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A revista do mercado de SegurosWed, 27 May 2026 17:31:11 +0000pt-BR
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3232Zurich Santander publica Relatório de Sustentabilidade
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Wed, 27 May 2026 17:29:50 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139757A Zurich Santander Brasil publicou a terceira edição do seu Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2025, consolidando mais um importante capítulo de sua jornada e reafirmando o compromisso com a integração estratégica e transversal da sustentabilidade em seu negócio. A publicação apresenta os principais avanços, iniciativas e resultados da companhia nas dimensões social, […]
]]>A Zurich Santander Brasil publicou a terceira edição do seu Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2025, consolidando mais um importante capítulo de sua jornada e reafirmando o compromisso com a integração estratégica e transversal da sustentabilidade em seu negócio.
A publicação apresenta os principais avanços, iniciativas e resultados da companhia nas dimensões social, ambiental e de governança responsável ao longo do último ciclo, demonstrando o valor da sustentabilidade para a gestão da companhia e o relacionamento com seus clientes, parceiros e colaboradores, além da atuação junto à sociedade.
O relatório reforça a conformidade com as diretrizes da Circular nº 666/2022 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que impulsiona a evolução da gestão da sustentabilidade entre as seguradoras no Brasil e foi elaborado com base nas normas do Global Reporting Initiative (GRI) – metodologia padrão de reportes públicos reconhecida internacionalmente – e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. É o retrato do trabalho coletivo de pessoas que constroem diariamente uma Zurich Santander mais humana, ética e sustentável, conectada ao propósito da companhia de inovar para proteger o que mais importa.
Entre os destaques desta edição está a participação ativa na sociedade e o valor social do produto de Seguros, que cumpre o propósito de proteger clientes, seus familiares e seu patrimônio, apoiando-os quando mais precisam: mais de R$ 13 bilhões em indenizações pagas em seguros e recursos resgatados em previdência, geraram impacto positivo em aproximadamente 350 mil pessoas. Em paralelo, a companhia lançou no período importantes produtos, como o Seguro Conta Cartão e o Seguro Proteção Temporária e Vitalícia. Por fim, um destaque também para a marca de R$ 112 bilhões em ativos sob gestão de previdência, um aumento de 14% em relação ao ano anterior – alcançando a 5ª posição no setor de previdência privada.
“Em um cenário marcado por novas dinâmicas sociais, impactos ambientais relevantes e transformações no mercado, reforçamos nosso compromisso de ir além da proteção e atuar de forma cada vez mais preventiva, humana e sustentável. A terceira edição do nosso Relatório de Sustentabilidade traduz essa evolução e mostra como essa agenda vem sendo integrada de forma consistente e contínua à estratégia da Zurich Santander Brasil, orientando decisões, fortalecendo nosso negócio e ampliando nosso amplo impacto positivo na sociedade. Nada disso seria possível sem o engajamento dos nossos colaboradores, a confiança dos nossos clientes, parceiros e acionistas, e o diálogo constante com todos que constroem essa jornada conosco”, comenta Fernanda Graziani, diretora de Recursos Humanos, Comunicação, Sustentabilidade e Facilities da Zurich Santander Brasil. “Seguimos juntos, reforçando as bases que sustentarão o crescimento da Zurich Santander no longo prazo. A sustentabilidade é um compromisso permanente e uma agenda estratégica que orienta o presente e fortalece a construção do nosso futuro”, conclui.
]]>Pottencial Seguradora: mais de R$ 1bi em prêmios e lucro de R$ 182 milhões
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Wed, 27 May 2026 17:24:08 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139752Com crescimento de 24% em 2025, Pottencial Seguradora atinge R$ 1,57 bi em prêmios, com incremento de 12% na base de clientes e de 15% em apólices emitidas
]]>EXCLUSIVO – A Pottencial Seguradora, empresa líder no mercado brasileiro de Seguro Garantia e vice-líder em Seguro Fiança Locatícia, encerrou 2025 com a marca recorde de R$ 1,57 bilhão em prêmios emitidos, alta de 24% em relação ao ano anterior. Deste total, R$ 1,021 bilhão é relativo ao Seguro Garantia, modalidade em que a empresa mantém a liderança pelo 9º ano consecutivo, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O lucro líquido alcançou R$ 182 milhões, montante 17% maior que o verificado em 2024.
