Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosThu, 09 Apr 2026 17:36:54 +0000pt-BR
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3232Grupo Junto lucra R$ 168,4 mi e cresce 55,8% em 2025
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Thu, 09 Apr 2026 17:36:53 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138430Companhia alcança R$ 1 bilhão em prêmio direto de Seguro Garantia, supera 2 milhões de apólices emitidas e consolida posição entre as líderes do mercado
]]>O Grupo Junto encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 168,4 milhões, resultado que representa crescimento de 55,8% em relação ao ano anterior. O desempenho ocorre em um contexto de maior rigor técnico no mercado segurador e reflete a estratégia da companhia baseada em rentabilidade, gestão de riscos e foco no cliente.
“Crescemos com responsabilidade e consistência. Essa solidez é resultado da confiança construída com corretores, parceiros e clientes, aliada à eficiência operacional e à dedicação da nossa equipe”, afirma Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros.
Ao longo de 2025, a companhia também atingiu marcos relevantes. No ano em que completou 30 anos desde a emissão de sua primeira apólice de seguro garantia, superou a marca de 2 milhões de apólices emitidas e alcançou R$ 1 bilhão em prêmio direto nesse segmento.
O patrimônio líquido do grupo chegou a R$ 755,4 milhões, com alta de 13% na comparação anual, fortalecendo a estrutura de capital. O período também foi marcado pela elevação do rating internacional da AM Best, de A- para A (Excelente), além da manutenção da classificação brAAA pela Standard & Poor’s na escala nacional.
No campo operacional, a empresa manteve investimentos em tecnologia e inovação. Ferramentas de automação e inteligência artificial foram utilizadas para ampliar a eficiência dos processos, incluindo a solução GenAI LLOBO, voltada à análise de documentos, contratos e editais.
Os avanços também se refletiram nos indicadores de satisfação. A companhia encerrou o ano com NPS de 82, índice que mede o nível de recomendação dos clientes. Com três décadas de atuação, a seguradora mantém sua posição no segmento de seguro garantia, apoiada em especialização técnica, estrutura de capital e evolução operacional.
]]>Susep firma acordo para acesso a ativos financeiros
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Thu, 09 Apr 2026 17:30:59 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138428Foi publicado, na terça-feira (07), no Diário Oficial da União (DOU), o acordo de cooperação técnica (ACT), celebrado entre a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Central de Serviços de Registro e Depósito aos Mercados Financeiro e de Capitais S/A (CSD). O acordo tem por objetivo fornecer à Susep as informações sobre o registro […]
]]>Foi publicado, na terça-feira (07), no Diário Oficial da União (DOU), o acordo de cooperação técnica (ACT), celebrado entre a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Central de Serviços de Registro e Depósito aos Mercados Financeiro e de Capitais S/A (CSD).
O acordo tem por objetivo fornecer à Susep as informações sobre o registro de ativos financeiros e valores mobiliários, registrados na CSD, e que sejam de propriedade das sociedades seguradoras, resseguradoras, sociedades de capitalização, entidades abertas de previdência complementar e dos fundos de investimento especialmente constituídos para a recepção de recursos provenientes do mercado supervisionado pela Susep.
O ACT, que já está em vigor e possui vigência de 5 (cinco) anos, é o segundo acordo desta natureza celebrado pela Susep, que já possuía acordo semelhante com a B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, para acessar os registros realizados nesta instituição.
Com o acordo celebrado com a CSD, a Susep passa a ter melhor visualização e maior alcance e controle das informações relacionadas aos ativos financeiros e aos valores mobiliários de propriedade das sociedades supervisionadas pela autarquia. Já o mercado supervisionado passa a contar com uma nova opção para o registro de ativos garantidores de provisões técnicas.
De acordo com o Diretor de Supervisão Prudencial e de Resseguros da Susep, Carlos Queiroz, o acordo celebrado com a CSD é um importante passo no sentido de ampliar a capacidade de supervisão da autarquia e de fomentar a concorrência no mercado de registro de ativos financeiros, o que tende a reduzir o custo de observância para as supervisionadas da Susep e os preços dos produtos supervisionados.
A Susep reforça que outras entidades autorizadas a realizar o registro de ativos financeiros poderão solicitar à Autarquia a celebração de acordo semelhante.
