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A revista do mercado de SegurosWed, 26 Aug 2026 23:59:15 +0000pt-BR
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3232Susep suspende operação da Generali no ramo de seguro viagem
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Wed, 26 Aug 2026 22:50:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142138O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu, nesta quarta-feira (26), por unanimidade, pela suspensão da operação da Generali Brasil Seguros S/A no ramo de seguro viagem, em caráter cautelar. A medida foi adotada em razão de irregularidades e deficiências identificadas em ação de fiscalização realizada pela Autarquia, relacionadas, entre outros aspectos, ao […]
]]>O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu, nesta quarta-feira (26), por unanimidade, pela suspensão da operação da Generali Brasil Seguros S/A no ramo de seguro viagem, em caráter cautelar.
A medida foi adotada em razão de irregularidades e deficiências identificadas em ação de fiscalização realizada pela Autarquia, relacionadas, entre outros aspectos, ao modelo de atuação da seguradora e de seus representantes na comercialização, regulação e liquidação de sinistros. A fiscalização identificou, em especial, mecanismos de remuneração vinculados ao resultado da operação que, segundo a análise técnica, poderiam gerar conflito de interesses e comprometer o adequado tratamento dos segurados.
Entre os principais pontos identificados está a atuação da Hero MGA Serviços Ltda., representante da seguradora, em modelo que vinculava sua remuneração ao resultado da operação e incluía indicadores relacionados aos sinistros pagos e pendentes. Na avaliação da fiscalização, essa estrutura poderia criar incentivo econômico para a redução ou negativa de indenizações. A Susep já havia identificado irregularidades em estrutura semelhante envolvendo a Hero MGA e outra seguradora, tendo adotado medida cautelar em 2024. Segundo o voto, mesmo após esse precedente, a mesma empresa passou a atuar na operação da Generali em estrutura semelhante, com mecanismos que aprofundaram o vínculo entre sua remuneração e o resultado dos sinistros.
Também foram identificadas falhas nos registros e nas informações encaminhadas à Susep, além de ocorrências relacionadas à regulação de sinistros e ao pagamento de prestadores de serviços médico-hospitalares. A fiscalização apontou, ainda, situações envolvendo a transferência a representantes de atribuições relacionadas à operação dos seguros, inclusive na regulação, decisão sobre cobertura e liquidação de sinistros.
A medida considera a existência de elementos documentais obtidos durante a fiscalização e os danos já identificados em casos examinados. Entre os aspectos considerados estão situações de demora na regulação, indícios de recusa indevida de cobertura e cobranças dirigidas diretamente a segurados por prestadores de serviços no exterior.
A suspensão alcança a operação da Generali no ramo de seguro viagem, ficando preservadas as demais atividades regularmente desenvolvidas pela companhia. A medida tem natureza cautelar e poderá ser revista caso sejam afastadas ou devidamente saneadas as circunstâncias que fundamentaram sua adoção.
Os processos administrativos correspondentes seguirão sua tramitação, assegurados à empresa o contraditório e a ampla defesa.
Nota da Generali
A Generali Brasil Seguros tomou ciência da decisão proferida pelo Conselho Diretor da Susep referente às operações no ramo de seguro viagem.
A seguradora enfatiza que todas as apólices vigentes e o atendimento a clientes em viagem seguirão plenamente mantidos e resguardados, com a assistência 24 horas funcionando normalmente.
Assim que houver o recebimento formal da notificação, a Generali avaliará integralmente os seus termos para prestar todos os esclarecimentos cabíveis ao regulador.
Nota da Hero Seguros
A Hero Seguros informa que, até o momento, não recebeu qualquer notificação formal relacionada à decisão divulgada pela Susep. A empresa reforça a todos os seus parceiros e clientes que os seguros já emitidos permanecem integralmente válidos e não estão sujeitos a qualquer alteração ou risco em decorrência da medida anunciada. As coberturas e as condições contratadas estão mantidas, assim como o atendimento e a assistência aos clientes desses seguros, que seguem funcionando normalmente.
A Hero e a seguradora já estão em contato com a autarquia para compreender e resolver os desdobramentos da medida e solucionar todas as questões relativas às futuras emissões. A empresa informa ainda que possui um painel de seguradoras parceiras e segue suas operações normalmente, além de orientar todos os seus parceiros que façam o mesmo.
Com foco absoluto no cliente, a Hero atua com agilidade, segurança e transparência para preservar a continuidade das operações e manter parceiros e segurados devidamente atendidos e informados.
]]>Pottencial aposta em proteção para drones agrícolas
https://revistaapolice.com.br/2026/08/pottencial-aposta-em-protecao-para-drones-agricolas/
Wed, 26 Aug 2026 19:34:33 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142135Produto inclui coberturas para danos ao equipamento, responsabilidade civil, danos elétricos e indisponibilidade durante reparos
]]>A Pottencial Seguradora acaba de anunciar um seguro exclusivo para drones agrícolas. A novidade posiciona a companhia entre as poucas do mercado, estimado em menos de cinco seguradoras com soluções na categoria, a oferecer proteção dedicada aos riscos operacionais do agronegócio.
Presente no setor desde 2021 com a cobertura de tratores, colheitadeiras e pulverizadores, a Pottencial aposta na novidade para manter o ritmo de expansão no campo, frente à descontinuidade das vendas de máquinas tradicionais e às restrições de crédito. Hoje, o agronegócio responde por R$ 190 milhões dos prêmios da companhia (cerca de 10% do total). A meta é alcançar R$ 250 milhões no setor até 2027, impulsionada por novos produtos, ampliação dos canais de distribuição e investimentos em tecnologia para agilizar cotações e regulação de sinistros.
