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A revista do mercado de SegurosWed, 09 Sep 2026 20:27:02 +0000pt-BR
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3232AXA lança solução completa de seguros para Data Centers
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Wed, 09 Sep 2026 20:27:01 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142421EXCLUSIVO – O Brasil é o quinto país em número de Data Centers no mundo, segundo informou o CEO da Engemon, Fabio Câmara, no evento de lançamento da solução para Data Centers da Axa no Brasil. O evento reuniu corretores de seguros para conhecerem as possibilidades de negócios. O avanço da inteligência artificial, da computação […]
]]>EXCLUSIVO – O Brasil é o quinto país em número de Data Centers no mundo, segundo informou o CEO da Engemon, Fabio Câmara, no evento de lançamento da solução para Data Centers da Axa no Brasil. O evento reuniu corretores de seguros para conhecerem as possibilidades de negócios. O avanço da inteligência artificial, da computação em nuvem, dos serviços de streaming e de uma economia cada vez mais dependente de dados está acelerando a expansão dos data centers. No Brasil, a combinação entre disponibilidade de energia renovável, recursos hídricos e incentivos à instalação desses empreendimentos pode ampliar ainda mais os investimentos. Para o mercado de seguros, esse movimento traz uma nova geração de riscos que começa antes mesmo de o data center entrar em funcionamento. O potencial de crescimento é grande.
“Hoje, o data center é mais do que uma infraestrutura de tecnologia. É uma infraestrutura crítica para a economia digital. Quando falamos em inteligência artificial, cloud, streaming, aplicativos e educação a distância, quase tudo está relacionado a essa economia. Por trás dela, existe uma infraestrutura física que precisa suportar tudo isso”, afirma Arthur Mitke, vice-presidente de Subscrição e Sinistros da AXA no Brasil.
A seguradora estruturou uma solução que Mitke define como um One Stop Shop para Data Centers, reunindo diferentes modalidades de seguros e serviços de gerenciamento de riscos. Em vez de uma única apólice, a proposta é acompanhar as várias etapas do empreendimento, desde o transporte dos equipamentos até a construção e a operação.
A estratégia aproveita a experiência internacional do Grupo AXA com esse tipo de risco, especialmente nos Estados Unidos, e reúne coberturas de transportes, riscos de engenharia, riscos operacionais, cyber e seguro garantia. Na etapa de transporte, por exemplo, o gerenciamento de riscos considera inclusive as operações de carga e descarga dos equipamentos que serão instalados. Para se ter uma ideia, ainda de acordo com Fabio Câmara, um único servidor pode pesar mais de uma tonelada.
Quando um ataque cyber provoca dano físico
Uma das principais novidades está na cobertura de riscos operacionais. A AXA passa a oferecer dentro dessa apólice proteção para danos físicos decorrentes de ataques cibernéticos, o chamado cyber property damage. A diferença está justamente na forma como essa proteção chega ao segurado. Segundo Mitke, coberturas desse tipo já podiam ser encontradas vinculadas ao seguro cyber ou em algumas soluções independentes. Agora, a seguradora incorpora a proteção à cobertura de danos materiais dos riscos operacionais.
“Um ataque cibernético pode gerar um problema nos sistemas dos data centers e acabar provocando um dano físico, como um curto-circuito, um incêndio ou qualquer outro dano material. Isso veio de uma demanda do próprio mercado”, explica.
A solução também contempla os chamados black building tests, testes realizados para verificar a redundância dos sistemas dos data centers. Em uma infraestrutura que precisa permanecer disponível praticamente o tempo todo, a capacidade de manter a operação diante de falhas de energia ou de sistemas é um dos pontos centrais do gerenciamento de riscos.
Outro componente é o seguro cyber, que poderá ser contratado separadamente e inclui a possibilidade de cobertura de E&O Tech. A seguradora também incorporou diferentes modalidades de seguro garantia relacionadas à operação dos data centers, entre elas performance, crédito e proteção para operações de compra e venda de energia no mercado spot.
Sem esquecer a sustentabilidade
O crescimento dos data centers também aumenta a discussão sobre o impacto ambiental dessas estruturas, principalmente pelo elevado consumo de energia e água. Esse aspecto passou a fazer parte da análise da seguradora. A AXA estabeleceu critérios relacionados à eficiência energética, eficiência hídrica, localização dos empreendimentos e certificações de sustentabilidade. A proposta é oferecer condições diferenciadas para projetos que atendam aos requisitos definidos para construções mais sustentáveis.
