Revista Apólice
https://revistaapolice.com.br/
A revista do mercado de SegurosMon, 18 May 2026 20:31:09 +0000pt-BR
hourly
1 https://wordpress.org/?v=6.9.4https://revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2024/01/favrevistaapolice-1-150x150.pngRevista Apólice
https://revistaapolice.com.br/
3232CNP Seguradora destaca papel do corretor na estruturação do Seguro de Vida em Grupo
https://revistaapolice.com.br/2026/05/cnp-seguradora-destaca-papel-do-corretor-na-estruturacao-do-seguro-de-vida-em-grupo/
Mon, 18 May 2026 18:49:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139436EXCLUSIVO – O avanço do seguro de vida no Brasil acompanha uma mudança gradual na forma como empresas e colaboradores enxergam proteção financeira dentro do ambiente corporativo. Em 2025, o setor supervisionado pela Susep arrecadou R$ 415,09 bilhões, enquanto as receitas dos seguros de danos e pessoas, excluindo VGBL, chegaram a R$ 223,30 bilhões, com […]
]]>EXCLUSIVO – O avanço do seguro de vida no Brasil acompanha uma mudança gradual na forma como empresas e colaboradores enxergam proteção financeira dentro do ambiente corporativo. Em 2025, o setor supervisionado pela Susep arrecadou R$ 415,09 bilhões, enquanto as receitas dos seguros de danos e pessoas, excluindo VGBL, chegaram a R$ 223,30 bilhões, com crescimento nominal de 7,82% em relação a 2024. No mesmo período, o seguro de vida registrou expansão nominal de 12,70%.
Os seguros de pessoas também mantiveram trajetória de crescimento. Segundo a CNseg, o segmento somou R$ 78,8 bilhões em prêmios em 2025, alta de 8,3% em relação ao ano anterior. Já no primeiro bimestre de 2026, a Susep apontou crescimento nominal de 6,78% no seguro de vida na comparação com o mesmo período de 2025.
Dentro desse cenário, o Seguro de Vida em Grupo segue como uma das principais soluções de proteção utilizadas pelas empresas. Além da proteção financeira para colaboradores e familiares em situações de maior impacto, o produto também passou a integrar estratégias corporativas voltadas à retenção de talentos, composição de benefícios e fortalecimento da relação com os funcionários.
Ao mesmo tempo, cresce o espaço para uma atuação mais consultiva do corretor de seguros. Mais do que apresentar um produto, o profissional passa a atuar na leitura das necessidades da empresa, na avaliação do perfil do grupo segurado e na construção de propostas alinhadas à realidade operacional e financeira do cliente.
Para Renata Oliveira Silva, superintendente Comercial Canal Broker da CNP Seguradora, o diferencial está justamente na forma como a solução é estruturada. “O Seguro de Vida em Grupo continua sendo uma solução muito relevante para empresas, mas o diferencial está na forma como o corretor estrutura essa proposta. Quando ele entende a realidade do cliente e constrói uma solução aderente, deixa de atuar apenas como vendedor e passa a ser um parceiro estratégico da empresa”, afirma.
Segundo ela, o produto também pode abrir espaço para o fortalecimento do relacionamento comercial dentro do segmento empresarial. “Para o corretor, o Vida em Grupo pode ser uma porta de entrada importante no segmento empresarial. A partir dele, é possível iniciar uma relação consultiva, acompanhar a evolução das necessidades do cliente e ampliar a atuação dentro da conta ao longo do tempo”, diz.
A estruturação da proposta envolve uma análise que considera o porte da empresa, segmento de atuação, perfil dos colaboradores, benefícios já existentes e objetivos da contratação. Dependendo da necessidade do cliente, o seguro pode ser utilizado como mecanismo de proteção financeira, valorização dos funcionários ou complemento da política de benefícios corporativos.
Guilherme Menezes Coelho
No aspecto técnico, a construção da solução exige equilíbrio entre proteção oferecida, viabilidade da operação e sustentabilidade da carteira. Para Guilherme Menezes Coelho, head de Produtos e Atuarial da CNP Seguradora, o corretor desempenha papel relevante nesse processo justamente pela proximidade com o cliente.
“A estruturação de um Seguro de Vida em Grupo exige uma leitura cuidadosa do perfil da empresa e do grupo segurado. Aspectos como porte, composição do grupo, capitais contratados e coberturas escolhidas são fundamentais para que a solução seja aderente e tecnicamente equilibrada”, afirma.
Ele destaca que a troca de informações entre corretor, empresa e seguradora influencia diretamente na qualidade da proposta. “O corretor tem um papel importante nesse processo, porque está próximo do cliente e consegue captar informações essenciais para uma boa estruturação da proposta. Essa proximidade contribui para soluções mais adequadas e para uma melhor experiência da empresa”, explica.
O segmento de pequenas e médias empresas aparece como um dos principais espaços de crescimento para o Vida em Grupo. Muitas PME’s ainda estão em processo de estruturação dos seus pacotes de benefícios e buscam soluções compatíveis com sua capacidade financeira.
Nesse contexto, a atuação consultiva ganha relevância. “No segmento PME, esse tipo de assessoria é ainda mais importante. Muitas empresas querem oferecer benefícios aos colaboradores, mas precisam de orientação para encontrar soluções viáveis, acessíveis e adequadas à sua realidade”, afirma Renata.
Além da contratação inicial, o acompanhamento contínuo da carteira também se tornou parte importante da estratégia dos corretores que atuam no segmento empresarial. Revisões de cobertura, atualização de capitais segurados e adequação das soluções ao crescimento das empresas ampliam as oportunidades de relacionamento de longo prazo.