Diferentemente dos seguros aeronáuticos tradicionais, a nova apólice foi estruturada para as particularidades do campo. A cobertura inclui danos por incêndio, explosão, roubo e furto qualificado, além de opções para danos elétricos, responsabilidade civil e aluguel de equipamento substituto ou compensação financeira durante períodos de indisponibilidade. O produto contempla ainda prejuízos causados a terceiros, incluindo derivas de defensivos agrícolas, e oferece proteção ao operador durante a execução da atividade.
Lançado há três meses, o seguro já movimentou R$ 1,5 milhão em prêmios e cobre cerca de 200 equipamentos. Segundo o CEO da Pottencial, João Geo Neto, o desempenho comercial reflete a demanda reprimida por proteção especializada no setor — em uma única feira em Bebedouro (SP), foram comercializadas mais de cem apólices.
“Os drones agrícolas se tornaram uma ferramenta estratégica para ganho de eficiência e produtividade no campo, mas o mercado ainda carecia de uma solução de seguro realmente aderente à realidade dessa operação. Desenvolvemos um produto específico com coberturas pensadas para proteger o equipamento, garantir a continuidade das atividades e oferecer mais segurança financeira aos operadores e produtores rurais”, afirma o executivo.
O lançamento ocorre em meio ao forte crescimento da frota aeroagrícola no Brasil. Dados da companhia indicam que o número de drones no campo saltou de 3 mil em 2021 para 35 mil em 2025, com estimativa de adição de mais 11 mil unidades em 2026. No âmbito regulatório geral, levantamento da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aponta mais de 137 mil drones registrados no país, dos quais cerca de 4 mil atuam especificamente na pulverização de lavouras.
A solução atende a diferentes culturas e regiões, com foco em lavouras de soja, trigo, cana-de-açúcar e fruticultura. No mercado nacional, os equipamentos custam entre R$ 40 mil e R$ 200 mil, enquanto a apólice média representa aproximadamente 5% do valor da aeronave. Para contratar a proteção, o operador e o equipamento devem estar regulares perante a ANAC e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Com o aumento da frota e da complexidade das operações, a procura por coberturas especializadas já se reflete na regulação de sinistros. A Pottencial informa já ter indenizado ocorrências com valor médio de R$ 150 mil. Prejuízos parciais têm gerado custos de reparo entre R$ 15 mil e R$ 30 mil, evitando a substituição integral do equipamento e restabelecendo as operações com agilidade.
Entre os casos registrados, um drone de pulverização sofreu queda por perda momentânea de controle em voo, resultando em danos estruturais. Em outro evento, a aeronave colidiu com uma rede elétrica durante o planejamento da rota; a vistoria técnica confirmou a regularidade da documentação e a ausência de falhas mecânicas, enquadrando o acidente nas condições de cobertura. Em ambas as ocorrências, a indenização viabilizou o conserto da aeronave.
A seguradora destaca que a regulação dos sinistros é conduzida por profissionais especializados em drones e maquinário agrícola, que acompanham todas as etapas — da vistoria orientação documental —, garantindo rapidez e assertividade no atendimento a segurados e corretor.
]]>Grupo Austral registra lucro de R$ 52,9 milhões no semestre
https://revistaapolice.com.br/2026/08/grupo-austral-registra-lucro-de-r-529-milhoes-no-semestre/
Wed, 26 Aug 2026 18:08:43 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142132Patrimônio líquido chegou a R$ 885,7 milhões; Austral Re teve crescimento de 9,2% no faturamento
]]>O Grupo Austral, formado por Austral Seguradora e Austral Resseguradora, encerrou os primeiros seis meses de 2026 sustentando a solidez e a eficiência do seu modelo de negócios, com lucro líquido consolidado de R$ 52,9 milhões. O patrimônio líquido do grupo atingiu R$ 885,7 milhões ao fim de junho.
Os resultados do semestre refletem a combinação entre a rentabilidade operacional da empresa e o rígido controle de sinistralidade, associados à gestão disciplinada das despesas administrativas. O Grupo Austral também se beneficiou do aumento de 13% do resultado financeiro, refletindo maiores taxas de juros e maior geração de caixa, alcançando R$ 2,4 bilhões de carteira de ativos financeiros.
“Atuar com profundo domínio técnico nos segmentos em que escolhemos operar tem sido a chave para a sustentabilidade dos nossos números. Nossa equipe especializada assegura uma subscrição rigorosa e de alta qualidade, potencializada pelo uso contínuo de dados e novas tecnologias”, analisa o Diretor Financeiro André Caldeira.
No primeiro semestre deste ano, a Austral Seguradora reportou lucro líquido de R$ 14,4 milhões, superando em 10% as metas estabelecidas no seu orçamento para o período. A operação destacou-se pelo excelente desempenho de subscrição e pelo rígido controle de riscos, que levou a sinistralidade geral da companhia para 9,7% (frente a 17,1% projetados) e gerou um resultado técnico de R$ 40,3 milhões.
A Seguradora manteve sua presença e liderança de mercado no segmento de Energy/Petróleo, alcançando R$ 468,4 milhões de prêmios emitidos no semestre e garantindo a renovação das principais contas do setor. O segmento de Seguro Garantia somou R$ 221,0 milhões em emissões no período, mesmo diante de ajustes operacionais e de eventos pontuais no setor. Já a linha de Financial Lines contribuiu com R$ 9,5 milhões em prêmios emitidos e menor ocorrência de sinistros.
