The post Seguro auto: uso de veículo em campanha exige alterações na apólice appeared first on Revista Apólice.
]]>Segundo os esclarecimentos feito pelas entidades, a utilização de adesivos de pequeno porte em veículos de passeio, sem alteração na finalidade de uso do automóvel, não compromete a cobertura do seguro.
Porém, a situação muda quando o veículo passa a ser utilizado com propaganda ostensiva de candidatos ou para circulação e apoio às campanhas políticas. Nesses casos, a orientação é que o uso declarado na apólice seja alterado de “particular” para “comercial/publicitário”.
As entidades orientam que as alterações nesses veículos devem ser comunicadas ao corretor de seguros e, consequentemente, à seguradora para adequação da apólice. Segundo CNseg e FenSeg, a medida é necessária para garantir a cobertura do contrato.
“O uso do veículo para fins publicitários ou de apoio a campanhas eleitorais torna-o mais exposto a acidentes, roubo e até vandalismo, o que leva à necessidade de adequação do contrato de seguro”. A afirmação é de Keila Farias, vice-presidente da Comissão de Seguro Auto da FenSeg.
A orientação ocorre em meio ao período eleitoral e reforça a importância do segurado comunicar ao corretor qualquer mudança na utilização do veículo durante a vigência da apólice.
Veja a nota de esclarecimento completa:
“NOTA DE ESCLARECIMENTO
Necessidade de alteração de cobertura do seguro auto para veículo particular em campanha eleitoral
Em resposta aos questionamentos da imprensa acerca da notícia veiculada hoje, 11 de agosto, sobre a cobertura de seguros em veículos particulares utilizados para campanha eleitoral, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) esclarecem que adesivos de pequeno porte em veículos de passeio, sem alteração da sua utilização, não comprometem a cobertura do seguro automóvel.
No entanto, veículos de passeio com propaganda ostensiva de candidatos, utilizados para circulação e apoio a campanhas políticas têm a necessidade de alteração de uso “particular” para “comercial/publicitário”. Por isso, é recomendável que os segurados procurem seus corretores para fazer a adequação do contrato.
A mudança deve ser comunicada ao corretor e consequentemente à seguradora para alteração da apólice de seguro, garantindo assim sua cobertura.“
N.G
The post Seguro auto: uso de veículo em campanha exige alterações na apólice appeared first on Revista Apólice.
]]>The post CNseg defende integração entre seguro e crédito rural appeared first on Revista Apólice.
]]>Durante o painel “Investimento e Financiamento em tempos voláteis”, a superintendente de Sustentabilidade da CNseg, Monique Cardoso, chamou atenção para a baixa presença do seguro rural em um momento de diversificação das fontes de crédito do agronegócio. E ressaltou a importância do PL 2951/2024, que aguarda pauta no plenário do Senado, como instrumento de modernização do seguro rural.
O projeto moderniza o marco legal do seguro rural e prevê, entre outros pontos, a inclusão anual dos recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) no orçamento, com caráter obrigatório e vedação ao contingenciamento; a integração do seguro às garantias das operações de crédito rural; benefícios e prioridade para produtores segurados em determinadas operações de crédito, renegociações e prorrogações; e a reformulação do Fundo de Cobertura Suplementar dos Riscos do Seguro Rural, ampliando os mecanismos de transferência de risco.
Segundo Monique, o Brasil chegou a registrar cobertura securitária pouco superior a 16% no campo, índice que posteriormente caiu para cerca de 3%. Mesmo no melhor momento, observou, o percentual ainda era reduzido diante da dimensão econômica do setor. “Chegamos a um nível muito baixo de proteção securitária do produtor rural. Esses 16% foram um pico que tivemos, mas ainda é muito baixo se você pensar que um quarto da economia brasileira está sem nenhuma proteção”, afirmou.
Monique relacionou a necessidade de proteção às características da própria atividade agropecuária. Parte relevante dos recursos utilizados na produção precisa ser novamente mobilizada a cada ciclo, com gastos em insumos, arrendamento e, em determinados casos, máquinas.
Nesse cenário, o seguro pode reduzir o impacto financeiro de eventos capazes de comprometer uma safra e, consequentemente, a capacidade do produtor de iniciar o ciclo seguinte. Os efeitos de uma perda também podem alcançar fornecedores, financiadores e outros integrantes da cadeia.
O debate ocorre em meio ao avanço da participação do mercado de capitais no financiamento do agronegócio. Durante o painel, foram discutidos instrumentos como Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) e Cédulas de Produto Rural (CPR).
Para Monique, a evolução desses mecanismos abre espaço para uma maior integração entre seguro e crédito.
“O seguro é uma ferramenta muito potente para gestão e mitigação de risco. Se ele fosse mais considerado justamente nas operações de crédito ou estivesse presente numa carteira de recebíveis dentro do CRA, imagina a confiança dessa pessoa física ou desse grande investidor que vai comprar os títulos de crédito”, disse.
