileiros buscaram tratamento relacionado à saúde mental, ante 50% na amostra global.
Kelly Lubiato, de São Paulo
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]]>The post Akad mira alta de 30% na base de clientes em transportes appeared first on Revista Apólice.
]]>Disponível desde abril de 2026, a ferramenta integra a estratégia da companhia para ampliar sua atuação entre pequenas e médias transportadoras. Atualmente, as PMEs representam 50% da carteira de transportes da seguradora, percentual que a Akad pretende elevar para 70%. A iniciativa também busca aumentar a participação de corretores que não são especializados no ramo de transportes, com a parametrização de regras de aceitação, limites de cobertura e condições comerciais conforme o perfil de cada risco.
Desde o lançamento, cerca de 4 mil cotações passaram pela plataforma, resultando na emissão de 158 apólices. Atualmente, mais de 70% das cotações de transportadores ainda chegam à companhia pelo fluxo tradicional. A meta é inverter essa proporção e levar pelo menos 80% do volume para o Transportador Digital em até um ano.
Para alcançar esse objetivo, a companhia está direcionando os novos clientes para o Transportador Digital e migrando as renovações que ainda passam pelo fluxo tradicional. Paralelamente, a companhia trabalha na evolução do produto, com a implementação de
novas funcionalidades e melhorias que buscam simplificar a jornada de cotação, tornando o processo mais rápido e simples para o mercado.
A carteira de transportes da Akad contemplada pelo processo de migração para a plataforma movimentou R$140 milhões em prêmios no último ano e reúne 3 mil segurados. O Transportador Digital reúne atualmente duas das principais coberturas destinadas ao transporte rodoviário de cargas: o RCTR-C, que cobre danos à carga decorrentes de acidentes durante o transporte, e o RC-DC, voltado à proteção contra roubo e desvio de carga. A plataforma parametriza regras de aceitação, limites de cobertura e condições comerciais conforme o perfil do risco. Dessa forma, as propostas que atendem aos critérios definidos podem ser precificadas e aprovadas automaticamente, enquanto os casos mais complexos continuam sendo direcionados à equipe de subscrição.
A automação já trouxe ganhos de produtividade e capacidade de atendimento, além de contribuir para a redução do prazo de resposta aos clientes. O prazo médio de retorno das propostas que precisam passar pela subscrição caiu de três dias para menos de 24 horas. Dentro da operação da Akad, o tempo dedicado pelo subscritor à análise de cada caso não aprovado automaticamente também foi reduzido de 30 para sete minutos.
Sem o produto, a seguradora estima que precisaria ampliar sua equipe de subscrição entre 25% e 30% para absorver o crescimento projetado. A tecnologia permite que os profissionais concentrem sua atuação nos riscos mais complexos, enquanto as propostas enquadradas nos parâmetros predefinidos seguem pelo fluxo automático.
“Mais do que digitalizar a cotação, queremos ampliar a capacidade de atendimento da Akad e tornar o seguro de transportes mais acessível aos corretores, inclusive àqueles que não são especialistas nesse ramo. Ao automatizar os casos que atendem aos critérios definidos, conseguimos oferecer respostas mais rápidas e permitir que a equipe técnica se concentre nos riscos que realmente exigem uma análise individualizada”, afirma Ivor Moreno, head de Transportes e Resseguro da Akad Seguros.
A próxima etapa da plataforma será direcionada à simplificação da experiência do corretor. Em setembro, a ferramenta permitirá que o usuário faça o upload automaticamente dos documentos necessários para a cotação. O Transportador Digital destaca-se pela facilidade e segurança de sua operação, além da capacidade de transformar as informações do questionário de risco em uma cotação
simples, rápida e assertiva, independentemente do nível de especialização do corretor. A proposta é tornar o seguro de transportes mais acessível, simplificando e agilizando a rotina dos profissionais que atuam no segmento.
A atualização deverá combinar a facilidade do envio tradicional com a agilidade e a rastreabilidade do processo digital, facilitando o trabalho do corretor e oferecendo mais transparência sobre as informações consideradas na avaliação do risco. Além do fluxo guiado dentro do sistema, a Akad disponibiliza materiais de treinamento para as equipes internas e para os corretores, com orientações sobre o uso eficiente da plataforma.