“Unimos rigor técnico e constante evolução tecnológica para navegar cenários de mercado dinâmicos e com muita disciplina. O avanço de iniciativas digitais como o Austral Plug In reforça nossa capacidade de distribuição e entrega de soluções ágeis para nossos parceiros. Seguimos focados na eficiência operacional e na geração de valor sustentável para os negócios de nossos clientes”, avalia o Diretor Comercial Rafael Gama, da Austral Seguradora.
A Austral Resseguradora, por sua vez, registrou lucro líquido de R$ 35,9 milhões no semestre (alcançando R$ 41,1 milhões desconsiderando os efeitos contábeis decorrentes da Reforma Tributária). A companhia reportou um Índice Combinado de 102,0% (ou 100,8% antes dos impactos da Reforma), mantendo a consistência dos seus resultados técnicos.
O faturamento da resseguradora atingiu R$ 1,556 bilhão no semestre, representando um crescimento de 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado reflete a bem-sucedida estratégia de diversificação de portfólio, com avanços significativos nas operações de P&C Latam, que cresceram 17% e atingiram R$ 293,8 milhões em prêmios; no Resseguro Estruturado, com R$ 228,6 milhões (+38%), e na consolidação do ramo de Vida, que gerou R$ 149,5 milhões em emissões.
“A Austral Re tem se dedicado a expandir sua presença geográfica e a diversificar suas linhas, colocando à disposição das seguradoras parceiras ferramentas analíticas modernas e alta capacidade técnica de subscrição. Atuamos em contratos estratégicos com as principais companhias do mercado e seguimos ampliando nossa relevância tanto no Brasil quanto nos demais mercados da América Latina, onde este ano completamos 10 anos de atuação”, afirma a Diretora de Subscrição da Austral RE, Maria Victoria Barbará.
]]>FenSeg compara Seguro Fiança e garantias privadas em novo guia
https://revistaapolice.com.br/2026/08/fenseg-compara-seguro-fianca-e-garantias-privadas-em-novo-guia/
Wed, 26 Aug 2026 16:45:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142126Publicação aborda diferenças de regulação, reservas técnicas, continuidade da garantia e regras de pagamento
]]>Com o avanço do mercado de garantias locatícias e a diversificação dos modelos disponíveis, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lança a publicação “Seguradoras x Garantidoras: o que você precisa saber”, material desenvolvido pelas seguradoras associadas que integram a Comissão de Fiança Locatícia da entidade. A iniciativa busca ampliar o acesso a informações qualificadas sobre as diferenças entre o seguro fiança locatícia — modalidade prevista na Lei do Inquilinato e integrante do Sistema Nacional de Seguros Privados — e os contratos privados de garantia oferecidos por empresas conhecidas como garantidoras.
A iniciativa nasce da percepção, por parte das associadas que atuam nesse segmento, de que o crescimento desse mercado tem sido acompanhado por dúvidas e interpretações imprecisas sobre a natureza, o funcionamento e o nível de proteção oferecido por diferentes modelos de garantia locatícia. Em um ambiente de transformação, com novas soluções digitais ganhando espaço, a FenSeg entende que informação clara e comparações objetivas são essenciais para apoiar escolhas conscientes por parte de todos os envolvidos na relação locatícia.
Com linguagem didática, comparativos práticos e explicações acessíveis, a publicação aborda aspectos como natureza jurídica, regulação, supervisão, exigência de reservas técnicas, previsibilidade contratual, continuidade da garantia, regras de pagamento e mecanismos de proteção ao consumidor. O conteúdo foi estruturado para apoiar não apenas locadores e locatários, mas também imobiliárias e demais profissionais que participam da jornada de contratação e intermediação desses produtos.
Dados do mercado reforçam a relevância do tema. Entre 2021 e 2025, o seguro fiança locatícia pagou R$ 2,4 bilhões em indenizações no Brasil, com crescimento de 184% no volume indenizado no período, segundo dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), evidenciando o papel dessa modalidade como instrumento de estabilidade nas relações locatícias.
“Nosso objetivo com esta publicação é contribuir para um debate mais qualificado e transparente sobre garantias locatícias. O mercado evoluiu, novas soluções surgiram e isso é positivo, mas é fundamental compreender que produtos com finalidades semelhantes podem operar sob estruturas bastante diferentes. Quando falamos de garantia financeira em contratos que envolvem patrimônio e compromissos de longo prazo, informação clara é essencial para escolhas conscientes. O seguro fiança integra um sistema regulado, supervisionado e estruturado para oferecer previsibilidade e segurança ao longo de toda a relação locatícia”, afirma Edvaldo Floresta, presidente da Comissão de Fiança Locatícia da FenSeg.
Ao apresentar, de forma objetiva, as diferenças entre o seguro fiança e as garantias privadas, a FenSeg reforça seu compromisso com a transparência, a educação financeira e o fortalecimento de um ambiente contratual mais seguro e previsível para o mercado de locações.