]]>Agenda da CNseg prioriza clima, infraestrutura e expansão do seguro no Brasil
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Thu, 09 Apr 2026 16:57:53 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138424EXCLUSIVO – A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apresentou na noite dessa quarta-feira (8) em Brasília, a quarta edição da Agenda Institucional do Mercado Segurador 2026 com foco na ampliação do papel do setor como instrumento de política pública. O documento também traz um balanço das ações de 2025 e apresenta as propostas regulatórias e […]
]]>EXCLUSIVO – A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apresentou na noite dessa quarta-feira (8) em Brasília, a quarta edição da Agenda Institucional do Mercado Segurador 2026 com foco na ampliação do papel do setor como instrumento de política pública. O documento também traz um balanço das ações de 2025 e apresenta as propostas regulatórias e econômicas para ampliar a participação do seguro na economia brasileira.
Na abertura do evento, o presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos, reforçou a necessidade de reposicionar o seguro como elemento central da estratégia de desenvolvimento do país. Segundo ele, diante de um cenário de intensificação das mudanças climáticas e crescente imprevisibilidade econômica, é fundamental que o seguro deixe de ser visto apenas como custo e passe a ser entendido como instrumento de proteção social e econômica.
“O seguro precisa ser compreendido não apenas como mecanismo de indenização, mas como parceiro estratégico do Estado”, fomentou. Ele destacou ainda que o setor dispõe de capacidade técnica e financeira para apoiar políticas públicas voltadas à redução de vulnerabilidades e à promoção de investimentos sustentáveis.
Roberto Santos, presidente do Conselho Diretor da CNseg – Foto Divulgação: CNseg
Por sua vez, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, enfatizou que a agenda institucional vai além da pauta legislativa e reflete uma atuação mais ampla do setor junto ao poder público e ao mercado. Ele destacou avanços recentes, como a regulamentação da reforma tributária e a ampliação do seguro garantia em obras públicas, que já soma mais de R$ 4 bilhões em projetos.
Dyogo chamou atenção, no entanto, para o principal desafio estrutural do setor: a baixa penetração do seguro no país. “A falta de seguro gera prejuízos bilionários para a sociedade e para o Estado”, alertou, citando o caso das enchentes no Rio Grande do Sul, em que apenas cerca de 6% das perdas foram cobertas por seguros. Segundo ele, a agricultura brasileira exemplifica esse problema. Apesar de altamente tecnológica, ainda apresenta baixa cobertura securitária, o que contribui para o endividamento do produtor rural e pressiona as contas públicas por meio de renegociações recorrentes de dívidas. “Precisamos construir uma agenda positiva para expandir o seguro, não pelo benefício do setor, mas pelo impacto que isso traz para toda a sociedade”, disse.
O presidente da Fenacor, Armando Vergílio, reforçou o alinhamento entre corretores e seguradoras na execução dessa agenda e destacou a importância de dar clareza às prioridades do setor para o governo e o Congresso. Segundo ele, a expansão do mercado de seguros está diretamente ligada ao desenvolvimento econômico e à capacidade de financiamento do país.
Vergílio também mencionou iniciativas estratégicas em andamento, como o plano de desenvolvimento do mercado de seguros e o fortalecimento da intermediação, com meta de ampliar a participação do setor na economia brasileira. “Levar o seguro ao patamar que o país precisa é uma agenda de todos nós”, frisou.
Já o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, destacou o papel do regulador na construção de um ambiente mais sólido e previsível para o setor. Ele ressaltou que avanços recentes, como a Lei do Contrato de Seguro e a regulamentação de novos modelos de atuação, são resultado direto do diálogo institucional promovido ao longo dos últimos anos.
Octaviani também chamou atenção para o desafio crescente das mudanças climáticas e o impacto sobre o sistema econômico. Segundo ele, há uma lacuna significativa de proteção no país. “No caso do Rio Grande do Sul, estimamos cerca de R$ 100 bilhões em perdas, com apenas R$ 6 bilhões cobertos por seguros. Esse gap é insustentável”, afirmou.
Para o superintendente, é necessário construir um pacto nacional envolvendo setor público e privado para ampliar a cobertura securitária, especialmente diante do aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos extremos. “Sem isso, a conta continuará recaindo sobre o Estado e o contribuinte”, disse.
Clima e infraestrutura
A pauta climática aparece como principal eixo da Agenda Institucional 2026. A CNseg aposta na ampliação do uso de dados e modelagem de riscos, com destaque para o Hub de Inteligência Climática, lançada durante a COP30 no ano passado, que reúne ferramentas para mapear eventos extremos e apoiar decisões do setor e do poder público.
