Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosFri, 20 Feb 2026 17:33:42 +0000pt-BR
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3232Rodobens amplia vendas digitais com a ColmeIA
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Fri, 20 Feb 2026 17:33:40 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136940Com o desafio de escalar o atendimento digital sem comprometer a qualidade, a empresa encontrou na solução a saída para migração com segurança e sem atritos na operação
]]>A Rodobens implementou as soluções da ColmeIA, empresa com soluções de automação e inteligência conversacional, com o objetivo de ampliar a escala do atendimento digital sem comprometer a qualidade da operação. Segundo as companhias, a parceria resultou em crescimento de 6% nas vendas realizadas via WhatsApp, além de melhora nas taxas de conversão comercial.
Com sede em São José do Rio Preto (SP) e atuação nacional nos segmentos de consórcio, seguros, crédito, leasing e locação, a Rodobens buscava uma plataforma que integrasse segurança, governança, escalabilidade e conexão com o CRM. A ferramenta anteriormente utilizada apresentava limitações operacionais, especialmente no gerenciamento do volume de leads gerados diariamente. “A ColmeIA trouxe uma série de benefícios para o nosso ecossistema de tecnologia: integração com o CRM, usabilidade adequada para os usuários internos e uma comunicação fluida com o cliente final. Isso se reflete diretamente na experiência e na eficiência da operação”, afirma Daniela Zanfolin, superintendente de TI da Rodobens.
De acordo com a empresa, a migração foi concluída em poucos dias, sem impactos na operação. “Houve o apoio em todo o processo de migração e a ColmeIA nos deu muita segurança à operação. Tivemos suporte, treinamento e, já no primeiro atendimento, tudo fluiu naturalmente. Foi uma transição tranquila, sem perda de performance”, acrescenta a executiva.
Homologada pela Meta e com selo oficial do WhatsApp Business, a ColmeIA passou a centralizar a gestão dos canais digitais da Rodobens, ampliando o controle sobre as interações.
A integração com o CRM permitiu automatizar a triagem de leads por meio de um bot inteligente, responsável por coletar informações, segmentar contatos e direcioná-los ao consultor mais adequado. Segundo as empresas, a automação reduziu o tempo de resposta e aumentou a assertividade no atendimento. “Com a Rodobens, mostramos que investir no tempo certo de implementação e treinamento permite potencializar o negócio e garantir um atendimento ágil e sem fricções para o cliente”, afirma José Caodaglio, CEO da ColmeIA.
A priorização automática de leads com maior potencial comercial também contribuiu para ganhos de eficiência operacional, ao mesmo tempo em que interações de menor valor estratégico passaram a ser conduzidas automaticamente.
De acordo com as empresas, o canal digital consolidou-se como uma das principais portas de entrada para novos negócios. “Nosso propósito é ajudar grandes empresas a transformarem o atendimento digital em uma experiência de valor real. Com a Rodobens, mostramos que é possível escalar o relacionamento sem perder a proximidade, combinando automação, governança e empatia”, conclui Caodaglio.
]]>TransUnion nomeia novas lideranças no Brasil
https://revistaapolice.com.br/2026/02/transunion-nomeia-novas-liderancas-no-brasil/
Fri, 20 Feb 2026 14:51:49 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136937A TransUnion Brasil, empresa global de informação e insights com atuação em DataTech, anunciou a nomeação de três novas lideranças para reforçar sua estrutura executiva no País. Assumem os cargos Lúcia Helena Domingos, como diretora sênior de Jurídico e Compliance; Daniela Perrone, como diretora comercial de Seguros; e Amanda Nespatti, como gerente sênior de Estratégia […]
]]>A TransUnion Brasil, empresa global de informação e insights com atuação em DataTech, anunciou a nomeação de três novas lideranças para reforçar sua estrutura executiva no País. Assumem os cargos Lúcia Helena Domingos, como diretora sênior de Jurídico e Compliance; Daniela Perrone, como diretora comercial de Seguros; e Amanda Nespatti, como gerente sênior de Estratégia e Planejamento.