“O corretor terá uma jornada mais simples e segura, com maior clareza sobre os dados utilizados na precificação e sobre as condições apresentadas ao cliente. Com a leitura automática do questionário, queremos retirar uma das principais barreiras à adoção da plataforma e acelerar a migração das cotações para o ambiente digital”, acrescenta Moreno.
A Akad também planeja integrar à plataforma o RC-V, modalidade de Responsabilidade Civil Veicular, com expectativa de disponibilização no quarto trimestre de 2026. Com as novas funcionalidades, a Akad pretende transformar o Transportador Digital em um dos principais vetores de expansão de sua carteira de transportes, combinando crescimento entre PMEs, ganho de escala e maior eficiência na relação com os corretores.
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]]>The post Seguro residencial da Mapfre cresce 50% em Belo Horizonte appeared first on Revista Apólice.
]]>O seguro residencial da Mapfre tem como base uma cobertura básica abrangente, com proteção contra incêndio, queda de raio, explosão, fumaça e sinistros correlatos associada a mais de uma dezena de coberturas adicionais. A flexibilidade do produto permite a modelagem da apólice conforme a exposição ao risco de cada residência, cobrindo desde danos elétricos, vendavais e roubo de bens até soluções de nicho, como a cobertura para veículos em garagem.
Além da proteção contra sinistros, o portfólio agrega serviços emergenciais de manutenção que desde a infraestrutura básica (como chaveiros, eletricistas e encanadores) até demandas de tecnologia e segurança predial, como a cláusula de Proteção Digital, desenhada para dar suporte contra fraudes eletrônicas e exposição de dados em dispositivos conectados.
Apesar do avanço na conscientização do consumidor, estima-se que apenas 17% dos domicílios no país contem com alguma modalidade de proteção securitária. Porém, em Belo Horizonte, o desempenho foi significativo. No primeiro semestre de 2026, as vendas de seguro residencial cresceram 50%, demonstrando a força da atuação comercial e o potencial de expansão desse segmento no mercado mineiro.
Os resultados refletem em uma estratégia da companhia focada na proximidade com os corretores, na diversificação das carteiras e na ampliação da oferta de soluções de proteção para os clientes.
Para Diego Bifoni, diretor territorial MG, RJ e Centro Oeste da Mapfre, o diferencial competitivo do segmento reside na capacidade de personalização das apólices: “O seguro residencial moderno vai muito além da cobertura básica contra incêndios. Ele se transformou em um ecossistema de conveniência diária. Na Mapfre, apostamos na flexibilidade de coberturas adicionais e em assistências emergenciais robustas como fatores decisivos de escolha. O cliente valoriza a tranquilidade de saber que, além de ter seu bem protegido contra imprevistos severos, ele conta com suporte imediato para as demandas operacionais da casa”, afirma o executivo.
O Brasil tem cerca de 160 milhões de animais de estimação (média de 1,8 por residência no país), segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Cães e gatos passaram a ser membros integrantes do núcleo familiar e a Mapfre inseriu em seu portfólio a assistência “Meu Pet”.
A nova cobertura atende cães e gatos que vivem no imóvel segurado e permite a inclusão de até dois animais por apólice, reunindo atendimentos veterinários e suporte em situações de rotina e emergência. Além disso, reúne serviços como telemedicina veterinária, consultas presenciais eletivas e de urgência, exames laboratoriais, além da aplicação de vacinas em rede credenciada e um serviço de concierge para indicação de clínicas, pet shops e outros prestadores especializados.
A solução foi desenhada para o seguro residencial com apoio da MAWDY, empresa de assistências do grupo Mapfre, para a operacionalização dos serviços oferecidos neste produto.
“A inclusão de uma linha de atendimento voltada exclusivamente ao bem-estar dos animais demonstra como a Mapfre acompanha as transformações da estrutura familiar contemporânea. Ao acoplar a assistência pet ao ecossistema do seguro residencial, entregamos uma solução que protege os bens materiais e apoia o cuidado com o que há de mais valioso para o cliente”, destaca Diego Bifoni.
