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A revista do mercado de SegurosTue, 28 Jul 2026 17:26:39 +0000pt-BR
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3232Evoy inicia fase de expansão com novo Head Comercial
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Tue, 28 Jul 2026 17:26:38 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141292EXCLUSIVO – O mercado de consórcios atravessa um dos momentos mais vigorosos de sua história recente. Se durante décadas o produto esteve associado apenas à compra planejada de veículos e imóveis, hoje ganha espaço como ferramenta financeira, estratégia patrimonial e até instrumento de investimento. A combinação entre juros elevados, maior conhecimento do consumidor e a […]
]]>EXCLUSIVO – O mercado de consórcios atravessa um dos momentos mais vigorosos de sua história recente. Se durante décadas o produto esteve associado apenas à compra planejada de veículos e imóveis, hoje ganha espaço como ferramenta financeira, estratégia patrimonial e até instrumento de investimento. A combinação entre juros elevados, maior conhecimento do consumidor e a entrada de grandes instituições financeiras na distribuição ajudou a transformar a percepção sobre o segmento, que passou a atrair públicos mais diversos. Essa é a avaliação de Valney Corrêa, head comercial da Evoy, administradora independente de consórcios que iniciou uma nova fase de expansão nacional. Segundo ele, embora o cenário econômico favoreça o setor, o crescimento não pode ser explicado apenas pela Selic elevada.
“O mercado cresce ano após ano há muito tempo. O que mudou nos últimos cinco anos foi a forma como as pessoas passaram a enxergar o consórcio. Hoje ele deixou de ser visto apenas como uma alternativa para quem não consegue financiamento e passou a ser entendido como uma ferramenta financeira inteligente”, afirma.
Na avaliação do executivo, um dos principais fatores dessa mudança foi a entrada de instituições como BTG Pactual, XP e Safra no segmento. Para ele, a presença desses grupos ampliou significativamente a credibilidade do produto e abriu espaço para um novo perfil de consumidor. “Quando grandes instituições financeiras passam a oferecer consórcio, um público de maior patrimônio começa a olhar para essa solução de outra maneira. O consórcio passa a integrar estratégias de preservação de investimentos e planejamento patrimonial”, explica.
Nesse contexto, cresce a relevância das chamadas operações estruturadas, modalidade que vai além da aquisição tradicional de bens. Em vez de simplesmente contratar uma carta de crédito, empresas e investidores estruturam operações capazes de otimizar fluxo de caixa, substituir financiamentos mais caros ou levantar capital utilizando ativos como garantia.
Segundo Corrêa, que assumiu a posição na Evoy há cerca de um mês, esse modelo tem ganhado espaço principalmente entre clientes de maior poder aquisitivo e escritórios de investimentos, que conseguem montar estratégias com previsibilidade de contemplação ao distribuir as cotas entre diferentes grupos. “A operação estruturada permite desenhar uma estratégia considerando histórico dos grupos, capacidade de lance e prazo esperado de contemplação. Não existe promessa, mas existe previsibilidade construída com base em dados”, destaca.
Apesar desse avanço, o varejo continua respondendo pela maior parte das vendas. A aquisição de veículos ainda lidera o volume de negócios da Evoy, embora o executivo veja uma mudança em curso. Ele pondera: “o imóvel vem crescendo acima do automóvel em volume de crédito comercializado. Estamos ampliando nossa atuação nesse segmento e acreditamos que ele poderá se tornar nosso principal produto em pouco tempo”.
Atualmente, a Evoy comercializa aproximadamente R$ 250 milhões em créditos por mês e ocupa posição entre as principais administradoras do País, competindo com grandes bancos mesmo sendo uma empresa independente e relativamente jovem. A companhia também aposta na expansão dos canais de distribuição. Entre eles, o corretor de seguros ocupa posição estratégica. Para Corrêa, esse profissional reúne características que favorecem naturalmente a oferta do consórcio. “O corretor já possui relacionamento, conhece o momento de vida do cliente e identifica oportunidades como a troca do veículo, a compra de um imóvel ou o planejamento patrimonial. É um parceiro muito importante para ampliar a distribuição”, afirma.
