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A revista do mercado de SegurosTue, 24 Feb 2026 18:47:07 +0000pt-BR
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3232Generali Brasil apresenta exposição sobre protagonismo feminino
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Tue, 24 Feb 2026 18:46:56 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137022A Generali Brasil lançou a exposição “101 Anos. 101 Mulheres – Elas transformam caminhos” como parte das celebrações de seus 101 anos de atuação no país. A mostra é voltada a colaboradores e convidados e está instalada na sede da companhia, no Rio de Janeiro. Ao longo de 2025, quando celebrou seu centenário no Brasil, […]
]]>A Generali Brasil lançou a exposição “101 Anos. 101 Mulheres – Elas transformam caminhos” como parte das celebrações de seus 101 anos de atuação no país. A mostra é voltada a colaboradores e convidados e está instalada na sede da companhia, no Rio de Janeiro.
Ao longo de 2025, quando celebrou seu centenário no Brasil, a seguradora promoveu uma série de iniciativas comemorativas, como a iluminação do Cristo Redentor, a criação de um espaço de memória em sua matriz, o patrocínio de corridas de rua, o plantio de árvores e o lançamento de um livro institucional. Em 2026, a empresa amplia o calendário com a nova exposição temática.
A mostra propõe uma experiência imersiva, combinando recursos físicos e digitais, para destacar a contribuição feminina ao longo de um século, tanto na sociedade quanto na trajetória da companhia. O percurso aborda a presença de mulheres nas artes, na ciência, na política, no esporte e no cotidiano, além de seu papel na evolução do mercado de seguros e na consolidação de uma cultura de proteção e resiliência.
A exposição está estruturada em cinco territórios temáticos (Vitalidades, Vanguardas, Expressões, Ancestralidades e Futuros) que exploram diferentes dimensões da diversidade feminina. “Esta é uma homenagem às mulheres que constroem e inspiram a Generali e a sociedade. São vozes múltiplas que, somadas, representam o que acreditamos ser a base de um futuro mais equitativo e colaborativo”, afirma Debora Pinto, diretora de pessoas e organização.
Durante o percurso, colaboradores e visitantes são convidados a interagir com ativações sensoriais e conteúdos digitais. O encerramento da experiência apresenta o conceito da “centésima primeira mulher”, representada pelo reflexo da própria visitante no espelho, como forma de reforçar a ideia de protagonismo individual na construção de novas trajetórias.
A exposição conta com apoio das empresas Approach e Pacta Clara e integra as ações que marcam o início de um novo ciclo da Generali no Brasil, com foco em inclusão, inovação e valorização da diversidade.
]]>PMS 2019: Case vencedor da Alper falou sobre proteção e confiança
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Tue, 24 Feb 2026 18:04:28 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137016EXCLUSIVO – O Prêmio Melhores do Seguro 2019 trouxe a experiência de corretores de seguros no avanço do atendimento ao consumidor. A Alper foi vencedora com o case Alper Digital, um projeto que buscava oferecer ao cliente soluções baseadas em tecnologia, fomentando a otimização de processos e a agilidades nas entregas. De acordo com o […]
]]>EXCLUSIVO – O Prêmio Melhores do Seguro 2019 trouxe a experiência de corretores de seguros no avanço do atendimento ao consumidor. A Alper foi vencedora com o case Alper Digital, um projeto que buscava oferecer ao cliente soluções baseadas em tecnologia, fomentando a otimização de processos e a agilidades nas entregas.
De acordo com o CEO da corretora, Marcos Couto, “o Prêmio Melhores do Seguro cumpre um papel essencial ao transformar iniciativas concretas em referências para todo o mercado segurador e de consultoria de benefícios”.
Para ele, ao estimular a produção e o compartilhamento de cases reais, o Prêmio contribui para que o setor evolua a partir da prática, valorizando soluções que geram impacto efetivo nos negócios e na experiência do cliente.
Couto ressalta: “Ao dar visibilidade a projetos bem executados, o Prêmio impulsiona a inovação aplicada, a evolução dos modelos comerciais e uma gestão cada vez mais orientada à eficiência e à geração de valor. Trata-se de um reconhecimento de que a evolução do seguro passa, necessariamente, por investimento contínuo, visão de longo prazo e alta capacidade de execução”.
“Iniciativas como essa fortalecem o ecossistema de seguros no Brasil e estimulam empresas a investirem de forma consistente em tecnologia, novos canais e estratégias mais maduras, alinhadas às demandas atuais e aos desafios futuros do mercado”, finaliza o executivo.
