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]]>A seguradora foi a única empresa do setor entre as cinco primeiras colocadas no ranking de crescimento. O resultado representa um marco na trajetória da Novo, que iniciou suas operações comerciais em 2024 e vem ampliando sua presença no mercado nacional.
Constituída em 2023, a Novo Seguros recebeu autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) no âmbito da segunda edição do Sandbox Regulatório, iniciativa voltada ao desenvolvimento de modelos de negócios inovadores no setor.
Desde o início, a companhia aposta na combinação de tecnologia, inovação e atendimento humano para simplificar o acesso ao seguro e oferecer soluções alinhadas às necessidades dos consumidores.
Entre seus produtos está o Seguro Auto Mensal, que oferece flexibilidade de pagamento, sem consulta a SPC e Serasa e sem restrição de idade do veículo, além de diferentes opções de coberturas e assistência 24 horas em todo o território nacional.
Outro destaque é o Seguro Franquia, desenvolvido para reduzir o impacto financeiro da franquia em situações de sinistro coberto. O produto permite o reembolso do valor da franquia do seguro auto principal, conforme as condições contratadas, e pode ser utilizado inclusive por clientes que possuem apólice em outra seguradora.
A companhia também ampliou seu portfólio com o Auto Mensal TOP, modalidade que permite antecipar 12 mensalidades e obter descontos de até 10%, oferecendo mais uma alternativa de contratação aos consumidores.
O crescimento da Novo está diretamente ligado ao seu modelo de distribuição, realizado exclusivamente por meio de corretores de seguros. A parceria com assessorias permitiu ampliar a presença da companhia em diferentes regiões do Brasil e fortalecer o relacionamento com profissionais do setor.
“Estar entre as cinco empresas que mais cresceram no Espírito Santo, em tão pouco tempo de operação, demonstra o quanto avançamos. Esse resultado reflete a confiança dos corretores e assessorias que contribuíram para ampliar nossa presença no mercado. Seguimos focados em dar continuidade a esse crescimento, fortalecer nossas parcerias e consolidar a atuação da Novo em todo o Brasil”, afirma Arthur Pessanha, CEO da Novo Seguros.
Como parte de sua estratégia de expansão, a seguradora também avançou na estruturação de sua presença em São Paulo e, em junho de 2026, anunciou a chegada de Marcus Vinicius Martins à diretoria Comercial. Com mais de 30 anos de experiência no mercado segurador e passagens por empresas como Zurich e SulAmérica, o executivo assumiu a missão de fortalecer as parcerias comerciais e ampliar a atuação nacional da Novo.
Com foco em inovação, evolução de produtos e crescimento sustentável, a Novo Seguros segue investindo no aprimoramento de seus processos e no fortalecimento de sua estrutura comercial. A presença entre as empresas que mais cresceram no Espírito Santo reforça os avanços alcançados pela companhia e suas perspectivas de expansão no mercado brasileiro.
Kelly Lubiato
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]]>The post Generali dará nome ao novo estádio de Milão appeared first on Revista Apólice.
]]>Para Andrea Sironi, presidente do Conselho de Administração da Generali, e Philippe Donnet, CEO do Grupo, apoiar a construção do estádio significa também demonstrar confiança no potencial de Milão e nas perspectivas do país. A iniciativa aproxima a companhia de dois times de projeção internacional, Milan e Inter de Milão, e reforça sua presença em um projeto que deverá deixar sua marca na cidade.
“Milão tem uma presença importante no cenário internacional, e o novo estádio contribuirá para fortalecer ainda mais essa posição. A Generali sempre levou o nome da Itália para diferentes partes do mundo. Por isso, fizemos questão de apoiar, desde o início, uma iniciativa que reúne dois clubes tão representativos do futebol italiano”, ressaltam os executivos.
“Acreditamos na força de Milão e no crescimento de toda a Itália. O Generali Stadium será mais do que uma referência para o esporte: queremos que ele se torne um espaço importante para a cidade e um legado para as próximas gerações”, completam.
Para os representantes da companhia, essa visão também está relacionada à maneira como a empresa entende o papel do esporte na sociedade. Ele promove saúde e bem-estar, aproxima pessoas, estimula a inclusão e contribui para o fortalecimento das comunidades, tanto na Itália quanto nos mais de 50 países em que a seguradora atua.
“A nossa participação não se resume a dar nome ao estádio. Queremos estar próximos das pessoas e fazer parte dos momentos e das experiências que serão construídos nesse espaço”, concluem Sironi e Donnet.
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]]>The post Prestamista cresce 17,8% e abre espaço para parcerias appeared first on Revista Apólice.
]]>Entre janeiro e agosto de 2026, o prestamista cresceu 17,8% e respondeu por 30% da arrecadação dos seguros de pessoas, segundo levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) elaborado com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No mesmo período, o conjunto dos seguros de pessoas arrecadou R$ 55,9 bilhões em prêmios, avanço de 8,8% em relação aos oito primeiros meses de 2025.