Outro movimento observado pelo executivo é o crescimento do mercado secundário de consórcios, especialmente entre investidores. Nesse modelo, compradores adquirem cotas, utilizam mecanismos previstos em regulamento para antecipar a contemplação e depois negociam essas cartas já contempladas.
Segundo ele, trata-se de um nicho que vem atraindo empresários, investidores e até fundos especializados, embora ainda represente uma parcela menor do mercado em comparação ao varejo tradicional.
Mesmo diante da possibilidade de uma futura redução da taxa básica de juros, Corrêa acredita que o setor continuará crescendo. Ele lembra que durante a pandemia, quando a Selic atingiu patamares historicamente baixos, o mercado também registrou forte expansão.
“A Selic influencia, mas não determina o crescimento. Hoje existe uma mudança cultural. O consumidor passou a planejar melhor suas aquisições e percebe que o consórcio pode reduzir significativamente o custo financeiro”, observa o executivo da Evoy.
]]>PASI promove Marcelo Reis a diretor Comercial
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Tue, 28 Jul 2026 16:49:03 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141290O Seguro PASI anunciou a promoção de Marcelo Reis ao cargo de diretor Comercial. O executivo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início deste ano, passa a liderar a área comercial da companhia. Marcelo esteve à frente de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de oportunidades de negócios, ao relacionamento com parceiros e […]
]]>O Seguro PASI anunciou a promoção de Marcelo Reis ao cargo de diretor Comercial. O executivo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início deste ano, passa a liderar a área comercial da companhia.
Marcelo esteve à frente de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de oportunidades de negócios, ao relacionamento com parceiros e ao crescimento da operação. Com a mudança, passa a responder pela estratégia comercial da companhia.
De acordo com o PASI, a área Comercial atuará de forma integrada às demais áreas estratégicas da empresa, com foco no desenvolvimento de produtos, no relacionamento com corretores e parceiros e na ampliação da atuação nacional.
“Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente”
Segundo o executivo, uma das prioridades será ampliar a presença da companhia em diferentes regiões do país. “Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes.”
Com 37 anos de atuação, o PASI desenvolve soluções em seguros de pessoas voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas.
]]>Obras paralisadas elevam demanda por Seguro Garantia
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Tue, 28 Jul 2026 16:13:57 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141282A paralisação de obras continua entre os principais desafios da construção civil brasileira e tem ampliado a atenção sobre o Seguro Garantia como mecanismo de proteção para contratantes. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) mostram que, até o fim de 2025, havia 11.469 obras públicas paralisadas no país, o equivalente a cerca de […]
]]>A paralisação de obras continua entre os principais desafios da construção civil brasileira e tem ampliado a atenção sobre o Seguro Garantia como mecanismo de proteção para contratantes. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) mostram que, até o fim de 2025, havia 11.469 obras públicas paralisadas no país, o equivalente a cerca de 50% dos empreendimentos financiados com recursos federais em andamento. Segundo o Painel de Obras Paralisadas, a interrupção desses projetos representa R$ 15,9 bilhões em recursos públicos já investidos.
Empreendimentos que ficam paralisados em razão de dificuldades financeiras enfrentadas por construtoras costumam gerar uma série de impactos para incorporadoras, investidores, condomínios e compradores. Além dos prejuízos econômicos, a interrupção de uma obra pode comprometer cronogramas, elevar custos e criar um cenário de insegurança para todos os envolvidos. Nesse contexto, o Seguro Garantia tem ganhado cada vez mais espaço como instrumento de proteção contratual na construção civil.
Os números reforçam esse movimento. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que o Seguro Garantia registrou crescimento de 23,6% na arrecadação em todo o Brasil. Na região de atuação do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), que engloba 13 estados das duas regiões, exceto Bahia, Sergipe e Tocantins, o avanço foi ainda mais expressivo, alcançando 65,1%. O desempenho evidencia a expansão da modalidade e sua crescente relevância no mercado segurador.
Embora seja amplamente utilizado em grandes obras de infraestrutura e contratos públicos, o Seguro Garantia também está presente em empreendimentos privados e tem como principal finalidade assegurar o cumprimento das obrigações assumidas pela empresa responsável pela execução da obra.