Inscrições abertas
As inscrições para o Prêmio Melhores do Seguro estão abertas neste link. O Prêmio Melhores do Seguro tem como objetivo reconhecer e valorizar ações que impulsionam a evolução do mercado segurador brasileiro, destacando empresas, profissionais e projetos que contribuem de forma concreta para o desenvolvimento do setor. A premiação busca dar visibilidade a ações inovadoras em áreas como gestão, tecnologia, distribuição, marketing, relacionamento com clientes e desempenho comercial, estimulando a disseminação de boas práticas e a elevação dos padrões de qualidade. Podem participar empresas que atuam na intermediação da comercialização, como corretoras de seguro, de resseguro, de planos de saúde, administradoras de benefícios, consultorias, assessorias e grupos de corretores.
Mais do que celebrar resultados financeiros, o prêmio se propõe a identificar estratégias que geram impacto real na operação das corretoras e demais agentes do ecossistema, seja por meio de eficiência operacional, transformação digital, novos modelos de negócios ou melhoria da experiência do consumidor.
Além do reconhecimento do seu trabalho, participar da festa de entrega dos troféus é estar em um ambiente de alto nível de relacionamento. Reunindo lideranças, executivos, corretores e formadores de opinião, o evento promove encontros de qualidade, aproximação institucional e possíveis parcerias comerciais.
]]>Gestão frágil ameaça corretoras em alta nas vendas
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Tue, 24 Feb 2026 18:03:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137019O mercado de seguros manteve trajetória de crescimento em 2025 e entrou em 2026 com desafios estruturais mais evidentes para as corretoras. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) indicam que o setor supervisionado movimentou cerca de R$313 bilhões entre janeiro e setembro do último ano, com avanço nominal superior a 7%. Ao mesmo tempo, […]
]]>O mercado de seguros manteve trajetória de crescimento em 2025 e entrou em 2026 com desafios estruturais mais evidentes para as corretoras. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) indicam que o setor supervisionado movimentou cerca de R$313 bilhões entre janeiro e setembro do último ano, com avanço nominal superior a 7%.
Ao mesmo tempo, levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a maior parte das pequenas e médias empresas brasileiras opera com margens apertadas e baixo nível de controle financeiro, combinação que tem levado muitas corretoras a crescerem em vendas, mas perderem fôlego na gestão.
Esse descompasso entre faturamento e estrutura interna tem se tornado um dos principais riscos do setor. Para Leandro Lotto Lago, proprietário do Grupo Futuro e especialista em proteção de riscos financeiros, a expansão comercial sem organização administrativa é um erro recorrente. “Muitas corretoras confundem crescimento com saúde financeira. A venda aumenta, mas os custos fixos, a inadimplência, impostos e a falta de processos acabam consumindo o resultado”, afirma.
Na prática, o desafio começa pela ausência de separação clara entre as áreas financeira, administrativa e comercial. Em muitas operações, o mesmo time que vende também controla contratos, comissões, repasses e relacionamento com seguradoras, o que aumenta o risco de falhas e retrabalho. “Sem fluxo de caixa estruturado, controle de comissões e indicadores básicos, a corretora perde previsibilidade e toma decisões no escuro”, diz Lago.
O cenário econômico de 2026 tende a ampliar essa pressão. Com juros ainda elevados, crédito mais seletivo e aumento de custos operacionais, a margem de erro diminui. Segundo especialistas em gestão empresarial, empresas que não profissionalizam processos acabam usando o próprio caixa para financiar crescimento, o que compromete capital de giro e sustentabilidade. “Vender mais exige estrutura proporcional. Caso contrário, o crescimento vira um problema, não uma solução”, avalia o executivo.
Outro ponto sensível é a escalada das operações comerciais sem perda de qualidade no atendimento. A digitalização ampliou o alcance e velocidade de venda, mas também elevou a complexidade da gestão de carteira e do pós-venda. “Escalar não é apenas contratar mais vendedores. É padronizar processos, treinar equipes e garantir que o cliente continue assistido ao longo do contrato”, afirma Lago. Segundo ele, corretoras que negligenciam o atendimento acabam enfrentando aumento de cancelamentos, reclamações e perda de confiança.
