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A revista do mercado de SegurosThu, 02 Apr 2026 18:57:42 +0000pt-BR
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3232Mescla aposta em rede de indicação e acelera projeto Finders
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Thu, 02 Apr 2026 18:57:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138250EXCLUSIVO – A Mescla Seguros tem avançado na construção de um modelo alternativo de distribuição ao apostar no Programa Finders, iniciativa baseada em parceiros como escritórios de contabilidade e assessorias empresariais. Em cerca de 45 dias, o projeto já soma 17 contratos firmados e 43 indicações em fase de cotação, com volume estimado de R$ […]
]]>EXCLUSIVO – A Mescla Seguros tem avançado na construção de um modelo alternativo de distribuição ao apostar no Programa Finders, iniciativa baseada em parceiros como escritórios de contabilidade e assessorias empresariais. Em cerca de 45 dias, o projeto já soma 17 contratos firmados e 43 indicações em fase de cotação, com volume estimado de R$ 1,4 milhão em prêmios.
O movimento ocorre em um momento em que corretoras buscam ampliar canais de originação e explorar redes de relacionamento já estabelecidas no ambiente corporativo, transformando prestadores de serviço em potenciais geradores de negócios para o mercado de seguros.
A proposta do programa parte de uma leitura de mercado, que são empresas que atuam com clientes corporativos, como contadores, consultorias e escritórios de advocacia, possuem proximidade com decisores, mas, em geral, não exploram oportunidades de geração de receita adicional por meio de serviços complementares. “Percebemos que existem diversas empresas que prestam serviços no segmento corporativo e que nada agregam em termos de serviços complementares e outros benefícios”, compartilha o diretor comercial da Mescla Seguros, Vinicius Wandenkolk.
Nesse contexto, o projeto busca estruturar um modelo em que esses parceiros passem a atuar como originadores de demandas, especialmente em seguros corporativos e benefícios, aproveitando sua posição estratégica na relação com clientes. Embora não seja exclusivo para contadores, esse segmento tem se destacado como um dos principais canais de entrada, pela capilaridade e pelo acesso direto às dores operacionais das empresas. “É um segmento que tem uma grande abertura junto a seus clientes e percebe as necessidades dessas empresas no dia a dia”, pontua o executivo.
Na prática, o processo começa com a adesão do parceiro por meio de uma landing page. A partir daí, ele passa a integrar o ecossistema da Mescla, com acesso a benefícios e suporte comercial. A geração de negócios ocorre via indicação de clientes, enquanto toda a operação técnica como análise de risco, cotação e fechamento, fica sob responsabilidade da corretora. Após a emissão e pagamento da apólice, o parceiro recebe o relatório de comissões, com pagamento realizado em poucos dias. O modelo também inclui acompanhamento conjunto nas primeiras reuniões comerciais, o que contribui para acelerar a curva de aprendizado dos parceiros e aumentar a taxa de conversão. “A Mescla faz todo o trabalho de análise de risco, cota o mercado e estrutura o fechamento do seguro”, explica Vinicius.
Um dos principais atrativos do programa destacado pela Mescla está na remuneração que pode chegar a 30% sobre os negócios fechados. A estrutura foi desenhada com base em estudos de viabilidade, com variações conforme o ramo e ajustes ao longo das renovações para garantir sustentabilidade no longo prazo.
Com base no pipeline atual, a estimativa é de cerca de R$ 380 mil em comissões a serem distribuídas aos parceiros, considerando o volume de R$ 1,4 milhão em prêmios em negociação. A expectativa da empresa é que o modelo permita escalabilidade por meio de acordos diferenciados de remuneração, ajustados à performance de cada parceiro, criando um ambiente mais competitivo e orientado a resultados. “O modelo permite desenvolver acordos de remuneração diferenciados que acompanham a performance de cada Finder”, conta o diretor.
Saúde lidera demanda e puxa entrada
Entre os ramos trabalhados, o seguro saúde concentra a maior parte das cotações, representando cerca de 60% da demanda. O movimento reflete o cenário de pressão de custos enfrentado pelas empresas, com reajustes recorrentes aplicados pelas operadoras. “O saúde é hoje a maior dor das empresas”, pontua.
Já produtos como seguros patrimoniais, responsabilidade civil, cyber e E&O tendem a demandar um processo comercial mais consultivo, muitas vezes condicionado ao vencimento de apólices vigentes ou ao amadurecimento do cliente sobre esses riscos. Nesse contexto, soluções como Cyber e Responsabilidade Civil Profissional aparecem tanto como oportunidade de diversificação quanto como instrumentos de educação do cliente, especialmente em segmentos intensivos em dados e prestação de serviços. “As oportunidades são enormes, especialmente em empresas que lidam com dados sensíveis e prestação de serviços”, pontua.
Além da comissão, o projeto Finders aposta em um modelo que combina remuneração com oferta de benefícios. Os parceiros passam a ter acesso ao Clube Mescla, além de um pacote de Assistência à Saúde, que inclui serviços como telemedicina, suporte psicológico e coberturas para eventos específicos.
