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A revista do mercado de SegurosThu, 19 Feb 2026 20:09:30 +0000pt-BR
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3232Transferência de carteira vira risco estratégico
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Thu, 19 Feb 2026 20:08:17 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136905EXCLUSIVO – A publicação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio da Resolução SUSEP nº 73, marca uma mudança estrutural no tratamento regulatório das transferências de carteira no mercado de seguros, resseguros, capitalização e previdência aberta. A norma que substitui a Circular nº 456/2012, introduz formalmente um procedimento em duas etapas, como autorização prévia […]
]]>EXCLUSIVO – A publicação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio da Resolução SUSEP nº 73, marca uma mudança estrutural no tratamento regulatório das transferências de carteira no mercado de seguros, resseguros, capitalização e previdência aberta. A norma que substitui a Circular nº 456/2012, introduz formalmente um procedimento em duas etapas, como autorização prévia e homologação posterior, além de reforçar exigências prudenciais, de governança e de proteção ao segurado.
Na prática, a transferência de carteira deixa de ser tratada apenas como um ato administrativo para assumir caráter de evento prudencial relevante, com potencial impacto direto no perfil de risco, na solvência e na estrutura de capital das companhias.
Entre as principais alterações está o novo fluxo regulatório. Embora a autorização prévia já estivesse prevista na regulamentação anterior, a operação passa agora a depender também de homologação posterior expressa pela autarquia, consolidando um modelo formal em duas fases. Segundo Bárbara Bassani, sócia da área de Seguros e Resseguros do TozziniFreire, o novo desenho tende a ampliar o tempo de conclusão das operações. “Além de uma possível demora em razão das duas etapas, há expectativa de exigência de mais documentos, que serão detalhados em manual de orientações com procedimentos operacionais, regras e prazos”, afirma.
A resolução também promove alinhamento direto com a Lei nº 15.040 (Lei do Contrato de Seguro) e com a Lei Complementar nº 213/2025, incorporando dispositivos legais que tratam da cessão de carteira e da responsabilidade solidária entre cedente e cessionária. Nos termos da legislação federal, a seguradora cedente permanece solidariamente responsável caso a transferência ocorra sem autorização prévia ou anuência dos segurados e beneficiários conhecidos, bem como se a cessionária se tornar insolvente durante a vigência dos contratos ou no prazo de até 24 meses contados da cessão, o que for menor.
Outro ponto relevante é a ampliação do escopo. A norma admite expressamente a transferência entre cooperativas de seguros e seguradoras e disciplina operações envolvendo resseguradores locais, incluindo a necessidade de registro das informações no Sistema de Registro das Operações (SRO). O registro reforça a rastreabilidade das operações e fortalece a supervisão baseada em dados, alinhando o procedimento à lógica de monitoramento prudencial mais estruturado.
Endurecimento regulatório
Para Bárbara, a nova regra combina alinhamento técnico ao novo marco legal e endurecimento regulatório. O texto prevê, por exemplo, que a Susep poderá indeferir pedidos caso identifique risco relacionado à adequação prudencial, à manutenção dos direitos dos segurados ou às práticas de conduta. Além disso, a norma prevê que a autarquia poderá, a seu exclusivo critério e de forma justificada, estabelecer exigências adicionais às previstas expressamente no regulamento, ampliando a margem de atuação do supervisor na análise de cada operação.
Em determinadas situações, como planos de acumulação com cobertura por sobrevivência, a autarquia poderá exigir anuência expressa de pelo menos três quartos do grupo segurado. Além disso, a norma detalha obrigações de comunicação, inclusive com possibilidade de uso de novas tecnologias e divulgação em diferentes canais, como Diário Oficial da União, sítio eletrônico e redes sociais.
Embora reconheça a ampliação do poder discricionário do regulador, a advogada não vê perda automática de previsibilidade. “O equilíbrio entre liberdade econômica e preservação da solvência deve sempre ser observado. Desde que aplicada com razoabilidade, a norma não tende a reduzir a segurança jurídica”, avalia.
O novo desenho regulatório também deve influenciar operações societárias. O tempo adicional das duas etapas, a possibilidade de exigências complementares e as demandas documentais passam a integrar a modelagem de negócios, afetando responsabilidades, cronogramas e até a precificação das transações. “Esses fatores certamente serão considerados em estratégias de M&A, reorganizações e operações de run-off”, diz Bárbara.
Embora ainda seja cedo para prever redução de operações, ela observa que, conforme consta no voto que acompanhou a norma, foram recebidas 49 sugestões durante a consulta pública, das quais apenas 4 foram integralmente acatadas e 9 parcialmente acolhidas. O número indica que parte relevante das contribuições do mercado não foi incorporada, o que pode gerar ajustes iniciais na adaptação regulatória.
Governança, risco e capital
Sob a ótica acadêmica e de gestão de riscos, Daniela Paschoal, professora a FIA Business School, avalia que a resolução transforma a transferência de carteira em pilar estratégico de segurança jurídica e prudencial. “A carteira passa a ser vista como um conjunto integrado de riscos e obrigações futuras. A análise deixa de ser apenas formal e passa a considerar as consequências econômico-financeiras da operação”, afirma.
