Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosThu, 19 Mar 2026 16:17:19 +0000pt-BR
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3232Justos amplia assistência 24h no plano anual
https://revistaapolice.com.br/2026/03/justos-amplia-assistencia-24h-no-plano-anual/
Thu, 19 Mar 2026 16:17:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137845A Justos ampliou as condições de assistência 24 horas e assistência domiciliar para novos clientes do plano anual de seguro auto. A partir de 13 de março de 2026, os serviços passam a operar sem limite mensal de acionamentos, respeitando o teto de 12 utilizações por ano. A mudança é válida exclusivamente para novos contratos […]
]]>A Justos ampliou as condições de assistência 24 horas e assistência domiciliar para novos clientes do plano anual de seguro auto. A partir de 13 de março de 2026, os serviços passam a operar sem limite mensal de acionamentos, respeitando o teto de 12 utilizações por ano.
A mudança é válida exclusivamente para novos contratos anuais. Já o plano mensal permanece com as condições vigentes, sem alterações. Segundo a empresa, a medida busca simplificar o uso da assistência e torná-la mais aderente ao comportamento dos segurados. “Conseguimos fazer essa mudança porque conhecemos o perfil de uso dos nossos clientes. A assistência é um dos serviços que o segurado mais valoriza e, ao mesmo tempo, um dos que mais gera dúvida na hora de usar. Com 12 acionamentos por ano, a assistência deixa de ser uma dúvida na proposta e vira um argumento de fechamento”, afirma Anália Brum, diretora de Subscrição e Jurídico da companhia.
Com a atualização, o plano anual passa a oferecer uma cobertura de assistência com maior previsibilidade de uso, o que, segundo a Justos, pode facilitar a argumentação comercial junto aos clientes no momento da contratação. Para os corretores parceiros, a alteração também é vista como um reforço no processo de venda. “Quando o corretor consegue explicar o produto em uma frase sem precisar de nenhuma ressalva, ele vende mais e o cliente fica mais satisfeito. Esse é o tipo de melhoria que parece pequena no papel, mas transforma a experiência de ponta a ponta, da cotação ao sinistro”, afirma Felipe Genovesi, head de Vendas da Justos.
A companhia avalia que a mudança contribui para tornar o plano anual mais competitivo dentro do mercado de seguro auto, ao alinhar a oferta de assistência a uma lógica de uso mais simples e transparente.
]]>Seguro auto sobe até 16% em fevereiro
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Thu, 19 Mar 2026 15:55:14 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137843O preço médio do seguro auto registrou alta em fevereiro para homens e mulheres, segundo levantamento da Creditas. De acordo com os dados, o valor médio das apólices subiu 14% para o público masculino e 16% para o feminino na comparação com janeiro. Para os homens, o preço médio passou de R$ 2.390,32 para R$ […]
]]>O preço médio do seguro auto registrou alta em fevereiro para homens e mulheres, segundo levantamento da Creditas. De acordo com os dados, o valor médio das apólices subiu 14% para o público masculino e 16% para o feminino na comparação com janeiro. Para os homens, o preço médio passou de R$ 2.390,32 para R$ 2.741,67. Já entre as mulheres, o valor avançou de R$ 2.908,42 para R$ 3.395,53 no mesmo período.
O estudo considera cotações realizadas nas 11 capitais brasileiras com maior relevância no mercado automotivo, com base em ranking da Fenabrave, além dos dez modelos de veículos mais vendidos em cada período. Segundo Michel Tanam, gerente da Creditas Seguros, o movimento reflete a volatilidade do mercado. “Essa elevação demonstra a constante volatilidade do mercado, com variações acentuadas entre modelos e capitais, especialmente no Rio de Janeiro, que continua registrando os valores mais elevados. Por isso, aconselho que o consumidor sempre acompanhe os balanços do mercado para encontrar as opções mais acessíveis”, afirma.
Entre os destaques do mês, o modelo BYD Dolphin Mini EV apresentou o maior valor médio de apólice para ambos os perfis, atingindo R$ 3.974,27 para homens e R$ 5.834,30 para mulheres. Já entre as opções mais acessíveis, aparecem o Volkswagen Polo Comfortline, com média de R$ 2.231,06 para o público masculino, e o Hyundai HB20 Sense Plus, com R$ 2.591,65 para o feminino.
No recorte por capitais, o Rio de Janeiro segue liderando como o mercado com os preços mais elevados para ambos os perfis. Entre os homens, a média chegou a R$ 5.503,79, enquanto, para as mulheres, atingiu R$ 7.961,06. Em contraste, cidades como Florianópolis, Curitiba e Brasília registraram os menores valores médios.
Outros modelos também apresentaram variações relevantes no período. O Fiat Argo teve preço médio de R$ 2.872,85 para homens e R$ 3.598,38 para mulheres, enquanto o Chevrolet Onix Sedan Plus registrou médias de R$ 2.934,96 e R$ 4.094,28, respectivamente.