Para Guilherme, uma proposta bem estruturada tende a gerar resultados mais consistentes para todos os envolvidos. “Quando o Vida em Grupo é bem estruturado, ele deixa de ser uma solução padronizada e passa a refletir as necessidades específicas daquele grupo. Isso aumenta a qualidade da proposta e fortalece a relação entre corretor, empresa e seguradora”, conclui.
Corretores interessados em conhecer melhor as soluções de Seguro de Vida em Grupo da CNP Seguradora e as oportunidades de atuação no segmento empresarial podem acessar a página dedicada ao canal corretor: Canal Corretoras CNP Seguradora.
]]>Latin Re inaugura novo endereço em São Paulo
https://revistaapolice.com.br/2026/05/latin-re-inaugura-novo-endereco-em-sao-paulo/
Mon, 18 May 2026 17:00:33 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139433EXCLUSIVO – A Latin Re apresentou seu novo espaço com a proposta de transformar o ambiente físico em um ponto de encontro voltado à construção e fortalecimento de relacionamentos com clientes e parceiros do mercado. A iniciativa ocorre em um momento em que o setor enfrenta desafios ligados ao atual ciclo de soft market e […]
]]>EXCLUSIVO – A Latin Re apresentou seu novo espaço com a proposta de transformar o ambiente físico em um ponto de encontro voltado à construção e fortalecimento de relacionamentos com clientes e parceiros do mercado. A iniciativa ocorre em um momento em que o setor enfrenta desafios ligados ao atual ciclo de soft market e à pressão sobre margens de negócios. Ela inaugurou seu novo escritório em São Paulo dia 14 de maio com um evento que reuniu seus 67 colaboradores, e colocou o mote “Pessoas que se importam fazem melhor” para funcionar. Com mais de R$ 2 bi em prêmios emitidos desde 2019, a empresa agora olha para o futuro.
Felipe Aragão, CCO da Latin Re, quando a empresa alugou o espaço e começou a sua adaptação, pensou em fazer um espaço de interação para relacionamento. “Há mais cadeiras fora das baias do que dentro. Investimos em espaços de relacionamento e cada ambiente foi pensado nisso”. O novo ambiente foi desenhado para estimular encontros, conexões e ampliar a interação entre a companhia, clientes e profissionais do mercado.
Segundo Juliana Souza, COO da empresa, explicou que a mudança não representa apenas uma alteração de endereço, mas a materialização de uma cultura organizacional baseada em proximidade e relacionamento. “Na verdade, não é nenhuma questão de mudança, mas eu acho que a gente consegue materializar o que acreditamos, que é a construção das relações”, ressaltou.
Ela acrescentou que a proposta é transformar o local em um espaço contínuo de convivência e desenvolvimento de negócios. “Vai ser aqui que a gente vai vibrar, construir, conquistar e celebrar as nossas vitórias”, disse Juliana.
Ao comentar as perspectivas para 2026, Juliana Souza destacou que ainda é cedo para conclusões mais definitivas, mas avaliou que o mercado já apresenta sinais claros de um ambiente mais desafiador. “O ano de 2026 tem sido um ano desafiador, de muitas adequações, tanto de momento quanto de mercado. A gente tem falado muito que é um momento de soft market, mas também é um período de trabalho duro”, ponderou.
Na avaliação da executiva, embora empresas estejam habituadas a ambientes competitivos, o atual cenário exige maior esforço operacional e capacidade de diferenciação. “É muito mais difícil trabalhar no soft market por uma questão de margem. As margens ficam muito reduzidas e o preço acaba sendo a variável mais importante. No hard market é muito fácil todo mundo se destacar e as empresas se darem bem. No ambiente de soft market, só sobrevive quem é bom. Eu acho que isso também é uma oportunidade para nós”, concluiu.
]]>Bradesco Seguros detalha Seguro Auto One em videocast
https://revistaapolice.com.br/2026/05/bradesco-seguros-detalha-seguro-auto-one-em-videocast/
Mon, 18 May 2026 15:29:08 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139427“Uma das mudanças mais marcantes dos últimos anos está na forma como as pessoas se locomovem. Os clientes estão mais exigentes e conectados. Foi nesse contexto que nasceu o Bradesco Seguro Auto One”. Assim destacou Leonardo Freitas, Diretor Comercial da Bradesco Seguros, ao apresentar o tema do mais recente episódio do videocast “Com Você Corretor”, […]
]]>“Uma das mudanças mais marcantes dos últimos anos está na forma como as pessoas se locomovem. Os clientes estão mais exigentes e conectados. Foi nesse contexto que nasceu o Bradesco Seguro Auto One”. Assim destacou Leonardo Freitas, Diretor Comercial da Bradesco Seguros, ao apresentar o tema do mais recente episódio do videocast “Com Você Corretor”, já disponível no canal do YouTube da Seguradora. Ao lado do Diretor de Produtos da Companhia, Saint’Clair Lima, o executivo apresentou as principais características do produto, que já está disponível para comercialização.
Lançado inicialmente em projeto piloto, o Seguro Auto One é um produto premium da Bradesco Seguros, voltado a veículos com valor a partir de R$ 300 mil. Saint’Clair participou ativamente do seu desenvolvimento e destaca que o produto nasceu a partir de uma análise criteriosa do mercado de alto padrão. “Começamos com pesquisas junto aos corretores e ao mercado. O grande diferencial do produto é que deixamos de focar apenas no bem segurado e passamos a olhar mais para o cliente. Buscamos entender suas necessidades, o ambiente em que vive e seu comportamento”, explica.