A participação também aparece nas indenizações, dos R$ 12,2 bilhões pagos pelos seguros de pessoas entre janeiro e agosto, 22% corresponderam ao prestamista. Vinculado a uma obrigação financeira, o produto pode contribuir para quitar ou amortizar uma dívida quando ocorre um dos eventos previstos nas coberturas contratadas, conforme as condições do seguro.
Para Renata Oliveira Silva, superintendente Comercial Canal Broker da CNP Seguradora, o desempenho do ramo deve levar o corretor a observar as possibilidades de atuação em diferentes negócios. “O crescimento do Seguro Prestamista chama atenção porque mostra a relevância que o produto vem conquistando dentro dos seguros de pessoas. Para o corretor, esse movimento também representa uma oportunidade de olhar para novos mercados e diversificar sua atuação”, explica
Embora associado às operações bancárias, o prestamista pode ser estruturado para outras relações de crédito. Empréstimos, financiamentos, consórcios e empresas que financiam os próprios produtos ou serviços estão entre as possibilidades de prospecção. A existência de uma obrigação financeira, porém, é apenas o início da análise: a adequação do seguro depende das características de cada operação e do público atendido.
Para o corretor, esse trabalho começa com uma leitura da carteira e da rede de relacionamentos sempre se questionando: Quais empresas oferecem crédito próprio? Como receber pelas vendas à prazo? Há clientes que trabalham com financiamento ou administram consórcios? Essas operações já contam com alguma proteção?
A partir desse “roteiro”, as respostas ajudam a identificar parceiros com os quais o profissional pode aprofundar a conversa. Uma empresa atendida em seguros patrimoniais, por exemplo, pode também manter uma operação de financiamento aos consumidores. Conhecer essa atividade permite avaliar uma necessidade que não necessariamente aparece na contratação das coberturas já existentes. “O corretor pode começar olhando para sua carteira e sua rede de relacionamentos. Muitas vezes ele já atende empresas que possuem alguma forma de financiamento, crédito ou parcelamento, mas ainda não explorou essa relação sob a ótica do Prestamista”, afirma Renata.
A prospecção exige compreender como o parceiro concede crédito e quais compromissos seus clientes assumem. O valor médio dos contratos, os prazos de pagamento, o perfil do público e a forma de contratação são informações que ajudam a transformar uma possibilidade comercial em uma proposta que possa ser avaliada pela seguradora.
O diagnóstico tem influência direta na construção do produto. Operações com valores, prazos e públicos distintos demandam análises próprias, mesmo quando pertencem ao mesmo segmento de atividade. Por isso, a aproximação com o parceiro deve incluir perguntas sobre o funcionamento do negócio e sobre os riscos associados à obrigação financeira.
Na análise do head de Produtos e Atuarial da CNP Seguradora, Guilherme Menezes Coelho, a estruturação precisa considerar esse conjunto de informações. “O produto pode ser estruturado para diferentes tipos de operação, mas é importante entender que cada carteira possui características próprias. Público, prazo, valores envolvidos, natureza da operação e perfil de risco precisam ser considerados na construção da solução”, explica.
Nesse processo, cabe ao corretor reunir informações que permitam à seguradora avaliar a operação. Além de conhecer os contratos, o profissional precisa entender como o parceiro se relaciona com os clientes, de que forma apresenta suas ofertas e em qual momento a proteção poderia ser incorporada à contratação.
Esse levantamento permite discutir as coberturas à luz de uma necessidade identificada. Também ajuda a esclarecer o alcance do seguro: a quitação ou amortização da dívida depende da ocorrência de um evento coberto e das condições contratadas. “O Seguro Prestamista está diretamente relacionado a uma obrigação financeira. Conforme as coberturas e condições contratadas, pode contribuir para a quitação ou amortização da dívida quando ocorre um evento coberto, oferecendo uma camada de proteção dentro daquela relação de crédito”, afirma Menezes.
A proteção tem efeitos sobre as duas partes dessa relação. Para o cliente, pode reduzir o impacto financeiro de um evento coberto sobre o compromisso assumido. Para o parceiro, pode contribuir para diminuir os efeitos desse mesmo evento sobre a operação de crédito. A atuação do corretor aproxima essas necessidades e fornece subsídios para a definição da solução.
A estruturação da parceria também envolve a forma como o seguro será oferecido. É preciso definir em qual etapa da contratação a proteção será apresentada, quais informações estarão disponíveis e como explicar suas características de maneira simples e transparente.
O corretor pode participar dessa construção ao relacionar o perfil dos consumidores, as características do crédito e as condições do seguro. O trabalho inclui ajudar o parceiro a comunicar o que está sendo contratado e em quais situações a cobertura poderá ser acionada.
A oferta precisa fazer sentido dentro daquela relação financeira. Para isso, conhecer a experiência de contratação é tão relevante quanto levantar valores e prazos: a maneira como o cliente recebe as informações influencia sua compreensão sobre a proteção.