Outro foco é a infraestrutura. O documento aponta que o Brasil investe cerca de 2% do PIB no setor e enfrenta mais de 10 mil obras paralisadas. A proposta é ampliar o uso do seguro garantia com cláusula de retomada, permitindo que seguradoras assumam a conclusão de projetos interrompidos.
No agronegócio, o cenário é considerado crítico. A cobertura do seguro rural caiu de 16,3% da área plantada em 2021 para menos de 3% em 2025. A entidade defende maior previsibilidade orçamentária para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a criação de um fundo para eventos catastróficos.
A participação de parlamentares no evento reforçou a percepção de que o seguro vem ganhando centralidade no debate público, especialmente em temas ligados à gestão de riscos e à formulação de políticas estruturais. Deputados e senadores destacaram que o setor tem papel transversal na economia e tende a se tornar ainda mais relevante diante de desafios como mudanças climáticas, transição energética e instabilidade econômica. O Senador Eduardo Gomes (PL) afirmou que “onde existe risco, em algum momento o seguro precisa estar presente”, ao defender a ampliação do debate sobre o tema no Congresso, inclusive em novas frentes como tecnologia e inteligência artificial.
Na mesma linha, o Deputado Arthur Maia (União Brasil) ressaltou o caráter essencial do seguro para o funcionamento da economia, citando exemplos recentes em que operações internacionais foram impactadas pela ausência de cobertura securitária. Já o deputado Tiago Dimas chamou atenção para o aumento dos desastres naturais e a baixa cobertura no país, destacando que o Brasil ainda opera de forma reativa. “O país ainda funciona na lógica da reação, quando precisamos avançar para uma cultura de prevenção”, destacou. Também houve convergência entre os parlamentares sobre a necessidade de ampliar a proteção em áreas críticas, como o agronegócio e as cidades, além de fortalecer o arcabouço regulatório para dar previsibilidade ao setor e estimular sua expansão.
Também houve menções ao avanço recente de pautas como a reforma tributária e à necessidade de integrar o seguro a novos temas, como tecnologia, inteligência artificial e proteção de dados.
A apresentação da agenda ocorre em um momento de maior pressão por soluções estruturadas de gestão de risco, tanto no campo climático quanto fiscal. O documento reforçou o movimento do setor segurador de ampliar seu protagonismo na formulação de políticas públicas e na sustentação do crescimento econômico.
]]>Seguro rural reforça monitoramento socioambiental
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Thu, 09 Apr 2026 11:30:53 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138417Neste período do calendário agrícola, o Brasil vive um momento de transição importante: a safra de soja, principal cultura do país, está em fase avançada de colheita na maior parte das regiões, enquanto a primeira safra de milho também começa a ser colhida. Ao mesmo tempo, avança o plantio da segunda safra de milho (safrinha), […]
]]>Neste período do calendário agrícola, o Brasil vive um momento de transição importante: a safra de soja, principal cultura do país, está em fase avançada de colheita na maior parte das regiões, enquanto a primeira safra de milho também começa a ser colhida. Ao mesmo tempo, avança o plantio da segunda safra de milho (safrinha), que representa uma parcela significativa da produção anual. Outras culturas, como arroz e feijão, também estão em fase de colheita, caracterizando esta etapa como um período de renovação dos ciclos produtivos e também de intensificação da análise de riscos no campo.
Nesse contexto, ganham relevância ferramentas que ampliam a segurança, a transparência e a conformidade das operações no seguro rural. Entre elas, a Solução de Conformidade Socioambiental desenvolvida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), lançada para apoiar o processo de subscrição com base em critérios ambientais, sociais e de governança (ASG). A ferramenta integra consultas a 18 bases públicas oficiais, incluindo o Cadastro Ambiental Rural (CAR), áreas embargadas, unidades de conservação, terras indígenas e registros de desmatamento, permitindo uma análise mais precisa, estruturada e auditável dos riscos antes da aceitação do seguro.