Nesse contexto, o produto reúne uma série de diferenciais que fortalecem sua proposta de valor e podem servir como importantes argumentos de venda para os corretores. Ao longo do episódio, os executivos destacam, entre outros pontos, a isenção de franquia no primeiro sinistro em casos de risco coberto e a ampla oferta de assistências.
“A frequência de acionamento de assistências nos seguros é de quase 40%”, explica Saint’Clair. Segundo ele, entre os destaques do Seguro Auto One estão o serviço de motorista anjo, o limite de cobertura de até R$ 30 mil para bens deixados no interior do veículo e a assistência residencial diferenciada.
Leonardo Freitas ressalta ainda que o novo seguro integra o selo “Você Pediu, a Gente Fez” e reforça a importância dos roadshows realizados pela Companhia para a construção de soluções mais alinhadas ao mercado. “Esses encontros são oportunidades de ouvir os corretores, coletar inputs e entender suas demandas. Esse tema surgiu de forma recorrente em diferentes regiões do Brasil”, afirma.
]]>Brasesul 2027 acelera preparativos para edição em SC
https://revistaapolice.com.br/2026/05/brasesul-2027-acelera-preparativos-para-edicao-em-sc/
Mon, 18 May 2026 14:53:34 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139423Falta exatamente um ano para o Brasesul 2027, um dos principais encontros do mercado segurador da região Sul. Nos dias 20 e 21 de maio, Joinville (SC) receberá corretores de seguros, seguradoras, lideranças e executivos do setor para uma programação voltada à capacitação, networking e troca de experiências. Realizado pela união entre Sincor-SC, Sincor-PR e […]
]]>Falta exatamente um ano para o Brasesul 2027, um dos principais encontros do mercado segurador da região Sul. Nos dias 20 e 21 de maio, Joinville (SC) receberá corretores de seguros, seguradoras, lideranças e executivos do setor para uma programação voltada à capacitação, networking e troca de experiências.
Realizado pela união entre Sincor-SC, Sincor-PR e Sincor-RS, o evento terá Santa Catarina como estado anfitrião. Os organizadores já iniciaram agendas de visitas e benchmarking em eventos nacionais e internacionais. Nesta semana, Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos, organizadora do congresso, está em Las Vegas em busca de referências sobre tecnologia, transmissão, conforto e experiência do público para a edição de 2027.
A escolha de Joinville levou em consideração fatores como infraestrutura, mobilidade e capacidade de receber grandes eventos corporativos. Considerada uma das principais economias do Sul do país, a cidade conta com rede hoteleira consolidada, estrutura gastronômica e logística para receber participantes de diferentes regiões do Brasil.
O Brasesul 2027 será realizado na Expoville, centro de convenções localizado às margens da BR-101. O espaço possui mais de 210 mil m² de área total e capacidade para até 2 mil veículos, sendo utilizado para feiras, congressos e eventos corporativos de grande porte.
Além da infraestrutura do complexo, a localização também foi considerada estratégica pela proximidade com aeroportos da região Sul, facilitando o deslocamento dos participantes. A organização informou que novas informações sobre programação, palestrantes, inscrições e demais atividades do evento serão divulgadas nos próximos meses.
]]>Zurich aposta em cultura corporativa para fortalecer marca empregadora
https://revistaapolice.com.br/2026/05/zurich-aposta-em-cultura-corporativa-para-fortalecer-marca-empregadora/
Mon, 18 May 2026 14:39:08 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139420Ao transformar cultura em experiência concreta, a Zurich aproxima colaboradores, famílias e valores corporativos para fortalecer sua marca empregadora no setor
]]>A Zurich Seguros vem ampliando sua estratégia de marca empregadora ao investir em iniciativas voltadas à experiência dos colaboradores, flexibilidade no trabalho e fortalecimento da cultura corporativa. O movimento acompanha uma transformação mais ampla do mercado de seguros, marcada pelo avanço da tecnologia, novos modelos de trabalho e maior foco em bem-estar, desenvolvimento e pertencimento.
De acordo com o estudo Randstad Employer Brand 2025, progressão de carreira, remuneração, benefícios, ambiente de trabalho e equidade estão entre os principais fatores considerados pelos profissionais na escolha de um empregador. Já levantamento da Onhappy sobre employer branding no Brasil aponta que 44% dos entrevistados enxergam a proposta de valor oferecida pelas empresas como a estratégia mais eficaz para fortalecimento da marca empregadora.
É nesse cenário que a Zurich Seguros acompanha a transformação do mercado de seguros, impulsionada por inovação e tecnologia aos novos modelos de trabalho, além de reforçar a importância de uma experiência de trabalho mais flexível e acolhedora às pessoas. Para a companhia, isso significa fortalecer uma cultura baseada em pertencimento, mantendo a experiência humana como ponto central da relação entre empresa e colaboradores.
O Dia da Família Zurich está inserido nesta agenda, evento bianual criado para aproximar colaboradores e familiares de valores que fazem parte da cultura da companhia. A iniciativa concretiza a estratégia da Zurich, que busca tornar a cultura corporativa mais próxima e conectada às histórias pessoais de seus colaboradores.
“Marca empregadora é construída a partir da experiência real, quando a cultura da empresa ultrapassa produtos e processos estruturais e chega ao coração das pessoas. Por isso, iniciativas como o Dia da Família são tão significativas, porque revelam, de maneira próxima e genuína, os valores que sustentam a companhia todos os dias”, afirma Sandra Lima, superintendente de Marketing e Comunicação da Zurich Seguros.