Outro elemento de incentivo é a oferta de um seguro Cyber ou de Responsabilidade Civil Profissional gratuito por 12 meses, após o fechamento do primeiro negócio, com importância segurada definida. A estratégia busca diferenciar o programa de iniciativas tradicionais de indicação, criando um ambiente de maior engajamento e retenção dos parceiros ao longo do tempo. “Não se limita a pagar comissões; criamos um ecossistema de benefícios”, diz.
A meta da Mescla é alcançar 300 Finders ativos até o fim do ano. Para isso, a empresa tem investido na estruturação de bases qualificadas de prospecção e na atuação de equipes de SDRs para geração de reuniões. Paralelamente, estão em andamento negociações com associações e sindicatos ligados ao setor contábil, com pelo menos dois acordos já firmados e em fase de implementação. Nesse processo, a oferta de benefícios, especialmente a Assistência à Saúde, tem sido utilizada como elemento de atração em negociações institucionais.
A expansão do modelo, no entanto, exige atenção a aspectos de governança e compliance, especialmente por envolver parceiros que não atuam diretamente como corretores de seguros. Segundo a empresa, a operação é estruturada por meio de contratos formais que estabelecem direitos e obrigações das partes, além de delimitar a atuação dos parceiros no processo comercial. “O termo contratual foi estruturado para deixar claros os direitos e obrigações de cada lado”.
A corretora mantém a responsabilidade integral pelas etapas técnicas e pela formalização dos negócios, buscando garantir consistência na operação e conformidade com as exigências do setor.
Na prática, o avanço do Programa Finders também evidencia uma mudança no desenho da distribuição de seguros, com a incorporação de parceiros que já concentram relacionamento direto com empresas e passam a atuar como originadores de demanda. O modelo indica um movimento de compartilhamento da geração de negócios, em que o diferencial deixa de ser apenas o acesso ao cliente e passa a envolver a construção de uma proposta de valor mais ampla. “Buscar parceiros apenas falando de comissão não gera interesse. O que temos visto é que o valor agregado e os serviços oferecidos fazem diferença na decisão de adesão”, conclui.
]]>Desempenho financeiro das operadoras eleva questionamentos
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Thu, 02 Apr 2026 18:25:27 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138247O setor de saúde suplementar brasileiro encerrou 2025 com um resultado histórico, registrando lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, o maior já apurado em meio a um cenário de recuperação financeira após anos de instabilidade. O desempenho positivo, impulsionado pela redução da sinistralidade e pelo aumento no número de beneficiários, recoloca o segmento no centro […]
]]>O setor de saúde suplementar brasileiro encerrou 2025 com um resultado histórico, registrando lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, o maior já apurado em meio a um cenário de recuperação financeira após anos de instabilidade. O desempenho positivo, impulsionado pela redução da sinistralidade e pelo aumento no número de beneficiários, recoloca o segmento no centro das discussões não apenas econômicas, mas também jurídicas, especialmente no que diz respeito à garantia de direitos dos consumidores.
Dados recentes indicam que o setor ultrapassou a marca de 53 milhões de beneficiários e registrou queda na sinistralidade (81,7%). O índice é um dos principais fatores para os custos assistenciais das operadoras de saúde. Na avaliação da advogada Anna Júlia Goulart, especialista em Direito da Saúde, o lucro recorde dos planos de saúde em 2025 decorre de um conjunto de fatores combinados, como a recomposição de reajustes, especialmente nos contratos coletivos, a queda da sinistralidade, ganhos de eficiência operacional e o avanço da verticalização da rede assistencial, que amplia o controle de custos.
“Esse cenário, contudo, não pode ser analisado apenas sob a ótica econômica, porque ele impacta diretamente a forma como as operadoras devem se comportar contratualmente. Embora exista o chamado rol taxativo mitigado, consolidado pelo STJ e pela Lei nº 14.454/2022, portanto, o rol da ANS continua sendo a regra de delimitação da cobertura, mas admite exceções técnicas quando presentes critérios como inexistência de substituto terapêutico e comprovação de eficácia”, pontua.
Já do ponto de vista jurídico, esse novo contexto pode trazer impactos relevantes, como a transparência de dados ao consumidor e evitar uma judicialização da saúde. Anna Júlia explica que “um setor financeiramente mais robusto reduz o espaço para negativas padronizadas e exige maior rigor na análise individual dos casos, de modo que o consumidor pode exigir transparência nos reajustes, justificativas técnicas adequadas, respeito à prescrição médica e garantia da continuidade do tratamento, em consonância com a boa-fé e o equilíbrio contratual”.