A diretora da ANBIMA, Flavia Palacios, destacou que o mercado brasileiro construiu, ao longo das últimas duas décadas, instrumentos específicos para conectar investidores às necessidades de financiamento do agronegócio.
Segundo ela, CRA e Fiagro contam atualmente com estruturas regulatórias e de autorregulação direcionadas ao setor, resultado da adaptação dos instrumentos tradicionais do mercado de capitais às características da atividade agropecuária.
A superintendente de Relacionamento com Clientes da B3, Fabiana Perobelli, apontou o crescimento da base de investidores como um dos sinais dessa evolução. Segundo os números apresentados no congresso, o CRA passou de aproximadamente 300 mil investidores em 2022 para 600 mil em 2026. O Fiagro, lançado em 2022, também alcançou cerca de 600 mil investidores.
As CPRs registradas, de acordo com Fabiana, já superam R$ 480 bilhões. Para ela, o registro dos instrumentos amplia a disponibilidade de informações sobre o setor e contribui para análises de endividamento e risco.Apesar do avanço das alternativas privadas de financiamento, as participantes destacaram a complementaridade entre o mercado de capitais e as políticas públicas de crédito.
“O mercado de capitais não vai de forma alguma substituir o Plano Safra, mas ele tem que andar ao lado”, afirmou Fabiana.
A discussão do painel colocou o seguro rural dentro desse processo de diversificação das fontes de financiamento. Na avaliação apresentada pela CNseg, a ampliação da cobertura pode contribuir para reduzir riscos nas operações de crédito e dar maior capacidade de recuperação ao produtor diante de perdas na produção.
The post CNseg defende integração entre seguro e crédito rural appeared first on Revista Apólice.
]]>The post GEO: uma história de apoio ao corretor de seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>Foi nesse ambiente que nasceu a GEO. Em vez de disputar espaço com os canais tradicionais de distribuição, a empresa buscou resolver um problema bastante objetivo: criar uma estrutura capaz de conectar seguradoras, corretores e empresas do setor imobiliário por meio da tecnologia, em uma época em que o próprio conceito de plataforma digital praticamente não existia no mercado de seguros brasileiro. Vinte e cinco anos depois, ao comemorar sua trajetória, a empresa também revisita parte da transformação vivida pelo setor, marcada por mudanças regulatórias, evolução tecnológica e pelo fortalecimento da atuação dos corretores em segmentos antes pouco explorados.
Quando iniciou suas atividades, em 2001, a GEO tinha um foco bastante definido. A construção civil vivia um período de expansão e havia necessidade de distribuir seguros ligados ao setor em diferentes regiões do País. A capilaridade dos corretores era indispensável para alcançar esse objetivo, mas faltavam ferramentas capazes de oferecer suporte operacional e técnico para produtos que não faziam parte do cotidiano desses profissionais.
A primeira solução desenvolvida foi voltada ao seguro Garantia de Entrega de Obra, produto que acabou dando origem ao próprio nome da empresa. A partir dele vieram os seguros de Riscos de Engenharia e, pouco tempo depois, os seguros prestamistas relacionados ao financiamento imobiliário. O que parecia ser uma estratégia voltada para um nicho específico revelou-se, na prática, um laboratório de inovação para um mercado que ainda começava a descobrir as possibilidades da digitalização.

Rossana Costa conhecia bem as dificuldades enfrentadas pelos corretores. Antes de fundar a GEO, atuou durante sete anos na corretagem de seguros e percebeu que muitos profissionais deixavam de explorar oportunidades simplesmente porque não tinham acesso ao conhecimento técnico ou às estruturas necessárias para operar determinados produtos.
A proposta da empresa não era substituir o corretor, mas ampliar sua capacidade de atuação. Enquanto a GEO desenvolvia sistemas, parametrizava regras de aceitação, integrava processos e oferecia suporte operacional, o corretor de seguros permanecia responsável pelo relacionamento comercial com seus clientes. Essa lógica continua sendo um dos pilares da companhia.
“Nossa história foi construída junto aos corretores de seguros. Sempre procuramos entregar aquilo que eles não encontravam no mercado”, resume Rossana. Naquele momento, entretanto, a tecnologia ainda era uma palavra distante da realidade da maior parte das seguradoras. Não existiam multicálculos consolidados, integração entre sistemas ou assinatura eletrônica. Cada nova operação exigia uma sequência de procedimentos que hoje pareceriam incompatíveis com a velocidade dos negócios.
A GEO apostou justamente no contrário: automatizar etapas repetitivas, simplificar fluxos e reduzir o tempo entre a contratação e a emissão das apólices. Embora hoje esse modelo pareça natural, no início dos anos 2000 representava uma ruptura importante para um segmento historicamente marcado por processos burocráticos.
Ao longo dos primeiros anos, a empresa consolidou sua atuação no mercado imobiliário enquanto acompanhava outro movimento decisivo para o setor: o crescimento do crédito imobiliário brasileiro.