Para ela, o modelo em duas etapas fortalece a governança ao exigir planejamento estruturado e validação posterior da execução. “A decisão deixa de ser ‘podemos transferir?’ e passa a ser ‘qual o impacto dessa transferência no perfil de risco, na solvência e na estabilidade das obrigações assumidas?’”, explica.
A exigência de critérios mais claros relacionados a capital e provisões técnicas também eleva o nível de disciplina do mercado. Carteiras com maior volatilidade, duration longa ou sensibilidade atuarial relevante tendem a implicar maior consumo de capital regulatório, exigindo modelagens atuariais mais sofisticadas e integração entre áreas técnicas e financeiras. Em um setor baseado em compromissos de longo prazo, a coerência entre riscos assumidos e capacidade financeira é central para a sustentabilidade sistêmica.
A resolução reforça obrigações de transparência e assegura ao segurado o direito de rescisão sem penalidades em até 90 dias após a transferência. Bárbara ressalta que a extensão do termo “penalidades” deverá ser interpretada à luz da legislação federal, considerando a hierarquia normativa e as regras previstas na própria Lei do Contrato de Seguro quanto a deveres contratuais e devolução proporcional de prêmio.
Para Daniela, trata-se de avanço relevante na regulação de conduta. “A transferência altera um elemento sensível da relação contratual: a identidade da contraparte responsável pelo risco. A transparência reduz assimetrias e reforça a boa-fé”, afirma.
Na avaliação da acadêmica, os efeitos não são apenas jurídicos ou prudenciais, mas também reputacionais. “A previsibilidade regulatória e critérios claros tendem a reforçar a percepção de estabilidade institucional. A confiança passa a se apoiar não apenas na entidade individual, mas na robustez do sistema supervisionado”, diz.
Para Daniela, a atualização aproxima o Brasil de padrões internacionais de supervisão baseada em riscos. Ao enquadrar operações societárias sob lógica prudencial, a norma reforça a convergência com práticas adotadas em mercados seguradores maduros.
Mais do que um ajuste procedimental, a Resolução nº 73/2026 reposiciona a transferência de carteiras como evento estratégico, com impactos diretos em governança, solvência, precificação de operações e proteção ao consumidor. Em um momento de consolidação e reorganização do mercado, a nova disciplina tende a influenciar não apenas a forma, mas o próprio racional econômico das operações no setor segurador brasileiro.
]]>Prêmio Melhores do Seguro: Muitas histórias para contar
https://revistaapolice.com.br/2026/02/premio-melhores-do-seguro-muitas-historias-para-contar/
Thu, 19 Feb 2026 19:46:11 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136893EXCLUSIVO – A Revista Apólice abriu as inscrições para a edição 2026 do Prêmio Melhores do Seguro, que reconhece os cases de sucesso de empresas que atuam na intermediação entre seguradoras e segurados, desmistificando o setor e trabalhando arduamente para o seu desenvolvimento. Desde 2010, o Prêmio reconhece as iniciativas que tornaram o mercado mais […]
]]>EXCLUSIVO – A Revista Apólice abriu as inscrições para a edição 2026 do Prêmio Melhores do Seguro, que reconhece os cases de sucesso de empresas que atuam na intermediação entre seguradoras e segurados, desmistificando o setor e trabalhando arduamente para o seu desenvolvimento.
Desde 2010, o Prêmio reconhece as iniciativas que tornaram o mercado mais fluído e visível para a sociedade, além de ampliar os negócios e a satisfação dos colaboradores. Para a edição 2026, as inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho, neste link.
O Prêmio Melhores do Seguro tem como objetivo reconhecer e valorizar ações que impulsionam a evolução do mercado segurador brasileiro, destacando empresas, profissionais e projetos que contribuem de forma concreta para o desenvolvimento do setor. A premiação busca dar visibilidade a ações inovadoras em áreas como gestão, tecnologia, distribuição, marketing, relacionamento com clientes e desempenho comercial, estimulando a disseminação de boas práticas e a elevação dos padrões de qualidade.
Mais do que celebrar resultados financeiros, o prêmio se propõe a identificar estratégias que geram impacto real na operação das corretoras e demais agentes do ecossistema, seja por meio de eficiência operacional, transformação digital, novos modelos de negócios ou melhoria da experiência do consumidor.
“Ao reunir cases de sucesso de diferentes regiões e portes de empresas, a iniciativa também funciona como um termômetro das tendências do setor, promovendo a troca de conhecimento e fortalecendo a cultura de profissionalização. Nesse sentido, o prêmio cumpre um papel institucional ao incentivar a transparência, a inovação e a competitividade saudável, contribuindo para a consolidação do seguro como instrumento essencial de proteção econômica e planejamento de longo prazo no país”, explica Kelly Lubiato, diretora de Redação da Revista Apólice.
Além do reconhecimento do seu trabalho, participar da festa de entrega dos troféus é estar em um ambiente de alto nível de relacionamento. Reunindo lideranças, executivos, corretores e formadores de opinião, o evento promove encontros de qualidade, aproximação institucional e possíveis parcerias comerciais. “É um espaço informal, porém estratégico, onde decisões, conexões e novos negócios começam a se desenhar”, acrescenta Graciane Pereira, diretora Comercial da Revista.
A partir de agora, vocês poderão conhecer cases premiados em outras edições. Participe e conheça a importância de ser um premiado neste grande evento do mercado de seguros.
