Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosTue, 17 Mar 2026 13:58:36 +0000pt-BR
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323210ª Insurance & Innovation Talks debate saúde em movimento
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Tue, 17 Mar 2026 13:58:34 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137751O Grupo Bradesco Seguros realizou na última semana no Rio de Janeiro, a 10ª edição do Insurance & Innovation Talks. Com o tema “Saúde em movimento: cuidado que acompanha, não espera”, o encontro reuniu mais de 600 pessoas – no ambiente online e presencial -, e contou com a parceria da Beep Saúde e da […]
]]>O Grupo Bradesco Seguros realizou na última semana no Rio de Janeiro, a 10ª edição do Insurance & Innovation Talks. Com o tema “Saúde em movimento: cuidado que acompanha, não espera”, o encontro reuniu mais de 600 pessoas – no ambiente online e presencial -, e contou com a parceria da Beep Saúde e da Firjan e promoveu reflexões sobre novas formas de cuidado em saúde para além dos espaços tradicionais, destacando o papel da inovação na prevenção, no acesso e na transformação da experiência do paciente.
O evento reuniu representantes do Grupo Bradesco Seguros e das empresas parceiras em uma programação voltada à troca de experiências e ao debate sobre os caminhos para um sistema de saúde mais integrado, acessível e centrado nas pessoas.
O primeiro painel, “Cuidado, acesso e experiência: os desafios e oportunidades da saúde”, foi mediado por Juliana Santos, PMO de Inovação da Bradesco Seguros, e contou com a participação de Labruna Vieira, superintendente sênior de TI Saúde da Bradesco Seguros, e Luiz Humberto Werdine, médico e coordenador de Produto e Medicina da Firjan.
Durante o debate, Luiz Humberto destacou a relevância da prevenção como estratégia estruturante para a promoção da saúde. “Embora a mensuração dos resultados em promoção da saúde ainda seja um desafio, o incentivo à prevenção é fundamental. Para que essa importância seja efetivamente percebida, é essencial avançar em uma comunicação mais clara, apoiada por dados e indicadores que tornem esses benefícios tangíveis. Ferramentas como a telemedicina ampliam significativamente o acesso ao cuidado, e cabe aos profissionais de saúde desenvolverem novas competências para atuar de forma qualificada nesse contexto digital”, afirmou o médico.
Já Labruna Vieira ressaltou a mudança no papel do paciente ao longo da jornada de cuidado, impulsionada pelo uso da tecnologia. “Hoje o paciente deixou de ser um agente passivo do sistema de saúde e passou a ser um participante ativo da sua própria jornada de cuidado. Ele tem muito mais acesso à informação e, com isso, compara experiências, questiona diagnósticos e espera a mesma fluidez digital que encontra em outros setores. Isso está pressionando todo o ecossistema a evoluir. As organizações de saúde precisam sair de um modelo centrado no evento — a consulta, o exame, a internação — para um modelo centrado na jornada contínua do paciente. A tecnologia entra justamente como habilitadora dessa mudança: conectando dados, integrando serviços e permitindo que o cuidado seja mais personalizado No fundo, a tecnologia não está transformando apenas o sistema de saúde — ela está redistribuindo o poder dentro dele, colocando o paciente cada vez mais no centro”, destacou a executiva.
Caminhos para o futuro da saúde
O segundo painel, “Perspectivas e caminhos para o futuro da saúde”, foi mediado por Felipe Szuster, gerente de Inovação da Bradesco Seguros, e reuniu Thais Jorge, médica e diretora da Bradesco Saúde; Fernanda Spaziani, diretora de Dados da Beep Saúde; e Juliana Fontanezi, coordenadora da Saúde Digital e do Hub de Saúde da Firjan.
Em sua participação, Juliana Fontanezi apresentou tendências que devem impulsionar avanços relevantes na saúde da população. “Estamos diante de um conjunto de oportunidades que podem gerar impactos significativos, como o uso de tecnologias para reduzir a incidência de doenças crônicas — responsáveis por cerca de 74% das mortes no mundo —, soluções que ajudem a mitigar os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde, além da integração inteligente de dados para melhorar a experiência do paciente. Soma-se a isso o desenvolvimento de iniciativas voltadas à longevidade ativa, um tema central para o futuro da saúde”, afirmou.
Thais Jorge reforçou a importância de um olhar ampliado sobre o envelhecimento da população e a reorganização do sistema de saúde. “Quando falamos de tendências, é fundamental considerar o envelhecimento da população e a longevidade ativa como fatores transformacionais. Isso vai além da saúde física e mental, envolvendo também saúde financeira e cuidado integral. A promoção da saúde passa por uma reestruturação consistente do ecossistema público e privado, com integração de dados que permita modelos preditivos voltados à prevenção de doenças”, explicou.
