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A revista do mercado de SegurosWed, 07 Oct 2026 20:20:17 +0000pt-BR
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3232Seguro é menos citado do que poupança e apoio familiar
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Wed, 07 Oct 2026 19:32:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143194Pesquisa da MetLife mostra que brasileiros ouvidos recorrem mais à poupança e à prevenção; custo e acesso estão entre as barreiras percebidas
]]>EXCLUSIVO – Poupar, prevenir riscos e recorrer à família são estratégias mais citadas que o seguro para enfrentar dificuldades financeiras entre os brasileiros ouvidos em uma pesquisa da MetLife. Enquanto 55% mencionam a poupança e 53% adotam medidas preventivas, 25% contam com familiares e amigos, já o tema “contratação de seguro” representa somente 15% do público consultado.
O estudo “Democratizando o acesso à proteção”, apresentado nesta quarta-feira (7), ouviu consumidores e representantes de organizações no Brasil, Chile e México. Os resultados mostram que a busca por proteção já faz parte das decisões dos entrevistados, mas o seguro ocupa um espaço menor nesse conjunto de recursos.
O indicador de 15% representa a menção à contratação como estratégia de proteção, e não a proporção de brasileiros que possuem apólice. A pesquisa também tem um recorte específico: reúne adultos das classes A, B e C que incluem a prática de poupar entre suas estratégias financeiras, sem necessariamente acumular valores expressivos ou fazer reservas todos os meses.
Durante o lançamento, Javier Cabello Cervellino, vice-presidente sênior e responsável pelo MetLife Xcelerator na América Latina, afirmou que o setor precisa compreender como as pessoas já se protegem para desenvolver soluções que complementem esses mecanismos. Na avaliação do executivo, o desenho das coberturas deve partir das preocupações dos consumidores e das consequências dos imprevistos sobre suas vidas. “As pessoas já buscam mecanismos próprios e, muitas vezes, sociais para se proteger”, afirmou Cabello.
O recurso a familiares e amigos tem mais peso no Brasil: os 25% que citam essa alternativa superam em oito pontos percentuais o resultado agregado dos três países. Ao mesmo tempo, depender financeiramente de outras pessoas está entre as principais preocupações dos entrevistados brasileiros, com 53%.
O diagnóstico de uma doença cujo tratamento seja difícil de pagar também é mencionado por 53%, enquanto a perda prolongada de renda preocupa 46%. Diante dessas situações, a preparação declarada é mais baixa: 36% se sentem preparados para a dependência financeira, 34% para um tratamento difícil de custear e 31% para a perda prolongada de renda.
Cabello destacou que o impacto de uma doença pode ultrapassar as despesas médicas. O afastamento do trabalho e as mudanças na rotina familiar também afetam o orçamento, o que exige olhar para as consequências econômicas do problema ao estruturar a proteção.
“O impacto não está somente na estabilidade econômica da família. Muitas vezes, tratar essa doença pode exigir deixar o trabalho de lado para se concentrar no tratamento”, explicou.
A pesquisa identifica ainda uma distância entre confiança e preparação. No Brasil, 68% acreditam que encontrariam uma forma de lidar com um imprevisto, mas 36% se dizem preparados diante de sua principal preocupação financeira. Os indicadores expressam percepções dos entrevistados, sem medir diretamente a suficiência de suas reservas ou coberturas.
O interesse em se proteger convive com obstáculos percebidos no acesso ao seguro. Entre os brasileiros pesquisados, 29% consideram os produtos caros, 28% difíceis de acessar, 22% destinados a poucos e 19% complexos. Nesse cenário, a MetLife compartilha que aposta na integração da proteção a serviços e experiências do cotidiano. O modelo, conhecido como seguro embutido, desperta interesse em 64% dos entrevistados brasileiros, acima dos 56% registrados no conjunto dos três mercados.
Os aplicativos bancários são o ambiente mais citado para encontrar proteção, com 55%. Outros 33% esperariam receber uma oferta ao solicitar um empréstimo, 32% ao reservar uma viagem ou evento e 25% em uma farmácia ou clínica. Apenas 17% esperariam procurar uma solução por conta própria.
Para Cabello, a integração depende de uma cobertura pertinente à necessidade do cliente, com contratação compreensível e atendimento simples. O executivo ressaltou que a confiança precisa se manter depois da venda, especialmente no pagamento de sinistros. “Essa jornada não se limita ao momento em que apresentamos a oferta. É preciso cumprir a promessa de pagar os sinistros”, ressaltou Cabello.