Ainda assim, a especialista reforça a necessidade de transparência nos critérios adotados pelas operadoras. “O principal direito que o paciente precisa conhecer é o direito à adequada cobertura do risco contratado, compreendido como um direito matriz da relação assistencial, a partir do qual se estruturam os demais. A operadora não se vincula apenas às cláusulas contratuais, mas à efetiva utilidade do serviço prestado, o que impede que limitações administrativas ou regulatórias esvaziem a cobertura. O rol da ANS, portanto, atua como parâmetro obrigatório de cobertura, dentro de um modelo de taxatividade mitigada: ele delimita a regra, mas admite exceções tecnicamente justificadas”.
]]>Bradesco Seguros reúne corretores em eventos comerciais
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Thu, 02 Apr 2026 18:08:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138244Treinando e Motivando (T&M) e Talento de Seguros reuniram corretores e executivos da companhia em uma experiência imersiva que valorizou protagonismo, parceria e desempenho
]]>O Grupo Bradesco Seguros em parceria com a AKM, realizou, em março, mais uma edição de seus tradicionais eventos de reconhecimento aos corretores de seguros: o Talento de Seguros, voltado a corretores de mercado e assessorias, e o Treinando e Motivando (T&M), direcionado a corretores rede e equipes da área Comercial. Realizados na Ilha de Comandatuba (BA), os encontros tiveram como tema “O Poder da Atitude”, consolidando uma narrativa estratégica centrada no protagonismo e na valorização dos parceiros de negócios.
Inspirados nos conceitos “O Poder da Atitude”, os eventos trouxeram como elemento criativo o universo espacial, utilizando as imagens da nave e do astronauta para representar a atitude de quem escolhe ir além. A abordagem reforçou a importância de preparo, coragem e determinação para alcançar novos patamares de desempenho. Um espetáculo com música e performances incríveis que davam vida a visuais mágicos, resultando em um momento único e inesquecível.
Ao longo da programação, os participantes vivenciaram uma experiência imersiva, que combinou conteúdo, celebração e relacionamento. Com dezenas de vídeos e vinhetas, os encontros foram marcados por momentos de capacitação, convivência, emoção e conexões, reforçando o papel dos corretores como agentes fundamentais para o crescimento sustentável da companhia. “Pensamos cada detalhe da jornada do participante para garantir que o conceito fosse efetivamente traduzido na prática – dos conteúdos aos momentos de convivência. Esses encontros têm um significado especial, pois vão além da celebração de resultados: promovem um ambiente de conexão, troca e emoção, fortalecendo ainda mais a parceria com os corretores”, destaca Wesley Zanetti, superintendente de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.
Realizado entre os dias 17 e 21 de março, o T&M reuniu mais de 900 participantes, entre funcionários classificados e convidados, e reconheceu dezenas de campeões, resultado da campanha de 2025. Já a Talento de Seguros, realizada de 26 a 29 de março, contou com cerca de 700 convidados e premiou mais de 150 vencedores, entre corretores, assessorias e representantes comerciais, em reconhecimento ao desempenho de 2025.
A AKM novamente assinou a criação e produção dos eventos, que demandaram cerca de 06 meses de planejamento, 20 dias de montagem e mobilizaram mais de 100 fornecedores e 700 profissionais de staff para garantir uma entrega impecável em ambos. Os referidos eventos contaram, ainda, com compensação integral de carbono, reforçando o compromisso da seguradora com a sustentabilidade.
“Desde o início, nosso desafio foi transformar o conceito ‘O Poder da Atitude’ em uma jornada capaz de emocionar e engajar o público do primeiro ao último momento. O universo espacial entrou como metáfora para representar quem escolhe ir além, com coragem e preparo. Cada detalhe foi pensado para traduzir esse protagonismo em um espetáculo poderoso, com mensagens inspiradoras e uma experiência imersiva.”, afirma Thiago Rodrigues, diretor de Experiência da AKM.
E já está em vigor a campanha Talento de Seguros 2026, com vigência de janeiro a dezembro. A iniciativa contempla produtos de diferentes segmentos, como Automóvel, Ramos Elementares, Residencial, Grandes Riscos, Vida, Previdência e Saúde, e reconhecerá assessorias, corretoras e parceiros de negócios, reforçando a abrangência e a capilaridade da ação. O ciclo será concluído com um evento de reconhecimento previsto para o primeiro semestre de 2027, consolidando a estratégia contínua de incentivo e engajamento. O regulamento completo está disponível no Portal de Negócios do Grupo Bradesco Seguros.
]]>Chuvas no Nordeste elevam riscos e impulsionam seguros
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Thu, 02 Apr 2026 17:01:49 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138238Entre o fim de março e o início de abril de 2026, a atuação intensa de sistemas atmosféricos típicos do período chuvoso alterou o cenário climático no Nordeste brasileiro e acendeu alertas para riscos urbanos e patrimoniais. A combinação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) com um Vórtice Ciclônico em Altos Níveis provocou volumes expressivos […]
]]>Entre o fim de março e o início de abril de 2026, a atuação intensa de sistemas atmosféricos típicos do período chuvoso alterou o cenário climático no Nordeste brasileiro e acendeu alertas para riscos urbanos e patrimoniais. A combinação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) com um Vórtice Ciclônico em Altos Níveis provocou volumes expressivos de chuva, sobretudo na faixa norte da região.