Após o sucesso da última edição, realizada em 2024, o Dia da Família Zurich terá neste ano um formato ampliado, com uma programação imersiva ao longo do dia. Cada colaborador poderá levar até 3 familiares para conhecer o escritório, participar de dinâmicas preparadas especialmente para o encontro e realizar um tour pela empresa. Mais do que abrir as portas do escritório, a proposta é compartilhar com as famílias o espaço onde tantas jornadas profissionais são construídas.
“Quando recebemos as famílias na Zurich, reconhecemos algo essencial: as pessoas não chegam ao trabalho separadas de suas histórias. O Dia da Família é uma oportunidade de celebrar essas trajetórias e compartilhar, de forma próxima, a cultura que construímos todos os dias”, afirma Mônica Matias, superintendente de Desenvolvimento & Talentos da Zurich Seguros.
A Zurich Seguros tem reforçado seu posicionamento como a “nova geração de seguros”, conceito que combina inovação, simplicidade, sustentabilidade e transparência à solidez de uma companhia com mais de 150 anos de atuação global. Esse direcionamento também orienta a experiência dos colaboradores, com práticas que valorizam autonomia, desenvolvimento contínuo, inclusão e cuidado integral.
Para a companhia, fortalecer a marca empregadora passa por transformar esses compromissos em vivências concretas. Ao investir em modelos de trabalho flexíveis, bem-estar, oportunidades de crescimento e ambientes mais inclusivos, a empresa amplia facilita a rotina dos profissionais e aprofunda a conexão entre colaboradores, cultura e experiência de trabalho.
Entre as histórias reais que reforçam essa narrativa está a do Ricardo Fonseca, profissional que construiu uma trajetória de 35 anos de desenvolvimento na Zurich e representa, na prática, a força de uma cultura que valoriza confiança e oportunidades crescimento de longo prazo.
“Entrei na companhia como office boy e construí toda a minha trajetória profissional dentro da Zurich. Ao longo desses anos, encontrei lideranças que acreditaram no meu potencial, me incentivaram a aprender, crescer e assumir novos desafios. Hoje, ocupando um cargo de superintendência, olho para essa trajetória com muito orgulho, porque ela representa não só o meu desenvolvimento profissional, mas também uma relação de confiança construída ao longo da vida. Fazer parte de uma empresa genuinamente preocupada com as pessoas, que oferece oportunidades reais de crescimento e permite que cada profissional construa sua própria carreira, faz com que a cultura deixe de ser discurso e se torne uma experiência concreta no dia a dia”, afirma Ricardo Fonseca, superintendente de Produtos da Zurich Seguros.
Sua trajetória mostra como a experiência profissional pode se transformar em orgulho de pertencer. Quando uma história cresce junto com a empresa, a cultura deixa de ser discurso e passa a ser vivida.
Em 2025, 75% das vagas abertas pela Zurich foram preenchidas por talentos internos. Além disso, o tempo médio de casa dos colaboradores é de seis anos, indicador que sinaliza consistência na construção de vínculos e oportunidades de carreira. A companhia também investe na atração de talentos em início de carreira, com programa de estágio afirmativo e índice de 31% de efetivação em 2025, ampliando as possibilidades de crescimento profissional dentro da empresa.
“Desenvolvimento interno não acontece por acaso. Ele depende de escuta ativa, confiança, oportunidades reais e lideranças preparadas para apoiar diferentes momentos de carreira. Nosso compromisso é criar um ambiente em que cada pessoa possa evoluir com consistência, qualidade de vida e senso de pertencimento”, afirma Mônica Matias, superintendente de Desenvolvimento & Talentos da Zurich Seguros.
Essa lógica também se conecta ao Jeito Z, linguagem cultural da companhia que valoriza autonomia, agilidade, diversidade e foco no cliente. Mais do que um conceito interno, ele orienta práticas que fortalecem a experiência dos colaboradores e tornam a empresa mais atrativa para talentos que desejam construir carreira no setor.
Resultados na prática e benefícios diferenciados
Entre os diferenciais da seguradora estão a jornada híbrida, com ida ao escritório duas vezes por semana, a flexibilidade de entrada e o Zurich Sem Fronteiras, que permite trabalhar de qualquer lugar do Brasil ou do exterior por até 25 dias úteis ao ano.
Na prática, essas medidas reforçam a confiança como base das relações de trabalho e se somam a ações de bem-estar, saúde emocional e acolhimento, como suporte psicológico, terapia online, programa de assistência ao colaborador e iniciativas voltadas à qualidade de vida, parentalidade, gestação e retorno ao trabalho.
O desenvolvimento também ocupa papel central nessa estratégia, com investimentos na UniZurich, plataformas de aprendizagem, trilhas de capacitação e movimentações internas que ampliam repertório e experiência. A agenda de diversidade e inclusão é fortalecida por grupos de afinidade voltados a gênero, equidade étnico-racial, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, traduzindo a cultura em práticas percebidas no dia a dia.
Para acompanhar a efetividade dessas iniciativas, são monitorados indicadores como retenção, rotatividade (turnover), tempo de casa, mobilidade interna e engajamento, além de pesquisas que orientam planos de ação junto às lideranças. A consistência dessa agenda já se reflete em resultados como o reconhecimento no ranking GPTW Brasil, em que a empresa figurou entre as melhores seguradoras para trabalhar, com destaque à jornada de trabalho flexível.
Resultados como esses mostram a força de uma cultura que transforma confiança, cuidado e pertencimento em experiências reais, capazes de fortalecer vínculos e tornar a marca empregadora mais competitiva em um mercado cada vez mais disputado.