Em sua fala final, a diretora da Bradesco Saúde destacou a necessidade de alinhamento sistêmico como estratégia para o futuro da saúde no país. “Do ponto de vista estratégico, o grande desafio está na reorganização do sistema, no alinhamento de incentivos e na ampliação das possibilidades para o paciente. A saúde precisa ser pensada de forma única, integrando os sistemas público e privado. O acesso pode variar em termos de prestadores, mas a análise e o planejamento devem considerar todo o sistema. Só com essa visão integrada será possível promover uma transformação efetiva e sustentável”, concluiu Thais Jorge.
A 10ª edição do Insurance & Innovation Talks reforça o compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a inovação, a promoção da saúde e a construção de soluções que coloquem o cuidado em movimento, acompanhando as pessoas ao longo de toda a sua jornada de vida.
]]>Allianz registra lucro recorde e cresce 8,4% em 2025
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Tue, 17 Mar 2026 13:48:48 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137744A Allianz encerrou 2025 com resultados recordes, marcando um início sólido de seu novo ciclo estratégico. O grupo reportou lucro operacional recorde de 17,4 bilhões de euros, alta de 8,4% na comparação anual, impulsionado pelo crescimento consistente em todos os segmentos de atuação. O volume total de negócios também avançou, atingindo 186,9 bilhões de euros, […]
]]>A Allianz encerrou 2025 com resultados recordes, marcando um início sólido de seu novo ciclo estratégico. O grupo reportou lucro operacional recorde de 17,4 bilhões de euros, alta de 8,4% na comparação anual, impulsionado pelo crescimento consistente em todos os segmentos de atuação.
O volume total de negócios também avançou, atingindo 186,9 bilhões de euros, alta de 8,1%, enquanto o lucro líquido básico dos acionistas cresceu 10,9%, somando 11,1 bilhões de euros. Já o lucro por ação registrou avanço de 12,5%, chegando a 28,61 euros.
O desempenho da companhia foi acompanhado por um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) ajustado de 18,1%, além do fortalecimento da posição de capital. O índice de solvência (Solvency II) subiu para 218%, avanço de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Para Oliver Bäte, CEO do grupo, os resultados refletem a capacidade da seguradora de manter consistência mesmo em um cenário global desafiador. “Os resultados recordes da Allianz para 2025 demonstram, mais uma vez, nossa capacidade de entregar resultados confiáveis, inclusive em ambientes de rápida transformação e cada vez mais polarizados. A solidez do nosso desempenho e dos nossos fundamentos vai muito além da nossa disciplina financeira e resiliência operacional. Nosso sucesso também é impulsionado pela força da nossa marca líder, pela fidelidade imbatível dos nossos clientes e por funcionários altamente motivados”, destaca. O executivo destacou ainda o papel da companhia na oferta de proteção acessível e na mitigação de riscos em um ambiente global mais incerto.
O segmento de Ramos Elementares (P&C) foi o principal destaque do ano, com lucro operacional de 9 bilhões de euros, alta de 13,9%. O índice combinado melhorou para 92,2%, refletindo ganhos de eficiência operacional e disciplina na subscrição. O crescimento foi impulsionado tanto pelo segmento de varejo quanto pelo corporativo, que apresentaram expansão relevante e melhora nos níveis de rentabilidade.
Na divisão de Vida e Saúde, a Allianz manteve desempenho consistente, com crescimento do valor de novos negócios e lucro operacional de 5,6 bilhões de euros. A margem de novos negócios permaneceu estável, evidenciando resiliência mesmo diante de oscilações macroeconômicas.
Já a área de Gestão de Ativos registrou entradas líquidas relevantes, reforçando a diversificação das fontes de receita do grupo.
Para 2026, a Allianz projeta manter o mesmo patamar de lucro operacional, com estimativa de 17,4 bilhões de euros, podendo variar em até 1 bilhão de euros para mais ou para menos. A companhia também anunciou um novo programa de recompra de ações de até 2,5 bilhões de euros.
A CFO do grupo, Claire-Marie Coste-Lepoutre, ressaltou o foco na execução estratégica e na geração de valor sustentável. “Tivemos um excelente início em nosso novo ciclo estratégico. Nosso desempenho destaca a força e a resiliência do modelo de negócios da Allianz. Os resultados recordes da Allianz para 2025 são caracterizados por um crescimento muito bom em todos os nossos segmentos e excelente rentabilidade, enquanto fortalecemos ainda mais nossa solidez financeira.”
O Conselho de Administração também propôs o pagamento de dividendo de 17,10 euros por ação, alta de 11% em relação ao ano anterior, reforçando o compromisso com o retorno aos acionistas.
]]>Consórcio ganha espaço na expansão de negócios
https://revistaapolice.com.br/2026/03/consorcio-ganha-espaco-na-expansao-de-negocios/
Tue, 17 Mar 2026 13:32:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137740Expandir um negócio nunca foi apenas uma questão de oportunidade, mas sim de leitura de cenário, planejamento e uso inteligente do capital. Em um momento de juros elevados, crédito restrito e maior cautela por parte das instituições financeiras, o empreendedor brasileiro tem sido obrigado a repensar suas estratégias de crescimento. E é nesse contexto que […]
]]>Expandir um negócio nunca foi apenas uma questão de oportunidade, mas sim de leitura de cenário, planejamento e uso inteligente do capital. Em um momento de juros elevados, crédito restrito e maior cautela por parte das instituições financeiras, o empreendedor brasileiro tem sido obrigado a repensar suas estratégias de crescimento. E é nesse contexto que o consórcio vem ganhando protagonismo como um aliado silencioso, porém eficiente, na expansão das atividades empresariais.
