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]]>Uma das principais aplicações do MetaRELP é apoiar o treinamento e o desenvolvimento dos engenheiros de risco, oferecendo uma plataforma contínua de capacitação à medida que os riscos evoluem, surgem novos cenários, aumenta a complexidade operacional e ocorrem novos sinistros.
O MetaRELP também converte inspeções típicas de engenharia de riscos em visitas interativas em 3D a instalações industriais, com riscos, exposições e controles realistas. Todos os engenheiros de risco podem explorar e ser treinados em áreas-chave de um local, compreender a relação entre riscos, exposições e controles, além de visualizar como diferentes riscos podem aumentar o potencial de perdas, favorecendo um diálogo mais claro entre engenheiros de risco, clientes, corretores e subscritores. Isso fortalece o julgamento técnico em toda a comunidade internacional de engenharia de riscos da GC&C.
Outra aplicação do MetaRELP é ampliar a conscientização dos clientes por meio de simulações imersivas de incidentes em realidade aumentada. Ao demonstrar como eventos como incêndios, falhas em maquinário ou medidas inadequadas de proteção contra enchentes podem evoluir dentro de uma instalação, a plataforma torna o impacto do risco mais tangível e reforça o valor das ações preventivas, deixando as recomendações mais concretas na prática.
Matthew Day, Head de Engenharia de Riscos & Prevenção de Perdas da GC&C, comentou: “O MetaRELP reflete claramente nossa ambição de modernizar a Engenharia de Riscos e Prevenção de Perdas. Como parte do plano Next Level 2025–27 da GC&C, estamos investindo em soluções digitais escaláveis que apoiem avaliações de risco e discussões de subscrição em diferentes mercados. Recomendações pragmáticas e eficazes são fundamentais para construir resiliência e proteger nossos clientes contra incidentes; ao unir treinamento técnico e engajamento comercial, a plataforma oferece uma ferramenta poderosa para comunicar claramente riscos e estratégias eficazes de mitigação”.
A solução foi desenvolvida em colaboração com a Vection Technologies, selecionada por meio de um processo de seleção de parceiros apoiado pelo Generali Innovation Fund, que contribuiu para ampliar a escala da iniciativa. Os recursos de realidade virtual e aumentada da Vection Technologies permitem recriar digitalmente instalações industriais e simular cenários realistas de perdas, transformando avaliações técnicas de risco em experiências interativas.
Gianmarco Biagi, CEO e Chairman da Vection Technologies, afirmou: “Estamos orgulhosos de apoiar a GC&C no lançamento do MetaRELP, uma plataforma que leva a engenharia de riscos e a prevenção de perdas a uma nova dimensão imersiva. Por meio de nossas tecnologias de realidade virtual e aumentada, transformamos inspeções tradicionais de risco em visitas interativas em 3D, permitindo a simulação de cenários complexos de perdas e tornando os planos de prevenção mais claros e aplicáveis na prática.”
“O MetaRELP demonstra a escalabilidade e a versatilidade das soluções da Vection Technologies para o setor de seguros, apoiando o treinamento contínuo de engenheiros de risco e fortalecendo o diálogo entre seguradoras, clientes e corretores. Gostaria também de agradecer à liderança da GC&C pela confiança e ao Generali Innovation Fund por apoiar uma colaboração que transforma inovação tecnológica em benefícios concretos para os negócios e para a resiliência dos clientes”, completa Biagi.
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]]>The post CVG-SP debate massificação do seguro de vida appeared first on Revista Apólice.
]]>Após a abertura do evento, realizada pelo diretor da pasta de Relações com o Mercado do CVG-SP, Lupércio Biscaro Neto, gerente Nacional Comercial Vida da Tokio Marine Seguradora, o presidente do CVG-SP apresentou como primeira questão a pouca atuação dos corretores de massificados no seguro de vida. Na percepção de Kobayashi, o número de corretores que atua no ramo vida está aumentando. Ele citou o exemplo da Tokio Marine, que, em 2014, contava com apenas mil corretores com produção no seguro de vida e, hoje, já contabiliza 67% dos profissionais de sua base com vendas no ramo.
“Não importa o volume de produção, o que importa é a conscientização e o aculturamento que proporcionam a oferta do seguro de vida”, disse. Ele também se mostrou otimista em relação a abordagem do seguro de vida nas redes sociais, que, a seu ver, tem ajudado a desmistificar as coberturas do ramo. “Temos um mar de possibilidades para trabalhar o seguro de vida e oportunidades para todos”, disse.
Para Boris Ber, muitos corretores estão deixando passar a oportunidade de vender seguro de vida, que é um produto rentável para a categoria. As campanhas de vendas das seguradoras ajudam, na sua opinião, mas as corretoras também precisam investir em treinamento de pessoal e se estruturarem, inclusive com a ajuda de inteligência artificial. “Vejo corretores que vendem seguro saúde, mas não entregam uma proposta de vida, isso não faz sentido. Nossos clientes precisam dessa proteção e esperam isso de nós, corretores”, disse.