Segundo o representante do Sindsegnne, Altevir Junior, a modalidade oferece uma proteção importante para o contratante caso a construtora deixe de cumprir o contrato por motivos como dificuldades financeiras, insolvência ou abandono da obra.
“O Seguro Garantia funciona como um mecanismo de proteção para o contratante. Se houver o descumprimento das obrigações previstas em contrato, a seguradora pode ser acionada para cumprir o que está estabelecido na apólice, reduzindo os impactos financeiros e operacionais decorrentes da interrupção da obra”, explica.
Ao contrário do que muitos imaginam, a modalidade não tem como objetivo cobrir todos os custos do empreendimento nem substituir integralmente a construtora. A cobertura está limitada às condições e ao valor contratado na apólice. Dependendo do contrato, a seguradora poderá indenizar o contratante até o limite segurado ou adotar as medidas previstas na apólice para viabilizar a continuidade da obra.
“O Seguro Garantia não impede que uma empresa enfrente dificuldades financeiras, mas cria uma camada adicional de segurança para quem contratou aquele serviço. Em vez de assumir sozinho todos os prejuízos decorrentes do inadimplemento, o contratante conta com uma estrutura especializada para buscar uma solução prevista na apólice”, destaca o representante.
Além de reduzir o impacto financeiro provocado pelo descumprimento contratual, o Seguro Garantia fortalece a confiança nas relações comerciais da cadeia da construção civil, contribuindo para que empreendimentos tenham maior previsibilidade diante de situações inesperadas.
De acordo com Altevir Junior, o Seguro Garantia não deve ser confundido com seguros voltados aos compradores de imóveis. Seu beneficiário é, em regra, o contratante da obra, seja uma incorporadora, um condomínio, uma empresa privada ou um órgão público. Por isso, sua função é assegurar o cumprimento das obrigações assumidas pela construtora no contrato firmado entre as partes.
Para o especialista, a modalidade vem se consolidando como uma importante ferramenta de gestão de riscos para o setor. “Mais do que uma exigência contratual, o Seguro Garantia representa uma camada adicional de segurança para os contratos de construção. Em um cenário em que a paralisação de obras pode gerar impactos financeiros significativos, mecanismos capazes de mitigar esses riscos se tornam cada vez mais relevantes para contratantes e para toda a cadeia da construção civil”, conclui.
]]>O Super El Niño e a conta que ninguém quer pagar
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Tue, 28 Jul 2026 16:13:16 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141287Enquanto meteorologistas e produtores acompanham os sinais de um possível Super El Niño, o país volta a encarar uma velha vulnerabilidade: a dificuldade de se preparar financeiramente para eventos climáticos extremos
]]>Toda vez que um fenômeno climático extremo ameaça o país, a discussão segue um roteiro conhecido. Especialistas projetam os efeitos sobre a produção agrícola, analistas revisam estimativas para a safra e produtores tentam calcular o tamanho do prejuízo. Desta vez não é diferente. A possibilidade cada vez maior de um Super El Niño já mobiliza o agronegócio e reacende preocupações sobre a temporada 2026/27.
As dúvidas sobre a intensidade do fenômeno permanecem. O histórico, porém, recomenda cautela. Eventos dessa natureza costumam alterar regimes de chuva, provocar secas em algumas regiões, excesso de precipitação em outras e aumentar a volatilidade de uma atividade que continua profundamente dependente do clima.
A atenção costuma se concentrar nas consequências mais visíveis: quebra de safra, atraso no plantio, redução de produtividade e pressão sobre os preços. São riscos reais. Mas existe uma questão menos debatida e igualmente importante: quem absorve os prejuízos quando eles chegam?
A resposta importa porque o impacto econômico de um evento climático não começa no momento da perda. Ele surge antes, quando a incerteza passa a influenciar decisões. Produtores revisam investimentos, instituições financeiras recalculam cenários e empresas reavaliam exposições. Mesmo sem uma única lavoura afetada, parte do custo já está incorporada à economia.