Mesmo atravessando diferentes ciclos econômicos, desde a expansão do mercado de imóveis até os períodos de juros elevados e desaceleração, a construção civil manteve um comportamento relativamente resiliente. Obras continuaram sendo lançadas, novos empreendimentos chegaram ao mercado e o crédito imobiliário passou a ocupar espaço crescente na economia brasileira.
Essa característica acabou influenciando diretamente a estratégia da GEO. Em vez de diversificar indiscriminadamente seu portfólio, a empresa aprofundou sua especialização em produtos ligados ao financiamento imobiliário, entendendo que ali havia espaço para desenvolver soluções de longo prazo.
A principal mudança dessa trajetória ocorreu em 2009, quando a publicação da Circular nº 205 da Superintendência de Seguros Privados (Susep) abriu caminho para o desenvolvimento do mercado privado de seguro habitacional. Até então, grande parte dessas operações permanecia concentrada em estruturas vinculadas ao Sistema Financeiro da Habitação.
A mudança regulatória alterou a dinâmica do mercado. Bancos, incorporadoras, loteadoras e demais agentes financeiros passaram a buscar alternativas independentes para contratação do seguro habitacional. Empresas que já possuíam conhecimento técnico e infraestrutura voltada a esse segmento encontraram um ambiente favorável para expandir suas operações. A GEO estava entre elas.
Segundo Rossana Costa, a empresa já vinha trabalhando com seguros prestamistas ligados ao mercado imobiliário antes mesmo da mudança regulatória. Quando a nova legislação entrou em vigor, bastou adaptar processos e tarifas para migrar rapidamente para o seguro habitacional. Foi uma mudança que redefiniu o posicionamento da empresa.
“O mercado acordou para a possibilidade de operar uma apólice de mercado. Nós já estávamos preparados para isso”, afirma. Desde então, o seguro habitacional tornou-se o principal produto da plataforma. A expansão do crédito imobiliário e a consolidação das exigências regulatórias ampliaram a demanda por soluções ágeis de emissão e acompanhamento das apólices.
Hoje, aproximadamente quatro mil credores utilizam a plataforma da GEO para operações ligadas ao segmento imobiliário, movimentando processos em tempo real entre seguradoras, instituições financeiras, corretores de seguros e segurados.
Essa escala não foi construída apenas pela evolução tecnológica. Ao longo dos anos, a empresa precisou enfrentar um desafio pouco discutido no mercado: encontrar um modelo jurídico compatível com uma atividade que ainda não possuía enquadramento claro.
Durante muito tempo, sua razão social precisou permanecer vinculada à corretagem de seguros simplesmente porque não havia outra forma de remunerar uma empresa cuja atividade consistia em desenvolver tecnologia e prestar assessoria operacional para distribuição de seguros.
Na prática, entretanto, a GEO nunca atuou como corretora de seguros junto ao consumidor final. A mudança recente para GEO Soluções Tecnológicas representa mais do que uma alteração de marca. Ela traduz uma transformação vivida pelo próprio mercado, que passou a reconhecer novos modelos de negócios dedicados exclusivamente ao desenvolvimento de soluções para distribuição.
O reposicionamento da empresa acompanha uma tendência observada em diferentes segmentos do setor segurador, onde empresas especializadas vêm ocupando funções antes inexistentes dentro da cadeia de valor. Apesar dessa evolução, Rossana destaca que a essência da empresa permanece inalterada. “O sucesso da GEO está diretamente ligado ao sucesso dos corretores de seguros. Se eles crescem, nós crescemos também.”
Essa relação de confiança talvez seja o ativo mais importante construído pela companhia ao longo de sua trajetória. Em um mercado onde parte das estruturas de assessoria também comercializa seguros diretamente ao consumidor, a GEO optou por manter uma divisão clara entre tecnologia e distribuição, descartando sua plataforma para disputar clientes dos próprios corretores.
A sua postura contribuiu para consolidar uma reputação baseada na parceria de longo prazo. “O corretor sabe que seu cliente continuará sendo dele. Isso faz diferença num mercado construído sobre confiança”, garante Rossana.
Além disso, é imprescindível ressaltar que ao longo desses 25 anos a GEO já digitalizou operações para cerca de oito grupos seguradores, entre eles Axa, Ace, Bradesco, Essor, Ezze, MetLife, Royal & Sun Alliance (RSA) e Zurich. É justamente essa parceria com as seguradoras que viabiliza para a plataforma operar de forma 100% gratuita para corretoras e estipulantes.
Hoje, com a capilaridade que a GEO conquistou (quase duas mil corretoras de seguros cadastradas em todo o Brasil e mais de 5 mil empresas atuando como estipulantes de apólices), as seguradoras parceiras acessam muito mais do que uma operação ágil e eficiente para processos complexos.
Rossana destaca que a contratação em tempo real, o faturamento e os sinistros automatizados, bem como o conhecimento dos padrões de compliance mais rigorosos de grupos seguradores internacionais são fundamentais, pois isso garante eficiência operacional e melhora os resultados da operação. Mas, a verdadeira riqueza está nessa base sólida que a GEO construiu: é ela que permite às operações escalarem rapidamente, e se sustentarem no longo prazo.