A abertura ao modelo, porém, representa interesse declarado, e não contratação efetiva. Os dados colocam em discussão tanto os canais de distribuição quanto a capacidade de oferecer uma proteção que o consumidor compreenda e consiga acessar.
Realizado entre abril e maio de 2026, em parceria com a Epiphany RBC, o levantamento ouviu 4.373 pessoas e 497 tomadores de decisão de organizações. No Brasil, participaram 1.460 consumidores e 151 representantes de organizações.
]]>Instituto CNP Brasil realiza ação para 325 estudantes no DF
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Wed, 07 Oct 2026 18:59:33 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143191Atividade de Dia das Crianças será realizada nesta quinta-feira (8) em escola pública do Distrito Federal
]]>O Instituto CNP Brasil realiza nesta quinta-feira (8) uma ação de Dia das Crianças para aproximadamente 325 estudantes da Escola Classe 01 do Guará, no Distrito Federal. Esta será a segunda edição consecutiva da iniciativa na instituição de ensino.
A programação terá a participação de colaboradores voluntários da CNP Seguros Holding Brasil (CSH), que irão compartilhar histórias com os alunos. A atividade também contará com distribuição de frutas, brinquedos e alimentos para as crianças.
“A iniciativa reforça o compromisso do Instituto CNP Brasil e da CSH com ações que promovem o cuidado, a convivência e o desenvolvimento de crianças e adolescentes, fortalecendo também a participação dos nossos colaboradores em iniciativas de impacto social”, comenta Alice Scartezini, coordenadora do Instituto CNP Brasil.
]]>STJ recebe 9º Seminário Jurídico de Seguros
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Wed, 07 Oct 2026 17:35:32 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143184Encontro em Brasília discutirá aplicação da Lei nº 15.040/2024, segurança jurídica e uniformização da jurisprudência
]]>O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, recebe no dia 15 de outubro a 9ª edição do Seminário Jurídico de Seguros. Realizado pelo Instituto Justiça & Cidadania, o encontro terá como um dos principais temas os impactos do novo Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024) sobre as relações contratuais e a jurisprudência do setor.
A programação será realizada das 8h30 às 18h, no Auditório Externo do STJ, e reunirá ministros, magistrados, acadêmicos, reguladores e representantes do mercado segurador. O debate também abordará a busca por maior previsibilidade na interpretação das novas regras e os efeitos da legislação para as operações de seguros no país.
A Lei nº 15.040/2024 estabelece um novo regime para os contratos de seguros no Brasil e modifica diferentes aspectos da relação entre seguradoras, segurados e demais participantes das operações. Com a aplicação do novo marco, a interpretação das regras pelo Judiciário passa a ocupar espaço relevante nas discussões do setor.
“O diálogo institucional e técnico com o Judiciário é fundamental para garantir previsibilidade e segurança jurídica às operações, fatores cruciais para a expansão do mercado de seguros no Brasil, especialmente no momento da entrada em vigor do Novo Marco Legal do Contrato de Seguros”, afirma Glauce Carvalhal, diretora Jurídica da CNseg.
A participação no 9º Seminário Jurídico de Seguros é gratuita, mediante inscrição prévia. O encontro será realizado no Auditório Externo do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília.
]]>Mapfre lança seguro RC-V para transporte rodoviário
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Wed, 07 Oct 2026 17:28:21 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143181Operação 100% digital está disponível na plataforma Mapfre Cargo e amplia a competitividade de corretores e transportadores, além de atender às exigências regulatórias
]]>A Mapfre anuncia o fortalecimento de seu portfólio de Transportes com o lançamento do RC-V Mapfre (Responsabilidade Civil Veicular do Transportador Rodoviário de Cargas). Já disponível para contratação por meio da plataforma Mapfre Cargo, a nova solução foi desenhada para atender às determinações do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), garantindo conformidade regulatória, agilidade operacional e proteção integral para o setor de frete rodoviário no Brasil.
O novo seguro RC-V oferece cobertura do início ao término da viagem contra danos materiais (com limite de cobertura de até R$ 200 mil) e danos corporais (até R$ 350 mil) causados a terceiros pelo veículo transportador durante a operação de transporte. O produto abrange toda a cadeia do transporte rodoviário de cargas, atendendo desde o Transportador Autônomo (TAC) e os Microempreendedores Individuais (MEI) até as Empresas de Transporte de Cargas (ETC).