]]>Minha Casa, Minha Vida impulsiona seguro habitacional
https://revistaapolice.com.br/2026/05/minha-casa-minha-vida-impulsiona-seguro-habitacional/
Mon, 18 May 2026 14:25:18 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139417O mercado de seguro habitacional começou 2026 em ritmo de crescimento no Brasil, refletindo o avanço do crédito imobiliário e os efeitos das novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que entraram em vigor em abril deste ano. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que os prêmios emitidos pelo segmento cresceram […]
]]>O mercado de seguro habitacional começou 2026 em ritmo de crescimento no Brasil, refletindo o avanço do crédito imobiliário e os efeitos das novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que entraram em vigor em abril deste ano. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que os prêmios emitidos pelo segmento cresceram 11,3% no primeiro bimestre, somando R$ 1,4 bilhão no período.
Elaine Fraqueta, presidente da Comissão de Habitacional da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg), explica que o seguro habitacional, que é obrigatório em financiamentos imobiliários, funciona como uma proteção financeira para famílias e instituições financeiras em casos como morte, invalidez permanente e danos físicos ao imóvel. “O desempenho do segmento acompanha o aumento da contratação de crédito imobiliário no País e a ampliação do alcance do programa habitacional federal”, disse.
A CNseg projeta crescimento de 12,8% para o seguro habitacional ao longo de 2026, impulsionado principalmente pela expansão do Minha Casa, Minha Vida e pelo aumento da oferta de crédito com recursos do FGTS e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
As novas regras do programa passaram a valer em abril e ampliaram tanto as faixas de renda quanto os limites dos imóveis financiáveis. A renda máxima elegível chegou a R$ 13 mil mensais na faixa 4, enquanto o teto dos imóveis financiáveis passou para até R$ 600 mil, dependendo da modalidade.
Além disso, o Conselho Curador do FGTS aprovou um orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação em 2026, incluindo R$ 12,5 bilhões destinados a descontos habitacionais. A medida é considerada uma das principais apostas do governo federal para ampliar o acesso à moradia e estimular o setor da construção civil.
O governo também mantém a meta nacional de contratar 2 milhões de moradias até 2026 no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. Na avaliação do mercado, a ampliação das regras tende a aumentar o número de famílias aptas ao financiamento imobiliário e ampliar o volume de imóveis enquadrados nas condições subsidiadas ou com juros reduzidos.
O crescimento do seguro habitacional aparece como um dos reflexos diretos desse movimento. Como a contratação da apólice é vinculada aos financiamentos imobiliários, o avanço do crédito tende a elevar também a demanda por proteção financeira relacionada aos imóveis.
“O cenário reforça o papel do seguro habitacional dentro da cadeia imobiliária brasileira, atuando como mecanismo de proteção patrimonial e segurança financeira em um momento de retomada do mercado de habitação no País”, conclui a porta-voz da FenSeg.
]]>Allianz Partners anuncia nova estrutura global em Saúde
https://revistaapolice.com.br/2026/05/allianz-partners-anuncia-nova-estrutura-global-em-saude/
Mon, 18 May 2026 14:19:15 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139414A Allianz Partners anunciou quatro nomeações para cargos de liderança em sua linha de negócios de Saúde. Segundo a companhia, as mudanças fazem parte da estratégia de atuação orientada por segmentos, com foco em atendimento ao cliente, desempenho comercial e expansão internacional. Marco Fattori foi nomeado Líder Global de Benefícios Corporativos para Funcionários. O executivo […]
]]>A Allianz Partners anunciou quatro nomeações para cargos de liderança em sua linha de negócios de Saúde. Segundo a companhia, as mudanças fazem parte da estratégia de atuação orientada por segmentos, com foco em atendimento ao cliente, desempenho comercial e expansão internacional.
Marco Fattori foi nomeado Líder Global de Benefícios Corporativos para Funcionários. O executivo será responsável pela estratégia global da área de benefícios corporativos, supervisionando a gestão de contas e atividades comerciais em diferentes regiões. Marco se reportará a Giovanni di Meo, Diretor Comercial de Saúde e Benefícios.
O executivo iniciou sua trajetória na Allianz SE no departamento de Recursos Humanos do grupo e ingressou na Allianz Global Benefits em 2014. Desde então, ocupou funções de liderança nas áreas de gestão de contas e vendas na Europa, além de atuar mais recentemente como Chefe de Gestão de Licitações de Benefícios para Funcionários.
Já Gordon Delaney assume o cargo de Líder Global de Seguro de Vida para Empresas (IPMI). O executivo ficará responsável pela estratégia do segmento corporativo de IPMI, incluindo crescimento comercial, desenvolvimento de pipeline global e integração com as áreas de vendas, gestão de contas e subscrição. Gordon também se reportará a Giovanni di Meo.
Antes de retornar à Allianz Partners, Gordon atuava na Cigna Healthcare como Diretor de Vendas da divisão de Organizações Internacionais. O executivo acumula mais de 20 anos de experiência no mercado internacional de seguros de saúde, com passagens pela própria Allianz Partners, além da AXA Global Healthcare.
Cyril Samson foi nomeado Líder de Vendas do Segmento de Benefícios para Funcionários na Europa. O executivo será responsável pela coordenação da entrega de produtos e serviços para clientes multinacionais, além da gestão de contas estratégicas e relacionamento com corretores na região. Cyril se reportará a Liam Hughes, Diretor Regional de Vendas e Distribuição para a Europa, Saúde e Benefícios.
Com trajetória ligada à Allianz Global Benefits desde 2004, Cyril atuou recentemente na liderança das equipes de vendas e gestão de contas para soluções multinacionais de risco e previdência privada. Antes disso, foi Diretor de Benefícios Internacionais para Funcionários na Gerling Pensions Management.