Segundo a companhia, as nomeações integram a estratégia de crescimento no mercado brasileiro e reforçam o posicionamento da marca em Informação para o Bem®. “Essas líderes trazem profunda expertise em áreas centrais para nossa estratégia. A experiência delas nos ajudará a acelerar a execução, elevar nossas parcerias e avançar na próxima fase do crescimento da TransUnion no Brasil”, afirma Fernando Musolino, presidente regional da TransUnion Brasil.
As executivas passam a atuar em frentes consideradas estratégicas para o negócio no País.
Lúcia Helena Domingos assume a diretoria sênior de Jurídico e Compliance. Com mais de 20 anos de experiência em direito corporativo, governança e compliance, a executiva acumula passagens por multinacionais como Thyssenkrupp, Merieux Nutrisciences e IFF. Na TransUnion, será responsável por liderar as áreas de Jurídico, Riscos e Compliance no Brasil, em articulação com o Conselho Geral Internacional, com foco na coordenação de práticas globais e no fortalecimento de políticas de ética, integridade e uso responsável de dados. Lúcia é mestre em Direito Internacional Privado pela Universidade de Hamburgo.
Daniela Perrone assume a diretoria comercial de Seguros. Com mais de 25 anos de experiência no mercado corporativo, ocupou posições de liderança na Serasa Experian e na Redecard, com atuação voltada à expansão de resultados e gestão de grandes contas. Na nova função, terá como foco o fortalecimento do relacionamento com clientes e o crescimento da vertical de Seguros da TransUnion Brasil.
Amanda Nespatti passa a liderar a área de Estratégia e Planejamento. Com 12 anos de experiência nos setores de tecnologia e serviços financeiros, foi cofundadora da IZA Seguradora. É formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e possui pós-graduação pela Fundação Dom Cabral. Na companhia, será responsável pelo ciclo estratégico, incluindo o desenvolvimento de planos de negócio e análises de mercado voltadas ao crescimento sustentável das operações no Brasil.
]]>Consórcio Mercedes-Benz leva clientes a cruzeiro
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Fri, 20 Feb 2026 14:28:05 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136933O Consórcio Mercedes-Benz promoveu uma viagem de incentivo que levou quase 100 pessoas para um cruzeiro nacional a bordo do navio MSC Sinfonia. O roteiro incluiu paradas em Búzios e Ilha Grande, no litoral do Rio de Janeiro. A iniciativa foi direcionada a clientes que adquiriram cotas de caminhões por meio de concessionárias da marca, […]
]]>O Consórcio Mercedes-Benz promoveu uma viagem de incentivo que levou quase 100 pessoas para um cruzeiro nacional a bordo do navio MSC Sinfonia. O roteiro incluiu paradas em Búzios e Ilha Grande, no litoral do Rio de Janeiro. A iniciativa foi direcionada a clientes que adquiriram cotas de caminhões por meio de concessionárias da marca, com foco em investimento e planejamento de frota.
Segundo a empresa, a ação teve como objetivo reconhecer clientes que mantêm regularidade e comprometimento ao longo do contrato, reforçando o consórcio como instrumento de planejamento financeiro de médio e longo prazo.
“O consórcio é, acima de tudo, uma relação de confiança construída ao longo do tempo. Essa viagem representa nosso compromisso de ir além da entrega de uma solução financeira, valorizando quem planeja, investe e cresce conosco. Reconhecer o cliente é também investir na solidez e na continuidade dos negócios”, afirma Claudio de Jesus, diretor do Consórcio Mercedes-Benz.
A programação começou com recepção e jantar de boas-vindas. No dia seguinte, o grupo seguiu para o Porto de Santos (SP), onde ocorreu o embarque e o primeiro jantar a bordo. Durante o cruzeiro, os participantes puderam utilizar a estrutura do navio ou desembarcar para passeios nos destinos previstos, com atividades de integração.
De acordo com a companhia, a iniciativa também buscou reforçar a disciplina financeira associada ao consórcio. Durante a campanha, alguns clientes regularizaram parcelas para garantir participação na viagem, movimento que, segundo a empresa, contribui para a manutenção dos contratos.
