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]]>O risco permanece elevado mesmo com a redução do total de ocorrências. Segundo o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o país registrou 830.890 celulares roubados ou furtados em 2025, 9% menos que os 909.753 de 2024. Os movimentos, porém, foram opostos: os roubos recuaram 18,6%, de 377.787 para 308.723, enquanto os furtos cresceram 0,9%, de 477.326 para 483.561.
Sem violência ou ameaça direta, o furto costuma ocorrer sem percepção imediata da vítima, sobretudo em locais movimentados e no transporte público. Essa modalidade já responde por 61% das ocorrências de subtração de celulares. O avanço de 0,9% acrescentou mais de 6 mil casos às estatísticas em um ano, média de aproximadamente 1.325 registros por dia em 2025.
O impacto sobre o orçamento aparece na pesquisa Expansão de seguros inclusivos em comunidades periféricas, realizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pelo Instituto Locomotiva. Entre os entrevistados, 60% disseram já ter o celular levado ou conviver com alguém que passou por essa situação sem conseguir comprar outro imediatamente. Ao mesmo tempo, 53% das famílias não cobrem todas as despesas básicas do mês, 36% pagam as contas sem nenhuma sobra e apenas 11% terminam o período com algum recurso disponível.
Nesse cenário, a reposição inesperada pode exigir endividamento ou o uso de recursos destinados a alimentação, transporte e moradia. Para quem depende do telefone para receber pedidos, atender clientes, fazer pagamentos ou acessar plataformas digitais, o prejuízo inclui também dias ou semanas de renda comprometida.
O equipamento físico é apenas parte do interesse dos criminosos. Aplicativos bancários, carteiras digitais, documentos e dados pessoais podem ser usados para transferências, empréstimos, invasão de redes sociais e golpes contra contatos da vítima. Pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Datafolha, realizada em março de 2026, mostrou que 78,8% da população teme ter o celular roubado ou furtado; o receio de golpes pela internet ou pelo telefone chega a 83,2%.
A resposta, portanto, exige duas frentes: bloquear o aparelho, a linha, as contas bancárias e os acessos vinculados ao dispositivo; e lidar com o custo de reposição e a eventual interrupção das atividades que dependem dele.
Proteção para o aparelho e para a vida financeira
Para Sidemar Spricigo, presidente da Comissão de Seguros Gerais Afinidades da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a ampliação do risco exige uma visão integrada.
“O celular concentra hoje patrimônio, renda e acesso à vida financeira. Quando ele é levado, o prejuízo pode ir muito além do valor do equipamento. O seguro para celular e o seguro contra golpes bancários, conhecido como seguro Pix, oferecem camadas complementares de proteção: o primeiro pode amparar a reposição do aparelho; o segundo, prejuízos decorrentes do uso fraudulento de aplicativos bancários ou de transferências sob coação, sempre nas situações previstas na apólice. É uma proteção que acompanha o consumidor no dia a dia e ajuda a preservar o orçamento familiar”, afirma.
No seguro celular, a cobertura pode incluir roubo, furto qualificado e danos acidentais, conforme a contratação. Já o chamado seguro Pix pode prever transferências sob coação, como em situações de ameaça, roubo ou sequestro, além de modalidades específicas de fraude eletrônica. A proteção não é automática para todo tipo de golpe ou transferência voluntária: eventos cobertos, limites e exclusões variam entre as apólices.
Antes de contratar, o consumidor deve comparar prêmio, franquia, critérios de indenização, eventual depreciação do aparelho, documentos exigidos e exclusões. Furto simples e furto qualificado, por exemplo, podem receber tratamentos diferentes. Também é importante considerar o valor e o tempo de uso do celular e se ele é indispensável ao trabalho ou ao estudo. O corretor de seguros pode auxiliar na escolha da cobertura mais adequada.
O seguro não impede o crime nem substitui os cuidados de segurança digital, mas pode reduzir o impacto de uma perda repentina e evitar que o consumidor tenha de absorver sozinho um prejuízo capaz de desorganizar o orçamento familiar.
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]]>The post Tokio Marine leva IA e realidade virtual à feira da Poli-USP appeared first on Revista Apólice.
]]>Com um estande de 21 m², a seguradora terá atividades interativas voltadas aos estudantes, incluindo uma experiência em realidade virtual que apresenta a trajetória de um participante do Programa de Estágio Tokio Millennium, desde o ingresso na empresa até os aprendizados ao longo da jornada.
O espaço também contará com um totem fotográfico com inteligência artificial, que permitirá aos visitantes criar imagens personalizadas ao lado da personagem Marina, utilizada pela companhia em suas ações de comunicação.
Segundo a Tokio Marine, a participação no evento faz parte da estratégia de aproximação com universitários e busca apresentar aos estudantes as possibilidades de carreira no setor de seguros, além de reforçar iniciativas relacionadas à tecnologia e desenvolvimento de profissionais.
