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A revista do mercado de SegurosWed, 21 Oct 2026 21:02:09 +0000pt-BR
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3232Mapfre nomeia Luiz Padial como diretor executivo comercial
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Wed, 21 Oct 2026 21:02:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143563A Mapfre anunciou nesta quarta-feira (21) a nomeação de Luiz Padial como diretor executivo comercial da seguradora. A mudança faz parte de uma reorganização da estrutura da companhia, que passa a concentrar os principais canais de distribuição e a área de relacionamento com clientes sob uma única liderança. A nova estrutura reúne sob sua liderança […]
]]>A Mapfre anunciou nesta quarta-feira (21) a nomeação de Luiz Padial como diretor executivo comercial da seguradora. A mudança faz parte de uma reorganização da estrutura da companhia, que passa a concentrar os principais canais de distribuição e a área de relacionamento com clientes sob uma única liderança.
A nova estrutura reúne sob sua liderança as diretorias de Corretores e Global Corporate, Comercial Parcerias, Comercial Sicredi, Comercial Banco do Brasil e Clientes e Marketing. Com isso, os principais canais de distribuição da companhia e a área de relacionamento com clientes passam a responder diretamente a um mesmo executivo.
“Temos espaço para aproximar ainda mais nossos canais das necessidades do mercado, com atenção aos resultados e à rentabilidade do negócio. Estou muito feliz em liderar um time incrível como esse, certo de que fortaleceremos a atuação comercial da Mapfre e o relacionamento com corretores, parceiros de distribuição e clientes”, afirma Padial.
Na Mapfre há quatro anos, Padial acumula quase 30 anos de experiência no setor segurador, com passagens por empresas nacionais e internacionais. É economista formado pela PUC-SP, tem certificação em Finanças pelo Ibmec e MBA em Gestão Atuarial e Financeira pela FIPECAFI.
Karine Brandão, que nos últimos dois anos liderou iniciativas de transformação nos canais Corretor e Global Corporate, permanecerá na companhia durante o período de transição. Depois dessa etapa, deixará a Mapfre para seguir novos desafios profissionais.
]]>Seguro Garantia amplia foco na prevenção de riscos em obras
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Wed, 21 Oct 2026 20:03:10 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143560Acompanhamento de contratos permite identificar sinais de dificuldades na execução de projetos e ganha relevância com as responsabilidades previstas na Lei de Licitações
]]>O avanço dos investimentos em infraestrutura no Brasil amplia a complexidade dos projetos e reforça a necessidade de mecanismos capazes de reduzir riscos durante a execução dos contratos. Em empreendimentos de longo prazo, dificuldades financeiras, operacionais ou contratuais podem comprometer cronogramas, gerar custos adicionais e até levar à paralisação de obras.
Nesse contexto, o Controle de Riscos ganha relevância como ferramenta de prevenção e acompanhamento. A identificação antecipada de possíveis desvios contribui para a tomada de decisão e aumenta a previsibilidade para empresas, contratantes e investidores.
No Seguro Garantia, essa atuação vai além da emissão da apólice. O acompanhamento contínuo dos projetos permite avaliar fatores que possam impactar o cumprimento das obrigações contratuais e identificar sinais de atenção antes que se transformem em problemas mais graves.
A Junto Seguros foi pioneira ao criar, em 2011, uma área dedicada ao Controle de Riscos, com foco na prevenção de sinistros e no monitoramento dos projetos segurados. “Em projetos de infraestrutura, o risco não está apenas quando um contrato deixa de ser cumprido. Existem sinais anteriores que podem indicar dificuldades de execução. O papel do Controle de Riscos é justamente acompanhar esses movimentos e atuar de forma preventiva, aumentando a previsibilidade para o segurado e para o contratante”, afirma Eduardo Cruci, Diretor Técnico da Junto Seguros.
A relevância desse acompanhamento se torna ainda mais evidente diante dos impactos que a interrupção de uma obra pode gerar, afetando cronogramas, investimentos e a entrega de serviços à população. Nos contratos públicos, a evolução do Seguro Garantia também reforça essa preocupação. A cláusula de retomada, prevista na Lei nº 14.133/2021, permite que a seguradora assuma a continuidade do projeto por meio de terceiros ou indenize o contratante nos limites previstos, ampliando sua responsabilidade sobre a execução contratual.
Infraestrutura exige gestão contínua de riscos
O acompanhamento especializado ganha ainda mais importância diante da expansão dos projetos de concessões e PPPs previstos para os próximos anos. Rodovias, ferrovias, aeroportos, portos e hidrovias concentram investimentos bilionários e demandam mecanismos que tragam previsibilidade ao poder público e segurança aos investidores.
A Junto Seguros atua em projetos dos segmentos de rodovias, ferrovias, saneamento, energia e telecomunicações, acompanhando riscos relacionados à execução contratual. “O Seguro Garantia precisa estar associado a uma visão ampla do risco. A apólice é parte da solução, mas existe um trabalho técnico importante antes e durante a execução do contrato. Quanto melhor compreendemos os riscos de um projeto e acompanhamos sua evolução, maior é a capacidade de antecipar problemas e contribuir para a continuidade dos negócios”, complementa Cruci.