O profissional não precisa, contudo, chegar à seguradora com toda a solução definida. A identificação da oportunidade e o diagnóstico inicial permitem abrir uma discussão técnica sobre a viabilidade da parceria. A partir dessas informações, corretor e seguradora podem avaliar a estrutura adequada à operação.
“É justamente por isso que o diagnóstico realizado pelo corretor é tão importante. Quanto melhor ele conhece a operação do parceiro, mais informações consegue trazer para que a solução seja estruturada de forma aderente”, diz Menezes.
Uma parceria em prestamista pode ampliar a presença do corretor no negócio do cliente ao longo do tempo. Empresas que originam operações de crédito continuamente podem gerar novas oportunidades de contratação do seguro, conforme a estrutura definida para a oferta.
Essa dinâmica cria potencial de recorrência e diversificação de receitas. O desenvolvimento comercial passa a acompanhar a atividade do parceiro, exigindo uma relação próxima para compreender mudanças no público, nos valores financiados ou nos prazos praticados. “Um dos pontos mais interessantes é que essa atuação pode gerar relações comerciais mais recorrentes. Quando o seguro está integrado a uma operação que origina novos contratos continuamente, a oportunidade acompanha a própria dinâmica do negócio do parceiro”, destaca Renata.
Para o corretor, isso significa ampliar o trabalho de prospecção e manter o conhecimento sobre a operação após a estruturação da parceria. A continuidade dos negócios depende tanto da originação de novos contratos quanto da adequação da proteção às características da carteira.
O avanço de 17,8% do prestamista mostra a expansão do ramo, mas a avaliação de cada oportunidade exige atenção às particularidades do risco. O perfil dos clientes, a duração dos compromissos financeiros e as coberturas contratadas influenciam a construção e a sustentabilidade da solução. “O crescimento do mercado também precisa vir acompanhado de sustentabilidade técnica. Desenvolver uma solução adequada significa buscar equilíbrio entre a proteção oferecida ao cliente, as características do risco e a dinâmica da própria operação”, ressalta Guilherme Menezes.
O corretor identifica a demanda, conhece o parceiro e reúne informações e a análise técnica permite avaliar como a proteção pode ser estruturada. Para Renata, essa combinação abre espaço para o canal justamente em aprofundar o conhecimento sobre as atividades dos clientes e levar a discussão de proteção a operações ainda pouco exploradas dentro da carteira. “Mais do que vender um produto, essa é uma oportunidade para o corretor ampliar seu repertório e sua presença junto aos clientes, ajudando a construir soluções conectadas à realidade de cada operação”, incentiva.
A companhia reforça que os corretores interessados em conhecer suas soluções e as oportunidades de atuação no ecossistema de crédito podem acessar: cnpseguradora.com.br/corretoras.
Nicholas Godoy
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]]>Os percentuais, segundo a consultoria, foram consolidados a partir de levantamentos globais de maturidade digital e adoção de IA no ciclo de 2025–2026. Na definição utilizada pela empresa, alcançar escala significa incorporar a tecnologia aos processos e sistemas centrais da companhia, com distribuição entre unidades de negócios e regras de supervisão. A classificação vai além do uso de ferramentas isoladas para resumir documentos ou automatizar tarefas.

Para Hugo Assis, Hugo Assis, head da área de Seguros da NTT DATA, as dificuldades envolvem sistemas antigos, informações fragmentadas e receio de exposição de dados sensíveis. A mudança na forma de trabalhar, porém, ocupa uma posição central. “O fator que mais pesa é a organização dos processos e a gestão de mudanças (inércia institucional)”, afirma.
Na avaliação do executivo, parte das seguradoras procura encaixar a IA nos fluxos existentes sem rever como as atividades se conectam. Uma ferramenta pode acelerar a leitura de documentos, por exemplo, enquanto as etapas seguintes continuam dependendo de transferências manuais de informações e aprovações sucessivas. O ganho fica restrito a uma tarefa, sem necessariamente reduzir o tempo de conclusão do processo.
Essa passagem exige cuidado em uma atividade que assume riscos financeiros e mantém compromissos com os segurados. Um modelo pode apresentar bom desempenho em testes e encontrar dificuldades diante de informações incompletas, situações excepcionais ou mudanças no perfil dos riscos. Quando aplicado a grandes volumes, um erro de precificação ou de análise de sinistros pode se repetir e comprometer os resultados da carteira.
A confiabilidade das recomendações, a possibilidade de explicar as decisões e a definição dos responsáveis por acompanhá-las passam, assim, a integrar a implantação. Na visão de Assis, ampliar o uso da IA depende de reorganizar tanto o fluxo operacional quanto a divisão de atribuições entre sistemas e profissionais.
No mercado brasileiro, Assis identifica maior maturidade no atendimento ao cliente, no suporte ao corretor e nas etapas iniciais de sinistros de ramos massificados, especialmente automóvel e residencial. Entre as aplicações citadas estão assistentes de conversação, transcrição de chamadas, leitura automatizada de documentos e análise de imagens para triagem de danos.