]]>Mapfre nomeia Ricardo Carqueijo para Corporate Broker
https://revistaapolice.com.br/2026/02/mapfre-nomeia-ricardo-carqueijo-para-corporate-broker/
Thu, 19 Feb 2026 18:29:02 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136902A Mapfre anuncia a nomeação de Ricardo Carqueijo para a Diretoria de Corporate Broker no Brasil. A área é responsável pela gestão de grandes riscos empresariais e pelo relacionamento com corretoras internacionais. Com o movimento, a companhia fortalece sua posição no segmento corporativo, no qual detém 11,2% de participação de mercado e ocupa a liderança […]
]]>A Mapfre anuncia a nomeação de Ricardo Carqueijo para a Diretoria de Corporate Broker no Brasil. A área é responsável pela gestão de grandes riscos empresariais e pelo relacionamento com corretoras internacionais. Com o movimento, a companhia fortalece sua posição no segmento corporativo, no qual detém 11,2% de participação de mercado e ocupa a liderança do setor.
Na nova posição, Carqueijo passa a liderar a frente comercial de operações de alta complexidade em seguros, como riscos patrimoniais, industriais, de engenharia e responsabilidade civil, negócios que exigem subscrição técnica especializada e desenho de soluções sob medida. Também caberá a ele a interlocução com brokers globais, canal pelo qual multinacionais e grandes grupos econômicos contratam cobertura no país dentro de programas internacionais integrados.
Segundo Karine Brandão, diretora executiva comercial do Canal Corretor e Corretores Globais da Mapfre, a escolha reflete a busca por executivos com experiência em grandes contas e visão de mercado. “Ricardo reúne bagagem técnica e leitura estratégica que contribuem para sustentar o crescimento de forma consistente e ampliar nossa presença junto a empresas e corretores globais”, disse.
O novo diretor chega à Mapfre após uma trajetória de 15 anos construída em seguradoras multinacionais, sempre ligado ao desenvolvimento de negócios corporativos e à gestão de contas estratégicas. É formado em Direito e possui especialização em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Ao longo da carreira, participou da estruturação de programas internacionais de seguros e da expansão de canais de distribuição voltados a grandes conglomerados empresariais.
Para Carqueijo, esse novo cargo representa um importante momento profissional em sua carreira. “Assumir esse desafio na Mapfre é uma oportunidade de contribuir com uma operação reconhecida pela solidez, tradição e excelência técnica. O foco será ampliar a proximidade com o corretor e utilizar a capacidade global de subscrição para oferecer soluções mais ágeis ao mercado corporativo brasileiro”, afirmou.
O canal de brokers internacionais é hoje uma das principais portas de entrada para multinacionais que buscam contratar seguros no Brasil em conformidade com a regulação local e de forma integrada a programas globais de proteção, segmento no qual a companhia pretende ampliar sua presença nos próximos anos.
]]>Pottencial lidera no Seguro Garantia em 2025
https://revistaapolice.com.br/2026/02/pottencial-lidera-no-seguro-garantia-em-2025/
Thu, 19 Feb 2026 16:54:27 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136894A Pottencial Seguradora alcançou, pelo nono ano consecutivo, a liderança do mercado brasileiro de Seguro Garantia. De acordo com relatório divulgado em 16 de fevereiro pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a companhia encerrou o período com R$ 1,021 bilhão em prêmios no ramo e 16,29% de participação de mercado. Em 2025, a seguradora ultrapassou […]
]]>A Pottencial Seguradora alcançou, pelo nono ano consecutivo, a liderança do mercado brasileiro de Seguro Garantia. De acordo com relatório divulgado em 16 de fevereiro pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a companhia encerrou o período com R$ 1,021 bilhão em prêmios no ramo e 16,29% de participação de mercado. Em 2025, a seguradora ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em prêmios diretos em Seguro Garantia, mantendo a primeira posição no ranking do segmento.
Além do desempenho no Garantia, a empresa figura na vice-liderança do Seguro Fiança Locatícia, com participação de 17,26%, acima dos 14,95% registrados no ano anterior. No comparativo anual, o volume de prêmios no ramo cresceu 38,19%.
Para Carlos Ferreira Quick, vice-presidente da companhia, os resultados refletem o modelo de atuação adotado pela seguradora. “Estamos há quase uma década na liderança do Seguro Garantia e consolidamos a vice-liderança no Seguro Fiança Locatícia. Esse desempenho reflete uma estratégia consistente de investimentos em tecnologia, uso inteligente de dados e inteligência artificial, além do desenvolvimento contínuo de pessoas. Com um time altamente especializado e uma relação próxima e transparente com nossos corretores parceiros, seguimos ampliando a oferta de soluções eficientes e um atendimento cada vez mais próximo e personalizado para proteger o que é valor para ainda mais pessoas”, afirma.
Segundo o executivo, a tecnologia tende a assumir papel ainda mais central nas operações do setor. “Ela terá um papel decisivo na tomada de decisão, na eficiência dos processos e na competitividade das seguradoras e dos corretores. No Seguro Garantia, isso se traduz em análises de risco mais precisas, maior agilidade e soluções alinhadas às necessidades reais dos clientes. Mas essa evolução só é possível quando vem acompanhada de um forte investimento na capacitação de pessoas, na formação de um time de ponta e em um relacionamento próximo e contínuo com corretores, parceiros de negócio e clientes. A Pottencial está preparada para esse cenário e para atender um mercado cada vez mais exigente, informado e conectado”.