Na prática, a solução amplia a capacidade das seguradoras de avaliar riscos e tomar decisões com maior consistência técnica e jurídica. “A solução Conformidade Socioambiental, da CNseg, apoia a gestão de riscos das seguradoras ao avaliar a conformidade socioambiental de propriedades com base em legislações, regulações e outros critérios relevantes. Voltada principalmente ao seguro rural, mas aplicável também ao contexto urbano, a solução cruza automaticamente informações de imóveis, polígonos e registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR) com diversas bases socioambientais. Com isso, as seguradoras ganham mais segurança jurídica e operacional nos processos de subscrição e renovação de apólices, além de maior transparência e responsabilidade na gestão de riscos”, afirma André Vasco, diretor da Diretoria de Serviços às Associadas da CNseg.
O uso dessas informações reforça práticas já consolidadas no setor. Segundo dados do Relatório de Sustentabilidade da CNseg, 68,6% das seguradoras incorporam critérios ASG na subscrição, e 80,6% afirmam recusar a cobertura ou não renovar contratos quando identificam riscos socioambientais incompatíveis com suas políticas. A utilização de bases públicas, ferramentas de georreferenciamento e monitoramento contínuo contribui para ampliar a rastreabilidade das operações, fortalecer a governança dos processos e a segurança jurídica no campo.
Para Glaucio Toyama, presidente da comissão de seguro rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o avanço dessas soluções acompanha a evolução do próprio mercado. “O seguro rural tem passado por um processo contínuo de aprimoramento, incorporando tecnologia, dados e critérios cada vez mais rigorosos na análise de risco. A Solução de Conformidade Socioambiental é um exemplo concreto de como o setor vem estruturando suas práticas não apenas do ponto de vista ambiental e social, mas também de governança, com processos mais transparentes, auditáveis e alinhados às exigências regulatórias, garantindo não apenas a proteção da produção, mas também a integridade das cadeias produtivas e o cumprimento da legislação.”
Segundo o executivo, esse movimento se torna ainda mais evidente em momentos como o atual, de transição entre safras. “É justamente nesses períodos, em que se encerram ciclos e se iniciam novos plantios, que a avaliação de riscos ganha ainda mais relevância. As seguradoras estão cada vez mais preparadas para atuar com critérios técnicos e responsabilidade socioambiental e solidez de governança, contribuindo para um ambiente de maior transparência, previsibilidade e sustentabilidade no campo”.
A CNseg e a FenSeg destacam que o desenvolvimento do seguro rural caminha lado a lado com o fortalecimento da governança e o aperfeiçoamento contínuo dos mecanismos de monitoramento e controle, consolidando o setor como um aliado da produção agrícola sustentável no Brasil.
]]>BVIX apresenta novo gerente comercial para Norte e Nordeste
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Thu, 09 Apr 2026 11:26:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138414A BVIX Seguradora anunciou a nomeação de Marcelo Vasconcelos como novo gerente comercial para as regiões Norte e Nordeste. O executivo assume a responsabilidade de ampliar a presença da companhia e impulsionar os negócios nesses mercados. Com mais de 25 anos de experiência no setor de seguros, Vasconcelos é formado em Gestão Avançada de Seguros […]
]]>A BVIX Seguradora anunciou a nomeação de Marcelo Vasconcelos como novo gerente comercial para as regiões Norte e Nordeste. O executivo assume a responsabilidade de ampliar a presença da companhia e impulsionar os negócios nesses mercados.
Com mais de 25 anos de experiência no setor de seguros, Vasconcelos é formado em Gestão Avançada de Seguros pela Escola de Negócios e Seguros e acumula passagens por grandes companhias do segmento. Ao longo da carreira, atuou em estratégias de expansão, desenvolvimento comercial e gestão de equipes, com forte atuação nas regiões Norte e Nordeste. Segundo a companhia, o executivo é reconhecido pela experiência nessas praças e pelo histórico de resultados consistentes na área comercial.
Ao comentar a nova posição, Marcelo Vasconcelos destacou o alinhamento com a proposta da empresa. “de uma equipe responsável e empenhada em mostrar ao cidadão brasileiro, de todas as camadas sociais, em especial os da região sob sua responsabilidade, a importância do seguro na proteção de seus familiares e bens”.
Para Carlos Hermida, diretor Comercial das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste e canais estratégicos, a contratação reforça a estratégia de expansão da seguradora. “Estamos fortalecendo nossa atuação nas regiões Norte e Nordeste com um profissional que conhece profundamente esses mercados. Acreditamos que sua experiência e visão comercial serão fundamentais para impulsionar nosso crescimento e estreitar ainda mais o relacionamento com nossos parceiros locais”.