Na visão de Bernardo Castello, o mercado de seguro de vida evoluiu em produtos e processos nos últimos 20 anos, desde as mudanças regulatórias ocorridas em 2005. “Agora, estamos no momento da oferta e o corretor tem de se conscientizar da importância de oferecer, até porque novos concorrentes estão entrando no jogo da distribuição, vendendo o produto como proteção financeira”, disse. Para ele, “é hora de os corretores abrirem os olhos para as oportunidades do seguro de vida, que oferece receita adicional e recorrente”.
Questionado por Mundim sobre o papel dos canais massificados (bancos, redes varejistas, meios digitais e agentes financeiros) na venda de seguros, Kobayashi ressaltou, primeiramente, que não enxerga ameaças à existência do corretor. “Acho benéfico para o ramo, porque são players importantes falando sobre proteção além do seguro de vida, envolvendo inclusive investimentos”, disse. Ele frisou, no entanto, que “cabe ao corretor mostrar ao cliente que não se trata de substituir um produto pelo outro”.
Kobayashi acrescentou, ainda, que “o mercado continuará evoluindo e que não há necessidade de excluir canais”. Bernardo Castello também acredita que o seguro de vida oferece “um mar de oportunidades”, considerando a parcela de mais de 80% da população que ainda não têm seguro. Boris Ber reforçou que para o corretor esse universo representa a chance de mais ganhos. “Trata-se de uma receita que pode garantir a aposentadoria do corretor”, disse.
Outra pergunta apresentada foi sobre como adaptar o seguro de vida para públicos massificados. Para Kobayashi, fazer o seguro de vida chegar a um público mais amplo requer um trabalho de construção, que inclui a oferta de serviços, assistências e até o uso de IA. “As assistências e serviços são um primeiro passo para a massificação, pois conseguimos mostrar ao cliente os benefícios do seguro. Já o uso de IA abrirá muitas portas, ajudando a colocar a proposta de seguro na frente de muitos clientes”, disse.
Para Ricardo Teixeira, o caminho para a massificação do seguro de vida é a divulgação. Mas, observa que o mercado tem falhado nessa tarefa. Ele lembrou a oportunidade perdida de divulgação, durante a pandemia, da iniciativa solidária da maioria das seguradoras de indenizar sinistros provocados pela covid, um risco até então excluído das apólices. “Precisamos fazer um macro esforço de divulgação para educar a população”, disse.
Durante o evento, o CVG-SP recebeu uma placa do presidente do Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), João Paulo Moreira de Mello. “O CVG-SP sempre foi uma referência e um farol para o CSP-MG”, disse. A Bradesco Vida e Previdência, que também foi fundada em 1981, homenageou o CVG-SP com uma placa, entregue pelo diretor Comercial, Fabio Magalhães. “Reforçamos o nosso compromisso de estar ao lado do CVG-SP para um presente e um futuro melhor”, disse.
Outro fato que marcou o evento foram as boas-vindas à nova associada BRICK, empresa que atua como plataforma de gestão de agentes de IA para decisões de risco para seguradoras. O título de sócia-parceira foi entregue por Mundim para o CFO da BRICK, Thiago Paz. “Vimos que o mercado de seguros tinha muito a agregar e estamos felizes em ajudá-lo a crescer e a se revolucionar”, disse.
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]]>The post Crimes digitais elevam pressão no pós-venda mobile appeared first on Revista Apólice.
]]>O cenário acompanha o avanço das fraudes digitais envolvendo dispositivos móveis no país. Levantamento recente da BioCatch, divulgado pela CNN Brasil, apontou crescimento de 340% nos crimes digitais relacionados a celulares roubados. Hoje, os smartphones concentram aplicativos financeiros, autenticação biométrica, documentos pessoais, dados corporativos e acesso a serviços essenciais do dia a dia.
Para o Grupo PLL, a evolução tecnológica dos smartphones e a digitalização da jornada do consumidor ampliaram a responsabilidade das operações de pós-venda, especialmente em processos de logística, rastreabilidade e controle de acesso aos dispositivos.
“Além da rastreabilidade operacional, os processos de reparo passaram a incorporar etapas específicas voltadas à proteção de dados do consumidor. Atualmente, os aparelhos passam por ferramentas homologadas pelos fabricantes para sanitização segura das informações, enquanto as equipes também realizam validações relacionadas a contas ainda conectadas aos dispositivos. Quando necessário, o cliente é acionado e orientado no processo de desativação dessas contas antes da continuidade do atendimento, reforçando a segurança durante toda a jornada de reparo”, afirma Rômulo Lima, Coordenador Técnico de Desenvolvimento no Grupo PLL.
