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A revista do mercado de SegurosWed, 08 Apr 2026 23:49:21 +0000pt-BR
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3232Com menos seguro, agro enfrenta crédito mais caro e maior exposição
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Wed, 08 Apr 2026 21:53:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138378EXCLUSIVO – O avanço do agronegócio brasileiro e a crescente complexidade do seu financiamento colocaram o seguro rural no centro da agenda setorial. Essa foi a principal conclusão do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio”, realizado nesta terça-feira (8), em Brasília na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), reunindo lideranças da Confederação Nacional das […]
]]>EXCLUSIVO – O avanço do agronegócio brasileiro e a crescente complexidade do seu financiamento colocaram o seguro rural no centro da agenda setorial. Essa foi a principal conclusão do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio”, realizado nesta terça-feira (8), em Brasília na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), reunindo lideranças da Confederação Nacional das Seguradoras, Associação Brasileira do Agronegócio e Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento, além de parlamentares e representantes do mercado.
Em meio a mudanças estruturais no crédito rural, avanço do mercado de capitais e intensificação dos riscos climáticos, o consenso entre os participantes foi direto: o modelo atual não é mais suficiente, e o seguro precisa deixar de ser coadjuvante para se tornar pilar da política agrícola.
Na abertura, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, fez um diagnóstico contundente sobre o estágio do seguro rural no país. Segundo ele, o Brasil ainda carrega uma distorção histórica ao priorizar o crédito em detrimento da proteção. “O país foi muito eficiente em desenvolver o crédito rural, mas não fez o mesmo com o seguro”, afirmou.
Os dados ilustram esse descompasso. A área segurada, que chegou a 13,7 milhões de hectares em 2021, caiu para cerca de 3,2 milhões em 2025, em um movimento que, segundo o executivo, reflete diretamente a redução dos recursos destinados à subvenção ao prêmio.
Para Dyogo, essa retração gera um efeito sistêmico negativo. “Para economizar algumas centenas de milhões, gasta-se dezenas de bilhões na renegociação de dívidas”, disse, ao criticar a lógica fiscal adotada nos últimos anos. Além disso, o cenário climático agrava o problema. Eventos extremos, antes considerados pontuais, tornaram-se mais frequentes e passaram a atingir regiões historicamente estáveis, alterando o perfil de risco da atividade agropecuária.
Se por um lado o crédito rural segue relevante, por outro, sua dinâmica mudou de forma significativa. O presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Tadeu Silva, destacou que o financiamento do agro deixou de ser predominantemente público e passou a contar cada vez mais com capital privado e instrumentos de mercado.
Nesse contexto, dados do ciclo 2025/2026 indicam perda de tração nas linhas tradicionais. O investimento rural recuou 20% até fevereiro, enquanto o Moderfrota registrou queda de 49%, passando de R$ 6,85 bilhões para R$ 3,48 bilhões. Em contrapartida, instrumentos mais modernos avançam rapidamente. A Cédula de Produto Rural (CPR) atingiu R$ 163,4 bilhões em contratações, com crescimento de 39%, além da expansão de estruturas como Fiagros e operações privadas ao longo da cadeia.
Para Tadeu Silva, o desafio deixou de ser apenas volume de crédito. “Não basta ampliar recursos. É preciso construir um ecossistema mais inteligente, com dados, previsibilidade e mitigação de risco”, frisou. Nesse ponto, o seguro aparece como elemento estruturante: “Se o risco de produção continuar descoberto, o sistema permanece vulnerável”.
Especificidades do agro brasileiro exigem novo desenho
O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Ingo Ploger, trouxe uma leitura mais estrutural ao debate. Segundo ele, o Brasil opera sob uma lógica produtiva distinta, marcada por ciclos contínuos e ausência de estoques reguladores relevantes. “Aqui, uma safra empurra a outra”, disse Ingo, ao destacar a dinâmica intensiva da agricultura tropical.
Essa característica aumenta a dependência de eficiência logística e reduz a margem para absorção de choques, especialmente em um cenário global de instabilidade. Para Ploger, o país precisa avançar em instrumentos financeiros mais sofisticados, incluindo soluções de resseguro e fundos de catástrofe.