O executivo também destaca o potencial de crescimento do mercado segurador brasileiro, que representa cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). De acordo com ele, a expectativa é de que o Seguro Garantia continue em expansão, impulsionado por investimentos em infraestrutura, concessões e projetos privados de grande porte. “O mercado está mais maduro e consciente da importância do seguro como instrumento de desenvolvimento econômico. Nesse contexto, os investimentos em infraestrutura, concessões e projetos privados de grande porte tendem a impulsionar a demanda por garantias contratuais e fortalecer o papel do seguro como viabilizador de projetos”, conclui.
]]>Seguro auto inicia o ano com preços estáveis
https://revistaapolice.com.br/2026/02/seguro-auto-inicia-2026-com-precos-estaveis/
Thu, 19 Feb 2026 14:23:28 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136889O preço médio das apólices iniciou 2026 com estabilidade para ambos os gêneros. De acordo com o novo levantamento da Creditas Seguros, o perfil masculino pagou cerca de R$ 2.390,32 em janeiro, um aumento de 2,12% frente aos R$ 2.340,79 de dezembro, já para o perfil feminino, custou cerca de R$ 2.908,42 em janeiro, um […]
]]>O preço médio das apólices iniciou 2026 com estabilidade para ambos os gêneros. De acordo com o novo levantamento da Creditas Seguros, o perfil masculino pagou cerca de R$ 2.390,32 em janeiro, um aumento de 2,12% frente aos R$ 2.340,79 de dezembro, já para o perfil feminino, custou cerca de R$ 2.908,42 em janeiro, um acréscimo de 1,83% em comparação aos R$ 2.856,10 de dezembro.
Apesar da estabilidade no panorama geral, a disparidade entre os gêneros continua acentuada, com uma diferença de R$ 518,10 para as mulheres. O levantamento considera as cotações nas onze capitais brasileiras de maior representatividade no mercado automotivo (segundo ranking da Fenabrave) e analisa os dez modelos de veículos mais vendidos em cada período.
De acordo com Marina Leal, Head de negócios da Creditas Seguros, as movimentações de janeiro mostram que a sazonalidade impacta diretamente no custo das apólices. “A estabilidade registrada após um ano de queda no preço médio para o público masculino e alta para o feminino mostra que o perfil de risco é volátil e sensível a diferentes nuances, mas ainda pode se manter estável em diferentes períodos do ano. Isso reforça a importância de acompanhar o movimento do mercado segurador para garantir o custo-benefício das apólices”, comenta.
Destaques de janeiro de 2026
No início do ano, os veículos mais vendidos registraram movimentos semelhantes de alta para ambos os perfis. Entre as mulheres, o menor valor médio nacional foi o do HB20 Sense Plus 1.0 12V Manual, com apólice de R$ 2.491,10. O valor mais elevado foi do Compass Sport 1.3 T 270 Flex Aut., que alcançou R$ 4.088,04.
Nas capitais, o Rio de Janeiro apresentou a maior média para o público feminino (R$ 5.835,36), com alta de 38% sobre dezembro. Também figuraram entre os maiores valores Salvador (R$ 2.911,71) e Porto Alegre (R$ 2.836,55). Os menores preços foram observados em Brasília (R$ 2.200,00), Florianópolis (R$ 2.375,59) e Vitória (R$ 2.498,65).
Para os homens, o menor valor médio nacional foi o do Onix Hatch 1.0 12V Flex Manual, com apólice de R$ 1.927,65. O maior valor foi novamente o do Compass Sport 1.3 T 270 Flex Aut., que atingiu R$ 3.560,04.
Entre as capitais, o Rio de Janeiro manteve os maiores preços médios (R$ 4.782,67), alta de 46% frente a dezembro. Em seguida aparecem Vitória (R$ 2.372,58) e Belo Horizonte (R$ 2.340,93). Os menores valores foram registrados em Brasília (R$ 1.851,84), Florianópolis (R$ 1.966,95) e Recife (R$ 2.047,03).
Maiores variações por modelo
Compass Sport 1.3 T 270 Flex Aut. 4P: Com os maiores preços médios nacionais para ambos os gêneros, o veículo registrou preço médio de R$ 3.560,04 em janeiro para o perfil masculino, um aumento de 20,74% frente os R$ 2.948,67 observados em dezembro. Para o perfil feminino, a média passou de R$ 2.463,20 em dezembro para R$ 4.088,04 em janeiro, um aumento de 65,97%. Entre as capitais, para as mulheres, os maiores preços foram no Rio de Janeiro (R$ 9.392,23), São Paulo (R$ 4.215,65) e Salvador (R$ 4.212,61), enquanto para os homens foram também no Rio de Janeiro (R$ 10.967,20), São Paulo (R$ 3.540,22) e Belo Horizonte (R$ 3.239,88).