A empresa opera atualmente com capacidade para até 24 mil ordens de serviço mensais em centro próprio em São Paulo e afirma ter ampliado investimentos em protocolos internos de segurança, rastreabilidade operacional e proteção de dados ao longo da jornada de reparo.
“Hoje, o aparelho reúne praticamente toda a vida digital do consumidor. Isso exige processos cada vez mais estruturados em segurança da informação, governança operacional e conformidade”, afirma Lucas Linhares, sócio fundador do Grupo PLL.
O Grupo PLL possui certificações ISO 9001 e ISO 14001 e está em processo de obtenção da ISO 27001, padrão internacional voltado à gestão de segurança da informação.
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]]>The post Avla lucra R$ 8,6 milhões e cresce 172% em 2025 appeared first on Revista Apólice.
]]>Em 2026, a companhia projeta um crescimento de 29%, com metas estratégicas que incluem a expansão da presença em P&C com o Seguro Empresarial e o Riscos de Engenharia (líder do mercado em 2025), além de novidades no Seguro de Crédito com o lançamento da primeira LRS, acompanhando a evolução da demanda por soluções mais estruturadas de gestão de riscos e acesso ao crédito no ambiente corporativo
O desempenho acompanha a evolução da operação brasileira nos últimos anos, marcada por crescimento acelerado e fortalecimento do posicionamento no segmento B2B. Em 2025, os prêmios emitidos chegaram a R$ 703 milhões, alta de 172% em relação ao ano anterior, refletindo a ampliação da base de clientes (incluindo devedores), que cresceu 197%, e o avanço no volume de apólices emitidas, com expansão de 194%. Mais do que escala, o movimento evidencia uma mudança estrutural no negócio. A companhia tem direcionado investimentos para tecnologia e automação com o objetivo de tornar mais ágil a análise de riscos e ampliar o acesso de empresas a soluções de proteção financeira, em linha com a proposta de simplificar o seguro e o crédito corporativo. Esse modelo contribuiu para acelerar a operação sem comprometer a qualidade da subscrição.
“Os resultados de 2025 refletem uma estratégia consistente de crescimento com disciplina e foco em transparência, flexibilidade e proximidade. Conseguimos expandir a operação de forma acelerada, apoiados por tecnologia, parceiros e uma subscrição criteriosa, o que nos permitiu ganhar escala sem comprometer a qualidade da carteira. Esse avanço também está diretamente ligado à nossa capacidade de ampliar o acesso de empresas de todos os tamanhos a soluções de seguros, especialmente em um cenário em que a gestão de riscos se torna cada vez mais central para a tomada de decisão”, afirma Felippe Astrachan, CEO da Avla Brasil.
A solidez financeira acompanha esse avanço. Em um ano, os prêmios emitidos pela seguradora mais do que dobraram, passando de R$ 250 milhões para R$ 700 milhões, superando a marca de R$ 1 bilhão desde o início da operação em 2021, reforçando a capacidade de sustentar o crescimento e ampliar a atuação em diferentes frentes do mercado. O equilíbrio entre expansão e consistência também é sustentado por diversificação de carteira, eficiência operacional e apoio da estrutura global do grupo, além de práticas prudenciais alinhadas ao setor.
Expansão e perspectivas
Ao longo do ano, a empresa também avançou em marcos estratégicos relevantes. Entre eles, a consolidação entre as maiores seguradoras da América Latina em riscos financeiros, a atuação em projetos de grande porte, como o seguro de engenharia de plataformas da Petrobras, e o lançamento de soluções inéditas voltadas à ampliação do acesso ao seguro empresarial. A companhia ainda fortaleceu sua credibilidade no mercado com a obtenção do rating A-.br com perspectiva estável.
Outro ponto relevante foi a evolução do perfil dos clientes atendidos. Ao longo de 2025, com a expansão da frente de Seguros Patrimoniais com o Empresarial e o Riscos de Engenharia, tivemos um aumento expressivo de clientes, conquistando grandes redes de franquias, players relevantes do varejo, obras por todo o país e grandes contas. Essa transformação no perfil da carteira está ligada a estratégia focada em criar soluções feitas especialmente para cada perfil de cliente, evidenciando a capacidade da companhia de ampliar sua atuação para novos portes e segmentos, ao mesmo tempo em que mantém a consistência na avaliação de riscos e na entrega de soluções adaptadas às necessidades específicas de cada cliente.
Nesse contexto, a companhia também pretende aprofundar sua atuação junto a parceiros e clientes, com foco em ampliar a capilaridade da operação e evoluir continuamente sua oferta de soluções. A estratégia passa por seguir diferenciando a Avla dos demais concorrentes através de uma proximidade ímpar para o mercado, com nível de atendimento dedicado e alta compreensão dos segmentos foco de atuação, permitindo ao time criar soluções inéditas no mercado segurador e adequando às necessidades de cada cliente. Destaque para a expansão do portfólio de produtos, reforçando a proposta de valor da empresa em integrar seguros e crédito de forma mais acessível, eficiente e alinhada às necessidades das empresas em diferentes setores e estágios de crescimento.