A solução prevê ainda alternativas para descarte ecológico de componentes, uma questão que tende a ganhar importância à medida que cresce a quantidade de equipamentos instalados e aumenta a necessidade de substituição de servidores e outros componentes tecnológicos.
A lógica da cobertura acompanha também uma característica particular da construção dos data centers: nem sempre é possível separar de forma clara a fase de obras do início da operação. “Quando você está construindo um data center, não espera necessariamente que ele fique totalmente pronto. Algumas etapas são entregues e já começam a se tornar risco operacional enquanto outras ainda permanecem como risco de engenharia”, explica Mitke. Por essa razão, embora as apólices possam ser contratadas separadamente, engenharia e riscos operacionais normalmente caminham juntos.
Para a AXA, o avanço desses empreendimentos abre espaço para o mercado segurador participar não apenas da transferência do risco, mas também de sua prevenção e gerenciamento. Quanto maiores e mais essenciais se tornam os data centers para empresas e consumidores, maior é o impacto potencial de uma interrupção.
]]>Susep adota medida cautelar contra a Facta Seguradora
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Wed, 09 Sep 2026 19:53:40 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142419A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o Conselho Diretor, em reunião ordinária realizada nesta quarta-feira (09), determinou, em caráter cautelar, a suspensão das operações da Facta Seguradora S.A., o afastamento do diretor Everton Francisco da Rosa e a suspensão do registro da Facta Corretora de Seguros Ltda. A medida foi adotada diante de […]
]]>A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o Conselho Diretor, em reunião ordinária realizada nesta quarta-feira (09), determinou, em caráter cautelar, a suspensão das operações da Facta Seguradora S.A., o afastamento do diretor Everton Francisco da Rosa e a suspensão do registro da Facta Corretora de Seguros Ltda.
A medida foi adotada diante de achados identificados em ação de fiscalização da Autarquia, que apontou indícios de irregularidades na comercialização e contratação de seguros, incluindo problemas relacionados à comprovação do consentimento dos consumidores, à emissão de apólices em situações incompatíveis com a regulamentação e à atuação de empresas relacionadas na intermediação dos produtos. A fiscalização também identificou fragilidades de governança e controles internos e inconsistências em registros e operações da seguradora.
A suspensão das operações impede a contratação de novos seguros pela Facta Seguradora, inclusive por meio de outros canais ou intermediários. Os contratos regularmente firmados antes da medida permanecem válidos, e a seguradora continua obrigada a cumprir as obrigações deles decorrentes, incluindo atendimento aos segurados, regulação e pagamento de sinistros e processamento de cancelamentos quando solicitado.
A suspensão do registro da Facta Corretora impede, enquanto vigente a medida, o exercício de novas atividades de corretagem, sem implicar o cancelamento de seu registro.
A decisão também determinou medidas destinadas à proteção e à reparação dos consumidores, incluindo a restituição em dobro de valores pagos em determinadas apólices emitidas em desacordo com as regras aplicáveis, inclusive aquelas envolvendo menores de idade, e a comunicação a toda a base de segurados para que possam contestar contratações que não reconheçam. Nos casos em que a seguradora não apresentar prova válida da anuência do consumidor à contratação, também deverá ser realizada a restituição em dobro dos valores pagos.
A medida tem natureza cautelar e preventiva e não representa conclusão definitiva sobre a responsabilidade da empresa ou dos administradores. Os processos administrativos sancionadores terão prosseguimento, assegurados o contraditório e a ampla defesa. A cautelar poderá ser reavaliada à luz das manifestações dos interessados e da evolução dos processos.
]]>Bradesco lança IA generativa para corretores de previdência
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Wed, 09 Sep 2026 17:47:25 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142413EXCLUSIVO – A Bradesco Vida e Previdência apresentou nesta manhã (08), uma ferramenta de inteligência artificial generativa voltada aos corretores que atuam com previdência privada. A solução foi desenvolvida para apoiar o atendimento ao cliente e a rotina comercial dos parceiros. O lançamento ocorreu durante o Conexão PREV: IA Generativa, no Espaço Corretor da Bradesco […]
]]>EXCLUSIVO – A Bradesco Vida e Previdência apresentou nesta manhã (08), uma ferramenta de inteligência artificial generativa voltada aos corretores que atuam com previdência privada. A solução foi desenvolvida para apoiar o atendimento ao cliente e a rotina comercial dos parceiros. O lançamento ocorreu durante o Conexão PREV: IA Generativa, no Espaço Corretor da Bradesco Seguros, com mais de 1.600 participantes na transmissão ao vivo e aproximadamente 50 presentes no espaço.