“Participar do Workshop Integrativo da Poli-USP é uma oportunidade importante para estreitar nosso relacionamento com estudantes que estão construindo suas trajetórias profissionais. Queremos mostrar que a Tokio Marine é uma empresa que investe em inovação, desenvolvimento humano e na formação de novos talentos. Ao proporcionar experiências imersivas e interativas, buscamos apresentar nossa cultura de forma autêntica, inspirando os jovens a conhecerem mais sobre o mercado de seguros e sobre as possibilidades de crescimento que oferecemos”, afirma Luciana Amaral, diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine.
As inscrições para o próximo ciclo do Programa de Estágio Tokio Millennium ainda não estão abertas. Durante o workshop, os estudantes poderão conhecer a iniciativa, esclarecer dúvidas sobre o processo seletivo e entender a jornada de desenvolvimento oferecida pela companhia. O processo está previsto para ocorrer no final do semestre.
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]]>The post Semana do Clima: novo cenário climático desafia o papel do seguro appeared first on Revista Apólice.
]]>Ao abrir os debates, a diretora-executiva do iCS, Maria Netto, destacou que o papel do seguro precisa ser ampliado diante dos desafios climáticos. Segundo ela, a lógica da atividade vai além da precificação dos riscos e deve envolver mecanismos capazes de fortalecer a resiliência dos territórios. “A lógica do seguro é entender que o risco existe e precificar esse risco. Mas precisamos olhar além da precificação e entender como podemos gerir melhor essas ferramentas para fortalecer a resiliência climática”, alertou.
A executiva também ressaltou a importância das Parcerias Público-Privadas (PPPs) para ampliar investimentos em áreas estratégicas, como infraestrutura urbana e saúde. Segundo Maria Netto, o iCS tem trabalhado no desenvolvimento de propostas que aproximem diferentes setores da agenda climática, incluindo o mercado segurador. “Já temos mais de 600 propostas para que os setores, principalmente o de seguros, consigam ocupar mais espaço no papel de proteção da sociedade”, disse.
Um dos pontos discutidos durante o encontro foi a necessidade de abandonar uma visão baseada apenas em previsões tradicionais e adotar uma postura mais preventiva diante das mudanças climáticas. Mediada pela diretora de sustentabilidade da Mapfre, Fátima Lima, o primeiro painel sobre riscos climáticos e proteção financeira discutiu como fenômenos, como o El Niño, passaram a exigir uma nova abordagem de gestão de riscos diante da maior ocorrência de eventos extremos associados às mudanças climáticas.
“Quando falamos do El Niño para o setor de seguros, ele não é uma novidade, mas ele vem se mostrando de formas diferentes”, afirmou Fátima.
A presidente do Comitê Diretor do Sistema Global de Observação do Clima (GCOS), Thelma Krug, destacou que a ciência já possui informações suficientes para orientar decisões, mesmo diante das incertezas. Segundo ela, o desafio atual é transformar conhecimento em ação, principalmente porque os eventos extremos estão ocorrendo de maneira mais rápida e exigindo novas formas de preparação. “As decisões precisam ser tomadas antes de qualquer certeza”, comentou.
A cientista lembrou do caso do Rio Grande do Sul como exemplo da necessidade de adaptação contínua. Para ela, o episódio registrado no estado mostrou que regiões consideradas vulneráveis precisam trabalhar com planejamento permanente. “O caso do Rio Grande do Sul ainda não acabou. O estado continua sofrendo novamente. Temos a ciência necessária para nos adaptar de fato”, ponderou.
Outro ponto levantado foi a necessidade de incluir populações mais vulneráveis nas estratégias de adaptação climática. O embaixador Antonio Costa e Silva, da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Ministério das Cidades, destacou que comunidades localizadas em áreas de risco precisam fazer parte da construção das políticas públicas. Segundo ele, a discussão passa também pelo desafio urbano brasileiro, considerando que 87% da população vive em cidades. O representante destacou ainda que aproximadamente 20% dos assentamentos informais, favelas e comunidades estão localizados em áreas frágeis.
Para Costa e Silva, ações de mapeamento territorial, investimentos em drenagem, contenção de encostas e soluções baseadas na natureza são caminhos para aproximar a população das iniciativas de prevenção. “Quando olhamos para políticas públicas dentro das comunidades, é preciso que as pessoas que vivem nesses territórios entendam o que está acontecendo e como podem participar dessa agenda”, afirmou.
Abordando sobre a utilização inteligente de dados para prevenção, a CEO da Porto Seguros, Patrícia Chacon, destacou que esse recurso é fundamental para ampliar a proteção diante dos eventos climáticos, e a atuação das seguradoras deve, segundo ela, se apoiar em três pilares: redução da lacuna de proteção, resposta rápida após os eventos e prevenção. “A pessoa precisa voltar o mais rápido possível para sua rotina, porque depois de um evento climático ela se sente perdida”, apontou.