Paul Hogan foi nomeado Gerente Sênior de Vendas para o segmento de Benefícios para Funcionários no Reino Unido. Na função, ficará responsável pela estratégia comercial da área, relacionamento com clientes globais e desenvolvimento de novas oportunidades de negócios. O executivo também se reportará a Liam Hughes.
Paul ingressou na Allianz em 2017, após passagem pela Mapfre, onde atuou como Gerente Comercial Regional para a região MENA. Desde então, exerceu funções de liderança na área de Saúde Internacional da companhia, com foco em gestão de contas e relacionamento com corretoras.
Ao comentar as nomeações, David Myers, Diretor Global de Vendas e Gestão de Contas-Chave da Allianz Partners. “Temos o prazer de anunciar quatro novas nomeações para cargos de liderança em nossa equipe global de vendas. Marco, Cyril, Gordon e Paul trazem consigo um conhecimento e uma experiência imensos do setor, que serão inestimáveis para alcançarmos nossas ambições de crescimento.”
“O nosso foco daqui para a frente é a forma como implementamos, coordenamos e aproveitamos toda a força da Allianz através de uma abordagem orientada por segmentos. Isto permitir-nos-á consolidar a Allianz como um verdadeiro balcão único para corretores e clientes de seguros de saúde e benefícios, garantindo uma proposta consistente, escalável e única em todos os mercados”.
]]>Setor segurador busca conexão com público maduro
https://revistaapolice.com.br/2026/05/setor-segurador-busca-conexao-com-publico-maduro/
Mon, 18 May 2026 12:33:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139408EXCLUSIVO – O Brasil envelhece mais rápido do que o mercado segurador consegue se adaptar, pois enquanto a população acima dos 50 anos concentra patrimônio, renda e decisões financeiras familiares, boa parte desse público ainda percebe o seguro como um produto distante, excessivamente técnico e pouco conectado às suas necessidades reais. Em um cenário de […]
]]>EXCLUSIVO – O Brasil envelhece mais rápido do que o mercado segurador consegue se adaptar, pois enquanto a população acima dos 50 anos concentra patrimônio, renda e decisões financeiras familiares, boa parte desse público ainda percebe o seguro como um produto distante, excessivamente técnico e pouco conectado às suas necessidades reais. Em um cenário de aumento da expectativa de vida e transformação do perfil de consumo da população madura, o setor começa a enfrentar um desafio que vai além da distribuição de produtos: reposicionar o seguro dentro da agenda da longevidade.
A discussão ganha força em um momento em que a chamada economia prateada domina como uma das principais forças de consumo do país, além de ser uma nova realidade populacional. Hoje, consumidores maduros movimentam cerca de R$ 1,8 trilhão no Brasil, representando aproximadamente 24% do consumo privado nacional. Ao mesmo tempo, cresce a percepção de que o mercado segurador ainda opera, em muitos casos, com produtos padronizados, comunicação genérica e pouca segmentação voltada às diferentes fases do envelhecimento.
Para Marcos Ferreira, especialista em longevidade, pós-carreira e mercado de seguros, existe um descompasso entre a velocidade de envelhecimento da população e a forma como o setor ainda estrutura suas soluções. Segundo ele, embora as seguradoras tenham evoluído na simplificação de jornadas e desenvolvimento de produtos, ainda existe dificuldade em compreender as diferenças de comportamento dentro do próprio público maduro.
“O que funciona para uma pessoa de 50 anos é diferente do que pode funcionar para alguém de 60, 70 ou 80 anos. O que percebo ainda é uma oferta adaptada de produtos de prateleira, sem a segmentação e personalização adequadas para a população madura”, afirma.
A distância entre o setor e o público 50+ não está apenas nos produtos, mas também na forma como o seguro ainda é comunicado. Historicamente marcado por linguagem técnica, excesso de regulamentação e foco operacional, o mercado segurador ainda enfrenta dificuldades para transformar proteção financeira em algo tangível, cotidiano e conectado à experiência de vida dos consumidores maduros.
Na avaliação de Marcos, um dos principais erros do setor está justamente na forma como parte das companhias ainda enxerga esse consumidor. “O setor vem evoluindo no sentido de vencer a comunicação excessivamente técnica ou regulamentada, mas ainda existem estereótipos importantes. Muitas vezes se ignora que o público 50+ é digital, conectado e utiliza tecnologia no dia a dia”, explica.
A falta de representatividade também aparece como um fator relevante nesse distanciamento. Pesquisas indicam que consumidores maduros ainda sentem ausência de produtos, serviços e campanhas efetivamente pensadas para suas necessidades e estilo de vida. “No estudo Tsunami Latam, 55% das pessoas acima de 50 anos afirmam sentir falta de produtos, serviços e comunicações desenvolvidas para elas. Esse é um público exigente, que valoriza transparência, clareza e argumentos racionais”, levanta o especialista.
Economia prateada expõe potencial
Apesar da dificuldade de conexão, o mercado já reconhece o peso econômico desse segmento. O envelhecimento da população brasileira vem alterando progressivamente a distribuição de renda, patrimônio e capacidade de consumo, concentrando ativos financeiros justamente entre consumidores mais maduros. “Estamos falando de um segmento que já movimenta R$ 1,8 trilhão no Brasil e representa cerca de 24% do consumo privado. Esse valor deve dobrar nos próximos anos”, explica.
Na visão de Marcos, o mercado financeiro já compreende que a maior parte da poupança e dos ativos está concentrada em pessoas acima de 55 ou 60 anos. Ainda assim, o setor segurador continua subexplorando parte desse potencial, especialmente ao insistir em modelos padronizados de oferta.