A subscrição de grandes riscos apresenta um estágio diferente. Segundo o executivo, o uso de IA generativa para analisar relatórios de engenharia, laudos e apólices anteriores ainda se concentra em pilotos ou ferramentas de apoio ao profissional. Sistemas capazes de executar processos completos com autonomia também permanecem mais restritos a ambientes controlados. Esse diagnóstico corresponde à avaliação da NTT DATA; a entrevista não apresenta percentuais específicos de adoção no Brasil.
A diferença entre esses estágios aparece na passagem dos chamados copilotos para os agentes de IA. No modelo de copiloto descrito pelo estudo, a ferramenta reúne dados, resume documentos e sugere caminhos, enquanto o profissional revisa e aprova cada caso. Já o agente pode executar uma sequência de atividades em diferentes sistemas, dentro de limites previamente definidos pela companhia.
Em uma operação de subscrição, o copiloto pode organizar a proposta e preparar um resumo para análise. Um agente, por sua vez, pode consultar informações adicionais, verificar se o risco está dentro dos critérios de aceitação e emitir uma cotação quando as condições se enquadram nas alçadas autorizadas.
Quando encontra uma exposição fora do padrão ou uma cláusula atípica, o fluxo deve ser interrompido e encaminhado ao subscritor. O profissional assume a avaliação da exceção e a negociação das condições. Nos sinistros, a lógica apresentada pela fonte é semelhante: casos padronizados podem seguir etapas automatizadas, enquanto situações complexas, suspeitas de fraude e disputas demandam análise humana.
Os casos reunidos pelo relatório indicam ganhos em atividades específicas. Na aplicação de subscrição comercial da Sixfold, o estudo registra respostas a cotações cerca de 35% mais rápidas e redução do tempo de preparo de encaminhamentos técnicos de aproximadamente 60 minutos para um minuto. Esse último indicador se refere à organização do material enviado para avaliação, e não à conclusão de toda a subscrição.
Em operações de atendimento por voz, o material apresenta ganhos de produtividade de 20% a 30% e aumento de 10% a 20% na resolução durante a primeira chamada. As ferramentas descritas realizam transcrição, identificam informações relevantes e apoiam o acompanhamento das conversas.
Os resultados são apresentados pela NTT DATA como exemplos de aplicações acompanhadas, sem constituir uma média de desempenho do setor. Nas respostas à reportagem, a empresa não detalhou os períodos de medição, os custos totais nem as seguradoras envolvidas em cada indicador, o que limita a comparação entre os projetos e o cálculo do retorno financeiro.
Assis afirma que a integração pode utilizar conexões com os sistemas existentes, evitando que toda implantação dependa da substituição da estrutura tecnológica da seguradora. Ainda assim, a operação exige recursos permanentes para acompanhar o comportamento dos modelos, registrar decisões e preparar equipes. “O custo de supervisão, absorvibilidade e governança não é marginal”, ressalta. A economia de tempo precisa, portanto, ser examinada junto às despesas necessárias para manter a ferramenta funcionando e identificar falhas.
Na avaliação do executivo, o avanço deve ser medido pelo tempo de resposta das cotações, pelo volume de propostas e sinistros processados e pela qualidade das decisões. Também entram nessa análise os custos de regulação de sinistros e a necessidade de correções humanas. A quantidade de testes ou modelos desenvolvidos, isoladamente, não demonstra melhoria na operação.
Revisão humana
A ampliação da capacidade de execução dos agentes também muda o alcance dos riscos. Uma ferramenta que apenas produz um resumo tem uma atuação diferente daquela autorizada a alterar cadastros, emitir documentos ou iniciar operações financeiras. Na entrevista, Assis aponta que falhas lógicas ou manipulações maliciosas podem provocar ações indevidas em sistemas conectados.
O relatório cita o Global Cybersecurity Outlook 2026, do Fórum Econômico Mundial, segundo o qual 34% dos entrevistados apontam vazamentos associados à IA generativa como sua principal preocupação de cibersegurança. A NTT DATA esclareceu que o percentual se refere a um universo multissetorial de líderes de negócios e segurança, e não exclusivamente às seguradoras.
Para Assis, o acesso dos agentes precisa ser compatível com sua função. Uma ferramenta de atendimento, por exemplo, não deve ter acesso irrestrito aos sistemas de subscrição ou pagamento. A proteção das informações e o registro das ações devem acompanhar a integração entre as plataformas.
A mesma lógica de controle se aplica às decisões sobre os segurados. O executivo defende limites financeiros, critérios de elegibilidade e mecanismos para interromper a automação quando o caso foge dos parâmetros aprovados. Recomenda também que as decisões possam ser reconstruídas a partir dos dados utilizados, das regras aplicadas e das justificativas produzidas.
