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A revista do mercado de SegurosThu, 28 May 2026 13:29:36 +0000pt-BR
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3232Maratona de Floripa é apresentada pela HDI Seguros
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Thu, 28 May 2026 13:29:36 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139793A Maratona de Floripa, apresentada pela HDI Seguros, segue consolidada como uma das principais provas de rua do país, e os números dos inscritos ajudam a explicar esse crescimento. Um levantamento realizado pela organização mostra que o evento reúne corredores de diferentes regiões do Brasil, com predominância de atletas adultos, experientes e cada vez mais diversos no […]
]]>A Maratona de Floripa, apresentada pela HDI Seguros, segue consolidada como uma das principais provas de rua do país, e os números dos inscritos ajudam a explicar esse crescimento. Um levantamento realizado pela organização mostra que o evento reúne corredores de diferentes regiões do Brasil, com predominância de atletas adultos, experientes e cada vez mais diversos no perfil de participação. O evento acontece no dia 7 de junho, com largada no Canteiro Central na Beira Mar Continental, a partir das 6h.
Ao todo, a prova soma mais de 6 mil inscritos, distribuídos entre as distâncias de 5K, 21K e 42K. A meia maratona aparece como a modalidade mais procurada, representando 45% do total de participantes, seguida pelos 5K, com 30,27%, e pela maratona completa, com 24,73%. O levantamento também mostra que a faixa etária predominante está entre 31 e 42 anos. Os grupos de 35 a 38 anos (14,18%), 39 a 42 anos (14,06%) e 31 a 34 anos (13,75%) lideram o ranking de inscrições, confirmando a forte presença de corredores em plena fase produtiva, que conciliam esporte, qualidade de vida e desafios pessoais.
Outro dado que chama atenção é o equilíbrio entre os gêneros. Os homens representam 53,66% dos inscritos, enquanto as mulheres já somam 46,04%, reforçando o crescimento da participação feminina nas corridas de rua em todo o país. A presença feminina ganha ainda mais destaque na prova de 5K, onde elas são maioria absoluta. Já na maratona de 42K, a predominância masculina ainda é maior, cenário comum nas provas de longa distância, mas que vem mudando gradativamente nos últimos anos.
O evento também confirma sua força nacional e o impacto no turismo esportivo. Corredores de todos os estados brasileiros estão inscritos na prova, com destaque para São Paulo (31,27%), Santa Catarina (29,48%) e Paraná (8,51%). Estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Minas Gerais também aparecem entre os mais representativos. Entre as cidades com maior número de participantes estão Florianópolis, São Paulo, São José, Curitiba, Brasília e Rio de Janeiro, mostrando que a prova atrai tanto atletas locais quanto corredores que transformam a competição em experiência de viagem, lazer e performance esportiva.
Mais do que uma competição, a Maratona Internacional de Florianópolis se consolida como um grande encontro nacional do esporte, reunindo atletas profissionais, amadores e apaixonados pela corrida em um dos cenários mais desejados do país. As inscrições para a 15ª Maratona de Floripa apresentada pela HDI Seguros, estão abertas e podem ser realizadas pelo site: www.maratonafloripa.com.br.
Sobre aNorte Marketing Esportivo, comercializadora do evento,é referência na criação e realização de experiências esportivas de grande porte. Com foco em promover o bem-estar e a saúde por meio do esporte, a empresa é responsável por alguns dos principais eventos de corrida de rua do Brasil.