Ele também sugeriu discutir alternativas de funding mais robustas, como o uso de reservas internacionais como lastro para ampliar a capacidade de cobertura, proposta que ainda depende de amadurecimento técnico e institucional.
No campo político, a avaliação é de que o modelo atual está esgotado. A senadora da república, Tereza Cristina (PP-MS) foi direta ao afirmar que o seguro rural precisa ganhar escala e se consolidar como política de Estado. “O seguro precisa entrar na cultura do brasileiro”, disse.
A parlamentar criticou a dependência do Plano Safra como eixo central do financiamento agrícola e defendeu maior uso de instrumentos de mercado de capitais. Ao mesmo tempo, reforçou que o seguro deve ser tratado como base desse novo modelo. Segundo ela, o orçamento destinado à subvenção está muito aquém do necessário. “Colocaram pouco mais de R$ 500 milhões. O ideal seria algo próximo de R$ 4 bilhões”, comentou a senadora.
Senadora da República, Tereza Cristina – Foto Divulgação: CNseg
Congresso avança em novo marco legal
Relator do Projeto de Lei nº 2951/2024 na Câmara dos Deputados, de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e já aprovada no Senado, busca reformular e modernizar os marcos legais do seguro rural no Brasil, com foco em aumentar a proteção ao produtor. que reformula o seguro rural, o deputado federal, Pedro Lupion (Republicanos-PR), destacou que o Congresso trabalha para modernizar a legislação diante de um cenário cada vez mais adverso ao produtor.
Deputado federal, Pedro Lupion (Republicanos-PR) – Foto Divulgação: CNseg
Entre os fatores de pressão, ele citou juros elevados próximos de 20% ao ano em termos reais, aumento de custos, insegurança jurídica e impactos geopolíticos sobre insumos como fertilizantes. “O custo do crédito hoje é um dos principais entraves ao investimento”, alertou o deputado.
O projeto em discussão prevê a criação de um fundo de estabilização e a proibição do contingenciamento de recursos do seguro rural. A proposta também busca ampliar o compartilhamento de risco e integrar melhor crédito, seguro e mercado de capitais.
Apesar das discussões em andamento, o curto prazo é desafiador. Durante coletiva, Dyogo Oliveira apresentou projeções revisadas para o segmento: após retração de 8,8% em 2025, a expectativa é de nova queda de 3,9% em 2026. Entre os principais fatores estão a redução da subvenção, o aumento do risco médio das apólices e atrasos nos repasses públicos, que já somam cerca de R$ 500 milhões devidos às seguradoras.
Esse cenário gera um efeito de retroalimentação negativa. Com menos produtores segurados, o mutualismo se enfraquece, elevando o custo do seguro e reduzindo ainda mais sua adesão. “É um sistema em que, quanto menor a base, maior o custo médio”, explicou Dyogo.
Seguro deixa de ser acessório e vira condição para o crédito
Ao final do encontro, ficou evidente que o seguro rural deixou de ser um instrumento complementar e passou a ser condição essencial para o funcionamento do novo modelo de financiamento do agronegócio. Com o avanço do capital privado, a lógica de concessão de crédito mudou e a tolerância ao risco diminuiu. “O investidor privado executa garantias. Ele não tem a mesma flexibilidade do crédito público”, pontuou Oliveira.
Nesse contexto, a ausência de cobertura amplia o risco sistêmico, pressiona o custo do financiamento e compromete a sustentabilidade da cadeia. A leitura predominante entre os participantes é de que o Brasil já possui escala, tecnologia e relevância global no agronegócio, mas ainda carece de um sistema financeiro compatível com essa realidade.
Sem um seguro rural robusto, acessível e previsível, esse descompasso tende a se aprofundar. “Sem seguro, não há confiança. E sem confiança, o crédito não chega na escala que o setor precisa”, concluiu o presidente da CNseg.