O presidente da Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Castello, deu as boas-vindas e destacou que o lançamento representa o objetivo da companhia de sempre olhar para o futuro. Segundo ele, “inovação só faz sentido se ela gerar algum tipo de valor para as pessoas, no caso o consumidor”. Bernardo também convidou os parceiros a utilizarem a nova ferramenta, destacando que a tecnologia está disponível para ser um suporte aos negócios.
A ferramenta foi apresentada pelo superintendente sênior Rafael Barroso, que compartilhou o processo de criação da solução. Segundo o executivo, ela será integrada à Bia, inteligência artificial utilizada pelo canal bancário, e utiliza tecnologia da OpenAI, responsável pelo ChatGPT.
Com foco no atendimento ao cliente, Rafael detalhou que a ferramenta busca complementar o trabalho do corretor, entregando respostas rápidas e naturais para apoiar sua atuação. “Essa ferramenta também vai servir para mudar como fazer negócio”, afirmou. Segundo ele, a solução acompanha a maneira como o corretor trabalha e se adapta ao seu estilo, seguindo os padrões da Bradesco Vida e Previdência no atendimento ao cliente.
Questionado sobre a segurança das informações, o superintendente de Tecnologia, Fernando Campilho, explicou que a ferramenta funciona em um ambiente privado, onde as informações dos clientes ficam restritas à Bradesco e ao corretor, sem serem disponibilizadas publicamente.
Os executivos também compartilharam os resultados dos testes da ferramenta, que obteve 98% de aprovação em uma base de 186 respostas. “Quem usou o piloto testou e agora ela está mais do que pronta para ser usada”, disse. “Perguntar, entender, apoiar e vender melhor”, resumiu Rafael sobre a proposta da solução. “Agilidade é dar mais autonomia para o corretor ter mais tempo para vender mais”, completou.
Ao fim da apresentação técnica, o superintendente de Tecnologia destacou que os corretores podem contribuir para o aperfeiçoamento da ferramenta a partir do uso e do compartilhamento de suas experiências com a equipe responsável. “O corretor é o piloto”, fomentou o executivos sobre como os parceiros terão papel importante na identificação de oportunidades de melhoria para que a solução seja aperfeiçoada com o tempo.
A percepção de quem testou
Entre os corretores que utilizaram a ferramenta antes do lançamento está Álvaro Fornicola, da Monfor Corretora de Seguros. “A ferramenta realmente está no início, mas a gente já percebe que ela traz uma agilidade muito grande. É claro que a gente espera ainda muitas melhorias”, afirmou. Entre as expectativas, ele citou a possibilidade de comparar fundos de diferentes companhias e gerar apresentações para os clientes.
Sobre a segurança, o corretor disse confiar na preparação da companhia, mas levantou uma dúvida sobre o conhecimento inserido pelos parceiros: se ficará restrito a cada corretora ou poderá ser compartilhado com outros profissionais. “Eu queria saber se, no meu ambiente, na minha corretora, fica só o meu histórico. Se o meu histórico não vai para outros lugares”, explicou.
Na segunda parte do encontro, a companhia apresentou as iniciativas comerciais para o último quadrimestre de 2026, reunidas sob o nome Sprint Final 2026. Entre elas está a Operação IR, que, segundo a Bradesco, gerou mais de 380 mil leads, identificando potenciais clientes para a oferta de previdência privada.
A programação também abordou a evolução da portabilidade realizada pelos corretores junto à companhia e a campanha Prev Jovem, voltada à formação de reservas para crianças e jovens.
Na apresentação, a gerente de Negócios e Desenvolvimento de Mercado, Maria Flávia Munhoz, destacou o papel dos familiares no planejamento financeiro desse público. A proposta é estimular a contratação de planos de previdência para apoiar projetos futuros, com um adulto como responsável pelos aportes.