Na avaliação apresentada pela fonte, a adoção de tecnologia de terceiros não afasta a responsabilidade da seguradora sobre sua operação. Por isso, a governança deve envolver a direção da companhia e profissionais de atuária, riscos, negócios e tecnologia. O segurado e o corretor precisam contar com um caminho para contestar resultados e obter revisão por alguém com autoridade para revertê-los.
Outro ponto é o risco de reproduzir distorções de bases históricas. Assis recomenda comparar resultados de aceitação, recusa e precificação entre perfis, além de acompanhar a frequência com que profissionais corrigem as decisões dos sistemas. Diferenças de tratamento e alterações no comportamento dos modelos precisam ser investigadas ao longo da operação.
Essa supervisão também interfere na organização das equipes. Segundo o executivo, nas experiências acompanhadas pela NTT DATA, os ganhos têm sido direcionados principalmente à eliminação de tarefas manuais e à ampliação da capacidade de atendimento. Isso permite absorver mais propostas e interações sem crescimento proporcional do quadro, mas não dispensa o conhecimento técnico para avaliar situações complexas.
Para os subscritores, o trabalho tende a se concentrar mais na análise de exceções e na negociação. Nas equipes de sinistros, ganha peso a investigação de casos complexos e o atendimento em momentos sensíveis. Os corretores, por sua vez, podem utilizar as ferramentas para acelerar cotações e organizar informações, preservando a orientação ao cliente sobre riscos e coberturas.
A dependência excessiva da tecnologia, adverte Assis, pode reduzir a experiência acumulada dentro da companhia. Manter profissionais capazes de decidir e auditar casos complexos é uma condição para reconhecer erros e avaliar situações que não encontram resposta nos dados históricos. “A viabilidade técnica nunca deve se sobrepor à gestão de risco e à relação fiduciária do seguro.”
Interesse de investidores em insurtechs
As empresas classificadas com foco em inteligência artificial reuniram cerca de 89 negócios e aproximadamente US$ 700 milhões em aportes no levantamento de investimentos em insurtechs de 2025 apresentado pela NTT DATA. A classificação considera palavras-chave autodeclaradas pelas startups.
A comparação exige observar que as categorias podem se sobrepor: uma empresa identificada com IA também pode atuar em automóvel, saúde ou seguros comerciais. Os números mostram a presença da tecnologia em diferentes segmentos, sem demonstrar, isoladamente, que os recursos deixaram essas linhas de negócio.
“Há uma sobreposição natural de categorias e os dados demonstram, sobretudo, a presença transversal (aplicação cruzada) da IA em todos os segmentos de seguros, mais do que um simples abandono das linhas de negócios tradicionais”, afirma Assis.
Nicholas Godoy
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]]>The post Poupar ou investir para a aposentadoria? appeared first on Revista Apólice.
]]>Para Marcelo Rosseti, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência, compreender essa diferença é fundamental para uma organização financeira eficiente. “A reserva de emergência é a base do planejamento financeiro, pois oferece tranquilidade diante de situações inesperadas. A partir dessa estrutura, é possível avançar para objetivos de longo prazo, como a aposentadoria, que exigem disciplina, regularidade nos aportes e uma estratégia adequada ao perfil de cada pessoa”, afirma.
Nesse cenário, a previdência privada se apresenta como viável, com características voltadas à construção de patrimônio ao longo dos anos, permitindo contribuições periódicas, aportes adicionais e acesso a fundos com diferentes estratégias de investimento, incluindo renda fixa, multimercados e exposição a mercados internacionais. Outro diferencial está no planejamento tributário. Na modalidade PGBL, quem utiliza a declaração completa do Imposto de Renda pode deduzir contribuições de até 12% da renda bruta anual tributável, desde que atendidas as condições legais. Já no VGBL, a tributação no resgate incide apenas sobre os rendimentos. A escolha do regime tributário também deve considerar o horizonte de investimento, podendo favorecer estratégias de acumulação de longo prazo.
“Guardar dinheiro é um hábito essencial, mas planejar a aposentadoria exige olhar além das necessidades imediatas. A previdência permite organizar esse processo de forma gradual, aproveitando o tempo e o efeito dos juros compostos. O importante é entender que a construção de patrimônio não depende apenas de quanto se investe, mas também da consistência das contribuições”, destaca Rosseti.
Assim, mais do que incentivar o hábito de poupar, a data reforça a importância de estabelecer prioridades financeiras e compreender que a reserva de emergência e a previdência privada cumprem papéis complementares na construção de um futuro financeiramente mais seguro.
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]]>The post Darwin lança cotador digital para RC Profissional appeared first on Revista Apólice.
]]>A expansão ocorre em um momento de crescimento da seguradora, que projeta encerrar 2026 com faturamento superior a R$ 250 milhões, mais que o dobro do registrado no ano anterior. Segundo a Darwin, os seguros corporativos já representam aproximadamente 80% do volume de sua carteira.