]]>GrupoGC reúne líderes em imersão com a Allianz
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Wed, 08 Apr 2026 21:49:25 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138405O GrupoGC realizou, nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo, uma imersão voltada ao desenvolvimento de lideranças das corretoras que integram sua rede. A iniciativa contou com a participação de mais de 80 gerentes e foi realizada em parceria com a Allianz Seguros. O encontro teve como objetivo promover reflexões sobre gestão, […]
]]>O GrupoGC realizou, nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo, uma imersão voltada ao desenvolvimento de lideranças das corretoras que integram sua rede. A iniciativa contou com a participação de mais de 80 gerentes e foi realizada em parceria com a Allianz Seguros.
O encontro teve como objetivo promover reflexões sobre gestão, desempenho e crescimento em um ambiente de mercado cada vez mais dinâmico, marcado pela necessidade de integração entre estratégia e execução. A proposta foi reunir lideranças para discutir desafios do setor e estimular a evolução das práticas de gestão nas corretoras.
De acordo com a organização, a programação foi estruturada para acelerar o desenvolvimento dos participantes, com foco na qualificação da atuação gerencial e no fortalecimento da capacidade de resposta das corretoras frente às transformações do mercado.
A imersão também buscou incentivar uma visão mais estratégica sobre o papel das lideranças, destacando a importância da conexão entre pessoas, processos e resultados como elemento central para o crescimento sustentável das operações.
A iniciativa faz parte da agenda do GrupoGC voltada à capacitação contínua de sua rede e ao fortalecimento do posicionamento das corretoras em diferentes regiões do país.
]]>Susep anuncia novo diretor de Regulação Prudencial
https://revistaapolice.com.br/2026/04/susep-anuncia-novo-diretor-de-regulacao-prudencial/
Wed, 08 Apr 2026 20:28:29 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138402A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e […]
]]>A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e possui mais de 30 anos de experiência no setor de seguros, tendo atuado como corretor habilitado e empreendedor no segmento. Foi diretor do SINCOR/PB por dois mandatos, membro suplente do IBRACOR (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta) entre os anos de 2018 e 2022 e foi, também, professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS).
O novo diretor ficará à frente dos trabalhos da Diretoria de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos (DIRPE). Até sua posse no cargo de diretor, o que ocorrerá nas próximas semanas, a diretoria segue sob o comando de Carlos Queiroz, diretor substituto, conforme Portaria Susep nº 8.469/2025.
A Casa Civil da Presidência da República também publicou hoje a Portaria nº 313/2026, referente à Diretora Jessica Anne de Almeida Bastos, a fim de proceder ajuste formal no sistema. Jessica permanece à frente da Diretoria de Organização de Mercado e Regulação de Conduta – DIORE.
]]>Plano de saúde pet avança e vira benefício corporativo
https://revistaapolice.com.br/2026/04/plano-de-saude-pet-avanca-e-vira-beneficio-corporativo/
Wed, 08 Apr 2026 20:25:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138399O mercado de planos de saúde para animais de estimação tem ganhado tração no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento das famílias e pela crescente demanda por soluções que combinem prevenção, acesso a serviços e previsibilidade de custos. Nesse contexto, o benefício começa a avançar também no ambiente corporativo, como parte das estratégias de bem-estar […]
]]>O mercado de planos de saúde para animais de estimação tem ganhado tração no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento das famílias e pela crescente demanda por soluções que combinem prevenção, acesso a serviços e previsibilidade de custos. Nesse contexto, o benefício começa a avançar também no ambiente corporativo, como parte das estratégias de bem-estar voltadas aos colaboradores.
Com a chamada “humanização” dos pets, cães e gatos passaram a ocupar posição central nos lares brasileiros, influenciando diretamente decisões de consumo, inclusive relacionadas à saúde. O aumento dos custos com consultas, exames e procedimentos veterinários, especialmente em casos de emergência, tem levado tutores a buscar alternativas que reduzam a imprevisibilidade financeira.
Os planos de saúde pet, antes considerados opcionais, passam a ser incorporados como instrumento de planejamento. Além da cobertura para atendimentos e procedimentos, o modelo também incentiva o acompanhamento preventivo, contribuindo para a qualidade de vida dos animais.