Patrícia explicou ainda que informações sobre clientes, regiões e padrões de risco podem ajudar seguradoras e governos a desenvolver respostas mais rápidas e eficientes. Ela também destacou iniciativas de parceria com municípios e estudos voltados à gestão preventiva dos riscos climáticos.
Um dos principais desafios apontados foi o acesso dos pequenos empreendedores às ferramentas de proteção. O diretor técnico do SEBRAE, André Schelini, chamou atenção para a dificuldade de conciliar o custo do seguro com a realidade financeira de parte dos empreendedores rurais, por exemplo. “Temos um desafio populacional onde o custo do seguro pode ser inviável para a sociedade diante de uma realidade econômica mais restrita”, afirmou. Schelini ressaltou também sobre a importância de respostas mais rápidas após eventos extremos, permitindo reorganização financeira e continuidade da produção.
A participação do setor financeiro também reforçou a necessidade de integrar seguros, crédito e gestão de riscos climáticos. Em sua fala, a gerente de Sustentabilidade do Banco Central do Brasil, Viviane Torinelli, explicou que o tema já está inserido na agenda estratégica da instituição, com foco em ampliar o conhecimento sobre riscos, aumentar a transparência e aprimorar os mecanismos de regulação e supervisão financeira.
O desafio, de acordo com a executiva, é identificar pontos de maior vulnerabilidade e compreender como esses riscos podem impactar a economia. Ela também ressaltou que o debate sobre seguros vem ganhando espaço dentro das discussões sobre custo de capital e crédito, considerando o impacto da gestão de riscos na avaliação financeira.

A adaptação climática também passa pela transformação da infraestrutura brasileira. Na segunda mesa de discussão, representantes do setor público e privado discutiram como investimentos em obras e concessões precisam incorporar critérios de resiliência desde a fase de planejamento, evitando que os recursos sejam direcionados apenas para reconstrução após grandes eventos.
Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, frisou os riscos climáticos deixaram de ser uma variável periférica e passaram a influenciar diretamente a viabilidade econômica dos projetos. Segundo ela, incorporar esses riscos desde a estruturação das iniciativas permite melhorar a precificação, orientar decisões de investimento e ampliar a resiliência das concessões públicas.
Em resposta, a diretora de Infraestrutura Sustentável do BNDES, Luciene Machado, destacou que o país vem avançando na percepção sobre os impactos climáticos, principalmente entre municípios que já vivenciaram perdas provocadas por eventos extremos. A executiva explicou que o risco climático deixou de ser apenas um aspecto qualitativo e passou a influenciar avaliações de crédito, rating das operações e definição de intervenções necessárias para preservar ativos financiados.
O desafio está em integrar governos, financiadores, empresas, seguradoras e resseguradoras para criar modelos capazes de viabilizar projetos mais preparados para os novos riscos climáticos. Nesse cenário, instrumentos como Parcerias Público-Privadas (PPPs), concessões e novas formas de transferência de risco passam a ganhar relevância.
Érika Medici, da AXA Brasil, ressaltou que o papel das seguradoras precisa ir além do pagamento de indenizações. Segundo ela, o histórico acumulado pelo setor permite desenvolver modelos de análise mais precisos e identificar oportunidades de prevenção. “Quanto mais informação temos, mais fácil é trabalhar. Não devemos olhar apenas para a cobertura, mas para uma análise correta do risco, aprendendo com cada sinistro para melhorar o próximo ciclo”, debateu.
Na visão da executiva, a evolução do mercado passa também pela educação de empresas e clientes para a criação de soluções mais sustentáveis, com maior foco em prevenção e gestão de riscos.
Complementando o debate, o diretor de Infraestrutura da Marsh, André Dabus, defendeu que o mercado segurador participe mais cedo da estruturação de projetos de concessão e infraestrutura, contribuindo desde as fases de consulta pública e planejamento. Para ele, a adaptação climática exige que obras sejam concebidas para resistir a eventos extremos, incorporando o conceito de reconstrução resiliente. “Não basta reconstruir. Precisamos reconstruir de forma resiliente para que, se um novo evento climático acontecer, ele não produza as mesmas consequências econômicas, sociais e ambientais do passado”.

Depois de discutir a infraestrutura resiliente, os debates se voltaram para o campo, onde a principal conclusão dos participantes foi a necessidade de ampliar a proteção aos produtores e tornar o seguro rural uma ferramenta cada vez mais efetiva de adaptação às mudanças do clima, com produtos adequados à realidade econômica de cada perfil de produtor.
Para o diretor técnico do Sistema OCB, João José Prieto Flávio, colocou as cooperativas como uma ponte entre produtores, crédito e soluções de gestão de risco. O conhecimento mais próximo da realidade dos associados permite uma análise mais detalhada do perfil produtivo e facilita o acesso a ferramentas financeiras. “As cooperativas brasileiras hoje estão preparadas e dentro de toda essa proteção para o produtor cooperado existe um colchão diante dos desafios climáticos”, afirmou.