]]>Setor de seguros supera custo de capital pela 1ª vez desde 2017
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Wed, 21 Oct 2026 18:05:34 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143548Relatório do BCG aponta retorno anualizado de 15% aos acionistas em cinco anos e mudança na preferência dos investidores; no Brasil, seguros de vida ganham espaço enquanto algumas linhas enfrentam maior pressão competitiva
]]>EXCLUSIVO – O setor global de seguros registrou um retorno total anualizado ao acionista (TSR) de 15% nos últimos cinco anos, superando o custo de capital próprio das seguradoras pela primeira vez desde 2017. O resultado, apresentado no relatório The 2026 Insurance Value Creators Report: An Early Look at Returns, do Boston Consulting Group (BCG), reflete a recuperação da rentabilidade da indústria e sinaliza uma mudança na preferência dos investidores, com maior interesse por companhias de vida e saúde (L&H) e multilinhas.
O desempenho ocorre após um período de retornos mais modestos, marcado pelos efeitos da pandemia e por mudanças nas condições de mercado. Segundo Abel Colaço, sócio do BCG, a melhora resulta da combinação entre a recuperação dos resultados operacionais e o aumento das receitas financeiras das seguradoras.
No segmento de danos e responsabilidades (P&C), assim como no resseguro, as condições favoráveis de preços contribuíram para a rentabilidade acumulada. Já as companhias de vida e saúde e multilinhas foram beneficiadas pela maior receita de investimentos e por mudanças no comportamento dos consumidores após a pandemia.
Embora P&C ainda apresente o melhor desempenho no horizonte de cinco anos, os resultados mais recentes indicam uma mudança na dinâmica do setor. Em 2025, as seguradoras de L&H e multilinhas passaram a registrar retornos superiores, enquanto algumas carteiras de P&C começaram a apresentar sinais de moderação nos preços. “Ainda é cedo para afirmar que essa mudança de preferência dos investidores se aprofundará de forma duradoura”, pondera Abel.
O executivo explica que o movimento está relacionado tanto ao ambiente financeiro quanto às características dos diferentes negócios. Enquanto os seguros de vida são mais sensíveis às taxas de juros devido à duração dos compromissos assumidos, o segmento de saúde apresenta uma dinâmica própria. Ao mesmo tempo, o envelhecimento populacional e a maior conscientização sobre proteção financeira contribuem para sustentar a demanda.
No Brasil, parte dessas transformações já pode ser observada. De acordo com Colaço, o mercado segurador nacional apresentou melhora nos resultados, apoiada pela sustentação dos preços, pelo aumento da receita financeira e pela expansão dos seguros de vida, especialmente produtos resgatáveis e coberturas que podem ser utilizadas pelo segurado ainda em vida.
“O mercado brasileiro acompanhou, em alguma medida, as tendências globais. Observamos uma melhora considerável dos resultados, apoiada pela sustentação de preços, pela maior receita financeira e pelo crescimento das linhas de vida, especialmente de produtos resgatáveis e coberturas para utilização em vida”, afirma.
Para os próximos anos, a expectativa é de que o segmento de vida permaneça aquecido, inclusive com as discussões sobre o desenvolvimento de produtos de vida universal, modalidade que combina proteção securitária com características de acumulação financeira.
Em contrapartida, algumas linhas de P&C podem enfrentar maior concorrência. O cenário também apresenta desafios para produtos relacionados ao crédito, como os seguros prestamista e rural, que, segundo o executivo, podem continuar pressionados pelo ambiente de juros elevados.
Já os seguros corporativos apresentam oportunidades de expansão. A maior disponibilidade de capacidade de resseguro e o interesse de grandes participantes em diversificar suas carteiras podem favorecer o crescimento dessas operações e estimular movimentos de consolidação. “Já as linhas corporativas apresentam espaço para ampliar sua penetração, favorecidas pela maior disponibilidade de resseguro e pelo interesse de grandes participantes em diversificar seus portfólios e encontrar novas avenidas de crescimento. Nesse espaço, em particular, podemos assistir a movimentos de consolidação”, avalia Abel.
A perspectiva de um mercado mais competitivo representa um desafio para as seguradoras que se beneficiaram dos reajustes de preços nos últimos anos. Segundo o BCG, a moderação tarifária deve reduzir o espaço para sustentar a rentabilidade apenas por meio do aumento dos prêmios. Entre os segmentos mais expostos estão automóvel e imóveis comerciais, nos quais as companhias podem intensificar a concorrência para conquistar participação de mercado.
Nesse contexto, a capacidade de selecionar riscos, controlar despesas e administrar sinistros tende a ganhar importância na preservação das margens. “A manutenção de um TSR atrativo exigirá rigor na seleção técnica de riscos, gestão de sinistros e excelência operacional. As companhias capazes de combinar essas competências estarão mais bem posicionadas para preservar suas margens”, destaca o sócio do BCG.
A mudança também pode impulsionar fusões e aquisições (M&A). Conforme o executivo, operações desse tipo permitem ampliar escala, reduzir custos, diversificar riscos e fortalecer capacidades tecnológicas e comerciais. Entretanto, a capacidade de integração e a disponibilidade de capital serão determinantes para o sucesso dessas estratégias.
Longevidade impulsiona novos produtos
Enquanto parte do mercado de danos enfrenta um ambiente de maior competição, as perspectivas para os seguros de vida e saúde estão associadas a transformações demográficas e nas necessidades dos consumidores.
O envelhecimento da população amplia a demanda por soluções que ofereçam proteção financeira durante a vida, e não apenas indenização em caso de morte. Entre os produtos com potencial de crescimento estão coberturas para doenças graves e contratos que combinam diferentes garantias. “As coberturas tradicionais de falecimento passam a conviver com contratos que combinam diferentes formas de proteção. Ganham relevância produtos com garantias e benefícios em vida, como coberturas para diagnósticos de doenças graves”, explica Colaço.