Argo 1.0 6V Flex: O veículo também apresentou um dos maiores valores médios de apólice para ambos os gêneros e em diversas capitais. Para as mulheres, a apólice passou de R$ 2.468,17 em dezembro para R$ 3.165,83 em janeiro, um aumento de 28,27%. As maiores apólices para este perfil foram as do Rio de Janeiro (R$ 4.929,27), São Paulo (R$ 3.693,45) e Porto Alegre (R$ 3.487,34). Já para os homens, o valor médio subiu para R$ 2.601,72, representando uma alta de 18,97% em relação aos R$ 2.186,98 de dezembro. Os maiores valores foram registrados no Rio de Janeiro (R$ 4.986,27), São Paulo (R$ 3.205,78) e Belo Horizonte (R$ 2.983,82).
Novo Polo Comfortline TSI 1.0 Flex Aut. Comfortline: O preço médiodeste modelo para o público masculino em janeiro foi de R$ 2.183,57, uma queda de 8,99% em relação aos R$ 2.399,13 de dezembro. Já para o público feminino, o valor médio aumentou de R$ 1.985,37 em dezembro para R$ 2.713,87 em janeiro, cerca de 36,70%. Apesar de estar entre as apólices médias mais acessíveis para ambos os gêneros, o veículo apresentou variações em diversas capitais. Para as mulheres, foram no Rio de Janeiro (R$ 4.358,84), Salvador (R$ 3.028,85) e Recife (R$ 2.936,92). Quanto para os homens, foram no Rio de Janeiro (R$ 3.737,37), Vitória (R$ 2.224,94) e Curitiba (R$ 2.199,33).
Novo Onix Hatch 1.0 12V Flex Manual 4P: Em janeiro, o modelo apresentou a menor apólice média do mês para o perfil masculino, R$ 1.927,65, uma queda de 8,45%, frente aos R$ 2.105,43 de dezembro. Para o perfil feminino, também esteve entre os menores valores, R$ 2.515,22, uma queda de 0,11% diante dos R$ 2.523,11 observados em dezembro. As apólices de valor mais elevado para as mulheres foram as do Rio de Janeiro (R$ 4.509,67), Belo Horizonte (R$ 2.615,86) e Porto Alegre (R$ 2.573,38). Para os homens, os maiores valores foram registrados em Rio de Janeiro (R$ 3.423,31), Vitória (R$ 2.151,98) e Belo Horizonte (R$ 2.099,10).
]]>Zurich Seguros leva flag football a jovens de BH
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Thu, 19 Feb 2026 13:55:44 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136885A Zurich Seguros iniciou, em Belo Horizonte, a primeira fase do projeto Primeira para o Sonho, realizado em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA). A iniciativa oferecerá aulas gratuitas de flag football para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos da capital mineira. A inauguração ocorreu na Faculdade Universo e marcou […]
]]>A Zurich Seguros iniciou, em Belo Horizonte, a primeira fase do projeto Primeira para o Sonho, realizado em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA). A iniciativa oferecerá aulas gratuitas de flag football para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos da capital mineira.
A inauguração ocorreu na Faculdade Universo e marcou o início das atividades na cidade, com uma vivência prática da modalidade para crianças da comunidade e estudantes da região. As inscrições seguem até 10 de março e devem ser feitas presencialmente na instituição, localizada na Rua Paru, 762, no bairro Nova Floresta, mediante apresentação de documento de identificação e comprovante escolar do participante, acompanhado de responsável. As aulas regulares acontecerão no contraturno escolar, na Faculdade Universo, e atenderão inicialmente até 60 crianças.
A iniciativa faz parte da estratégia da Zurich de apoiar esportes acessíveis, democráticos e alinhados a valores como diversidade, qualidade de vida e impacto positivo. O Primeira para o Sonho prevê atender mais de 180 crianças em três cidades do país, incluindo Belo Horizonte, Campinas e Porto Alegre, com polos voltados prioritariamente a alunos da rede pública.
O programa está conectado ao patrocínio da Zurich à Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA), anunciado pela companhia no ano passado como parte de sua entrada no universo do flag football no Brasil. Derivada do futebol americano, a modalidade tem contato físico reduzido, não exige equipamentos complexos e cresce de forma acelerada entre jovens no país e no mundo, com expectativa de ganhar ainda mais visibilidade com a estreia como esporte olímpico nos Jogos de Los Angeles, em 2028. “Para nós, investir no flag football é investir em um futuro mais inclusivo e promissor. A modalidade tem tudo a ver com os pilares da Zurich, pois é diversa, democrática e acessível. O esporte é uma plataforma potente de transformação social”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros.
De acordo com Cris Kajiwara, presidente da CBFA, o projeto atende ao desejo da Confederação de utilizar o esporte como ferramenta de inclusão social. “Agora, com o apoio dos nossos patrocinadores, isso se torna muito mais possível e acessível. O Flag Football está crescendo cada vez mais e será maravilhoso levar também essa oportunidade para crianças em vulnerabilidade social”, afirma.
Por meio do patrocínio à CBFA, a Zurich apoia o fortalecimento das seleções brasileiras masculina e feminina, o desenvolvimento dos campeonatos nacionais e a expansão de projetos sociais ligados ao esporte. A inauguração em Belo Horizonte ratifica a atuação da companhia em iniciativas que utilizam o esporte como instrumento de desenvolvimento humano e social, especialmente em comunidades com menor acesso a oportunidades.
“Quando olhamos para o flag football, vemos muito mais do que um esporte. É uma modalidade moderna, inclusiva e alinhada ao DNA da Zurich, que acredita em uma visão otimista de futuro e no potencial das novas gerações”, complementa Lucía.