As operações nos seguros de Responsabilidade Civil Geral (RCG), Responsabilidade Civil Obras (RC Obras) e Financial Lines, abrangendo D&O, E&O/RC Profissional e Medmal (RCP voltado a profissionais de saúde), tiveram início em setembro. No quarto trimestre, a companhia conclui a prateleira de Danos e Riscos com o lançamento das carteiras de Property, Riscos de Engenharia e Riscos Diversos Equipamentos.
Com o objetivo de se diferenciar em um mercado competitivo, a Darwin pauta a atuação pela combinação entre tecnologia, autonomia decisória local e proximidade no atendimento aos corretores. Em Property, o foco inicial da subscrição direta contempla os segmentos de comércio e serviços. Nas linhas de Medmal e E&O/RC Profissional, a seguradora atende diversas categorias de responsabilidade técnica, como advogados, médicos e engenheiros. Para Engenharia e D&O, a avaliação considera o perfil específico de cada apólice.
Um dos principais diferenciais da companhia está no tratamento reservado aos riscos que não se enquadram diretamente nas regras do contrato automático. Além da autonomia local de subscrição para as demandas dentro do apetite da casa, a Darwin avalia estruturar contas mais complexas por meio de resseguro facultativo, buscando soluções sob medida, caso a caso. A iniciativa reduz os declínios automáticos, mantém o corretor em contato direto com o time de subscrição e viabiliza negócios sem atendimento nos modelos tradicionais.
A capacidade de estruturação é respaldada por resseguradores locais e internacionais liderados pelo IRB(Re) e compostos por empresas como Munich Re, Austral Re, Everest e Hannover Re. Além de garantir robustez e escala à rotina comercial, o modelo concede suporte técnico e financeiro para a busca por soluções facultativas.
Como parte dessa estratégia, a Darwin Seguros lança, em novembro, seu novo cotador digital de E&O, ampliando a autonomia dos corretores e a capacidade de distribuição da carteira. A solução contempla dez categorias de atividades profissionais, incluindo advogados, engenheiros, arquitetos, escritórios de contabilidade, empresas de tecnologia, cartórios e administradoras de condomínios, entre outras. Com cotação e emissão integradas em uma única jornada digital para riscos elegíveis, a novidade representa avanço na estratégia de massificação da operação corporativa, combinando tecnologia, agilidade e simplicidade na experiência do corretor.
Buscando assegurar eficiência com rigor técnico, a companhia aplica inteligência artificial na plataforma digital. A tecnologia atua na triagem e classificação prévia de agravantes, organizando as informações do risco para desburocratizar o trabalho do corretor. Riscos elegíveis à jornada automatizada contam com cotação e emissão imediatas pelo portal, enquanto as cotações que exigem subscrição dedicada têm retorno garantido ao corretor em até cinco dias úteis, prazo estruturado para dar previsibilidade à negociação e aproximar o parceiro do especialista responsável pela análise.
De acordo com o sócio e CEO da Darwin Seguros, Edson Toguchi, a expansão para P&C e Financial Lines consolida o posicionamento da companhia como parceira estratégica de negócios. “Não queremos simplesmente ampliar a prateleira de produtos. Estamos construindo uma seguradora corporativa capaz de combinar especialização técnica, tecnologia e proximidade para resolver riscos que exigem atuação mais consultiva. As novas linhas aprofundam essa estratégia e aumentam nossa capacidade de participar das diferentes necessidades de proteção dos clientes”, afirma.
A sustentabilidade do modelo de negócios é ressaltada pelo cofundador Carlos Alberto (Beto) Souza Barros. “A expansão do portfólio corporativo está apoiada em uma estrutura construída a longo prazo, com capacidade técnica, capital e parceiros de resseguro de primeira linha. O objetivo é crescer de forma sustentável, ampliando a capacidade de atender riscos empresariais, mantendo a disciplina técnica que sustenta a companhia”, destaca.
Segundo o diretor de P&C e Financial Lines, Renan Ozelin, a escolha da Darwin pelo corretor se fundamenta na experiência de subscrição e na flexibilidade técnica. “Queremos que o parceiro perceba diferença na forma como o risco é tratado. Temos uma estrutura local de decisão, proximidade entre corretor e subscritor e, quando uma negociação não encontra enquadramento direto no contrato automático, disposição para avaliar alternativas facultativas junto ao resseguro. A tecnologia entra para reduzir o esforço operacional e dar velocidade ao processo, mas o diferencial está em combinar essa eficiência com capacidade técnica para construir soluções, inclusive para riscos mais complexos”, conclui o executivo.
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]]>The post Porto Serviço promove capacitação de prestadores appeared first on Revista Apólice.
]]>Realizado na Escola de Prestadores da companhia, o evento buscou aproximar os profissionais que atuam diretamente no atendimento aos clientes das empresas responsáveis pelo desenvolvimento de ferramentas, tecnologias e soluções utilizadas na prestação de serviços.
A programação incluiu demonstrações técnicas, painéis sobre inovação e oportunidades de contato direto com fabricantes e parceiros comerciais. Os participantes também tiveram acesso a atividades de orientação sobre compra e troca de ferramentas.