As receitas financeiras tiveram incremento de 51% e somaram R$ 159 milhões, impulsionadas pelo aumento do volume médio de aplicações financeiras e pelo desempenho do cenário de juros ao longo do ano. Já os sinistros pagos totalizaram R$ 288 milhões, elevação de 20% na mesma base de comparação, resultado compatível com a expansão da carteira de prêmios e o maior volume de riscos assumidos no exercício.
A companhia registrou também acréscimo de 12% na base de clientes e de 15% no número de apólices emitidas. Além disso, alcançou a marca de mais de seis mil imobiliárias parceiras, expandindo a oferta do Seguro Fiança Locatícia. Os números consolidam os feitos da companhia, que já registra expansão de 25% no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025. A seguradora mira expansão de dois dígitos em 2026 e a expectativa é mais que dobrar de tamanho em cinco anos.
Para João Géo Neto, CEO da Pottencial Seguradora, “esse crescimento robusto é possível porque investimos constantemente em ganho de eficiência e produtividade, com melhorias operacionais, implantação de novas tecnologias e inteligência artificial (IA). Prezamos pela excelência e hiperpersonalização no atendimento aos nossos clientes e parceiros, com uma jornada ágil”, comenta.
O desempenho significativo é reflexo também da dedicação e expertise de uma equipe especializada, do planejamento estratégico e operacional, da expansão de uma área de pricing (precificação) e da inquestionável capacidade de adaptação e inovação da companhia. A seguradora buscou também um aprimoramento interno e organizacional significativo com a inauguração do novo escritório em São Paulo, o que resultou em maior proximidade com clientes e parceiros.
“Nós olhamos muito para dentro da empresa, mas sempre pensando no futuro para entender o que podemos fazer para nos antecipar às demandas do mercado e proteger o que é valor para as pessoas. Outro ponto importante é a valorização e capacitação do time, foram mais de 115 mil horas em treinamento interno, o que equivale a mais de 24 horas por colaborador. Essas iniciativas refletem a cultura da nossa empresa e são essenciais para o desenvolvimento dos nossos colaboradores”, relata o CEO.
Liderança no segmento de Seguro Garantia e vice-liderança em Fiança Locatícia
Todas as iniciativas corroboram para manter a companhia na liderança no mercado nacional de Seguro Garantia e consolidam a Pottencial Seguradora como a líder absoluta do setor. “Nosso principal desafio é sustentar a liderança. O mercado de seguros é altamente competitivo. Por isso, trabalhamos para ofertar soluções customizadas, garantir segurança financeira e oferecer a melhor experiência para nossos parceiros e clientes”, ressalta o executivo.
A companhia mantém também, há oito anos consecutivos, a vice-liderança no Seguro Fiança Locatícia, ampliando sua participação de mercado de 14,95% para 17,26% entre 2024 e 2025, com crescimento de 38,19% no volume de prêmios, reflexo de uma estratégia consistente e de longo prazo também nesse segmento.
]]>Aconseg-RJ elege nova diretoria
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Wed, 27 May 2026 16:41:16 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139747A Aconseg-RJ elegeu sua nova diretoria para o biênio 2026-2028 durante assembleia realizada na última terça-feira (26), na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Na ocasião, os associados também aprovaram por unanimidade as contas referentes ao período 2024-2026. A eleição ocorreu por meio de chapa única e reconduziu Luiz Philipe Baeta Neves à presidência […]
]]>A Aconseg-RJ elegeu sua nova diretoria para o biênio 2026-2028 durante assembleia realizada na última terça-feira (26), na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Na ocasião, os associados também aprovaram por unanimidade as contas referentes ao período 2024-2026.
A eleição ocorreu por meio de chapa única e reconduziu Luiz Philipe Baeta Neves à presidência da associação para um quarto mandato consecutivo. A nova diretoria eleita para o biênio 2026-2028 ficou composta da seguinte forma:
Presidente: Luiz Philipe Baeta Neves (Baeta)
1º Secretário: César Augusto Braga (CDS)
2º Secretário: Gilberto Villela (Plataforma)
1º Tesoureiro: Joffre Nolasco Pinto Filho (Rapport)
2ª Tesoureira: Jaqueline Duarte dos Santos Rocha (Nova Fortaleza)
Ao assumir o novo mandato, Luiz Philipe Baeta afirmou que a continuidade da gestão reforça o compromisso da entidade com o fortalecimento das assessorias no mercado segurador. “Sentir-se honrado pela confiança depositada pelos associados para dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pela entidade”, destacou o executivo.