Apesar de algumas opções mais acessíveis, o levantamento reforça um cenário de aumento generalizado nos preços, influenciado por fatores como perfil de risco, localização e modelo do veículo, além das diferenças estruturais entre os públicos analisados.
Detalhes completos da cotaçãoe maiores variações por modelo:
Novo Polo Comfortline TSI 1.0 Flex Aut. 4P: Com o menor preço médio nacional para homens, o veículo registrou preço médio de R$ 2.231,06 em fevereiro para o gênero, um aumento de 10,89% frente os R$ 2,183.57 observados em janeiro. Para o perfil feminino, o preço médio ficou em R$ 3.045,59 em fevereiro. Entre as capitais, para os homens, os maiores preços foram no Rio de Janeiro (R$ 3.094,61), Recife (R$ 2.562,59) e Salvador (R$ 2.316,07), enquanto para as mulheres foram também no Rio de Janeiro (R$ 8.866,97), Recife (R$ 3.192,31) e Salvador (R$ 2.911,27).
Novo HB20 Sense Plus 1.0 12V Flex Plus Manual 4P: O veículo também apresentou um dos menores valores médios de apólice para ambos os gêneros e em diversas capitais. Para os homens, a apólice passou de R$ 2,052.16 em janeiro para R$ 2.411,15 em fevereiro, um aumento de 17,49%. As maiores apólices para este perfil foram as do Rio de Janeiro (R$ 4.626,41), Recife (R$ 2.533,51) e Salvador (R$ 2.510,87). Já para as mulheres, o valor médio subiu para R$ 2.591,65. Os maiores valores foram registrados no Rio de Janeiro (R$ 4.553,60), Salvador (R$ 2.974,50) e Recife (R$ 2.954,26).
BYD Dolphin Mini EV 5 Automático 4P: Em fevereiro, o modelo apresentou a maior apólice média do mês para ambos os gêneros. Para o perfil masculino, a apólice do veículo custou em média R$ 3.974,27. As apólices de valor mais elevado para os homens foram registradas no Rio de Janeiro (R$ 4.991,67), São Paulo (R$ 4.568,84) e Salvador (R$ 4.241,59). Para as mulheres, os maiores valores foram registrados em Rio de Janeiro (R$ 12.022,39), Recife (R$ 7.006,70) e Salvador (R$ 6.851,80).
Argo 1.0 6V Flex Manual 4P: O preço médiodeste modelo para o público masculino em fevereiro foi de R$ 2.872,85. Já para o público feminino, o valor médio aumentou de R$ 3,165.83 em janeiro para R$ 3.598,38 em fevereiro. Apesar de estar entre as apólices médias mais acessíveis para ambos os gêneros, o veículo apresentou variações em diversas capitais. Para os homens, foram no Rio de Janeiro (R$ 5.794,74) e São Paulo (R$ 3.587,67). Quanto para as mulheres, foram no Rio de Janeiro (R$ 8.075,60), São Paulo (R$ 5.383,24) e Curitiba (R$ 3.648,21).
Novo Onix Sedan Plus 1.0 12V Flex (Base) Manual 4P: Em fevereiro, o modelo apresentou apólice média para o perfil masculino de R$ 2.934,96. Para o perfil feminino, a apólice do veículo custou R$ 4.094,28. As apólices de valor mais elevado para os homens foram registradas no Rio de Janeiro (R$ 7.025,60), Belo Horizonte (R$ 3.780,59) e Goiânia (R$ 2.636,39). Para as mulheres, os maiores valores foram registrados em Rio de Janeiro (R$ 8.153,02), Vitória (R$ 5.047,93) e Curitiba (R$ 4.925,41).
*cotação
As cotações mencionadas no texto são as de menor valor dentro dos perfis avaliados com as seguradoras.
Capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Recife (PE), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Vitória (ES) e Salvador (BA).
Seguradoras: Azul, Alfa, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Ituran, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Zurich.
]]>GrupoGC inicia novo ciclo com foco em tecnologia e expansão
https://revistaapolice.com.br/2026/03/grupogc-inicia-novo-ciclo-com-foco-em-tecnologia-e-expansao/
Thu, 19 Mar 2026 14:46:13 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137836Nova fase da companhia mira R$ 6 bilhões em prêmios e aposta em plataforma própria para integrar corretores, dados e operações
]]>EXCLUSIVO – O mercado de seguros brasileiro atravessa um ciclo atípico de rentabilidade, sustentado pela combinação de fatores. O cenário, que tem ampliado margens e gerado resultados consistentes para as companhias, também abre espaço para movimentos estratégicos mais ousados. É nesse contexto que o GrupoGC decidiu acelerar sua agenda de crescimento e consolidar um novo ciclo de expansão.