Ele também abordou o avanço das cooperativas de seguros após a regulamentação prevista no novo marco das cooperativas, ampliando as possibilidades de atuação desse modelo no mercado.
Para Daniel Nascimento, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, o avanço do seguro rural depende da construção de bases de dados mais robustas. Segundo ele, práticas como plantio direto, irrigação, rotação de culturas e análise de solo já permitem uma avaliação mais detalhada do risco, mas o desenvolvimento de novos produtos depende de informações mais estruturadas. “As seguradoras precisam oferecer produtos melhores para o setor rural, mas para isso precisamos de dados mais estruturados”, disse.
O executivo destacou ainda que uma base de dados mais ampla poderá apoiar o desenvolvimento de seguros paramétricos, coberturas por talhão e soluções adaptadas aos diferentes perfis de produtores.
O diretor de soluções agro do IRB(Re), Glaucio Toyama, chamou atenção para a importância do resseguro na ampliação da capacidade de proteção do setor. Na avaliação do executivo, o mercado brasileiro ainda enfrenta limitações relacionadas à disponibilidade de capital de risco, especialmente após períodos de grandes perdas climáticas. “Capital de risco é um tema importante. Precisamos aumentar a percepção sobre capacidade de risco”, provocou.
Toyama defendeu uma revisão dos modelos atuais, com produtos mais alinhados ao perfil dos produtores brasileiros, principalmente pequenos e médios agricultores. “Precisamos discutir novos modelos, diversificar riscos e pensar em produtos diferentes para pequenos e médios produtores. O mercado precisa se reinventar”, disse.
No encerramento do debate, João Adrien, Head de ESG Agro do Itaú BBA, destacou que o futuro do seguro rural dependerá da integração com novas formas de financiamento. Para ele, a transformação do crédito rural exige que seguro e mercado de capitais caminhem juntos. “Precisamos focar no seguro rural. Ainda estamos discutindo o seguro catástrofe, que já deveria estar mais avançado, é uma pasta urgente que deve tem que ser aprovada o quanto antes”.
Na perspectiva do resseguro, Toyama apontou que os próximos anos serão decisivos para aproximar diferentes instrumentos financeiros. “Nos próximos ciclos precisamos fazer crédito, seguro e mercado de capitais andarem juntos. Ou caminhamos juntos ou vamos ficar atrasados e quem sofre é a população”, concluiu.
Nicholas Godoy, de São Paulo.
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]]>The post Swiss Re registra crescimento em todas as unidades de negócios appeared first on Revista Apólice.
]]>O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado ficou em 22,7%, ante 23,0% no primeiro semestre de 2025. O resultado do serviço de seguros, que representa o lucro de subscrição, alcançou US$ 3,5 bilhões, alta de 15%, enquanto a receita de seguros totalizou US$ 20,3 bilhões, redução de 3% na comparação anual.
A rentabilidade dos investimentos também permaneceu em patamar elevado. O retorno sobre investimentos (ROI) foi de 4,0%, enquanto o rendimento recorrente avançou para 4,2%. A companhia informou ainda que elevou sua meta de redução de custos operacionais para US$ 500 milhões até 2028, acima da previsão anterior de US$ 300 milhões até 2027.
“A Swiss Re apresentou um sólido resultado no primeiro semestre de 2026, ao mesmo tempo em que apoiou nossos clientes com mais de US$ 17 bilhões em pagamentos de sinistros. Isso demonstra a força do nosso Grupo diversificado, com cada Unidade de Negócios contribuindo para a resiliência dos nossos resultados. A área de Seguros Patrimoniais e de Responsabilidade Civil (P&C Re) continua focada em subscrição disciplinada e gestão ativa do ciclo de seguros; a área de Seguros de Vida e Saúde (L&H Re) proporciona importante estabilidade aos resultados por meio de sua ampla carteira de ativos; e a área de Soluções Corporativas está se expandindo seletivamente em mercados estratégicos de crescimento. Também continuamos a aprimorar a eficiência em toda a Swiss Re e estamos anunciando uma meta de redução de custos mais ambiciosa”, afirmou Andreas Berger, CEO do Grupo Swiss Re.
O diretor financeiro do grupo, Anders Malmström, destacou que todas as unidades de negócios contribuíram para o avanço dos resultados.
“Cada Unidade de Negócios apresentou aumento no lucro líquido no primeiro semestre. Nossos negócios de seguros de propriedade e acidentes (P&C) alcançaram fortes resultados de subscrição, impulsionados pela baixa incidência de grandes catástrofes naturais, enquanto o desempenho da L&H Re reflete margens de subscrição saudáveis e uma experiência favorável de mortalidade nos EUA. Um sólido resultado de investimento em um mercado altamente volátil reforçou ainda mais a resiliência de nossos lucros. Também estamos progredindo bem no programa de recompra de ações de US$ 1,5 bilhão que anunciamos em fevereiro, tendo concluído aproximadamente 60% até o final de julho”, disse.