Apesar das oportunidades, o executivo ressalta que a ampliação dessas garantias exige atenção ao consumo de capital e à sustentabilidade econômica dos produtos. Além disso, parte da melhora recente dos resultados de L&H está relacionada às receitas financeiras, o que impede atribuir toda a evolução da rentabilidade a fatores estruturais.
Além das mudanças no comportamento dos investidores, o relatório identifica a inteligência artificial como uma das principais forças de transformação operacional do setor segurador.
A evolução da IA generativa e dos agentes de inteligência artificial deve ampliar a capacidade de análise de dados e automatização de processos complexos, com aplicações em subscrição, regulação de sinistros, identificação de fraudes e atendimento. Abel Colaço analisa que essas ferramentas também podem elevar a produtividade de corretores e equipes comerciais, além de produzir ganhos em tecnologia da informação, atividades administrativas e gestão de pessoas. Entretanto, a adoção ocorre em diferentes níveis de maturidade entre as companhias. “O desafio é aplicar essas soluções em escala e repensar os processos para transformar seu potencial em resultados consistentes”, afirma.
Para os próximos três a cinco anos, o BCG identifica quatro pilares para a criação sustentável de valor: rigor técnico na subscrição, inovação no portfólio de vida e saúde, aplicação de inteligência artificial em escala e alocação dinâmica de capital.
Na avaliação do executivo, a combinação dessas estratégias será determinante para que as seguradoras consigam preservar a rentabilidade em um ambiente de maior competição, novas demandas de proteção e transformação tecnológica.
“Nos próximos anos, as seguradoras que conseguirem escalar essas capacidades estarão mais bem posicionadas para capturar ganhos de eficiência, fortalecer o crescimento e construir vantagens competitivas sustentáveis”, conclui o executivo.
]]>Generali anuncia entrada no Lloyd’s de Londres
https://revistaapolice.com.br/2026/10/generali-anuncia-entrada-no-lloyds-de-londres/
Wed, 21 Oct 2026 14:39:18 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143546Syndicate 2031 Red Bridge tem aprovação preliminar para iniciar operações em 2027 e permitirá ao grupo assumir parte dos riscos atualmente cedidos a resseguradores
]]>O Grupo Generali anunciou sua entrada no Lloyd’s, em Londres, um dos principais centros internacionais do setor segurador, com o lançamento do Syndicate 2031 Red Bridge. O novo sindicato permitirá à companhia assumir, nessa plataforma, uma parcela dos riscos que atualmente cede por meio de contratos de resseguro. A iniciativa recebeu aprovação preliminar para iniciar as operações em 2027.
O lançamento representa um avanço na atuação da Generali e está alinhado ao plano Lifetime Partner 27: Driving Excellence, que orienta as prioridades de negócios do Grupo até 2027. O projeto busca otimizar a gestão de capital, fortalecer parcerias de longo prazo e diversificar as fontes de recursos disponíveis para a transferência de riscos.
A estrutura também contribuirá para diversificar o portfólio do Lloyd’s, combinando a exposição da carteira da Generali a riscos na Europa continental com sua atuação nos segmentos de varejo e middle market (empresas de médio porte), em diferentes regiões geográficas. A plataforma viabilizará ainda o desenvolvimento de soluções de resseguro sob medida, apoiando o crescimento dos negócios de seguros de danos e responsabilidades (Property & Casualty — P&C) do Grupo.
]]>Hapvida lança campanha com Elba Ramalho no Outubro Rosa
https://revistaapolice.com.br/2026/10/hapvida-lanca-campanha-com-elba-ramalho-no-outubro-rosa/
Wed, 21 Oct 2026 14:08:18 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143543Com criação da Agência Felina e o mote “Cuidar mais cedo é mais vida”, ação reforça o autocuidado e apresenta iniciativa que reduziu em mais de 75% o tempo médio para a confirmação do câncer de mama
]]>Entre o trabalho, a família e as responsabilidades do dia a dia, muitas mulheres acabam deixando o próprio cuidado para depois. É a partir dessa realidade que a Hapvida lança, no próximo dia 19, data em que se celebra o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, sua campanha de Outubro Rosa, estrelada pela cantora Elba Ramalho, que superou a doença. Com o mote “Cuidar mais cedo é mais vida”, a iniciativa convida as mulheres a priorizar a própria saúde e destaca a importância da investigação oportuna da doença.
A campanha também dá visibilidade ao Programa Navegar Alerta Rosa, iniciativa da Hapvida que combina inteligência artificial e acompanhamento humano para agilizar a investigação de casos suspeitos de câncer de mama. Desde o início da operação, em outubro de 2024, até setembro de 2026, o programa captou 11.570 dos 15.455 pacientes elegíveis, cerca de 75% do total. Entre as pacientes acompanhadas que aderiram à consulta com mastologista, 69% passaram pela primeira avaliação com o especialista em até 15 dias após a captação.
“Como mulher, eu me reconheço nessa rotina em que tantas vezes o nosso próprio cuidado fica por último. A campanha nasce dessa realidade e transforma isso em uma mensagem de marca muito clara: queremos estar mais próximos da vida real das pessoas, falando de saúde de um jeito relevante, humano e conectado ao que a Hapvida está construindo. O Alerta Rosa é uma expressão concreta disso, porque combina inteligência artificial e acompanhamento humano para reduzir o tempo até a confirmação do diagnóstico. Para nós, ‘Cuidar mais cedo é mais vida’ traduz o que queremos como marca, estar mais próximos da vida real das pessoas e usar a inovação para fazer diferença de forma concreta.” afirma Raquel Arruda, diretora de Marketing da Hapvida.