Além de atender ao cumprimento de uma obrigação legal, o lançamento da nova cobertura visa aumentar a retenção da base de clientes e ampliar as oportunidades de negócios para a rede de distribuição por meio da contratação integrada das modalidades de transporte.
Um dos principais diferenciais competitivos da Mapfre no mercado é o suporte operacional por meio da plataforma Mapfre Cargo. O ecossistema digital permite aos corretores realizar simulações e cotações, enviar propostas e emitir certificados e apólices de forma totalmente integrada e desburocratizada, proporcionando uma jornada mais fluida que a oferecida pelas soluções tradicionais disponíveis no mercado.
“O lançamento do RC-V Mapfre é um passo estratégico para consolidar a nossa presença no segmento de Transportes. Ao conectar uma exigência regulatória a uma jornada digital simples e intuitiva pela plataforma Mapfre Cargo, entregamos mais valor na ponta. O corretor ganha uma ferramenta potente para realizar vendas consultivas e cruzadas, enquanto o transportador assegura a continuidade e a proteção do seu negócio com a solidez da nossa companhia” destaca Carlos Eduardo Polízio, superintendente de seguro Aeronáutico, Casco Marítimo e Transporte da Mapfre.
Para garantir a rápida adesão da nova modalidade, a Mapfre estruturou uma estratégia de implantação em fases, integrando equipes operacionais, atendimento e comunicação. A companhia disponibilizou materiais explicativos, landing pages e rotinas de capacitação direcionadas a especialistas em seguros de transportes e corretores com maior volume de atuação no nicho, oferecendo suporte contínuo para tiragem de dúvidas e condução de cotações.
]]>FenaSaúde apresenta propostas para o setor até 2030
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Wed, 07 Oct 2026 17:16:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143176Agenda aos presidenciáveis reúne novas coberturas, franquia anual e integração com o SUS; resultado líquido do setor recuou 12,2% no primeiro semestre
]]>EXCLUSIVO – A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) propõe mudar as regras de reajuste dos planos individuais, ampliar a oferta de coberturas segmentadas e permitir contratos com franquia agregada anual. As medidas integram a agenda apresentada aos candidatos à Presidência da República e ao Congresso Nacional para o período de 2027 a 2030.
O documento reúne quatro eixos: integração entre os sistemas público e privado, ampliação do acesso, incorporação de tecnologias e combate a fraudes e desperdícios. Entre as reivindicações estão um prontuário eletrônico integrado ao SUS e uma instância nacional única para avaliar tecnologias em saúde.
As propostas chegam em um momento de retração dos resultados das operadoras. Segundo análise da FenaSaúde com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o resultado líquido caiu 12,2% no primeiro semestre de 2026, na comparação anual. A margem líquida passou de 7,7% para 6,2%, enquanto a operacional recuou de 3,9% para 3,2%.
Na apresentação realizada em 1º de outubro, a entidade informou que o semestre terminou com 53,2 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares, aumento de 0,5% em relação ao fim de 2025. A cobertura médica permanece próxima de 25% da população, patamar que, segundo a federação, pouco se alterou em mais de uma década. “O sistema de saúde brasileiro enfrenta uma transformação estrutural sem precedentes. O envelhecimento da população e a chegada de tecnologias de altíssimo custo exigem que abandonemos soluções isoladas e passemos a agir de forma integrada”, afirma Bruno Sobral, diretor-executivo da FenaSaúde, no material de divulgação da agenda.
A FenaSaúde defende que as operadoras possam reunir contratos individuais e familiares em grupos com características semelhantes, considerando região, faixa etária, perfil de doenças mais frequentes e rede credenciada. Os reajustes seriam calculados para refletir os custos desses conjuntos. Segundo a entidade, o modelo atual não acomoda suficientemente as diferenças entre carteiras e limita a oferta desses produtos. Os dados reunidos no documento mostram que a modalidade representa pouco mais de 16% dos beneficiários e perdeu 1,5 milhão de consumidores em 12 anos, redução de 15%.
A proposta prevê transparência nos critérios de reajuste, divulgação das principais métricas, possibilidade de auditoria independente e proibição de práticas discriminatórias ou de seleção indevida de clientes. O documento também atribui à portabilidade de carências um papel de proteção dos beneficiários e estímulo à concorrência. Para os planos coletivos, a federação defende a manutenção das regras que regem a negociação de reajustes e as possibilidades de rescisão contratual. Eventuais mudanças, sustenta, devem ser precedidas de análise de impacto regulatório.