Serviço: HDI Seguros apresenta 15ª Maratona Floripa – Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis Local: Canteiro Central na Beira Mar Continental Data: 07/06/2026 Horário: 42k e 21k – 06h / 5k – 07h Distância: 5K, 21K e 42K Valor do kit: consulte opções de kits no site Local da retirada: Dias 5 e 6 de junho, a partir das 10h, no Aeroporto Internacional Hercílio Luz – Boulevard 14/32 (Rod. Acesso ao Aeroporto, nº 6.200 – Carianos) Patrocinadores: HDI Seguros, Colgate, Powerade, Supermercados Koch, Maurten, Powerade, Veolia, Apoio: Floripa Airport Comercializadora: Norte Marketing Esportivo Organizador: Conexão Esportiva & Cultural Site oficial:https://www.maratonafloripa.com.br
]]>Seguralta aposta na ABF Expo 2026 para acelerar expansão e atrair novos empreendedores
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Thu, 28 May 2026 13:20:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139789A busca por empreender com mais segurança e suporte tem levado cada vez mais brasileiros a olhar para o franchising como caminho e é nesse cenário que a ABF Franchising Expo 2026 se consolida como um dos principais pontos de decisão para novos investidores. Realizada entre os dias 24 e 27 de junho, no Expo […]
]]>A busca por empreender com mais segurança e suporte tem levado cada vez mais brasileiros a olhar para o franchising como caminho e é nesse cenário que a ABF Franchising Expo 2026 se consolida como um dos principais pontos de decisão para novos investidores.
Realizada entre os dias 24 e 27 de junho, no Expo Center Norte, a feira reúne mais de 400 marcas expositoras e cerca de 60 mil visitantes em busca de oportunidades de negócio, networking e acesso direto às redes.
É nesse ambiente altamente competitivo que a Seguralta marca presença com um objetivo claro: ampliar o acesso ao mercado de seguros por meio do modelo de franquias. Instalada no estande E011, a rede aposta na proximidade com o público para apresentar seu modelo de franquia, tirar dúvidas e mostrar, na prática, como funciona a operação na maior rede de seguros do país.
Durante os quatro dias, especialistas da marca estarão disponíveis para apresentar o modelo, explicar o suporte oferecido ao franqueado e detalhar o potencial de retorno do negócio. “A ABF Expo é uma vitrine estratégica para nos conectarmos com pessoas que querem empreender com mais segurança. É ali que conseguimos mostrar, de forma transparente, como funciona o nosso modelo e por que ele se tornou uma das principais portas de entrada no franchising”, afirma Reinaldo Zanon, CEO da Seguralta Franchising.
Com quase seis décadas de atuação e presença nacional, a Seguralta construiu sua expansão baseada em um modelo flexível, que vai de operações mais enxutas, com investimento inicial acessível, a unidades mais estruturadas. A proposta é clara: permitir que novos empreendedores entrem no mercado de seguros com apoio completo, tecnologia e um portfólio diversificado de produtos, que inclui seguros, consórcios e previdência.
Hoje, a rede soma mais de 1.800 unidades em operação no país e segue ampliando sua presença, especialmente em cidades fora dos grandes centros, onde a demanda por serviços financeiros cresce de forma consistente.
A presença na ABF Expo reforça uma estratégia maior da marca: crescer de forma estruturada em um momento em que o interesse por franquias segue em alta no Brasil. E, para quem passa pelo estande E011, pode ser o primeiro passo para entrar em um mercado que continua em movimento.
]]>Porto Bank é patrocinador master do Taste São Paulo
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Thu, 28 May 2026 13:17:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139785O Porto Bank é o patrocinador master do Taste São Paulo 2026, considerado o maior festival gastronômico do mundo. O evento, que teve início no último fim de semana no Parque Villa-Lobos, em São Paulo (SP), segue com programação nos dias 30 e 31 de maio e 4, 5, 6 e 7 de junho. A parceria reforça a […]
]]>O Porto Bank é o patrocinador master do Taste São Paulo 2026, considerado o maior festival gastronômico do mundo. O evento, que teve início no último fim de semana no Parque Villa-Lobos, em São Paulo (SP), segue com programação nos dias 30 e 31 de maio e 4, 5, 6 e 7 de junho. A parceria reforça a estratégia da marca de ampliar sua presença no universo da gastronomia e de transformar benefícios financeiros em experiências relevantes para clientes e potenciais clientes.