A concepção criativa é assinada pela Agência Felina e parte de situações cotidianas para aproximar a mensagem de prevenção da realidade das mulheres. A trilha sonora é “Tempos Modernos”, gravada por Elba Ramalho especialmente para a campanha, reforçando o convite para viver o presente e olhar com mais atenção para si.
“O insight da campanha nasceu de uma verdade para muitas mulheres, inclusive para mim, que a vivi ao receber um diagnóstico de câncer de mama. Na correria da vida, a rotina rouba o nosso tempo e deixamos a nós mesmas para depois. Mas, diante do diagnóstico, o que mais queremos é tempo: tempo para nos tratar e viver mais. Foi esse sentimento que nos levou a criar uma campanha sobre a importância do tempo no tratamento do câncer e a escolher ‘Tempos Modernos’, de Lulu Santos, uma música que carrega em sua essência essa vontade de viver. A escolha de Elba Ramalho para interpretá-la trouxe a sensibilidade de quem também viveu essa experiência e conhece esse sentimento de perto.”, pontua Raquel Messias, CSO (Chief Strategy Officer) da Felina.
A campanha será veiculada em versões de 60, 30, 15 e seis segundos na televisão, no YouTube, nas plataformas da Meta e no site da Hapvida. A programação inclui ainda um minidocumentário em que Elba compartilha reflexões sobre diagnóstico, espera e a importância de seguir vivendo, além de conteúdo para redes sociais, participação de influenciadores e um programa especial com bastidores da produção e entrevistas com porta-vozes, exibido no Reclame, no Multishow e no Globoplay.
Em operação desde outubro de 2024, o programa utiliza tecnologia desenvolvida integralmente pela Hapvida para analisar laudos de mamografia, ressonância magnética e ultrassonografia e identificar alterações suspeitas que podem demandar biópsia. A inteligência artificial não realiza diagnósticos: ela sinaliza exames que exigem atenção, enquanto uma equipe multidisciplinar acompanha as pacientes nas etapas seguintes, incluindo consultas com mastologistas, exames complementares e biópsias.
Atualmente, o Navegar Alerta Rosa está presente na rede da Hapvida no Ceará, em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Alagoas e Sergipe. A meta é expandir a iniciativa para todas as praças de atuação da companhia, ampliando o acesso a um acompanhamento coordenado durante a investigação do câncer de mama.
]]>Câncer de mama também ameaça renda e orçamento familiar
https://revistaapolice.com.br/2026/10/cancer-de-mama-tambem-ameaca-renda-e-orcamento-familiar/
Wed, 21 Oct 2026 14:04:27 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143541Com previsão de 78,6 mil novos casos anuais no Brasil, afastamento do trabalho e despesas adicionais ampliam a discussão sobre proteção financeira durante o tratamento
]]>O Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Além dos desafios médicos, o diagnóstico pode comprometer a renda e exigir mudanças no orçamento familiar, sobretudo quando a paciente precisa se afastar do trabalho ou reorganizar sua rotina para seguir o tratamento. E o impacto financeiro é uma dimensão da doença que também merece espaço na conversa sobre saúde da mulher.
A preocupação não se limita aos gastos com consultas e medicamentos. Transporte, alimentação, acompanhamento e perda de renda podem pesar no orçamento. “O câncer de mama não afeta apenas a saúde física. Dependendo do tratamento e das condições de vida de cada paciente, pode haver mudanças na rotina profissional, na autonomia e na organização da família. Por isso, o cuidado precisa considerar a paciente de forma integral, incluindo sua rede de apoio e as condições para atravessar todas as etapas do tratamento”, afirma Dr. Marcos Tadeu Rocha, Oncologista UFMG.
A relação entre câncer e trabalho também pode ser afetada, um estudo da Revista Brasileira de Saúde Ocupacional analisou dados sobre o retorno ao trabalho após o câncer de mama e identificou questões financeiras entre os aspectos que atravessam essa experiência. A possibilidade de manter a renda durante o tratamento e a recuperação varia conforme a ocupação, os direitos disponíveis e a realidade de cada família.
Nesse contexto, o planejamento financeiro pode ajudar a reduzir a necessidade de recorrer às economias ou assumir dívidas para cobrir despesas inesperadas. Além de conhecer os benefícios previdenciários e os recursos de saúde disponíveis, uma das alternativas é avaliar formas de proteção que ofereçam suporte financeiro em vida.
É o caso do seguro com cobertura para doenças graves, que prevê uma indenização ao próprio segurado diante de um diagnóstico contemplado na apólice, conforme as condições contratadas. O valor pode ser utilizado de acordo com as necessidades da pessoa durante esse período, inclusive para despesas que não estão diretamente relacionadas ao tratamento.
Dados da Azos, insurtech especializada em seguro de vida, ajudam a dimensionar a presença do câncer de mama entre os sinistros de doenças graves pagos pela companhia. Nos últimos 24 meses, 39,1% dos sinistros indenizados a mulheres nessa categoria estiveram relacionados ao câncer de mama. Na Azos, a cobertura de Doenças Graves contempla casos de câncer leve, moderado e grave, permitindo que a segurada tenha acesso à indenização já nos estágios iniciais da doença, de acordo com as condições previstas na apólice.
A faixa etária também chama a atenção: nos últimos 12 meses, 74,3% dos sinistros de câncer pagos a mulheres pela companhia corresponderam a seguradas de 30 a 49 anos. O dado reforça a importância de discutir os efeitos financeiros de doenças graves também entre mulheres em idade profissionalmente ativa.