Esporte como plataforma de impacto social
A atuação da Zurich no esporte no Brasil inclui o apoio a diferentes modalidades e projetos com foco em impacto social. A companhia é patrocinadora do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, e apoia iniciativas que utilizam o esporte como ferramenta de inclusão e desenvolvimento, como o Instituto Próxima Geração, que atua em Belo Horizonte com aulas de tênis para crianças e adolescentes da rede pública. O projeto já atingiu 100 pessoas, com expansão para um total de 130 crianças atendidas em 2026.
Essas ações reforçam a estratégia da Zurich de investir de forma consistente no poder transformador do esporte. Com o Primeira para o Sonho, a Zurich amplia sua presença no cenário esportivo do país e reafirma seu compromisso com causas que geram valor para a sociedade, promovem inclusão, diversidade e impacto positivo.
“Nosso papel vai além de apoiar projetos. Queremos estar presentes nos territórios, contribuir para o desenvolvimento das comunidades e usar o esporte como um meio real de ampliar horizontes e gerar oportunidades para crianças e jovens. É assim que a Zurich transforma propósito em ação”, conclui Lucía Sarraceno.
]]>Plano de saúde exige análise além do preço
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Thu, 19 Feb 2026 12:58:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136882Em um mercado mais caro e regulado, especialistas alertam que preço baixo pode esconder limitações que afetam o acesso ao cuidado e a qualidade de vida
]]>O mercado brasileiro de planos de saúde atravessa, em janeiro de 2026, um período de ajustes estruturais marcado por custos assistenciais elevados, redes mais segmentadas e contratos mais complexos. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar indicam que o setor atende cerca de 51 milhões de beneficiários, número estável após anos de crescimento irregular e cancelamentos motivados por reajustes acima da renda das famílias.
Por esse motivo, escolher um plano de saúde tornou-se uma decisão que vai além do valor da mensalidade e passa a exigir análise cuidadosa de coberturas, regras contratuais e acesso real aos serviços.
Leandro Lago, especialista em proteção de riscos financeiros e proprietário do Grupo Futuro, afirma que boa parte das frustrações dos usuários decorre de escolhas feitas com base apenas no preço. “O plano mais barato nem sempre é o mais acessível na prática. Limitações de rede, coparticipações elevadas e cláusulas pouco compreendidas acabam restringindo o uso justamente quando o cuidado é necessário”, diz.
Nos últimos anos, mudanças regulatórias e econômicas alteraram a dinâmica do setor. Operadoras ampliaram modelos com coparticipação e franquias para conter despesas, enquanto reduziram redes credenciadas em determinadas regiões, além da restrição e redução dos reembolsos. Relatórios recentes da ANS mostram que a sinistralidade permanece elevada, pressionando reajustes e incentivando contratos mais rígidos. Para o consumidor, isso significa a necessidade de avaliar não apenas hospitais e laboratórios disponíveis, mas também prazos de carência, regras de reembolso e exclusões previstas em contrato.
O impacto dessa escolha é direto na qualidade de vida das famílias. Pesquisa do IBGE aponta que gastos com saúde representam uma das principais despesas fixas dos domicílios brasileiros, especialmente entre famílias com idosos ou crianças. Quando o plano não atende às necessidades reais, o custo se duplica: paga-se a mensalidade e, ao mesmo tempo, recorre-se ao atendimento particular. “Plano de saúde mal escolhido gera insegurança e pressão financeira contínua”, afirma Lago.
No ambiente corporativo, os planos empresariais ganharam relevância como ferramenta de retenção de talentos. Em um mercado de trabalho mais competitivo, o benefício passou a ser decisivo na atração e permanência de profissionais. Ao mesmo tempo, empresas buscam equilibrar orçamento e satisfação dos colaboradores. “O desafio é estruturar planos sustentáveis, que ofereçam acesso efetivo ao cuidado sem comprometer o caixa da companhia”, explica o especialista. Segundo ele, formatos flexíveis e comunicação clara com os funcionários reduzem conflitos e aumentam a percepção de valor do benefício.
A recomendação é comparar contratos, analisar o histórico da operadora e entender o perfil de uso da família ou da empresa antes da contratação. “Preço deve ser consequência de uma escolha bem informada, não o ponto de partida”, resume Lago.
Com um sistema público sobrecarregado e a saúde suplementar cada vez mais seletiva, o plano de saúde segue como um dos principais instrumentos de acesso ao cuidado no país. A tendência, segundo analistas do setor, é de maior exigência do consumidor e de um mercado mais orientado por informação e transparência. Nesse contexto, entender o contrato e suas implicações tornou-se parte essencial do planejamento financeiro e do cuidado com a saúde.
]]>CARNAVAL: cotações no seguro auto crescem 10%
https://revistaapolice.com.br/2026/02/carnaval-cotacoes-no-seguro-auto-crescem-10/
Thu, 19 Feb 2026 11:45:51 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136879O Carnaval deste ano registrou aumento de 10% no volume de cotações de seguro auto e alta de 15% na demanda por serviços e assistência, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados agregados da 123Seguro, insurtech especializada em distribuição digital de seguros. O movimento indica que, além do aumento da circulação […]
]]>O Carnaval deste ano registrou aumento de 10% no volume de cotações de seguro auto e alta de 15% na demanda por serviços e assistência, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados agregados da 123Seguro, insurtech especializada em distribuição digital de seguros. O movimento indica que, além do aumento da circulação nas estradas, cresce também a preocupação do motorista brasileiro com a proteção e suporte durante o feriado.