]]>24º CONGRESSO: Icatu debate oportunidades em Vida e Previdência
https://revistaapolice.com.br/2026/08/24o-congresso-icatu-debate-oportunidades-em-vida-e-previdencia/
Wed, 26 Aug 2026 16:30:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142123A Icatu Seguros é patrocinadora master do 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados (Fenacor), que acontecerá de 27 a 29 de agosto, no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro. Ao longo do evento, executivos da companhia participarão de quatro painéis voltados ao papel estratégico […]
]]>A Icatu Seguros é patrocinadora master do 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados (Fenacor), que acontecerá de 27 a 29 de agosto, no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro.
Ao longo do evento, executivos da companhia participarão de quatro painéis voltados ao papel estratégico do corretor na ampliação do acesso à proteção financeira e ao planejamento de longo prazo no Brasil. A programação abordará temas como diversificação e crescimento de carteira, identificação das necessidades dos clientes, abordagem consultiva e como identificar oportunidades para a oferta de seguro de vida na carteira atual.
No sábado (29), Luciano Soares, CEO da companhia, também integrará o debate sobre inovação e desenvolvimento no segmento de seguro de pessoas e benefícios.
Com o tema “A nova era da distribuição de seguros no Brasil”, o congresso reunirá lideranças do setor, executivos, autoridades públicas e especialistas para discutir tendências, desafios e oportunidades que estão moldando o futuro da atividade seguradora.
Na sexta-feira (28), às 14h30, a programação da Icatu começa com o painel “Da venda pontual à carteira que cresce: como Vida e Previdência podem levar o corretor mais longe”. Gustavo Arruda, Superintendente de Produtos de Vida, e Talita Raupp, Superintendente de Produtos de Previdência, com mediação de Marcelo Oliveira, Diretor Comercial da filial Rio de Janeiro, discutirão como os corretores podem incorporar Vida e Previdência à sua atuação, construir relacionamentos de longo prazo, gerar recorrência e ampliar o valor de suas carteiras.
No mesmo dia, às 15h50, Gustavo Arruda e Alessandro Paiva, Consultor de treinamento da Icatu, participarão do painel “Vida e finitude: como transformar uma necessidade invisível em decisão de proteção”, com mediação de Natalia Maciel, gerente de Trade Marketing e Inteligência de Dados. A conversa partirá dos resultados da pesquisa proprietária da Icatu sobre Vida e Finitude para discutir como o corretor pode transformar preocupações ainda abstratas dos brasileiros em decisões concretas de proteção.
Às 17h10, Henrique Jenkins, Diretor Executivo da Regional Norte e Nordeste, e Marcelo Oliveira, estarão à frente do painel “Desmistificando o Seguro de Vida: o próximo cliente já está na sua carteira”. O encontro mostrará como profissionais que já atuam em outros ramos podem identificar novas necessidades relacionadas à proteção da renda, da família e do patrimônio.
No sábado (29), às 9h30, Luciano Soares, participará do painel “Seguro de Pessoas e Benefícios: Inovação e Desenvolvimento”. A mediação será de Ricardo Garrido, Presidente do Sincor RJ.
Além dos painéis, a Icatu Seguros preparou experiências interativas para os corretores que visitarem seu estande. Entre as ativações, um game inspirado nos desafios e nas oportunidades da jornada profissional reforçará, de forma lúdica, como fazer parte do Programa de Benefícios e aproveitar suas oportunidades. O espaço também contará com elementos que antecipam o destino da próxima Campanha Almeida Braga, incluindo uma experiência inspirada na cultura portuguesa.
]]>24º CONGRESSO: Bradesco debate distribuição, saúde e sucessão
https://revistaapolice.com.br/2026/08/24o-congresso-bradesco-debate-distribuicao-saude-e-sucessao/
Wed, 26 Aug 2026 16:00:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142117Companhia estará presente em painéis sobre desafios e futuro do mercado segurador, além de promover experiências exclusivas para corretores em estande proprietário
]]>O Grupo Bradesco Seguros marcará presença no 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado de 27 a 29 de agosto, na ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro (RJ). Promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), o evento reunirá representantes do mercado segurador para discutir tendências e oportunidades para o setor, com destaque para o papel estratégico dos corretores na transformação do mercado.
A programação contará com nove executivos do Grupo Bradesco Seguros como painelistas ou palestrantes, que abordarão temas relevantes para o setor e para a atuação dos corretores. Ney Dias, CEO da Bradseg, abre a programação marcando presença no Grande Painel de Abertura, no dia 28 de agosto, a partir das 9h30, com o tema “A Nova Era da Distribuição de Seguros e o Futuro do Corretor”.
Na sequência, Flávio Bitter, Diretor Geral da Bradesco Saúde, participa do painel “Vendendo Saúde”, às 12h15. Já Raquel Cerqueira, superintendente sênior da Bradesco Auto/RE, estará na Sala de Negócios Bradesco, das 14h30 às 15h40, para discutir o tema “El Niño: Riscos em Transformação, Oportunidades em Seguros”.
Ainda no dia 28, a Sala de Negócios Bradesco contará com Fabio Magalhães, diretor comercial da Bradesco Vida e Previdência; Ricardo Ferraz Campos e Marcelo Rosseti, superintendentes seniores da Bradesco Vida e Previdência, que debaterão sobre “A corrida do planejamento sucessório”, a partir das 15h50. A programação do dia se encerra com Flávio Bitter, Diretor Geral da Bradesco Saúde, no painel “Desafio e oportunidade em seguro saúde”, às 17h10.