A agenda propõe acrescentar modalidades às segmentações existentes, com coberturas e preços distintos. Destaca produtos voltados ao atendimento ambulatorial e à atenção primária, com foco em consultas, diagnóstico precoce e acompanhamento de doenças crônicas. O objetivo declarado é alcançar consumidores que não conseguem pagar por um plano tradicional. A FenaSaúde cita a procura por cartões de desconto e benefícios em saúde como indicação dessa demanda e afirma que as novas modalidades seriam acrescentadas aos produtos atuais.
Outra frente é a ampliação dos fatores moderadores, como coparticipação e franquia. Segundo dados divulgados pela entidade, 69% dos beneficiários de planos coletivos estavam em contratos com esses mecanismos em 2025. Os produtos apresentaram mensalidades, em média, 35% menores. A comparação se refere à mensalidade, e não ao gasto total do beneficiário, que também depende da utilização e das condições contratuais.
A federação propõe ainda a franquia agregada anual. Nesse formato, o beneficiário paga os custos de utilização até um limite financeiro definido no contrato. A partir desse valor, a operadora passa a financiar as despesas, conforme a cobertura contratada.
A FenaSaúde associa o mecanismo à possibilidade de mensalidades menores e defende transparência e previsibilidade dos gastos. O documento também prevê salvaguardas para evitar barreiras ao cuidado, discriminação e seleção indevida de clientes.
Integração com o SUS
No eixo de integração entre os sistemas público e privado, a proposta central é um prontuário eletrônico unificado, acessível aos cidadãos e aos diferentes níveis de atenção. A entidade defende padrões de compartilhamento seguro das informações, com proteção à privacidade e observância à legislação de dados pessoais.
A agenda também prevê o aproveitamento da capacidade ociosa da rede privada para reduzir filas do SUS, especialmente em consultas especializadas e exames diagnósticos. Segundo dados do Ministério da Saúde citados no documento, essas modalidades concentram mais de 70% das filas e do tempo de espera no sistema público. A federação propõe protocolos e fluxos assistenciais sob a liderança do Ministério da Saúde. Entre os temas para diálogo técnico, inclui a organização do atendimento a pessoas com transtorno do espectro autista, a efetividade da assistência e o uso da capacidade instalada.
Outra reivindicação é a revisão da restrição judicial ao fornecimento da Classificação Internacional de Doenças (CID) nas prescrições médicas. A entidade argumenta que o acesso à informação contribuiria para a gestão epidemiológica e assistencial, dentro de regras de governança e proteção dos dados dos pacientes.
A FenaSaúde propõe uma instância única e nacional de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), responsável por analisar inovações destinadas ao SUS e à saúde suplementar. Na avaliação da entidade, a divisão dos processos de registro, incorporação e precificação dificulta uma análise integrada do benefício clínico, do custo e do impacto orçamentário. O modelo defendido combina estudos de custo-efetividade e impacto orçamentário com negociação coordenada de preços. Também prevê um limiar de custo-efetividade, parâmetro para avaliar a relação entre o custo adicional e o benefício proporcionado por uma tecnologia.
A agenda inclui acordos de compartilhamento de riscos entre fornecedores e financiadores, vinculando parte da remuneração aos resultados clínicos. Reivindica ainda critérios equânimes de precificação de medicamentos para as redes pública e privada, inclusive nas negociações confidenciais chamadas no documento de “preços silenciados”.
Judicialização
Na apresentação dos resultados do semestre, a FenaSaúde informou despesas de aproximadamente R$ 5,2 bilhões com indenizações judiciais no acumulado de 12 meses, valor descrito pela entidade como recorde da série. No mesmo intervalo, foram contabilizados 374 mil novos casos na saúde suplementar e 358 mil no SUS. Os números, isoladamente, não esclarecem as causas dos conflitos ou a proporção de demandas procedentes.
A federação defende a aplicação dos critérios estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal na ADI 7.265 para tratamentos fora do rol. Também menciona os Temas 6 e 1234, relativos ao SUS, como referência para sua expectativa de estabilização de novos processos.
No documento, a entidade reconhece o direito de acesso à Justiça, mas sustenta que a via judicial não deve se tornar um mecanismo ordinário de incorporação de tecnologias. A agenda cita estudo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), publicado em 2023, que estimou perdas anuais entre R$ 30 bilhões e R$ 34 bilhões com fraudes e desperdícios. Entre as propostas está uma base unificada de informações sobre fraudes, com compartilhamento entre operadoras e autoridades competentes.