Após 15 anos de crescimento contínuo, a companhia inicia um novo ciclo estratégico que vai além da expansão orgânica. A proposta agora é reposicionar o grupo como um ecossistema de distribuição, com novas arquiteturas de negócio, investimentos em tecnologia e um modelo mais integrado entre corretores, parceiros e seguradoras. “Não queremos mais ser apenas uma gestora de corretoras. Queremos ser um ecossistema de distribuição, com capacidade de orquestrar oportunidades, negócios e crescimento”, afirma Murilo Riedel, CEO do GrupoGC, em entrevista.
A origem do GrupoGC está diretamente ligada ao empreendedorismo de executivos vindos do setor bancário. Profissionais com forte atuação em seguros decidiram criar suas próprias corretoras, mas com um diferencial estrutural, onde em vez de operar de forma isolada, fundaram uma gestora responsável por coordenar estratégia, contratos e desenvolvimento de negócios. “Costumo dizer que a GC é a primeira gestora do Brasil fundada pelos próprios geridos”, explica.
O modelo rompe com o conceito tradicional de assessorias focadas em backoffice. Segundo Murilo, o principal ativo no GC sempre foi a capacidade de estruturar negócios, conectar parceiros e desenhar estratégias de crescimento. Esse posicionamento sustentou a expansão do grupo, que saiu do zero para cerca de R$ 2,6 bilhões em prêmios emitidos, com expectativa de se aproximar de R$ 3 bilhões no curto prazo.
Ambição e reconfiguração
Agora, a companhia busca um salto mais ambicioso. A meta é atingir R$ 6 bilhões em prêmios nos próximos cinco anos, apoiada em uma reconfiguração estratégica. O movimento é impulsionado por uma leitura clara do mercado: a distribuição de seguros está mudando e deve se tornar mais integrada, tecnológica e baseada em ecossistemas. “Existe um mar de oportunidades em novas arquiteturas de negócios, modelos societários e parcerias. Quando você se enxerga como um ecossistema, essas possibilidades se ampliam exponencialmente”, frisa.
Entre os principais vetores desse novo ciclo do GrupoGC estão no avanço das aquisições e a consolidação de corretoras, movimento que tem contribuído para o ganho de escala e fortalecimento de operações no mercado. Soma-se a isso a adoção de novos arranjos societários, que permitem maior flexibilidade na estrutura de capital e na formação de parcerias. As empresas também têm intensificado a construção de parcerias estratégicas, ampliando o alcance comercial e a oferta de soluções. Paralelamente, os investimentos em tecnologia seguem como prioridade, impulsionando eficiência operacional, digitalização de processos e melhoria na experiência de clientes e corretores. Esse conjunto de iniciativas é complementado pela ampliação da capacidade de distribuição, elemento central para sustentar o crescimento e aumentar a penetração dos produtos no mercado.
No centro dessa transformação está a OneGC, plataforma tecnológica desenvolvida em parceria com a MJV, multinacional brasileira especializada em soluções digitais. Mais do que uma iniciativa de digitalização, a proposta nasce com um objetivo mais amplo: estruturar uma camada de orquestração capaz de integrar, organizar e potencializar o uso das múltiplas ferramentas que hoje compõem o ambiente operacional das corretoras.
A leitura do GrupoGC parte de um diagnóstico claro do mercado. Em um cenário de rápida evolução tecnológica com a proliferação de soluções de gestão, motores de cotação, automação e aplicações de inteligência artificial, o desafio deixou de ser o acesso à tecnologia. A complexidade agora está na capacidade de integrar essas soluções e transformá-las em eficiência operacional e inteligência de negócios. “O mercado está em ebulição tecnológica. Temos ferramentas de gestão, motores de cotação, inteligência artificial, automação… O desafio não é mais ter acesso a essas soluções, mas organizá-las e extrair valor delas”, afirma.
É nesse contexto que a OneGC se posiciona como uma plataforma estruturante. Em sua primeira fase, o projeto contempla 14 módulos que cobrem toda a jornada operacional de uma corretora que vai da prospecção e venda ao pós-venda, passando por processos como emissão, gestão de comissões, sinistros e renovações. A proposta é consolidar, em um único ambiente, atividades que tradicionalmente operam de forma fragmentada, reduzindo fricções e aumentando a eficiência do dia a dia.
Além da unificação operacional, a plataforma também incorpora uma camada estratégica baseada em dados. A ideia é oferecer às corretoras acesso a informações estruturadas e acionáveis, capazes de apoiar a tomada de decisão, identificar oportunidades comerciais e aprimorar a gestão do negócio. Nesse sentido, a evolução da OneGC prevê a ampliação contínua de funcionalidades, com a integração de ferramentas de business intelligence, recursos financeiros, gestão de pessoas e aplicações mais avançadas de inteligência artificial.