]]>Sura destina US$ 1 mi a projetos culturais na América Latina
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Thu, 09 Apr 2026 11:22:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138411Iniciativa da Fundação Sura busca impulsionar a sustentabilidade e a projeção de organizações da América Latina com projetos colaborativos e apoio especializado
]]>A Seguros Sura Brasil, por meio da Fundação Sura, anuncia a segunda edição da convocatória Cultura Latinoamérica. Com o objetivo de impulsionar a sustentabilidade e o fortalecimento de organizações da América Latina, o programa destinará um total de até US$ 1 milhão nesta edição. Os recursos serão distribuídos entre 10 projetos que podem receber, cada um deles, até US$ 100 mil em apoio financeiro.
As inscrições estão abertas até 11 de maio, às 23:59 (horário da Colômbia), e devem ser realizadas exclusivamente pelo site da companhia. O convite é direcionado a entidades legalmente constituídas e sem fins lucrativos. Para participar, as organizações devem ser provenientes de dois países diferentes entre México, República Dominicana, Panamá, Colômbia, Brasil, Peru, Chile e Uruguai. Os resultados da seleção serão anunciados em julho.
“Acreditamos que a arte é uma ponte essencial para o desenvolvimento social e regional, e esta iniciativa permite que talentos brasileiros se conectem e gerem impacto em toda a América Latina”, afirma Isa Correia, diretora de Marketing e Comunicações da Seguros Sura Brasil.
Além do aporte econômico, os projetos serão acompanhados por um ano pela Latimpacto. Este suporte especializado inclui desenvolvimento institucional, comunicação estratégica, medição de impacto e intercâmbio de conhecimento entre os participantes, fortalecendo a capacidade de execução e o legado das iniciativas.
“A cultura na América Latina quase nunca é criada de forma solitária: surge do encontro entre territórios, narrativas e visões distintas. Em nossa primeira edição, recebemos mais de 1.300 candidaturas de nove países, que abordaram temas como a Amazônia, as mulheres, a afrodiáspora, a migração e a crise climática, a partir de diversas manifestações. Com esta nova versão, queremos continuar encontrando organizações capazes de projetar um futuro sustentável e de responder aos desafios que compartilhamos como região”, explica María Mercedes Barrera, diretora executiva da Fundação Sura na Colômbia.
A convocatória prevê a seleção de projetos em duas categorias principais: Criação Artística e/ou Comunitária, que visa o desenvolvimento de produtos, ações ou experiências artísticas, podendo envolver coletivos criativos ou processos de cocriação com comunidades, com foco no resultado artístico; e Práticas Pedagógicas, que compreende propostas orientadas à transmissão ou intercâmbio de saberes artísticos e culturais por meio de processos formativos, com ênfase no impacto educativo e na consolidação de capacidades. Será valorizado também o potencial dos projetos para gerar conversas públicas, incidência cultural e articulação regional.
A iniciativa é parte de um fomento mais amplo da companhia com a promoção da arte e da cultura. Esse engajamento é demonstrado em iniciativas como o apoio ao bloco de Carnaval de rua de São Paulo “Vamo Que Vai Ser Legal” e a parceria com a 27ª Bienal Internacional do Livro, um marco por ser a primeira seguradora a apoiar o evento. Além disso, a empresa também estimula a criatividade e a expressão artística internamente, por meio de ações como o Clube de Leitura e programas culturais.
]]>Com menos seguro, agro enfrenta crédito mais caro e maior exposição
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Wed, 08 Apr 2026 21:53:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138378EXCLUSIVO – O avanço do agronegócio brasileiro e a crescente complexidade do seu financiamento colocaram o seguro rural no centro da agenda setorial. Essa foi a principal conclusão do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio”, realizado nesta terça-feira (8), em Brasília na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), reunindo lideranças da Confederação Nacional das […]
]]>EXCLUSIVO – O avanço do agronegócio brasileiro e a crescente complexidade do seu financiamento colocaram o seguro rural no centro da agenda setorial. Essa foi a principal conclusão do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio”, realizado nesta terça-feira (8), em Brasília na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), reunindo lideranças da Confederação Nacional das Seguradoras, Associação Brasileira do Agronegócio e Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento, além de parlamentares e representantes do mercado.