Estados como Maranhão, Piauí e Ceará registraram acumulados acima da média histórica, aumentando o risco de enxurradas e transtornos à população. Ao mesmo tempo, a faixa leste, do Rio Grande do Norte até Sergipe, também enfrentou temporais significativos. Capitais como João Pessoa, Recife e Maceió entraram em estado de atenção, com registros de chuva persistente, rajadas de vento e os primeiros sinais antecipados do período mais úmido do ano.
Nas áreas urbanas, os impactos são imediatos. Ruas alagadas, trânsito comprometido e prejuízos materiais passam a fazer parte da rotina durante episódios mais intensos. A limitação dos sistemas de drenagem e a elevação do nível de rios agravam o cenário, ampliando o risco de acidentes e perdas financeiras.
Entre os bens mais afetados estão os veículos. Automóveis estacionados em locais suscetíveis a alagamentos podem sofrer danos severos ao entrarem em contato com a água, atingindo motor, sistema elétrico e partes internas. Em situações mais graves, o prejuízo pode resultar na perda total.
Diante desse contexto, cresce a busca por alternativas de proteção. De acordo com Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o seguro automóvel tem papel importante nesse período. “Apólices com cobertura compreensiva costumam incluir proteção contra fenômenos naturais, como enchentes, tempestades, queda de árvores e granizo, além de serviços de assistência 24 horas, como guincho e suporte emergencial”, aponta.
As residências também entram na lista de vulnerabilidades durante o período chuvoso. Chuvas prolongadas podem provocar infiltrações, destelhamentos e danos elétricos causados por descargas atmosféricas. Em casos de alagamento, móveis e eletrodomésticos também são atingidos, elevando os prejuízos, principalmente em áreas próximas a rios ou com drenagem insuficiente.
Nesse cenário, o seguro residencial surge como uma alternativa para reduzir impactos financeiros. “As coberturas costumam incluir proteção contra vendavais, chuvas intensas, danos elétricos e alagamentos, além de serviços emergenciais como eletricista, encanador e pequenos reparos após eventos extremos”, explica Vasco.
A procura por esse tipo de proteção tende a aumentar justamente durante o período chuvoso, quando os riscos se tornam mais evidentes. Ainda assim, especialistas alertam que muitas pessoas só consideram a contratação após já terem enfrentado algum tipo de prejuízo.
Com a previsão de continuidade das chuvas nos próximos meses, medidas preventivas seguem sendo essenciais. “Evitar trafegar por vias alagadas, manter sistemas de drenagem limpos e realizar manutenção em telhados são algumas das recomendações. Aliado a isso, o planejamento financeiro e a contratação de seguros adequados podem ser determinantes para minimizar perdas e acelerar a recuperação diante de eventos climáticos adversos”, finaliza o executivo.
]]>Diplan Group lidera ranking da Hapvida e aposta em consistência
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Thu, 02 Apr 2026 14:57:13 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138228Corretora aposta em crescimento com consistência em um ambiente de maior pressão por eficiência e qualidade da carteira.
]]>EXCLUSIVO – A corretora de seguros Diplan Group conquistou o primeiro lugar na convenção “Escalada para o Sucesso”, promovida pela operadora de saúde Hapvida, iniciativa voltada ao reconhecimento dos corretores com melhor desempenho na comercialização de planos empresariais ao longo do ciclo 2025/2026. O resultado ocorre em um cenário de maior pressão sobre o mercado de planos de saúde e acompanha uma mudança nos critérios de avaliação das operadoras, que passam a considerar com mais peso indicadores como qualidade da carteira, retenção de clientes e previsibilidade de resultados.
O reconhecimento coloca a corretora entre os principais parceiros da operadora em um ambiente mais seletivo. Nos últimos anos, o setor tem lidado com aumento de custos médicos, necessidade de recomposição de margens e maior rigor na gestão dos contratos, o que tem levado as operadoras a priorizar parceiros com maior capacidade de controle e estabilidade da carteira. Segundo a CEO da Diplan Group, Tatiane Quintino, o resultado está ligado a uma estratégia menos focada em crescimento acelerado e mais orientada à consistência operacional. “Não se trata apenas de volume, mas da qualidade e da sustentabilidade dessa produção”, destaca.
A leitura da empresa acompanha um movimento mais amplo do setor. Após um ciclo de expansão impulsionado pela pandemia, o mercado de saúde suplementar passou a enfrentar deterioração de indicadores, especialmente da sinistralidade, o que exigiu revisão de estratégias comerciais e de relacionamento com corretores.