A participação no festival está conectada ao movimento de posicionamento da empresa no território gastronômico, já impulsionado pelo programa Gastronomia Porto Bank, que oferece reservas exclusivas, além de sobremesas e welcome drinks em restaurantes de alto padrão nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No Taste, essa estratégia ganha escala e visibilidade ao aproximar a marca de um público interessado em experiências, lifestyle, cultura e alta gastronomia.
Durante o evento, clientes do Cartão Porto Bank terão acesso a uma série de benefícios, como 25% de desconto na compra de ingressos, entrada exclusiva com fast pass, prato gratuito nas ativações do Ristorantino e do Casa Rios, espaços reservados em aulas e experiências de conteúdo, além de ativações e brindes exclusivos. A marca também levará ao festival o Concierge Porto Bank, uma experiência interativa em formato de quiz que recomenda restaurantes dentro do evento a partir das preferências do participante, como estilo de cozinha, tipos de pratos e restrições alimentares. O benefício é gratuito e pode ser ativado diretamente pelo App Porto mediante a apresentação do QR Code.
“Buscamos estar presente em momentos que fazem sentido para a vida dos clientes. A gastronomia é um território de conexão, experiência e relacionamento, e o Taste São Paulo nos permite traduzir de forma muito concreta o papel do Cartão Porto Bank: oferecer conveniência, benefícios e acesso a experiências diferenciadas”, pontua Luciana Hildebrandi, diretora de Meios de Pagamento do Porto Bank.
A ativação contará ainda com uma roleta de brindes, com itens como bonés, pins temáticos de Fórmula 1, ingressos para o Teatro Porto e vouchers de desconto em produtos e serviços da seguradora. Clientes do Cartão Porto Bank também terão acesso ao Prato Porto Bank, ação em parceria com os restaurantes Casa Rios e Ristorantino que darão direito a um prato gratuito mediante check-in na plataforma Gastronomia Porto Bank, conforme disponibilidade e regras da ação.
Para a Porto, a parceria com o Taste São Paulo também fortalece uma estratégia de marca orientada por experiência, relacionamento e geração de valor. A presença no evento integra uma campanha 360, com ativações proprietárias, ações em parceria com o Taste São Paulo e comunicação em diferentes canais.
“Mais do que patrocinar um grande festival, queremos construir presença em um território que tem alta afinidade com nossos públicos estratégicos. O Taste São Paulo reúne gastronomia, cultura, entretenimento e lifestyle em uma experiência única, e a empresa entra nesse contexto para entregar benefícios reais, gerar conversa e ampliar a percepção de valor da marca”, destaca Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto.
A edição de 2026 marca os 10 anos do Taste São Paulo e reforça a relevância da capital paulista como um dos principais polos gastronômicos do país. Para a empresa, o patrocínio master representa uma oportunidade de ampliar awareness, estreitar relacionamento com clientes e prospects e fortalecer o Cartão Porto Bank como uma solução conectada a benefícios que vão além da jornada financeira tradicional.
Serviço:
Taste São Paulo 2026
Data: 29, 30 e 31 de maio; 4, 5, 6 e 7 de junho
Local: Parque Villa-Lobos, em São Paulo (SP)
Benefício Porto Bank: 25% de desconto na compra de ingressos com o Cartão Porto Bank, além de benefícios exclusivos no evento, conforme regras da ação
]]>i4pro apresenta nova marca e reforça aposta em tecnologia para seguros
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Thu, 28 May 2026 11:15:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139774EXCLUSIVO – As transformações regulatórias e operacionais no setor começaram a acelerar uma nova corrida entre fornecedores de tecnologia especializados no segmento. Em meio à busca por maior eficiência e modernização das arquiteturas digitais, empresas passaram a rever posicionamento, produtos e estratégias de longo prazo, um movimento que levou a i4pro a apresentar, nesta quarta-feira […]
]]>EXCLUSIVO – As transformações regulatórias e operacionais no setor começaram a acelerar uma nova corrida entre fornecedores de tecnologia especializados no segmento. Em meio à busca por maior eficiência e modernização das arquiteturas digitais, empresas passaram a rever posicionamento, produtos e estratégias de longo prazo, um movimento que levou a i4pro a apresentar, nesta quarta-feira (27) em São Paulo, sua nova identidade visual e uma nova estratégia de posicionamento.