Além dos conteúdos técnicos, o encontro abordou temas relacionados à gestão e ao desenvolvimento profissional, com mentorias sobre atração e seleção de profissionais e educação financeira. A iniciativa contou ainda com a participação da Psicologia Viva, plataforma de telessaúde e psicoterapia online, do Porto Bank e da equipe de Sustentabilidade da Porto, que apresentou atividades relacionadas à diversidade e inclusão.
A Escola de Prestadores integra as iniciativas da Porto Serviço voltadas à formação e atualização dos profissionais responsáveis pelos atendimentos residenciais e automotivos. Por meio do encontro, a companhia buscou ampliar o acesso desses prestadores a conhecimentos técnicos e ferramentas que possam contribuir para a execução dos serviços e para o relacionamento com os clientes.
A aproximação com fabricantes também permitiu aos participantes conhecer soluções e equipamentos utilizados no setor, além de trocar experiências sobre os desafios enfrentados na rotina de atendimento. Segundo a Porto Serviço, a proposta é manter uma agenda contínua de atividades de capacitação, combinando conteúdos técnicos com temas relacionados à gestão dos negócios e ao desenvolvimento dos profissionais.
Marcelo Sebastião, diretor de Operações da Porto Serviço, afirma que a qualificação dos prestadores é parte da estratégia da companhia para aprimorar a experiência dos clientes. “Acreditamos que transformar a experiência em serviços começa pelo investimento direto em quem está na linha de frente. E o Conexão Porto Serviço foi idealizado para trazer exatamente este espaço que une tecnologia e networking, para que o prestador evolua continuamente e entregue excelência ao cliente final”, destaca.
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]]>The post Previdência infantil atrai público cada vez mais jovem appeared first on Revista Apólice.
]]>O movimento é mais expressivo entre crianças de 0 a 5 anos, cuja participação na base passou de 1% para 10% no período. Na faixa de 6 a 10 anos, o percentual avançou de 25% para 30%. Em paralelo, os beneficiários de 11 a 15 anos passaram de 45% para 39%, enquanto aqueles entre 16 e 20 anos recuaram de 28% para 21%. Os dados revelam uma mudança na composição etária da carteira, hoje mais concentrada nas primeiras fases da infância.
“Quanto mais cedo uma reserva começa a ser formada, maior é o tempo disponível para construí-la de maneira gradual e compatível com a realidade de cada família. Esse planejamento pode apoiar diferentes projetos no futuro, como a educação, um intercâmbio, o início da vida profissional ou outros objetivos que façam sentido ao longo da trajetória da criança”, afirma Cassia Yamada, superintendente Comercial da Brasilprev.
O levantamento revela também que esse cuidado não está restrito aos pais. Embora os filhos continuem representando a maioria dos beneficiários, com 75%, a participação dos netos passou de 17% em 2021 para 21% em 2026. Outros vínculos familiares permaneceram em 4%.
O aumento da participação dos netos reforça o caráter intergeracional do planejamento financeiro. Ao contribuir para a formação de uma reserva, os avós encontram uma forma de apoiar projetos futuros da família e de transformar o patrimônio construído ao longo da vida em cuidado com as próximas gerações.
“Quando diferentes integrantes da família participam desse planejamento, a reserva ganha um significado que vai além do aspecto financeiro. Ela passa a representar continuidade e a possibilidade de apoiar escolhas futuras. A maior presença dos netos na carteira mostra como os avós também ocupam um espaço importante nessa construção”, complementa Cassia.
A composição etária de quem mantém esses planos apresentou outra mudança no período analisado. A participação dos clientes de 21 a 40 anos passou de 12% para 17% da base. O avanço foi impulsionado principalmente pelo grupo de 31 a 40 anos, cuja representatividade subiu de 11% para 15%.
Embora as pessoas de 41 a 60 anos continuem concentrando a maior parcela dos titulares, sua participação passou de 62% para 58%. O retrato indica que adultos mais jovens também passaram a ocupar mais espaço na composição da carteira voltada ao planejamento para filhos, netos ou outras crianças de seu convívio.
Além das mudanças no perfil de titulares e beneficiários, o levantamento identificou evolução nominal nos valores mantidos pelos clientes. A reserva média passou de R$ 18,825 em 2021 para R$ 26,671 em 2026, uma alta nominal de aproximadamente 42%. No mesmo intervalo, a contribuição periódica média avançou de R$ 194 para R$ 243, aumento nominal de cerca de 25%. Os valores não consideram os efeitos da inflação acumulada no período.
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]]>A programação incluiu uma visita a Toledo, cidade histórica espanhola, e ao estádio Santiago Bernabéu, casa do Real Madrid, um dos clubes de futebol mais conhecidos do mundo. Um dos destaques foi o jantar de reconhecimento realizado no histórico Real Casino de Madrid, cenário escolhido para celebrar as conquistas dos profissionais contemplados nesta edição.