O movimento revela uma mudança de maturidade no mercado. Se, por um lado, o crescimento do setor abre oportunidades, por outro exige das corretoras uma postura mais empresarial. “O corretor deixou de ser apenas vendedor. Hoje, precisa entender de gestão, indicadores e modelo de negócio. Quem não fizer essa transição corre o risco de ficar pelo caminho”, explica Lago.
Ao adotar uma abordagem empresarial, o Grupo Futuro passou a ser citado como referência em um setor que vive processo de amadurecimento. A combinação entre crescimento comercial, controle financeiro e foco no cliente tem se mostrado determinante em um ambiente econômico mais restritivo. “O mercado está mais exigente. Hoje, não basta vender bem. É preciso gerir bem para continuar relevante”, conclui Lago.
O avanço do mercado segurador indica que a sobrevivência das corretoras passa pelo volume de vendas e pela capacidade de organizar, controlar e sustentar o crescimento em um ambiente econômico cada vez mais exigente.
]]>80% das seguradoras já utilizam soluções de Inteligência Artificial
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Tue, 24 Feb 2026 15:32:45 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136999EXCLUSIVO – Com investimento médio estimado em R$ 2,3 bilhões em 2025, o mercado de seguros começa a ver pequenos retornos mensuráveis da aplicação da Inteligência Artificial, principalmente nas áreas de atendimento ao cliente e operações. Esta é uma das conclusões do Estudo Inteligência Artificial e o Mercado de Seguros, realizado pela CNseg – Confederação […]
]]>EXCLUSIVO – Com investimento médio estimado em R$ 2,3 bilhões em 2025, o mercado de seguros começa a ver pequenos retornos mensuráveis da aplicação da Inteligência Artificial, principalmente nas áreas de atendimento ao cliente e operações. Esta é uma das conclusões do Estudo Inteligência Artificial e o Mercado de Seguros, realizado pela CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras – com o apoio da consultoria EY, que entrevistou 26 seguradoras, que representam 50,7% do market share do setor.
Segundo a pesquisa, cerca de 80% das empresas já implementaram algum tipo de solução baseada em IA em seus processos, enquanto as demais estão em fase avançada de testes ou implantação. O levantamento envolveu questionários quantitativos e entrevistas com executivos de seguradoras, entidades reguladoras e representantes do mercado financeiro.
A principal motivação para a adoção da tecnologia é o aumento de produtividade, apontado por 100% das empresas entrevistadas. Em seguida aparecem a melhoria da experiência do cliente (80%), automação de tarefas (70%) e redução de custos (65%).
“As áreas mais impactadas até agora são atendimento ao cliente, operações e tecnologia da informação, refletindo a busca por eficiência operacional e melhoria na jornada do segurado”, explicou Alexandre Leal, diretor Técnico, de Estudos e de Relações Regulatórias da entidade. Segundo ele, embora o impacto direto na receita ainda seja modesto, o estudo indica resultados operacionais relevantes. Algumas seguradoras relataram redução de 30% a 50% no tempo de resposta ao cliente e ganhos expressivos de produtividade nas equipes de tecnologia.
Também foram observados avanços na precificação e na subscrição, com empresas registrando aumento no volume de cotações processadas após a adoção de modelos baseados em IA. Alexandre ressalta que a maioria das organizações descreve os efeitos atuais como “incrementais”, ou seja, melhorias de eficiência sem alteração profunda no modelo de negócios. “Apenas uma pequena parcela reportou impactos substanciais ou disruptivos”.
Os aportes financeiros acompanham a prioridade estratégica. Em 2025, aproximadamente 78% das seguradoras investiram até 1% da receita em iniciativas de IA, o que representa cerca de R$ 2,3 bilhões considerando a amostra analisada. Para 2026, a expectativa é de expansão desses investimentos, podendo alcançar R$ 2,6 bilhões.
Apesar do avanço, o setor ainda enfrenta obstáculos relevantes, como mostra o Estudo. A integração com sistemas legados, muitos deles baseados em tecnologias antigas, aparece como um dos principais desafios, ao lado da escassez de profissionais especializados, custos de implementação e preocupações com precisão e confiabilidade dos modelos. É importante ressaltar que estes desafios não são exclusivos do mercado brasileiro, conforme ponderou Nuno Vieira, sócio da EY.