Previdência na estratégia de negócios
A mensagem final ficou com Américo Gomes, presidente da Bradescor, que destacou o tamanho e a importância da previdência dentro dos negócios e o papel do corretor nas operações de portabilidade e nas devoluções de reserva. “A previdência é a porta de entrada para a venda de outros produtos, como o seguro de vida. Então o dinheiro e a oportunidade estão na mesa”.
Segundo Américo, a previdência continua sendo o carro-chefe dentro da Bradescor. O executivo reforçou a importância da portabilidade e a participação dos corretores para superar os resultados do ano anterior.
Na avaliação dele, ampliar a atividade comercial é o ponto central desse trabalho. A orientação foi para que os parceiros explorem mais oportunidades e utilizem a previdência como caminho para apresentar outros produtos aos clientes. “Não foque mais em um só produto, oferte mais, explore mais e utilize os produtos que abram essas portas, como é o caso da previdência”, concluiu.
]]>IA domina funding de insurtechs e recebe US$ 1,55 bilhão
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Wed, 09 Sep 2026 15:25:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142408WIR Index reúne dados sobre capital, tecnologia e regulação no mercado de seguros; levantamento também acompanha rodadas realizadas por empresas brasileiras
]]>Empresas ligadas à inteligência artificial receberam 95,2% de todo o investimento global destinado a insurtechs no primeiro trimestre de 2026. Dos US$ 1,63 bilhão captados pelo setor, aproximadamente US$ 1,55 bilhão foi direcionado a companhias classificadas como focadas em IA.
Os números, originalmente levantados pela Gallagher Re, integram a primeira edição do WIR Index, publicação trimestral criada pela WIR Innovation para acompanhar investimentos, tecnologia e regulação no mercado de seguros brasileiro, latino-americano e global.
Embora a edição seja identificada como referente ao segundo trimestre de 2026, os dados globais de funding utilizados são do primeiro trimestre, último período consolidado disponível na elaboração do levantamento. A própria WIR informa que os números agregados de Q2 ainda não haviam sido publicados pelos principais trackers considerados na metodologia.
Segundo os dados da Gallagher Re, os dez maiores aportes globais do primeiro trimestre foram destinados a empresas relacionadas à inteligência artificial. O movimento ocorreu em um período no qual o investimento total em insurtechs cresceu 24% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
Para Nicholas Weiser, fundador e CEO da WIR Innovation, a concentração de recursos em IA mostra uma mudança nos critérios considerados pelos investidores. “A IA deixou de ser diferencial e virou pré-requisito. Mas a leitura mais importante do índice é contraintuitiva: a maior parte do capital que entra no Brasil está sendo alocada em ferramentas de workflow que os grandes modelos de linguagem vão comoditizar em 24 meses. O que não comoditiza é o dado proprietário — de cotação, de sinistro, de comportamento”, afirma.
A afirmação sobre a comoditização das ferramentas representa uma tese da WIR e não uma projeção da Gallagher Re.
Rodadas brasileiras passam de R$ 600 milhões
No Brasil, o índice acompanha uma série de captações realizadas por empresas ligadas a seguros, saúde e tecnologia. Somados, os negócios listados em reais superam R$ 600 milhões.
Esse montante, porém, não representa apenas investimentos realizados no segundo trimestre de 2026. A janela utilizada pela WIR compreende rodadas anunciadas entre dezembro de 2024 e junho deste ano.
Entre os negócios acompanhados estão a Série C de R$ 125 milhões da Azos; a Série A de R$ 106 milhões da Arvo, realizada em setembro de 2025; a Série B de R$ 102 milhões da Darwin Seguros, anunciada em 2025; e a rodada seed de R$ 45 milhões da Segura em 2026.
A captação da Arvo foi liderada por Kaszek e Base10 Partners e direcionada à expansão de uma plataforma que utiliza inteligência artificial para analisar contas médicas, autorizações e sinistros.
“O caso da Arvo é a prova local da tese: dado proprietário de sinistro atrai cheque Tier 1. E a chegada da a16z ao Brasil e ao México na mesma tese — automação do corretor — sinaliza que a camada de distribuição está sendo capitalizada antes de consolidar”, analisa José Carlos de Paula, sócio e CSO da WIR Innovation, ex-CEO da Santander Corretora e ex-C-level de Notredame Intermédica e Hapvida.