“Quando o cliente percebe que o consórcio se traduz em reconhecimento, proximidade e oportunidades exclusivas, a relação se fortalece de forma genuína. É uma construção que gera valor tanto para o cliente quanto para a empresa”, complementa Jesus.
Para 2026, a administradora prevê novas ações de relacionamento, entre elas uma viagem para o IAA Transportation, feira internacional do setor de transporte realizada em Hannover, na Alemanha, voltada a clientes estratégicos.
]]>Consórcio cresce além de imóveis e veículos
https://revistaapolice.com.br/2026/02/consorcio-cresce-alem-de-imoveis-e-veiculos/
Fri, 20 Feb 2026 14:23:50 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136920O setor de consórcios ampliou sua atuação ao longo de 2025 e avançou além dos tradicionais imóveis e veículos, com alta na procura por eletroeletrônicos, reformas e serviços de maior valor agregado. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) apontaram crescimento no segmento de bens móveis duráveis no período, movimento também observado pela […]
]]>O setor de consórcios ampliou sua atuação ao longo de 2025 e avançou além dos tradicionais imóveis e veículos, com alta na procura por eletroeletrônicos, reformas e serviços de maior valor agregado. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) apontaram crescimento no segmento de bens móveis duráveis no período, movimento também observado pela Evoy Administradora de Consórcios, que identifica a consolidação da modalidade como ferramenta de planejamento financeiro em 2026.
“O consórcio passou a atender demandas ligadas à tecnologia, qualificação profissional e melhorias residenciais. O consumidor identifica na modalidade uma forma de organizar objetivos e evitar os custos de financiamentos tradicionais”, afirma Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios.
Celulares de última geração, computadores e outros equipamentos eletrônicos estiveram entre os itens mais demandados por meio da modalidade em 2025. O consórcio tem sido utilizado como mecanismo de compra planejada, permitindo a formação de crédito ao longo do tempo, sem incidência de juros compostos. A previsibilidade das parcelas favorece o controle orçamentário em um ambiente de crédito bancário com taxas elevadas.
Além dos eletroeletrônicos, houve expansão para serviços e experiências. Procedimentos estéticos, cursos de especialização, viagens e reformas residenciais passaram a integrar os objetivos financiados por meio de grupos de consórcio. A diversificação reflete mudança no perfil do consumidor, que busca estruturar aquisições de maior valor sem comprometer o orçamento mensal.
Após a contemplação, seja por sorteio ou lance, o participante recebe a carta de crédito, instrumento que garante poder de compra à vista. O mecanismo permite negociação direta com fornecedores e escolha do bem ou serviço dentro das regras contratuais, ampliando a flexibilidade de uso da modalidade.
“O poder de compra à vista após a contemplação é um diferencial importante. O cliente tem liberdade para pesquisar fornecedores e negociar condições, utilizando o crédito de forma estratégica”, explica Marcelo Lucindo.
Em 2026, o consórcio mantém protagonismo como alternativa para quem deseja planejar aquisições sem recorrer a empréstimos com juros elevados. A previsibilidade das contribuições mensais e a ausência de juros são apontadas como fatores que sustentam a adesão, especialmente entre consumidores que não têm urgência imediata, mas buscam organizar projetos de médio e longo prazo.
A Evoy destaca que o consórcio vem sendo utilizado não apenas para aquisição de bens duráveis, mas também como instrumento de organização financeira, permitindo alinhar objetivos pessoais, como atualização tecnológica, capacitação profissional ou melhorias residenciais a um planejamento estruturado.
A ampliação do uso da modalidade ao longo de 2025 e sua continuidade em 2026 indicam mudança no comportamento de consumo, com maior valorização do planejamento e da previsibilidade financeira. O avanço dos consórcios voltados a eletroeletrônicos e serviços reforça a diversificação do setor e sua adaptação às novas demandas do consumidor brasileiro.
“O consórcio se consolidou como estratégia de planejamento financeiro. Ele possibilita ao consumidor estruturar metas e adquirir bens ou serviços de forma programada, respeitando sua capacidade de pagamento”, finaliza Marcelo Lucindo.