A expansão do segmento já alcança o mundo corporativo. Empresas têm ampliado seus pacotes de benefícios com foco no bem-estar integral dos colaboradores, incorporando soluções voltadas ao cuidado com os pets — movimento que acompanha a valorização de aspectos emocionais e familiares no ambiente de trabalho.
Segundo Luiz Gênova, CEO da APet, a tendência reflete uma mudança estrutural no perfil dos consumidores. “Na APet, temos pacotes exclusivos para que as empresas possam oferecer os planos de saúde pet aos colaboradores, com jornadas digitais e sem atrito. Notamos nesses últimos anos, um avanço expressivo de empresas com este olhar, e a satisfação dos colaboradores com estas ações. Posso afirmar que é certamente mais um caminho de democratização do acesso à saúde e cuidados de qualidade aos pets. Esse é o nosso propósito”.
Para especialistas do setor, o vínculo entre tutores e animais também está diretamente relacionado à saúde mental e à qualidade de vida. Nesse sentido, a oferta desse tipo de benefício tende a impactar positivamente indicadores como engajamento, satisfação e retenção de talentos nas empresas.
Além da proteção financeira, empresas do segmento vêm ampliando o escopo dos serviços oferecidos. Entre os diferenciais estão a livre escolha de clínicas, acesso facilitado a atendimentos, programas de vantagens, além de serviços complementares como telemedicina e soluções voltadas ao dia a dia do tutor.
A combinação entre transformações culturais, maior demanda por serviços especializados e estratégias corporativas voltadas à experiência do colaborador indica que o mercado de saúde pet deve manter trajetória de crescimento nos próximos anos. “Mais do que uma tendência, o cuidado com os animais de estimação reflete uma nova configuração das relações familiares em que o bem-estar inclui todos os membros da casa, inclusive aqueles que têm quatro patas”, conclui Gênova.
]]>Seguros Unimed amplia foco em saúde e bem-estar
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Wed, 08 Apr 2026 20:18:02 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138396A Seguros Unimed tem reforçado sua estratégia de cuidado integral ao investir em programas de saúde voltados tanto para colaboradores quanto para clientes, em um modelo que busca integrar prevenção, acompanhamento contínuo e atendimento humanizado. Braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, a companhia afirma adotar uma abordagem que prioriza o cuidado como cultura organizacional, […]
]]>A Seguros Unimed tem reforçado sua estratégia de cuidado integral ao investir em programas de saúde voltados tanto para colaboradores quanto para clientes, em um modelo que busca integrar prevenção, acompanhamento contínuo e atendimento humanizado.
Braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, a companhia afirma adotar uma abordagem que prioriza o cuidado como cultura organizacional, com impacto direto na prestação de serviços aos cerca de 963,1 mil beneficiários do segmento Saúde. Internamente, são mais de 2 mil colaboradores contemplados por iniciativas voltadas ao bem-estar físico, emocional, social e financeiro. “Cuidar das pessoas está na nossa essência. Garantir um ambiente saudável e acolhedor é a resposta imediata para entregarmos o melhor cuidado ao nosso cliente final”, afirma Luís Fernando Rolim Sampaio, diretor de Provimento da companhia.
Entre as iniciativas adotadas está um programa de saúde integrada, com foco preventivo, que inclui um ambulatório corporativo estruturado com base no modelo de Atenção Primária à Saúde (APS). Desenvolvido em parceria com o Grupo Fleury, o serviço atende colaboradores da seguradora e está conectado ao programa “Cuidando de Perto”, que também alcança beneficiários.
O modelo envolve equipes multidisciplinares e protocolos clínicos voltados à resolutividade, com atuação de médicos generalistas e enfermeiros em atendimentos personalizados, alinhados a práticas assistenciais consolidadas.
A companhia também passou a investir em novas frentes de cuidado diante de mudanças no perfil de saúde da população. Um dos exemplos é o Programa de Emagrecimento, criado a partir de demandas identificadas tanto no ambiente corporativo quanto na base de clientes. A iniciativa oferece acompanhamento remoto por seis meses, com suporte de profissionais como médicos, nutricionistas, psicólogos e educadores físicos, com foco na mudança de hábitos.