“O Brasil hoje é um mercado estratégico dentro da nossa operação global e deve seguir como um dos principais vetores de crescimento nos próximos anos. Para 2026, nossa prioridade é avançar ainda mais nas soluções de P&C enquanto levamos o Seguro Garantia e o Seguro de Crédito a ainda mais clientes, mantendo o ritmo de expansão com solidez e ampliando nossa atuação em segmentos e soluções que ainda têm espaço relevante para desenvolvimento no país. O desempenho de 2025 nos dá uma base importante para sustentar esse crescimento com consistência”, finaliza Astrachan.
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]]>The post Insurtech Brasil: Susep reforça supervisão sobre MGAs appeared first on Revista Apólice.
]]>Iniciando o debate, Anália Brum, Insurance & Legal Director da Justos, comentou, pelo lado segurador, sobre os principais desafios das insurtechs, especialmente na transição entre modelos mais flexíveis de operação e a estrutura regulatória tradicional do setor segurador. Segundo ela, o amadurecimento exige adaptações simultâneas de sistemas, processos e governança sem interromper operações já em funcionamento. “O grande desafio é trocar a roda com o carro andando”, resumiu ao comentar o processo de transformação da Justos até a obtenção da licença definitiva para operar no mercado regulado.
A executiva destacou ainda que, após o período inicial de inovação e crescimento acelerado, o mercado passa a exigir outro nível de consistência operacional das empresas. “No começo o mercado te avalia muito pelo potencial. Depois dessa transformação, a régua muda completamente”, afirmou.
As dificuldades operacionais provocadas pela aceleração regulatória também apareceram na fala de Jailson Meireles, CEO da Confitec. Segundo ele, a principal dificuldade enfrentada atualmente por seguradoras e empresas de tecnologia está na integração entre diferentes sistemas e no cumprimento dos novos prazos ligados ao Sistema de Registro de Operações (SRO). “A palavra-chave hoje é integração”, comentou. “Fazer sistema é fácil. Fazer integração é que continua sendo o maior desafio”.
O avanço do SRO 3.0, lançado este ano, também foi levantado por Meireles que para no lado prático aumentou significativamente a pressão operacional sobre seguradoras, registradoras e empresas de tecnologia, principalmente pela necessidade de transmissão rápida e consistente das informações. O executivo pontuou ainda que o mercado inteiro atravessa um processo intenso de adaptação às novas exigências técnicas e operacionais da plataforma.
Representando o lado do regulador, Júlia Normande Lins, da Diretoria de Infraestrutura de Mercado e Supervisão de Conduta da Susep, comentou que a própria autarquia também atravessa um processo de aprendizado diante da entrada de novos modelos de negócio no setor. Exemplificando, ela destacou o Sandbox Regulatório, que funcionou como uma experiência prática tanto para as empresas participantes quanto para a própria autarquia. “O sandbox é uma caixinha de areia para as empresas e talvez principalmente para o regulador”, afirmou.
Para Júlia, muitas insurtechs que passaram pelo estágio de Sandbox chegaram ao mercado definitivo já com elevado grau de maturidade operacional e tecnológica, exigindo adaptações internas da própria Susep. Além disso, ela também fomentou que a autarquia ampliou o monitoramento sobre representantes de seguros, MGAs e plataformas digitais, principalmente em temas ligados à transparência, remuneração e potenciais conflitos de interesse na regulação de sinistros.
“O consumidor precisa saber claramente quem responde por aquela operação”, disse. Segundo ela, a Susep vem identificando situações consideradas inadequadas em modelos de remuneração ligados à negativa de sinistros, justamente por envolverem um dos momentos mais sensíveis da relação entre segurado e seguradora.
Outro tema discutido foi a respeito da Lei do Contrato de Seguro (Lei 15.040/2024), apontada pelos participantes como uma das mudanças mais relevantes das últimas décadas no setor. “A lei deixa muito claro que existe uma assimetria natural na relação entre seguradora e segurado”, afirmou Júlia Lins.
Para ela, a nova legislação traz definições mais objetivas sobre prazos, responsabilidades, ônus de prova e obrigações das partes envolvidas no contrato de seguro.
Ao final do debate, Júlia também destacou que a entrada de associações de proteção patrimonial, administradoras e cooperativas no ambiente supervisionado pela Susep representa uma das maiores transformações recentes do mercado segurador brasileiro diante de uma onda de novos entrantes. O movimento tende a ampliar o acesso ao seguro e obrigará todo o setor a se adaptar. “Essa transformação vai impactar todo mundo que faz parte do mercado”, concluiu.