Os acontecimentos recentes mostram o tamanho dessa vulnerabilidade. As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul transformaram uma tragédia ambiental em uma crise econômica de grandes proporções. Famílias perderam patrimônio, empresas interromperam operações e produtores rurais viram sua capacidade produtiva comprometida. Em muitos casos, a reconstrução dependeu de recursos públicos, renegociações de dívida e da capacidade individual de suportar perdas expressivas.
No campo, essa realidade se tornou ainda mais evidente. A agricultura brasileira avançou em tecnologia, produtividade e gestão. O que não mudou foi sua exposição aos extremos climáticos. Nenhum ganho de eficiência é capaz de impedir que uma estiagem prolongada ou uma sequência de chuvas fora de época comprometa uma safra inteira.
Quando isso ocorre, os efeitos ultrapassam os limites da propriedade rural. A perda de renda reduz investimentos, dificulta o acesso ao crédito e compromete o financiamento dos ciclos seguintes. O problema deixa de ser agrícola e passa a ser econômico.
Nesse cenário, o seguro rural passa a ocupar um espaço maior na discussão sobre o futuro do agro. O clima continua sendo uma variável impossível de controlar. Uma seca prolongada ou uma sequência de chuvas fora de época podem comprometer meses de trabalho e afetar a renda necessária para sustentar a produção seguinte.
A cobertura disponível, porém, ainda não acompanha o tamanho da exposição. Parte dos produtores permanece sem proteção adequada. Em alguns casos, o acesso é limitado. Em outros, prevalece a expectativa de que eventos extremos sejam raros. Os acontecimentos recentes sugerem um quadro diferente. As oscilações climáticas ganharam peso nas decisões de crédito, investimento e planejamento.
A chegada de um novo Super El Niño recoloca essa realidade em evidência. O debate envolve a próxima safra, mas não se encerra nela. A frequência dos eventos extremos vem aumentando o custo da incerteza para produtores, empresas e instituições financeiras.
As projeções certamente mudarão nos próximos meses. A intensidade do fenômeno pode surpreender para cima ou para baixo. O desafio, contudo, permanecerá o mesmo: construir mecanismos capazes de absorver perdas antes que elas se convertam em crises. Quando o assunto é clima, a diferença entre reagir e se preparar costuma ser medida em bilhões.
*Por Fabio Damasceno, diretor técnico de seguro rural da Mapfre e vice-presidente da Comissão de Seguros Rurais da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).
]]>Ituran apresenta nova estratégia e posicionamento de marca
https://revistaapolice.com.br/2026/07/ituran-apresenta-nova-estrategia-e-posicionamento-de-marca/
Tue, 28 Jul 2026 14:02:36 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141274A Ituran Brasil anunciou uma nova campanha institucional que marca o reposicionamento da marca no mercado de proteção veicular. Com o conceito “Mais que seguro, mais que rastreador, uma nova categoria”, a iniciativa busca destacar a ampliação da atuação da empresa em soluções baseadas em tecnologia, conectividade e inteligência de dados. A campanha começa a […]
]]>A Ituran Brasil anunciou uma nova campanha institucional que marca o reposicionamento da marca no mercado de proteção veicular. Com o conceito “Mais que seguro, mais que rastreador, uma nova categoria”, a iniciativa busca destacar a ampliação da atuação da empresa em soluções baseadas em tecnologia, conectividade e inteligência de dados.
A campanha começa a ser veiculada na última semana de julho e apresenta a estratégia da companhia de utilizar monitoramento contínuo e análise de dados para apoiar a identificação de padrões e situações de risco. Segundo a empresa, as soluções atendem proprietários de veículos, motoristas de aplicativo, profissionais autônomos e corretores de seguros.
O conceito criativo utiliza a metáfora do instinto presente na natureza para representar a forma como a tecnologia da Ituran atua na segurança dos clientes. Animais reconhecidos por sua capacidade de vigilância, percepção e proteção, como cachorro, águia, leopardo e urso, ilustram visualmente a atuação contínua da tecnologia no cuidado diário, na identificação de padrões e na antecipação de riscos.