Dados internos coletados em 2025, com mais de 29 mil usuários por meio do aplicativo da empresa, indicaram que 68% dos respondentes apresentavam sobrepeso ou obesidade, reforçando a inclusão dessa linha de cuidado na estratégia da companhia.
A saúde mental também passou a ocupar espaço relevante nas ações da seguradora. Diante do aumento da demanda por atendimentos psicológicos ao longo de 2024, a empresa estruturou iniciativas que combinam prevenção, acompanhamento contínuo e suporte emergencial. Entre elas está o serviço “SOS Psicológico”, disponível 24 horas para colaboradores e clientes.
“A estrutura de cuidado que consolidamos, baseada na gestão ética da rede, em protocolos e na qualidade contínua, é a fundação. Mas é o nosso compromisso genuíno em colocar a pessoa no centro, seja o colaborador ou o cliente, que garante que todo o sistema não apenas seja eficiente, mas verdadeiramente humano e sustentável para o futuro”, finaliza Luís Fernando Rolim Sampaio.
]]>Marsh nomeia nova líder de Placement na América Latina
https://revistaapolice.com.br/2026/04/marsh-nomeia-nova-lider-de-placement-na-america-latina/
Wed, 08 Apr 2026 20:11:04 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138393A Marsh anunciou a nomeação de Larissa Martins como nova líder de Placement (mercado de seguros) para a operação da Marsh Risk na América Latina e Caribe. Baseada em São Paulo, a executiva passa a se reportar diretamente a John Donelly, líder global de Placement da Marsh Risk, e a Carlos A. Rivera, CEO da […]
]]>A Marsh anunciou a nomeação de Larissa Martins como nova líder de Placement (mercado de seguros) para a operação da Marsh Risk na América Latina e Caribe. Baseada em São Paulo, a executiva passa a se reportar diretamente a John Donelly, líder global de Placement da Marsh Risk, e a Carlos A. Rivera, CEO da Marsh LAC e presidente da Marsh Risk LAC, a partir de 1º de abril.
Na nova função, Larissa será responsável por liderar a estratégia de Placement na região, conectando diretrizes globais às demandas locais, além de fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros estratégicos. A executiva também terá como atribuições impulsionar soluções colaborativas entre países e promover o desenvolvimento de talentos, com foco no crescimento sustentável dos negócios.
Com 20 anos de experiência nos mercados de seguros e resseguros, Larissa é formada em Ciências Atuariais e possui mestrado em Gestão Executiva Internacional. Ao longo da carreira, acumulou passagens por Chile, Miami e Londres. Desde que ingressou na Marsh Re – Facultative Reinsurance, em 2021, ocupou posições de liderança voltadas ao desenvolvimento e à implementação de soluções de portfólio na América Latina. Na área, liderou iniciativas relacionadas à estratégia regional de práticas e Placement, atuando de forma integrada com diferentes áreas da companhia.
Ao comentar a nomeação, Carlos Rivera afirmou: “Larissa conta com sólidas relações com os mercados de seguros e resseguros locais, regionais e globais, além de profundo conhecimento dos desafios enfrentados por empresas e comunidades. Aliado ao seu forte perfil de liderança, esse conjunto de atributos será fundamental para oferecer aos clientes um portfólio completo de soluções, apoiando seu crescimento em um cenário de incerteza, volatilidade e transformação.”
Larissa Martins declarou: “Sinto-me honrada em assumir a liderança de Placement da Marsh Risk na América Latina em um momento decisivo para o setor e para a companhia. A área de Placement está no centro do nosso negócio e desempenha papel fundamental na entrega de soluções ao mercado. Assumo essa nova etapa com entusiasmo e compromisso, confiante de que, por meio da colaboração, seguiremos desenvolvendo soluções relevantes para clientes, equipes e para a organização.”