O Brasil possui um nível elevado de adoção de IA, cerca de 80%, que se aproximam de países como os Estados Unidos, com 84%. “A principal diferença está no estágio de desenvolvimento. Enquanto no Brasil os casos de uso concentram-se em operações, atendimento e análise documental, o mercado norte-americano já explora aplicações mais avançadas, como gestão preditiva de riscos, cross-selling e detecção de fraudes”, analisa Vieira.
Essa defasagem também se reflete no impacto econômico. No Brasil, a maioria das empresas reporta ganhos incrementais modestos, geralmente inferiores a 1% de receita. Nos Estados Unidos, parcela significativa já registra impactos substanciais, resultado de investimentos mais elevados e contínuos.
As barreiras enfrentadas são semelhantes nos dois países. Integração com sistemas legados, qualidade dos dados e escassez de profissionais especializados continuam sendo os principais obstáculos à expansão da IA. Outro desafio recorrente é demonstrar o retorno sobre o investimento, condição essencial para destravar novos orçamentos e reduzir o chamado “fear of missing out (FOMO)”, a pressão por investir apenas porque concorrentes também o fazem.
Ainda assim, executivos do setor apontam que o próximo ciclo não será de adoção, mas de escala. A expectativa é ampliar o uso da tecnologia com maior governança, ética e foco no consumidor, migrando de iniciativas pontuais para processos estruturais que transformem efetivamente o modelo operacional das seguradoras.
]]>IRB(P&D) lança base de índices climáticos extremos
https://revistaapolice.com.br/2026/02/irbpd-lanca-base-de-indices-climaticos-extremos/
Tue, 24 Feb 2026 15:09:59 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137001O IRB(P&D), área do IRB(Re) dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento, estruturou uma base de índices climáticos desenvolvida para identificar e quantificar eventos extremos, como chuvas intensas, secas, ondas de frio, ondas de calor e vendavais. Considerando dados de 1961 a 2024, a base foi elaborada com séries diárias de precipitação, temperatura, vento, evapotranspiração, radiação […]
]]>O IRB(P&D), área do IRB(Re) dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento, estruturou uma base de índices climáticos desenvolvida para identificar e quantificar eventos extremos, como chuvas intensas, secas, ondas de frio, ondas de calor e vendavais. Considerando dados de 1961 a 2024, a base foi elaborada com séries diárias de precipitação, temperatura, vento, evapotranspiração, radiação e umidade. O resultado reúne 68 índices padronizados de extremos, adequado para uso atuarial e de resseguro.
“A indústria de seguros tem exercido papel estratégico na observação, análise e modelagem de riscos associados a eventos climáticos extremos, acumulando décadas de experiência e bases de dados sobre perdas decorrentes de desastres naturais. A atual tecnologia de informação permite a utilização de técnicas refinadas de big data, machine learning e inteligência artificial”, explica Reinaldo Marques, superintendente do IRB(P&D).
A compreensão de parâmetros é essencial não apenas para fins meteorológicos, mas também para aplicações atuariais e financeiras, uma vez que eventos climáticos têm provocado aumentos significativos nas perdas econômicas e seguradas em escala global. Em 2024, as perdas seguradas globais alcançaram US$ 145 bilhões, o sexto maior valor já registrado, conforme o relatório Climate and Catastrophe Insight 2025, da multinacional Aon.
De acordo com o Banco Internacional de Dados de Desastres, o Brasil ocupou a quarta posição mundial em número de ocorrências de desastres em 2023, superando a média anual observada entre 2003 e 2022. Informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) indicam que 2024 apresentou o maior número de alertas emitidos de desastres no país, com 75% dos registros sendo relacionados a chuvas intensas.
Com a consolidação da base de índices, o IRB (P&D) conduziu a análise dos extremos climáticos no Brasil ao longo dos últimos 60 anos, a fim de compreender a intensidade e a evolução dos eventos extremos. A partir dessa estrutura, foi também desenvolvida uma análise de tempo de retorno, voltada a estimar a frequência e a recorrência nas diferentes regiões do país.
“O conhecimento gerado representa um avanço essencial para o setor segurador e ressegurador, aprimorando a precificação atuarial, o dimensionamento de reservas e o planejamento de instrumentos de proteção financeira. A diferenciação regional evidencia a importância da base climática IRB(P&D) como ferramenta estratégica para o desenvolvimento de modelos de precificação sensíveis às condições locais e para o fortalecimento da resiliência financeira do país diante da intensificação dos riscos climáticos e da necessidade de políticas eficazes de adaptação”, afirma Reinaldo.