“A nova campanha reforça um movimento mais amplo de transformação da Ituran Brasil. Nos últimos anos, ampliamos nossa atuação para além do rastreamento, incorporando novas tecnologias, conectividade e inteligência de dados para oferecer soluções cada vez mais completas aos nossos clientes. O lançamento da marca Ituran Connect foi um marco importante nessa jornada, consolidando nosso ecossistema de serviços e refletindo a evolução da companhia para uma plataforma de tecnologia aplicada à proteção, mobilidade e experiência conectada”, afirma Tobias Manica, executivo de marketing da Ituran Brasil.
A campanha construída em parceria com a agência Tech & Soul, fortalece como a tecnologia de monitoramento e a inteligência embarcada em todo o portfólio da empresa oferece uma experiência diária de segurança e mais tranquilidade aos usuários e familiares, além de ter uma apólice de seguro, caso algo aconteça.
Para Claudio Kalim, fundador e CEO da Tech & Soul, a conquista da conta reforça a expertise da agência em projetos de transformação e construção de marcas. “Estamos muito felizes em iniciar essa parceria com uma empresa reconhecida por sua liderança e capacidade de inovação. Nosso compromisso é desenvolver estratégias que gerem valor para o negócio e fortaleçam a conexão da marca com seus públicos”, afirma.
A parceria marca também a nova fase da companhia, que amplia sua atuação para além do rastreamento e investe em tecnologia, conectividade e inteligência de dados. A campanha será veiculada ao longo dos próximos 5 meses, com forte presença no estado de São Paulo e em televisão aberta, televisão conectada, rádio, mídia digital, plataformas de streaming e influenciadores.
“O futuro da proteção está na capacidade de antecipar necessidades e oferecer inteligência em tempo real. Queremos que as pessoas entendam que a tecnologia da Ituran está presente para cuidar do que é importante para elas, de forma quase intuitiva e contribuindo para uma experiência mais segura, todos os dias”, reforça Amit Louzon, CEO da Ituran Brasil.
O novo posicionamento passa a orientar a comunicação da empresa nos próximos anos e servirá de base para futuras evoluções da marca, acompanhando as transformações da mobilidade e as novas demandas dos consumidores.
Segundo Tobias Manica, a escolha da Tech & Soul foi estratégica na construção desse novo momento da marca. “A agência foi fundamental na criação deste novo conceito, traduzindo nossa visão de futuro e contribuindo para comunicar a evolução da companhia ao mercado”, destaca.
Atualmente, a operação brasileira da Ituran reúne cerca de 13 mil corretores de seguros parceiros e mais de 800 mil veículos conectados, o equivalente a aproximadamente 30% da base global da companhia.
]]>CEO do GrupoGC integra programação do Troféu Viva a Bahia
https://revistaapolice.com.br/2026/07/ceo-do-grupo-gc-integra-programacao-do-trofeu-viva-a-bahia/
Tue, 28 Jul 2026 13:33:03 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141271O CEO do GrupoGC, Murilo Riedel, será um dos palestrantes da segunda edição do Troféu Viva a Bahia, premiação promovida pelo Clube dos Seguradores da Bahia que reconhece profissionais, empresas e lideranças do mercado segurador. O evento será realizado em 14 de outubro, no Hotel Fiesta, em Salvador, durante a programação da Semana do Seguro. […]
]]>O CEO do GrupoGC, Murilo Riedel, será um dos palestrantes da segunda edição do Troféu Viva a Bahia, premiação promovida pelo Clube dos Seguradores da Bahia que reconhece profissionais, empresas e lideranças do mercado segurador. O evento será realizado em 14 de outubro, no Hotel Fiesta, em Salvador, durante a programação da Semana do Seguro.
Com uma trajetória marcada pela liderança e atuação estratégica no setor, o executivoc vai contribuir com debates sobre inovação, evolução do mercado e o papel das empresas seguradoras na construção de soluções cada vez mais conectadas às necessidades dos consumidores.
O Troféu Viva a Bahia tem como propósito celebrar profissionais e organizações que são referência em excelência, boas práticas e contribuição para o crescimento do segmento segurador. Nesta segunda edição, a premiação amplia a participação do mercado por meio de uma votação popular, permitindo que consumidores e profissionais do setor indiquem os nomes que mais se destacam em suas respectivas áreas.