O movimento marca uma nova fase da companhia após a aquisição pela canadense Banyan Software, concluída em julho do ano passado. Desde então, a empresa passou por mudanças internas, reformulação de liderança, ampliação da base de clientes e definição de uma nova estratégia tecnológica para os próximos anos.
A nova marca busca traduzir esse momento de reposicionamento. Segundo André Almeida, CEO da i4pro, a identidade visual foi desenvolvida para refletir uma companhia mais moderna, segura e conectada com os clientes. O novo slogan, “Tecnologia que entende seguros”, resume a tentativa da empresa de reforçar sua especialização no setor segurador. “Não é tecnologia por tecnologia. É uma tecnologia que entende o mercado de seguros”, afirmou Almeida durante o evento.
De acordo com o executivo, a mudança não se limita ao aspecto visual. A proposta é alinhar marca, cultura, produto e estratégia de longo prazo em um momento de expansão da companhia. Desde a aquisição pela Banyan, a i4pro conquistou nove novos clientes, sendo cinco em 2026, segundo dados apresentados pela empresa.
André Almeida, CEO da i4pro
A entrada da grupo canadense também foi apontada como um dos principais fatores de mudança estratégica. Almeida destacou que o grupo canadense atua sob o modelo “buy and hold forever”, com foco na manutenção e no desenvolvimento das empresas adquiridas no longo prazo. “A Banyan trouxe uma visão de longo prazo muito importante para a i4pro. Isso mudou a forma como olhamos para a companhia e para os próximos passos”, disse.
Durante a apresentação, o CEO também reforçou que a companhia pretende ampliar a proximidade com seguradoras, parceiros e clientes. A nova cultura da empresa passa a ter como propósito “desenvolver inteligência que move o futuro do seguro”, com foco em colaboração, transparência, velocidade e inteligência aplicada. “Nosso norte são os clientes. Não tem como fazer nada do que queremos construir sem essa relação de cocriação com o mercado” pontuou.
Gustavo Figueiredo, CTO da i4pro
Outro eixo central do evento foi a estratégia de modernização tecnológica da companhia. Gustavo Figueiredo, CTO da i4pro, afirmou que a empresa iniciou um ciclo de transformação da arquitetura das soluções, com migração gradual para novas tecnologias, ampliação da capacidade de processamento e integração de inteligência artificial aos produtos.
A IA, segundo ele, deixou de ser um projeto paralelo e passou a ocupar posição estratégica dentro da companhia. A empresa iniciou programas internos de capacitação, licenciamento de ferramentas e desenvolvimento de projetos voltados à automação e ganho de produtividade operacional.
A i4pro também prepara uma nova arquitetura tecnológica prevista para 2026. O projeto começou pela vertical de vida em grupo, considerada uma das frentes mais complexas da operação, e deve servir como base para a evolução de outros módulos da plataforma.
Na frente de dados, a empresa apresentou o i4pro Insights, iniciativa voltada à construção de um data lake, ingestão de dados em nuvem e criação de dashboards analíticos. A proposta é permitir que seguradoras extraiam uma visão mais estratégica das informações disponíveis na base da plataforma, com possibilidade futura de conexão com modelos de linguagem e bases externas.
Na área de produtos, Lais Cichoski, head de produtos da i4pro, apresentou o roadmap da companhia. Segundo ela, a empresa possui atualmente 33 produtos, distribuídos entre módulos da plataforma e soluções independentes. A executiva destacou que a companhia atende todos os ramos ativos da tabela da Susep, desde configuração de produto, cotação e proposta até entrega de dados regulatórios.