]]>GFT nomeia Fernanda Rodrigues como diretora global de RH
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Tue, 24 Feb 2026 15:09:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137006A GFT Technologies anunciou a nomeação de Fernanda dos Santos Rodrigues como nova Diretora Global de Recursos Humanos, com efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026. Ela sucede Guillermo Rodríguez no cargo. Até então responsável pela área de Recursos Humanos da companhia na América Latina, a executiva passa a liderar a estratégia global de […]
]]>A GFT Technologies anunciou a nomeação de Fernanda dos Santos Rodrigues como nova Diretora Global de Recursos Humanos, com efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026. Ela sucede Guillermo Rodríguez no cargo.
Até então responsável pela área de Recursos Humanos da companhia na América Latina, a executiva passa a liderar a estratégia global de gestão de pessoas para uma equipe de mais de 12 mil profissionais distribuídos em mais de 20 países. Segundo a empresa, a promoção reflete os resultados obtidos na região e a intenção de ampliar práticas adotadas localmente para toda a organização.
Com mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos, Fernanda ocupou posições de liderança em empresas como Stefanini, Cognizant, DTS e Ecolab. É graduada em Psicologia, possui MBA em Gestão de Pessoas e especializações em Direito Empresarial e Educação. Também conta com certificação internacional em gestão de pessoas, cultura e desempenho pela Universidade de Stanford, além de atuação como professora de pós-graduação.
Na nova função, a executiva terá como prioridades a ampliação da diversidade, o fortalecimento do desenvolvimento contínuo e a consolidação de uma cultura corporativa orientada por Inteligência Artificial. Entre os eixos estratégicos estão o aumento da participação feminina em posições de liderança, a expansão de programas de capacitação e a incorporação de soluções baseadas em IA nos processos de RH.
“A GFT possui uma base de talentos diversificada, altamente qualificada e distribuída globalmente. Meu objetivo é garantir que nossas práticas de gestão de pessoas acompanhem a velocidade da transformação tecnológica da empresa, promovendo ambientes cada vez mais inclusivos e colaborativos, preparados para um futuro impulsionado pela Inteligência Artificial”, afirma Fernanda dos Santos Rodrigues. “Queremos aprimorar o desenvolvimento de nossos profissionais e fortalecer uma cultura que une desempenho, inovação e responsabilidade”.
O CEO global da companhia, Marco Santos, destacou a relevância estratégica da nomeação. “Fernanda reúne experiência internacional, profundo conhecimento da GFT e uma visão moderna de gestão de pessoas. Sua liderança será fundamental para sustentar nosso crescimento global, fortalecer nossa cultura responsável e centrada em IA e garantir que continuemos sendo um ambiente atraente para talentos em todo o mundo”.
]]>Expo CIST confirma diplomata e lança página oficial
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Tue, 24 Feb 2026 14:20:51 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136996O Expo CIST lançou a página oficial de sua XI edição, com a programação completa e os palestrantes confirmados. O congresso que é voltado às áreas de logística, seguros e transportes, será realizado em 12 de março, em Campinas (SP), reunindo especialistas e lideranças do setor para discutir temas técnicos e estratégicos. Entre os destaques […]
]]>O Expo CIST lançou a página oficial de sua XI edição, com a programação completa e os palestrantes confirmados. O congresso que é voltado às áreas de logística, seguros e transportes, será realizado em 12 de março, em Campinas (SP), reunindo especialistas e lideranças do setor para discutir temas técnicos e estratégicos.
Entre os destaques está a participação de João Carlos Parkinson de Castro, diplomata do Ministério das Relações Exteriores. Integrante da carreira de ministro do Itamaraty, ele ministrará a palestra de encerramento, às 18h30, com o tema “Logística Integrada e os Novos Corredores Estratégicos da América do Sul”. A apresentação abordará o papel da diplomacia na integração física e econômica regional, com reflexos sobre fluxos comerciais, redução de gargalos logísticos e inserção internacional do Brasil.
Segundo Frederico Leopoldo, presidente do CIST, a edição deste ano terá como foco temas regulatórios e tecnológicos que impactam diretamente o seguro de transportes. “Nesta edição teremos muitos assuntos relevantes para tratar, como os impactos do Corredor Bioceânico e o futuro integrado do seguro de Transporte envolvendo estratégia, regulação e inteligência artificial. Além disso, com as recentes atualizações da Lei 14.599/2023, a publicação da Resolução ANTT nº 6.068/2025 e os avanços debatidos nas plenárias do CIST, acredito que o mercado de seguro de transportes entra em uma nova fase de transformação regulatória e tecnológica”, afirmou.