Segundo Baeta, a integração entre as assessorias segue como um dos pilares estratégicos da atuação da associação. “A união entre as assessorias é fundamental para fortalecer e ampliar a valorização do trabalho responsável realizado pelo segmento, impulsionando novas oportunidades de negócios e reafirmando o papel das assessorias como o mais eficiente canal de produção do mercado de seguros”, destacou.
]]>CNP Seguros apoia programa social do Governo Federal
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Wed, 27 May 2026 15:26:20 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139744A CNP Seguros Holding Brasil (CSH) e o Instituto CNP Brasil (ICNP) assinaram, nesta terça-feira (26), um Protocolo de Intenções com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O documento formaliza o interesse mútuo das instituições em contribuir com o Programa Acredita no Primeiro Passo, iniciativa do Governo Federal […]
]]>A CNP Seguros Holding Brasil (CSH) e o Instituto CNP Brasil (ICNP) assinaram, nesta terça-feira (26), um Protocolo de Intenções com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O documento formaliza o interesse mútuo das instituições em contribuir com o Programa Acredita no Primeiro Passo, iniciativa do Governo Federal voltada à inclusão socioeconômica de pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), por meio da geração de renda, do trabalho e do empreendedorismo.
“Celebramos hoje, mais do que a assinatura de um Protocolo de Intenções, uma visão compartilhada de um país que acredita que a redução das desigualdades e a construção de autonomia só acontecem de forma sustentável quando diferentes setores escolhem atuar juntos. Para nós é uma honra ingressar nessa jornada”, afirmou Sany Silveira, CEO da CSH e presidente do Instituto CNP Brasil.
Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, a assinatura do Protocolo de Intenções para a participação da CSH e do Instituto CNP Brasil nas ações do Programa Acredita no Primeiro Passo representa uma contribuição importante na redução da desigualdade e na escalada do desenvolvimento social da população.
“O desenvolvimento social é parte estratégica do desenvolvimento econômico. Temos aqui, juntos, um espaço muito grande para crescer o Brasil, fazendo crescer as pessoas. Hoje, somamos o setor público e o setor privado, e multiplicamos as formações, qualificando as pessoas para o emprego e para o empreendedorismo”, disse durante o evento.
A solenidade aconteceu no auditório da CSH, em Brasília. Além de Sany Silveira e do ministro Wellington Dias, estiveram presentes o secretário de Inclusão Socioeconômica do MDS, Luiz Carlos Everton; o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa Econômica Federal, Marcos Brasiliano; o presidente da Caixa Seguridade, Gustavo Portela; e o CEO da CNP Assurances para a América Latina, Maximiliano Villanueva.
Educação e inclusão
Ao longo dos anos, a atuação da CSH e de seu braço social, o Instituto CNP Brasil, tem se traduzido em iniciativas capazes de gerar impacto social concreto e ampliar oportunidades para milhares de brasileiros. Em quase 20 anos de trajetória, o ICNP já impactou mais de 680 mil pessoas em todo o país por meio de programas voltados à educação, empregabilidade, inclusão social e desenvolvimento comunitário.
Entre os programas apoiados pelo Instituto estão o Saldo+, iniciativa que combina educação financeira e uso consciente do dinheiro para estudantes beneficiários de programas de transferência de renda; o Meu Caminho Ensino Médio, focado na redução da evasão escolar e no acesso ao ensino superior — com 94% dos participantes concluindo o ensino médio e 83% ingressando na universidade —; e o Jovem de Expressão, programa de formação para economia criativa que já impactou mais de 10 mil jovens periféricos em Ceilândia (DF) por meio de ações de cultura, educação, empreendedorismo e saúde mental.
“Sabemos que os desafios sociais que o Brasil enfrenta são complexos e exigem construção coletiva. Acreditamos que podemos contribuir de forma relevante com o Programa Acredita no Primeiro Passo a partir da experiência da CSH e do Instituto CNP Brasil, especialmente em iniciativas ligadas à formação de jovens para empregabilidade e empreendedorismo, educação financeira, e inclusão social e econômica de famílias em situação de vulnerabilidade”, destacou Sany.