Já a Segura levantou R$ 45 milhões em rodada coliderada pela Andreessen Horowitz (a16z) e pela Kaszek para ampliar sua infraestrutura de IA voltada à operação entre seguradoras e corretores.
Na avaliação da WIR, esses aportes indicam maior interesse do capital por empresas que combinam inteligência artificial com bases próprias de dados e integração aos processos do mercado.
Entre os casos internacionais destacados está a Corgi, seguradora norte-americana que utiliza IA em sua operação. Em maio, a companhia anunciou uma Série B de US$ 160 milhões com valuation de US$ 1,3 bilhão. Cerca de três semanas depois, captou mais US$ 106 milhões em uma rodada B1 que elevou sua avaliação para US$ 2,6 bilhões.
Para a WIR, a valorização é um sinal de que investidores estão atribuindo maior valor a modelos que associam inteligência artificial a dados de subscrição. Essa interpretação faz parte da análise proprietária do índice.
Índice acompanha adoção de IA
A publicação também criou o WIR AI Adoption Index, que busca posicionar empresas brasileiras de acordo com a profundidade da automação e o número de linhas de negócio nas quais utilizam inteligência artificial.
A própria WIR ressalta que essa classificação é uma estimativa qualitativa baseada em informações públicas, como anúncios, produtos, rodadas de investimento e entrevistas, e não uma auditoria das empresas avaliadas.
Além de investimentos e tecnologia, o levantamento acompanha temas regulatórios, entre eles o Open Insurance. Em março, a Susep abriu uma tomada de subsídios para receber contribuições destinadas ao aperfeiçoamento da estrutura do sistema.
O WIR Index encerra a primeira edição com três previsões que serão acompanhadas nas próximas publicações. Entre elas estão a expectativa de que uma insurtech B2B brasileira anuncie uma Série B superior a US$ 30 milhões até o fim de 2026 e de que ao menos uma seguradora de grande porte coloque um agente de inteligência artificial em produção em processos de sinistros ou cotação.
A terceira aposta prevê um avanço concreto da Fase 3 do Open Insurance divulgado pela Susep até setembro deste ano. Segundo a metodologia, as previsões terão critérios objetivos de verificação e passarão a contar com um placar de acertos e erros a partir da próxima edição.
]]>Alper compra carteira da TEV e soma R$ 70 milhões em negócios
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Wed, 09 Sep 2026 15:05:39 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142406Operação reforça atuação em Transportes e Logística e amplia presença comercial da corretora no Nordeste e Centro-Oeste
]]>A Alper Seguros adquiriu a totalidade da carteira de negócios da TEV Corretora de Seguros, especializada no setor de Transportes e Logística. A operação adiciona mais de R$ 70 milhões em volume anual à carteira da companhia.
Com a transação, a Alper amplia sua atuação no segmento e reforça a presença comercial em São Paulo e nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Leonardo Tadeu, executivo da TEV, passa a ocupar o cargo de superintendente da filial da Alper em Recife. Os demais sócios da corretora passarão a atuar como produtores dedicados da Alper Network.
“Essa transação representa nosso apetite comercial em setores nos quais estamos consolidados, mas enxergamos um potencial enorme na capilarização da operação. Gerando cada vez mais oportunidades de negócios e na geração de valor para a Alper e para nossos clientes”, afirma Marcos Couto, CEO da Alper Seguros.
A aquisição reforça uma estratégia recente de expansão da companhia por meio de operações de M&A. A própria Alper classificou a compra da carteira da TEV como sua segunda transação em menos de sete dias. A integração incorpora também à estrutura comercial da Alper profissionais com atuação no mercado de seguros para Transportes e Logística.
“A equipe da TEV possui um conhecimento profundo do mercado e um histórico irretocável de relacionamento com o setor de transportes. Ter esses profissionais integralmente dedicados ao nosso time de produção amplia nossa força de vendas e acelera nossa estratégia de expansão em regiões-chave como o Nordeste”, afirma Denis Teixeira, vice-presidente sênior de Transportes e Logística da Alper Seguros.
A Alper já mantém uma vertical específica para Transportes, com soluções para diferentes modais e operações de cargas, incluindo coberturas para transportadores rodoviários, aéreos, ferroviários e multimodais.
Com aquisição dessa carteira, a companhia pretende ampliar a distribuição de soluções da área e explorar novas oportunidades comerciais a partir da base atendida pela TEV.