A organização informou que esta é a última semana para aquisição de ingressos com desconto, no valor de R$ 357, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes no cartão de crédito. A partir de 1º de março terá início a venda do terceiro e último lote, com reajuste nos valores. As inscrições estão disponíveis na Sympla.
A XI edição conta com patrocínio de empresas como Sura, HDI Yelum, Totvs, Ambipar e Omnilink, entre outras. O evento também recebe apoio institucional de entidades como a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp) e a Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR), entre outras instituições do setor.
]]>Prudential reforça governança em IA na Privacy Week
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Tue, 24 Feb 2026 14:12:46 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136993Entre os dias 2 e 6 de fevereiro, a Prudential do Brasil realizou a Privacy Week 2026, iniciativa interna voltada ao fortalecimento da cultura de proteção de dados e governança em Inteligência Artificial. A programação incluiu debates com especialistas externos sobre riscos e responsabilidade no uso de IA e o lançamento do Privacy Quiz, conduzido […]
]]>Entre os dias 2 e 6 de fevereiro, a Prudential do Brasil realizou a Privacy Week 2026, iniciativa interna voltada ao fortalecimento da cultura de proteção de dados e governança em Inteligência Artificial. A programação incluiu debates com especialistas externos sobre riscos e responsabilidade no uso de IA e o lançamento do Privacy Quiz, conduzido pela assistente virtual Pietra, que engajou mais de 350 colaboradores em mais de 4 mil interações. A iniciativa reforça o posicionamento da companhia de que inovação tecnológica no setor de seguros deve estar necessariamente associada a ética, transparência e conformidade regulatória.
Ao longo da semana, foram discutidos temas como supervisão humana em decisões automatizadas, revisão atenta de conteúdos gerados por IA e uso exclusivo de ferramentas aprovadas institucionalmente. As conversas destacaram que o avanço da IA amplia eficiência operacional, mas também eleva riscos jurídicos, reputacionais e de proteção de dados, especialmente em segmentos altamente regulados, como o financeiro.
“À medida que a Inteligência Artificial ganha escala no mercado, cresce também nossa responsabilidade. Governança, supervisão e proteção de dados são condições indispensáveis para sustentar a confiança de clientes e parceiros”, afirma Sabrina Calixto, DPO da Prudential do Brasil.
]]>APet projeta expansão em meio a incertezas em 2026
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Tue, 24 Feb 2026 14:05:59 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136990A entrada de grandes seguradoras e de soluções estruturadas, como as oferecidas pela APet, sinaliza a transição de um setor historicamente informal para um ecossistema mais organizado de proteção aos animais. Em um cenário de inflação médica veterinária, que pressiona insumos e procedimentos, o modelo de plano de saúde pet se consolida como alternativa para […]
]]>A entrada de grandes seguradoras e de soluções estruturadas, como as oferecidas pela APet, sinaliza a transição de um setor historicamente informal para um ecossistema mais organizado de proteção aos animais. Em um cenário de inflação médica veterinária, que pressiona insumos e procedimentos, o modelo de plano de saúde pet se consolida como alternativa para mitigar imprevistos financeiros dos tutores.
O ano de 2026 é marcado por desafios macroeconômicos, com pressão fiscal, juros elevados e maior cautela do consumidor. Ainda assim, o mercado pet mantém projeções positivas. Segundo a Abinpet, o faturamento do setor pode alcançar R$ 80 bilhões em 2026, com destaque para serviços veterinários e cuidados especializados. O tutor, porém, tornou-se mais exigente em relação à transparência e à credibilidade das empresas. Nesse contexto, soluções que combinam qualidade assistencial e estrutura securitária ganham relevância.
Em resposta a esse ambiente, a APet obteve o selo RA1000 da plataforma Reclame Aqui, com nota 8,7 e índice de resolução superior a 90%, segundo a empresa. O reconhecimento reforça a estratégia de foco em pós-venda e atendimento, reduzindo a resistência do consumidor a produtos financeiros voltados à saúde animal.
A proposta de previsibilidade de custos é apontada como diferencial em um segmento no qual os serviços veterinários já representam cerca de 10,6% do faturamento total do setor pet, de acordo com dados da Abinpet. A companhia sustenta que a combinação entre centralidade no cliente e eficiência operacional permite atender a uma demanda crescente por planejamento financeiro familiar.