]]>Tokio Marine cria Diretoria Assessorias Brasil
https://revistaapolice.com.br/2026/05/tokio-marine-cria-diretoria-assessorias-brasil/
Wed, 27 May 2026 15:13:46 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139740Movimento faz parte de mudanças estruturais na Diretoria Comercial Varejo e Vida com o objetivo de aprimorar o atendimento aos Corretores
]]>Em continuidade às ações de estratégia para aprimorar o atendimento ao canal corretor, a Tokio Marine anuncia a criação da Diretoria Assessorias Brasil, sob a liderança de Ronaldo Dalcin, e a unificação das Diretorias Norte e Nordeste, agora sob responsabilidade de Cefas Rodrigues. Os objetivos das iniciativas são ganhar eficiência operacional, padronizar rotinas e garantir que os times comerciais estejam cada vez mais próximos dos cerca de 50 mil corretores e parceiros que hoje trabalham com a companhia.
Com as mudanças, a Diretoria Comercial Nacional Varejo e Vida da Tokio Marine fica estruturada em quatro verticais especializadas: duas dedicadas a Produtos (Vida e Produtos PJ) e duas focadas em Canais de Distribuição (Assessorias e Grupos Econômicos). “Temos como missão atender o Corretor com excelência, entendendo cada vez mais suas demandas e as características de cada negócio. Dessa forma, esses dois movimentos refletem a importância de uma operação que combina conhecimento técnico, atendimento consultivo e especializado e visão estratégica”, afirma o Vice-Presidente Comercial e Produtos Massificados, Marcelo Goldman.
Marcelo Goldman, Vice-Presidente Comercial e Produtos Massificados
Para Ronaldo Dalcin, até então responsável pela região Nordeste, assumir a Diretoria Assessorias Brasil é ampliar o compromisso da Companhia com esse importante canal de distribuição. “As Assessorias ocupam um papel estratégico em nosso negócio: atuam como importante conexão comercial e dão suporte para os Corretores atuarem como Consultores de Proteção dos nossos Clientes. Nesta nova jornada, o foco é fortalecer nosso relacionamento por meio de escuta ativa e direcionamento claro, impulsionando resultados consistentes em todo o país”, destaca.
Já Cefas Rodrigues, que liderava a atuação da Companhia no Norte do país, reforça que a unificação do atendimento com o Nordeste é um movimento estratégico, considerando o potencial econômico das duas regiões. “Agora podemos atuar de maneira ainda mais assertiva nesses importantes mercados, compartilhando experiências, fortalecendo nossas melhores práticas e ampliando nossa capacidade de relacionamento com Corretores e Clientes”, comenta o executivo.
Ainda como parte das alterações na estrutura organizacional da Diretoria Comercial Varejo e Vida, o executivo Renato Almeida assumiu, em março, a cadeira de Superintendente Comercial de Grupos Econômicos e Comercial PJ.
]]>AXA anuncia Juliana Amaral como diretora jurídica
https://revistaapolice.com.br/2026/05/axa-anuncia-juliana-amaral-como-diretora-juridica/
Wed, 27 May 2026 14:50:55 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139737A AXA no Brasil reforça seu time executivo com a chegada de Juliana Amaral como nova Diretora Jurídica e de ESG. Com mais de 25 anos de experiência nos setores de seguros, resseguros e bancário, a executiva assume o desafio de consolidar a estratégia da companhia em ESG em um período de profundas transformações no […]
]]>A AXA no Brasil reforça seu time executivo com a chegada de Juliana Amaral como nova Diretora Jurídica e de ESG. Com mais de 25 anos de experiência nos setores de seguros, resseguros e bancário, a executiva assume o desafio de consolidar a estratégia da companhia em ESG em um período de profundas transformações no setor. Juliana responderá diretamente a Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ESG da AXA no Brasil.
Formada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com especialização em Direito Processual Civil pela PUC-SP e extensão pela GVLaw, Juliana Amaral construiu uma trajetória sólida liderando equipes multidisciplinares por mais de uma década em diretorias jurídicas e de sinistros. Também atua como professora na Escola de Negócios e Seguros (ENS) e é Vice-Presidente de relações com o mercado na Comissão de Seguros e Resseguros da OAB São Paulo (gestão 2024–2026).