Diferentemente das linhas tradicionais de financiamento, o produto não tem juros, o que por si só já representa um diferencial competitivo importante. Ao eliminar esse custo, o empreendedor consegue planejar a aquisição de bens e contratação de serviços sem comprometer sua margem de lucro nem descapitalizar a operação.
Mais do que uma alternativa de crédito, a modalidade se consolida ainda como uma ferramenta de gestão financeira. Ao exigir disciplina e visão de médio e longo prazo, ela se alinha à lógica de crescimento sustentável, necessária para empresas que desejam escalar com solidez. Assim, em vez de reagir às urgências do mercado de forma onerosa, o empreendedor passa a antecipar decisões estratégicas, organizando seu fluxo de caixa e reduzindo riscos.
Outro ponto relevante é a flexibilidade. O consórcio permite que o empresário escolha o valor do crédito, tempo de pagamento e o momento ideal para utilizar o recurso. Isso oferece previsibilidade e autonomia, fatores essenciais em ambientes de negócios cada vez mais voláteis. Para pequenas e médias empresas, especialmente, essa previsão pode ser a diferença entre crescer com consistência ou comprometer a saúde financeira da empresa.
Aliás, no campo do empreendedorismo, expandir vai além de aumentar de tamanho. Trata-se de ampliar a capacidade produtiva, eficiência e competitividade. A aquisição planejada de ativos via consórcio possibilita exatamente isso: investir no negócio sem pressionar o caixa, mantendo recursos disponíveis, viabilizando a inovação.
Não por acaso, a modalidade tem sido cada vez mais utilizada por empreendedores de diferentes setores, do comércio à indústria, do agronegócio aos serviços. Esse movimento reflete uma mudança de mentalidade: menos imediatismo e mais estratégia. Menos dependência do crédito caro e mais foco em soluções que estimulem o planejamento financeiro.
Em um país onde empreender é um desafio constante, a forma de crescer é tão importante quanto a decisão de expandir. O consórcio, nesse sentido, deixa de ser apenas uma opção de compra parcelada e passa a ocupar um espaço relevante na arquitetura financeira das empresas. Planejar, sob esta ótica, não é sinal de cautela excessiva, e sim de maturidade empresarial.
*Por Adriano Bruni é diretor comercial na Ademicon.
]]>IA transforma seguros e impulsiona saúde pet
https://revistaapolice.com.br/2026/03/ia-transforma-seguros-e-impulsiona-saude-pet/
Tue, 17 Mar 2026 13:22:06 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137737A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa distante para se consolidar como um dos principais vetores de transformação no ambiente corporativo. No setor de seguros e recentemente no segmento de planos de saúde pet, a tecnologia passa a ocupar papel estratégico na forma como empresas operam, tomam decisões e se relacionam com clientes. A […]
]]>A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa distante para se consolidar como um dos principais vetores de transformação no ambiente corporativo. No setor de seguros e recentemente no segmento de planos de saúde pet, a tecnologia passa a ocupar papel estratégico na forma como empresas operam, tomam decisões e se relacionam com clientes.
A APet, que atua com planos de saúde para animais de estimação, acompanha esse movimento e tem ampliado o uso da tecnologia em suas operações. Segundo Luiz Gênova, CEO da companhia, o uso da IA deve ser encarado como um complemento à atuação humana. “A Inteligência Artificial deve ser vista como uma ferramenta de ampliação das capacidades humanas, não como substituta da inteligência, mas como sua extensão estratégica. Na APet, estamos ampliando o uso da IA como uma forma de melhorar processos, apoiar decisões e oferecer uma experiência cada vez mais encantadora aos responsáveis por pets”.
Mais do que automatizar tarefas, a inteligência artificial permite o processamento de grandes volumes de dados, a previsão de comportamentos e o suporte a decisões complexas. Nesse contexto, empresas que adotam a tecnologia de forma estruturada passam a utilizá-la não apenas para redução de custos, mas como ferramenta de inovação, personalização e ganho de competitividade.
No mercado segurador, essa transformação já está em curso. Levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) indica que cerca de 80% das seguradoras brasileiras já utilizam soluções de IA em suas operações, especialmente nas áreas de atendimento, operações e tecnologia da informação. Entre os principais desafios, destaca-se a integração com sistemas legados, apontada por 69% das companhias.
A adoção crescente da tecnologia reflete uma mudança mais ampla no ambiente de negócios. De startups a grandes grupos, organizações vêm redesenhando processos e modelos operacionais, inclusive em segmentos tradicionalmente conservadores, como o de seguros. Mais do que uma tendência tecnológica, a IA representa uma transformação estrutural na forma como produtos são desenvolvidos, riscos são avaliados e clientes são atendidos. Nesse cenário, a preparação passa por mudanças culturais, investimento em dados e capacitação profissional.