]]>Vendas de eletrificados elevam seguro especializado
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Fri, 20 Feb 2026 14:11:57 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136929O mercado brasileiro de veículos elétricos e híbridos iniciou 2026 em ritmo acelerado. De acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram emplacados 23.706 veículos leves eletrificados em janeiro, alta de 88% em relação ao mesmo mês de 2025. Com o resultado, esses modelos passaram a representar 15% de todos os automóveis […]
]]>O mercado brasileiro de veículos elétricos e híbridos iniciou 2026 em ritmo acelerado. De acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram emplacados 23.706 veículos leves eletrificados em janeiro, alta de 88% em relação ao mesmo mês de 2025. Com o resultado, esses modelos passaram a representar 15% de todos os automóveis leves vendidos no país.
O avanço é impulsionado principalmente pelos veículos plug-in, os 100% elétricos (BEV) e os híbridos com recarga externa (PHEV) que juntos, já respondem por cerca de 10% do total do mercado de veículos leves. A consolidação dessa frota também impacta o setor de seguro auto, que passa a lidar com novas demandas técnicas e operacionais.
Embora mantenham coberturas tradicionais, como proteção contra colisão, roubo, furto e eventos climáticos, os veículos eletrificados exigem garantias adicionais relacionadas à tecnologia embarcada e aos sistemas de alta voltagem.
Entre as coberturas específicas mais demandadas estão proteção para cabos e equipamentos de recarga, assistência em caso de pane elétrica, remoção até ponto de carregamento e atendimento em oficinas especializadas aptas a realizar reparos em baterias e sistemas eletrônicos.
Para Alessandra Monteiro, diretora técnica da Bancorbrás, a contratação adequada é estratégica diante do perfil desses veículos. “Os carros elétricos e híbridos possuem componentes de alto valor agregado, especialmente as baterias e os sistemas eletrônicos. O seguro auto precisa estar adequado a essa realidade, garantindo cobertura compatível com a complexidade do veículo”, afirma.
Segundo a executiva, o crescimento das vendas já se reflete na busca por proteção especializada. “À medida que esses modelos deixam de ser nicho e ganham participação relevante no mercado, aumenta também a preocupação do motorista em proteger o investimento. Uma apólice estruturada assegura assistência técnica adequada e reduz riscos financeiros em caso de sinistro”, explica.
O movimento ocorre em paralelo à expansão do setor segurador. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) indicam que o seguro auto registrou crescimento nominal de 6,39% entre janeiro e novembro de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
]]>Swiss Re Corporate Solutions adquire área de crédito da QBE Insurance
https://revistaapolice.com.br/2026/02/swiss-re-corporate-adquire-area-de-credito-da-qbe-insurance/
Fri, 20 Feb 2026 12:56:11 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136926Operação amplia presença global em crédito e garantia e adiciona cerca de US$ 200 milhões em receitas anuais
]]>A Swiss Re Corporate Solutions, braço de seguros comerciais do Swiss Re Group, firmou um acordo para adquirir o negócio global de Trade Credit e Surety da QBE Insurance Group, sujeito às aprovações regulatórias.
Após a conclusão, a operação deverá reforçar a oferta de seguros primários de crédito e garantia da Swiss Re Corporate Solutions, ampliando sua capacidade de atender às demandas de gestão de riscos de clientes corporativos. A transação está alinhada à estratégia de diversificação do portfólio e expansão em linhas especializadas.
O negócio de Global Trade Credit e Surety da QBE conta com equipe especializada e presença relevante na Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido. O portfólio deve gerar receitas anuais estimadas em aproximadamente US$ 200 milhões.
A linha de crédito e garantia desempenha papel central na proteção contra riscos de inadimplência e de performance relacionados a contas a receber. Globalmente, esse segmento movimenta cerca de US$ 19 bilhões em prêmios anuais, com perspectiva de crescimento impulsionada por maior incerteza econômica, cadeias de suprimentos mais complexas e aumento da demanda por soluções sofisticadas de transferência de risco.