Um dos principais destaques segue sendo o seguro garantia. De acordo com a executiva, a plataforma da i4pro processa cerca de 50% dos prêmios emitidos no segmento de garantia no Brasil. Na vertical de vida, a empresa informou que processa mais de R$ 2,7 bilhões em prêmios emitidos.
O roadmap da companhia está estruturado em três pilares: regulação, dados e emissão. Na frente regulatória, a i4pro trabalha em adequações ligadas à reforma tributária, CNPJ alfanumérico, evolução do Open Insurance e SRO 3.0, acompanhando os cronogramas definidos pela Susep.
Já na área de emissão, a i4pro informou que trabalha na evolução de módulos voltados a seguros compreensivos e vida em grupo. Entre as entregas previstas estão emissão coletiva, processamento em altos volumes, gestão de beneficiários, automação de renovações, endossos e faturamento em massa. Para Lais, a agenda de produtos busca acompanhar e antecipar movimentos do mercado. “O roadmap foi estruturado para atender às demandas atuais e preparar a plataforma para os próximos ciclos do setor segurador”, afirmou.
Ao longo do evento, a companhia também reforçou o discurso de maior proximidade com clientes e construção conjunta das evoluções da plataforma. “Nosso norte são os clientes. Tudo o que estamos construindo passa necessariamente por essa relação de cocriação com o mercado”, concluiu o CEO, André Almeida.
]]>Alta das recuperações judiciais pressiona seguro garantia
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Thu, 28 May 2026 11:05:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139765EXCLUSIVO – O avanço das recuperações judiciais no Brasil começou a alterar a dinâmica de risco do mercado de seguro garantia. Em meio à combinação de juros elevados, restrição de crédito, aumento do custo financeiro e desaceleração econômica em diversos setores, seguradoras passaram a endurecer análises de crédito, revisar clausulados e ampliar a seletividade em […]
]]>EXCLUSIVO – O avanço das recuperações judiciais no Brasil começou a alterar a dinâmica de risco do mercado de seguro garantia. Em meio à combinação de juros elevados, restrição de crédito, aumento do custo financeiro e desaceleração econômica em diversos setores, seguradoras passaram a endurecer análises de crédito, revisar clausulados e ampliar a seletividade em operações corporativas, especialmente nas garantias ligadas a pagamento e performance contratual.
O movimento ganhou novos capítulos nos últimos dias após a fabricante de brinquedos Estrela entrar com pedido de recuperação judicial. O caso ocorreu cerca de sete meses depois de a companhia anunciar um acordo tributário de R$ 747,9 milhões com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), operação que reduziu o passivo para R$ 72,4 milhões parcelados em até dez anos. Ainda assim, a reestruturação não foi suficiente para conter o agravamento da situação financeira da empresa.
Segundo documentos divulgados, o passivo sujeito à recuperação judicial soma R$ 109,2 milhões, sendo 92,47% da dívida sem garantia real. No balanço de 2024, a Estrela registrou prejuízo líquido de R$ 24,3 milhões, enquanto o valor de mercado da companhia girava em torno de R$ 42,7 milhões em maio deste ano. Na petição apresentada à Justiça, a empresa atribui a crise ao aumento do custo de capital, restrição de crédito, avanço do entretenimento digital e mudanças no comportamento de consumo das famílias brasileiras.
O caso, porém, está longe de ser isolado. Nos últimos anos, companhias como Americanas, Oi, Grupo Petrópolis, AgroGalaxy, Light e 123 Milhas ajudaram a transformar a recuperação judicial em um dos principais temas do ambiente corporativo brasileiro. O cenário ocorre em meio à deterioração das condições de financiamento, maior dificuldade de acesso a crédito e aumento da pressão sobre empresas altamente alavancadas.
Marcos Pereira, da Newe Seguros
Dentro desse contexto, os reflexos começaram a atingir diretamente o mercado de seguro garantia, modalidade utilizada para assegurar obrigações financeiras, contratos de fornecimento, obras, prestação de serviços e compromissos judiciais. “O mercado está cada vez mais crítico e desafiador para dar crédito”, afirma Marcos Pereira, diretor Comercial, de Marketing e Atendimento da Newe Seguros, em entrevista à Revista Apólice.