]]>Tokio Marine automatiza cotação de Seguro Garantia
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Wed, 09 Sep 2026 14:38:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142403A Tokio Marine passou a utilizar Inteligência Artificial no processo de cotação do Seguro Garantia. A nova ferramenta permite que o corretor insira o contrato no Portal Parceiros para que o sistema analise as informações e monte a cotação automaticamente. A funcionalidade busca reduzir etapas manuais do processo e ampliar a autonomia dos corretores na […]
]]>A Tokio Marine passou a utilizar Inteligência Artificial no processo de cotação do Seguro Garantia. A nova ferramenta permite que o corretor insira o contrato no Portal Parceiros para que o sistema analise as informações e monte a cotação automaticamente.
A funcionalidade busca reduzir etapas manuais do processo e ampliar a autonomia dos corretores na contratação do produto. A novidade dá continuidade às mudanças realizadas no Portal de Seguro Garantia, que já permite atividades como cotação, gestão de contratos, emissão automática de apólices e endossos.
“Mais do que uma evolução tecnológica, a solução foi desenvolvida para simplificar a jornada do corretor, trazendo mais agilidade, autonomia e segurança ao processo de cotação, além de reduzir erros operacionais”, afirma Carol Ayub, diretora de Riscos Financeiros da Tokio Marine.
De acordo com a executiva, a nova ferramenta também amplia o número de modalidades que podem ser trabalhadas de forma automatizada, indo além das garantias de performance.
A Tokio Marine estima que a implementação alcance aproximadamente 70% das emissões realizadas atualmente por meio do Portal Parceiros. “Estamos entregando velocidade sem abrir mão da qualidade técnica que sempre nos diferenciou”, acrescenta Carol.
A companhia vem ampliando a digitalização de sua operação de Seguro Garantia. Em 2025, o portal da carteira recebeu mudanças na interface e novas ferramentas para cotação, gestão e emissão de apólices, dentro do plano de expansão do produto iniciado em 2024.
]]>Universeg ganha programa mensal de capacitação para corretores
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Wed, 09 Sep 2026 12:00:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142401O Grupo Bradesco Seguros apresenta o Universeg Insights, nova metodologia de aprendizagem com um formato Talk Show. A proposta inovadora busca aproximar conhecimento e prática, oferecendo conteúdos que contribuem para o desenvolvimento profissional dos corretores de seguros e fortalecem sua atuação no relacionamento com os clientes. Cada episódio é construído em torno de um tema […]
]]>O Grupo Bradesco Seguros apresenta o Universeg Insights, nova metodologia de aprendizagem com um formato Talk Show. A proposta inovadora busca aproximar conhecimento e prática, oferecendo conteúdos que contribuem para o desenvolvimento profissional dos corretores de seguros e fortalecem sua atuação no relacionamento com os clientes.
Cada episódio é construído em torno de um tema central, explorado por meio de conversas dinâmicas, troca de experiências e exemplos reais com entretenimento.
“Histórias que vendem” foi o tema do episódio de lançamento e conduzido por um especialista em vendas, com conversas e interações. Em setembro, o tema será “Inteligência Artificial na Produtividade Comercial” com corretores convidados. Todos os programas são gravados e disponibilizados posteriormente na plataforma Universeg, permitindo que os participantes acessem o conteúdo conforme sua conveniência.
A previsão é de que um novo episódio seja lançado a cada mês, garantindo uma agenda contínua de atualização, aprendizado e compartilhamento de boas práticas.
“O Universeg Insights diversifica a dinâmica de capacitação dos corretores e contribui para que nossos parceiros estejam cada vez mais preparados para atender às necessidades dos clientes e acompanhar as transformações do mercado de seguros”, afirma Andrea Carrasco, superintendente sênior de Recursos Humanos do Grupo Bradesco Seguros.
]]>Wiz Co abre vagas em seis unidades federativas
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Wed, 09 Sep 2026 11:29:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142397Oportunidades estão distribuídas por áreas como Comercial, Operações, Consórcios e Gente & Cultura; companhia também mantém bancos de talentos
]]>A Wiz Co está com novas oportunidades de trabalho abertas em diferentes regiões do país. Na consulta ao portal de carreiras da companhia nesta segunda-feira (8), estavam disponíveis 11 vagas, entre posições efetivas, estágio e bancos de talentos.