A federação defende aperfeiçoar a legislação relacionada à corrupção privada, ao suborno e à comercialização irregular de produtos e medicamentos, além de fortalecer a investigação. Segundo o documento, a formalização de notícias-crime passou de 85 para 744 desde 2022. O indicador se refere a comunicações às autoridades, não a condenações.
Outra medida é reforçar o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e integrá-lo aos sistemas de pagamento do governo e das operadoras. A proposta prevê validar prestadores, cruzar informações com bases oficiais e identificar pagamentos indevidos. A agenda se soma à carta aberta aos presidenciáveis divulgada em 21 de setembro por FenaSaúde, ABEAR, ABCR, ABCON e Conexis Brasil Digital, representantes dos setores de saúde, aviação civil, rodovias, saneamento e telecomunicações.
O documento conjunto concentra as reivindicações em qualidade regulatória e segurança jurídica. As entidades defendem autonomia técnica, financeira e administrativa das agências, orçamento adequado e recomposição dos quadros especializados. Também pedem maior utilização da Análise de Impacto Regulatório (AIR) e da Avaliação de Resultado Regulatório (ARR). Segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas citado na carta, apenas 18% das normas produzidas pelas agências entre 2021 e 2024 foram precedidas de AIR.
No campo judicial, as entidades defendem os marcos regulatórios setoriais como parâmetro preferencial para solucionar conflitos, incentivo à mediação administrativa e maior coordenação entre Judiciário, agências e órgãos de defesa do consumidor.
As propostas compõem uma agenda de reivindicações para o próximo ciclo de governo. Sua implementação dependerá de decisões regulatórias, legislativas e institucionais. A FenaSaúde apresenta acesso, previsibilidade de gastos e continuidade da assistência como objetivos das mudanças, que ainda não constituem novas regras para os contratos.
]]>Setor cresce 8,2% no Norte e Nordeste no semestre
https://revistaapolice.com.br/2026/10/setor-cresce-82-no-norte-e-nordeste-no-semestre/
Wed, 07 Oct 2026 15:22:21 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143173Região movimentou R$ 20,5 bilhões no primeiro semestre, com avanço de Garantia, Riscos de Engenharia, Vida e Previdência
]]>O mercado segurador nos estados do Norte e Nordeste, exceto Bahia, Sergipe e Tocantins, registrou crescimento de 8,2% no primeiro semestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que apresentou expansão de 0,5% na arrecadação do setor, excluindo o segmento de Saúde. Entre janeiro e junho, a região movimentou R$ 20,5 bilhões, o equivalente a aproximadamente 10% dos R$ 207,1 bilhões arrecadados em todo o Brasil.
Os dados são da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e apontam um desempenho regional sustentado principalmente pelos segmentos de Danos e Responsabilidades e Coberturas de Pessoas. No primeiro, a arrecadação avançou 12,1% no Norte e Nordeste, contra 4,6% na média nacional. Já em Coberturas de Pessoas, o crescimento regional foi de 8,9%.
Para o presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Carlos Luna, os números demonstram o dinamismo do mercado regional e a ampliação da procura por soluções de proteção patrimonial e pessoal. “O crescimento de 8,2% mostra que o mercado segurador do Norte e Nordeste vem apresentando um desempenho expressivo, mesmo diante de um cenário nacional de maior estabilidade. Esse resultado reflete a expansão de diferentes modalidades de seguros e a importância crescente da proteção financeira para pessoas e empresas”, avalia.
Entre os produtos de Danos e Responsabilidades, alguns resultados chamam a atenção. O seguro de Garantia apresentou crescimento de 84,3% na região, frente a 20,9% no Brasil. O seguro de Riscos de Engenharia avançou 35,8%, enquanto nacionalmente registrou retração de 37,4%. Também tiveram resultados expressivos os seguros de Responsabilidade Civil, com alta de 14,5%, e Marítimo e Aeronáutico, com 16,8%.
O seguro de Automóvel, um dos principais produtos do segmento, cresceu 9% no Norte e Nordeste, acima dos 6,3% registrados nacionalmente. Já o seguro de Condomínio avançou 11,1%, e o Empresarial, 2,6%. Em Coberturas de Pessoas, o seguro de Vida apresentou expansão de 12,6% na região, superando os 10,2% do mercado nacional. A Previdência também teve desempenho positivo, com crescimento de 9,9%, enquanto no Brasil houve queda de 5,6%. O seguro Viagem avançou 4,5%.