O avanço da IA na saúde pet
No segmento de planos de saúde pet, a aplicação da inteligência artificial ainda está em expansão, mas já demonstra potencial relevante. A tecnologia pode ser utilizada desde a análise cadastral até o acompanhamento pós-atendimento, criando um ciclo contínuo de cuidado e prevenção. Entre as principais aplicações estão a análise preditiva de saúde animal, com identificação antecipada de doenças; a personalização de planos conforme o perfil do animal e do tutor; a gestão de riscos, com precificação mais precisa e prevenção a fraudes; e o atendimento automatizado, com suporte contínuo.
Esse movimento acompanha a evolução do mercado pet no Brasil, impulsionado pela mudança no comportamento dos consumidores, que buscam soluções mais completas de cuidado, assistência e previsibilidade financeira.
Na APet, a incorporação da inteligência artificial faz parte de uma estratégia mais ampla voltada à eficiência operacional e à inovação. A empresa também tem investido em governança e padronização de processos. “Estamos fortalecendo nossa governança, capacitação técnica e padronização de serviços com muito rigor em compliance. A IA acelera a entrega de soluções customizadas, melhora a experiência dos clientes e aumenta a eficiência operacional. Recentemente lançamos a NINA, nossa agente virtual de atendimento via WhatsApp, que vai agregar muito na experiência do tutor”.
]]>Generali registra lucro e resultado operacional recordes
https://revistaapolice.com.br/2026/03/generali-registra-lucro-e-resultado-operacional-recordes/
Tue, 17 Mar 2026 12:17:33 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137728O Grupo Generali registrou resultados históricos em 2025, marcando o primeiro ano de execução do plano estratégico “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”. A companhia alcançou recorde tanto no resultado operacional quanto no lucro líquido ajustado, impulsionada pelo desempenho positivo em diferentes linhas de negócio. Segundo Philippe Donnet, CEO do grupo, os números refletem a evolução […]
]]>O Grupo Generali registrou resultados históricos em 2025, marcando o primeiro ano de execução do plano estratégico “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”. A companhia alcançou recorde tanto no resultado operacional quanto no lucro líquido ajustado, impulsionada pelo desempenho positivo em diferentes linhas de negócio.
Segundo Philippe Donnet, CEO do grupo, os números refletem a evolução consistente da estratégia em um ambiente desafiador. “Nossos resultados recordes de 2025 marcam um primeiro ano muito bem-sucedido do nosso plano estratégico ‘Lifetime Partner 27: Driving Excelence’ e confirmam a criação contínua de valor para todos os nossos stakeholders. Em um ambiente ainda marcado por grande incerteza, fortalecemos nosso papel como um verdadeiro Parceiro Para Vida Toda para todos os clientes, oferecendo proteção, estabilidade e tranquilidade”, detaca.
Os prêmios brutos emitidos somaram € 98,1 bilhões, crescimento de 3,6% na comparação anual, com destaque para o segmento de P&C (Property & Casualty), que avançou 7,6%.
No segmento de Vida, as entradas líquidas atingiram € 13,5 bilhões, impulsionadas pelas linhas de Proteção & Saúde e produtos Unit-Linked e híbridos. Já o Valor de Novos Negócios (VNB) cresceu 6,2%, totalizando € 3,1 bilhões.
O resultado operacional do grupo alcançou € 8,0 bilhões, alta de 9,7%, configurando o maior já registrado pela companhia, com contribuição de todas as unidades de negócio. “O foco na excelência nas capacidades essenciais se reflete no desempenho excepcional de P&C, com forte lucratividade técnica subjacente, e nas melhores entradas líquidas de Vida da categoria, que destacam a liderança europeia da Generali nesse segmento e a alta qualidade da nova produção”.
A rentabilidade técnica também apresentou evolução relevante. A Razão Combinada (CoR) melhorou para 92,6%, uma redução de 1,4 ponto percentual, enquanto o CoR não descontado recuou para 94,3%, com queda de 1,6 ponto percentual.
O resultado líquido ajustado chegou a € 4,3 bilhões, crescimento de 14,5%, também em nível recorde. O lucro por ação ajustado avançou 16,2%, alcançando € 2,85.
A área de gestão de ativos e patrimônio também apresentou crescimento, com ativos sob gestão (AUM) totalizando € 900 bilhões, alta de 4,3%. As entradas líquidas no segmento somaram € 16 bilhões. “A Gestão de Ativos e Patrimônio também demonstrou um impulso crescente com entradas líquidas sólidas. Além disso, estamos acelerando a transformação do modelo operacional do Grupo por meio da ampla implantação de IA, digitalização e automação, e estamos muito satisfeitos com o notável progresso alcançado em direção às nossas ambiciosas metas de Sustentabilidade”, conta.
A posição de capital permaneceu sólida, com índice de solvência de 219%, acima dos 210% registrados no exercício anterior, refletindo a capacidade de geração de capital do grupo.