]]>Tokio Marine inicia primeira edição do Green Vida 2026
https://revistaapolice.com.br/2026/04/tokio-marine-inicia-primeira-edicao-do-green-vida-2026/
Wed, 08 Apr 2026 18:18:13 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138375A Tokio Marine Seguradora realiza, entre hoje e o dia 09 de abril, a primeira edição do Green Vida 2026, campanha que tem como objetivo incentivar a contratação do Seguro de Vida, reforçando sua importância como instrumento de proteção pessoal, financeira e familiar, além de gerar oportunidades de negócios para Corretores e Assessorias. Neste ano, […]
]]>A Tokio Marine Seguradora realiza, entre hoje e o dia 09 de abril, a primeira edição do Green Vida 2026, campanha que tem como objetivo incentivar a contratação do Seguro de Vida, reforçando sua importância como instrumento de proteção pessoal, financeira e familiar, além de gerar oportunidades de negócios para Corretores e Assessorias. Neste ano, a iniciativa ganha ainda mais abrangência com a inclusão do Seguro Viagem, que se soma aos produtos participantes – Vida Individual, Funeral+ e Simples Vida Empresa – nas três edições previstas para o ano.
“O Green Vida Brasil é uma iniciativa já consolidada e amplamente reconhecida pelos Corretores. Um reflexo desse sucesso foi o excelente desempenho do Produto Vida Individual, que cresceu 15,8% em 2025. Para 2026, estruturamos a campanha com novas frentes de atuação, ampliando ainda mais as oportunidades de negócios e reforçando nosso posicionamento como uma Seguradora Especialista em Vida”, comenta Rosangela Spak, Superintendente Comercial Vida da Tokio Marine.
Entre as novidades deste ano está o reforço na premiação ao Corretor Destaque de cada Diretoria Regional, que passa a receber R$ 3 mil em cartão de crédito. Além disso, a campanha dobra o número de sorteios realizados pela Loteria Federal, para Clientes e Corretores que concorrerão a R$ 2 mil cada.
A inclusão do Seguro Viagem no portfólio da campanha é outro destaque, ampliando o leque de soluções oferecido e potencializando as vendas para clientes que estão se preparando para viajar a lazer, a trabalho ou até para acompanhar os jogos da Copa do Mundo. Além disso, para potencializar o Green Vida, ocorre simultaneamente o Agenciamento Bônus, que oferece comissão extra para os produtos Vida Individual, Vida Sênior e Funeral+, desde que contratados com pagamento via cartão de crédito ou débito em conta, o que reforça os incentivos comerciais durante o período da ação.
Vale destacar que o Seguro de Vida da Tokio Marine oferece suporte para o dia a dia por meio de serviços como telemedicina ilimitada, assistência psicológica, programas de incentivo a hábitos saudáveis, além de diferenciais como 2ª Opinião Médica e Teste Farmacogenético.
Rosangela Spak destaca que a ampliação dos incentivos e a diversificação do portfólio do Green Vida refletem o compromisso da Tokio Marine em promover conscientização sobre a importância do Seguro de Vida. “Com essa iniciativa, mostramos que é possível aliar inovação, benefícios comerciais e soluções adequadas a diferentes perfis de público. Nossa expectativa é crescer acima do mercado e superar os resultados de 2025”, finaliza a executiva.
]]>Bradesco e Sindirepa debatem qualidade e evolução das oficinas
https://revistaapolice.com.br/2026/04/bradesco-e-sindirepa-debatem-qualidade-e-evolucao-das-oficinas/
Wed, 08 Apr 2026 13:00:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138372No final do mês de março, a Bradesco Seguros recebeu em sua sede no Rio de Janeiro, representantes do Sindirepa Nacional (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios), do I.Q.A (Instituto da Qualidade Automotiva) e da diretoria do Sindirepa-SP, em uma agenda dedicada à troca de experiências e à discussão de iniciativas voltadas […]
]]>No final do mês de março, a Bradesco Seguros recebeu em sua sede no Rio de Janeiro, representantes do Sindirepa Nacional (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios), do I.Q.A (Instituto da Qualidade Automotiva) e da diretoria do Sindirepa-SP, em uma agenda dedicada à troca de experiências e à discussão de iniciativas voltadas ao aos processos no setor de reparação automotiva.