O período de Carnaval tradicionalmente concentra deslocamentos rodoviários, viagens curtas e maior uso do veículo, o que eleva a chance de acidentes, panes mecânicas e imprevistos. A alta na procura por assistência, que inclui serviços como guincho, socorro mecânico e suporte emergencial, reforça a percepção de que o consumidor associa o feriado a um momento de maior risco.
“O Carnaval funciona como um termômetro do comportamento do motorista. Observamos que, à medida que a mobilidade aumenta, cresce também a busca por proteção e por serviços que garantam suporte rápido em caso de imprevisto. Isso mostra um consumidor mais atento ao risco, mas que ainda reage muito próximo ao momento da necessidade”, afirma Marcelo Biasoli, CEO da 123Seguro.
O movimento acompanha um cenário positivo para o setor. A CNseg projeta crescimento de 8% para o mercado de seguros em 2026, com o ramo de Seguro Automóvel liderando a expansão, estimada em 7,7%. A estabilidade da sinistralidade, em 59,8% até setembro de 2025, e o avanço nas vendas de veículos, que cresceram 7,4% em 2025, segundo a Fenabrave, sustentam a expectativa de expansão.
As projeções macroeconômicas também apontam um ambiente de crescimento moderado do PIB (1,95%) e inflação controlada, fatores que influenciam diretamente o poder de compra e a decisão por contratar proteção. Para a 123Seguro, a digitalização das cotações é um indicador relevante desse movimento.
“O aumento nas cotações online durante o Carnaval revela um consumidor que pesquisa, compara e decide cada vez mais no ambiente digital. Ao mesmo tempo, a alta na demanda por assistência mostra que o risco faz parte da rotina da mobilidade no Brasil, especialmente em períodos de maior deslocamento”, completa Biasoli.
O comportamento observado durante o feriado reforça uma tendência mais ampla: a proteção deixa de ser uma decisão puramente anual e passa a acompanhar momentos específicos de maior exposição ao risco. Em um país com dimensões continentais e desafios de infraestrutura viária, períodos como o Carnaval evidenciam a relação direta entre mobilidade e proteção financeira.
]]>Capitalização reforça disciplina financeira em 2026
https://revistaapolice.com.br/2026/02/capitalizacao-reforca-disciplina-financeira-em-2026/
Thu, 19 Feb 2026 11:40:37 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136876Frequentemente associada apenas à possibilidade de concorrer a prêmios, a capitalização vai além dos sorteios e pode cumprir um papel relevante no planejamento financeiro. Em um ano marcado por Copa do Mundo, eleições e diversos feriados com possibilidade de emendar, manter disciplina e constância nas finanças tende a ser mais desafiador do que simplesmente definir […]
]]>Frequentemente associada apenas à possibilidade de concorrer a prêmios, a capitalização vai além dos sorteios e pode cumprir um papel relevante no planejamento financeiro. Em um ano marcado por Copa do Mundo, eleições e diversos feriados com possibilidade de emendar, manter disciplina e constância nas finanças tende a ser mais desafiador do que simplesmente definir metas no início do ano.
Nesse cenário, instrumentos financeiros programados ganham relevância por ajudarem a transformar intenção em hábito. Entre eles estão modalidades tradicionais do sistema financeiro brasileiro, que há décadas funcionam como uma forma disciplinada de guardar dinheiro e, ao mesmo tempo, oferecem a possibilidade de participação em sorteios. A capitalização se insere nesse grupo ao combinar previsibilidade, segurança e planejamento de médio e longo prazo.
Trata-se de um produto que combina segurança, formação de reserva e a possibilidade de participação em sorteios em dinheiro, dentro de um ambiente regulado e supervisionado. A capitalização é fiscalizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), o que garante transparência, regras claras e proteção ao consumidor. Ao final do período de vigência, o valor reservado é devolvido ao cliente, corrigido pela Taxa Referencial (TR).
Segundo a CAIXA Capitalização, empresa do conglomerado CAIXA Seguridade, a modalidade é uma disciplina financeira contínua. Para Nelma Tavares, CEO da companhia, a capitalização responde a uma necessidade comportamental do planejamento financeiro. “A capitalização é uma modalidade tradicional, presente há décadas na vida financeira dos brasileiros, justamente por ser uma solução voltada à construção de patrimônio e transformação de vida. Em anos com muitos estímulos ao consumo, esse tipo de organização financeira se torna ainda mais relevante”.
Para atender diferentes perfis e objetivos de planejamento financeiro, a CAIXA Capitalização oferece duas modalidades principais de títulos: pagamento único e pagamento mensal. Em ambas, o cliente define previamente o valor a ser reservado e o prazo mais adequado à sua organização financeira.
Na modalidade de pagamento único, o aporte é realizado em uma única vez, com valores entre R$ 200 e R$ 4.000, podendo o titular ter mais de um título de acordo com o seu planejamento, vigência de 48 meses e participação em sorteios mensais. Já no pagamento mensal, os aportes variam de R$ 30 a R$ 400 por mês, com plano de 72 meses e sorteios semanais. Ao final da vigência, o valor reservado é devolvido ao cliente, corrigido pela Taxa Referencial (TR).