A unidade de resseguros de danos (P&C Re) registrou lucro líquido de US$ 1,4 bilhão no semestre, alta de 18% em relação ao mesmo período de 2025. O índice combinado melhorou para 76,7%, ante 81,1% um ano antes, refletindo principalmente a menor ocorrência de grandes catástrofes naturais.
As indenizações relacionadas a grandes eventos naturais somaram US$ 169 milhões no semestre, enquanto os grandes sinistros provocados por eventos de origem humana alcançaram US$ 129 milhões.
Nas renovações de junho e julho, a Swiss Re renovou contratos equivalentes a US$ 4,5 bilhões em prêmios. A redução nominal média de preços foi de 1,2%, com termos e condições considerados estáveis.
A divisão Corporate Solutions registrou lucro líquido de US$ 490 milhões, crescimento de 14%, e índice combinado de 86,1%.
Segundo a companhia, o resultado foi favorecido pela qualidade da carteira, pelo desenvolvimento positivo de sinistros de anos anteriores e por perdas com catástrofes naturais inferiores às expectativas.
Durante o período, a empresa anunciou parcerias exclusivas com a Bajaj General Insurance, na Índia, e a GNP Seguros, no México, com o objetivo de ampliar sua atuação em dois dos mercados de seguros corporativos de maior crescimento no mundo.
A área de resseguros de Vida e Saúde (L&H Re) encerrou o semestre com lucro líquido de US$ 1,0 bilhão, alta de 21% sobre igual período de 2025.
O resultado foi impulsionado por margens de subscrição consideradas saudáveis e pela experiência favorável de mortalidade nos Estados Unidos. A receita de seguros cresceu 6%, para US$ 8,4 bilhões.
A Swiss Re também anunciou mudanças na alta administração. Velina Peneva, atual diretora de investimentos (CIO) do grupo, assumirá a liderança da L&H Re a partir de 1º de outubro de 2026, substituindo Paul Murray. Para a posição de CIO do grupo foi nomeado Martin Zingg, atual diretor de Desenvolvimento Corporativo e Mercados de Capitais.
“As nomeações refletem a profundidade do nosso talento interno e posicionam a Swiss Re de forma favorável para consolidar seu bom momento. Velina traz uma forte liderança e profunda experiência em alocação disciplinada de capital para riscos complexos e de longa duração, além de uma compreensão singular das questões relevantes para o cliente, que são centrais para o negócio de Seguros de Vida e Responsabilidade Civil. Enquanto isso, a vasta experiência em investimentos de Martin e mais de três décadas de liderança no setor de seguros contribuirão para fortalecer ainda mais nossa área de investimentos. Agradecemos a Paul por seu excepcional comprometimento, pelo valioso serviço prestado e pela colaboração extremamente profissional ao longo dos últimos 23 anos. Lamentamos sinceramente sua saída e desejamos a ele sucesso contínuo e tudo de bom, tanto na vida profissional quanto pessoal”, afirmou Berger.
Ao comentar as perspectivas para o restante do ano, o executivo destacou a confiança da companhia em atingir suas metas financeiras.
“Os fortes resultados financeiros do primeiro semestre nos colocam em uma posição favorável para atingirmos nossas metas financeiras para 2026, enquanto permanecemos vigilantes à medida que nos aproximamos do pico da temporada de furacões. Olhando além deste ano, vemos a demanda por resseguros e expertise em gestão de riscos continuar crescendo em um mundo em rápida transformação. Ao investir em dados, tecnologia e inteligência artificial, estamos construindo as capacidades que nos permitirão atender melhor a essa crescente demanda, ajudar nossos clientes a navegar em um cenário de riscos cada vez mais complexo e criar valor a longo prazo para nossos acionistas”, concluiu.
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]]>The post Rodobens movimenta R$ 9,9 bilhões em negócios no primeiro semestre appeared first on Revista Apólice.
]]>A produção em consórcios avançou 18,3% no semestre, enquanto o segmento de seguros registrou crescimento de 27,5%. Considerando também a produção da BR Consórcios, controlada da companhia, o volume comercializado no segmento atingiu R$ 5,7 bilhões.
Os indicadores recorrentes também apresentaram evolução. A carteira de crédito encerrou junho em R$ 22,7 bilhões, crescimento de 16,5% na comparação anual, mesmo com a redução da carteira do Banco Rodobens. As receitas futuras de consórcio e seguro prestamista somaram R$ 3,9 bilhões, avanço de 14,5%.
No segmento de produtos de crédito, os negócios gerados totalizaram R$ 607 milhões no semestre, retração de 30,7% em relação ao primeiro semestre de 2025. Segundo a companhia, o resultado reflete uma postura mais seletiva na concessão de crédito, principalmente para veículos pesados, diante de um cenário de mercado mais desafiador.