“Quando uma doença grave aparece, a família precisa lidar com muitas decisões ao mesmo tempo. Ter uma proteção financeira contratada previamente pode oferecer mais flexibilidade para reorganizar as despesas e preservar recursos durante o tratamento. Isso não elimina os desafios da doença, mas pode ajudar a evitar que todo o impacto recaia sobre a renda e as economias da família”, afirma Rafael Cló, CEO da Azos.
Ampliar a conversa sobre o câncer de mama significa reconhecer que o cuidado não termina no diagnóstico ou na escolha do tratamento. Informação médica, rede de apoio e planejamento financeiro fazem parte de uma discussão mais completa sobre como enfrentar a doença e seus efeitos na vida cotidiana.
]]>Fiscalização da Susep mira falhas na contratação de seguros
https://revistaapolice.com.br/2026/10/fiscalizacao-da-susep-mira-falhas-na-contratacao-de-seguros/
Wed, 21 Oct 2026 12:51:54 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143532Casos recentes mostram como falhas na gestão de terceiros podem expor seguradoras a medidas cautelares
]]>EXCLUSIVO – A Superintendência de Seguros Privados (Susep) adotou, ao longo de 2026, medidas cautelares contra três seguradoras após fiscalizações identificarem indícios de irregularidades na comercialização de produtos, na atuação de intermediários e nos mecanismos de controle das operações. As decisões envolvendo operações da Facta, a Generali e a Sudaseg, embora tenham motivações e alcances distintos, colocaram em evidência a responsabilidade das companhias sobre a contratação de seguros, a gestão de parceiros e o atendimento aos consumidores.
O episódio mais recente ocorreu em 9 de setembro, quando a autarquia determinou a suspensão de novas operações da Facta Seguradora, o afastamento de um diretor e a suspensão do registro da Facta Corretora de Seguros. A fiscalização apontou problemas na comprovação do consentimento dos clientes, inconsistências na emissão de apólices e fragilidades de governança e controles internos. A decisão também estabeleceu medidas de proteção aos consumidores, incluindo a restituição em dobro de valores pagos em determinadas situações.
Em agosto, outras duas companhias foram alvo de medidas semelhantes. A Generali teve sua operação de seguro viagem suspensa cautelarmente após a Susep identificar irregularidades relacionadas à atuação de representantes, à remuneração vinculada aos resultados da operação e à regulação de sinistros. Já a Sudaseg teve suspensa a autorização para novas contratações em ramos de seguros de pessoas, diante de problemas envolvendo o consentimento dos consumidores, o uso de dados pessoais e as informações prestadas à autarquia. Posteriormente, ambas as seguradoras tiveram suas operações regularizadas e foram autorizadas a retomar a comercialização dos produtos.
Para compreender os aspectos técnicos dessas decisões, a Revista Apólice conversou com Rodolfo Oliveira da Silva, advogado do Barcellos Tucunduva Advogados, especializado em compliance e regulação. Segundo ele, os três casos apresentam um ponto em comum: a atenção da Susep ao funcionamento efetivo das operações, para além das políticas e dos procedimentos formalmente estabelecidos pelas companhias.
“Nos três casos, a Susep olhou para o funcionamento real da operação: como o seguro é vendido, que prova existe da escolha do consumidor, o que os parceiros fazem e o que acontece quando há um sinistro ou uma reclamação”, explica.
Segundo o especialista, as decisões indicam uma cobrança mais concreta sobre obrigações regulatórias já existentes, sem que isso necessariamente represente uma mudança formal na política de supervisão. Entre as normas aplicáveis estão as resoluções CNSP nº 382/2020, sobre conduta no relacionamento com clientes; nº 416/2021, que estabelece exigências de controles internos; e nº 431/2021, que disciplina a atuação dos representantes de seguros. “Com apenas três casos, eu evitaria afirmar que houve uma mudança formal de política de supervisão”, pondera.
A análise dos episódios evidencia uma questão central para as seguradoras: a existência de procedimentos internos não é suficiente quando a companhia não consegue comprovar sua aplicação nas operações. De acordo com Rodolfo, a Resolução CNSP nº 416/2021 exige que as instituições mantenham um inventário dos riscos materiais e dos controles correspondentes, com responsabilidades definidas, acompanhamento sistemático e avaliação periódica. Na prática, isso envolve desde a verificação das contratações até a identificação de falhas e o acompanhamento das medidas corretivas.
“Se a companhia não consegue localizar a prova de contratação ou explicar por que uma apólice irregular passou pelo sistema, o procedimento escrito não basta”, afirma.
O advogado explica que a efetividade dos controles depende da capacidade de reconstruir uma operação e identificar em quais etapas os mecanismos de prevenção e monitoramento foram aplicados. Isso inclui testar amostras de contratos, conferir registros de anuência, identificar exceções e encaminhar os resultados à administração.
A comprovação do consentimento ganhou destaque nos casos Facta e Sudaseg. Em ambas as situações, a fiscalização apontou problemas relacionados à manifestação de vontade dos consumidores, levantando discussões sobre a documentação necessária para demonstrar a regularidade das contratações.
Rodolfo explica que a seguradora precisa identificar quem contratou, qual produto foi apresentado, quais informações foram fornecidas e como ocorreu a manifestação de vontade do cliente. “A prova precisa corresponder àquela contratação específica; o simples débito do prêmio ou a existência da apólice não resolve uma contestação de autoria”.
O especialista ressalta entretanto, que as exigências documentais variam conforme a modalidade de seguro. Também é necessário distinguir o consentimento para contratar uma apólice das bases legais utilizadas para o tratamento de dados pessoais, previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Outro ponto evidenciado pelas medidas cautelares é a supervisão das redes de distribuição. O caso Generali, por exemplo, envolveu questionamentos sobre a atuação de representantes na comercialização, regulação e liquidação de sinistros, incluindo mecanismos de remuneração que poderiam gerar conflitos de interesse.