O Passaporte Azos é a única campanha de viagens do mercado de seguros que reconhece parceiros comerciais sem estabelecer um ranking. A iniciativa reflete a importância que a Azos atribui às parcerias na construção da companhia e ao reconhecimento dos profissionais que contribuem para seu crescimento.
O reconhecimento também se estende a quem acompanha os corretores em suas trajetórias. Ao incluir os acompanhantes na viagem, o Passaporte Azos transforma a conquista em uma experiência compartilhada, permitindo que familiares e pessoas importantes participem desse momento. A proposta é celebrar não apenas os resultados alcançados, mas também as relações e o apoio que fazem parte dessa jornada.
“O Passaporte Azos é uma forma de reconhecer os profissionais que crescem junto com a gente e contribuem para ampliar o acesso ao seguro de vida no Brasil. Além de valorizar essas trajetórias, a viagem aproxima os corretores das nossas lideranças e cria oportunidades de troca que fortalecem ainda mais essa parceria”, afirma Rafael Cló, CEO da Azos.
Entre os destaques da edição está a Portfel Consultoria de Investimentos, reconhecida como melhor escritório de investimentos da Azos pelo segundo ano consecutivo, com 24 profissionais contemplados. “É uma felicidade conquistar esse reconhecimento pela segunda vez consecutiva. Vendemos um produto sabendo da qualidade da entrega e acompanhamos de perto o pagamento dos sinistros. Por isso, a Azos é uma marca em que confiamos muito”, afirma Matheus Falcão, diretor de seguros da Portfel Consultoria de Investimentos.
A edição também reconheceu Noé Oliveira, da N8 Seguros, como destaque do ano da Azos. “É importante receber esse reconhecimento representando a N8 Seguros. Estamos construindo uma parceria com a Azos que tem tudo para render uma história de sucesso por muitos anos”, destaca Oliveira.
Já a STOA Assessoria recebeu o reconhecimento de assessoria destaque pela segunda vez consecutiva, após conquistar o prêmio na edição realizada na Grécia, em 2025. Para Luiz Sampaio, sócio-fundador da empresa, a conquista reforça uma parceria construída desde os primeiros anos da Azos. “Esse reconhecimento reflete a confiança dos corretores e a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Azos, uma combinação que é essencial para o crescimento de todos”, pontua.
Em 2027, o Passaporte Azos terá duas edições internacionais, com viagens para Punta Cana, na República Dominicana, e para a Itália. A iniciativa dá continuidade ao programa de reconhecimento dos profissionais que contribuem para o crescimento da companhia e o desenvolvimento do mercado de seguros de vida.
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]]>A entidade reúne profissionais de diferentes áreas, entre eles advogados, professores, magistrados, atuários, executivos e especialistas em seguros, promovendo o contato entre representantes do setor no Brasil e no exterior.
Entre os recursos disponíveis está o Observatório AIDA Brasil, projeto que reúne decisões judiciais e discussões jurídicas relevantes para o Direito dos Seguros. A iniciativa organiza informações e referências para consulta, permitindo que os associados acompanhem a evolução dos entendimentos jurídicos e utilizem o conteúdo em pesquisas e atividades profissionais.
O objetivo é aproximar a produção acadêmica da prática do mercado, contribuindo para o debate sobre questões jurídicas e regulatórias que afetam o setor.
Os associados também podem participar dos grupos nacionais de trabalho da AIDA Brasil, que promovem discussões sobre temas específicos do mercado segurador. Entre os assuntos abordados estão Responsabilidade Civil, Resseguro, Saúde Suplementar, Novas Tecnologias, Arbitragem e Mediação.
A associação disponibiliza ainda acesso a estudos, pareceres, notas técnicas e publicações especializadas, incluindo as obras Aspectos Jurídicos dos Contratos de Seguro e Processo Civil e Seguro. Os integrantes também têm a possibilidade de produzir e publicar artigos, além de obter descontos no congresso anual da entidade e em outros eventos realizados pela AIDA Brasil ou em parceria com instituições do setor.
Outra iniciativa é o AIDA Connect, programa voltado a profissionais que não atuam diretamente no Direito, como corretores de seguros, atuários, executivos e representantes de insurtechs. A proposta é ampliar a participação desses profissionais nas discussões promovidas pela entidade, incentivando o intercâmbio de experiências entre as áreas jurídica, técnica e comercial do mercado segurador.
A associação também mantém o AIDA Jovem, espaço direcionado à participação e ao desenvolvimento de novas lideranças. No âmbito internacional, os associados podem acompanhar debates e tendências por meio da AIDA Mundial, presente em dezenas de países, e do Comitê Ibero-Latino-Americano (CILA).
A entidade informou ainda que prepara o lançamento de um portal com funcionalidades exclusivas para seus associados, mas não divulgou a data prevista para disponibilização da plataforma.
Os profissionais interessados em conhecer as iniciativas e as condições de associação podem consultar o material institucional disponibilizado pela AIDA Brasil em https://heyzine.com/flip-book/51b30e57b8.html ou entrar em contato pelo telefone (11) 92162-5076.
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