A organização vai disponibilizar um link oficial de votação para escolha dos vencedores nas categorias que representam diferentes segmentos da atividade seguradora. A iniciativa busca reconhecer aqueles que atuam diretamente na proteção de pessoas, patrimônios e negócios, fortalecendo a importância do seguro para a sociedade.
Segundo a atual Diretoria do Clube dos Seguradores da Bahia, entidade responsável pela realização da premiação, serão homenageados os destaques do segmento de Seguros Gerais em sete categorias: Seguradora, Corretor de Seguros, Gerente de Vendas, Gestor de Sucursal, Assessoria, Diretor Regional e Personalidade Destaque.
Todos os vencedores serão definidos pelo voto do próprio mercado segurador, reforçando o caráter participativo e democrático da premiação. Para o presidente do Clube dos Seguradores da Bahia, Fausto Dorea, o Troféu Viva a Bahia representa um importante movimento de reconhecimento profissional e valorização do setor. “A premiação possui a finalidade de reconhecer profissionais e empresas que fazem a diferença no setor de seguros. Mais do que entregar troféus, queremos valorizar trajetórias, incentivar boas práticas e fortalecer a integração do mercado segurador na Bahia. A segunda edição consolida esse compromisso e reforça a importância de quem trabalha diariamente para proteger pessoas, patrimônios e negócios”, concluiu.
]]>MNK International expande operação de energia
https://revistaapolice.com.br/2026/07/mnk-international-expande-operacao-de-energia/
Tue, 28 Jul 2026 13:22:03 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141268William Wakeham assume a liderança da nova área com foco em mercados internacionais
]]>A MNK International anunciou a criação de sua divisão Internacional de Energia e a nomeação de William Wakeham como diretor executivo da nova área. O executivo será responsável por desenvolver a operação da corretora nos segmentos de energia convencional, renovável e infraestrutura em mercados considerados estratégicos pela companhia.
Wakeham possui mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros, com atuação em projetos de energia, petróleo e gás, além de iniciativas ligadas à geração renovável. Ao longo da carreira, trabalhou com clientes na África, Oriente Médio, América Latina e Europa Oriental.
Na nova função, o executivo ficará responsável pelo desenvolvimento das atividades de corretagem de energia em áreas como energia renovável, armazenamento em baterias, data centers, infraestrutura de rede elétrica, energia convencional e segurança energética.
Segundo a companhia, a divisão concentrará suas operações em mercados da África, Oriente Médio, Europa Oriental e Meridional, Países Bálticos, Ásia, América Central e América do Sul, atuando junto a segurados, corretores locais e cedentes.
Além da expansão da equipe especializada, Wakeham também liderará o desenvolvimento de uma abordagem de gestão de riscos baseada em engenharia, com participação desde as fases iniciais dos projetos.
“William traz ampla experiência no mercado de energia, fortes relacionamentos internacionais e uma visão clara para construir uma proposta diferenciada de corretagem. Sua experiência em energia convencional e renovável será inestimável à medida que expandimos nossas capacidades em mercados emergentes e especializados. Sua nomeação reflete nosso compromisso em combinar pensamento empreendedor com profundo conhecimento técnico para gerar valor de longo prazo para clientes e parceiros.”, afirma Naman Kumar, CEO da MNK International.
Wakeham destaca que a criação da nova divisão representa uma oportunidade para ampliar a atuação da corretora no segmento de energia.
“É evidente que o espírito e o pensamento empreendedor são ativamente incentivados na MNK International, criando uma base sólida para construir uma proposta internacional única no setor de energia. Estou ansioso para expandir esta nova divisão e desenvolver uma abordagem tecnicamente excelente, comercialmente orientada e baseada em engenharia, que envolva os clientes desde os estágios iniciais. Ao oferecer soluções personalizadas e inovadoras para clientes em todo o mundo, queremos ajudar a tornar os projetos mais seguráveis, mais financiáveis e mais resilientes” destaca o executivo.