No dia 29 de agosto, a programação da Sala de Negócios Bradesco seguirá o mesmo formato do dia anterior, oferecendo uma nova oportunidade para que diferentes públicos acompanhem os conteúdos e debates promovidos pelo Grupo Bradesco Seguros. Porém, nesse dia, quem encerra a agenda é Maurício Rocha, Superintendente Sênior da Bradesco Saúde, com o painel “Desafio e oportunidade em seguro saúde”, às 17h10.
O evento terá um estande exclusivo para relacionamento com corretores, com experiências especiais para os visitantes. Entre as atrações estão um miniestúdio para fotos profissionais e vídeos curtos para o LinkedIn, além de uma cabine de fotos com cenários inspirados em pontos turísticos do Rio de Janeiro. O espaço também contará com intervalos de relacionamento e shows ao final de cada dia.
A presença no congresso reforça a importância da parceria entre o Grupo Bradesco Seguros e os corretores, que têm papel fundamental na aproximação das soluções de seguros aos consumidores e na construção de um mercado cada vez mais preparado para as novas necessidades da sociedade.
]]>Custos e judicialização pressionam planos de saúde
https://revistaapolice.com.br/2026/08/custos-e-judicializacao-pressionam-planos-de-saude/
Wed, 26 Aug 2026 15:34:39 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142107Envelhecimento da população, incorporação de tecnologias, alta do gasto com medicamentos e judicialização pressionam a sustentabilidade de um setor que atende 53,1 milhões de brasileiros
]]>EXCLUSIVO – As despesas assistenciais das operadoras de planos de saúde cresceram 11,1% em 2025, passando de R$ 276,8 bilhões para R$ 307,5 bilhões. O avanço foi puxado principalmente pelas internações e terapias, cujos gastos aumentaram 15,6% e 15,5%, respectivamente. Os dados foram apresentados pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) durante workshop para jornalistas realizado nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro.
O aumento ocorre em um setor que alcançou 53,1 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares em junho de 2026, mas mantém uma taxa de cobertura próxima de 25% da população há mais de uma década. A projeção apresentada pela entidade é que o mercado encerre o ano com uma base entre 53,5 milhões e 54 milhões de pessoas. Os planos exclusivamente odontológicos, por sua vez, atendem mais de 36 milhões de brasileiros.
Durante o encontro, foi apontado que o desafio da saúde suplementar vai além da expansão do número de beneficiários: envelhecimento populacional, novas tecnologias, medicamentos de alto custo, fraudes, desperdícios e ações judiciais elevam as despesas e exigem mudanças nos modelos de remuneração, avaliação de tecnologias e coordenação do cuidado.
Atualmente, 664 operadoras atuam no segmento médico-hospitalar, mais da metade delas de pequeno porte. Juntas, são responsáveis por aproximadamente 2 bilhões de procedimentos por ano, ou 5,3 milhões por dia, entre consultas, exames, terapias, atendimentos ambulatoriais, internações e procedimentos odontológicos. A saúde suplementar representa 28% dos gastos com saúde no Brasil e o equivalente a 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo os números apresentados.
Em sua apresentação do workshop, o diretor-executivo da FenaSaúde, Bruno Sobral, abordou sobre o envelhecimento da população está entre as principais fontes de pressão sobre o sistema. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apresentados pela entidade apontam uma redução de 12% no número de beneficiários entre 20 e 39 anos e um crescimento de 32% entre aqueles com mais de 60 anos.“Esse sistema é constantemente pressionado. O envelhecimento é uma nova realidade”, afirmou Sobral.
Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira com 80 anos ou mais deverá crescer 140% nas próximas duas décadas. Entre 47 países analisados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil deverá apresentar o quinto processo de envelhecimento mais acelerado até 2050.
Outro vetor é a incorporação de medicamentos, exames e procedimentos cada vez mais caros. A participação dos medicamentos nas despesas assistenciais das operadoras passou de 7,3%, em 2019, para 10,2%, em 2024, uma alta de quase 40% em cinco anos. “Avaliar tecnologia em saúde é um processo muito técnico e não se faz de uma hora para outra. Envolve estudo, regulação e incorporação, e isso afeta diretamente os custos”, disse. Na avaliação de Sobral, a ausência de modelos mais amplos de compartilhamento de risco com a indústria reduz o poder de negociação das operadoras e dificulta a previsibilidade do impacto financeiro provocado por tratamentos de alto custo.
Bruno também chamou a atenção para a diversidade do mercado em um cenário onde operadoras maiores têm mais capacidade para diluir riscos elevados, enquanto uma única terapia milionária pode comprometer de forma significativa as contas de uma empresa de menor porte. Ele destacou que essa diferença precisa ser considerada na elaboração de normas e políticas públicas.
“Quando se aumenta muito o nível de exigência sem identificar o problema de política pública que precisa ser resolvido, pode-se criar um ônus para a operadora grande, mas quebrar uma pequena”, alertou. Para o executivo, o movimento de consolidação tende a continuar, embora operadoras regionais de menor porte ainda tenham papel relevante em localidades que não comportam a atuação de várias empresas.
O economista e CEO da Universal Health Monitor, André Médici, destacou que as pressões observadas no Brasil também aparecem em outros sistemas de saúde. Demanda crescente, oferta mais cara, aumento das expectativas dos pacientes, escassez de profissionais e limitações de financiamento formam, segundo ele, um conjunto de forças que leva os gastos com saúde a crescerem acima da economia na maior parte do mundo.
André Medici, da Universal Health Monitor – Experiências internacionais apontam caminhos, não uma fórmula
“Quando existe um universo de necessidades ilimitadas e recursos finitos, é preciso começar o exercício da priorização”, afirmou. Para Médici, ampliar a cobertura exige escolhas explícitas, critérios técnicos e instrumentos adequados à realidade institucional de cada país.
