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]]>O resultado reflete uma transformação gradual na percepção da população sobre a importância de proteger seu patrimônio diante de eventos inesperados, como incêndios, danos elétricos, vendavais, roubos e outras ocorrências que podem gerar impactos financeiros significativos.
Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de Seguro Residencial acumulou crescimento de 10,5% no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma maior percepção dos brasileiros sobre a importância de proteger seus imóveis. Em linha com esse movimento, a carteira de Seguro Residencial da Tokio Marine avançou 22,8% no primeiro semestre de 2026, reforçando o posicionamento da Companhia em um segmento que segue em forte expansão.
“A marca de 1 milhão de imóveis segurados representa muito mais do que um resultado expressivo para a Tokio Marine. Ela reflete a confiança de nossos Clientes e Parceiros de Negócios e demonstra que a proteção patrimonial está cada vez mais presente no planejamento dos brasileiros. Temos orgulho de fazer parte desse movimento, oferecendo soluções que combinam segurança, conveniência e atendimento especializado.”, afirma Magda Truvilhano, Superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine Seguradora.
Apesar dos avanços registrados pelo setor nos últimos anos, o potencial de crescimento ainda é expressivo. Atualmente, apenas cerca de 17% das residências brasileiras contam com seguro, evidenciando a oportunidade de ampliar o acesso à proteção patrimonial no País.
Nesse contexto, a Tokio Marine vem investindo em seu portfólio de produtos e em soluções cada vez mais simples, acessíveis e aderentes às necessidades dos Clientes, contribuindo para fortalecer a cultura da proteção para que mais famílias brasileiras possam proteger seu patrimônio e enfrentar imprevistos com maior segurança e tranquilidade.
Entre os destaques recentes da Tokio Marine está o pioneirismo no lançamento de uma cobertura inédita voltada a mulheres em situação de violência doméstica, ampliando o alcance da proteção oferecida pelo Seguro Residencial e reforçando o papel social do seguro. A iniciativa prevê o reembolso de despesas com aluguel para mudança temporária de residência, além de assistência jurídica e suporte psicológico 24 horas, oferecendo acolhimento e apoio em momentos de maior vulnerabilidade.
Como parte de sua estratégia de inovação contínua, a Seguradora também vem ampliando as coberturas e assistências disponíveis no produto. Desde o final do ano passado, o Seguro Residencial passou a contar com Assistência Pet para cães e gatos, com atendimento 24 horas em todo o Brasil e serviços como consultas, exames, orientação sobre vacinação e funeral pet individual. Além disso, foram incorporadas novas proteções, incluindo coberturas para alagamentos e inundações, contenção e salvamento para mitigação de danos, morte acidental com auxílio-funeral familiar e serviços de limpeza de placas solares, tornando o seguro ainda mais completo e alinhado às necessidades dos clientes.
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]]>The post Mapfre reorganiza operação comercial em São Paulo appeared first on Revista Apólice.
]]>O novo desenho faz parte do plano estratégico da companhia, que prevê uma atuação comercial mais próxima dos corretores e parceiros de negócios, com estruturas regionais voltadas às características e às oportunidades de cada mercado.
Na nova estrutura, o diretor João Vitor Manzano assume a liderança da Territorial SP Interior, após comandar a operação Norte e Nordeste. O executivo retorna à sua região de origem, trazendo a experiência construída nesse ciclo, e seguirá acompanhando a operação Norte e Nordeste até a chegada da nova liderança regional.
Já a Territorial São Paulo Capital ficará, neste primeiro momento, sob a liderança interina de Luiz Padial, que recentemente assumiu a diretoria executiva comercial da Mapfre e acompanhará de perto a região durante a implantação da nova estrutura.
Para Luiz Padial, São Paulo é um território estratégico para a Mapfre, com um mercado amplo, diversificado e com importantes oportunidades de crescimento. “Contar com uma liderança à frente da Capital e com João à frente do Interior, região que ele conhece profundamente, nos permite avançar com ainda mais agilidade e proximidade”, afirma o executivo.
João Vitor liderou a operação de São Paulo Interior (Campinas e Jundiaí) por 15 anos e retorna à liderança de uma região que conhece profundamente. Ao longo de sua trajetória, o executivo construiu um relacionamento próximo com corretores e parceiros e acompanhou de perto as particularidades e o potencial dos diferentes mercados que compõem o território.
“Após uma experiência rica nas regiões Norte e Nordeste, pelas quais tenho profunda admiração, retornar a uma região tão importante é também um privilégio. Sou de casa e isso me permite dar continuidade aos negócios ao lado de parceiros com quem tenho relação de longa data. Agora é avançar, na certeza de que grandes realizações estão por vir”, conclui João.
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]]>The post Receita da Porto cresce 10%, mas lucro recorrente cai 14% appeared first on Revista Apólice.
]]>A rentabilidade também recuou. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 17,6%, redução de 5,4 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2025. Considerando o resultado contábil, o indicador atingiu 20,7%.
O desempenho reflete movimentos distintos entre as quatro verticais do grupo. Enquanto a Porto Seguro ampliou sua carteira de automóveis e a Porto Serviço registrou crescimento do lucro, as operações de crédito e saúde enfrentaram maior pressão sobre os resultados.