A companhia informou ainda que pretende propor o pagamento de dividendo por ação de € 1,64, crescimento de 14,7%, além de um programa de recompra de ações de € 500 milhões, sujeito à aprovação em assembleia. “Aproveitando essa entrega impressionante e nossa forte posição de capital, e de acordo com o claro compromisso de garantir retornos cada vez maiores para nossos acionistas, estamos mais uma vez propondo um aumento do dividendo por ação, junto com o lançamento da recompra de ações de 500 milhões de euros para 2026. Nossas pessoas são a base fundamental do sucesso do Grupo, e quero agradecer sinceramente a todos os colegas e conselheiros por este excelente início do plano estratégico”, conclui.
]]>Bradesco Seguros anuncia ofertas na Semana do Consumidor
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Tue, 17 Mar 2026 12:16:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137734A Bradesco Seguros anunciou uma ação comercial para a Semana do Consumidor, com condições especiais para contratação de seguros entre os dias 16 e 31 de março. A iniciativa contempla produtos voltados à proteção de equipamentos e veículos. No Seguro Equipamentos, a companhia oferece descontos de até 15% para máquinas do setor de construção civil, […]
]]>A Bradesco Seguros anunciou uma ação comercial para a Semana do Consumidor, com condições especiais para contratação de seguros entre os dias 16 e 31 de março. A iniciativa contempla produtos voltados à proteção de equipamentos e veículos.
No Seguro Equipamentos, a companhia oferece descontos de até 15% para máquinas do setor de construção civil, além da possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros para todos os segmentos. As condições são válidas tanto para novos contratos quanto para renovações. A cobertura abrange diferentes tipos de equipamentos, incluindo agrícolas, florestais, médicos, estéticos, veterinários, portáteis e musicais, utilizados em atividades profissionais ou pessoais.
Para o Seguro Auto, a seguradora disponibiliza uma condição específica para clientes que utilizarem pontos do programa Livelo como forma de pagamento. Nesses casos, será concedido cashback de 1.000 pontos. A oferta também é válida para novas apólices e renovações.
Segundo Saint’Clair Lima, diretor de Produtos da companhia, a iniciativa busca ampliar o acesso às soluções de proteção durante o período promocional. “A ação comercial da semana do consumidor representa uma ótima oportunidade para os corretores de seguros, pois apresenta soluções acessíveis e vantajosas, ajudando o cliente a proteger seu patrimônio sem comprometer o orçamento”.
]]>Swiss Re firma resseguro de longevidade de US$ 2 bilhões
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Tue, 17 Mar 2026 12:12:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137731A Swiss Re anunciou a assinatura de um contrato de resseguro de longevidade no valor de US$ 2 bilhões, marcando sua primeira transação desse tipo voltada a aposentados nos Estados Unidos. A operação amplia a atuação da resseguradora em um mercado considerado estratégico e reforça sua presença global no segmento de transferência de risco de […]
]]>A Swiss Re anunciou a assinatura de um contrato de resseguro de longevidade no valor de US$ 2 bilhões, marcando sua primeira transação desse tipo voltada a aposentados nos Estados Unidos. A operação amplia a atuação da resseguradora em um mercado considerado estratégico e reforça sua presença global no segmento de transferência de risco de longevidade.
A Athene participou como contraparte da transação, dentro de suas atividades de gestão de riscos. Segundo Michael Bacon, Diretor-Geral e Chefe de Transações e Globalidades dos EUA da Swiss Re, a operação está alinhada ao suporte oferecido pela resseguradora a provedores de soluções de aposentadoria. “A solidez financeira e a experiência em estruturação da Swiss Re apoiam a missão da Athene de proteger a renda de aposentadoria dos segurados. Esta transação demonstra o compromisso contínuo da Swiss Re em fornecer soluções personalizadas de risco de longevidade para os principais provedores de serviços de aposentadoria”.
O resseguro de longevidade permite que fundos de pensão e seguradoras transfiram o risco associado ao aumento da expectativa de vida de seus beneficiários, contribuindo para o cumprimento de obrigações de longo prazo. Desde o desenvolvimento desse mercado, há cerca de duas décadas, a Swiss Re já realizou mais de 30 transações em países como Reino Unido, Países Baixos, Singapura e Austrália. No total, essas operações abrangem mais de US$ 50 bilhões em benefícios de pensões e mais de 1 milhão de aposentados.
De acordo com a companhia, o segmento de longevidade representou 17% da receita de seguros em 2025, consolidando-se como o segundo maior dentro da área de Resseguros de Vida e Saúde. O crescimento do mercado está relacionado ao aumento no número de patrocinadores de planos de benefício definido que buscam transferir passivos previdenciários para seguradoras, movimento que deve sustentar a demanda por soluções de resseguro de longevidade nos próximos anos.