Ivan Gonzalez, CEO da Swiss Re Corporate Solutions, destacou o movimento estratégico: “This acquisition marks an important milestone for Swiss Re Corporate Solutions. It allows us to expand our offering in this attractive segment by strengthening our global credit and surety platform with a well-managed, profitable portfolio and a highly experienced team. We are excited to build on QBE’s market-leading capabilities as we continue to differentiate our offering to help corporate clients navigate the evolving risk landscape.”
A conclusão da transação depende do cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações regulatórias, processo que pode levar alguns meses. Até lá, as companhias afirmam que trabalharão em conjunto para assegurar continuidade aos segurados, corretores e equipes envolvidas. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.
]]>46% das crianças têm cárie aos 5 anos no Brasil
https://revistaapolice.com.br/2026/02/46-das-criancas-tem-carie-aos-5-anos-no-brasil/
Fri, 20 Feb 2026 12:49:22 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136923Dados da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, realizada pelo Ministério da Saúde, mostram que 46,83% das crianças brasileiras já apresentam cárie dentária aos 5 anos, evidenciando que o cuidado com a saúde bucal infantil precisa ser contínuo e integrado à rotina, independentemente do período do ano. O início do calendário escolar costuma vir acompanhado de mudanças […]
]]>Dados da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, realizada pelo Ministério da Saúde, mostram que 46,83% das crianças brasileiras já apresentam cárie dentária aos 5 anos, evidenciando que o cuidado com a saúde bucal infantil precisa ser contínuo e integrado à rotina, independentemente do período do ano.
O início do calendário escolar costuma vir acompanhado de mudanças importantes nos hábitos das famílias. A reorganização de horários, a volta dos lanches fora de casa e a correria do dia a dia podem favorecer falhas na higiene oral das crianças, especialmente quando as escovações acabam ficando em segundo plano, aumentando o risco de problemas bucais.
Segundo a Dra. Patricia Terzini, especialista em odontopediatria da Clínica Omint Odonto e Estética, o consumo frequente de doces e carboidratos fermentáveis, como salgadinhos e biscoitos, merece atenção especial. “Esses alimentos entram na lista dos principais vilões e, associados à falha na escovação, elevam o risco de cáries”, explica.
Mesmo com a adaptação à nova rotina, é fundamental preservar hábitos básicos. A escovação e o uso do fio dental devem ser mantidos, especialmente pela manhã, antes de sair de casa, e à noite, antes de dormir, mesmo quando a criança chega cansada. “Uma estratégia simples é incluir na mochila uma escova, pasta e fio dental, facilitando a higiene após as refeições”, reforça a especialista.
As consultas odontológicas periódicas também ajudam a evitar surpresas desagradáveis ao longo do ano letivo. Seguir o acompanhamento orientado pelo dentista permite identificar precocemente possíveis alterações e reduzir o risco de emergências.
Alguns sinais exigem atenção imediata em qualquer época: dor de dente, aparecimento de manchas suspeitas, sensibilidade ou desconforto persistente são alertas importantes e devem motivar a busca por um dentista. Manter a vigilância e os cuidados básicos é essencial para que a rotina escolar transcorra com mais tranquilidade, inclusive para a saúde bucal.
]]>Bradesco Seguros apoia mentoria para profissionais 50+
https://revistaapolice.com.br/2026/02/bradesco-seguros-apoia-mentoria-para-profissionais-50/
Fri, 20 Feb 2026 12:38:39 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136917Iniciativa do Instituto IVG, com apoio institucional do Grupo Bradesco Seguros, reuniu 50 participantes com mais de 50 anos em trilha de mentoria e capacitação
]]>O Programa de Mentoria Carreira 50+, promovido pelo Instituto IVG com apoio institucional do Grupo Bradesco Seguros e parceria da Maturi, concluiu a segunda edição da iniciativa voltada à reinserção de profissionais com mais de 50 anos no mercado de trabalho. Criado para ampliar oportunidades profissionais, o programa apoia homens e mulheres que desejam se reinserir no mercado de trabalho ou empreender.