Outro elemento central é a lógica omnichannel, que permite a integração com diferentes sistemas e pontos de contato, criando uma experiência mais fluida tanto para o corretor quanto para o cliente final. Na prática, a plataforma funciona como um hub integrador, conectando tecnologias diversas sob uma mesma arquitetura e simplificando a operação. “É uma plataforma que vai unificar todo o processo, toda a vida das corretoras, trazendo muito mais eficiência e permitindo que elas foquem no que é mais importante: a prospecção de novos negócios e o relacionamento com os clientes”, reforça.
Mesmo com o avanço tecnológico, o GrupoGC sustenta que a transformação não altera a essência do modelo de distribuição. A cultura e o papel do corretor permanecem no centro da estratégia, agora potencializados por um ambiente mais estruturado e orientado por dados. “O principal ativo não é a ferramenta. É a capacidade de desenhar soluções e arquiteturas de negócios junto ao mercado” pontua.
Consolidação e futuro da distribuição
O movimento do GC também dialoga com uma tendência mais ampla: a consolidação do mercado de corretoras no Brasil, ainda altamente fragmentado. Para Murilo, plataformas de distribuição com capacidade de integração e escala devem ganhar protagonismo nos próximos anos, especialmente à medida que o setor avança em digitalização e novos modelos de negócio.
Além das transformações internas, o executivo faz um alerta ao mercado. Para ele, o atual ciclo de resultados do setor, o qual é considerado “único”, precisa ser aproveitado como vetor de investimento e inovação. “Nunca houve, na história do seguro no Brasil, uma combinação tão favorável: juros altos, baixa inflação de custos e queda na frequência de sinistros. Isso precisa se transformar em investimento no próprio mercado”, destaca.
Segundo ele, há risco de acomodação diante da rentabilidade elevada, o que pode atrasar avanços estruturais importantes, especialmente na experiência do cliente e na digitalização. “Esse não é um ciclo permanente. É uma janela. E precisa ser usada para construir o futuro do setor”, conclui o CEO.
Ao reposicionar sua estratégia, o GrupoGC se alinha a uma transformação mais ampla da indústria de seguros: a transição de modelos fragmentados para ecossistemas integrados, baseados em tecnologia, dados e novas formas de distribuição. Se a ambição de dobrar de tamanho se concretizar, o movimento pode não apenas redefinir o papel da companhia, mas também influenciar o próprio desenho competitivo do mercado nos próximos anos.
]]>Sou Segura abre bolsas integrais de MBA para mulheres
https://revistaapolice.com.br/2026/03/sou-segura-abre-bolsas-integrais-de-mba-para-mulheres/
Thu, 19 Mar 2026 14:00:14 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137833A Sou Segura abriu as inscrições para o programa souMBA, iniciativa voltada à concessão de bolsas integrais de MBA para mulheres do mercado de seguros. As interessadas podem se candidatar até 5 de abril. O processo seletivo prevê a oferta de 25 bolsas 100% gratuitas para associadas da entidade. O programa é direcionado a profissionais […]
]]>A Sou Segura abriu as inscrições para o programa souMBA, iniciativa voltada à concessão de bolsas integrais de MBA para mulheres do mercado de seguros. As interessadas podem se candidatar até 5 de abril.
O processo seletivo prevê a oferta de 25 bolsas 100% gratuitas para associadas da entidade. O programa é direcionado a profissionais cujo contexto financeiro inviabiliza o investimento integral em cursos de pós-graduação. As aulas serão realizadas em formato remoto, com transmissão ao vivo.
Os cursos serão oferecidos em parceria com a Universidade de São Paulo, por meio do MBA USP/Esalq, instituição reconhecida pela atuação acadêmica e produção científica no país. Entre as opções disponíveis estão MBAs nas áreas de Gestão de Processos, Gestão de Pessoas, ESG e Negócios Sustentáveis, Finanças e Controladoria e Cibersegurança.
Para participar do processo seletivo, é necessário ser associada à Sou Segura e o edital com as informações completas estão disponíveis na página oficial do programa, onde também é possível realizar a inscrição.
]]>Mulheres ainda são minoria na liderança no seguro
https://revistaapolice.com.br/2026/03/mulheres-ainda-sao-minoria-na-lideranca-no-seguro/
Thu, 19 Mar 2026 13:47:47 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137830Uma pesquisa recente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), em parceria com a Sou Segura, mostra que as mulheres representam cerca de 55% da força de trabalho no mercado de seguros, mas ocupam apenas 1% dos cargos de alta liderança (C-Level). Para Elisabete Prado, presidente da Delphos, esse descompasso está associado a fatores estruturais […]
]]>Uma pesquisa recente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), em parceria com a Sou Segura, mostra que as mulheres representam cerca de 55% da força de trabalho no mercado de seguros, mas ocupam apenas 1% dos cargos de alta liderança (C-Level).