Na avaliação de Rodolfo, a contratação de terceiros não elimina as obrigações regulatórias das seguradoras. No caso dos representantes de seguros, a Resolução CNSP nº 431/2021 estabelece responsabilidade solidária da companhia pela atuação desses parceiros quanto ao cumprimento das normas aplicáveis. “A seguradora responde pela operação que coloca no mercado e precisa supervisionar os serviços executados em seu nome”, destaca.
O advogado explica que esse acompanhamento deve começar antes mesmo da contratação dos parceiros, com processos de homologação, definição de responsabilidades contratuais, aprovação dos materiais de venda e treinamento das equipes.
Depois da contratação, o monitoramento precisa considerar indicadores como reclamações, cancelamentos precoces, registros de venda, cobranças e sinistros negados ou pagos com atraso. O cruzamento dessas informações pode ajudar a identificar problemas recorrentes em determinados canais de distribuição. “A Generali ilustra a necessidade de acompanhar incentivos e decisões sobre sinistros; Facta e Sudaseg, a necessidade de testar a prova da contratação”, observa.
Além disso, as seguradoras precisam manter mecanismos independentes de avaliação e planos de correção capazes de interromper práticas que representem riscos aos consumidores.
Exigências regulatórias e impactos para o mercado
As discussões sobre governança ocorrem em um momento de atualização de diferentes normas do setor. Entretanto, Rodolfo ressalta que as irregularidades apontadas nos casos recentes estão relacionadas principalmente a obrigações já previstas no arcabouço regulatório.
A revisão das regras de seguros de pessoas, submetida à Consulta Pública Susep nº 01/2026, e a Resolução CNSP nº 493/2026, que atualiza regras aplicáveis aos corretores e possui vigência diferida, integram esse cenário de mudanças. Nenhuma dessas iniciativas, porém, deve ser confundida com os fundamentos das medidas cautelares adotadas anteriormente. “Há relação temática, mas não uma relação causal demonstrada nos casos relatados”, esclarece o advogado.
O principal desafio aqui, aponta o advogado, está em integrar as exigências regulatórias aos processos operacionais, garantindo que as áreas de distribuição, riscos, compliance, jurídico e auditoria atuem de forma coordenada.
Enquanto distribuição e operações executam os controles no cotidiano, as equipes de riscos e compliance avaliam a exposição e acompanham correções. O jurídico deve revisar contratos e responsabilidades dos parceiros, enquanto a auditoria interna verifica, de maneira independente, se os mecanismos adotados funcionam. A administração, por sua vez, precisa receber os resultados dessas avaliações e tomar decisões diante das falhas identificadas.
Diante das recentes intervenções, Rodolfo recomenda que as companhias concentrem suas avaliações em três frentes: comprovação das contratações, supervisão das atividades realizadas por terceiros e acompanhamento dos processos de sinistros.
Na primeira, a orientação é selecionar apólices de diferentes canais e verificar se existem registros suficientes para demonstrar a contratação e as informações prestadas ao consumidor. Na segunda, é necessário comparar as atividades efetivamente desempenhadas por corretores, representantes e prestadores com as responsabilidades previstas nos contratos. A terceira frente envolve reconstruir processos de sinistros, desde a comunicação até o pagamento ou a negativa de cobertura, para identificar eventuais atrasos, conflitos de interesse e cobranças indevidas.
O resultado dessas verificações, segundo Rodolfo, precisa produzir consequências concretas como correções operacionais, revisão de contratos e, quando necessário, suspensão de práticas ou canais de distribuição. “É essa capacidade de detectar e corrigir falhas que demonstra governança efetiva”, conclui.
]]>Circuito da Longevidade Bradesco Seguros chega a Manaus
https://revistaapolice.com.br/2026/10/circuito-da-longevidade-bradesco-seguros-chega-a-manaus/
Wed, 21 Oct 2026 11:35:11 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143529Última etapa de 2026 será realizada em 29 de novembro, com percursos de 5 km e 10 km; inscrições estão abertas
]]>O Circuito da Longevidade Bradesco Seguros encerra sua programação de 2026 em Manaus, no dia 29 de novembro. A etapa, inédita na história do projeto, será realizada no bairro Ponta Negra, a partir das 6h, com percursos de 5 km e 10 km e participação aberta a pessoas de diferentes idades e níveis de experiência. A iniciativa incentiva a prática regular de atividades físicas e a adoção de hábitos saudáveis. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site oficial da prova.
Reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural de Natureza Material do Estado do Amazonas desde 2024, o Complexo Turístico da Ponta Negra também é um dos principais espaços de lazer e esporte ao ar livre de Manaus. A escolha do local aproxima o Circuito da rotina da cidade e reforça a importância dos espaços públicos para o incentivo a um estilo de vida mais ativo, à convivência e ao bem-estar.
A programação contará ainda com atividades antes e depois da corrida, incluindo ações de entretenimento e iniciativas voltadas ao bem-estar. Ao longo dos percursos, os participantes terão acesso a pontos de hidratação. Informações sobre horários, kits, regulamento e demais detalhes estão disponíveis no site oficial da etapa.
“Encerrar o calendário de 2026 em Manaus, cidade inédita em nossa história, amplia a presença do Circuito da Longevidade pelo país e reforça nosso compromisso de incentivar hábitos saudáveis em diferentes regiões. Realizar a etapa às margens do Rio Negro, em um espaço tão presente na vida da cidade, também é uma oportunidade de reunir pessoas de diferentes gerações em torno do esporte, da convivência e da qualidade de vida”, afirma Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.