Juliana chega à AXA em um momento estratégico para o mercado segurador brasileiro. A executiva estará à frente do aprimoramento das mudanças decorrentes do novo marco regulatório de seguros, garantindo que a companhia não apenas atenda às exigências, mas também utilize a conformidade regulatória como uma vantagem competitiva e estratégica.
“A trajetória da Juliana reúne exatamente as competências de que precisamos para navegar neste novo cenário do setor. Sua liderança será fundamental para apoiar a tomada de decisões de negócios com agilidade e segurança”, afirma Alexandre Campos.
Além das frentes jurídica e regulatória, Juliana ficará responsável pela condução do novo plano estratégico de ESG da companhia, aprovado em 2025. Entre os desafios da executiva estão o acompanhamento das metas e projetos da agenda ESG, além do fortalecimento da integração dos pilares ambiental, social e de governança à cultura organizacional e às operações da AXA no Brasil.
“Sempre tive uma visão técnica muito próxima da subscrição e uma troca constante com essa área. Além de trazer essa experiência comigo, também assumo, pela primeira vez, o desafio de atuar diretamente em ESG, embora já tenha vivência no tema por meio da minha atuação em compliance e desde o início de 2026 como uma das líderes do pilar de gênero junto ao Instituto pela Diversidade e Inclusão no setor de Seguros (IDIS). Estou animada com esse novo desafio e com a possibilidade de construir entregas com propósito, ações que gerem valor com responsabilidade corporativa e foco no desenvolvimento sustentável de longo prazo”, afirma Juliana.
]]>Brasilprev fecha 2025 com R$ 471,6 bi sob gestão
https://revistaapolice.com.br/2026/05/brasilprev-fecha-2025-com-r-4716-bi-sob-gestao/
Wed, 27 May 2026 12:12:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139720A Brasilprev, empresa de previdência privada da holding BB Seguros, acaba de divulgar seu o Relatório Anual 2025. O documento reúne os principais marcos do período e as práticas ambientais, sociais e de governança (ASG), fortalecendo o diálogo com investidores, clientes, parceiros e reguladores. Ao fim de 2025, a Brasilprev encerrou o ano com R$ […]
]]>A Brasilprev, empresa de previdência privada da holding BB Seguros, acaba de divulgar seu o Relatório Anual 2025. O documento reúne os principais marcos do período e as práticas ambientais, sociais e de governança (ASG), fortalecendo o diálogo com investidores, clientes, parceiros e reguladores.
Ao fim de 2025, a Brasilprev encerrou o ano com R$ 471,6 bilhões em ativos sob gestão e mais de 2,5 milhões de clientes, apoiada por uma estrutura de controles internos robusta e por um modelo de negócio orientado ao longo prazo, atributos centrais para a atuação em previdência.
“Em 2025, a Brasilprev reafirmou sua liderança no mercado de previdência privada e o compromisso de ampliar o acesso a soluções que acompanhem cada etapa da vida financeira dos brasileiros. Em um ano desafiador para o setor, a maturidade e o foco dos nossos times sustentaram entregas consistentes”, afirma Ângela Assis, presidente da Brasilprev.
Essa centralidade no cliente se refletiu em uma agenda contínua de aprimoramento, com iniciativas voltadas à integração de equipes, decisões baseadas em dados, revisão de jornadas e fortalecimento da atuação consultiva. Como resultado, a companhia registrou avanços na experiência do cliente e reduziu em 4% o volume de reclamações em relação a 2024.
Em paralelo, a estratégia de assessoria evoluiu para combinar proximidade humana e eficiência tecnológica. Em 2025, 705 mil clientes receberam orientação de profissionais da Brasilprev ou por meio de jornadas digitais, crescimento superior a 12% na comparação anual, reforçando o papel do aconselhamento qualificado nas decisões de longo prazo.
A digitalização também ganhou escala ao aproximar a previdência dos canais do cotidiano. A Brasilprev foi pioneira na contratação de planos via WhatsApp e ampliou jornadas de autoatendimento e assessoria consultiva. Em 2025, o volume de negócios digitais alcançou R$ 3,1 bilhões e a representatividade desses canais em contratações e aportes cresceu 54% no quarto trimestre, em comparação com igual período de 2024, chegando a 8,64%.
Na agenda ASG, o Relatório Anual 2025 detalha ações concretas voltadas à geração de impacto positivo. No eixo ambiental, a companhia compensou mil toneladas de CO₂, volume 30% superior às suas emissões, por meio do apoio aos projetos Cerâmica Cenol e Telha Forte, em São Miguel do Guamá (PA), que utilizam biomassa renovável na indústria cerâmica e contribuem para o desenvolvimento social da comunidade local.