Em meio a mudanças estruturais no crédito rural, avanço do mercado de capitais e intensificação dos riscos climáticos, o consenso entre os participantes foi direto: o modelo atual não é mais suficiente, e o seguro precisa deixar de ser coadjuvante para se tornar pilar da política agrícola.
Na abertura, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, fez um diagnóstico contundente sobre o estágio do seguro rural no país. Segundo ele, o Brasil ainda carrega uma distorção histórica ao priorizar o crédito em detrimento da proteção. “O país foi muito eficiente em desenvolver o crédito rural, mas não fez o mesmo com o seguro”, afirmou.
Os dados ilustram esse descompasso. A área segurada, que chegou a 13,7 milhões de hectares em 2021, caiu para cerca de 3,2 milhões em 2025, em um movimento que, segundo o executivo, reflete diretamente a redução dos recursos destinados à subvenção ao prêmio.
Para Dyogo, essa retração gera um efeito sistêmico negativo. “Para economizar algumas centenas de milhões, gasta-se dezenas de bilhões na renegociação de dívidas”, disse, ao criticar a lógica fiscal adotada nos últimos anos. Além disso, o cenário climático agrava o problema. Eventos extremos, antes considerados pontuais, tornaram-se mais frequentes e passaram a atingir regiões historicamente estáveis, alterando o perfil de risco da atividade agropecuária.
Se por um lado o crédito rural segue relevante, por outro, sua dinâmica mudou de forma significativa. O presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Tadeu Silva, destacou que o financiamento do agro deixou de ser predominantemente público e passou a contar cada vez mais com capital privado e instrumentos de mercado.
Nesse contexto, dados do ciclo 2025/2026 indicam perda de tração nas linhas tradicionais. O investimento rural recuou 20% até fevereiro, enquanto o Moderfrota registrou queda de 49%, passando de R$ 6,85 bilhões para R$ 3,48 bilhões. Em contrapartida, instrumentos mais modernos avançam rapidamente. A Cédula de Produto Rural (CPR) atingiu R$ 163,4 bilhões em contratações, com crescimento de 39%, além da expansão de estruturas como Fiagros e operações privadas ao longo da cadeia.
Para Tadeu Silva, o desafio deixou de ser apenas volume de crédito. “Não basta ampliar recursos. É preciso construir um ecossistema mais inteligente, com dados, previsibilidade e mitigação de risco”, frisou. Nesse ponto, o seguro aparece como elemento estruturante: “Se o risco de produção continuar descoberto, o sistema permanece vulnerável”.
Especificidades do agro brasileiro exigem novo desenho
O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Ingo Ploger, trouxe uma leitura mais estrutural ao debate. Segundo ele, o Brasil opera sob uma lógica produtiva distinta, marcada por ciclos contínuos e ausência de estoques reguladores relevantes. “Aqui, uma safra empurra a outra”, disse Ingo, ao destacar a dinâmica intensiva da agricultura tropical.
Essa característica aumenta a dependência de eficiência logística e reduz a margem para absorção de choques, especialmente em um cenário global de instabilidade. Para Ploger, o país precisa avançar em instrumentos financeiros mais sofisticados, incluindo soluções de resseguro e fundos de catástrofe.
Ele também sugeriu discutir alternativas de funding mais robustas, como o uso de reservas internacionais como lastro para ampliar a capacidade de cobertura, proposta que ainda depende de amadurecimento técnico e institucional.
No campo político, a avaliação é de que o modelo atual está esgotado. A senadora da república, Tereza Cristina (PP-MS) foi direta ao afirmar que o seguro rural precisa ganhar escala e se consolidar como política de Estado. “O seguro precisa entrar na cultura do brasileiro”, disse.
A parlamentar criticou a dependência do Plano Safra como eixo central do financiamento agrícola e defendeu maior uso de instrumentos de mercado de capitais. Ao mesmo tempo, reforçou que o seguro deve ser tratado como base desse novo modelo. Segundo ela, o orçamento destinado à subvenção está muito aquém do necessário. “Colocaram pouco mais de R$ 500 milhões. O ideal seria algo próximo de R$ 4 bilhões”, comentou a senadora.
Senadora da República, Tereza Cristina – Foto Divulgação: CNseg
Congresso avança em novo marco legal
Relator do Projeto de Lei nº 2951/2024 na Câmara dos Deputados, de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e já aprovada no Senado, busca reformular e modernizar os marcos legais do seguro rural no Brasil, com foco em aumentar a proteção ao produtor. que reformula o seguro rural, o deputado federal, Pedro Lupion (Republicanos-PR), destacou que o Congresso trabalha para modernizar a legislação diante de um cenário cada vez mais adverso ao produtor.