No dia 23, estiveram na companhia o presidente do Sindirepa Nacional, Alexandre Moll, e o superintendente do I.Q.A, Alexandre Xavier. O encontro teve como principal objetivo discutir ações direcionadas à melhoria contínua da qualificação das oficinas referenciadas, com foco em qualidade, eficiência e inovação nos serviços prestados.
Já no dia 25, a Bradesco recebeu a diretoria do Sindirepa-SP, composta por 10 diretores, que também são empresários do segmento de funilaria e pintura. A reunião proporcionou uma importante troca de experiências, além do alinhamento de iniciativas conjuntas para o aprimoramento dos processos.
“Esses encontros são fundamentais para mantermos a troca com entidades que acompanham de perto a realidade do setor e contribuem para a evolução contínua dos processos. Para a Bradesco Seguros, esse diálogo é fundamental para seguir avançando na qualificação das oficinas referenciadas, com foco em eficiência operacional, qualidade na reparação e melhor experiência para o cliente”, afirma Márcio Jordão, Superintendente Sênior de Sinistros da Bradesco Seguros.
]]>Azul Seguros amplia portfólio com foco em motoristas de aplicativo
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Wed, 08 Apr 2026 12:30:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138368A Azul Seguros e o Itaú Seguros passam a aceitar motoristas de aplicativo em todo o Brasil, ampliando a elegibilidade desse público. O movimento acompanha o crescimento do trabalho por plataformas digitais no país. Segundo dados do IBGE, cerca de 1,7 milhão de brasileiros atuam nesse modelo. A novidade contempla soluções como Azul Auto Roubo, […]
]]>A Azul Seguros e o Itaú Seguros passam a aceitar motoristas de aplicativo em todo o Brasil, ampliando a elegibilidade desse público. O movimento acompanha o crescimento do trabalho por plataformas digitais no país. Segundo dados do IBGE, cerca de 1,7 milhão de brasileiros atuam nesse modelo.
A novidade contempla soluções como Azul Auto Roubo, Azul Compacto, Itaú Compacto e Itaú Assistência 24h, oferecendo alternativas que atendem às diferentes necessidades de proteção de quem utiliza o veículo como ferramenta de trabalho.
As soluções contam com diferentes níveis de cobertura, que vão desde proteção contra roubo e furto e assistência 24 horas até alternativas mais completas, com cobertura total. Também estão disponíveis planos com responsabilidade civil facultativa (RCF), ampliando a proteção a terceiros e oferecendo mais segurança ao motorista durante a atividade.
A iniciativa faz parte da estratégia de Azul Seguros e Itaú Seguros de ampliar a inclusão securitária, incorporando novos perfis de clientes e tornando os produtos mais acessíveis. Com isso, as companhias também fortalecem sua competitividade no segmento e criam novas oportunidades de negócios para os corretores.
“No setor, o principal desafio na aceitação desse público está no maior nível de exposição do veículo, o que muitas vezes resulta em valores mais elevados e dificulta a contratação do seguro. Por isso, estamos trabalhando na oferta de produtos mais acessíveis, sem abrir mão da segurança e da confiabilidade. Nesse processo, o corretor de seguros é fundamental, pois ele é o especialista disponível para ajudar cada cliente a encontrar a solução que melhor se adapta à sua realidade e necessidade de proteção”, afirma Jaime Soares, diretor executivo de Auto da Porto Seguro.
]]>Lojacorr apresenta alternativa de planejamento para igrejas
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Wed, 08 Apr 2026 12:00:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=138365A busca por alternativas financeiras mais sustentáveis tem levado instituições religiosas a repensarem a forma como viabilizam investimentos em estrutura, tecnologia e expansão. Nesse contexto, o consórcio voltado a igrejas, como o My Church Solar, da Lojacorr Consórcios, surge como uma ferramenta de planejamento que combina previsibilidade com engajamento comunitário, sem a incidência dos juros […]
]]>A busca por alternativas financeiras mais sustentáveis tem levado instituições religiosas a repensarem a forma como viabilizam investimentos em estrutura, tecnologia e expansão. Nesse contexto, o consórcio voltado a igrejas, como o My Church Solar, da Lojacorr Consórcios, surge como uma ferramenta de planejamento que combina previsibilidade com engajamento comunitário, sem a incidência dos juros proibitivos do mercado financeiro tradicional.