A Porto Seguro registrou R$ 6,2 bilhões em receitas e prêmios no trimestre, crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2025. O principal destaque foi o seguro Auto, que avançou 10% e incorporou 264 mil veículos à carteira, elevando a frota segurada para 6,5 milhões de automóveis. Os segmentos Patrimonial e Vida também apresentaram expansão, de 9% e 2%, respectivamente.
Apesar do crescimento das operações, o lucro líquido da vertical recuou 2%, para R$ 443 milhões. O índice combinado ampliado ficou em 86%, aumento de um ponto percentual na comparação anual. A rentabilidade permaneceu elevada, com ROAE de 32% no trimestre. Foi o sexto período consecutivo em que o indicador superou a marca de 30%.
No Porto Bank, as receitas cresceram 13%, alcançando R$ 2 bilhões, impulsionadas pelas operações de consórcio, riscos financeiros e produtos de crédito. O avanço, porém, foi acompanhado pela deterioração dos indicadores de perdas. As perdas de crédito somaram R$ 843 milhões, aumento de 48% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior. Segundo a companhia, o resultado reflete um ambiente mais adverso para o crédito e uma postura conservadora na gestão de riscos, que levou à constituição de maiores provisões.
O lucro líquido do Porto Bank caiu 13%, para R$ 171 milhões. Em contrapartida, o índice de eficiência melhorou 3,3 pontos percentuais, chegando a 27,4%. Na Porto Saúde, a receita avançou 12%, para R$ 2,5 bilhões, sustentada pelo crescimento da base de beneficiários. A carteira de seguro Saúde aumentou 22%, alcançando 956 mil vidas, enquanto a operação odontológica cresceu 16%, para 1,3 milhão de beneficiários.
O aumento da carteira, entretanto, não se traduziu em maior lucro. A sinistralidade atingiu 82%, alta de 4,7 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2025.
De acordo com o grupo, aproximadamente dois terços dessa elevação decorreram de rupturas na cadeia de atendimento oncológico e de um comportamento atípico da sazonalidade entre o segundo e o terceiro trimestre. O restante foi atribuído ao crescimento orgânico dos sinistros. Com isso, o lucro líquido da Porto Saúde caiu 34%, para R$ 84 milhões.
A Porto Serviço foi a única das quatro verticais a registrar crescimento do lucro líquido na comparação anual. A operação encerrou o trimestre com resultado de R$ 52 milhões, alta de 34%, enquanto a receita avançou 9%, alcançando R$ 660 milhões.
O crescimento foi impulsionado pelas áreas de Parcerias Estratégicas e Parcerias Porto, ambas com expansão de 9%, além dos Produtos Digitais, que registraram avanço de 39%. A vertical também ampliou sua rede de relacionamento comercial, ultrapassando 80 parcerias estratégicas.
Além das pressões operacionais, o resultado financeiro do Grupo Porto caiu 19% no terceiro trimestre, para R$ 309 milhões. A receita da carteira de aplicações financeiras administrada pela tesouraria, desconsiderando previdência e ALM, somou R$ 355 milhões, equivalente a 63% do CDI.
Segundo a companhia, o desempenho foi afetado principalmente pela baixa variação do IPCA no trimestre, com reflexos sobre os títulos contabilizados pela curva, e pelo retorno da parcela investida em renda variável, inferior ao Ibovespa. Apesar disso, o índice de eficiência operacional do grupo melhorou 0,4 ponto percentual, chegando a 10,6%, considerando a relação entre despesas administrativas e receitas totais.
O Grupo Porto também registrou crescimento na utilização de seus canais digitais. Os aplicativos da companhia alcançaram 6,5 milhões de usuários, aumento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os 19 milhões de clientes do grupo, foram contabilizadas 186 milhões de interações e atendimentos digitais durante o trimestre, volume 52% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2025.
A companhia informou ainda que mais de 73% dos acionamentos realizados pelo WhatsApp foram resolvidos integralmente pelo canal, avanço de seis pontos percentuais na comparação anual.
Para Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto, o avanço dos canais digitais faz parte da estratégia de aprimoramento da experiência dos clientes. “O atendimento digital contribui para que os níveis de NPS da companhia sigam em patamares de excelência. Assim, seguimos focados no nosso norte: o equilíbrio entre Essência e Estratégia, construindo a cada dia uma Porto ainda mais forte. Nosso agradecimento mais sincero a todos que constroem essa jornada conosco”, afirmou.
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]]>Na abertura, Doria destacou que a inovação deve contribuir para tornar os produtos mais acessíveis e adequados às necessidades dos consumidores. A necessidade de ampliar a cobertura securitária também foi abordada pelo superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, que chamou a atenção para a distância entre o crescimento do setor e a parcela da sociedade efetivamente protegida por seguros.
Como exemplo, citou as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. Segundo os números apresentados, os prejuízos chegaram a aproximadamente R$ 100 bilhões, enquanto as indenizações pagas pelas seguradoras somaram cerca de R$ 6 bilhões. Para Octaviani, o episódio demonstra a capacidade de resposta do mercado, mas também evidencia as oportunidades de expansão da cobertura. “Não tenho nenhuma dúvida de que desenvolver o mercado de seguros é um projeto de desenvolvimento nacional”, afirmou.