A mentoria incluiu 300 horas de orientação individual, distribuídas ao longo de 6 horas diárias em uma jornada de 50 dias, com encontros e atividades voltados ao fortalecimento de competências como autoconfiança, adaptação tecnológica e preparação para processos seletivos. A iniciativa também estimula o diálogo sobre a importância da diversidade etária no ambiente profissional.
Nesta edição, o programa reuniu 50 participantes, que tiveram acesso a uma trilha formativa composta por 14 horas de masterclasses e seis sessões de mentoria individual, conduzidas por profissionais com experiência no mercado.
Entre os temas abordados estiveram estratégias para uso do LinkedIn, preparação para processos seletivos, transição de carreira e empreendedorismo na maturidade, contribuindo para a atualização profissional e para a construção de novas trajetórias ao longo da vida.
Para Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, a longevidade traz desafios e oportunidades. “Viver mais também significa ter mais oportunidades ao longo da vida. No Grupo Bradesco Seguros, acreditamos que incentivar esse debate é ajudar as pessoas a se prepararem melhor para o futuro, com mais planejamento, autonomia e qualidade de vida em todas as fases da jornada”, afirma.
]]>IBM e CXP implementam IA na MDS Brasil
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Fri, 20 Feb 2026 12:30:43 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136914A MDS Brasil anunciou a implementação de uma solução de automação inteligente e inteligência artificial (IA) em parceria com a IBM e a integradora CXP Brasil. O projeto transformou o processo de conciliação de demonstrativos financeiros da corretora, com ganhos de escala, precisão e previsibilidade operacional. Inserida em um ambiente que demanda o processamento de […]
]]>A MDS Brasil anunciou a implementação de uma solução de automação inteligente e inteligência artificial (IA) em parceria com a IBM e a integradora CXP Brasil. O projeto transformou o processo de conciliação de demonstrativos financeiros da corretora, com ganhos de escala, precisão e previsibilidade operacional.
Inserida em um ambiente que demanda o processamento de grandes volumes de dados provenientes de múltiplas seguradoras, a MDS enfrentava desafios relacionados à conciliação manual e à padronização das informações. Com a adoção de IA, a companhia registrou aumento de 750% no número de arquivos financeiros processados por dia, reduziu em dez vezes o tempo de conciliação e atingiu 97,6% de precisão nos dados financeiros.
A solução desenvolvida combina IBM Robotic Process Automation (RPA) e IBM Document Processing Engine (DPE), com tecnologia de IA hospedada na IBM Cloud e integrada a banco de dados SQL Server. A arquitetura permite extração automatizada de dados, aplicação de regras de negócio para classificação e validação em tempo real, armazenamento centralizado e geração de relatórios analíticos e dashboards para suporte à tomada de decisão.
Com a extração inteligente de dados a partir de demonstrativos emitidos por diversas seguradoras, o novo modelo reduziu significativamente o tempo de execução dos processos e ampliou a confiabilidade das informações. Segundo a empresa, a iniciativa também fortalece a capacidade de resposta ao cliente, ao permitir acesso mais ágil a dados financeiros consolidados.
“O uso combinado de RPA e automação inteligente de documentos demonstra o poder da IA aplicada a processos operacionais complexos. Essa parceria com a MDS e a CXP é um exemplo de como a tecnologia da IBM pode acelerar a transformação dos negócios, gerar rápido retorno sobre o investimento e escalar de forma inteligente”, afirma Fabricio Lira, diretor de IA e Dados da IBM Brasil.
“Essa nova oportunidade de colaboração entre a CXP Brasil e a IBM foi essencial para impulsionar a evolução das operações da MDS Brasil, garantindo eficiência, otimização de recursos e custos e, sobretudo, previsibilidade, uma característica-chave no mercado de seguros”, diz Walter Rodrigues, COO da CXP Brasil. “A combinação das tecnologias da IBM com a expertise de implementação dos especialistas da CXP entregou resultados relevantes para a companhia, que ampliou sua capacidade de interpretação de arquivos com custos menores e processos automatizados”.