A evolução da empresa também passou a incorporar uma preocupação crescente com a experiência do segurado. Uma das iniciativas mais recentes foi o desenvolvimento de uma área exclusiva para consulta de certificados e acompanhamento de sinistros. A plataforma permite que segurado, credor, regulador e seguradora acompanhem simultaneamente cada etapa do processo, reduzindo assimetrias de informação que durante décadas marcaram esse tipo de operação.
A ideia surgiu a partir de uma experiência pessoal vivida pela própria executiva, cuja família enfrentou dificuldades para acompanhar um processo de sinistro após um incêndio em um imóvel financiado. A percepção de que o segurado era justamente quem tinha menos acesso às informações motivou o desenvolvimento da ferramenta.
Mais do que criar uma nova funcionalidade, a empresa buscou responder a uma mudança mais ampla no comportamento dos consumidores, que passaram a exigir transparência e acompanhamento em tempo real de todos os serviços financeiros.
Esse movimento acompanha uma transformação que ultrapassa o mercado de seguros. Em praticamente todos os setores da economia, a experiência do usuário deixou de ser um diferencial para tornar-se requisito básico de competitividade.
Ao completar 25 anos, a GEO chega a um cenário bastante diferente daquele encontrado em sua fundação. A digitalização tornou-se regra, novas tecnologias remodelam continuamente os processos de distribuição e o corretor passou a contar com ferramentas capazes de ampliar significativamente sua atuação em segmentos especializados.
O desafio agora já não é convencer o mercado de que tecnologia faz diferença. É acompanhar a velocidade com que ela continua transformando a forma de distribuir seguros.
Há pouco mais de duas décadas, a transformação digital no mercado de seguros estava concentrada na informatização de processos. A prioridade era substituir papel por sistemas, reduzir etapas operacionais e tornar a emissão das apólices mais eficiente. Hoje, essa discussão mudou de patamar. O debate já não está em digitalizar procedimentos, mas em redefinir a forma como seguros são distribuídos, contratados e administrados em um ambiente onde dados, inteligência artificial e integração entre plataformas passam a determinar a competitividade.
Para Rossana Costa, CEO e fundadora da GEO, a inteligência artificial representa um divisor de águas comparável às grandes mudanças tecnológicas vividas pelo setor nas últimas décadas. Na sua avaliação, 2026 marca o início de um novo ciclo, em que a velocidade de processamento deixará de ser um diferencial para tornar-se condição básica de permanência no mercado. “Não há caminho de volta. A inteligência artificial veio para mudar definitivamente a forma como os serviços serão prestados”, ressalta.
Essa transformação, porém, não está restrita ao desenvolvimento de novas ferramentas. Ela altera a expectativa dos próprios clientes. As operações que até pouco tempo eram consideradas rápidas passam a ser vistas como demoradas. Em um ambiente de decisões instantâneas, a emissão de uma apólice não pode depender de processos que levam dias para serem concluídos, assim como a regulação de um sinistro tende a ser cada vez mais automatizada e transparente.
Essa pressão por agilidade deverá atingir toda a cadeia de distribuição. Para Rossana, “seguradoras, corretores de seguros, assessorias, empresas de tecnologia e reguladores precisarão trabalhar de forma cada vez mais integrada, reduzindo etapas intermediárias e compartilhando informações em tempo real”.
Na avaliação da executiva, esse cenário abre espaço para empresas especializadas em tecnologia, capazes de desenvolver soluções específicas para segmentos onde ainda existem gargalos operacionais. Enquanto grandes seguradoras precisam administrar dezenas de linhas de negócio e estruturas complexas, empresas mais enxutas conseguem responder com maior rapidez às demandas do mercado.
É nesse contexto que a GEO pretende concentrar seus próximos movimentos. A estratégia não passa por disputar mercados já consolidados, como o seguro de automóveis, mas por ampliar sua atuação em nichos onde tecnologia e especialização ainda representam diferenciais competitivos.
O mercado imobiliário continuará sendo uma das prioridades, mas a empresa já estuda novos segmentos capazes de reproduzir o modelo construído ao longo dos últimos 25 anos. Entre eles está a área educacional e outros ambientes em que produtos especializados exigem processos digitais, integração de dados e suporte técnico aos corretores de seguros.
Para Rossana, o corretor continuará desempenhando papel estratégico nesse novo ambiente. O avanço da inteligência artificial tende a automatizar tarefas operacionais, mas dificilmente substituirá o relacionamento, a capacidade consultiva e o entendimento das necessidades do cliente, atributos que continuam sendo determinantes, especialmente em produtos de maior complexidade.
Se os últimos 25 anos foram marcados pela digitalização da distribuição, o próximo ciclo deverá ser definido pela combinação entre inteligência artificial, análise de dados e velocidade operacional. Nesse cenário, a tecnologia deixa de ser apenas um instrumento de eficiência para se tornar parte essencial da proposta de valor das empresas do setor.