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]]>The post SindsegSC promove 4º Almoço do Mercado Segurador appeared first on Revista Apólice.
]]>Entre os destaques desta edição está a palestra da Dra. Glauce Carvalhal, diretora jurídica da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que abordará o tema “O Futuro do Direito do Seguro no Brasil”. A apresentação trará reflexões sobre as transformações do Direito do Seguro e as perspectivas para o setor diante das mudanças regulatórias e dos novos desafios do mercado.
O encontro também integra as comemorações dos 102 anos do SindsegSC, celebrados no dia 28 de agosto. A ocasião representa mais um momento para celebrar a trajetória da entidade e sua atuação em favor da integração e do desenvolvimento do mercado segurador catarinense.
As inscrições estão abertas e custam R$ 99,50 por participante, sem bebidas incluídas. Segundo a organização, as vagas são limitadas.
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]]>No palco principal, Eduard Folch, presidente da Allianz Brasil, participará do painel “A nova era da distribuição de seguros no Brasil e o futuro do setor”, que acontecerá no dia 28 de agosto, às 9h30, com a mediação do presidente da Fenacor, Armando Vergílio. O debate chega em um momento de mudanças na indústria, marcado pela incorporação de novas tecnologias, busca por maior eficiência nos processos e novas expectativas dos consumidores.
“Vivemos um momento de transformação, com novas necessidades e expectativas da sociedade. Esse cenário reforça a importância de o mercado de seguros continuar avançando na criação de soluções mais simples, acessíveis e relevantes para diferentes perfis de brasileiros. A tecnologia contribui para esse movimento, trazendo mais agilidade e eficiência, enquanto a proximidade, o conhecimento e a capacidade de orientação dos corretores seguem essenciais para ampliar o acesso à proteção”, afirma Eduard.
Outro ponto da programação será a Sala de Negócios Allianz, que terá capacidade para 100 pessoas e receberá seis apresentações que abordarão diferentes frentes. No dia 28, às 14h30, a diretora de Frotas, Livia Prata, destacará o segmento como diferencial competitivo. Na sequência, às 15h50, Caio Souza, diretor de Vida, falará sobre o papel dessa solução na proteção financeira. Já Leandro Mihara, diretor de Transportes, mostrará as oportunidades e os desafios da área em uma palestra agendada para às 17h10.
No dia 29, às 14h30, o diretor de Patrimoniais e Prevenção de Perda, Fabio Maretti, abre a programação destacando os riscos e as oportunidades dos mercados de Patrimoniais e Engenharia; enquanto Ana Freitas, diretora de Automóvel, mostrará como transformar desafios em oportunidades nessa carteira. Para encerrar as apresentações, às 17h10, a diretora de Massificados, Veronica Gomes, mostrará como as mudanças no perfil de empresas, condomínios e residências criam novas oportunidades para a proteção patrimonial.
A presença da Allianz se estenderá à Exposeg, realizada paralelamente ao Congresso. No espaço, voltado ao relacionamento e aos negócios, a seguradora terá um estande exclusivo onde lideranças de diversas áreas da companhia receberão os congressistas. Quem passar pelo estande também poderá participar de duas ativações. No “Plinko Alliadoz”, serão apresentados, de maneira interativa, os pilares e benefícios do principal programa de relacionamento da seguradora. Já o “Quiz Allianz” testará os conhecimentos dos participantes sobre diversos temas relacionados à empresa, promovendo o engajamento e a conexão com a marca.
Nelson Veiga, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, afirma que a participação em diferentes ambientes do Congresso permite que a Allianz mantenha uma agenda ainda mais próxima dos parceiros. “Mais do que apresentar soluções, queremos aproveitar o Congresso para entender o que acontece na ponta, quais são as oportunidades que os corretores estão enxergando e como podemos ajudá-los a desenvolver os seus negócios”, diz. “Será uma grande oportunidade para aprofundarmos essas conversas em diferentes segmentos e mostrarmos, na prática, como a Allianz pode apoiar o corretor em suas estratégias de crescimento.”
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