Raphael Luna, diretor executivo de TI da MDS Brasil, destaca o momento de transformação digital da companhia. “A solução desenvolvida com a IBM e a CXP foi decisiva para automatizar um processo crítico do negócio, liberando nossas equipes para se concentrarem em atividades mais estratégicas e de maior valor agregado.”
Com presença global por meio da Brokerslink, rede fundada pelo grupo que reúne cerca de 25 mil profissionais em mais de 135 países, a MDS reforça sua estratégia de inovação ao aplicar tecnologia voltada à transparência, conformidade e eficiência operacional.
]]>Transferência de carteira vira risco estratégico
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Thu, 19 Feb 2026 20:08:17 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136905EXCLUSIVO – A publicação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio da Resolução SUSEP nº 73, marca uma mudança estrutural no tratamento regulatório das transferências de carteira no mercado de seguros, resseguros, capitalização e previdência aberta. A norma que substitui a Circular nº 456/2012, introduz formalmente um procedimento em duas etapas, como autorização prévia […]
]]>EXCLUSIVO – A publicação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio da Resolução SUSEP nº 73, marca uma mudança estrutural no tratamento regulatório das transferências de carteira no mercado de seguros, resseguros, capitalização e previdência aberta. A norma que substitui a Circular nº 456/2012, introduz formalmente um procedimento em duas etapas, como autorização prévia e homologação posterior, além de reforçar exigências prudenciais, de governança e de proteção ao segurado.
Na prática, a transferência de carteira deixa de ser tratada apenas como um ato administrativo para assumir caráter de evento prudencial relevante, com potencial impacto direto no perfil de risco, na solvência e na estrutura de capital das companhias.
Entre as principais alterações está o novo fluxo regulatório. Embora a autorização prévia já estivesse prevista na regulamentação anterior, a operação passa agora a depender também de homologação posterior expressa pela autarquia, consolidando um modelo formal em duas fases. Segundo Bárbara Bassani, sócia da área de Seguros e Resseguros do TozziniFreire, o novo desenho tende a ampliar o tempo de conclusão das operações. “Além de uma possível demora em razão das duas etapas, há expectativa de exigência de mais documentos, que serão detalhados em manual de orientações com procedimentos operacionais, regras e prazos”, afirma.
A resolução também promove alinhamento direto com a Lei nº 15.040 (Lei do Contrato de Seguro) e com a Lei Complementar nº 213/2025, incorporando dispositivos legais que tratam da cessão de carteira e da responsabilidade solidária entre cedente e cessionária. Nos termos da legislação federal, a seguradora cedente permanece solidariamente responsável caso a transferência ocorra sem autorização prévia ou anuência dos segurados e beneficiários conhecidos, bem como se a cessionária se tornar insolvente durante a vigência dos contratos ou no prazo de até 24 meses contados da cessão, o que for menor.
Outro ponto relevante é a ampliação do escopo. A norma admite expressamente a transferência entre cooperativas de seguros e seguradoras e disciplina operações envolvendo resseguradores locais, incluindo a necessidade de registro das informações no Sistema de Registro das Operações (SRO). O registro reforça a rastreabilidade das operações e fortalece a supervisão baseada em dados, alinhando o procedimento à lógica de monitoramento prudencial mais estruturado.
Endurecimento regulatório
Para Bárbara, a nova regra combina alinhamento técnico ao novo marco legal e endurecimento regulatório. O texto prevê, por exemplo, que a Susep poderá indeferir pedidos caso identifique risco relacionado à adequação prudencial, à manutenção dos direitos dos segurados ou às práticas de conduta. Além disso, a norma prevê que a autarquia poderá, a seu exclusivo critério e de forma justificada, estabelecer exigências adicionais às previstas expressamente no regulamento, ampliando a margem de atuação do supervisor na análise de cada operação.