Nesse contexto, o papel do distribuidor passa por ajustes. A atuação deixa de se concentrar apenas na originação de negócios e passa a incorporar métricas ligadas à permanência dos clientes, perfil de risco e aderência contratual. “Crescer com controle se tornou uma exigência do próprio mercado”, diz a executiva.
O desempenho da Diplan, segundo Tatiane, é resultado de um processo de estruturação ao longo dos últimos anos, com foco na gestão de carteira, no acompanhamento de indicadores e na revisão do modelo de atendimento. A adoção de uma abordagem mais consultiva contribui para maior retenção e menor volatilidade, dois pontos sensíveis em um setor marcado por alta rotatividade.
A mudança no perfil dos corretores ocorre em paralelo a transformações na cadeia de distribuição. Com o avanço da digitalização e maior acesso à informação, o diferencial competitivo passa a se concentrar na capacidade de análise, recomendação e gestão contínua do cliente.
Ao mesmo tempo, a competição entre corretoras aumenta. A concentração de mercado, o fortalecimento de plataformas e a profissionalização das operações ampliam a pressão por escala com eficiência. Nesse cenário, reconhecimentos como o da Hapvida passam a ser utilizados como indicador de desempenho, mas também elevam o nível de exigência sobre os parceiros. “Esse tipo de resultado aumenta a responsabilidade de manter consistência em um ambiente mais competitivo”, frisa.
Para 2026, a estratégia da empresa segue centrada em crescimento gradual, com ênfase em tecnologia, uso de dados e qualificação da equipe. A intenção é ampliar a carteira preservando indicadores-chave, como sinistralidade e retenção, variáveis que passaram a ter maior peso na avaliação das operadoras.
O desafio, no entanto, vai além da execução interna. O setor de saúde suplementar continua pressionado por fatores estruturais, como inflação médica, envelhecimento da população e mudanças regulatórias. Nesse ambiente, a capacidade de equilibrar expansão e qualidade deve definir quais players conseguem sustentar crescimento no médio prazo. Ao final, a executiva resume o direcionamento adotado pela corretora: “Nossa prioridade é crescer com consistência, mantendo controle sobre a operação e fortalecendo o relacionamento com clientes e parceiros”, conclui.
]]>Desafios no orçamento do Seguros Rural em 2026
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Thu, 02 Apr 2026 14:41:28 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138225O seguro rural consolidou-se como uma ferramenta essencial para a gestão de riscos no agronegócio brasileiro. Em um cenário marcado por eventos climáticos extremos, volatilidade de mercado e pressões crescentes sobre o crédito, a previsibilidade do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) tornou-se fundamental para produtores, seguradoras e instituições financeiras. No entanto, […]
]]>O seguro rural consolidou-se como uma ferramenta essencial para a gestão de riscos no agronegócio brasileiro. Em um cenário marcado por eventos climáticos extremos, volatilidade de mercado e pressões crescentes sobre o crédito, a previsibilidade do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) tornou-se fundamental para produtores, seguradoras e instituições financeiras. No entanto, 2026 se inicia sob a sombra de cortes orçamentários e incertezas fiscais, criando um ambiente de apreensão para todo o setor.
Desde sua criação, o PSR convive com uma vulnerabilidade estrutural conhecida: a dependência direta do ciclo fiscal do governo federal. A definição tardia do orçamento, muitas vezes feita às vésperas do início da safra, dificulta o planejamento das seguradoras e compromete o atendimento ao produtor nos períodos de maior demanda. Neste ano, essa fraqueza ficou ainda mais evidente. Disputas internas de alocação de recursos, contingenciamentos e limites fiscais reduziram o orçamento disponível, que já não acompanhava a demanda crescente por seguros. Como consequência, o mercado enfrenta interrupções no acesso à subvenção, cancelamentos de operações e menor adesão por parte dos produtores.
Para o agricultor, esse cenário se traduz em mais risco. A falta de previsibilidade e a redução de recursos encarecem os prêmios e, para muitos, tornam o seguro inacessível. Quando conseguem contratar, enfrentam coberturas menores e maior exposição a perdas, justamente em um momento em que a variabilidade climática está mais intensa. Além disso, como diversas instituições financeiras utilizam o seguro rural como mitigador de risco para concessão de crédito, a instabilidade orçamentária também afeta a disponibilidade de financiamento, dificultando investimentos e a própria condução das safras.
Há, ainda, um efeito sistêmico relevante, o estreitamento da relação entre seguro rural e crédito. Quando o seguro fica mais caro ou indisponível, o crédito também se torna mais restrito ou mais caro, o que limita a capacidade produtiva, eleva a inadimplência e gera instabilidade em toda a cadeia agroindustrial. Assim, a falta de recursos do PSR não é um problema isolado — ela reverbera em todo o ecossistema do agronegócio.
Surge, então, um paradoxo. Ao mesmo tempo em que o risco climático aumenta e exige maior proteção, o orçamento destinado ao seguro rural diminui ou se torna imprevisível. Enquanto países concorrentes ampliam investimentos em instrumentos de mitigação, o Brasil reduz ou limita o acesso a uma de suas principais ferramentas de proteção, afetando justamente os produtores mais vulneráveis.