Nicholas Godoy, de São Paulo
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]]>Durante a palestra “Overview Regulatório 2026: Perspectivas para o Mercado de Seguros”, Alessandro Octaviani, superintendente da Susep, afirmou que o fortalecimento tecnológico do mercado segurador passou a fazer parte da própria estratégia de desenvolvimento econômico do país, especialmente diante do aumento das catástrofes climáticas e da baixa penetração do seguro no Brasil. “Podemos dizer que o mercado responde rápido, é eficiente e tecnicamente competente, mas socialmente ainda insuficiente diante da magnitude das recentes tragédias”, disse.
Segundo o regulador, enfrentar esse cenário exigirá uma combinação entre capital privado, participação do Estado e maior incorporação tecnológica dentro do setor. Na avaliação dele, o mercado precisará ampliar sua escala de atuação para incluir municípios, infraestrutura pública e projetos ligados à reconstrução econômica pós-catástrofes. “Não existe solução exclusivamente privada para a crise climática”, destacou.

Octaviani também reforçou que a inovação tecnológica passou a ocupar posição central dentro da agenda regulatória da Susep. Entre os pontos citados estão a ampliação do Sandbox Regulatório, o fortalecimento do Sistema de Registro de Operações (SRO), o avanço do Open Insurance e a utilização de Big Data na supervisão do mercado. “Migrar o mercado de seguros para a era do Big Data exige também migrar a fiscalização para a era do Big Data”, afirmou. O superintendente ainda defendeu o fortalecimento da supervisão sobre o setor diante do avanço da digitalização das operações e endureceu o discurso sobre integridade regulatória. Segundo ele, a sofisticação tecnológica da fiscalização passou a ser essencial para garantir segurança jurídica, proteção da poupança popular e maior confiabilidade ao ambiente segurador.
A necessidade de revisar modelos operacionais tradicionais também esteve no centro da palestra “Beyond the Hype: Separating Opportunity from Noise in Insurance AI & Tech Trends”, apresentada por Juan Mazzini, Global Head Global da Celent. Segundo o executivo, boa parte das seguradoras ainda permanece presa ao chamado “innovation theater”, baseado em projetos-piloto e iniciativas que geram repercussão, mas não conseguem produzir transformação concreta dentro das operações.
“Precisamos parar de perguntar apenas como automatizamos processos e começar a perguntar quais decisões realmente precisam de um humano”, refletiu Mazzini. Para ele, o setor começa a migrar de uma fase focada em chatbots e automações simples para um ambiente baseado em agentes de inteligência artificial mais autônomos, capazes de interpretar linguagem natural, executar tarefas e interagir entre diferentes sistemas sem intervenção constante.

O executivo também alertou para o impacto da inteligência artificial sobre a força de trabalho do setor. Segundo ele, as seguradoras caminham para modelos de decisão por exceção, nos quais sistemas automatizados passam a executar parte relevante dos fluxos operacionais enquanto profissionais assumem funções ligadas à supervisão, julgamento crítico e validação de cenários complexos de capacitação. “O especialista agora também precisa treinar os robôs”, resumiu.
No painel “Tendências e Inovações na Voz das Lideranças do Mercado”, executivos reconheceram que o mercado segurador ainda convive com gargalos operacionais básicos mesmo diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Alfredo Lalia Neto, CEO da Sompo, afirmou que o setor já superou a fase de apenas discutir IA conceitualmente e passou a ser pressionado por aplicações práticas capazes de gerar eficiência operacional e melhorar a experiência do cliente. “Hoje já passou o tempo de apenas mencionar IA. O cliente quer ver aplicação prática”, afirmou.
Já Marcos Couto, CEO da Alper Seguros, adotou um tom mais crítico em relação ao estágio de maturidade tecnológica do setor, em segundo ele, boa parte do mercado ainda utiliza inteligência artificial principalmente para ganhos internos de produtividade, sem mudanças estruturais em produtos ou jornadas do cliente. “A aplicação dessas soluções ainda é baixíssima no mercado”, debateu.
Como exemplo das dificuldades operacionais do setor, Couto citou seguradoras que ainda resistem à adoção de assinaturas digitais em propostas comerciais, mantendo fluxos manuais mesmo diante da existência de plataformas já consolidadas e juridicamente reconhecidas. Para ele, o excesso de preocupação com riscos jurídicos acaba retardando a evolução tecnológica das operações. “Não existe transformação digital sem assumir algum nível de risco”, afirmou Marcos Couto.
O painel também trouxe uma visão mais otimista sobre o posicionamento brasileiro no cenário global. Juan Mazzini alertou que o Brasil costuma subestimar o próprio estágio tecnológico, apesar de já ocupar posição de destaque internacional em áreas ligadas a pagamentos digitais, Open Finance e Open Insurance.