Para Ary Jorge, Diretor de Operações e Tecnologia da CAIXA Capitalização, soluções previsíveis e reguladas ajudam a sustentar o planejamento financeiro ao longo do ano. “Quando o orçamento é pressionado por eventos, feriados e decisões de consumo mais impulsivas, instrumentos financeiros baseados em previsibilidade e constância ajudam o consumidor a manter organização e disciplina ao longo do tempo. Temos trabalhado para ampliar a visibilidade desses benefícios dentro do mercado de capitalização”.
Os títulos de capitalização estão disponíveis para contratação em plataformas digitais, agências bancárias e unidades lotéricas.
]]>Sinapse: conexões que transformam negócios
https://revistaapolice.com.br/2026/02/sinapse-conexoes-que-transformam-negocios/
Thu, 19 Feb 2026 11:35:06 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136873Vivemos um tempo em que o mundo se transforma em uma velocidade sem precedentes. Tecnologias emergentes evoluem rapidamente, modelos de negócio são constantemente desafiados e aquilo que funcionava ontem já não garante relevância amanhã. Nesse cenário, inovar deixou de ser um esforço isolado. A inovação em rede passou de alternativa a necessidade. Por isso, falar […]
]]>Vivemos um tempo em que o mundo se transforma em uma velocidade sem precedentes. Tecnologias emergentes evoluem rapidamente, modelos de negócio são constantemente desafiados e aquilo que funcionava ontem já não garante relevância amanhã. Nesse cenário, inovar deixou de ser um esforço isolado. A inovação em rede passou de alternativa a necessidade. Por isso, falar sobre inovação é, antes de tudo, falar sobre pessoas, conexões e coragem para mudar.
Por muito tempo, acreditei que os melhores resultados vinham do esforço interno, da dedicação de equipes que conhecem profundamente seus desafios e a realidade do negócio. Essa base continua sendo essencial. Mas a experiência mostrou que, para inovar de verdade, é preciso ir além. Abrir portas, ampliar repertórios e construir pontes com o ecossistema. E isso exige intenção, método e uma disposição genuína para colaborar.
Atuamos com startups e parcerias de inovação há bastante tempo, acumulando aprendizados importantes ao longo dessa trajetória. O programa Sinapse nasce justamente para dar um passo além. Ele foi estruturado para que a inovação por meio da cooperação deixe de ser algo pontual e se consolide como uma competência organizacional. Criamos um ambiente no qual startups maduras, com soluções consistentes, se conectam a desafios reais da organização e, junto com nossos times, constroem respostas que transformam negócios. Mais do que tecnologia ou processos, falamos de uma mudança de mentalidade. Reconhecer que o conhecimento está distribuído, que ninguém inova sozinho e que a força está nas parcerias.
Vi na prática como essa lógica acelera resultados. Ao abrir desafios concretos para o ecossistema de saúde e seguros, recebemos propostas diversas, testamos soluções em ambiente real e colhemos ganhos objetivos como aumento de eficiência, redução de custos e melhoria na experiência das pessoas. Mas talvez o maior valor não esteja apenas nos indicadores. Ele aparece na evolução cultural que acontece ao longo do caminho. Times mais abertos, mais colaborativos e mais confortáveis em experimentar, aprender e ajustar.
Nesse sentido, o Sinapse representa uma nova forma de trabalhar. Mais do que conectar startups a desafios específicos, o programa promove uma jornada de aprendizado para colaboradores e equipes. A entrega não se resume ao resultado final dos pilotos. Ela acontece também na mudança de mentalidade, no desenvolvimento de novas competências e na vivência prática da inovação aberta no dia a dia. É nesse processo que as pessoas passam a enxergar problemas de outra forma e a colaborar de maneira mais fluida.
O programa é estruturado, com etapas claras, desafios bem definidos e benefícios reais para quem participa. Startups têm a oportunidade de testar soluções em ambiente real, receber pelos pilotos, acessar conhecimento, ampliar networking e conquistar visibilidade no Sistema Unimed. A empresa aprende, evolui e fortalece sua capacidade de inovar de forma contínua e consistente.
Mais do que um programa, o Sinapse representa uma nova postura, que deixa claro que estamos abertos ao novo, dispostos a aprender continuamente e comprometidos em construir resultados em parceria. Não se trata apenas de contar histórias de inovação, mas de criar as condições para que elas aconteçam, conectando os diferentes atores do ecossistema e, acima de tudo, colocando as pessoas no centro desse processo.
Outro ponto fundamental é o foco nos resultados. Cases reais, métricas de impacto e aprendizados compartilhados mostram que inovação aberta não é discurso, é prática. Ao dar visibilidade às experiências e aos aprendizados ao longo do caminho, fortalecemos a reputação do programa e inspiramos novas conexões.
A inovação aberta não é terceirizar problemas, mas multiplicar possibilidades. É criar soluções em que todos evoluem. E, acima de tudo, é acreditar que juntos podemos transformar não apenas negócios, mas todo um ecossistema. Se você é uma startup madura pronta para esse desafio, as conexões certas podem ser o início de uma grande transformação. O próximo passo depende de você.
Por Fábio Nogi, superintendente de Inovação e Odontologia da Seguros Unimed.