]]>SRO 3.0: seguradoras enfrentam desafio de adaptação à Susep
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Mon, 16 Mar 2026 20:46:49 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137716EXCLUSIVO – A implementação da nova versão do Sistema de Registro de Operações (SRO) marca mais um passo na transformação digital da supervisão do mercado segurador brasileiro. A partir do dia 02 de março, passou a ser obrigatória a adoção do leiaute 3.0 para o registro de operações supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), […]
]]>EXCLUSIVO – A implementação da nova versão do Sistema de Registro de Operações (SRO) marca mais um passo na transformação digital da supervisão do mercado segurador brasileiro. A partir do dia 02 de março, passou a ser obrigatória a adoção do leiaute 3.0 para o registro de operações supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), ampliando o escopo e a granularidade das informações exigidas das seguradoras.
A atualização do sistema integra a agenda de modernização regulatória da autarquia e tem como objetivo aprimorar a qualidade dos dados disponíveis para fiscalização, aumentando a transparência e a capacidade de monitoramento do mercado. Entre as principais mudanças está a ampliação do escopo de registro para seguros de danos e seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples, além da revisão da modelagem de dados e das regras de negócio associadas ao sistema.
No entanto, a poucos dias da entrada em vigor da nova versão, dados do próprio acompanhamento do setor indicavam um cenário de adaptação ainda desigual. Das 135 seguradoras e registradoras que haviam se comprometido a iniciar testes operacionais, apenas 17 (12,78%) haviam concluído a etapa. Outras 23 empresas sequer tinham iniciado os testes, enquanto 28 avançavam até apenas 25% do processo. O quadro evidencia os desafios enfrentados por parte do mercado diante de projetos regulatórios que demandam simultaneamente capacidade tecnológica, reorganização de dados e alinhamento entre áreas de negócio e tecnologia.
Para Alexandre Sgarbi, diretor da Peers Consulting + Technology, a implementação do novo leiaute ocorre em um momento de elevada pressão regulatória sobre as áreas de tecnologia das seguradoras. Segundo ele, a capacidade de entrega das equipes e a própria complexidade do projeto explicam parte das dificuldades observadas no mercado. Em 2025, diversas agendas regulatórias foram conduzidas simultaneamente, incluindo processos intensivos de revisão e sanitização de dados da versão anterior do sistema. “Os times de tecnologia das seguradoras, em grande parte, não são muito grandes. Ao longo de 2025 tivemos diversas agendas regulatórias relevantes, incluindo a sanitização dos dados da versão 2 do SRO em paralelo com o desenvolvimento da versão 3”, afirma.
Além da limitação de recursos, Alexandre levanta que o próprio desenvolvimento do SRO 3.0 passou por um processo técnico complexo, com diversas revisões ao longo do ano passado. Ao todo, o leiaute recebeu sete atualizações durante 2025, exigindo ajustes sucessivos por parte das companhias. Esse ambiente aumentou o volume de desenvolvimento necessário e, em alguns casos, gerou retrabalhos operacionais, elevando o grau de dificuldade do projeto para equipes já pressionadas por outras demandas regulatórias.
Entre os principais gargalos enfrentados pelas seguradoras na adaptação ao novo padrão, especialistas apontam questões relacionadas à disponibilidade e à qualidade das informações. De acordo coo o execuivo, em determinados segmentos de seguros, especialmente nichos como rural, marítimo ou industrial, muitas das informações exigidas pelo novo leiaute não estavam historicamente estruturadas ou sequer eram obrigatórias nos contratos. Esse cenário exige não apenas ajustes tecnológicos, mas também revisão de processos internos de coleta, validação e governança de dados. “A ampliação da estrutura do SRO exige mudanças relevantes na modelagem de dados e na compreensão das regras de negócio previstas no leiaute”, explica. “Para que o desenvolvimento seja aderente à regulação, é fundamental que as áreas de negócio e tecnologia trabalhem de forma integrada.”
Nas primeiras semanas de operação, especialistas consideram natural a ocorrência de inconsistências ou necessidade de correções nos registros enviados ao sistema, especialmente por empresas que iniciaram a operação sem concluir todos os cenários de testes. Nesses casos, o processo de ajuste tende a ocorrer por meio da comunicação entre registradoras e seguradoras, com reenvio ou retificação das informações registradas.
Nova etapa de supervisão baseada em dados
Do ponto de vista regulatório, a implementação do novo padrão de registro vai além de uma mudança tecnológica ou operacional. Para Rafaela Alvarez Morales, sócia do Cincotto & Morales Sociedade de Advogados, a adoção do leiaute 3.0 do Sistema de Registro de Operações deve ser compreendida como uma obrigação regulatória formal estabelecida pela Superintendência de Seguros Privados. “Não se trata de mera exigência operacional. A adaptação tecnológica é apenas a face prática de um dever jurídico de conformidade regulatória com a norma editada pela autarquia”.
Segundo a advogada, o descumprimento dessa obrigação pode gerar consequências administrativas para as seguradoras. Como o registro das operações no novo padrão passou a ser exigido a partir de 2 de março de 2026, eventuais falhas de adequação podem ser interpretadas pela supervisão não apenas como dificuldades técnicas internas, mas como inadimplemento de obrigação regulatória. “A partir da vigência, a exigência passa a ser objetiva. O fato de a companhia ainda estar em fase de testes pode até ser considerado como contexto, mas não afasta o dever de conformidade regulatória já em vigor”, explica.