*Matéria originalmente publicada na Edição #321 da Revista Apólice.
The post GEO: uma história de apoio ao corretor de seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Incêndio leva empresas a revisarem coberturas de seguro appeared first on Revista Apólice.
]]>A companhia que atua no segmento de produtos químicos, incluindo resinas e solventes, mantinha no local dezenas de tanques destinados ao armazenamento de líquidos inflamáveis, com capacidade total superior a 2 milhões de litros. Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram a dimensão e a intensidade do incêndio, que também provocou o rompimento de estruturas e atingiu bueiros nas proximidades da indústria. Não houve registro de mortes relacionadas ao incêndio.
Embora o fogo tenha ficado concentrado na área da indústria atingida, a dimensão do incidente chamou a atenção de empresas instaladas na região e levantou a discussão sobre prevenção, gerenciamento de riscos e proteção securitária. Procurada durante a ocorrência, a Quema Química foi questionada sobre a existência de seguro para a unidade, mas não informou se mantinha cobertura securitária.
O episódio ganhou repercussão entre empresários porque Itaquaquecetuba possui forte concentração de atividades industriais. Em entrevista, o advogado e corretor de seguros Sidinei Tiarga, da Tiarga & Cia Corretora de Seguros, afirma que o município reúne mais de 800 indústrias, principalmente de pequeno e médio porte. Para ele, a concentração faz com que determinadas companhias estejam instaladas próximas umas das outras e compartilhem exposições relacionadas ao ambiente industrial. “Por ser um polo industrial, as empresas acabam sendo sempre expostas ao maior risco. E não só de incêndio”, afirma.
Segundo o corretor, o incêndio provocou uma mudança na percepção de segurados da região sobre os próprios riscos. Clientes passaram a discutir a necessidade de revisar apólices e verificar se as coberturas existentes ainda correspondem ao patrimônio e à operação atual. “Isso leva todo mundo a analisar com outros olhos a sua apólice e se preocupar em estar com as coberturas adequadas, com os valores coerentes, com o valor em risco”, explica.
Para Sidinei, um dos principais pontos de atenção está na atualização dos valores segurados. Construção, equipamentos, matérias-primas e outros componentes necessários à atividade empresarial sofreram alterações nos últimos anos, o que pode fazer com que uma importância segurada definida anteriormente deixe de representar adequadamente a exposição da companhia.
“É interessante que o empresário reavalie as suas apólices, verifique se a importância segurada para incêndio está dentro do que ele realmente tem lá na situação de risco”, afirma.
A revisão, analisa o profissional, deve considerar o patrimônio efetivamente existente na empresa e os valores necessários para sua reposição em caso de um grande sinistro. Em operações industriais, a avaliação ganha relevância diante da dependência de máquinas, estruturas específicas e estoques que podem ter custos elevados de substituição.
Outro ponto destacado por Sidinei é o impacto financeiro provocado pela interrupção das atividades. Mesmo quando os bens destruídos podem ser posteriormente repostos, a empresa pode permanecer sem operar durante o período necessário para limpeza, reconstrução, substituição de equipamentos e retomada da produção.
Nesse cenário, a cobertura de lucros cessantes ganha importância, especialmente para empresas cuja operação depende de estruturas industriais, máquinas, estoques e instalações específicas. Na análise de Sidinei, essa proteção ainda pode ser deixada de lado durante a contratação do seguro, apesar de representar uma ferramenta para preservar a continuidade da empresa após um sinistro. “A cobertura de lucros cessantes, que muitas vezes é deixada para segundo plano, mas ela é tão importante num caso de sinistro porque ela vai permitir a continuidade da empresa após a indenização e reposição dos bens”, explica.
Na avaliação do corretor, a discussão sobre seguro precisa considerar não apenas quanto custaria reconstruir uma estrutura destruída, mas também quanto a empresa precisaria para atravessar o período em que ficará impossibilitada de operar normalmente.
A proximidade entre instalações industriais também levanta uma discussão sobre os impactos que um grande incêndio pode provocar em terceiros. Uma ocorrência envolvendo produtos químicos, por exemplo, pode potencialmente gerar danos a imóveis vizinhos, equipamentos, estoques, operações ou outros patrimônios localizados no entorno.
É nesse contexto que entram as discussões sobre responsabilidade civil e os próprios seguros patrimoniais contratados pelas empresas eventualmente afetadas.
Sidinei até citou como exemplo um cliente de sua carteira que mantém uma unidade industrial a cerca de 300 metros do local do incêndio. Embora a empresa não tenha sofrido danos, a proximidade e a área geográfica apontam como uma ocorrência de grandes proporções pode ser acompanhada de perto por outros estabelecimentos e levar empresários a reavaliar suas próprias exposições.
O episódio também reforça, segundo o corretor, que o gerenciamento de riscos precisa considerar o ambiente em que a empresa está inserida. “Você vê o que está acontecendo recentemente aí. Vem vendaval por todo o Brasil, coisa que a gente não tinha nessa intensidade no passado. Então, isso traz o empresário, o industrial, a refletir que são riscos próximos. Pode acontecer com seu vizinho, pode acontecer com ele também”, avalia.