No pilar social, a Brasilprev manteve o apoio a projetos com foco em educação financeira, como Sonhos do Futuro, Projeto Vida na Ponta do Lápis (PVPL) e Jovens Talentos Finanças, ampliando o acesso ao conhecimento e à educação financeira.
Já na frente de diversidade e inclusão, a companhia alcançou 42% de mulheres em cargos de liderança, um avanço de 10 pontos percentuais desde o início do foco no tema, em 2022. Em 2025, também incentivou colaboradores a participarem de cursos de Libras, ampliando a qualidade do atendimento e fortalecendo uma cultura organizacional mais inclusiva e sensível às diferentes necessidades da sociedade.
“Entramos em 2026 com prioridades claras: ampliar a nossa base de clientes, elevar continuamente a qualidade dos serviços e aprofundar nosso foco em educação financeira. Tendo nossos valores como referência, Inovação Constante, Cliente no Centro, Atitude Empreendedora, Fazer o Certo e Cuidado com as Pessoas, seguiremos entregando crescimento sustentável, melhor experiência ao cliente e relações duradouras com parceiros”, conclui Ângela Assis.
]]>Conexão Futuro Seguro apresenta plano para transformar corretagem
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Wed, 27 May 2026 12:04:57 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139715EXCLUSIVO – Na última terça-feira (26), a edição 2026 do Conexão Futuro Seguro, promovida pela Fenacor, Escola de Negócios e Seguros (ENS) e Instituto Brasileiro de Desenvolvimento dos Corretores de Seguros (IBDCOR), reuniu mais de 3,4 mil inscritos para discutir os impactos da inteligência artificial, da digitalização e das mudanças no mercado segurador sobre o […]
]]>EXCLUSIVO – Na última terça-feira (26), a edição 2026 do Conexão Futuro Seguro, promovida pela Fenacor, Escola de Negócios e Seguros (ENS) e Instituto Brasileiro de Desenvolvimento dos Corretores de Seguros (IBDCOR), reuniu mais de 3,4 mil inscritos para discutir os impactos da inteligência artificial, da digitalização e das mudanças no mercado segurador sobre o futuro da corretagem. O encontro, realizado em formato híbrido, também marcou o lançamento oficial do Plano Diretor do Mercado de Intermediação de Seguros (PDMIS).
Na abertura, Armando Vergílio, presidente da FENACOR, afirmou que o plano foi estruturado como uma “bússola para o futuro” da categoria. Segundo ele, o corretor de seguros precisará ampliar sua atuação para além da intermediação tradicional, diante de um ambiente marcado por inteligência artificial, mudança no comportamento do consumidor, avanço regulatório e entrada de novos competidores. “O modelo do corretor despachante acabou. A saída é a metamorfose: deixar de ser apenas intermediário e virar consultor estratégico”, disse. Em sua mensagem Armando pontuou que a tecnologia não elimina o papel do corretor, mas aumenta a exigência de qualificação. “Inteligência artificial não tira ninguém do jogo. Quem dominar a inteligência artificial é quem tira”.
Armando Vergílio
A inteligência artificial foi um dos principais assuntos do evento. Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, comparou o atual estágio da IA ao avanço dos computadores nas décadas de 1970 e 1980. Para ele, a adoção da tecnologia será inevitável no setor. “Ou você vai aprender a usar isso ou vai ter que fazer outra coisa”, frisou.
Na avaliação de Dyogo, seguradoras já desenvolvem projetos de IA em diferentes níveis de maturidade, embora os impactos em redução de custos e aumento de negócios ainda sejam iniciais. “Estamos apenas arranhando a superfície desse tema”, complementou.
José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, também defendeu a IA como instrumento de expansão comercial. Ele citou iniciativas de treinamento para corretores e afirmou que a tecnologia pode ajudar na identificação de oportunidades dentro da própria base de clientes, permitindo ações de venda cruzada, aumento de coberturas e prospecção mais qualificada. Em sua visão, o corretor deve enxergar a IA como ferramenta de produtividade, não como ameaça. “Ela acelera o entendimento do menos experiente e nivela o conhecimento disponível. Mas quem cria, interpreta e conduz a relação continua sendo o ser humano”.