Para Elisabete Prado, presidente da Delphos, esse descompasso está associado a fatores estruturais e culturais que ainda limitam a ascensão feminina no setor. “Do ponto de vista estrutural, parece haver um funil ao longo da carreira. As mulheres conseguem superar a barreira de entrada e avançam em número, mas encontram obstáculos na progressão para posições estratégicas, especialmente nas áreas tradicionalmente mais valorizadas para o C-Level, como negócios, finanças e operações”, afirma a executiva. Segundo ela, também há menor exposição a redes de influência e a oportunidades críticas de visibilidade.
No campo cultural, a executiva aponta a persistência de vieses — muitas vezes inconscientes — relacionados ao perfil de liderança esperado. Características historicamente associadas a homens ainda tendem a ser mais reconhecidas como padrão, o que impacta os processos de promoção.
Outro ponto destacado é a conciliação entre responsabilidades profissionais e pessoais, que ainda recai de forma desproporcional sobre as mulheres. “No meu ponto de vista, não se trata de falta de competência ou preparo, mas de um conjunto de barreiras que precisam ser conscientemente enfrentadas pelas organizações”, diz.
Na Delphos, as mulheres representam 31% do quadro de colaboradores. Para Elisabete, o avanço da equidade deve ser tratado como uma agenda estratégica, e não apenas como uma pauta de diversidade. “Mais do que uma questão de representatividade, a busca da equidade é fundamental para o fortalecimento institucional e para a competitividade no longo prazo. Além disso, ambientes mais diversos tendem a ser mais adaptáveis e resilientes”, afirma.
A executiva também destaca que a presença feminina em posições de liderança impacta diretamente a qualidade da governança, a inovação e a sustentabilidade das organizações. “Isso fortalece a gestão de riscos — um aspecto central no mercado segurador”, pontua. Segundo ela, o setor de seguros tem avançado no tema em comparação com segmentos mais tradicionais da economia, impulsionado por iniciativas institucionais e programas de desenvolvimento de lideranças femininas.
Para que o avanço seja mais consistente, Elisabete defende que as ações deixem de ser pontuais e passem a ser estruturadas e mensuráveis. Entre as medidas apontadas estão o desenvolvimento intencional de lideranças femininas, com programas de mentoria e capacitação, a revisão de critérios de promoção e sucessão e a definição de metas claras de diversidade. “Mais do que iniciativas isoladas, é necessário um compromisso consistente da liderança das organizações, com ações que efetivamente impactem a cultura e a forma como as decisões são tomadas”, conclui.
]]>Bradesco Saúde amplia rede e reduz preços em MT
https://revistaapolice.com.br/2026/03/bradesco-saude-amplia-rede-e-reduz-precos-em-mt/
Thu, 19 Mar 2026 12:51:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137828A Bradesco Saúde está ampliando o atendimento da sua rede credenciada no estado do Mato Grosso, com o acréscimo de especialidades e serviços em hospitais e clínicas em Cuiabá e em Várzea Grande, além de incorporação de novos prestadores, para atendimento aos clientes do plano Efetivo, voltado ao mercado local. Entre as atualizações estão o […]
]]>A Bradesco Saúde está ampliando o atendimento da sua rede credenciada no estado do Mato Grosso, com o acréscimo de especialidades e serviços em hospitais e clínicas em Cuiabá e em Várzea Grande, além de incorporação de novos prestadores, para atendimento aos clientes do plano Efetivo, voltado ao mercado local.
Entre as atualizações estão o Hospital Santa Rosa, que possui novas especialidades credenciadas para atendimento em pronto-socorro, além de uma nova estrutura para oncologia; o Femina – Hospital e Maternidade, que também passou a oferecer novas especialidades pela rede do Efetivo; as clínicas Vivere e Do Ben, disponibilizadas na rede para auxiliar no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), e a Unidade Avançada Santa Rosa, que passou a ter consultas e exames cobertos pelo plano.
Além da rede, a tabela de preços também passou por alterações, com reduções de até 5% nos valores praticados para o plano Efetivo em Mato Grosso. A redução estimula a competitividade do produto na região e tem como preço inicial planos a partir de R$229,78*.
Disponível para empresas a partir de três pessoas, o plano Efetivo abrange o Mato Grosso e se diferencia por garantir cobertura nacional, mas com uma rede desenhada de acordo com a realidade local, com prestadores que são reconhecidos pela qualidade na região. A cobertura contempla consultas, exames, terapias e internação hospitalar, incluindo obstetrícia.
Os investimentos da Bradesco Saúde na região têm contribuído para seu crescimento constante no mercado local. No último ano, a operadora registrou expansão de 3,3% na base de beneficiários no estado do Mato Grosso. O destaque ficou por conta do segmento SPG, que abrange pequenas e médias empresas, com crescimento de 4%.