“O único tipo de proteção que ele pode ter, em relação a esse tipo de sinistro, é a prevenção, um gerenciamento de riscos correto, seguir bem o que é determinado pelos bombeiros, pelos projetos de aprovação e também, como amparo, um seguro de incêndio bem feito”, pontua.
A mobilização provocada pelo incêndio também evidenciou o impacto de ocorrências industriais sobre o entorno. Segundo Sidinei, empresas associadas à Frente Empresarial de Itaquaquecetuba (Fempi) acompanharam o combate às chamas e chegaram a se mobilizar para fornecer materiais adequados ao enfrentamento de incêndios envolvendo produtos químicos.
“Foi o tipo de situação que todos temem quando acontece. A proporção, o desgaste e o prejuízo são enormes. Não só para a empresa, mas para a sociedade, para o município, para todo mundo”, comenta.
O ocorrido na Quema Química foi, segundo Tiarga, o único incêndio de grandes proporções registrado na região neste ano. O corretor citou outros dois casos envolvendo companhias que também chamaram a atenção no município, incluindo um incidente envolvendo uma indústria de sucata e reciclagem.
A sucessão de ocorrências, entretanto, não significa necessariamente que a região tenha se transformado em uma área de risco excepcional. A avaliação do corretor é que a própria concentração de atividades industriais aumenta a exposição a determinados tipos de eventos e torna ainda mais importante a adoção de mecanismos adequados de prevenção e proteção.
Para o mercado de seguros, episódios dessa magnitude também podem servir como alerta para a necessidade de reavaliar riscos, limites de cobertura e condições de contratação em indústrias instaladas em áreas industriais. Na visão do profissional, o principal efeito imediato do incêndio foi justamente colocar o seguro novamente no centro da conversa entre empresários. “Eu tive cliente que já ligou. Ela estava pensando em renovar ou não, e todos comentam. Foi comentário geral na cidade”, conta.
A percepção é de que grandes sinistros podem funcionar como gatilho para uma revisão que, em situações normais, acaba sendo postergada: verificar se a apólice contratada ainda acompanha o patrimônio, os custos de reposição e as características atuais da operação.
“É o tipo de situação que todos temem quando acontece. A proporção, o desgaste e o prejuízo são enormes. Não só para a empresa, mas para a sociedade, para o município, para todos”, conclui.
Nicholas Godoy
The post Incêndio leva empresas a revisarem coberturas de seguro appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Campanha da Bradesco Saúde termina em 31 de agosto appeared first on Revista Apólice.
]]>A campanha foi criada após as duas primeiras edições, realizadas em 2025. A cada venda de plano de saúde concretizada durante a vigência da ação, independentemente da data de início da cotação, o parceiro — corretor, produtor ou angariador — recebe um número da sorte da Bradesco Capitalização para concorrer aos prêmios. Ao todo, serão mais de 20 contemplados:
A estratégia voltada às pequenas e médias empresas considera o potencial do segmento. Segundo dados do Sebrae, quase 5 milhões de empresas dessa categoria foram abertas em 2025. As PMEs também respondem por parcela relevante da geração de empregos no país. De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, os pequenos negócios foram responsáveis por 84% das vagas com carteira assinada criadas em abril.
“A campanha tem o objetivo de criar um incentivo adicional aos corretores na oferta dos planos da Bradesco Saúde, contribuindo para levar os cuidados com a saúde aos pequenos negócios, que são tão importantes para a nossa economia. O momento é favorável, e o plano de saúde se destaca como uma das melhores estratégias corporativas para a atração e retenção de talentos”, comenta Flávio Bitter, diretor-geral da Bradesco Saúde.
A Bradesco Saúde atua no segmento SPG com planos voltados a empresas de diferentes portes e perfis. Atualmente, a operadora possui mais de 1 milhão de beneficiários nessa modalidade.
No primeiro trimestre de 2026, a operadora registrou crescimento de 7,3% na base de beneficiários de pequenas e médias empresas, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
The post Campanha da Bradesco Saúde termina em 31 de agosto appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Akad cria Sala de Emergência para segurados de D&O appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Akad cria Sala de Emergência para segurados de D&O appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Perdas seguradas somam US$ 42 bi no 1º semestre appeared first on Revista Apólice.
]]>Apesar do resultado, a resseguradora alerta que a redução das perdas no primeiro semestre não representa uma diminuição estrutural dos riscos. O aumento das temperaturas, a persistência de condições secas e a expansão da exposição em áreas vulneráveis continuam pressionando o cenário de catástrofes naturais.
“As condições de menor custo no primeiro semestre do ano não significam que o risco tenha desaparecido. Um grande furacão, terremoto ou incêndio florestal pode mudar rapidamente o cenário. Os recentes incêndios florestais na Europa destacam como condições mais quentes e secas estão tornando grandes incêndios mais prováveis e, com mais residências, empresas e infraestrutura construídas em áreas expostas ao risco, também mais custosos”, afirma Balz Grollimund, Head Catastrophe Perils da Swiss Re.