O superintendente destacou ainda os avanços regulatórios que poderão sustentar esse crescimento, como a nova Lei do Contrato de Seguro e a Lei Complementar nº 213, além de iniciativas relacionadas ao seguro rural e à tributação dos resseguradores locais. “Essas bases que citei são fundamentais para que possamos iniciar um novo ciclo do mercado”, declarou.
Entre as prioridades da autarquia, Octaviani mencionou a construção de uma estratégia nacional de proteção contra catástrofes, especialmente em municípios e estados com baixa penetração de seguros. Também defendeu o fortalecimento do consumidor por meio do Open Insurance, que poderá ampliar o acesso às informações e às opções de contratação.
O avanço da inteligência artificial nas seguradoras foi abordado por Axel Schell, CTO da Allianz Technology. Durante a apresentação “IA na Allianz: Realidades, Reflexões e Caminhos a Seguir”, o executivo mostrou como a tecnologia está evoluindo de ferramentas de apoio para sistemas capazes de executar diferentes etapas de uma operação. Segundo Schell, o setor de seguros está entre os que mais utilizam inteligência artificial, mas ainda enfrenta dificuldades para converter os investimentos em ganhos efetivos de produtividade. Uma das aplicações apresentadas envolveu a regulação de sinistros por meio de agentes de IA.
Na simulação, um consumidor relatava a perda de alimentos após uma interrupção no fornecimento de energia elétrica. A partir do aviso, diferentes agentes verificavam a cobertura contratada, analisavam as circunstâncias do evento, identificavam possíveis inconsistências e encaminhavam o pagamento da indenização.
Outra demonstração envolveu um veículo conectado capaz de identificar um acidente e iniciar procedimentos de assistência ao motorista. O sistema avaliava as condições de segurança, acionava serviços e utilizava informações do automóvel para apoiar o atendimento.
Para Schell, a integração entre inteligência artificial, dados e sistemas conectados deverá modificar a relação entre seguradoras e clientes. O executivo ressaltou, entretanto, que a transformação não depende apenas da tecnologia, mas também da reorganização dos processos e da preparação dos profissionais.
A necessidade de conciliar os avanços tecnológicos com o papel dos profissionais também foi abordada por Robert Pick, CITO do Grupo Tokio Marine Holdings, no Japão. Durante a palestra “Humanizando a IA”, o executivo chamou a atenção para os desafios da adoção da inteligência artificial nas empresas, especialmente em relação à governança, à tomada de decisões e à participação humana nos processos.
Pick destacou que a inteligência artificial deve ser compreendida como uma tecnologia desenvolvida e controlada pelas pessoas, e não como uma transformação sobre a qual as organizações não possuem influência. Nesse contexto, ressaltou a importância de estabelecer critérios para sua utilização e de considerar as diferentes perspectivas dos profissionais envolvidos na implementação das ferramentas.
A apresentação também trouxe uma reflexão sobre a responsabilidade das empresas na condução dessa transformação. Para o executivo, a incorporação da IA exige mais do que investimentos tecnológicos, passando pela definição de mecanismos de governança e pela capacidade das organizações de orientar seu uso de acordo com as necessidades do negócio e das pessoas.
As transformações da mobilidade e seus impactos sobre o mercado segurador foram discutidos em painel “O Futuro da Mobilidade: IA, NEVs e Circularidade” que reuniu representantes da indústria automotiva, tecnologia e seguros. O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou que a economia global atravessa mudanças simultâneas nas áreas tecnológica, demográfica, geopolítica e climática. Segundo ele, esses movimentos ampliam a complexidade dos riscos e exigem adaptações das seguradoras.
O dirigente destacou que o envelhecimento da população deverá modificar os padrões de consumo e aumentar a demanda por soluções de saúde, previdência e proteção financeira. Ao mesmo tempo, os eventos climáticos extremos representam um desafio crescente para a capacidade de avaliação e precificação de riscos.
Ao abordar o cenário brasileiro, Oliveira citou dados da CNseg que apontam um aumento da frequência de desastres naturais no país. Também mencionou as enchentes no Rio Grande do Sul, ressaltando a baixa participação das indenizações securitárias diante das perdas econômicas.
Para o presidente, a expansão do mercado está diretamente relacionada ao desempenho da economia. Juros elevados, inflação persistente e endividamento de famílias e empresas estão entre os fatores que podem limitar o crescimento do setor. “Todos aqui sabem que a indústria de seguros é muito fortemente correlacionada com a atividade econômica”, afirmou.
Apesar das dificuldades, Oliveira mencionou uma estimativa de crescimento de aproximadamente 7% para o mercado segurador em 2026, excluindo previdência. O executivo também chamou a atenção para os limites dos modelos tradicionais de análise de riscos, especialmente diante das mudanças climáticas. “Essa é uma indústria que basicamente depende de dados, dados históricos, e a nossa capacidade de entender o que está acontecendo hoje olhando para os dados históricos é bastante limitada”, observou.
A velocidade das mudanças na indústria automobilística também esteve entre os temas do painel, que contou com a participação de Jing Liao, chairwoman da Solera Foundation e chief administrative officer da Solera Corp.