“O Centro-Oeste é uma região extremamente importante para o país e estratégica para a Bradesco Saúde. Ao reforçar nosso portfólio de produtos competitivos com alcance nacional e olhar regional em mercados com o do Mato Grosso, atendemos a uma demanda do mercado por modelos mais sustentáveis, promovendo o acesso a uma assistência médico-hospitalar de qualidade, com uma excelente relação custo-benefício e a credibilidade da marca Bradesco Saúde”, ressalta Flávio Bitter, diretor da Bradesco Saúde.
Além da rede diversificada de prestadores, o plano Efetivo oferece aos clientes mato-grossenses os principais diferenciais da Bradesco Saúde, incluindo soluções digitais e programas voltados à eficiência do cuidado. Entre eles estão o acesso facilitado a psicólogos via aplicativo e a plataforma de telemedicina Saúde Digital. Beneficiários Bradesco Saúde contam ainda com o Clube+Saúde, plataforma de descontos e cashback em produtos e serviços de saúde e bem-estar.
A chegada de novos serviços, especialidades e prestadores à rede do Efetivo faz parte de um constante processo de atualização da estrutura de atendimento, levando em conta as necessidades da população local. Como parte desse movimento, a Bradesco Saúde anunciou, em 2024, a ampliação da rede em municípios do interior do estado que se destacam pela relevância no agronegócio, como Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum.
]]>Lojacorr Seguros projeta alta de 20% no Norte de Minas
https://revistaapolice.com.br/2026/03/lojacorr-seguros-projeta-alta-de-20-no-norte-de-minas/
Thu, 19 Mar 2026 12:49:10 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137817A Lojacorr Seguros anunciou um plano de expansão para o Norte de Minas Gerais. Com foco estratégico em Montes Claros e cidades vizinhas, a empresa projeta crescimento de 20% no faturamento da região nos próximos 12 meses, impulsionado pela demanda nos setores de agronegócio, logística e proteção patrimonial. A estratégia conta com a atuação de […]
]]>A Lojacorr Seguros anunciou um plano de expansão para o Norte de Minas Gerais. Com foco estratégico em Montes Claros e cidades vizinhas, a empresa projeta crescimento de 20% no faturamento da região nos próximos 12 meses, impulsionado pela demanda nos setores de agronegócio, logística e proteção patrimonial.
A estratégia conta com a atuação de Marcia Maria Moura Pedrosa, concessionária responsável pela Unidade Vale do Aço da Lojacorr Seguros, que identifica o Norte mineiro como um polo logístico e industrial com influência crescente. Segundo a executiva, o objetivo vai além da expansão dos resultados e inclui o aumento da participação da corretagem de seguros no Produto Interno Bruto (PIB) regional.
Além de reforçar sua presença em Montes Claros, a Lojacorr definiu um cronograma de avanço para cidades estratégicas do interior, englobando municípios como Janaúba, Januária, Capelinha e Pirapora, que desempenham papel relevante na dinâmica econômica da região. “Nosso plano é colorir o Norte de Minas com o suporte da Lojacorr Seguros. Queremos mostrar que, independentemente da distância da capital, o corretor local terá acesso à mesma tecnologia e força de negociação das maiores corretoras do país”, afirma Marcia.
Para sustentar a expansão, a empresa pretende conectar 10 novos corretores parceiros até dezembro. Um dos diferenciais apresentados é o modelo “Máquina de Vendas”, descrito como um ecossistema voltado à automação de processos operacionais.
De acordo com Marcia, a proposta busca reduzir o tempo dedicado a tarefas administrativas e ampliar a capacidade comercial dos profissionais. “Nós removemos o teto de crescimento do profissional. Ele passa a ter processos automatizados e inteligência de dados para focar no que realmente importa: vender e se relacionar com o cliente”, explica.
A estratégia na região está centrada no chamado “corretor empreendedor”. Segundo a executiva, o cenário atual exige profissionais com maior capacidade de negociação junto às seguradoras, algo que tende a ser mais limitado de forma independente.
Quando se conecta à plataforma, o parceiro passa a ter acesso a uma oferta mais ampla de produtos e a ferramentas que permitem atuação mais consultiva, especialmente em proteção patrimonial. A projeção de crescimento também considera características do mercado local. Para Marcia, o perfil do empresário da região valoriza relações de confiança, o que favorece o modelo de atendimento mais próximo.
Com o avanço do agronegócio e a chegada de novas indústrias, a empresa avalia que há espaço para ampliar a oferta de seguros em segmentos ainda pouco explorados.
Embora o seguro automotivo siga como principal porta de entrada, a companhia identifica oportunidades em outras frentes, como o seguro agro, impulsionado pela expansão das atividades agrícolas, além dos seguros de transportes e frotas, ligados ao escoamento da produção, e das soluções de seguro de pessoas e voltadas para PMEs, com foco na proteção financeira e na continuidade dos negócios.