]]>Tokio Marine amplia uso da cláusula de retomada
https://revistaapolice.com.br/2026/07/tokio-marine-amplia-atuacao-no-seguro-garantia/
Tue, 28 Jul 2026 13:10:55 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141264A Tokio Marine anunciou a ampliação de sua atuação no mercado de Seguro Garantia, com foco em projetos de infraestrutura, obras públicas e privadas, concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). A estratégia inclui a oferta integrada de diferentes modalidades de seguros e a ampliação do uso da cláusula de retomada (step-in) para apoiar a continuidade dos […]
]]>A Tokio Marine anunciou a ampliação de sua atuação no mercado de Seguro Garantia, com foco em projetos de infraestrutura, obras públicas e privadas, concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). A estratégia inclui a oferta integrada de diferentes modalidades de seguros e a ampliação do uso da cláusula de retomada (step-in) para apoiar a continuidade dos empreendimentos.
A seguradora compartilha que a atuação reúne produtos como Seguro Garantia, Riscos de Engenharia, Responsabilidade Civil, Transportes com cobertura DSU, E&O, D&O, Frota, Riscos Ambientais, Riscos Operacionais e Seguro Cibernético, com o objetivo de atender diferentes etapas dos projetos, desde a estruturação até a operação dos ativos.
De acordo com a Tokio Marine, o movimento dá continuidade à estratégia iniciada em 2016 para fortalecer a operação de Seguro Garantia, especialmente após as mudanças introduzidas pela Nova Lei de Licitações. Em 2024, a empresa também anunciou investimentos na expansão da área, incluindo o reforço das equipes técnica e comercial.
“Nosso papel, hoje, vai além da emissão da apólice. Em grandes projetos de infraestrutura, o Seguro Garantia precisa funcionar como um instrumento de governança, prevenção e continuidade. Por isso, buscamos atuar desde as fases iniciais da modelagem, apoiando a identificação de riscos, o desenho das coberturas e o acompanhamento técnico dos projetos”, afirma Carol Ayub, Diretora de Riscos Financeiros da Tokio Marine.
Um dos marcos dessa evolução foi o pioneirismo da Tokio Marine na emissão da primeira apólice de Seguro Garantia do País com cláusula de retomada, também conhecida como step-in, voltada à obra de implantação e pavimentação da rodovia MT-430, no Mato Grosso. Desde então, a Companhia já emitiu mais de uma dezena de apólices com esse tipo de cláusula e acompanha a demanda do mercado para adaptar essa lógica, inicialmente associada a obras públicas, também ao ambiente de concessões e PPPs.
Segundo a diretora, a atuação da seguradora para evitar a paralisação de obras passa por três frentes principais: prevenção por engenharia, com identificação antecipada de gargalos financeiros ou operacionais; mediação construtiva entre as partes em casos de desequilíbrio contratual; e, quando necessário, uso do mecanismo de retomada para viabilizar a continuidade do projeto.
“Quando uma obra de infraestrutura é interrompida, os impactos extrapolam a esfera financeira e atingem diretamente a sociedade. Por isso, o Seguro Garantia deve ser visto, cada vez mais, como um instrumento de continuidade, governança e desenvolvimento. Com mecanismos como a cláusula de retomada e o acompanhamento técnico dos projetos, é possível mitigar riscos, preservar contratos e criar melhores condições para que os ativos sejam efetivamente entregues”, finaliza a executiva.
]]>Redion reorganiza liderança e cria área de Transformação
https://revistaapolice.com.br/2026/07/redion-reorganiza-lideranca-e-cria-area-de-transformacao/
Mon, 27 Jul 2026 19:37:42 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141254Tiago Massarico assume a recém-criada área de Chief Transformation Office (CTO) e Carlos Bonato chega à companhia como novo Chief Operating Officer (COO)
]]>A Redion anuncia uma evolução importante em sua estrutura organizacional no Brasil, Tiago Massarico assume a recém-criada área de Transformação como Chief Transformation Officer (CTO), e Carlos Bonato passa a integrar a companhia como o novo Chief Operating Officer (COO).
Com essa nova configuração, a Redion fortalece sua capacidade de responder às transformações do mercado com ainda mais agilidade, mantendo o foco em uma operação sustentável, conectada às necessidades do negócio e preparada para os desafios dos próximos anos.
Para Sergio Marcos, CEO da Redion, este novo momento reafirma a importância da tecnologia e da inovação como pilares estratégicos da companhia, sem renunciar à excelência operacional que sempre caracterizou sua atuação.