No varejo automotivo, a Rodobens movimentou R$ 4,2 bilhões em negócios. As vendas de automóveis alcançaram R$ 2 bilhões, alta de 10,6%, enquanto os negócios com veículos comerciais somaram R$ 2,1 bilhões, queda de 13,5%, acompanhando o desempenho do mercado de caminhões. O destaque ficou para a operação de ônibus Mercedes-Benz, que registrou crescimento de 97,9% em relação ao primeiro semestre de 2025, com 467 unidades vendidas.
No período, a companhia também informou que teve seu rating nacional AA+(bra), com perspectiva estável, reafirmado pela Fitch Ratings. Além disso, renovou a certificação Great Place to Work (GPTW) e recebeu dois reconhecimentos no Prêmio Cliente/SA.
“Encerramos o primeiro semestre com resultados que reforçam a consistência do nosso modelo de negócios integrado. O avanço dos serviços financeiros, principalmente em consórcios e seguros, amplia a recorrência das receitas, enquanto os indicadores do segundo trimestre mostram uma recuperação gradual do varejo automotivo. Seguimos confiantes na continuidade desse movimento ao longo de 2026”, afirma Fernando Calado de Andrade, diretor financeiro e de Relações com Investidores da Rodobens.
“Além disso, percebemos os efeitos da implementação da estratégia implantada a partir do 2º semestre de 2025, com foco na evolução do Consórcio e Seguros. A produção de R$ 5,7 bilhões do Consórcio e o crescimento de 27,5% de Seguros demonstram o caminho do crescimento que será buscado pela companhia nos próximos meses”, afirma Flávio Ferraz, presidente da Rodobens.
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]]>The post CCS-SP registra duas chapas para eleição da diretoria appeared first on Revista Apólice.
]]>Na abertura do encontro, o secretário do CCS-SP, Gilberto Januário, discorreu sobre o sentido da palavra “tradição” – atributo que reconhece na trajetória de 53 anos da entidade. “A tradição não é estática, podendo se adaptar e se reinventar ao longo do tempo”, disse. Em seguida, o ex-mentor Adevaldo Calegari, membro do Conselho Consultivo, falou sobre a responsabilidade do próximo mentor de manter o elevado nível do CCS-SP. “O Clube é referência nacional, suas ações e opiniões influenciam o mercado”, disse.
De acordo com o mentor do CCS-SP, Álvaro Fonseca, no próximo encontro mensal, que será novamente restrito aos associados, os dois candidatos terão a oportunidade de apresentarem suas propostas de gestão. Em seguida, ele divulgou a composição das chapas registradas.
A chapa encabeçada pelo associado Marco Antonio Cabral, que já ocupou cargos nas diretorias de gestões anteriores, é formada por: Cláudia Regina Sacalina Camargo (secretária) e José Amarildo Ferreira Bastos (tesoureiro), além dos membros da Junta Fiscalizadora Rubia Andrade, Leandro Giroldo e Luiz Fernando. A chapa liderada pelo ex-mentor Alexandre Camillo é composta por David Nascimento (secretário) e Luciano Basílio (tesoureiro). Na Junta Fiscalizadora: Erika Garcia de Paula, José Carlos Rossato e Josusmar Sousa.
O mentor Álvaro Fonseca reservou parte do evento para o debate de questões de interesse dos corretores. Uma delas se refere à Resolução CNSP 493/2026, publicada em julho, que consolida outras treze resoluções, dispondo sobre os corretores de seguros, as entidades autorreguladoras e as instituições de ensino. Entre os destaques da norma estão a habilitação do corretor por segmento de atuação e o registro único válido em todo o território nacional. “É importante estarmos atentos às novas legislações do nosso mercado”, disse.
Depois de ouvir a opinião de alguns associados, o mentor introduziu outro tema para debate: as APVs – que a partir da regulamentação foram nomeadas de associações de proteção patrimonial mutualista (PPM) – como novo canal de negócios para os corretores. Álvaro Fonseca observou que, apesar da regulamentação, tais associações ainda dependem da criação de administradoras. “Portanto, os corretores ainda não podem trabalhar com as PPMs”, alertou.
O associado Adilson Neri complementou, lembrando que a lei que regulamenta a profissão de corretor de seguros (Lei 4.594/1964) define em seu primeiro artigo a responsabilidade do corretor sobre a escolha da seguradora. “Imagine se o corretor escolhe errado e passar a atuar, por exemplo, com uma APV que não tenha recursos para garantir as indenizações. Ele poderá ser responsabilizado”, disse. Após discussão de outras questões, o mentor encerrou o encontro agradecendo a participação dos associados. “Promover o debate e a troca de ideias é a essência do Clube e a sua missão”, disse.
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]]>The post Susep conclui etapa inicial de autorização mutualista appeared first on Revista Apólice.
]]>A apresentação técnica representa a etapa inicial do processo de autorização e antecede o protocolo formal do pedido junto à Susep. Após essa fase, os interessados que atenderem às condições previstas na regulamentação poderão apresentar a documentação para análise da autarquia.