Nesse cenário, inconsistências ou atrasos no cumprimento das regras podem levar à abertura de processos administrativos sancionadores. De acordo com Rafaela, as penalidades previstas no regime regulatório podem incluir advertências, multas e outras medidas aplicáveis pela supervisão. Em situações mais severas, dependendo da gravidade das irregularidades ou da ausência de correção após exigências do regulador, também podem surgir impactos operacionais mais amplos. “O descumprimento pode produzir reflexos que vão além da sanção financeira, inclusive com restrições operacionais ou limitações na comercialização de produtos”, observa.
Outro ponto destacado é que a ampliação da granularidade e da padronização das informações registradas tende a fortalecer significativamente a capacidade fiscalizatória da autarquia. Com dados mais estruturados e comparáveis, torna-se mais fácil identificar divergências entre registros operacionais, documentos contratuais, dados contábeis e informações reportadas ao regulador.
Esse cenário reforça a necessidade de as seguradoras avançarem não apenas na adaptação tecnológica, mas também na estrutura de governança e controle de dados. “Não basta adaptar o sistema. É necessário fortalecer a política de qualidade de dados, criar rotinas de validação e garantir alinhamento entre áreas de negócio, tecnologia, compliance e auditoria”. A evolução do SRO indica uma tendência clara de intensificação da supervisão baseada em dados, exigindo das companhias um nível cada vez maior de organização e confiabilidade nas informações regulatórias.
Apesar dos desafios operacionais, especialistas avaliam que a nova etapa regulatória também abre espaço para ganhos estruturais dentro das companhias. Alexandre complementa que os projetos regulatórios dessa natureza podem funcionar como catalisadores para melhorias na gestão de dados e na organização das informações corporativas. “Se bem estruturado, o projeto pode ser uma oportunidade para evoluir a governança de dados das seguradoras e transformar uma exigência regulatória em ganho de eficiência interna”, afirma.
No médio prazo, o acesso a bases mais padronizadas e detalhadas também pode beneficiar áreas técnicas como atuária, subscrição e gestão de riscos, ao facilitar análises internas e conciliações de dados. Ainda que o SRO não seja, em si, um diferencial competitivo, por se tratar de obrigação regulatória comum a todas as seguradoras, companhias com maior maturidade tecnológica tendem a capturar melhor as sinergias entre projetos regulatórios e iniciativas de eficiência operacional.
Regulação mais digital
A evolução do SRO se insere em um movimento mais amplo de digitalização da supervisão conduzida pela Susep. Nos últimos anos, a autarquia tem ampliado o uso de dados estruturados e ferramentas digitais para acompanhar a atividade das supervisionadas, tendência que inclui iniciativas como o Open Insurance e projetos de interoperabilidade de sistemas.
Nesse contexto, o SRO 3.0 representa mais um passo na transição de um modelo de supervisão baseado em informações fragmentadas para um sistema de monitoramento mais contínuo, granular e orientado por dados. Para o mercado, a nova etapa reforça a importância de investir não apenas em tecnologia, mas também em governança de dados e integração entre áreas técnicas, jurídicas e operacionais.
À medida que a supervisão se torna mais digital e baseada em dados estruturados, a capacidade de adaptação tecnológica e organizacional das seguradoras tende a se consolidar como um fator crítico de conformidade regulatória no setor.
]]>Gallagher aponta impacto geopolítico no mercado de seguros
https://revistaapolice.com.br/2026/03/gallagher-aponta-impacto-geopolitico-no-mercado-de-seguros/
Mon, 16 Mar 2026 18:55:28 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137712A escalada das tensões geopolíticas globais deixou de ser um evento regional isolado para se tornar um risco sistêmico com impacto direto no mercado de seguros e resseguros. De acordo com análises da Gallagher Brasil, baseadas nos relatórios globais Structured Credit & Political Risk (SCPR) e “Caught in the Crossfire”, o setor vive uma mudança de postura: o […]
]]>A escalada das tensões geopolíticas globais deixou de ser um evento regional isolado para se tornar um risco sistêmico com impacto direto no mercado de seguros e resseguros. De acordo com análises da Gallagher Brasil, baseadas nos relatórios globais Structured Credit & Political Risk (SCPR) e “Caught in the Crossfire”, o setor vive uma mudança de postura: o risco geopolítico agora é parte integrante da agenda estratégica de CEOs e influi diretamente na precificação de riscos corporativos complexos.
De acordo com Luiz Araripe, Country Manager da Gallagher no Brasil, o mercado global passou a tratar conflitos e instabilidades internacionais como fatores permanentes, e não mais como exceções. “O que observamos não é uma reação abrupta, mas uma mudança clara de postura e maior disciplina na aceitação de riscos. O risco geopolítico influencia diretamente as premissas de subscrição e os cenários de estresse utilizados por seguradoras e resseguradoras. Na prática, a precificação reflete uma maior cautela, sobretudo em riscos corporativos com exposição internacional e dependência de cadeias globais de suprimento”, afirma Araripe.