Mais do que uma mudança demográfica, o envelhecimento populacional também vem alterando a própria lógica de consumo de proteção financeira, pois a grande transformação da longevidade atual não está apenas em viver mais, mas em como viver melhor durante essas décadas adicionais. “Estamos vivendo uma revolução da longevidade. O grande desafio deixou de ser apenas aumentar a expectativa de vida e passou a ser garantir qualidade nesses anos adicionais”, destaca.
Na prática, isso significa que consumidores maduros passaram a buscar previsibilidade financeira, autonomia e planejamento de longo prazo para sustentar duas ou até três décadas adicionais de vida ativa. Nesse cenário, o seguro deixa de ocupar apenas um papel ligado à indenização ou proteção contra morte e passa a integrar discussões mais amplas sobre qualidade de vida, saúde, pós-carreira, independência financeira e gestão patrimonial.
Segundo o estudo da Hype60+, ainda existe uma diferença relevante entre o que as seguradoras oferecem e o que esse público efetivamente procura em termos de assistência, proteção e serviços. “Cerca de 45% dos maduros sentem que os produtos ainda não são desenvolvidos pensando em suas necessidades. O setor precisa entender melhor o comportamento de compra desse consumidor e se antecipar com soluções preventivas e de melhora da qualidade de vida”, afirma.
Digitalização aproxima, mas também pode afastar
A transformação digital também passou a ocupar papel central nessa relação entre seguradoras e consumidores maduros. Embora parte do mercado ainda associe envelhecimento a baixa familiaridade tecnológica, o comportamento do público 50+ mostra um cenário mais complexo.
Segundo Marcos Ferreira, a tecnologia pode tanto aproximar quanto afastar consumidores maduros, dependendo da forma como é aplicada. “A digitalização pode oferecer jornadas mais simples e convenientes, mas também pode criar excesso de etapas, telas e processos complexos. O consumidor maduro valoriza simplicidade e fluidez”, explica.
Dados do 1º Anuário Mosaic Insights, da Serasa Experian, mostram que cerca de 64% dos consumidores maduros de alta renda possuem presença digital ativa. Para o especialista, o problema não está na tecnologia em si, mas na falta de adaptação da experiência digital ao perfil desse público.
Nesse ambiente, startups e insurtechs passaram a ganhar espaço ao simplificar linguagem, jornada e contratação de seguros, especialmente em nichos ligados à longevidade e prevenção. Marcos Ferreira pontua que empresas mais novas conseguem avançar com maior velocidade justamente por nascerem sem os legados tecnológicos e culturais das grandes companhias tradicionais. “As startups têm vantagem de agilidade porque surgem focadas em resolver dores específicas sem carregar estruturas antigas. Hoje vemos soluções ligadas à prevenção de quedas, monitoramento remoto e gestão de doenças crônicas sendo desenvolvidas com velocidade muito maior”, pontua. Apesar disso, ele acredita que o mercado ainda tende a buscar equilíbrio entre inovação e confiança institucional. “O público maduro valoriza muito a solidez e reputação de uma marca. O ideal é um mix entre a confiança das seguradoras tradicionais e a capacidade de inovação das insurtechs” complementa.
Em meio a essa transformação, o papel do corretor também tende a mudar.O envelhecimento da população deve ampliar ainda mais a relevância da consultoria personalizada e da construção de relacionamento de confiança.
Na avaliação do especialista, consumidores maduros tomam decisões menos impulsivas e valorizam reputação, proximidade e compreensão das diferentes fases da vida financeira. Nesse contexto, a tecnologia tende a funcionar como complemento, mas não substitui completamente a construção de vínculo humano. “O público maduro valoriza confiança e relacionamento. Um profissional que compreenda ciclos de vida, pós-carreira e planejamento financeiro possui um diferencial que a tecnologia sozinha não substitui”, comenta.
Olhando para o futuro, Marcos Ferreira firma os próximos anos devem acelerar uma transformação mais ampla no próprio conceito de seguro. Em vez de atuar apenas como mecanismo de indenização, o setor tende a se aproximar de um modelo mais multidimensional, conectado à prevenção, qualidade de vida, assistência contínua e organização patrimonial.
Na avaliação, os produtos mais relevantes dentro da agenda da longevidade serão justamente aqueles ligados à proteção da vida humana, como saúde, vida, previdência e soluções residenciais, mas combinados a serviços preventivos e iniciativas voltadas à manutenção da autonomia e da capacidade cognitiva.
“Vejo grande potencial em soluções voltadas à melhora da qualidade de vida, prevenção de doenças crônicas, manutenção da interação social e renovação de conhecimento. As apólices serão os meios para entregar essas soluções”, conclui.
Mais do que adaptar produtos, o desafio do setor segurador passa a envolver uma mudança mais profunda de linguagem, posicionamento e compreensão sobre envelhecimento. Em um país que envelhece rapidamente, o seguro começa a deixar de ser apenas proteção financeira para assumir um papel cada vez mais ligado à autonomia, previsibilidade e construção de uma longevidade mais ativa.
]]>Seguro auto paga R$ 6 bi em indenizações no bimestre
https://revistaapolice.com.br/2026/05/seguro-auto-paga-r-6-bi-em-indenizacoes-no-bimestre/
Mon, 18 May 2026 12:14:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139405Maio Amarelo reforça debate sobre segurança no trânsito após alta de acidentes e R$ 6 bilhões pagos em indenizações no bimestre
]]>O movimento Maio Amarelo, voltado à conscientização para a redução de sinistros de trânsito, ganha relevância em 2026 em um cenário de aumento de acidentes graves e pressão crescente sobre os custos da mobilidade no país. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que, apenas no primeiro bimestre deste ano, as indenizações do seguro automóvel somaram R$ 6 bilhões, alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025.