A regulação também ganhou destaque na programação. Alessandro Octaviani, superintendente da SUSEP, afirmou que a segurança jurídica é elemento essencial para o funcionamento do mercado de seguros. Ao comentar a regulamentação das Associações de Proteção Patrimonial Mutualista, as PPMs, ele disse que o objetivo é colocar a atividade sob regras de concorrência justa, tributação, provisão e respeito ao consumidor.
Octaviani também relacionou o futuro do setor à agenda climática. Ele lembrou que, no caso das enchentes no Rio Grande do Sul, o prejuízo total estimado chegou a cerca de R$ 100 bilhões, enquanto o mercado segurador indenizou aproximadamente R$ 6 bilhões. Para o superintendente, a diferença revela uma lacuna securitária relevante e reforça a necessidade de uma estratégia nacional de resiliência financeira e securitária.
“Sem corretores, o aumento da resiliência da economia brasileira não existirá”, pontuou. Segundo ele, caberá também à intermediação convencer pessoas físicas e empresas sobre a importância do seguro como instrumento de proteção patrimonial.
No segmento de pessoas, Jorge Andrade, presidente da Capemisa Seguradora, defendeu que a nova legislação do contrato de seguro pode contribuir para maior transparência na relação com o consumidor. Para ele, ainda há desconhecimento sobre a amplitude e o custo real das coberturas disponíveis no mercado brasileiro, especialmente em vida e residencial.
Detalhamento do PDMIS
Cláudio Contador
O PDMIS estabelece metas para 2035 e aponta a diversificação da receita como um dos principais caminhos para a sustentabilidade das corretoras. Entre os objetivos apresentados está a possibilidade de que, no futuro, 40% dos ganhos dos corretores venham de honorários por consultoria, gestão de riscos, auditoria de apólices e serviços técnicos especializados.
Durante o painel “A Ponte para o Futuro do Corretor de Seguros”, o professor Cláudio Contador explicou que o estudo utilizou análises econômicas, projeções de cenários e matriz SWOT para mapear forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da intermediação no Brasil. Entre os pontos levantados aparecem a forte dependência do seguro automóvel, a fragmentação do mercado e a necessidade de modernização operacional das corretoras.
Segundo dados do mercado, cerca de 60% da carteira de grande parte das corretoras brasileiras ainda está concentrada em automóveis, cenário considerado preocupante diante do avanço da digitalização, da concorrência de plataformas e da mudança no comportamento do consumidor. O PDMIS defende uma diversificação maior da atuação dos corretores, com expansão em segmentos como seguros de pessoas, riscos cibernéticos, paramétricos, agro e consultoria especializada. O estudo também aponta oportunidades ligadas ao Open Insurance, inteligência artificial generativa e personalização das jornadas de proteção.
O estudo também projeta crescimento da receita da intermediação nos próximos anos, mesmo em cenários econômicos mais adversos, desde que a categoria avance em tecnologia, qualificação e eficiência operacional. Para os organizadores, o PDMIS funciona como um “mapa de transformação” para manter a relevância da corretagem dentro do novo ecossistema segurador.
Encerrando o evento, a palestra “Os impactos da Inteligência Artificial na vida do Corretor de Seguros”, conduzida pelo professor e especialista em inteligência artificial Celso Brandão, abordou os impactos da inteligência artificial na rotina operacional e comercial das corretoras nos próximos anos.
]]>Aluguel por temporada muda demanda por seguro residencial
https://revistaapolice.com.br/2026/05/aluguel-por-temporada-muda-demanda-por-seguro-residencial/
Wed, 27 May 2026 11:04:47 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139712O avanço dos lançamentos imobiliários com metragens reduzidas, como estúdios e apartamentos compactos, começa a gerar reflexos no mercado de seguros residenciais. Parte dessas unidades tem sido destinada à locação por aplicativos de curta duração, ampliando a procura por apólices que consideram o uso mais intenso e a maior circulação de hóspedes. Com esse novo […]
]]>O avanço dos lançamentos imobiliários com metragens reduzidas, como estúdios e apartamentos compactos, começa a gerar reflexos no mercado de seguros residenciais. Parte dessas unidades tem sido destinada à locação por aplicativos de curta duração, ampliando a procura por apólices que consideram o uso mais intenso e a maior circulação de hóspedes. Com esse novo cenário, a seguradora Mapfre passou a adaptar coberturas para atender às características desse segmento.