A avaliação foi reforçada por Alfredo Lalia ao relatar experiências recentes da Sompo em projetos internacionais de inteligência artificial. O executivo compartilhou que a companhia desenvolveu no Brasil uma plataforma automatizada de subscrição para seguros de transporte capaz de reduzir em cerca de 60% o tempo operacional da área. O projeto chamou atenção da matriz japonesa e levou à criação do Sompo Digital Labs no país, transformando o Brasil em um dos polos globais de inovação tecnológica do grupo. “A gente tem uma síndrome de vira-lata de achar que está atrasado, mas há muita coisa relevante sendo construída aqui”, frisou Alfredo.
Ao longo dos debates, executivos também defenderam que o avanço da inteligência artificial tende a ampliar a pressão sobre seguradoras para modernização de sistemas, integração de dados e revisão dos modelos tradicionais de operação. Na mensagem final, o diferencial competitivo das companhias deixará de estar apenas no acesso à tecnologia e passará a depender cada vez mais da capacidade de integração e criação de novos paradigmas para o mercado.
Nicholas Godoy, de São Paulo
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]]>The post Maratona de Floripa é apresentada pela HDI Seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>Ao todo, a prova soma mais de 6 mil inscritos, distribuídos entre as distâncias de 5K, 21K e 42K. A meia maratona aparece como a modalidade mais procurada, representando 45% do total de participantes, seguida pelos 5K, com 30,27%, e pela maratona completa, com 24,73%. O levantamento também mostra que a faixa etária predominante está entre 31 e 42 anos. Os grupos de 35 a 38 anos (14,18%), 39 a 42 anos (14,06%) e 31 a 34 anos (13,75%) lideram o ranking de inscrições, confirmando a forte presença de corredores em plena fase produtiva, que conciliam esporte, qualidade de vida e desafios pessoais.
Outro dado que chama atenção é o equilíbrio entre os gêneros. Os homens representam 53,66% dos inscritos, enquanto as mulheres já somam 46,04%, reforçando o crescimento da participação feminina nas corridas de rua em todo o país. A presença feminina ganha ainda mais destaque na prova de 5K, onde elas são maioria absoluta. Já na maratona de 42K, a predominância masculina ainda é maior, cenário comum nas provas de longa distância, mas que vem mudando gradativamente nos últimos anos.
O evento também confirma sua força nacional e o impacto no turismo esportivo. Corredores de todos os estados brasileiros estão inscritos na prova, com destaque para São Paulo (31,27%), Santa Catarina (29,48%) e Paraná (8,51%). Estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Minas Gerais também aparecem entre os mais representativos. Entre as cidades com maior número de participantes estão Florianópolis, São Paulo, São José, Curitiba, Brasília e Rio de Janeiro, mostrando que a prova atrai tanto atletas locais quanto corredores que transformam a competição em experiência de viagem, lazer e performance esportiva.
Mais do que uma competição, a Maratona Internacional de Florianópolis se consolida como um grande encontro nacional do esporte, reunindo atletas profissionais, amadores e apaixonados pela corrida em um dos cenários mais desejados do país. As inscrições para a 15ª Maratona de Floripa apresentada pela HDI Seguros, estão abertas e podem ser realizadas pelo site: www.maratonafloripa.com.br.
Sobre aNorte Marketing Esportivo, comercializadora do evento,é referência na criação e realização de experiências esportivas de grande porte. Com foco em promover o bem-estar e a saúde por meio do esporte, a empresa é responsável por alguns dos principais eventos de corrida de rua do Brasil.
Serviço:
HDI Seguros apresenta 15ª Maratona Floripa – Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis
Local: Canteiro Central na Beira Mar Continental
Data: 07/06/2026
Horário: 42k e 21k – 06h / 5k – 07h
Distância: 5K, 21K e 42K
Valor do kit: consulte opções de kits no site
Local da retirada: Dias 5 e 6 de junho, a partir das 10h, no Aeroporto Internacional Hercílio Luz – Boulevard 14/32 (Rod. Acesso ao Aeroporto, nº 6.200 – Carianos)
Patrocinadores: HDI Seguros, Colgate, Powerade, Supermercados Koch, Maurten, Powerade, Veolia,
Apoio: Floripa Airport
Comercializadora: Norte Marketing Esportivo
Organizador: Conexão Esportiva & Cultural
Site oficial:https://www.maratonafloripa.com.br
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]]>The post Seguralta aposta na ABF Expo 2026 para acelerar expansão e atrair novos empreendedores appeared first on Revista Apólice.
]]>Realizada entre os dias 24 e 27 de junho, no Expo Center Norte, a feira reúne mais de 400 marcas expositoras e cerca de 60 mil visitantes em busca de oportunidades de negócio, networking e acesso direto às redes.
É nesse ambiente altamente competitivo que a Seguralta marca presença com um objetivo claro: ampliar o acesso ao mercado de seguros por meio do modelo de franquias. Instalada no estande E011, a rede aposta na proximidade com o público para apresentar seu modelo de franquia, tirar dúvidas e mostrar, na prática, como funciona a operação na maior rede de seguros do país.