Criado em 2007 pelo Grupo Bradesco Seguros, o Circuito da Longevidade já reuniu mais de 40 mil pessoas ao longo de sua história e integra um conjunto de iniciativas voltadas à promoção da longevidade, da saúde e do bem-estar. Entre os projetos desenvolvidos pelo grupo estão o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), o Fórum da Longevidade, os Prêmios Longevidade e o portal Viva a Longevidade, que reúne conteúdo para quem busca envelhecer com saúde e qualidade de vida.
]]>CSP Bahia premia profissionais e encerra ciclo de gestão
https://revistaapolice.com.br/2026/10/csp-bahia-premia-profissionais-e-encerra-ciclo-de-gestao/
Wed, 21 Oct 2026 11:31:36 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143526Cerimônia em Salvador reconheceu profissionais de seguros de pessoas e benefícios e marcou o fim dos quatro anos de gestão de Antonio Daniel Mota
]]>O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios da Bahia (CSP Bahia) realizou, no Teatro da Cidade, em Salvador, a quarta edição do Prêmio CSP Bahia, que reconheceu profissionais de destaque do mercado segurador em 2026. A cerimônia também marcou o encerramento da Semana do Seguro de Salvador e a conclusão do ciclo de quatro anos da gestão do presidente Antonio Daniel Mota.
Transmitido ao vivo pelo YouTube, o evento reuniu momentos de reconhecimento profissional, homenagens institucionais e uma palestra sobre liderança e desempenho no ambiente corporativo. A programação teve início com apresentações do sanfoneiro baiano Jefinho e do corretor de seguros e músico Augusto Fontes, que interpretaram o Hino Nacional e músicas tradicionais da Bahia.
Na sequência, a apresentadora Silvana Freire conduziu a exibição de um minidocumentário sobre as atividades desenvolvidas pelo CSP Bahia nos últimos quatro anos, incluindo ações com instituições beneméritas e iniciativas de aprimoramento da governança.
Durante a cerimônia, Antonio Daniel Mota relembrou a trajetória da premiação, cuja criação já estava prevista no estatuto de fundação do CSP Bahia, em 2012, mas que teve sua primeira edição realizada apenas em 2023. Segundo o presidente, a consolidação do prêmio representa uma das principais entregas da atual diretoria, que buscou ampliar a atuação institucional da entidade e fortalecer o relacionamento com associados, patrocinadores e organizações parceiras.
“Esta quarta edição representa a nossa maior entrega. É o último grande evento do mandato, um ciclo que trabalhamos para elevar o patamar do Clube em governança, entrega de conteúdo e valorização de beneméritas, associados e patrocinadores. A escolha do palestrante, Storani, que sempre foi nosso desejo, está alinhada com o sentimento de missão cumprida”, afirmou.
O presidente do Conselho Institucional, Solon Barreto, também participou da programação e destacou a atuação conjunta entre a diretoria executiva e os ex-presidentes da instituição como uma das características do período. Em seu discurso, Barreto ressaltou a importância da governança e da integração entre as lideranças para o desenvolvimento das atividades do Clube.
A cerimônia também foi marcada por homenagens a profissionais e representantes de entidades ligadas ao setor. O corretor de seguros Joel Inah recebeu o título vitalício de Associado Honorário do CSP Bahia, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição à instituição.
O Clube também entregou placas comemorativas a Alberto Braga, secretário municipal de Inovação e Tecnologia de Salvador, vereador licenciado e autor da lei que instituiu a Semana do Seguro na capital baiana. Outra homenagem foi destinada à presidente do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), Sonia Marra, pelos 60 anos da entidade fluminense.
A diretoria da Associação dos Corretores de Seguros de Sergipe (ASCORSEG-SE) também foi reconhecida, em referência ao Termo de Cooperação Técnica firmado entre as instituições. O CSP Bahia recebeu ainda uma homenagem do Clube do Seguro de Feira de Santana.
Um dos momentos da solenidade ocorreu quando Sonia Marra retornou ao palco acompanhada da diretora Tatiana Antoniazzi para entregar a Antonio Daniel Mota uma réplica do troféu conhecido como “Oscar do Seguro”, em reconhecimento à sua atuação no mercado.
A programação contou ainda com uma palestra do antropólogo Paulo Storani, capitão veterano do Batalhão de Operações Policiais Especiais do Rio de Janeiro (BOPE/RJ) e consultor dos filmes Tropa de Elite I e II.
Com o tema “Cultura de Alto Desempenho”, Storani abordou questões relacionadas à liderança, resiliência e tomada de decisões em situações de pressão.
A apresentação também discutiu a diferença entre empenho e resultado no ambiente corporativo, relacionando o desempenho profissional à capacidade de adaptação e à atuação das lideranças.
Vencedores de 2026
A cerimônia foi encerrada com a divulgação dos vencedores da quarta edição do Prêmio CSP Bahia, escolhidos após processo de votação auditado pelo Conselho Fiscal da entidade. Na categoria Multiplicador de Conhecimento, o reconhecimento em Seguro de Vida foi concedido a Cleide Oliveira, da Zurich Seguros.
Em Previdência e Capitalização, o vencedor foi Adelmo Pereira, da Bradesco Vida e Previdência. Já na área de Saúde Suplementar, a premiada foi Marileide Carvalho, da SulAmérica. Na categoria Planos Odontológicos, o troféu foi entregue a Bethânia Sofré, da Franquiada Assessoria.