Apesar das dificuldades, há caminhos possíveis para melhorar o cenário. O setor discute a necessidade de um planejamento plurianual que garanta previsibilidade ao PSR ao longo de vários anos, evitando surpresas e interrupções. Também se fala em melhorar a eficiência do gasto, priorizando regiões e culturas mais expostas, além de incentivar o desenvolvimento de seguros paramétricos e soluções tecnológicas que reduzam custos e aumentem a transparência. Parcerias público‑privadas e maior integração do seguro a práticas sustentáveis e critérios ESG também aparecem como alternativas capazes de fortalecer o mercado e atrair novos players.
O que 2026 deixa claro é que o desafio central não está apenas no volume de recursos, mas na estabilidade do programa. O agronegócio brasileiro é competitivo e inovador, mas enfrenta riscos crescentes que exigem políticas públicas igualmente robustas e contínuas. O seguro rural já não é apenas uma opção, é uma necessidade estratégica. Transformar o PSR em uma política de Estado, e não mais em uma política dependente de ciclos fiscais, é um passo fundamental para garantir segurança ao produtor, estabilidade à cadeia produtiva e competitividade ao país.
]]>Exalt supera marca de 100 corretoras e amplia atuação nacional
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Thu, 02 Apr 2026 12:22:16 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138221A Exalt acaba de atingir a marca com mais de 100 corretoras cadastradas em sua rede. O resultado vem do plano de expansão, iniciado em agosto do ano passado, reforçando o posicionamento da empresa como uma das iniciativas mais inovadoras do mercado segurador brasileiro. O crescimento foi acompanhado por uma reestruturação interna, que incluiu o […]
]]>A Exalt acaba de atingir a marca com mais de 100 corretoras cadastradas em sua rede. O resultado vem do plano de expansão, iniciado em agosto do ano passado, reforçando o posicionamento da empresa como uma das iniciativas mais inovadoras do mercado segurador brasileiro.
O crescimento foi acompanhado por uma reestruturação interna, que incluiu o fortalecimento da gestão com a chegada de Alexandre Federman, a ampliação do departamento comercial, a criação de uma área de marketing, a reorganização das operações e ajustes na área de colocação de risco. A empresa também revisou processos e ampliou os benefícios oferecidos às corretoras.
Um dos marcos desse ciclo foi o evento Exalt Next, realizado em agosto, quando foi lançado o “Ciclo Exalt”, plataforma de aceleração estruturada com 12 frentes voltadas ao desenvolvimento dos corretores. As iniciativas atendem diferentes perfis de atuação, do varejo ao corporativo, com foco em ganho de escala, eficiência e competitividade. “Atingir o marco com mais de 100 corretoras cadastradas é um marco histórico para a Exalt e confirma que nossa expansão está acontecendo de forma sólida e estruturada. Desde agosto do ano passado, com o lançamento do Ciclo Exalt, estamos construindo um modelo de aceleração que prepara o corretor para o presente e para o futuro do mercado. Esse crescimento é resultado de organização, inovação, novos benefícios e da confiança de parceiros relevantes em várias regiões do Brasil”, afirmou Alexandre Federman.
A companhia também ampliou sua atuação geográfica, com a entrada em novas regiões além de São Paulo. A rede passou a incluir corretoras no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Nordeste. Em pouco mais de seis meses, foram incorporadas cerca de 30 novas corretoras, o que representa crescimento próximo de 50% na base. Segundo a empresa, as novas integrantes possuem produção relevante, contribuindo para o fortalecimento da operação.
Outro ponto destacado foi o evento realizado em janeiro, no qual foram apresentadas novas iniciativas e benefícios voltados ao desenvolvimento dos parceiros. A empresa também ressalta o papel das seguradoras parceiras no processo de expansão, como parte do ecossistema de distribuição e dos resultados alcançados.
Com esse movimento, a Exalt busca consolidar um modelo baseado em estrutura operacional, tecnologia e padronização de processos, acompanhando as mudanças do mercado de seguros e a evolução do perfil das corretoras.
]]>Quanta Previdência empossa novo conselho
https://revistaapolice.com.br/2026/04/quanta-previdencia-empossa-novo-conselho/
Thu, 02 Apr 2026 12:16:08 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138218A Quanta Previdência empossou o novo Conselho Deliberativo e Fiscal para o mandato 2026–2030, dando início a um novo ciclo de governança. A nova composição será presidida por José Cesar Boeira no Conselho Deliberativo e sucede a gestão de Carlos Gilberto Crippa, que esteve à frente do colegiado no mandato 2022–2026. A renovação, realizada a […]
]]>A Quanta Previdência empossou o novo Conselho Deliberativo e Fiscal para o mandato 2026–2030, dando início a um novo ciclo de governança. A nova composição será presidida por José Cesar Boeira no Conselho Deliberativo e sucede a gestão de Carlos Gilberto Crippa, que esteve à frente do colegiado no mandato 2022–2026.