Durante os quatro dias, especialistas da marca estarão disponíveis para apresentar o modelo, explicar o suporte oferecido ao franqueado e detalhar o potencial de retorno do negócio. “A ABF Expo é uma vitrine estratégica para nos conectarmos com pessoas que querem empreender com mais segurança. É ali que conseguimos mostrar, de forma transparente, como funciona o nosso modelo e por que ele se tornou uma das principais portas de entrada no franchising”, afirma Reinaldo Zanon, CEO da Seguralta Franchising.
Com quase seis décadas de atuação e presença nacional, a Seguralta construiu sua expansão baseada em um modelo flexível, que vai de operações mais enxutas, com investimento inicial acessível, a unidades mais estruturadas. A proposta é clara: permitir que novos empreendedores entrem no mercado de seguros com apoio completo, tecnologia e um portfólio diversificado de produtos, que inclui seguros, consórcios e previdência.
Hoje, a rede soma mais de 1.800 unidades em operação no país e segue ampliando sua presença, especialmente em cidades fora dos grandes centros, onde a demanda por serviços financeiros cresce de forma consistente.
A presença na ABF Expo reforça uma estratégia maior da marca: crescer de forma estruturada em um momento em que o interesse por franquias segue em alta no Brasil. E, para quem passa pelo estande E011, pode ser o primeiro passo para entrar em um mercado que continua em movimento.
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]]>The post Porto Bank é patrocinador master do Taste São Paulo appeared first on Revista Apólice.
]]>A participação no festival está conectada ao movimento de posicionamento da empresa no território gastronômico, já impulsionado pelo programa Gastronomia Porto Bank, que oferece reservas exclusivas, além de sobremesas e welcome drinks em restaurantes de alto padrão nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No Taste, essa estratégia ganha escala e visibilidade ao aproximar a marca de um público interessado em experiências, lifestyle, cultura e alta gastronomia.
Durante o evento, clientes do Cartão Porto Bank terão acesso a uma série de benefícios, como 25% de desconto na compra de ingressos, entrada exclusiva com fast pass, prato gratuito nas ativações do Ristorantino e do Casa Rios, espaços reservados em aulas e experiências de conteúdo, além de ativações e brindes exclusivos. A marca também levará ao festival o Concierge Porto Bank, uma experiência interativa em formato de quiz que recomenda restaurantes dentro do evento a partir das preferências do participante, como estilo de cozinha, tipos de pratos e restrições alimentares. O benefício é gratuito e pode ser ativado diretamente pelo App Porto mediante a apresentação do QR Code.
“Buscamos estar presente em momentos que fazem sentido para a vida dos clientes. A gastronomia é um território de conexão, experiência e relacionamento, e o Taste São Paulo nos permite traduzir de forma muito concreta o papel do Cartão Porto Bank: oferecer conveniência, benefícios e acesso a experiências diferenciadas”, pontua Luciana Hildebrandi, diretora de Meios de Pagamento do Porto Bank.
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Experiência, relacionamento e geração de valor
A ativação contará ainda com uma roleta de brindes, com itens como bonés, pins temáticos de Fórmula 1, ingressos para o Teatro Porto e vouchers de desconto em produtos e serviços da seguradora. Clientes do Cartão Porto Bank também terão acesso ao Prato Porto Bank, ação em parceria com os restaurantes Casa Rios e Ristorantino que darão direito a um prato gratuito mediante check-in na plataforma Gastronomia Porto Bank, conforme disponibilidade e regras da ação.
Para a Porto, a parceria com o Taste São Paulo também fortalece uma estratégia de marca orientada por experiência, relacionamento e geração de valor. A presença no evento integra uma campanha 360, com ativações proprietárias, ações em parceria com o Taste São Paulo e comunicação em diferentes canais.
“Mais do que patrocinar um grande festival, queremos construir presença em um território que tem alta afinidade com nossos públicos estratégicos. O Taste São Paulo reúne gastronomia, cultura, entretenimento e lifestyle em uma experiência única, e a empresa entra nesse contexto para entregar benefícios reais, gerar conversa e ampliar a percepção de valor da marca”, destaca Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto.
A edição de 2026 marca os 10 anos do Taste São Paulo e reforça a relevância da capital paulista como um dos principais polos gastronômicos do país. Para a empresa, o patrocínio master representa uma oportunidade de ampliar awareness, estreitar relacionamento com clientes e prospects e fortalecer o Cartão Porto Bank como uma solução conectada a benefícios que vão além da jornada financeira tradicional.
Serviço:
Taste São Paulo 2026
Data: 29, 30 e 31 de maio; 4, 5, 6 e 7 de junho
Local: Parque Villa-Lobos, em São Paulo (SP)
Benefício Porto Bank: 25% de desconto na compra de ingressos com o Cartão Porto Bank, além de benefícios exclusivos no evento, conforme regras da ação
Mais informações: Blog da Porto.