O economista apresentou experiências dos Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Inglaterra, Israel e de países latino-americanos. Os modelos variam entre seguros privados regulados, sistemas de seguro social e estruturas predominantemente públicas. Apesar das diferenças, as experiências consideradas mais bem-sucedidas combinam coordenação do cuidado, atenção primária, prevenção, avaliação de tecnologias, uso integrado de dados e incentivos ligados aos resultados obtidos pelos pacientes.
Uma das mudanças apontadas é a transição do pagamento por procedimento, conhecido como fee for service, para modelos baseados em valor. No primeiro formato, consultas, exames e terapias são remunerados individualmente, o que pode estimular o aumento do volume. No segundo, parte da remuneração é associada à qualidade e aos desfechos alcançados. Médici ponderou, entretanto, que a experiência internacional aponta para modelos híbridos, adaptados ao perfil da população e à disponibilidade de prestadores em cada região.
“A lição não é copiar os países, mas entender os mecanismos econômicos e adaptá-los ao contexto brasileiro”, resumiu. Entre as possibilidades estão o fortalecimento da atenção primária, a contratação orientada por resultados, o compartilhamento de riscos na incorporação de tecnologias e a interoperabilidade de informações clínicas.
A judicialização também ganhou espaço entre as preocupações apresentadas durante o workshop. As despesas das operadoras com decisões judiciais ultrapassaram R$ 5 bilhões no acumulado de 12 meses até o primeiro trimestre de 2026, alta de 11%. O montante correspondeu a 1,8% do total de indenizações pagas pelo setor. Apenas nos três primeiros meses deste ano, foram registrados 89 mil novos processos, crescimento de 20,5% em relação ao mesmo período de 2025.
Judicialização supera R$ 5 bilhões em 12 meses
Segundo o juiz federal Clenio Schulze, dados preliminares do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que a saúde suplementar ultrapassou a saúde pública em número de novas ações em 2026. Ele afirmou ainda que o país poderá se aproximar de 1 milhão de processos relacionados à saúde até o fim do ano.
Schulze avaliou que o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.265, concluído pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2025, mudou a análise dos pedidos de cobertura de tratamentos que não constam do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS.
A decisão manteve a possibilidade de cobertura excepcional fora do Rol, mas estabeleceu requisitos cumulativos. Entre eles estão a prescrição por profissional habilitado, a inexistência de negativa expressa de incorporação pela ANS ou de análise pendente para atualização do Rol, a ausência de alternativa terapêutica adequada já prevista, a comprovação de eficácia e segurança por evidências científicas de alto nível e o registro do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Na análise judicial, também devem ser considerados o pedido prévio à operadora, a decisão administrativa da agência reguladora e a manifestação técnica de núcleos de apoio ao Judiciário. De acordo com Schulze, a mudança reduz o espaço para decisões baseadas exclusivamente na prescrição do médico assistente e fortalece a análise técnica conduzida pela ANS.
“O que o Supremo fez foi qualificar o processo judicial. Quando os requisitos estiverem demonstrados e a prova for muito boa, o paciente continuará tendo acesso”, afirmou. Para ele, a decisão não fecha a porta para novas terapias, mas cria condições para que a incorporação e a negociação de preços ocorram de maneira mais estruturada e com impacto coletivo.
Fraudes exigem integração de dados
Fraudes e desperdícios completam o conjunto de pressões sobre o setor. Sobral disse que ainda existe uma “linha cinzenta” entre as duas práticas e que parte dos beneficiários desconhece condutas que podem configurar fraude. O problema, segundo ele, vai além do empréstimo da carteirinha e inclui esquemas organizados que envolvem diferentes agentes da cadeia de atendimento.
“Não é fácil identificar fraude na saúde. As operadoras estão implementando novas soluções, mas quem sofre ao longo desse percurso é o próprio paciente”, afirmou. Para o executivo, o aumento das notícias-crime registradas pelas empresas também reflete uma maior capacidade de investigação e documentação das ocorrências.
Médici observou que outros países passaram a usar prontuários eletrônicos, identificadores únicos e bases interoperáveis para acompanhar a jornada do paciente. A integração permite relacionar diagnóstico, tratamento, materiais utilizados, preços, pagamentos e resultados clínicos, além de identificar incompatibilidades e padrões suspeitos.
Ao fim do workshop, os participantes convergiram sobre a necessidade de combinar sustentabilidade financeira e qualidade assistencial. Entre os caminhos discutidos estão a adoção de modelos de pagamento baseados em valor, o aprimoramento da avaliação de tecnologias, o compartilhamento de riscos, a interoperabilidade dos dados e a medição de desfechos. O desafio será elevar a eficiência sem restringir o acesso e fazer com que os recursos coletivos acompanhem uma demanda por cuidados cada vez maior e mais complexa.
]]>Brasilprev arrecada R$ 24,9 bi no semestre, alta de 6,9%
https://revistaapolice.com.br/2026/08/brasilprev-arrecada-r-249-bi-no-semestre-alta-de-69/
Wed, 26 Aug 2026 15:05:33 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142108Companhia também registrou lucro líquido de R$ 875,5 milhões e alcançou R$ 500 bilhões em ativos sob gestão
]]>A Brasilprev registrou R$ 24,9 bilhões em arrecadação nos planos de previdência privada no primeiro semestre de 2026, crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido chegou a aproximadamente R$ 875,5 milhões, alta de 13,5% na mesma base de comparação.