O momento serviu também de oportunidade para que a Solera anunciasse a expansão do Global Circularity Consortium (GCC) para a América Latina. Criada pela Solera Foundation, a iniciativa reúne seguradoras, fabricantes de veículos, empresas de reparação e reciclagem, governos e instituições acadêmicas para desenvolver soluções voltadas à economia circular no setor automotivo.
O consórcio busca ampliar a utilização de peças recicladas, melhorar a viabilidade econômica dos reparos e desenvolver práticas relacionadas à gestão de sinistros e às novas tecnologias automotivas. A iniciativa já conta com projetos em mercados da Europa, América do Norte, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.
“O GCC reúne líderes globais do setor, tecnologia e conhecimento especializado para transformar a maneira como o ecossistema automotivo opera”, afirmou Jing Liao. Segundo a executiva, a expansão para a América Latina deverá fortalecer a colaboração entre os diferentes segmentos e criar oportunidades de inovação e sustentabilidade.
Entre os exemplos apresentados pela companhia está a adoção de peças sustentáveis por seguradoras conectadas ao seu ecossistema em países europeus. Na Dinamarca, o setor também avançou na mensuração das emissões de carbono, enquanto iniciativas na América do Norte buscam melhorar a viabilidade econômica dos reparos e reduzir os custos associados aos seguros.
Para o mercado brasileiro, a iniciativa abre espaço para discutir como a utilização de peças reaproveitadas, a evolução dos processos de reparação e o avanço dos veículos de novas energias podem influenciar os custos dos sinistros e os modelos de cobertura.
Paulo Rocca, Vice-presidente de Inovação e Novos Negócios da Bosch na América Latina, destacou que o setor enfrenta uma reorganização produtiva, impulsionada por novas tecnologias, mudanças no comportamento dos consumidores e eventos climáticos extremos.
Segundo o executivo, a produção mundial de veículos, que antes da pandemia se aproximava de 100 milhões de unidades anuais, passou para um patamar de aproximadamente 80 milhões a 82 milhões. Roca também apontou a redução dos ciclos de desenvolvimento de automóveis, com fabricantes chinesas apresentando veículos em períodos menores do que os tradicionalmente praticados pela indústria.
As mudanças exigem maior capacidade de adaptação das empresas, inclusive diante dos riscos de interrupção das cadeias produtivas provocados por eventos climáticos. Para Roca, a experiência da América Latina com cenários econômicos instáveis pode representar uma vantagem competitiva diante das transformações globais.
“Hoje eu tenho muitos colegas de outros países vindo aqui aprender como vocês vivem com essa volatilidade, como é que vocês lidam com essa incerteza”, relatou.

Nicholas Godoy, de São Paulo
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]]>The post Prêmio Melhores do Seguro: a festa dos corretores de seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>Mais do que reconhecer resultados comerciais, o Prêmio Melhores do Seguro valoriza a capacidade das empresas de transformar ideias em projetos concretos, com impactos sobre suas operações, seus profissionais e seus clientes. Os trabalhos apresentados mostram como a inovação deixou de estar restrita às grandes estruturas e passou a fazer parte da rotina de corretoras de diferentes portes e perfis de atuação.
A presença da inteligência artificial em diversos projetos é um dos aspectos desta edição. As aplicações vão desde a automatização de atividades administrativas até o desenvolvimento de sistemas próprios de gestão, análise de riscos e ferramentas de apoio à comercialização. Também ganharam espaço iniciativas voltadas à diversificação de carteiras, à formação de novos profissionais e à criação de canais de distribuição.
Para Kelly Lubiato, diretora de redação da Revista Apólice, a premiação também cumpre um papel importante na disseminação de conhecimento dentro do setor. “O mercado de seguros produz diariamente soluções que merecem ser conhecidas. Quando divulgamos essas experiências, permitimos que outras empresas aprendam com elas, adaptem boas práticas e encontrem novos caminhos para seus negócios. É justamente esse o papel da comunicação especializada: dar visibilidade ao que o setor realiza, promover a circulação de conhecimento e contribuir para o seu desenvolvimento”, afirmou.
A premiação também reforça a importância da imprensa especializada como espaço de registro e divulgação das transformações do mercado segurador. Ao reunir projetos de diferentes empresas e regiões do País, a Revista Apólice amplia o alcance de iniciativas que, muitas vezes, permanecem conhecidas apenas dentro das organizações que as desenvolveram. “Manter esse trabalho exige investimento permanente em profissionais qualificados, produção de conteúdo, tecnologia e novos canais de comunicação”, ressaltou a diretora comercial da Revista, Graciane Pereira.
Com mais de três décadas de atuação, a Revista Apólice, reconhecida como Veículo do Ano em Seguros em 2026, mantém o compromisso de produzir informação independente, técnica e acessível, acompanhando as mudanças do setor e contribuindo para o debate sobre seus principais desafios.
A relação a seguir apresenta as empresas reconhecidas e os respectivos projetos premiados, em ordem alfabética.
Wolf Consultoria em Seguros — Redução dos custos em modelos matemáticos de pós-pagamento.
Agree — Frota sob controle: IA revisa 148 equipamentos e corta R$ 91 mil do custo.