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]]>O movimento marca uma nova fase da companhia após a aquisição pela canadense Banyan Software, concluída em julho do ano passado. Desde então, a empresa passou por mudanças internas, reformulação de liderança, ampliação da base de clientes e definição de uma nova estratégia tecnológica para os próximos anos.
A nova marca busca traduzir esse momento de reposicionamento. Segundo André Almeida, CEO da i4pro, a identidade visual foi desenvolvida para refletir uma companhia mais moderna, segura e conectada com os clientes. O novo slogan, “Tecnologia que entende seguros”, resume a tentativa da empresa de reforçar sua especialização no setor segurador. “Não é tecnologia por tecnologia. É uma tecnologia que entende o mercado de seguros”, afirmou Almeida durante o evento.
De acordo com o executivo, a mudança não se limita ao aspecto visual. A proposta é alinhar marca, cultura, produto e estratégia de longo prazo em um momento de expansão da companhia. Desde a aquisição pela Banyan, a i4pro conquistou nove novos clientes, sendo cinco em 2026, segundo dados apresentados pela empresa.

A entrada da grupo canadense também foi apontada como um dos principais fatores de mudança estratégica. Almeida destacou que o grupo canadense atua sob o modelo “buy and hold forever”, com foco na manutenção e no desenvolvimento das empresas adquiridas no longo prazo. “A Banyan trouxe uma visão de longo prazo muito importante para a i4pro. Isso mudou a forma como olhamos para a companhia e para os próximos passos”, disse.
Durante a apresentação, o CEO também reforçou que a companhia pretende ampliar a proximidade com seguradoras, parceiros e clientes. A nova cultura da empresa passa a ter como propósito “desenvolver inteligência que move o futuro do seguro”, com foco em colaboração, transparência, velocidade e inteligência aplicada. “Nosso norte são os clientes. Não tem como fazer nada do que queremos construir sem essa relação de cocriação com o mercado” pontuou.

Outro eixo central do evento foi a estratégia de modernização tecnológica da companhia. Gustavo Figueiredo, CTO da i4pro, afirmou que a empresa iniciou um ciclo de transformação da arquitetura das soluções, com migração gradual para novas tecnologias, ampliação da capacidade de processamento e integração de inteligência artificial aos produtos.
A IA, segundo ele, deixou de ser um projeto paralelo e passou a ocupar posição estratégica dentro da companhia. A empresa iniciou programas internos de capacitação, licenciamento de ferramentas e desenvolvimento de projetos voltados à automação e ganho de produtividade operacional.
A i4pro também prepara uma nova arquitetura tecnológica prevista para 2026. O projeto começou pela vertical de vida em grupo, considerada uma das frentes mais complexas da operação, e deve servir como base para a evolução de outros módulos da plataforma.
Na frente de dados, a empresa apresentou o i4pro Insights, iniciativa voltada à construção de um data lake, ingestão de dados em nuvem e criação de dashboards analíticos. A proposta é permitir que seguradoras extraiam uma visão mais estratégica das informações disponíveis na base da plataforma, com possibilidade futura de conexão com modelos de linguagem e bases externas.
Na área de produtos, Lais Cichoski, head de produtos da i4pro, apresentou o roadmap da companhia. Segundo ela, a empresa possui atualmente 33 produtos, distribuídos entre módulos da plataforma e soluções independentes. A executiva destacou que a companhia atende todos os ramos ativos da tabela da Susep, desde configuração de produto, cotação e proposta até entrega de dados regulatórios.
Um dos principais destaques segue sendo o seguro garantia. De acordo com a executiva, a plataforma da i4pro processa cerca de 50% dos prêmios emitidos no segmento de garantia no Brasil. Na vertical de vida, a empresa informou que processa mais de R$ 2,7 bilhões em prêmios emitidos.
O roadmap da companhia está estruturado em três pilares: regulação, dados e emissão. Na frente regulatória, a i4pro trabalha em adequações ligadas à reforma tributária, CNPJ alfanumérico, evolução do Open Insurance e SRO 3.0, acompanhando os cronogramas definidos pela Susep.
Já na área de emissão, a i4pro informou que trabalha na evolução de módulos voltados a seguros compreensivos e vida em grupo. Entre as entregas previstas estão emissão coletiva, processamento em altos volumes, gestão de beneficiários, automação de renovações, endossos e faturamento em massa. Para Lais, a agenda de produtos busca acompanhar e antecipar movimentos do mercado. “O roadmap foi estruturado para atender às demandas atuais e preparar a plataforma para os próximos ciclos do setor segurador”, afirmou.
Ao longo do evento, a companhia também reforçou o discurso de maior proximidade com clientes e construção conjunta das evoluções da plataforma. “Nosso norte são os clientes. Tudo o que estamos construindo passa necessariamente por essa relação de cocriação com o mercado”, concluiu o CEO, André Almeida.
Nicholas Godoy
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