A renovação, realizada a cada quatro anos, representa uma mudança relevante na estrutura decisória da entidade e reforça a participação ativa das instituidoras na condução estratégica do negócio. Reconhecida como a terceira maior previdência fechada do país em número de participantes, a Quanta reúne atualmente mais de 250 mil participantes, cerca de R$ 8 bilhões sob gestão e atuação em mais de 50 cooperativas e distribuidores, consolidando sua relevância no ecossistema de previdência, seguros e cooperativismo.
Segundo Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência, a nova composição do conselho chega em um momento importante para sustentar o crescimento da entidade e aprofundar sua missão de ampliar a cultura previdenciária no país. “Vivi cinco ciclos de governança na Quanta e cada mandato deixou um legado importante para a construção da instituição que temos hoje. Recebemos este novo conselho com confiança, em uma entidade sólida, com escala nacional e um time preparado para transformar as diretrizes estratégicas em crescimento, educação previdenciária e impacto social”, salienta.
Fundada em 2004 com origem nos valores do cooperativismo, a Quanta consolidou sua trajetória na administração de planos de previdência fechada, com foco em longevidade financeira, educação e construção de legado para participantes, famílias e cooperativas.
A posse do novo conselho também marca o reconhecimento às contribuições da gestão liderada por Carlos Gilberto Crippa, que presidiu o Conselho Deliberativo entre 2022 e 2026. Em um período de expansão da entidade e fortalecimento da governança, sua atuação esteve associada ao amadurecimento das diretrizes estratégicas e à consolidação da Quanta no mercado nacional. Ao comentar a transição, Crippa destaca o avanço institucional alcançado nos últimos anos e a confiança na continuidade da estratégia.
“Encerramos este mandato com a convicção de que a Quanta está mais sólida, mais madura e preparada para o próximo ciclo. Ampliamos a base de participantes de cerca de 136 mil para mais de 250 mil, dobramos os recursos sob gestão para R$ 8 bilhões e avançamos de forma consistente em governança, compliance, tecnologia e educação previdenciária. Mais do que crescer, deixamos a entidade estruturada para sustentar esse avanço nos próximos anos.”
Sob a presidência de Boeira, que hoje é presidente da Unicred Porto Alegre, a expectativa é de continuidade da agenda voltada à inovação em previdência complementar, ao fortalecimento das instituidoras e à expansão das ações de educação previdenciária, um dos pilares de atuação da entidade.
O novo presidente assume em um contexto no qual a longevidade financeira ganha cada vez mais relevância no debate econômico e social, ampliando a responsabilidade da governança sobre decisões de longo prazo e proteção do patrimônio dos participantes. Para Boeira, o novo mandato representa a continuidade de um trabalho estruturado sobre confiança, responsabilidade e visão de futuro.
“A Quanta inicia este novo ciclo com uma base sólida, escala relevante e muito potencial para avançar. Nosso compromisso é unir governança e disciplina para crescer com responsabilidade, inovar com fundamento e fortalecer ainda mais a educação previdenciária e a intercooperação. Essa nova gestão pretende estabelecer uma estratégia de promover e reforçar o protagonismo das nossas Instituidoras e outras cooperativas, porque ao final todas comungam do mesmo propósito, cuidar do cooperado, proporcionar prosperidade, bem estar e longevidade financeira, transformando futuros”, ressalta o novo presidente.
]]>Seguro Garantia ganha destaque em evento na B3
https://revistaapolice.com.br/2026/04/seguro-garantia-ganha-destaque-em-evento-na-b3/
Thu, 02 Apr 2026 12:11:55 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138215A FenSeg participou da primeira edição de 2026 do Infra Talks – Conversas que pavimentam o futuro, realizada na sede da B3, em São Paulo. Promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, em parceria com o Ministério dos Transportes e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o evento reuniu, no dia 31 de março, representantes […]
]]>A FenSeg participou da primeira edição de 2026 do Infra Talks – Conversas que pavimentam o futuro, realizada na sede da B3, em São Paulo. Promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, em parceria com o Ministério dos Transportes e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o evento reuniu, no dia 31 de março, representantes do setor público e privado para discutir o papel do seguro-garantia nos contratos de concessão rodoviária.
O encontro ocorreu em um momento estratégico para a infraestrutura brasileira, marcado pela ampliação do programa de concessões e pela realização de novos leilões, e se consolidou como um espaço de articulação entre reguladores, operadores e mercado segurador, com foco no aprimoramento dos contratos e na melhoria dos serviços prestados à sociedade.
A FenSeg esteve representada por seu diretor executivo, Danilo Silveira, e pela gerente Raquel Alves. A Federação participou do debate ao lado da CNseg, representada pela superintendente de Relacionamento com o Poder Executivo, Laíne Meira, reforçando a atuação conjunta das entidades na agenda de fortalecimento institucional do setor.