Os resultados foram divulgados no mês em que a companhia completa 33 anos de atuação. A Brasilprev integra o grupo BB Seguros e opera os negócios de previdência em parceria com a Principal Financial Group. “Completar 33 anos como líder em previdência privada no Brasil é resultado de uma construção baseada em confiança e compromisso com o futuro dos brasileiros. A Brasilprev cresceu junto com o mercado, ajudou a ampliar o acesso ao planejamento financeiro de longo prazo no país e chega a este novo ciclo com a responsabilidade de administrar recursos de milhões de clientes e apoiar diferentes gerações na realização de seus projetos de vida”, afirma Ângela Assis, presidente da Brasilprev.
Em junho, a companhia alcançou R$ 500 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira com mais de 2,5 milhões de clientes. Segundo a empresa, 89% da carteira está concentrada em planos individuais e 11% em planos empresariais. Entre os planos individuais, 26,5% pertencem ao segmento de crianças e adolescentes, por meio do Brasilprev Júnior, lançado em 1997.
A companhia afirma manter a liderança em reservas nesse segmento. “O desempenho do semestre mostra a capacidade da Brasilprev de crescer com disciplina em um negócio de longo prazo. A evolução da arrecadação, dos ativos sob gestão e do lucro líquido reflete uma operação com escala, controle financeiro e foco permanente na eficiência, o que nos permite seguir gerando valor para clientes, acionistas e parceiros”, afirma Daniel Beneton, CFO da Brasilprev.
Ao longo de sua atuação, a Brasilprev incorporou ao portfólio soluções como os fundos de Ciclo de Vida, que ajustam a alocação dos ativos conforme o horizonte definido para a aposentadoria. A companhia também vem ampliando a utilização de canais digitais na contratação e pagamento de planos, com iniciativas como contratação pelo WhatsApp e pagamento por Pix recorrente.
Na visão da Brasilprev, essas ferramentas fazem parte da estratégia de ampliar as alternativas de acesso aos produtos de previdência e aos serviços oferecidos aos clientes.
]]>Por que o seguro de vida passou a ser uma decisão de segurança financeira?
https://revistaapolice.com.br/2026/08/por-que-o-seguro-de-vida-passou-a-ser-uma-decisao-de-seguranca-financeira/
Wed, 26 Aug 2026 14:02:44 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142104Durante muito tempo, o seguro de vida foi tratado quase exclusivamente como uma proteção em caso de morte. Essa leitura ajudou a limitar a compreensão sobre o tema e fez com que ele fosse visto, muitas vezes, como algo distante da vida cotidiana. Em um cenário de maior pressão sobre o orçamento das famílias, instabilidade econômica e […]
]]>Durante muito tempo, o seguro de vida foi tratado quase exclusivamente como uma proteção em caso de morte. Essa leitura ajudou a limitar a compreensão sobre o tema e fez com que ele fosse visto, muitas vezes, como algo distante da vida cotidiana.
Em um cenário de maior pressão sobre o orçamento das famílias, instabilidade econômica e preocupação crescente com planejamento, o seguro de vida precisa ser encarado como uma ferramenta de segurança financeira. Isso se dá pelo fato do seu baixo o custo e pela disponibilidade muita rápida dos recursos em caso de ocorrência de um evento indenizável com o segurado, que nesse caso diminui a preocupação com a necessidade urgente de recursos quando se mais precisa.
O relatório Insurance Barometer Study 2024, desenvolvido pela LIMRA em parceria com a Life Happens sobre o mercado dos EUA, onde lá a percepção de necessidade do seguro vida é muito maior que a do Brasil, indicou que 42% dos norte-americanos precisavam de seguro de vida ou outras coberturas. O dado sinaliza um aumento da preocupação com a falta de proteção diante de riscos que afetam diretamente a estabilidade da família.
No Brasil, os números também mostram que o seguro de vida deixou de ser apenas uma proteção eventual e passou a ocupar um papel cada vez mais relevante no planejamento financeiro das famílias. A pandemia ampliou a percepção de risco e acelerou a consciência sobre a necessidade de proteção da renda, do patrimônio e da família.
Segundo estudo da CNseg, os seguros de pessoas arrecadaram R$ 78,8 bilhões em prêmios em 2025, crescimento de 8,3% sobre o ano anterior. No mesmo período, os benefícios pagos às famílias seguradas chegaram a R$ 17,5 bilhões, alta de 9,3%, sendo que mais da metade desses pagamentos ocorreu em seguros de vida, individuais e coletivos.
Proteção da renda e continuidade da rotina
A discussão atual sobre seguro de vida precisa partir do ponto de que em muitas famílias, o maior patrimônio não está apenas nos bens acumulados, que é importante, mas não são transformados automaticamente em valor, e sim na renda mensal que sustenta moradia, alimentação, saúde, educação e planejamento de longo prazo. Quando essa receita é interrompida, a vulnerabilidade e necessidade aparece de forma imediata.
Isso porque os efeitos de perda de uma pessoa vão muito além do impacto emocional. Quando uma pessoa responsável por sustentar a casa adoece, perde a capacidade de trabalhar ou falece, o que entra em risco é toda a estrutura monetária dessa família.