“A criação da diretoria de Transformação representa uma evolução natural da nossa jornada. Queremos simplificar processos, ampliar nossa eficiência de ponta a ponta e criar um ambiente cada vez mais propício à inovação. Nosso objetivo é gerar valor sustentável para o negócio e proporcionar uma experiência cada vez melhor aos nossos clientes”, afirma o executivo.
“Com uma estrutura de governança fortalecida e a chegada de novos talentos à liderança, seguimos confiantes no nosso propósito de oferecer serviços de assistência 24/7 com qualidade, proximidade e excelência, construindo relações duradouras com clientes, parceiros e colaboradores”, complementa Sergio Marcos.
Nova configuração executiva
À frente da agenda de transformação da companhia, Tiago Massarico, que até então ocupava a posição de COO, assume o cargo de Chief Transformation Officer (CTO).
Para assumir a posição de Chief Operating Officer (COO), a Redion passa a contar com Carlos Bonato, executivo com sólida experiência nos segmentos de telecomunicações, contact centers e assistência 24 horas. Ao longo de sua carreira, Bonato liderou operações em grandes empresas multinacionais, com atuação no Brasil, México e Colômbia, acumulando ampla experiência em gestão operacional, desenvolvimento de equipes e entrega de resultados em ambientes complexos e de grande escala.
A renovação da marca Redion simboliza muito mais do que uma atualização de identidade visual. Ela representa a evolução de uma empresa que, após mais de 30 anos de história no Brasil, segue se reinventando para liderar o futuro do setor. Moderna, dinâmica e conectada às novas demandas do mercado, a marca expressa a ambição da companhia de acelerar sua transformação, ampliar sua capacidade de inovação e fortalecer sua posição como referência em assistência e serviços. Com uma divisão clara entre a construção do futuro da companhia, por meio da inovação e transformação, e a excelência na execução das operações, esse movimento está diretamente alinhado às mudanças na estrutura de liderança, que criam as bases sólidas para o próximo ciclo de crescimento.
]]>Rodrigo Rosalin assume diretoria Comercial da Bliss
https://revistaapolice.com.br/2026/07/rodrigo-rosalin-assume-diretoria-comercial-da-bliss/
Mon, 27 Jul 2026 18:31:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141250A Bliss anunciou a contratação de Rodrigo Rosalin para o cargo de diretor Comercial. O executivo passa a liderar a área comercial da empresa, com foco na expansão da operação, no desenvolvimento da rede de parceiros e no relacionamento com corretores. Graduado em Publicidade e Propaganda, com especialização em Gestão Comercial e Seguros, Rosalin possui […]
]]>A Bliss anunciou a contratação de Rodrigo Rosalin para o cargo de diretor Comercial. O executivo passa a liderar a área comercial da empresa, com foco na expansão da operação, no desenvolvimento da rede de parceiros e no relacionamento com corretores.
Graduado em Publicidade e Propaganda, com especialização em Gestão Comercial e Seguros, Rosalin possui experiência nos segmentos de seguros, saúde e benefícios. Ao longo da carreira, atuou na liderança de equipes comerciais, na gestão de carteiras estratégicas e no desenvolvimento de canais de distribuição.
Na Bliss, o executivo será responsável por conduzir a expansão da operação comercial e pela evolução da jornada de relacionamento com corretores, utilizando tecnologia e dados como apoio às estratégias comerciais.
“Acredito que o mercado vive um momento de transformação, e a Bliss está muito bem-posicionada para liderar esse movimento. Encontrei uma empresa com espírito inovador, que realmente coloca o corretor no centro da estratégia e acredita que tecnologia deve servir para potencializar pessoas, não as substituir. Chego com o propósito de contribuir para a construção da principal plataforma de crescimento para corretores de seguros e benefícios do Brasil.”, afirma Rosalin.
Para Fernando Gonçalves, CEO da Bliss, a chegada do executivo fortalece a estrutura comercial da companhia. “A chegada do Rodrigo representa um importante passo para a empresa. Sua experiência e visão estratégica reforçam nosso compromisso com o crescimento sustentável e com a entrega de soluções que ajudam os nossos clientes a prosperarem”, comenta.