Para o CEO da APet, Luiz Gênova, a humanização dos animais mantém a demanda resiliente mesmo em ciclos econômicos adversos. O avanço tecnológico da medicina veterinária amplia a qualidade dos tratamentos, mas também eleva custos e riscos financeiros para tutores sem cobertura. “Enquanto grande parte do mercado opera com coparticipação e rede credenciada, a APet adota o modelo de livre escolha, sem coparticipação e com cobertura nacional. Entendemos que o responsável pelo pet deve ter liberdade para escolher seu veterinário e clínica de confiança”, afirma Gênova.
A estratégia da empresa para atravessar o atual ciclo econômico está estruturada em quatro pilares: fortalecimento institucional com foco em transparência e antecipação a movimentos regulatórios; comunicação clara sobre prevenção e previsibilidade financeira; sustentabilidade econômica baseada em modelos atuariais; e alinhamento às práticas ESG e ao bem-estar animal.
O mercado de saúde animal no Brasil segue em expansão, impulsionado pelo aumento das despesas veterinárias, envelhecimento dos pets e mudança de comportamento dos tutores. Com penetração estimada em cerca de 1% da base potencial, a companhia projeta alcançar 5 milhões de animais cobertos até 2029. “Nosso propósito é tornar o cuidado pet de excelência algo acessível a todos”, conclui o executivo.
]]>Alerta de El Niño reposiciona o seguro no Brasil
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Tue, 24 Feb 2026 13:58:11 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=136987A confirmação do retorno do fenômeno El Niño em 2026 acende um alerta para o aumento da ocorrência de eventos climáticos extremos no Brasil. De acordo com análises meteorológicas divulgadas recentemente, o aquecimento anômalo das águas do Pacífico Equatorial pode começar a se consolidar já a partir do primeiro semestre, com potencial de intensificar chuvas […]
]]>A confirmação do retorno do fenômeno El Niño em 2026 acende um alerta para o aumento da ocorrência de eventos climáticos extremos no Brasil. De acordo com análises meteorológicas divulgadas recentemente, o aquecimento anômalo das águas do Pacífico Equatorial pode começar a se consolidar já a partir do primeiro semestre, com potencial de intensificar chuvas irregulares, tempestades severas, ondas de calor e períodos de seca em diferentes regiões do país ao longo do ciclo.
O fenômeno, que historicamente altera padrões atmosféricos e influencia diretamente o regime de precipitação na América do Sul, tende a provocar impactos semelhantes aos registrados em ciclos anteriores marcados por extremos meteorológicos e prejuízos expressivos. A combinação entre maior variabilidade climática e alta exposição urbana amplia o risco de alagamentos, deslizamentos, danos estruturais e interrupções operacionais.
Para o setor de seguros, o cenário projeta uma mudança estrutural na percepção de risco. Gustavo Zanon, CEO da Seguralta, afirma que o debate deixou de ser episódico. “Quando um fenômeno climático passa a ter recorrência e previsibilidade estatística, ele deixa de ser tratado como eventualidade. Isso exige planejamento financeiro estruturado, tanto por parte das famílias quanto das empresas”.
Segundo o executivo, o impacto econômico de eventos extremos costuma ultrapassar o dano físico imediato. “O prejuízo não está apenas na estrutura afetada. Está na paralisação da atividade, na perda de receita, na dificuldade de recomposição do fluxo de caixa. Em pequenos e médios negócios, alguns dias de interrupção podem comprometer a sustentabilidade da operação”.
A projeção de intensificação de eventos extremos ao longo de 2026 também reposiciona o seguro dentro da agenda de gestão de risco corporativo. A revisão periódica de coberturas, a adequação das apólices ao perfil regional de exposição e a análise técnica de vulnerabilidades passam a integrar o planejamento estratégico. “Seguro não deve ser contratado após o susto. Ele precisa fazer parte da arquitetura de proteção patrimonial antes da crise”, afirma Zanon.
Em um contexto de maior instabilidade climática, especialistas apontam que a discussão sobre adaptação e resiliência tende a ganhar centralidade na agenda econômica nacional. O retorno do El Niño reforça a percepção de que eventos extremos não são mais exceção estatística, mas componente recorrente do cenário de risco que impacta infraestrutura, cadeias produtivas e estabilidade financeira.