A Susep divulgou, em ordem alfabética, a relação dos nomes informados pelos proponentes no momento da solicitação das reuniões. Segundo o órgão, as denominações correspondem apenas às identificações apresentadas pelos interessados e não representam, necessariamente, as futuras razões sociais das administradoras que poderão ser autorizadas.
Entre os projetos apresentados estão iniciativas como 4Cover, Atlas, BB, Centro Mutual, Delphos, Elo, Fortis, Gararant Brasil, Legacy, Mongeral Aegon, Mutual Brasil, Mutualiza, Mutualle, Nexa, Nexus, Nexos, Órion, Prime, Sirius, Sul Mutual, Taurus, Única, Valore, Vangard, Venture e Zyraq, além de outras propostas.
De acordo com a autarquia, a Coordenação-Geral de Autorizações (CGAUT) dará continuidade ao agendamento das apresentações técnicas, respeitando a ordem de solicitação e a capacidade operacional da área.
A Susep ressalta que a inclusão de um projeto na lista não representa autorização para funcionamento nem garantia de aprovação. Cada pedido será analisado individualmente quanto ao cumprimento dos requisitos regulatórios, da documentação exigida e das demais condições previstas na regulamentação vigente.
Caso sejam identificadas pendências ou irregularidades durante a análise, a autarquia poderá solicitar informações complementares ou adotar medidas como o sobrestamento, o arquivamento ou o indeferimento do pedido, conforme previsto nas normas aplicáveis.
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]]>The post Lucro da Wiz Co cresce 8,4% no segundo trimestre appeared first on Revista Apólice.
]]>Nesse período, a empresa manteve sua estratégia de disciplina financeira e fortalecimento das operações com maior potencial de crescimento. Como parte da estratégia voltada à estrutura de capital, a companhia reduziu custos e despesas corporativas em 9,3% na comparação entre o segundo trimestre de 2026 e o mesmo período em 2025, em linha com as iniciativas de busca por eficiência operacional. A dívida líquida encerrou o segundo trimestre em R$ 138,7 milhões, redução de R$ 70,3 milhões frente ao primeiro trimestre de 2026 e de 58,4% na comparação anual, com alavancagem de 0,3 vez o EBITDA.
“Em um período marcado por mudanças relevantes no mercado, mantivemos o foco no que está sob nosso controle: aumento da eficiência operacional, redução de custos, fortalecimento da nossa estrutura de capital e aceleração de iniciativas capazes de diversificar nossas fontes de crescimento a partir da diversificação do portfólio e da capacidade de adaptação da companhia”, afirma Lucas Neves, CEO da Wiz Co.
Ao mesmo tempo, a Wiz Co avançou na expansão de novos negócios, com a operacionalização das parcerias firmadas com o Banrisul e o Paraná Banco, além do início da operação de venda direta de consórcios por meio da Wiz Parceiros.
Mesmo com um cenário mais desafiador para o crédito consignado, outras unidades de negócios mantiveram trajetória consistente de crescimento. A Inter Seguros registrou novo trimestre recorde, com lucro líquido de R$ 37,4 milhões e alta de 34,7% na comparação anual. Seu EBITDA atingiu R$ 54,8 milhões e crescimento de 30,1%. A Omni1 avançou em ritmo ainda mais acelerado no período. O EBITDA totalizou R$ 26,1 milhões e alta de 58,9% na comparação anual, enquanto o lucro líquido chegou a R$ 16,2 milhões, com crescimento de 67,6% frente ao segundo trimestre de 2025.
No segmento de crédito e consórcios, o volume comercializado totalizou R$ 3,3 bilhões no segundo trimestre, recuo de 10,1% na comparação anual, refletindo os impactos do novo ambiente regulatório sobre o mercado de consignado.
Desconsiderando os efeitos não recorrentes relacionados às mudanças na alta administração da companhia, ocorridas no primeiro trimestre, a Wiz Co encerrou o primeiro semestre com lucro líquido da controladora de R$ 93,4 milhões, em linha com o resultado registrado no mesmo período de 2025.
A solidez financeira da companhia também se refletiu na política de remuneração aos acionistas. No primeiro semestre, a Wiz Co anunciou a distribuição de R$ 50,0 milhões em dividendos adicionais, com pagamento previsto até 31 de dezembro, além dos R$ 50,5 milhões em dividendos intercalares pagos em 31 de julho de 2026. No total, o montante distribuído é 2,5 vezes superior ao registrado em 2025.
Os resultados do trimestre refletem um ambiente ainda desafiador para as operações de crédito, impactadas pelas mudanças regulatórias implementadas no mercado de consignado ao longo do primeiro semestre.
“Seguiremos acompanhando a evolução do ambiente regulatório, mas confiantes na solidez do nosso modelo de negócios. A combinação entre disciplina financeira, expansão de novas frentes de atuação e fortalecimento das unidades com maior potencial de crescimento nos deixa bem-posicionados para continuar gerando valor para clientes, parceiros e acionistas”, conclui Lucas.