“Os resultados mostram que o seguro está presente em diferentes dimensões da vida econômica. O avanço dos produtos empresariais, de garantia e de responsabilidade civil demonstra a relevância da proteção para a realização de negócios e investimentos. Ao mesmo tempo, o crescimento dos seguros de Vida e Previdência aponta para a importância do planejamento financeiro e da proteção de longo prazo”, destaca Carlos Luna.
O levantamento também revela diferenças importantes entre os estados contemplados pela pesquisa. Roraima liderou o crescimento da arrecadação, com alta de 24,5%, seguido pelo Acre, com 21,8%, e Amapá, com 19,9%. Amazonas registrou expansão de 14,6%, Rio Grande do Norte, de 13,2%, Piauí, de 12,6%, Rondônia, de 12,1%, Paraíba, de 11,7%, e Ceará, de 9,9%. Todos ficaram acima da média regional de 8,2%.
Além da arrecadação, os dados da CNseg mostram o volume de recursos que retorna à sociedade por meio de indenizações, benefícios, resgates e sorteios. No Brasil, foram R$ 126,7 bilhões no primeiro semestre de 2026. Nos estados do Norte e Nordeste considerados no levantamento, o montante chegou a R$ 5,6 bilhões.
Para Carlos Luna, esse retorno evidencia a dimensão econômica e social da atividade seguradora. “O seguro não representa apenas uma arrecadação para o setor. Ele cumpre uma função econômica fundamental ao garantir recursos para famílias e empresas diante de imprevistos, contribuindo para a recuperação financeira, a continuidade dos negócios e a estabilidade econômica. O volume de recursos devolvidos à sociedade demonstra, na prática, a importância dessa atividade”, conclui.
]]>Youse: Sentir-se seguro é uma experiência cotidiana
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Wed, 07 Oct 2026 13:28:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143139EXCLUSIVO – Com o apoio da Interbrand e uma profunda pesquisa interna e externa, a Youse promove agora uma atualização e reposicionamento da sua marca. Ela incorporou a cor amarela e mudou o tipo da letra, para tornar-se mais reconhecida pelo público. Além disso, a seguradora afirma que esta é mudança na forma de pensar […]
]]>EXCLUSIVO – Com o apoio da Interbrand e uma profunda pesquisa interna e externa, a Youse promove agora uma atualização e reposicionamento da sua marca. Ela incorporou a cor amarela e mudou o tipo da letra, para tornar-se mais reconhecida pelo público. Além disso, a seguradora afirma que esta é mudança na forma de pensar o seguro, tanto para dentro da empresa quanto para fora.
A mudança é resultado de um processo de cerca de dois anos de estudos sobre o comportamento dos consumidores e a percepção da própria marca. O trabalho envolveu imersões, pesquisas quantitativas e qualitativas e entrevistas com parceiros comerciais, fornecedores e consumidores, inclusive pessoas que avaliaram a Youse, mas não chegaram a contratar seus produtos.
Ágata Siqueira, diretora de Marketing e Vendas da Youse, lembra que a empresa nasceu justamente questionando o modelo tradicional de contratação de seguros. Com o passar do tempo, porém, o próprio mercado incorporou boa parte dessa transformação. “Até 2019, tínhamos uma experiência muito diferente no mercado. Com a pandemia, aquilo que era muito diferente passou a ser mais comum. Ter uma jornada digital deixou de ser, por si só, uma experiência inovadora”, explica.
A evolução também aparece na estratégia de distribuição. A companhia, que no início chegou a provocar desconfiança entre os corretores por sua proposta de venda direta, hoje trabalha com cerca de 4,5 mil profissionais em sua estrutura de parceiros. A lógica é utilizar tecnologia, personalização e agilidade para ampliar as possibilidades de atendimento ao cliente.
“O cliente da Youse tem uma sensação de que fez um bom negócio. Em contrapartida, o mercado de seguros continua obscuro, com medo da falta de transparência e de ficar vulnerável desta relação”, informou Filippo Beraldo, gerente de Branding Experience da Youse.
A decisão de reposicionar a Youse começou a ser construída a partir da percepção de que o consumidor já não diferencia as empresas apenas pela digitalização de suas jornadas. Para muitos clientes, contratar pelo WhatsApp ou concluir todo o processo digitalmente, em poucos minutos, pode ocupar praticamente o mesmo espaço mental.