Aliá Corretora de Seguros — Aila: tecnologia para ganhar escala sem perder a proximidade.
Alper Consultoria e Corretora de Seguros — Alper & SuperDoc: transformando fluxos de autorização médica com inteligência híbrida.
Atenna Riosul Corretora de Seguros — Crescer sem crescer a estrutura: a transformação digital que levou economia à corretora.
Barra Bella Corretora de Seguros — Parceria de Sucesso.
Canção Corretora de Seguros — Inovação no Seguro Empresarial Solar.
Cifraseg Corretora de Seguros — Seguro Garantia Judicial como ferramenta de preservação de caixa e gestão estratégica.
Collese Corretora de Seguros — Inovações para o Meio Ambiente e Locomoção Diária.
Copplasa Paulistana Corretora de Seguros — Perfil de Saúde Copplasa: dados epidemiológicos que viram economia real.
Corretora de Seguros Sicredi — Implementação da Plataforma Própria de Multicálculo para Seguro Condomínio no Sicredi.
Daniel Barbizan | Fedrizzi Seguros — Educando e transformando o mercado de seguros através do digital.
Engarde Corretora de Seguros — Plataforma digital transforma integradores solares em canal de venda de seguros.
FTAgro Gestão de Riscos e Seguros — Método de Vender Seguros de Silos e Armazéns de Grãos.
Gemaway Corretora de Seguros — SIRC — Sistema Integrado de Resiliência Climática: PPP subnacional de liquidez paramétrica em Climate Finance.
Gorilla Life — Formação e desenvolvimento de novos consultores de seguro de vida.
Granto Corretora de Seguros — Seguro Garantia embedado na cadeia de suprimentos.
Grupo Exalt — A transformação da Exalt na primeira aceleradora de negócios para corretores de seguros.
Lar Corretora de Seguros — Corretora tradicional no automóvel trazendo um novo processo para o seguro saúde.
Latin Re — A Inteligência Artificial que Transformou a Eficiência Operacional da Latin Re.
Lockton Brasil Consultoria e Corretora de Seguros — Lockton Cares Brasil: Educação para o Desenvolvimento de Lideranças Femininas.
Lojacorr Seguros — Modelo de Vendas Lojacorr: Mais Projeção, Mais Negócios.
Madalozzo Corretora de Seguros — Da cotação ao pós-venda: a transformação operacional da Madalozzo Seguros.
Mescla Seguros — Mescla Finders.
Millenium Recife Administradora e Corretora de Seguros — Além da Apólice: quando o corretor transforma risco em cultura de prevenção.
Miura Seguros — Inteligência artificial redefine atuação e transforma a gestão de riscos.
Oneglobal Broking — OGB Talk: do treinamento interno à plataforma de relacionamento com o mercado.
Patrimed Administradora e Corretora de Seguros Ltda. — Uma Virada de Sucesso.
Pluna Corretora de Seguros — Pluna: rebranding reposiciona corretora de seguros.
Rodobens Corretora de Seguros — Novo Salto.
Scaramel Corretora de Seguros — A Multinacional da Vila Pires.
Secubra Corretora e Administradora de Seguros — Sistema Próprio de Gestão Feito 100% com IA.
Seu Seguro Ideal Corretora de Seguros — Seu Consórcio Ideal: construindo uma comunidade de corretores que realiza sonhos.
Tranquilize Corretora de Seguros — Como tripliquei o faturamento da minha corretora utilizando minha esteira de produtos.
Uppi Corretora de Seguros — FLUPPI SG: Inteligência em Seguro Garantia.
Vidu Corretora — Gestão estratégica, engajamento e evolução dos resultados.
VVIPMED Corretora de Seguros — Loja de consultoria em previdência privada.


















































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]]>The post Portfel amplia seguros e mira base da consultoria appeared first on Revista Apólice.
]]>Hoje a operação atende 4.073 dos 26.051 clientes ativos da consultoria, o equivalente a 15,6% dessa base. Considerando também os segurados que não utilizam o serviço de consultoria financeira, a corretora informa reunir 6.779 segurados distintos e 9.040 apólices vigentes. Os números mostram o espaço que a empresa busca ocupar dentro da própria carteira, embora os clientes que não contratam seguros pela Portfel possam ter proteção adquirida por outros canais.
Em entrevista à Revista Apólice, Matheus Falcão, diretor da área de Seguros da Portfel, explica que a aproximação entre as duas atividades começa no atendimento financeiro. Os consultores identificam necessidades de proteção e encaminham os clientes aos especialistas, enquanto na análise técnica, a comparação das propostas e a contratação ficam com os corretores.
“A corretora atua como uma área de cross-sell, dando suporte ao atendimento prestado pela consultoria”, afirma. Nesse modelo de venda de serviços complementares, a companhia procura incorporar a discussão sobre seguros ao planejamento patrimonial de quem já mantém relacionamento com a empresa.