Para no que se refere ao mercado brasileiro, os efeitos são predominantemente indiretos, mas ainda assim extremamente relevantes para a gestão local. Rodrigo Protasio, CEO da Gallagher Retail no Brasil e especialista em Grandes Riscos, destaca que a volatilidade financeira e a pressão sobre os preços das commodities geram um efeito cascata. “Conflitos prolongados pressionam o preço do petróleo e ampliam os custos de energia, alimentando a inflação global. Isso impacta o setor de seguros ao elevar custos de sinistros e valores segurados. Nas renovações de grandes contratos, o processo tornou-se muito mais técnico e detalhado. Há uma exigência maior por informações e discussões profundas sobre exposição indireta antes da definição de limites e franquias. O mercado não está necessariamente retraindo capacidade, mas está muito mais criterioso”, explica.
O relatório SCPR Market Report da Gallagher revela ainda um crescimento consistente na demanda por soluções de Risco Político, Frustração de Contrato e Não Pagamento. Atualmente, a capacidade do mercado global para esses riscos alcançou cerca de US$ 3,5 bilhões por risco, o que indica um mercado ainda funcional e capitalizado, apesar da alta procura.
No cenário doméstico, Protasio alerta para a necessidade de revisão de programas vigentes. “Toda essa volatilidade do preço do petróleo pode impactar custos de frete, preços de mercadorias e estoque (produtos acabados), além de que pode haver uma pressão sobre os custos de matéria-prima, devido a todo o impacto da guerra sobre as cadeias de suprimentos globais.
Isso tudo pode levar ao subseguro, onde o valor da apólice não acompanha o custo real de reposição de ativos. É fundamental que as empresas antecipem cenários para proteger sua continuidade operacional em um ambiente global cada vez mais volátil”, conclui o executivo.
]]>Suhai Seguradora amplia cobertura no portifólio auto
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Mon, 16 Mar 2026 18:45:40 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137709A Suhai Seguradora anuncia a ampliação de seu portfólio com a Cobertura Completa da Suhai, novidade que busca expandir as possibilidades de proteção oferecidas aos clientes para as necessidades reais do dia a dia. Com o lançamento, a empresa projeta dobrar o faturamento em até três anos e atingir R$3 bilhões em 2027, estando diretamente […]
]]>A Suhai Seguradora anuncia a ampliação de seu portfólio com a Cobertura Completa da Suhai, novidade que busca expandir as possibilidades de proteção oferecidas aos clientes para as necessidades reais do dia a dia. Com o lançamento, a empresa projeta dobrar o faturamento em até três anos e atingir R$3 bilhões em 2027, estando diretamente conectada à estratégia de crescimento da companhia, que busca aumentar sua presença no mercado de seguros automotivos no país, onde mais de 70% da frota circulante ainda não conta com proteção, segundo dados internos da empresa.
A Cobertura Completa da Suhai passa a incluir a proteção contra danos parciais, além das coberturas já oferecidas pela companhia. A nova modalidade apresenta uma solução alinhada à realidade de grande parcela de clientes, com a possibilidade de indenização ou reparo em situações de avarias que não configuram perda total, como colisões de menor impacto, amassados ou danos causados por fenômenos naturais.
O lançamento é o resultado direto de um processo estruturado de escuta ativa junto a clientes, corretores e demais agentes do mercado, que permitiu mapear demandas reais. A partir desses insights, a solução foi desenvolvida com foco na usabilidade e na aderência às necessidades práticas do dia a dia do condutor, reforçando o compromisso da empresa com a inovação orientada pela democratização e acessibilidade do seguro para o brasileiro. “Acreditamos que democratizar o acesso ao seguro tem a ver com disponibilizar soluções que atendam às necessidades de perfis diversos e ampliem a proteção para mais brasileiros. A nova cobertura foi uma evolução natural do nosso portfólio. A Cobertura Completa da Suhai é foca no que importa, com objetivo de tornar o seguro muito mais possível para as pessoas, respondendo às necessidades reais do dia a dia”, destaca Fernando Soares, CEO da Suhai.
A partir da identificação de demandas concretas e oportunidades de aprimoramento, a seguradora estruturou e conduziu um projeto piloto com testes regionais, realizados ao longo de 2025. Dessa forma, foi possível não apenas avaliar a aceitação do novo produto, mas também seu desempenho operacional, a clareza da proposta e a aderência.
A fase de validação possibilitou ainda ajustes finos antes da expansão, reduzindo riscos e garantindo que o lançamento chegasse ao mercado já alinhado às expectativas reais do público. Em apenas seis meses do projeto piloto, a novidade resultou em uma alta aceitação na carteira atual de clientes, validando o potencial de viabilização do novo produto. A nova cobertura já está disponível em todas as regiões do Brasil e pode ser contratada para carros de passeio, vans e veículos urbanos de carga (VUCs).