Segundo Filippo, o diagnóstico mostrou que dois atributos historicamente associados à companhia permanecem relevantes, mas perderam capacidade de diferenciação. “Digital e personalização continuam importantes, mas já não diferenciavam a Youse. Autonomia e escolha continuam sendo muito importantes, mas percebemos também que a experiência cotidiana faz diferença”, afirma.
Uma marca mais madura
O reposicionamento chega também à identidade visual. A Youse mantém o roxo, cor fortemente associada à marca, mas reduz a quantidade de cores utilizadas na comunicação externa e incorpora tonalidades que procuram transmitir maior maturidade e segurança.
Outro elemento que perde espaço é a linguagem visual baseada em rostos e emojis, criada originalmente para reforçar personalização e digitalização. As pesquisas mostraram que, depois de dez anos, essa estética passou a ser percebida como excessivamente jovem e, em alguns casos, dificultava a associação imediata da marca com uma seguradora.
A mudança acompanha também a transformação do público. Segundo a companhia, atualmente sua faixa etária está acima dos 35 anos, o que exigiu uma revisão da maneira como a marca conversa com o consumidor.
]]>CSP-MG realiza seminário sobre saúde suplementar
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Wed, 07 Oct 2026 12:42:04 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143167O Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) realiza, no dia 21 de outubro, em Belo Horizonte, o Seminário Saúde Suplementar. O encontro reunirá representantes da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e lideranças do mercado para discutir mudanças regulatórias, novas tecnologias e modelos de assistência. […]
]]>O Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) realiza, no dia 21 de outubro, em Belo Horizonte, o Seminário Saúde Suplementar. O encontro reunirá representantes da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e lideranças do mercado para discutir mudanças regulatórias, novas tecnologias e modelos de assistência.
O evento será realizado das 8h30 às 12h, no auditório do SindSeg MG/GO/MT/DF. A programação começa com um café de boas-vindas, seguido pela abertura oficial e pelas apresentações de Hellen Harumi Miyamoto, diretora de Regulação Assistencial da FenaSaúde, e Andrey Lucas, diretor-adjunto da ANS.
Na sequência, os palestrantes participam de um painel de debates mediado por João Paulo Moreira de Mello, presidente do CSP-MG. Também participarão da discussão representantes do SindSeg MG/GO/MT/DF e do Sincor-MG.
Entre os temas previstos estão o avanço da telemedicina, modelos alternativos de assistência e iniciativas relacionadas à transformação do setor de saúde suplementar.
Para Mello, o cenário atual exige atualização dos profissionais e maior interlocução entre os diferentes agentes do mercado. “A saúde suplementar atravessa um momento decisivo de transformações profundas no Brasil. Mudanças regulatórias, novas tecnologias como a telemedicina e a busca por modelos assistenciais sustentáveis exigem que corretores, seguradores, operadores do sistema e prestadores atuem em total alinhamento. Nosso objetivo com este seminário é criar um ambiente qualificado de convergência, trazendo visões da agência reguladora e das operadoras para orientar as decisões e fortalecer a atuação dos profissionais do nosso mercado”, ressalta.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por formulário online. O evento será realizado no auditório do SindSeg MG/GO/MT/DF, em Belo Horizonte.
]]>Tecnologia avança, mas atendimento humano segue essencial
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Wed, 07 Oct 2026 12:26:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143163EXCLUSIVO – A relação entre seguradoras e clientes durante o processo de sinistro foi o centro do debate da Roda de Conversa do CQCS, realizada na terça-feira (6), em São Paulo. Com o tema “A indenização como oportunidade para transformar a percepção de valor do seguro”, o encontro reuniu representantes de seguradoras e insurtechs para […]
]]>EXCLUSIVO – A relação entre seguradoras e clientes durante o processo de sinistro foi o centro do debate da Roda de Conversa do CQCS, realizada na terça-feira (6), em São Paulo. Com o tema “A indenização como oportunidade para transformar a percepção de valor do seguro”, o encontro reuniu representantes de seguradoras e insurtechs para discutir como tecnologia, comunicação e atendimento podem influenciar na jornada do consumidor.
Para Gustavo Doria, fundador do CQCS, a discussão passa pela necessidade de aproximar a linguagem do mercado da sociedade. Segundo ele, o setor ainda precisa tornar mais clara a mensagem sobre o papel do seguro e transformar a comunicação em torno do sinistro.
“A indenização é o coração do negócio”, afirmou Doria, ao defender que as empresas avancem na forma como explicam o funcionamento do seguro ao consumidor. Para ele, a tecnologia deve ser utilizada como ferramenta para melhorar processos, mas não como substituta da relação humana.