A operação começou em agosto de 2022, com a oferta de seguro de vida e uma única seguradora parceira. Desde então, passou a trabalhar também com planos de saúde, responsabilidade civil profissional, residencial, empresarial, viagem e D&O, voltado à responsabilidade de administradores. A entrada no seguro-garantia judicial está nos planos, ainda sem prazo informado.
Apesar da diversificação, o seguro de vida responde por cerca de 92% do faturamento da corretora. Em 2025, a modalidade somou R$ 17 milhões em prêmios anualizados de novos contratos. O indicador considera a conversão dos prêmios mensais das propostas emitidas em valores anuais, sem incluir renovações, e não corresponde à receita da Portfel. Já o crescimento de 134% informado pela empresa para aquele ano se refere ao faturamento da corretora em relação a 2024.
Falcão relata avanço do seguro de responsabilidade civil profissional em quantidade de apólices e espera que os planos de saúde ampliem sua participação na receita. “Além disso, temos uma expectativa bastante alta em relação aos planos de saúde, produto que vem ganhando velocidade e que deve nos ajudar a equilibrar ainda mais a representatividade da receita”, destaca.
Para sustentar a distribuição, a empresa realiza treinamentos semanais sobre proteção financeira e planejamento patrimonial. Segundo o executivo, a capacitação ajuda os consultores a identificar situações que demandam uma avaliação de seguros e a encaminhá-las à corretora.
O atendimento é dividido por linha de produto. Quem trabalha com seguro de vida, por exemplo, se dedica à modalidade. Essa especialização também é utilizada na avaliação de contratos que o cliente já possui, antes de qualquer recomendação de uma nova apólice.
A remuneração da operação de seguros segue uma lógica diferente da consultoria de investimentos. Enquanto esta adota o modelo fee-based, remunerado por honorários dos clientes, a corretora recebe comissões das seguradoras. “Como hoje não cobramos uma taxa Fee-Based direta para a estruturação do seguro, somos comissionados pelas seguradoras legalmente”, diz Falcão.
O executivo afirma que a empresa trabalha com diferentes companhias e pode combinar coberturas de duas ou três seguradoras para atender um mesmo cliente. Ele apresenta essa diversificação como uma forma de preservar a neutralidade das recomendações. As respostas, porém, não detalham como o comissionamento é informado ao contratante nem os controles utilizados para administrar eventuais conflitos de interesse. “Nossa filosofia inegociável é buscar o maior capital segurado possível pelo menor preço para o cliente”, comenta.
Na análise de seguros já contratados, Falcão diz que a orientação pode ser manter integralmente a apólice, complementar a proteção ou substituir o contrato. Quando a cobertura é considerada adequada, a empresa recomenda sua manutenção e agenda uma nova avaliação em um intervalo de um ano e meio a dois anos.
Nos casos em que identifica necessidade de substituição, o executivo afirma que a orientação é aguardar a aprovação da nova apólice e o cumprimento dos prazos de carência antes de cancelar a anterior. A preocupação, segundo ele, é preservar os riscos que já foram aceitos e evitar que o cliente fique desprotegido durante a mudança.
A discussão sobre preservação patrimonial tem uma dimensão pessoal na trajetória de Falcão. Conforme o relato apresentado pela empresa, ele foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda de alto risco dez meses após contratar um seguro de vida com cobertura para doenças graves. A indenização de R$ 250 mil ajudou a enfrentar as despesas do período de tratamento. “Graças a esse recurso, não precisei liquidar patrimônio familiar nem utilizar reservas de emergência. Consegui custear o melhor tratamento médico disponível, exames específicos, mudança de cidade e honorários médicos”, relata.
O executivo associa a experiência à forma como passou a orientar clientes e profissionais da equipe. A utilização do seguro dentro do planejamento financeiro, contudo, não significa apresentá-lo como uma aplicação destinada à acumulação de recursos. “Na Portfel, não trabalhamos com seguros resgatáveis e jamais vendemos seguro como forma de investimento. O nosso foco absoluto é a comercialização de seguros temporários e tradicionais (repartição simples)”, explica.
Segundo Falcão, a prioridade é contratar proteção compatível com a necessidade financeira da família. “O objetivo do seguro é garantir capital segurado elevado a um custo acessível para quando a família precisar, e não atuar como aplicação financeira focada em resgate”, comenta
Após a contratação, a corretora informa realizar revisões dos seguros de vida a cada um ano e meio ou dois anos. O contato serve para reavaliar o momento do segurado e a necessidade de aumentar ou reduzir o capital contratado. Nos produtos de renovação anual, como residencial e responsabilidade civil profissional, a revisão ocorre a cada 12 meses.
Falcão cita uma taxa de renovação superior a 95%, sem especificar o período de apuração ou as modalidades incluídas no indicador. Na avaliação do executivo, o relacionamento com a consultoria financeira contribui para a continuidade das coberturas.
Com a produção de novos seguros de vida até setembro próxima dos R$ 17 milhões registrados em todo o ano anterior, a contratação e a formação de profissionais passaram a ocupar uma posição central na expansão. A empresa mantém processos de recrutamento de pessoas com experiência no setor e também investe na capacitação de profissionais que ingressam na atividade.
“O nosso maior desafio para sustentar um crescimento com alta qualidade é a gestão de pessoas e talentos. Temos janelas constantes de contratação e a nossa prioridade é atrair profissionais experientes do mercado que se identifiquem com o nosso modelo de trabalho e cultura”.