]]>Riscos secundários dominam perdas globais em 2025
https://revistaapolice.com.br/2026/03/riscos-secundarios-dominam-perdas-globais-em-2025/
Thu, 19 Mar 2026 12:47:27 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137824Os chamados riscos secundários, como os incêndios florestais, tempestades convectivas severas e inundações, responderam por um recorde de 92% das perdas globais seguradas por catástrofes naturais em 2025, totalizando US$ 107 bilhões, segundo relatório do Instituto Swiss Re. Apesar do volume total de perdas seguradas ter ficado abaixo da tendência de longo prazo, o nível […]
]]>Os chamados riscos secundários, como os incêndios florestais, tempestades convectivas severas e inundações, responderam por um recorde de 92% das perdas globais seguradas por catástrofes naturais em 2025, totalizando US$ 107 bilhões, segundo relatório do Instituto Swiss Re.
Apesar do volume total de perdas seguradas ter ficado abaixo da tendência de longo prazo, o nível permanece elevado devido à alta frequência de eventos que atingem áreas densamente povoadas e com maior concentração de ativos. Ao longo do tempo, fatores como crescimento populacional, valorização de ativos e aumento dos custos de reconstrução têm ampliado a exposição ao risco.
De acordo com a modelagem da Swiss Re, em um cenário de perdas máximas, os prejuízos segurados podem chegar a US$ 320 bilhões em 2026. Mesmo em um cenário mais próximo da média histórica, a estimativa é de US$ 148 bilhões, o que reforça a necessidade de estratégias contínuas de adaptação e mitigação de riscos. “As perdas por catástrofes naturais abaixo da tendência observadas em 2025 são resultado de uma variabilidade favorável e não de qualquer redução do risco subjacente. Se as perdas retornarem aos níveis normais de longo prazo, totalizarão US$ 148 bilhões em 2026. De acordo com nosso cenário de pico de perdas modelado, as perdas seguradas podem chegar a cerca de US$ 320 bilhões em 2026. Como a exposição continua aumentando, a tendência de alta nas perdas seguradas é estrutural e é fundamental identificar os fatores de risco subjacentes para gerenciar e reduzir os riscos antes que as perdas ocorram.”, afirma Balz Grollimund, chefe da área de Riscos de Catástrofes.
Entre os principais eventos do ano, os incêndios florestais em Los Angeles geraram perdas seguradas recordes de cerca de US$ 40 bilhões, tornando-se o maior evento desse tipo já registrado pela série Sigma. Já as tempestades convectivas severas responderam por US$ 51 bilhões em perdas, mantendo-se como um dos principais vetores de impacto global. “Um ano com um cenário de perdas máximas poderia representar mais que o dobro das perdas anuais recentes com catástrofes naturais seguradas e ultrapassar US$ 300 bilhões. Maior conscientização sobre riscos, adaptação e mitigação, juntamente com seguros e resseguros suficientes, desempenham papéis vitais na resiliência da sociedade. Nós nos protegemos contra riscos máximos absorvendo eventos de baixa frequência e alta severidade que podem rapidamente transformar um ano tranquilo em um ano de perdas recordes.”, afirma Urs Baertschi, CEO de Property & Casualty Reinsurance.
As perdas econômicas globais com catástrofes naturais somaram US$ 220 bilhões em 2025, dos quais cerca de 49% estavam segurados — a maior proporção já registrada pela Sigma. Apesar do avanço, a lacuna de proteção permanece elevada, especialmente em economias emergentes, onde entre 80% e 90% das perdas seguem sem cobertura.
Dados históricos da Sigma indicam que mais de 80% do aumento global das perdas seguradas relacionadas a eventos climáticos, entre 1970 e 2025, é explicado pela expansão da exposição — ou seja, mais ativos sendo construídos em áreas de risco.
Na América do Norte, o crescimento é impulsionado principalmente por incêndios florestais e tempestades costeiras, com os incêndios registrando expansão média anual de 14% nas perdas seguradas. Na Europa, mais da metade do crescimento está associada a tempestades costeiras, com taxa estimada de 10% ao ano. Já na Ásia, o avanço é dominado por inundações, enquanto na Oceania há maior equilíbrio entre tempestades costeiras e alagamentos.
Ainda assim, o relatório aponta que, em determinadas regiões, a exposição já não explica sozinha a aceleração das perdas. Mudanças nos padrões climáticos, intensificação de eventos e aumento da vulnerabilidade têm ganhado relevância crescente na dinâmica de risco. “A maior parte do crescimento das perdas a longo prazo decorre de uma realidade simples: propriedades mais valiosas estão sendo construídas em áreas de risco, e os custos de reconstrução aumentaram. Ao mesmo tempo, a análise sigma sugere que, para alguns riscos e regiões, os perigos e a vulnerabilidade estão evoluindo mais rapidamente do que a exposição por si só indicaria. Assim, medidas de adaptação e mitigação de riscos sustentadas e bem planejadas são cada vez mais decisivas para manter o seguro viável e acessível – e para reduzir a lacuna global de proteção representada pelo subseguro.”, afirma Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe do grupo.