Na avaliação de Renato Roperto, vice-presidente de Sinistros, Backoffice e Contact Center da Allianz, a transparência é um dos principais elementos da relação com o segurado. Ele destacou que a clareza sobre o que foi contratado pode fazer diferença justamente no momento em que o cliente mais precisa da seguradora. “A transparência e a certeza do que contratou são a principal ponte entre a importância do seguro para o consumidor”, disse.
Roperto também citou o avanço da tecnologia nos processos de atendimento e regulação, mas ponderou que a digitalização não elimina a necessidade de interação humana. Para ele, a presença das equipes continua importante, inclusive na prevenção a fraudes e no relacionamento após o processo de indenização.
No Bradesco Seguros, o diretor de Produtos e Operações de Auto/RE, Sant’Clair Lima, destacou que a digitalização também mudou a dinâmica de relacionamento entre os diferentes agentes do mercado. Segundo ele, tecnologia e comunicação podem tornar a tomada de decisão mais simples e dar maior clareza aos processos envolvendo sinistros e indenizações. “A tecnologia e a comunicação tornaram a relação com o cliente muito mais fluida”, destacou.
Rafael Ramalho, vice-presidente de Auto, Vida e Massificados do Grupo HDI, chamou atenção para outro ponto: a comunicação durante o próprio processo de sinistro. Segundo ele, esse é um momento de maior sensibilidade para o consumidor e exige respostas mais rápidas e uma abordagem menos burocrática.
“O sinistro é um momento muito difícil para o cliente. É nesse momento que nós, como seguradoras, temos que usar os nossos meios para deixar o processo o menos pesado possível”, comentou.
Na avaliação do executivo, o avanço tecnológico também tem levado as empresas a olhar novamente para o atendimento humano. “Quanto mais nós investimos em tecnologia, mais queremos fortalecer ainda mais o lado humano”, disse.
A roda de conversa fez parte da agenda que antecede o CQCS Inovação 2026 que acontece em novembro.
]]>Bradesco Seguros leva Circuito da Longevidade a Manaus
https://revistaapolice.com.br/2026/10/bradesco-seguros-leva-circuito-da-longevidade-a-manaus/
Wed, 07 Oct 2026 12:16:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143160Prova será realizada em 29 de novembro, na Ponta Negra, com percursos de 5 km e 10 km
]]>O Circuito da Longevidade Bradesco Seguros encerra sua programação de 2026 em Manaus, no dia 29 de novembro. A etapa, inédita na história do projeto, será realizada no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens do Rio Negro, com percursos de 5 km e 10 km e participação aberta a pessoas de diferentes idades e níveis de experiência. A iniciativa incentiva a prática regular de atividades físicas e a adoção de hábitos saudáveis. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site oficial da prova.
Reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural de Natureza Material do Estado do Amazonas desde 2024, o Complexo Turístico da Ponta Negra também é um dos principais espaços de lazer e esporte ao ar livre de Manaus. A escolha do local aproxima o Circuito da rotina da cidade e reforça a importância dos espaços públicos para o incentivo a um estilo de vida mais ativo, à convivência e ao bem-estar.
A programação contará ainda com atividades antes e depois da corrida, incluindo ações de entretenimento e iniciativas voltadas ao bem-estar. Ao longo dos percursos, os participantes terão acesso a pontos de hidratação. Informações sobre horários, kits, regulamento e demais detalhes estão disponíveis no site oficial da etapa.
“Encerrar o calendário de 2026 em Manaus, cidade inédita em nossa história, amplia a presença do Circuito da Longevidade pelo país e reforça nosso compromisso de incentivar hábitos saudáveis em diferentes regiões. Realizar a etapa às margens do Rio Negro, em um espaço tão presente na vida da cidade, também é uma oportunidade de reunir pessoas de diferentes gerações em torno do esporte, da convivência e da qualidade de vida”, afirma Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.
Criado em 2007 pelo Grupo Bradesco Seguros, o Circuito da Longevidade já reuniu mais de 40 mil pessoas ao longo de sua história e integra um conjunto de iniciativas voltadas à promoção da longevidade, da saúde e do bem-estar. Entre os projetos desenvolvidos pelo grupo estão o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), o Fórum da Longevidade, os Prêmios Longevidade e o portal Viva a Longevidade, que reúne conteúdo para quem busca envelhecer com saúde e qualidade de vida.