De acordo com Enos do Carmo, corretor parceiro da Lojacorr Consórcios, o principal entrave enfrentado por igrejas está na relação entre receitas variáveis e demandas constantes por melhorias. “O grande desafio crônico é a imprevisibilidade versus a necessidade de modernização. As igrejas precisam de equipamento de som de ponta, painéis de LED e reformas estruturais para acolher bem, mas o caixa depende da generosidade flutuante dos fiéis”, afirma.
Segundo ele, esse cenário torna os modelos tradicionais de crédito pouco aderentes à realidade do segmento. “Os bancos olham para as igrejas com uma régua puramente comercial, exigindo burocracias exaustivas e impondo taxas de juros que eu considero ‘draconianas’. Um financiamento bancário comum acaba se tornando uma âncora que sobrecarrega a comunidade por anos”, completa.
Diante desse contexto, o consórcio passa a ser percebido não como uma forma de crédito convencional, mas como uma estratégia de organização financeira. Segundo Enos, o crédito tradicional é uma armadilha de dívida. O que a igreja precisa é de uma ferramenta de planejamento.
Um dos principais diferenciais do My Church está na adaptação à dinâmica de decisão das instituições religiosas. Diferentemente de soluções genéricas do mercado financeiro, o modelo considera a participação de lideranças, conselhos e da própria comunidade no processo. “A diferença fundamental é a sensibilidade ao nicho. O My Church não é um ‘produto de prateleira’ adaptado; ele foi desenhado entendendo a cadência das decisões eclesiásticas”, explica o corretor.
Na prática, o consórcio permite que a igreja organize seus investimentos ao longo do tempo, sem a incidência de juros. “Enquanto o mercado financeiro impõe custos altos, o My Church oferece um custo significativamente mais baixo e uma flexibilidade ímpar. Ele permite que a igreja invista em si mesma sem pagar juros, funcionando como uma poupança comunitária estratégica”, afirma.
Esse modelo amplia as possibilidades de uso dos recursos, que podem ser direcionados tanto para obras estruturais quanto para aquisição de equipamentos ou soluções tecnológicas, como sistemas de energia solar.
Outro aspecto relevante do consórcio para igrejas é o potencial de mobilização da comunidade. A lógica de participação coletiva tende a fortalecer o vínculo dos fiéis com os projetos da instituição. “O engajamento acontece quando há transparência e um benefício compartilhado visível”, destaca Carmo. Segundo ele, a forma como o projeto é apresentado faz diferença direta na adesão, em que a comunidade se sente parte do processo, para construção de um futuro melhor para sua igreja. “Quando o fiel percebe que, com uma pequena contribuição mensal extra, a igreja terá um telão de LED novo ou uma conta de luz reduzida, ele contribui com muito mais afinco”, explica.
Oportunidade
Além de atender a uma demanda específica do público religioso, o consórcio para igrejas também abre espaço para a atuação estratégica de corretores. O setor, segundo Carmo, ainda é pouco explorado, apesar do seu potencial. “O segmento religioso é um gigante muitas vezes negligenciado por falta de entendimento técnico. É uma oportunidade estratégica porque as igrejas são instituições perenes, com grupos fiéis e necessidades constantes de manutenção e expansão”, avalia.
Nesse cenário, o papel do corretor tende a evoluir de uma atuação comercial para uma abordagem mais consultiva. A recomendação é que o profissional conduza o cliente a partir de três pontos centrais: valor do projeto, capacidade de investimento mensal e prazo de execução. “O corretor consultivo torna-se um parceiro estratégico da liderança, ajudando a igreja a crescer com responsabilidade financeira e visão de futuro”, conclui.