No consolidado do ano passado, o segmento registrou R$ 35,6 bilhões em indenizações pagas, refletindo tanto a frequência de ocorrências quanto o aumento do custo médio dos sinistros no Brasil. O volume reforça o papel do seguro como instrumento de proteção financeira em um ambiente de risco ampliado.
O cenário de 2026 ajuda a dimensionar esse contexto. Durante o Carnaval – um dos períodos de maior fluxo nas rodovias brasileiras – o país registrou o feriado mais letal da última década. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram contabilizadas 130 mortes entre os dias 13 e 18 de fevereiro, aumento de 52,9% em comparação com as 85 mortes registradas no mesmo período de 2025.
Criado em 2014 e inspirado em diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito, o Maio Amarelo mobiliza poder público, iniciativa privada e sociedade civil em torno da redução de acidentes e da promoção de comportamentos mais seguros nas vias. A campanha chama atenção para fatores de risco como excesso de velocidade, distração ao volante e desrespeito às leis de trânsito.
Nesse contexto, o presidente da Comissão de Auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Jaime Soares, destaca que o seguro automóvel exerce papel importante não apenas na proteção patrimonial, mas também na redução dos impactos financeiros decorrentes de acidentes. “Além de cobrir danos por colisão, roubo, furto, incêndio e eventos naturais, como alagamentos, o seguro ajuda famílias e empresas a enfrentar custos que podem comprometer seriamente o orçamento, inclusive em ocorrências de menor gravidade”, afirma.
Com o aumento da complexidade dos sinistros – impulsionado tanto por fatores comportamentais quanto por eventos climáticos e pela maior circulação de veículos – o seguro passa a ocupar posição cada vez mais estratégica na resiliência financeira de motoristas e empresas.
Ao associar prevenção e proteção financeira, o Maio Amarelo amplia o debate sobre segurança viária, evidenciando que a redução de acidentes depende tanto da mudança de comportamento quanto da adoção de mecanismos capazes de minimizar os impactos dos imprevistos no trânsito.
]]>Ezze Seguros acelera Vida PME com cotador digital
https://revistaapolice.com.br/2026/05/ezze-seguros-acelera-vida-pme-com-cotador-digital/
Mon, 18 May 2026 11:30:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139402Ferramenta reduz tempo de cotação e permite emissão digital para operações com até 1.000 vidas
]]>A Ezze Seguros reforçou sua estratégia de expansão no segmento de Vida PME com o lançamento de novas iniciativas voltadas à produtividade operacional e ao relacionamento com corretores. Entre as ações estão o Cotador Ezze, plataforma digital para cotação e emissão de apólices, e a campanha Top de Vendas, que prevê 100% de agenciamento adicional sobre a primeira parcela de apólices emitidas até 31 de julho de 2026.
Segundo a companhia, a proposta combina tecnologia, automação e incentivo comercial para ampliar a autonomia operacional dos corretores e reduzir etapas burocráticas no processo de venda.
Com o Cotador, operações que antes exigiam preenchimento de formulários, envio de documentos e retorno operacional passam a ser realizadas digitalmente em poucos minutos. A plataforma permite cotação, transmissão, faturamento e movimentação de apólices de forma integrada.
A seguradora afirma estar entre as empresas do setor que oferecem cotação digital para operações de Vida PME com até 1.000 vidas e Capital Global com até 500 vidas. “O mercado exige cada vez mais velocidade e eficiência operacional. A companhia investiu fortemente na estrutura de Seguro Vida, ampliando equipes, sistemas e ferramentas para entregar mais autonomia ao corretor e acelerar os processos comerciais. Foram contratados 12 comerciais especialistas, além de investimentos em tecnologia e automação”, afirma Richard Vinhosa, CEO da Ezze Seguros.
Entre as funcionalidades disponíveis na plataforma estão faturamento automático quando não houver alteração na relação de vidas, movimentação em tempo real, janela de ajustes antes do pagamento e emissão imediata de documentos como boletos, certificados e relatórios analíticos.
Segundo a companhia, o sistema de multicálculo automatiza etapas operacionais e reduz tarefas manuais, permitindo maior produtividade e padronização dos processos. “Nosso objetivo foi entregar ao corretor uma ferramenta que lhe dê autossuficiência real nas modalidades PME e Capital Global, com a capilaridade de vidas que o mercado exige. Reduzir em até 90% o tempo gasto em operação significa devolver ao corretor o ativo mais escasso do seu dia: tempo para vender e cuidar do cliente”, destaca Marco Garutti, diretor técnico de Vida e Massificados da EZZE Seguros.
Campanha comercial
Além da plataforma digital, a companhia mantém ativa a campanha Top de Vendas. Entre 11 de maio e 31 de julho de 2026, cada apólice de Vida PME ou Capital Global emitida pelos cotadores digitais garantirá ao corretor 100% de agenciamento adicional sobre a primeira parcela.
A iniciativa busca ampliar a adesão à ferramenta digital e estimular o crescimento da carteira no segmento. “É a janela do ano para o corretor que quer crescer com a gente. Estamos incrementando a remuneração porque queremos que o parceiro experimente o ciclo completo — cotador, emissão e faturamento — e veja na prática que vender Vida PME na Ezze é mais rápido, mais simples e mais rentável”, afirma Waldecyr Schiling, diretor comercial da Ezze Seguros.
A expansão da plataforma ocorre em meio ao crescimento da companhia. Em 2025, a Ezze Seguros registrou R$ 1,9 bilhão em prêmios emitidos, avanço de 24% em relação ao ano anterior.