As oportunidades estão distribuídas por Brasília (DF), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG), com modelos de trabalho presencial ou híbrido, conforme a função. Entre as áreas contempladas estão Gente & Cultura, Operações, Comercial, Consórcios e Crédito.
No Distrito Federal, por exemplo, há oportunidades para Analista de Gente e Cultura III, na área de Remuneração, e estágio em Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO). A vaga de analista segue modelo híbrido, com três dias presenciais e dois em trabalho remoto.
Em Curitiba, estão disponíveis posições de Assistente de Operações, na área de cobrança, e Consultor Comercial. Porto Alegre tem vaga para Consultor de Negócios voltado ao crédito consignado, enquanto Vitória possui oportunidade para Executivo de Contas na área de Consórcios.
São Paulo concentra vagas e bancos de talentos em áreas como Operações, Comercial e Consórcios. A Wiz Benefícios, por exemplo, mantém cadastro para profissionais de Operações com experiência em implantação de clientes, cotações, faturamento, movimentação de vidas e atendimento.
O portal também apresenta uma oportunidade para Executivo de Contas na área de Crédito, em Belo Horizonte.
Segundo a companhia, os processos seletivos integram sua estratégia de reforço das equipes em diferentes unidades de negócio. A Wiz também mantém bancos de talentos para considerar candidatos em futuras oportunidades.
As candidaturas podem ser realizadas diretamente pelo portal de carreiras da empresa.
]]>Lucro das seguradoras cresce 10,9% e chega a R$ 21,5 bilhões
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Wed, 09 Sep 2026 11:00:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142399Sinistralidade caiu 4,2 pontos percentuais e encerrou o primeiro semestre em 37,7%, menor patamar da série apresentada pelo IRB
]]>O lucro líquido das seguradoras brasileiras somou R$ 21,5 bilhões no primeiro semestre do ano, alta de 10,9% em relação aos R$ 19,4 bilhões registrados na primeira metade de 2025. Os dados são do Boletim IRB+Mercado, divulgado nesta terça-feira (08) pelo IRB+Inteligência, com a análise dos dados mais recentes do setor.
O faturamento do mercado segurador alcançou R$ 114,3 bilhões, crescimento de 6,4% em relação ao mesmo período de 2025. O avanço foi observado em quase todos os segmentos, com exceção do Rural. Destaque para os segmentos Vida e Automóvel, que, juntos, representaram 77% da expansão observada no período.
As seguradoras cederam R$ 15,6 bilhões em prêmios para resseguro no primeiro semestre, 3,5% acima do ano anterior. No acumulado até junho, a sinistralidade do setor caiu para 37,7%, o menor nível da série histórica, com redução de 4,2 pontos percentuais no comparativo com o ano anterior.
Após recuos em cinco dos seis meses, o Rural encerrou o semestre com retração de 4,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado foi influenciado, sobretudo, pelas quedas observadas no seguro agrícola (-14,5%), que permite ao produtor proteger-se contra perdas nas lavouras decorrentes principalmente de fenômenos climáticos adversos; e Penhor Rural (-14%), destinado a cobrir perdas ou danos causados aos bens oferecidos em garantia de operações de crédito rural. A sinistralidade reduziu 9 pontos percentuais (p.p.), alcançando 27% no semestre.
A maior variação entre os segmentos ficou com o segmento Crédito e Garantia, que cresceu 22,9% no primeiro semestre de 2026. Destaque para o Garantia Segurado – Setor Público, que foi responsável por R$ 678,9 milhões dos R$ 943,3 milhões de aumento do segmento. O crédito interno avançou 32,8%, enquanto o crédito à exportação recuou 34,4%. Quanto à sinistralidade, houve uma redução de 16,5 p.p. ante os seis primeiros meses de 2025, encerrando o semestre com 31%.
No acumulado até junho, o segmento Vida cresceu 9,1% em relação ao mesmo período de 2025, com aumento de R$ 3,5 bilhões nos prêmios emitidos. O desempenho foi sustentado pelos seguros Vida e Prestamista, que avançaram, respectivamente, 10,2% e 17,3%. A taxa de sinistralidade total do segmento Vida permaneceu estável, encerrando o semestre em 26,6%, próximo ao patamar observado em 2025 (27,4%).