Deputado federal, Pedro Lupion (Republicanos-PR) – Foto Divulgação: CNseg
Entre os fatores de pressão, ele citou juros elevados próximos de 20% ao ano em termos reais, aumento de custos, insegurança jurídica e impactos geopolíticos sobre insumos como fertilizantes. “O custo do crédito hoje é um dos principais entraves ao investimento”, alertou o deputado.
O projeto em discussão prevê a criação de um fundo de estabilização e a proibição do contingenciamento de recursos do seguro rural. A proposta também busca ampliar o compartilhamento de risco e integrar melhor crédito, seguro e mercado de capitais.
Apesar das discussões em andamento, o curto prazo é desafiador. Durante coletiva, Dyogo Oliveira apresentou projeções revisadas para o segmento: após retração de 8,8% em 2025, a expectativa é de nova queda de 3,9% em 2026. Entre os principais fatores estão a redução da subvenção, o aumento do risco médio das apólices e atrasos nos repasses públicos, que já somam cerca de R$ 500 milhões devidos às seguradoras.
Esse cenário gera um efeito de retroalimentação negativa. Com menos produtores segurados, o mutualismo se enfraquece, elevando o custo do seguro e reduzindo ainda mais sua adesão. “É um sistema em que, quanto menor a base, maior o custo médio”, explicou Dyogo.
Seguro deixa de ser acessório e vira condição para o crédito
Ao final do encontro, ficou evidente que o seguro rural deixou de ser um instrumento complementar e passou a ser condição essencial para o funcionamento do novo modelo de financiamento do agronegócio. Com o avanço do capital privado, a lógica de concessão de crédito mudou e a tolerância ao risco diminuiu. “O investidor privado executa garantias. Ele não tem a mesma flexibilidade do crédito público”, pontuou Oliveira.
Nesse contexto, a ausência de cobertura amplia o risco sistêmico, pressiona o custo do financiamento e compromete a sustentabilidade da cadeia. A leitura predominante entre os participantes é de que o Brasil já possui escala, tecnologia e relevância global no agronegócio, mas ainda carece de um sistema financeiro compatível com essa realidade.
Sem um seguro rural robusto, acessível e previsível, esse descompasso tende a se aprofundar. “Sem seguro, não há confiança. E sem confiança, o crédito não chega na escala que o setor precisa”, concluiu o presidente da CNseg.
]]>GrupoGC reúne líderes em imersão com a Allianz
https://revistaapolice.com.br/2026/04/grupogc-reune-lideres-em-imersao-com-a-allianz/
Wed, 08 Apr 2026 21:49:25 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138405O GrupoGC realizou, nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo, uma imersão voltada ao desenvolvimento de lideranças das corretoras que integram sua rede. A iniciativa contou com a participação de mais de 80 gerentes e foi realizada em parceria com a Allianz Seguros. O encontro teve como objetivo promover reflexões sobre gestão, […]
]]>O GrupoGC realizou, nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo, uma imersão voltada ao desenvolvimento de lideranças das corretoras que integram sua rede. A iniciativa contou com a participação de mais de 80 gerentes e foi realizada em parceria com a Allianz Seguros.
O encontro teve como objetivo promover reflexões sobre gestão, desempenho e crescimento em um ambiente de mercado cada vez mais dinâmico, marcado pela necessidade de integração entre estratégia e execução. A proposta foi reunir lideranças para discutir desafios do setor e estimular a evolução das práticas de gestão nas corretoras.
De acordo com a organização, a programação foi estruturada para acelerar o desenvolvimento dos participantes, com foco na qualificação da atuação gerencial e no fortalecimento da capacidade de resposta das corretoras frente às transformações do mercado.
A imersão também buscou incentivar uma visão mais estratégica sobre o papel das lideranças, destacando a importância da conexão entre pessoas, processos e resultados como elemento central para o crescimento sustentável das operações.
A iniciativa faz parte da agenda do GrupoGC voltada à capacitação contínua de sua rede e ao fortalecimento do posicionamento das corretoras em diferentes regiões do país.