Nicholas Godoy
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]]>The post FM anuncia US$ 855 milhões em créditos de resiliência appeared first on Revista Apólice.
]]>O benefício será aplicado às apólices elegíveis com renovação ou aniversário entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2027. Segundo a seguradora, a manutenção do percentual está relacionada aos resultados obtidos pelos clientes em gestão de riscos e aos níveis historicamente baixos de perdas registrados pela companhia.
Criado em 2022, o programa de crédito de resiliência tinha inicialmente como foco os riscos climáticos. Em 2025, a FM ampliou seu alcance para incluir exposições operacionais e elevou o percentual de redução do prêmio de 5% para 10%.
A iniciativa busca estimular a adoção de medidas preventivas nas empresas seguradas, incluindo melhorias estruturais e operacionais que possam reduzir a frequência e a gravidade de perdas.
De acordo com a FM, a estrutura de propriedade mútua da companhia permite que parte dos resultados obtidos com a prevenção de perdas seja revertida em benefícios aos segurados. O programa combina a concessão do crédito com serviços de engenharia de riscos, análise de dados e recomendações técnicas voltadas à redução de exposições patrimoniais e operacionais.
“Por dois anos consecutivos, conseguimos oferecer um crédito de resiliência ampliado de 10%, uma prova do trabalho que nossos clientes realizam todos os dias para promover uma proteção duradoura”, afirmou Malcolm Roberts, presidente e CEO da FM. “Quando nossos clientes investem em prevenção de perdas e alcançam resultados sólidos, nosso modelo de propriedade mútua nos permite apoiar melhorias adicionais, criando um poderoso círculo de resiliência”, acrescentou.
Entre as empresas que utilizam o programa está a Embraer, que relaciona o benefício à continuidade de suas operações e à gestão de riscos. A companhia destaca que a possibilidade de direcionar recursos para melhorias preventivas contribui para fortalecer a proteção de suas atividades.
“Na Embraer, atender nossos clientes com excelência é uma prioridade”, afirmou Juliana Fernandez Loiacono, global insurance manager da Embraer. “O crédito de resiliência da FM reconhece nossos esforços e nos permite direcionar recursos para investimentos em redução de riscos, fortalecendo a continuidade das operações e nossa capacidade de cumprir essa missão.”
Além do crédito de resiliência, a FM anunciou, em abril de 2026, um membership credit de US$ 1,5 bilhão, benefício também associado ao seu modelo mutualista. Os dois programas representam diferentes mecanismos de concessão de créditos aos segurados, embora a companhia não tenha detalhado quantos clientes serão contemplados pela nova rodada do programa de resiliência.
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]]>Desenvolvida para diferentes canais de comunicação, a campanha reúne filme publicitário de 30 segundos, peças para plataformas digitais, conteúdo para redes sociais e mídia exterior. A estratégia busca ampliar o alcance da mensagem e traduzir, de forma acessível, como funciona a assistência oferecida pela empresa.
O principal dado apresentado na campanha é que 98% dos atendimentos custam zero ao passageiro, conforme as condições aplicáveis ao serviço. Na prática, após acionar a Universal Assistance pelo aplicativo ou pelos canais de atendimento, o viajante recebe orientação para encontrar o prestador mais adequado. Nos casos elegíveis, previamente coordenados e autorizados, a companhia organiza o atendimento e o pagamento diretamente com a rede credenciada.
A proposta da Custa Zero é mostrar como esse modelo pode simplificar a experiência do viajante em situações que exigem assistência, permitindo que ele concentre sua atenção na recuperação enquanto a empresa coordena os serviços cobertos. A participação de Felipe Andreoli humaniza a comunicação e aproxima o tema do cotidiano do público, em uma campanha que combina mensagem de marca, informação sobre o serviço e presença em diferentes pontos de contato.
A iniciativa também se conecta à estratégia de digitalização da Universal Assistance. O aplicativo da companhia reúne funcionalidades como telemedicina, acompanhamento de solicitações, gestão de bagagem e recomendações de viagem com inteligência artificial. Segundo os dados institucionais da empresa, 40% dos casos são abertos pelo aplicativo.
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]]>A programação trouxe reflexões sobre os desafios e as oportunidades que surgem após a maturidade e em uma fase com mais experiencia, incluindo saúde e bem-estar, transição de carreira, protagonismo e planejamento financeiro. O debate reforçou a importância de as mulheres assumirem um papel ativo nas decisões que impactam seu futuro, buscando alternativas para viver novas experiências com mais autonomia e segurança.
Representando a Redion, a Head de novos negócios Rita Graziano realizou uma breve apresentação sobre a relação entre proteção e liberdade de escolha, conectando os temas do encontro ao seguro-viagem. A proposta foi destacar como soluções de proteção podem contribuir para que as mulheres explorem novas possibilidades, como viajar, iniciar projetos e vivenciar mudanças ao longo da vida com mais tranquilidade.
“A segurança também está em ter liberdade para experimentar novos caminhos e tomar decisões sem que o medo do imprevisto seja um limitador. Nosso papel é oferecer soluções que ajudem as pessoas a se sentirem mais preparadas para viver essas escolhas, com a confiança de que podem contar com proteção quando precisarem”, afirma.