Em determinadas situações, como planos de acumulação com cobertura por sobrevivência, a autarquia poderá exigir anuência expressa de pelo menos três quartos do grupo segurado. Além disso, a norma detalha obrigações de comunicação, inclusive com possibilidade de uso de novas tecnologias e divulgação em diferentes canais, como Diário Oficial da União, sítio eletrônico e redes sociais.
Embora reconheça a ampliação do poder discricionário do regulador, a advogada não vê perda automática de previsibilidade. “O equilíbrio entre liberdade econômica e preservação da solvência deve sempre ser observado. Desde que aplicada com razoabilidade, a norma não tende a reduzir a segurança jurídica”, avalia.
O novo desenho regulatório também deve influenciar operações societárias. O tempo adicional das duas etapas, a possibilidade de exigências complementares e as demandas documentais passam a integrar a modelagem de negócios, afetando responsabilidades, cronogramas e até a precificação das transações. “Esses fatores certamente serão considerados em estratégias de M&A, reorganizações e operações de run-off”, diz Bárbara.
Embora ainda seja cedo para prever redução de operações, ela observa que, conforme consta no voto que acompanhou a norma, foram recebidas 49 sugestões durante a consulta pública, das quais apenas 4 foram integralmente acatadas e 9 parcialmente acolhidas. O número indica que parte relevante das contribuições do mercado não foi incorporada, o que pode gerar ajustes iniciais na adaptação regulatória.
Governança, risco e capital
Sob a ótica acadêmica e de gestão de riscos, Daniela Paschoal, professora a FIA Business School, avalia que a resolução transforma a transferência de carteira em pilar estratégico de segurança jurídica e prudencial. “A carteira passa a ser vista como um conjunto integrado de riscos e obrigações futuras. A análise deixa de ser apenas formal e passa a considerar as consequências econômico-financeiras da operação”, afirma.
Para ela, o modelo em duas etapas fortalece a governança ao exigir planejamento estruturado e validação posterior da execução. “A decisão deixa de ser ‘podemos transferir?’ e passa a ser ‘qual o impacto dessa transferência no perfil de risco, na solvência e na estabilidade das obrigações assumidas?’”, explica.
A exigência de critérios mais claros relacionados a capital e provisões técnicas também eleva o nível de disciplina do mercado. Carteiras com maior volatilidade, duration longa ou sensibilidade atuarial relevante tendem a implicar maior consumo de capital regulatório, exigindo modelagens atuariais mais sofisticadas e integração entre áreas técnicas e financeiras. Em um setor baseado em compromissos de longo prazo, a coerência entre riscos assumidos e capacidade financeira é central para a sustentabilidade sistêmica.
A resolução reforça obrigações de transparência e assegura ao segurado o direito de rescisão sem penalidades em até 90 dias após a transferência. Bárbara ressalta que a extensão do termo “penalidades” deverá ser interpretada à luz da legislação federal, considerando a hierarquia normativa e as regras previstas na própria Lei do Contrato de Seguro quanto a deveres contratuais e devolução proporcional de prêmio.
Para Daniela, trata-se de avanço relevante na regulação de conduta. “A transferência altera um elemento sensível da relação contratual: a identidade da contraparte responsável pelo risco. A transparência reduz assimetrias e reforça a boa-fé”, afirma.
Na avaliação da acadêmica, os efeitos não são apenas jurídicos ou prudenciais, mas também reputacionais. “A previsibilidade regulatória e critérios claros tendem a reforçar a percepção de estabilidade institucional. A confiança passa a se apoiar não apenas na entidade individual, mas na robustez do sistema supervisionado”, diz.
Para Daniela, a atualização aproxima o Brasil de padrões internacionais de supervisão baseada em riscos. Ao enquadrar operações societárias sob lógica prudencial, a norma reforça a convergência com práticas adotadas em mercados seguradores maduros.
Mais do que um ajuste procedimental, a Resolução nº 73/2026 reposiciona a transferência de carteiras como evento estratégico, com impactos diretos em governança, solvência, precificação de operações e proteção ao consumidor. Em um momento de consolidação e reorganização do mercado, a nova disciplina tende a influenciar não apenas a forma, mas o próprio racional econômico das operações no setor segurador brasileiro.