]]>Susep anuncia novo diretor de Regulação Prudencial
https://revistaapolice.com.br/2026/04/susep-anuncia-novo-diretor-de-regulacao-prudencial/
Wed, 08 Apr 2026 20:28:29 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138402A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e […]
]]>A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e possui mais de 30 anos de experiência no setor de seguros, tendo atuado como corretor habilitado e empreendedor no segmento. Foi diretor do SINCOR/PB por dois mandatos, membro suplente do IBRACOR (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta) entre os anos de 2018 e 2022 e foi, também, professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS).
O novo diretor ficará à frente dos trabalhos da Diretoria de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos (DIRPE). Até sua posse no cargo de diretor, o que ocorrerá nas próximas semanas, a diretoria segue sob o comando de Carlos Queiroz, diretor substituto, conforme Portaria Susep nº 8.469/2025.
A Casa Civil da Presidência da República também publicou hoje a Portaria nº 313/2026, referente à Diretora Jessica Anne de Almeida Bastos, a fim de proceder ajuste formal no sistema. Jessica permanece à frente da Diretoria de Organização de Mercado e Regulação de Conduta – DIORE.
]]>Plano de saúde pet avança e vira benefício corporativo
https://revistaapolice.com.br/2026/04/plano-de-saude-pet-avanca-e-vira-beneficio-corporativo/
Wed, 08 Apr 2026 20:25:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138399O mercado de planos de saúde para animais de estimação tem ganhado tração no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento das famílias e pela crescente demanda por soluções que combinem prevenção, acesso a serviços e previsibilidade de custos. Nesse contexto, o benefício começa a avançar também no ambiente corporativo, como parte das estratégias de bem-estar […]
]]>O mercado de planos de saúde para animais de estimação tem ganhado tração no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento das famílias e pela crescente demanda por soluções que combinem prevenção, acesso a serviços e previsibilidade de custos. Nesse contexto, o benefício começa a avançar também no ambiente corporativo, como parte das estratégias de bem-estar voltadas aos colaboradores.
Com a chamada “humanização” dos pets, cães e gatos passaram a ocupar posição central nos lares brasileiros, influenciando diretamente decisões de consumo, inclusive relacionadas à saúde. O aumento dos custos com consultas, exames e procedimentos veterinários, especialmente em casos de emergência, tem levado tutores a buscar alternativas que reduzam a imprevisibilidade financeira.
Os planos de saúde pet, antes considerados opcionais, passam a ser incorporados como instrumento de planejamento. Além da cobertura para atendimentos e procedimentos, o modelo também incentiva o acompanhamento preventivo, contribuindo para a qualidade de vida dos animais.
A expansão do segmento já alcança o mundo corporativo. Empresas têm ampliado seus pacotes de benefícios com foco no bem-estar integral dos colaboradores, incorporando soluções voltadas ao cuidado com os pets — movimento que acompanha a valorização de aspectos emocionais e familiares no ambiente de trabalho.
Segundo Luiz Gênova, CEO da APet, a tendência reflete uma mudança estrutural no perfil dos consumidores. “Na APet, temos pacotes exclusivos para que as empresas possam oferecer os planos de saúde pet aos colaboradores, com jornadas digitais e sem atrito. Notamos nesses últimos anos, um avanço expressivo de empresas com este olhar, e a satisfação dos colaboradores com estas ações. Posso afirmar que é certamente mais um caminho de democratização do acesso à saúde e cuidados de qualidade aos pets. Esse é o nosso propósito”.
Para especialistas do setor, o vínculo entre tutores e animais também está diretamente relacionado à saúde mental e à qualidade de vida. Nesse sentido, a oferta desse tipo de benefício tende a impactar positivamente indicadores como engajamento, satisfação e retenção de talentos nas empresas.
Além da proteção financeira, empresas do segmento vêm ampliando o escopo dos serviços oferecidos. Entre os diferenciais estão a livre escolha de clínicas, acesso facilitado a atendimentos, programas de vantagens, além de serviços complementares como telemedicina e soluções voltadas ao dia a dia do tutor.
A combinação entre transformações culturais, maior demanda por serviços especializados e estratégias corporativas voltadas à experiência do colaborador indica que o mercado de saúde pet deve manter trajetória de crescimento nos próximos anos. “Mais do que uma tendência, o cuidado com os animais de estimação reflete uma nova configuração das relações familiares em que o bem-estar inclui todos os membros da casa, inclusive aqueles que têm quatro patas”, conclui Gênova.