O evento também contou com um painel com cinco convidadas: a ginecologista Paula Fettback, a jornalista Glenda Kozlowski, a influenciadora Julie Milk, a terapeuta Paola Collaro e a empresária Lu Rodrigues.
Além das discussões, o Lady Diamond promoveu um leilão beneficente com recursos destinados à capacitação e à empregabilidade de mulheres em situação de vulnerabilidade. A iniciativa ampliou o alcance social do encontro e reforçou a importância de ações voltadas à geração de oportunidades e ao fortalecimento da independência feminina.
Como parte desse compromisso, a Redion também doou cinco licenças, por meio da Assistência Maria, uma solução de apoio e orientação para mulheres em situação de violência doméstica. Destinados a uma organização que atua no acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade, os acessos oferecem informações sobre violência doméstica, orientação para localizar serviços de apoio e a possibilidade de criar uma rede de proteção pessoal.
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]]>Com a nova vertical, a fintech pretende alcançar R$ 3 bilhões em prêmios de seguros em um período de três a cinco anos. A projeção considera o potencial de distribuição por meio da base de parceiros comerciais que já utiliza a infraestrutura da QI Tech para operações financeiras.
A estratégia combina duas frentes de atuação. De um lado, a QI Seguradora poderá assumir riscos e emitir seus próprios contratos. De outro, a plataforma funcionará como um hub tecnológico para conectar seguradoras parceiras a canais digitais de distribuição.
O modelo é baseado no conceito de embedded insurance, ou seguro integrado, em que a oferta de proteção é incorporada à jornada de contratação de outros produtos e serviços.
Na prática, a proposta é permitir que consumidores contratem seguros no mesmo ambiente digital em que realizam operações financeiras ou compras, sem a necessidade de acessar plataformas separadas. Em uma operação de crédito, por exemplo, o cliente poderá receber uma oferta de seguro durante a contratação, com a possibilidade de aceitar a cobertura diretamente no aplicativo do parceiro.
A plataforma também poderá reunir diferentes modalidades de proteção, como seguros de vida, prestamista, automóvel e aparelhos celulares, conforme os produtos disponibilizados pelas seguradoras conectadas. Segundo a QI Tech, a infraestrutura permitirá integrar a oferta, a contratação e etapas do pós-venda aos sistemas utilizados pelas empresas parceiras.
O consumidor deverá ter acesso às informações sobre as coberturas oferecidas e às condições de contratação, incluindo mecanismos de consentimento, cancelamento e exercício do direito de arrependimento, conforme as regras aplicáveis.
A entrada da QI Tech no setor ocorre a partir de uma infraestrutura tecnológica já utilizada por centenas de empresas para a distribuição de serviços financeiros. A companhia afirma processar bilhões de reais anualmente em operações de crédito e pagamentos, estrutura que pretende aproveitar para ampliar a presença dos seguros nas jornadas digitais.
Para Pedro Mac Dowell, fundador e CEO da QI Tech, a fragmentação tecnológica ainda representa uma barreira para a distribuição de produtos de proteção.
“Sem uma integração em tempo real com os dados financeiros, as ofertas raramente são personalizadas, o que torna o seguro um produto percebido como burocrático e distante da necessidade imediata do consumidor. Esse cenário evidencia o potencial de expansão de modelos digitais de distribuição, como o Embedded Insurance. Para operar seguros, tiramos licença e estruturamos um modelo com tecnologia 100% proprietária, em total compliance com as normas da Susep. É um mercado que ainda pode ser melhor explorado. Por isso, vemos a oportunidade de alcançar R$3 bilhões em prêmios em três a cinco anos”, afirma.
A proposta da empresa é permitir que seguradoras já estabelecidas também utilizem sua infraestrutura para acessar novos canais de comercialização. Dessa forma, a plataforma poderá distribuir tanto produtos emitidos pela QI Seguradora quanto coberturas de outras companhias, dependendo das características de cada parceria.
A QI Tech aposta na integração entre serviços financeiros e seguros para ampliar a oferta de proteção em momentos específicos da jornada do consumidor. A companhia avalia que a distribuição integrada pode reduzir etapas operacionais e aproximar a contratação de seguros das necessidades identificadas durante uma transação.
O modelo também representa uma oportunidade de diversificação das receitas para empresas que já oferecem produtos financeiros por meio de seus aplicativos e plataformas. Apesar da projeção de R$ 3 bilhões em prêmios, a QI Tech não detalhou a divisão esperada entre os seguros emitidos pela própria companhia e aqueles distribuídos por seguradoras parceiras.
Segundo Mac Dowell, o objetivo é utilizar a infraestrutura existente para ampliar o acesso das seguradoras aos ambientes digitais. “O lançamento é uma evolução natural da nossa infraestrutura, que já processa fluxos massivos de crédito e pagamentos. Ao posicionar-se como uma ponte tecnológica, a QI não visa concorrer com as seguradoras tradicionais, mas atuar como sua principal via de acesso a plataformas digitais”, afirma Pedro Mac Dowell, fundador e CEO da QI Tech.
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