Entre os profissionais de distribuição, Cleonice Morais, da Cleonice Morais Corretora, recebeu o prêmio de Corretor Destaque em Vida e Previdência. Na área de Saúde e Odonto, o reconhecimento foi concedido a Gelasio Souza, da Anubis Seguros. O prêmio de Destaque em Inovação ficou com Walter Gama, da Koter APP.
Ao todo, sete profissionais foram reconhecidos em categorias que contemplam a atuação em seguros de pessoas, previdência, capitalização, saúde suplementar, planos odontológicos e inovação.
Com a realização da quarta edição, o CSP Bahia encerrou a programação da Semana do Seguro de Salvador e concluiu o ciclo da atual diretoria, que esteve à frente da entidade nos últimos quatro anos.
]]>Caixa Capitalização lança título com prêmio de R$ 5 mi
https://revistaapolice.com.br/2026/10/caixa-capitalizacao-lanca-titulo-com-premio-de-r-5-mi/
Wed, 21 Oct 2026 11:25:46 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143523A Caixa Capitalização, empresa do grupo Caixa Seguridade, anunciou o lançamento do X CAP de Milhões, título de capitalização da modalidade tradicional que prevê pagamentos mensais, sorteios semanais e uma bonificação para clientes que permanecem no plano após a 60ª parcela. O produto tem vigência de 84 meses e oferece prêmios que podem chegar a […]
]]>A Caixa Capitalização, empresa do grupo Caixa Seguridade, anunciou o lançamento do X CAP de Milhões, título de capitalização da modalidade tradicional que prevê pagamentos mensais, sorteios semanais e uma bonificação para clientes que permanecem no plano após a 60ª parcela. O produto tem vigência de 84 meses e oferece prêmios que podem chegar a R$ 5 milhões.
Disponível para pessoas físicas e jurídicas, correntistas ou não da Caixa, o título foi desenvolvido para consumidores que buscam realizar aportes programados e participar de sorteios ao longo do período de contratação.
Uma das principais características da oferta é a possibilidade de resgatar o valor acumulado corrigido após o pagamento de 60 parcelas. Para quem permanece no plano, a companhia prevê um bônus entre a 61ª e a 84ª parcela, aumentando o montante destinado ao resgate.
Ao completar os 84 pagamentos, o cliente terá direito ao equivalente a 110,9% do total pago, conforme as condições estabelecidas para o título.
Segundo Nelma Tavares, presidente da CaixaCapitalização, a inclusão do bônus busca ampliar as alternativas disponíveis para os consumidores interessados na modalidade.
“O X CAP de Milhões traz uma novidade para o mercado ao prever um bônus durante a vigência do título. Com isso, ampliamos as possibilidades para o cliente que deseja guardar dinheiro de forma programada e participar de sorteios”, afirma.
O X CAP de Milhões possui prazo de sete anos, correspondente a 84 meses, e carência inicial de seis meses. Os pagamentos mensais variam de R$ 50 a R$ 500, dependendo do canal de contratação. Nas unidades lotéricas e na central de relacionamento, o valor mensal informado é de R$ 50. Nos demais canais, as opções seguem as condições específicas de comercialização.
De acordo com a companhia, o produto permite recuperar 100% do valor acumulado corrigido a partir da 60ª parcela paga, enquanto a permanência no título possibilita o recebimento de uma bonificação progressiva nas parcelas seguintes.
O mecanismo foi estruturado para diferenciar as condições de resgate de acordo com o tempo de permanência do consumidor no plano.
Natanael Castro, diretor de Produtos da Caixa Capitalização, explica que a proposta também contempla mudanças na dinâmica de premiação.
“Estruturamos o produto com total foco no cliente, introduzindo a figura do bônus e o pagamento de 100% do valor efetivamente pago, já a partir da 61ª. Parcela. A dinâmica de sorteios também foi revista, com prêmios mais altos a cada 12 parcelas pagas”, explica.
Além dos sorteios semanais, o título prevê uma estrutura de premiação em que os valores podem aumentar a cada ciclo de 12 parcelas pagas, chegando a R$ 5 milhões, conforme as regras do produto.
A modalidade tradicional de capitalização combina a constituição de uma reserva para resgate, observadas as condições contratuais, com a participação em sorteios. Diferentemente de um investimento convencional, parte dos valores pagos está associada à estrutura de custeio e premiação do título.
Companhia amplia portfólio em 2026
O lançamento do X CAP de Milhões integra a ampliação do portfólio da CAIXA Capitalização ao longo de 2026, com produtos voltados a diferentes modalidades e perfis de consumidores.
No segmento de filantropia premiável, a companhia lançou o HiperXCAP, desenvolvido em parceria com a HiperCap Brasil.
Nesse modelo, o consumidor cede o direito de resgate ao Hospital de Amor, instituição que oferece atendimento oncológico gratuito. A contratação permite contribuir com as atividades da entidade e participar dos sorteios previstos no título.
Outra novidade apresentada pela companhia foi o X CAP Único, produto de pagamento único com opções de vigência de 12, 24, 36 e 48 meses.
Os valores de contratação variam de R$ 200 a R$ 20 mil, enquanto os prêmios podem chegar a R$ 4,5 milhões, de acordo com as condições da modalidade.
Com as novas ofertas, a CAIXA Capitalização amplia sua atuação tanto em títulos tradicionais, que contemplam a formação de reservas para resgate, quanto em produtos de filantropia premiável.
O X CAP de Milhões e os demais títulos da companhia são comercializados nas agências da CAIXA, em correspondentes bancários e unidades lotéricas, conforme a disponibilidade de cada produto. Mais informações sobre as condições de contratação, sorteios e resgates podem ser consultadas no site da CAIXA Capitalização.