As despesas seguem existindo, os compromissos não desaparecem e a renda deixa de entrar como antes. Nesse contexto, o seguro de vida cumpre um papel prático, que é o de dar proteção em um momento de desorganização e ajudar a preservar a estabilidade com o dinheiro que irá faltar de imediato e futuramente.
Por isso, o debate sobre esse tipo de seguro precisa amadurecer. Planejamento financeiro não é apenas acumular patrimônio, mas também proteger os ganhos e reduzir o impacto de rupturas inesperadas. Hoje, o seguro de vida está menos ligado à ideia de um evento distante e mais à necessidade de garantir continuidade, organização e proteção para quem depende daquela renda específica para seguir em frente.
No fim, falar de seguro de vida é falar sobre responsabilidade financeira. É reconhecer que imprevistos acontecem e que atravessá-los com alguma facilidade, em termos financeiros, pode fazer toda a diferença entre reestruturar a vida ou perder o controle dela.
]]>Festival de Teatro Seguros Unimed realiza mais de 100 apresentações
https://revistaapolice.com.br/2026/08/festival-de-teatro-seguros-unimed-realiza-mais-de-100-apresentacoes/
Wed, 26 Aug 2026 13:41:48 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142101O teatro brasileiro ganhará novo impulso com a abertura da 3ª edição do Festival de Teatro Seguros Unimed, que terá início no próximo mês de agosto, e se estenderá até outubro de 2026. A iniciativa consolida-se no calendário cultural do país e adota um caráter de expansão interestadual inédito em sua trajetória. Neste ano, o […]
]]>O teatro brasileiro ganhará novo impulso com a abertura da 3ª edição do Festival de Teatro Seguros Unimed, que terá início no próximo mês de agosto, e se estenderá até outubro de 2026. A iniciativa consolida-se no calendário cultural do país e adota um caráter de expansão interestadual inédito em sua trajetória.
Neste ano, o circuito cultural promoverá mais de 100 apresentações. A principal novidade no roteiro é a ampliação, que expandirá suas atividades por 28 cidades brasileiras, distribuídas entre três estados da região Sudeste. Além de cobrir dezenas de polos no interior e na capital de São Paulo, o evento desembarca no Espírito Santo e em Minas Gerais, incluindo as capitais.
O Festival de Teatro Seguros Unimed começa em São Paulo, com o espetáculo Querida Mamãe (28 e 30 de agosto), com Nívea Maria e Regiane Alves, e explora as complexidades e os conflitos geracionais da relação entre mãe e filha. Em Campinas, O Musical dos Musicais (29 e 30 de agosto), um tributo aos maiores sucessos do teatro mundial, reúne mais de 60 artistas, que encenam trechos de clássicos como Chicago, Wicked, Mamma Mia, Les Misérables e Hamilton.
Antes do Ano que Vem (28 e 29 de agosto), comédia estrelada por Mariana Xavier, e que aborda temas profundos como saúde mental, solidão e autocuidado usando o humor e o acolhimento, é apresentado em Franca. Marília recebe Clô Para Sempre (28 e 29 de agosto), estrelado pelo ator Eduardo Martini, que interpreta Clodovil Hernandes em um relato íntimo do estilista, abordando sua infância solitária, a moda, a televisão, sua carreira política e seus amores.
E fechando o primeiro fim de semana, Salto recebe Um Dia Muito Especial (29 e 30 de agosto), com Reynaldo Gianecchini e Maria Casadevall, uma adaptação do clássico filme italiano de 1938 que aborda temas como preconceito, solidão e aceitação através de uma amizade extraordinária.
A superintendente de Marketing da Seguros Unimed, Renata Ucha, destaca o orgulho de manter o projeto em crescimento contínuo. “Chegar à nossa terceira edição consecutiva reforça o compromisso da Seguros Unimed com a democratização do acesso à cultura e o bem-estar das comunidades. Transformamos este festival em um pilar de conexão social estável, demonstrando que o investimento contínuo em arte contribui para desenvolver a realidade das regiões atendidas”, afirma a executiva.
O itinerário do festival foi planejado para apresentar grandes espetáculos, que geralmente ficam restritos às capitais. De acordo com Vicente Freitas, idealizador e diretor geral do projeto, o ganho de escala interestadual representa um amadurecimento técnico para a produção.
“A nossa expansão para três estados diferentes permite criar um intercâmbio de plateias e cumprir a missão de levar o teatro a palcos descentralizados, alcançando novos públicos”, detalha Freitas.
O circuito, que contou com o apoio de 24 Unimeds nas edições de 2024 e 2025, chega, em 2026, à marca de 28 apoios locais. Essa articulação coletiva materializa o interesse pela comunidade, traduzindo a união do Sistema Unimed em ações, e dá visibilidade às cooperativas que receberão as peças em suas cidades, além de conceder o direito a 10% da carga de ingressos para cada cooperativa.
A programação artística do 3º Festival de Teatro Seguros Unimed percorrerá as seguintes localidades:
São Paulo: Americana, Araraquara, Araras, Barretos, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Jundiaí, Limeira, Marília, Mogi-Mirim, Pederneiras, Piracicaba, Ribeirão Preto, Salto, São Carlos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Paulo e Sorocaba.
Minas Gerais: Belo Horizonte, Juiz de Fora e Uberaba.
Espírito Santo: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e Vitória.
A programação oficial detalhada, com as peças adultas e infanto-juvenis, teatros locais e informações sobre a venda de ingressos será disponibilizada nos canais oficiais do evento e por meio da plataforma de ingressos do Festival de Teatro Seguros Unimed.