O relatório conclui que, diante da intensificação dos eventos climáticos e do aumento da exposição, ampliar a cultura de prevenção, fortalecer mecanismos de mitigação e expandir a cobertura securitária são fatores centrais para sustentar a resiliência econômica e social no longo prazo.
]]>Arley Boullosa assume como consultor do Sincor-RJ
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Wed, 18 Mar 2026 22:29:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137821O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ) anunciou a chegada de Arley Boullosa como consultor comercial. Com 35 anos de experiência no setor de seguros e 22 anos como professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS), o executivo passa a atuar no apoio ao desenvolvimento das corretoras associadas à entidade. […]
]]>O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ) anunciou a chegada de Arley Boullosa como consultor comercial. Com 35 anos de experiência no setor de seguros e 22 anos como professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS), o executivo passa a atuar no apoio ao desenvolvimento das corretoras associadas à entidade.
A iniciativa tem como objetivo fortalecer a atuação das corretoras por meio de uma abordagem prática, com foco em temas ligados à gestão e ao crescimento sustentável. Entre os tópicos previstos estão estratégia comercial, modelos de negócios, definição de processos, acompanhamento de metas, gestão de pessoas, formatos de remuneração, canais de captação e distribuição, além de negociações com seguradoras. A proposta é direcionada principalmente às pequenas e médias corretoras, que representam parcela significativa do mercado.
Arley destaca a necessidade de adaptação das corretoras diante das mudanças do setor. “Estamos reiniciando um trabalho no Sincor RJ, mas com um modelo mais moderno e alinhado com as necessidades atuais. Teremos um evento por mês para compartilhar boas práticas e novas oportunidades para expandir na condução de um programa mais completo”.
O movimento ocorre em um momento de ampliação dos serviços oferecidos pelo sindicato, que passa a integrar a consultoria comercial a outras áreas já existentes, como consultoria técnica, jurídica e contábil/fiscal. A atuação será estruturada em três eixos: crescimento profissional, posicionamento competitivo e geração de negócios, com foco no fortalecimento das corretoras.
Ao longo da carreira, o executivo acumulou experiência em seguradoras como Allianz, Bradesco Seguros e AIG, além de ter sido sócio fundador da Moby Corretora e diretor de Ensino do Sincor-RJ. A trajetória inclui atuação em temas que vão da estratégia à gestão de pessoas, com foco na aplicação prática de boas práticas no dia a dia das corretoras. A Moby Corretora, fundada em 2012, atua no segmento de varejo e conta com uma equipe de 36 pessoas, com produção mensal próxima de R$ 3 milhões em prêmios.
]]>Mapfre renova patrocínio na Porsche Cup Brasil
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Wed, 18 Mar 2026 18:27:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137814A Seguradora Mapfre anuncia a renovação de seu patrocínio ao piloto Lineu Pires para a temporada 2026 da Porsche Cup Brasil. A iniciativa integra a estratégia da empresa de investir em jovens talentos do esporte e promover valores como alta performance e dedicação. “É uma satisfação para a Mapfre manter a parceria, pois, para nós, […]
]]>A Seguradora Mapfre anuncia a renovação de seu patrocínio ao piloto Lineu Pires para a temporada 2026 da Porsche Cup Brasil. A iniciativa integra a estratégia da empresa de investir em jovens talentos do esporte e promover valores como alta performance e dedicação.
“É uma satisfação para a Mapfre manter a parceria, pois, para nós, ela simboliza a busca pela excelência que reconhecemos. Ao apoiar o Lineu fortalecemos nossa presença em um esporte que possui valores que prezamos em nossa companhia, como determinação, foco e superação”, destaca Letícia Matuck, gerente de eventos e patrocínios da Mapfre.
A parceria, que teve início em 2024, acompanha a trajetória do piloto de 26 anos. Em 2025, o competidor encerrou a Carrera Cup na 12ª posição entre 36 carros. Agora, em seu sexto ano consecutivo na categoria, Lineu Pires entra na pista com o suporte visual e institucional da seguradora, que terá sua nova marca e identidade presentes no carro, boxes, vestuário e ações promocionais ao longo do ano. “Contar com a confiança de uma marca global como a Mapfre pelo terceiro ano é um combustível extra para buscar o pódio. É uma honra carregar esse nome no meu macacão e saber que temos valores alinhados dentro e fora das pistas”, destaca Lineu Pires.
Reconhecida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), a Porsche Cup foi criada em 2005 e é a primeira divisão do automobilismo de corrida de Porsche no Brasil, que reúne os modelos 911 GT3 Cup e 718 Cayman GT4 Clubsport. “O apoio da Mapfre é fundamental para o meu desenvolvimento em uma categoria tão competitiva. Estou muito focado para este ciclo e pronto para retribuir essa parceria com resultados sólidos e muita garra em cada etapa”, conclui o piloto.