No primeiro semestre, o Automóvel cresceu 6,3%, passando de R$ 28,9 bilhões no mesmo período de 2025 para R$ 30,7 bilhões em prêmios emitidos. Desde agosto de 2024, é possível observar uma trajetória de crescimento contínuo no faturamento do segmento, com estabilidade a partir de outubro de 2025. A sinistralidade encerrou o semestre em 60,8%, variação de 1,1 p.p..
O Corporativo de Danos e Responsabilidades avançou 0,8% no acumulado do ano em comparação ao mesmo período de 2025. Ao longo do período, o desempenho mensal apresentou oscilações: após quedas de 0,4% em janeiro e 0,7% em fevereiro, o segmento cresceu 8,9% em março. No segundo trimestre, por sua vez, houve redução de 4,2% em abril, seguida de crescimento de 3,1% em maio e nova queda de 0,6% em junho. A sinistralidade do segmento recuou 15,2 pontos percentuais, encerrando o semestre em 29,8%.
O segmento Individual Contra Danos cresceu 8,4% no acumulado do ano, com destaque para Fiança Locatícia e Compreensivo Residencial, que responderam por 70,5% do aumento registrado pelo segmento no período. Somente o fiança locatícia, que tem como objetivo proteger o locador contra possíveis inadimplências do locatário, avançou 30,4%. No semestre, a sinistralidade do segmento fechou em 28,4%, mantendo-se estável em comparação ao mesmo período de 2025.
]]>Allianz lança seguro específico para lavouras de café
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Wed, 09 Sep 2026 11:00:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=142394A Allianz Seguros anunciou um novo produto para o agricultor brasileiro, o Seguro Cafezal, produto voltado à proteção de lavouras de café contra danos provocados por granizo e geada. A solução indeniza o produtor conforme as perdas apuradas e concede subsídio para a manutenção da lavoura após o sinistro, garantindo condições para a recuperação do […]
]]>A Allianz Seguros anunciou um novo produto para o agricultor brasileiro, o Seguro Cafezal, produto voltado à proteção de lavouras de café contra danos provocados por granizo e geada. A solução indeniza o produtor conforme as perdas apuradas e concede subsídio para a manutenção da lavoura após o sinistro, garantindo condições para a recuperação do cultivo e a continuidade da produção nos ciclos seguintes.
O diferencial está na cobertura sobre a vida da planta. O produto segura indenização ao produtor sempre que danos climáticos severos tornarem necessária a poda para recuperação do cafezal ou, nos casos em que essa ação não seja viável, a erradicação dos pés de café segurados. O tipo de poda é definido com base no impacto do evento climático e nas condições previstas na contratação.
A iniciativa chega em um momento de expectativa positiva para o setor. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e, de acordo com o 2º Levantamento da Safra de Café 2026, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa de produção do fruto no país é de 66,7 milhões de sacas neste ano. Se essa projeção for alcançada, representará aumento de 18% em relação ao volume colhido em 2025.
Rafael Marani, diretor de Agronegócios da Allianz, explica que a novidade busca solucionar os principais desafios enfrentados pelos produtores de café, como riscos climáticos imprevisíveis, dificuldade de acesso a seguros personalizados para a cultura e impactos financeiros causados por perdas na plantação. “O produto, que está disponível em todas as regiões do país, é flexível e destinado a todos os perfis de produtores rurais, especialmente para pequenos e médios agricultores, além de cooperativas agrícolas e produtores familiares.”
É possível ainda contratar coberturas adicionais, como Perda de Produção Futura e tratamento fitossanitário, este último referente às lavouras atingidas exclusivamente por granizo. O seguro Cafezal também combina imagens de satélite e monitoramento de riscos ESG para acompanhar a produção ao longo da vigência da apólice. “Nosso objetivo com esse lançamento é possibilitar que o produtor mantenha sua lavoura protegida e apta à recuperação, promovendo estabilidade financeira e continuidade das atividades agrícolas em caso de perdas causadas por eventos climáticos adversos”, complementa o executivo.
A área mínima segurável por item é de 0,1 hectare e o Limite Máximo de Indenização (LMI) por apólice é de R$ 5 milhões, incluindo a cobertura básica e a cobertura de Perda de Produção Futura, quando contratada. “Essas condições garantem que o seguro seja acessível e eficaz para produtores de diferentes portes, além de fortalecer o compromisso da Allianz em apoiar o setor agropecuário, um dos pilares da economia brasileira”, finaliza.