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]]>A companhia destaca que o desempenho foi sustentado pela diversificação dos negócios, com crescimento nas quatro verticais de atuação: Porto Seguro, Porto Saúde, Porto Bank e Porto Serviço.
Na operação de seguros, as receitas e prêmios alcançaram R$ 5,9 bilhões, alta de 8% na comparação anual. O crescimento foi impulsionado pelos segmentos Patrimonial (+12%) e Auto (+8%), enquanto Vida avançou 6%. A sinistralidade caiu 1,4 ponto percentual, para 49%, contribuindo para que o índice combinado ampliado recuasse para 85%. O lucro líquido da vertical foi de R$ 456 milhões, crescimento de 5%, e o ROAE atingiu 33%.
A Porto Saúde registrou receita de R$ 2,3 bilhões, avanço de 14%, impulsionado pelo aumento de 20% no número de beneficiários do seguro saúde, que chegou a 904 mil vidas, e de 16% em odontologia, totalizando 1,3 milhão de beneficiários. A sinistralidade recuou para 76,9%, enquanto o lucro líquido cresceu 36%, alcançando R$ 144 milhões.
No Porto Bank, a receita atingiu R$ 1,9 bilhão, alta de 17%, com crescimento em consórcios (+29%), cartões, financiamentos e empréstimos (+16%), capitalização (+16%) e riscos financeiros (+14%). As perdas com crédito somaram R$ 868 milhões, aumento de 67%, refletindo um ambiente de crédito mais restritivo e uma postura mais conservadora na gestão de risco. O índice de eficiência melhorou para 25,4%, enquanto o lucro líquido foi de R$ 138 milhões, queda de 32%.
Já a Porto Serviço registrou receita de R$ 659 milhões, crescimento de 6%, impulsionado pelas parcerias estratégicas, que avançaram 8,2%. O lucro líquido da unidade foi de R$ 50 milhões, alta de 11%.
O resultado financeiro da companhia totalizou R$ 387 milhões no trimestre, crescimento de 3%. A carteira de aplicações financeiras, excluindo previdência e ALM, gerou receita de R$ 475 milhões, equivalente a 90% do CDI. Segundo a Porto, o desempenho foi impactado principalmente pela alocação em renda variável.
O índice de eficiência operacional do grupo foi de 10,6%, melhora de 0,5 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2025.
A companhia também informou que seus aplicativos alcançaram 5,6 milhões de usuários. Entre os cerca de 19 milhões de clientes, foram realizadas mais de 180 milhões de interações digitais no trimestre, com resolução de mais de 73% dos atendimentos via WhatsApp.
“O fechamento do 2T26 reflete a maneira como a nossa estratégia de diversificação, baseada nas necessidades reais de cuidado das pessoas, é capaz de nos fazer crescer constantemente, inovar e absorver as mudanças de cenário. Nosso agradecimento mais sincero a todos que constroem essa jornada conosco”, afirma Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto.
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]]>A nova identidade ocorre após a conclusão da aquisição da companhia pelo PicPay e acompanha a estratégia de ampliar a presença da seguradora no ecossistema de tecnologia e seguros digitais.
Segundo a empresa, a nova marca tem como objetivo desenvolver soluções que permitam a oferta de seguros, previdência e capitalização de forma integrada em aplicativos, plataformas e serviços digitais, aproximando esses produtos da rotina dos consumidores.
“A KEV representa a evolução do posicionamento da companhia e reforça nosso foco em tecnologia, distribuição digital e desenvolvimento de soluções integradas para diferentes parceiros e canais”, afirma Thiago Moura, presidente do Grupo KEV.
A companhia atua em diferentes modelos de distribuição, incluindo parcerias B2B, embedded insurance e uma rede com mais de 10 mil corretores parceiros cadastrados. Entre os parceiros citados pela empresa estão plataformas dos segmentos financeiro, mobilidade, varejo, benefícios e tecnologia, como Sem Parar, Disney+, Telefônica, Ticket e PicPay.
Nos últimos anos, a empresa ampliou sua atuação em produtos digitais de proteção, incluindo soluções voltadas à segurança cibernética e ofertas integradas a serviços recorrentes. Entre as iniciativas recentes está uma parceria com o Disney+, que conectou seguros a uma plataforma de streaming.
“A transformação do mercado de seguros passa pela integração de serviços, personalização e evolução da experiência do consumidor. A KEV está posicionada para liderar esse movimento com tecnologia, capacidade de distribuição e desenvolvimento de novos modelos de produtos”, afirma Moura.
Com a nova marca, a companhia pretende ampliar investimentos em tecnologia, fortalecer parcerias e desenvolver produtos voltados à integração do seguro em diferentes ecossistemas digitais.
A mudança acontece após a aquisição da companhia pelo PicPay, controlado indiretamente pela PICS N.V., que passou a ter ações negociadas na Nasdaq em janeiro deste ano. Segundo a KEV, a operação amplia a capacidade de investimento em tecnologia e expansão de distribuição, mantendo a operação e a estratégia próprias da seguradora.
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