Durante o evento, Laíne Meira destacou a publicação desenvolvida em parceria entre CNseg, FenSeg e a FenaCap, que reúne orientações práticas sobre o uso de seguros e títulos de capitalização como instrumentos para mitigação de riscos em Parcerias Público-Privadas (PPPs). O material detalha como essas soluções podem proteger obras e operações de infraestrutura desde a fase de planejamento até a operação, contribuindo para maior previsibilidade e segurança nos projetos.
Em sua participação, Danilo Silveira ressaltou que o seguro-garantia exerce papel estruturante nas concessões rodoviárias. “Quando falamos de grandes obras de infraestrutura, falamos, essencialmente, de gestão de riscos. E o risco é a matéria-prima do seguro”, afirmou. Segundo ele, o instrumento contribui para assegurar o cumprimento das obrigações contratuais, garantir a continuidade dos empreendimentos e reduzir a exposição do poder concedente.
O executivo também destacou que a atuação do mercado segurador vai além do seguro-garantia, abrangendo soluções que acompanham todas as fases dos projetos, como seguros de riscos de engenharia, responsabilidade civil e transporte. “Essas ferramentas contribuem para reduzir incertezas, ampliar a previsibilidade e fortalecer a segurança jurídica dos contratos”, completou.
Ao longo dos painéis, especialistas discutiram desafios relacionados à contratação, ao acionamento e à regulação dos seguros, além de caminhos para aprimorar a modelagem das concessões. As discussões reforçaram a importância da integração entre planejamento, regulação, financiamento e gestão de riscos para garantir maior eficiência, equilíbrio econômico e qualidade na execução dos projetos.
Os avanços nessa agenda têm impacto direto na sociedade, ao contribuir para a entrega de rodovias mais seguras, serviços mais eficientes e melhor experiência para os usuários. Nesse contexto, o seguro-garantia se consolida como um instrumento central na estrutura de risco dos contratos, deixando de ser acessório para assumir papel estratégico nas concessões.
]]>Mapfre realiza hackathon focado em inovação e IA
https://revistaapolice.com.br/2026/04/mapfre-realiza-hackathon-focado-em-inovacao-e-ia/
Thu, 02 Apr 2026 12:09:03 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138212A Mapfre realizou a primeira edição do ‘Hackathon TransformaTech’, maratona de tecnologia de informação com foco em inovação que reuniu colaboradores para o desenvolvimento de soluções tecnológicas para acelerar o crescimento da companhia. A iniciativa integra a estratégia da seguradora de avançar na transformação digital de suas operações no Brasil, com foco em eficiência operacional, […]
]]>A Mapfre realizou a primeira edição do ‘Hackathon TransformaTech’, maratona de tecnologia de informação com foco em inovação que reuniu colaboradores para o desenvolvimento de soluções tecnológicas para acelerar o crescimento da companhia. A iniciativa integra a estratégia da seguradora de avançar na transformação digital de suas operações no Brasil, com foco em eficiência operacional, simplificação de processos e melhoria da experiência de clientes e corretores.
Durante dois dias, 42 colaboradores, divididos em sete equipes multidisciplinares, trabalharam na criação de soluções voltadas ao desenvolvimento da seguradora. As propostas tiveram como foco tornar jornadas para corretores mais ágeis, reduzir etapas operacionais e ampliar a centralidade no cliente.
Para André Caselli, diretor executivo de TI da Mapfre, o evento mostrou como a tecnologia pode ser uma ferramenta para humanizar e agilizar o atendimento na ponta: “O hackathon é um passo dentro do nosso processo de atualização tecnológica. O envolvimento das equipes na resolução de problemas com IA nos ajuda a entregar as respostas que o mercado e nossos parceiros esperam de forma mais ágil”, afirma o executivo.
Já a diretora de RH da seguradora, Ana Paula Berniz, destaca o aspecto colaborativo da iniciativa: “A 1ª edição do Hackathon TransformaTech reuniu profissionais de áreas de alta intensidade tecnológica para trabalhar em desafios reais de nosso negócio. Mais do que a competição, o valor está na troca de conhecimento, na colaboração entre os times e na aplicação prática de novas metodologias de trabalho no ambiente da companhia”, pontua.
Além do projeto vencedor, que desenvolveu um sistema multiagentes de IA, as demais ideias serão adaptadas e integradas à operação da seguradora. A Mapfre tem investido em desenvolver os seus colaboradores em competências ligadas às tecnologias exponenciais, centralidade no cliente e novos modelos de trabalho. E o Hackathon faz deste processo de desenvolvimento e descoberta de novas formas de aprendizagem e execução.
O “Hackathon TransformaTech” ocorreu no centro de inovação da Tata Consulting (TCS PacePort), no Insper, e a apresentação final dos projetos para a banca avaliadora foi realizada na sede da Mapfre, em São Paulo.