As tempestades convectivas severas permaneceram como o principal fator de perdas seguradas no período, com uma estimativa de US$ 28 bilhões. Apesar da atividade acima da média nos Estados Unidos, relativamente poucos dos eventos de maior impacto atingiram Texas, Southern Plains e Sudeste, regiões onde a combinação entre frequência de tempestades e concentração de ativos segurados costuma resultar em perdas elevadas.
O cenário mostra que o volume de perdas seguradas não depende apenas da intensidade dos eventos, mas também de onde eles ocorrem e da concentração de ativos expostos.
O Swiss Re Institute aponta que as condições climáticas observadas em junho contribuíram para elevar o risco de incêndios florestais no verão europeu. O mês foi marcado por temperaturas recordes e pela persistência de condições secas no oeste europeu.
Segundo a análise, a Europa, considerada o continente que aquece mais rapidamente, registra atualmente 64% mais dias quentes — definidos como aqueles em que a temperatura máxima diária alcança 30°C ou mais — do que na década de 1950.
O calor registrado em junho, combinado às condições secas, criou um ambiente mais favorável à ocorrência de incêndios no oeste e no sul da Europa. Grandes incêndios atingiram França e Espanha em julho.
Embora os incêndios ainda representem uma parcela relativamente pequena das perdas seguradas na Europa, o Swiss Re Institute aponta o risco como o perigo climático que mais cresce globalmente. No território, as perdas seguradas por incêndios florestais aumentaram entre 8% e 11% ao ano, em termos reais, desde 1970.
A avaliação também aponta que as temporadas de incêndios estão ficando mais longas e que as condições favoráveis à propagação do fogo estão se tornando mais frequentes, inclusive em regiões historicamente menos expostas.
As perdas econômicas globais causadas por catástrofes naturais foram estimadas em US$ 100 bilhões no primeiro semestre de 2026, ante US$ 152 bilhões no mesmo período de 2025. O valor ficou 10% abaixo da média de US$ 111 bilhões dos primeiros semestres entre 2016 e 2025.
Do total dessas perdas, cerca de 42% estavam cobertas por seguros, acima da média de 33% dos últimos 30 anos. Segundo o Swiss Re Institute, o resultado reflete a concentração dos danos em mercados com maior penetração do seguro e em riscos com ampla cobertura.
O terremoto ocorrido na Venezuela, por outro lado, provocou perdas econômicas estimadas em US$ 20 bilhões. A baixa penetração do seguro no país indica que apenas uma pequena parcela dos danos deverá estar segurada, embora ainda não exista uma estimativa confiável das perdas seguradas.
Historicamente, o segundo semestre responde por uma média de 58% das perdas globais seguradas por catástrofes naturais. A concentração está principalmente relacionada à temporada de furacões no Atlântico Norte.
O fenômeno El Niño tende a reduzir a atividade de furacões no Atlântico, mas não elimina o risco de eventos atingirem o continente. Desde 1950, 22% dos furacões que atingiram os Estados Unidos ocorreram durante períodos de El Niño.
Além dos furacões no Atlântico, o fenômeno pode influenciar a atividade de ciclones tropicais no Pacífico Central e Oriental e alterar o risco de enchentes, incêndios florestais e outros eventos climáticos em diferentes regiões. Para o Swiss Re Institute, os fatores estruturais que impulsionam as perdas por catástrofes permanecem presentes, entre eles o aumento da exposição em áreas sujeitas a riscos e a elevação dos custos de reconstrução.
Nesse cenário, medidas de prevenção, adaptação e redução da exposição aos riscos tendem a ganhar importância para a manutenção da disponibilidade e da capacidade de contratação de seguros.
Em valores de 2026, as perdas econômicas totais no primeiro semestre foram estimadas em US$ 107 bilhões, contra US$ 160 bilhões no mesmo período de 2025 e uma média de US$ 119 bilhões entre 2016 e 2025. As catástrofes naturais responderam por US$ 100 bilhões das perdas econômicas, enquanto eventos causados pelo homem representaram US$ 7 bilhões.
Nas perdas seguradas, o total foi estimado em US$ 48 bilhões, sendo US$ 42 bilhões relacionados a catástrofes naturais e US$ 6 bilhões a eventos causados pelo homem. Para as catástrofes naturais, o resultado de US$ 42 bilhões ficou 16% abaixo da média de US$ 50 bilhões registrada nos primeiros semestres dos dez anos anteriores.
N.G.
The post Perdas seguradas somam US$ 42 bi no 1º semestre appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Congrecor apresenta 4ª edição em live de lançamento appeared first on Revista Apólice.
]]>A transmissão será realizada pela plataforma Zoom, às 15h, com acesso aberto ao mercado de seguros. A 4ª edição do congresso acontecerá de 31 de março a 2 de abril de 2027, em Brasília (DF).