A combinação entre imóveis menores, boa localização e plataformas digitais impulsionou um modelo de investimento voltado à geração de renda com locações de temporada. Esse formato, no entanto, também altera o perfil de risco das propriedades. A alta circulação de hóspedes e o uso frequente de equipamentos podem aumentar ocorrências como vazamentos, falhas elétricas e danos ao mobiliário, com efeitos que podem atingir inclusive unidades vizinhas.
“Em imóveis destinados à locação por temporada, problemas como vazamentos, falhas elétricas ou defeitos em equipamentos exigem uma resposta rápida, porque podem comprometer a estadia do hóspede e gerar custos adicionais para o proprietário ”, afirma Andrea Nogueira, diretora de seguros massificados da companhia.
Entre as coberturas mais comuns para imóveis utilizados em locações de curta duração estão as proteções para danos acidentais causados por hóspedes a móveis, utensílios, equipamentos e eletrodomésticos, itens sujeitos a desgaste por uso recorrente. Também ganham importância as coberturas para equipamentos elétricos e eventos climáticos, como incêndio, queda de raio, explosão, vendaval, fumaça e inundações, que podem atingir tanto a estrutura do imóvel quanto os bens no interior da unidade.
Outra cobertura considerada relevante é a de responsabilidade civil, que pode ser acionada em situações envolvendo danos materiais ou acidentes sofridos por hóspedes dentro da propriedade. Para proprietários que trabalham com locações temporárias, esse tipo de proteção ajuda a reduzir custos e eventuais prejuízos relacionados a indenizações.
As apólices também podem incluir cobertura para roubo ou furto qualificado de bens do proprietário, além de assistência residencial 24 horas, com serviços como chaveiro, encanador, eletricista e reparo de eletrodomésticos. “Em imóveis destinados à locação por temporada, problemas como vazamentos, falhas elétricas ou defeitos em equipamentos exigem uma resposta rápida, porque podem comprometer a estadia do hóspede e gerar custos adicionais para o proprietário”, explica Andrea.
]]>PASI participa de debate sobre seguros e longevidade
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Wed, 27 May 2026 10:58:49 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139709No dia 21 de maio, durante a Semana Nacional de Educação Financeira, o PASI apoiou o evento “Educação Financeira e Longevidade: o Brasil está preparado?”, promovido pela AIDA (Associação Internacional de Direito de Seguro) e pela ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência), em São Paulo. O encontro reuniu especialistas, acadêmicos e profissionais do mercado […]
]]>No dia 21 de maio, durante a Semana Nacional de Educação Financeira, o PASI apoiou o evento “Educação Financeira e Longevidade: o Brasil está preparado?”, promovido pela AIDA (Associação Internacional de Direito de Seguro) e pela ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência), em São Paulo. O encontro reuniu especialistas, acadêmicos e profissionais do mercado em uma tarde de debates e reflexões sobre previdência, seguros, comportamento e planejamento financeiro.
Um dos destaques da programação foi a palestra de Marcelo Reis, Head de Negócios Estratégicos do PASI, com o tema “Como tomar decisões financeiras melhores pela leitura de contratos de seguros”. Durante sua apresentação, Marcelo reforçou que o seguro deve ser visto como uma decisão financeira estratégica, e não apenas como um custo, destacando a importância de compreender os contratos, especialmente em relação às coberturas, exclusões, carências e vigência.
Entre os pontos abordados, o papel do microsseguro como ferramenta de proteção financeira acessível e essencial foi bastante destacado por Marcelo. O executivo do PASI explicou que esse modelo de seguro contribui para evitar o endividamento em momentos de crise, oferecendo maior segurança para famílias e trabalhadores. Segundo ele, o diferencial não está apenas no valor investido, mas na consciência sobre aquilo que está sendo contratado. “Não importa o produto; em seguros de pessoas, o que importa são as pessoas”, ressaltou.
O encontro também discutiu os desafios ligados ao envelhecimento da população brasileira e à necessidade de ampliar a educação financeira no país, especialmente em temas relacionados à previdência, proteção patrimonial e planejamento de longo prazo. A proposta foi incentivar reflexões sobre segurança financeira, previsibilidade e qualidade de vida diante das mudanças demográficas e econômicas observadas no Brasil.