Durante a live, serão apresentados o local de realização do 4º CONGRECOR, o tema central do congresso, a programação, os palestrantes e os pacotes disponíveis para os participantes.
A organização estima reunir cerca de 2 mil participantes presencialmente, entre corretores, seguradores, insurtechs, especialistas e autoridades. Segundo os organizadores, o evento terá impacto sobre uma base de aproximadamente 28 mil profissionais.
O congresso chega à quarta edição com a proposta de discutir temas relacionados à gestão, operação e relacionamento com clientes na atividade de corretagem de seguros.
Acompanhe a live pelo link divulgado: congrecor.com.br/lancamento
The post Congrecor apresenta 4ª edição em live de lançamento appeared first on Revista Apólice.
]]>The post CNP Assurances registra R$ 17,6 bilhões em receita no Brasil appeared first on Revista Apólice.
]]>A atividade de consórcios também avançou no Brasil, com crescimento de 2,8%, alcançando R$ 706 milhões. O resultado ainda não contempla a parceria com a Embracon, anunciada pela CNP Assurances e sujeita à aprovação dos órgãos reguladores.
“O resultado do primeiro semestre reforça a importância estratégica do Brasil para a CNP Assurances e a solidez dos nossos negócios no país. Seguimos avançando dentro do nosso planejamento estratégico Lead for Impact, com base em parcerias de longo prazo e em uma atuação voltada ao desenvolvimento sustentável dos nossos negócios e do mercado como um todo”, afirma Maximiliano Villanueva, CEO da CNP Assurances para a América Latina.
No consolidado da América Latina, a receita de prêmios alcançou R$ 17,7 bilhões, com um resultado líquido de R$ 2,1bilhões, representando um avanço de 14,5% no período. No primeiro semestre de 2026, o Grupo CNP Assurances registrou globalmente €19,8 bilhões em receita de prêmios, mantendo o elevado nível de atividade registrado no mesmo período de 2025.
The post CNP Assurances registra R$ 17,6 bilhões em receita no Brasil appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Obra discute transformações na corretagem até 2030 appeared first on Revista Apólice.
]]>Com 266 páginas, a obra aborda transformações em curso na distribuição de seguros no Brasil e os possíveis impactos sobre as corretoras. O lançamento oficial acontecerá durante o 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, promovido pela Fenacor, de 27 a 29 de agosto, no Rio de Janeiro.
Ao longo de 16 capítulos, Genival reconstrói a evolução do mercado brasileiro, analisa as mudanças ocorridas a partir do chamado “Big Jump” de 1994 e discute aspectos tecnológicos, comportamentais, regulatórios e de liderança que influenciam a forma como os seguros são distribuídos, comercializados e administrados.
Entre os temas abordados estão o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS), Open Insurance, inteligência artificial, comportamento do consumidor, sucessão nas corretoras e novos modelos de distribuição.
A obra parte da avaliação de que o mercado de seguros brasileiro deverá crescer até 2030, mas que esse movimento poderá ocorrer de maneira diferente entre as corretoras. Para o autor, as mudanças tecnológicas, regulatórias e de comportamento do consumidor devem influenciar a posição ocupada pelos corretores na cadeia de distribuição.
“O Futuro Não Espera não é um livro sobre previsões. É um convite para que o corretor compreenda as forças que estão transformando o mercado e tome decisões mais conscientes sobre o posicionamento da sua corretora nos próximos anos”, afirma Genival.
Em vez de apresentar fórmulas ou respostas prontas, a obra reúne diferentes elementos relacionados às transformações do mercado e propõe uma análise de seus possíveis efeitos sobre as operações de corretagem.
No prefácio, Manuel Matos destaca o caráter reflexivo da obra e a abordagem sobre as mudanças no setor. Segundo ele, o livro utiliza o passado como referência para analisar o cenário atual e permite ao leitor avaliar o contexto antes de tomar decisões.
O Futuro Não Espera é o Livro I da trilogia VISÃO2030, projeto editorial que acompanha as transformações na distribuição de seguros e as decisões estratégicas relacionadas ao segmento ao longo dos próximos anos.
Genival de Souza e Silva atua há mais de 30 anos no mercado de seguros como estrategista, consultor e educador. Construiu sua trajetória em seguradoras como Allianz, SulAmérica, Marítima, Unibanco AIG e Prudential e é professor convidado da Escola de Negócios e Seguros (ENS) há cerca de 20 anos.
Atualmente, desenvolve projetos de estratégia comercial, distribuição e capacitação de corretores em todo o país. É coordenador titular do Grupo Técnico de Comunicação da Estrutura de Governança do Open Insurance Brasil, cofundador do Dhomo INS e idealizador do SIEx – Sales Insurance Experience.
Possui certificações em Economia Comportamental (FIPE), Valuation, M&A e IA para Negócios, além de imersões de estudo em Portugal e nos Estados Unidos.
The post Obra discute transformações na corretagem até 2030 appeared first on Revista Apólice.
]]>
0800 SEGURADORAS