Na avaliação do executivo, parte dos pedidos recentes possui caráter estratégico, utilizado por empresas como instrumento de reorganização financeira e renegociação de passivos. Em muitos casos, companhias tentam inicialmente alternativas extrajudiciais antes de recorrer formalmente à recuperação judicial.
Ao mesmo tempo, o mercado também passou a conviver com um crescimento relevante de empresas efetivamente pressionadas pelo atual cenário econômico, sobretudo em segmentos historicamente dependentes de capital bancário e elevados níveis de alavancagem. “O mercado brasileiro possui muitos setores que trabalham de forma extremamente alavancada, dependentes de crédito para financiar matéria-prima, produção e estoque. Essas empresas sofrem diretamente com juros altos, inflação, retração de consumo, dólar elevado e incertezas econômicas” comenta o executivo.
Entre os segmentos considerados mais vulneráveis estão construção civil, agronegócio e varejo, setores com forte dependência de capital de giro e crédito para financiamento operacional. O agronegócio, por exemplo, passou a apresentar sinais mais evidentes de deterioração financeira nos últimos meses, com aumento da inadimplência e crescimento dos pedidos de recuperação judicial em diferentes elos da cadeia, observa Pereira. “O caso da Estrela representa um movimento mais amplo de pressão financeira sobre empresas tradicionais brasileiras. Quantas empresas varejistas vemos semana após semana decretando recuperação judicial? Quantas empresas do agronegócio, canais de distribuição, empresas de insumos e cooperativas também vêm sofrendo?”, questiona.
No seguro garantia, os impactos aparecem principalmente nas operações financeiras ligadas a pagamento. Isso porque o ingresso de uma empresa em recuperação judicial frequentemente provoca suspensão de obrigações financeiras, abrindo discussões jurídicas sobre eventual acionamento das apólices já caucionadas.
No mercado, existe uma percepção equivocada de que uma recuperação judicial automaticamente aciona uma apólice de seguro garantia. Na prática, porém, o processo depende do tipo de cobertura contratada e das decisões judiciais relacionadas à recuperação. “Quando falamos de garantia de pagamento, a empresa que entra em recuperação judicial imediatamente para de pagar e o seguro deveria estar honrando. Mas existe toda uma discussão jurídica porque a própria Justiça suspende as dívidas durante o processo”, explica.
Nas operações de performance, contudo, a dinâmica costuma ser diferente. Marcos explica que mesmo em recuperação judicial, empresas seguem obrigadas a executar contratos de fornecimento, construção ou prestação de serviços para preservar geração de receita e continuidade operacional. “A empresa continua obrigada a executar contratos de fornecimento, construção ou prestação de serviço. Ela só deixa de performar caso a recuperação judicial realmente impeça a continuidade da operação”, afirma.
O ambiente mais instável também reduziu o apetite de risco das seguradoras. Operações envolvendo empresas já em recuperação judicial passaram a enfrentar maior restrição de aceitação, exigências adicionais de garantia e dificuldade de obtenção de respaldo em contratos de resseguro. “Quando se fala em novas emissões para empresas em recuperação judicial, a situação fica muito mais complexa. Em geral, é uma aceitação bastante restrita”, diz Pereira.
O diretor comenta que o atual cenário econômico tornou insuficiente a análise tradicional baseada exclusivamente em balanços financeiros históricos. E as seguradoras passaram a aprofundar avaliações sobre estrutura societária, governança, histórico operacional, cadeia de relacionamento e capacidade efetiva de execução das empresas.
Outro movimento que começou a ganhar força envolve a revisão dos clausulados e das exigências contratuais no setor privado. Em meio ao aumento das incertezas econômicas, parte dos segurados passou a exigir estruturas mais rígidas de garantia. “Já estamos sentindo reflexos em novos clausulados e exigências dos segurados. No setor privado, muitas empresas estão tentando migrar para estruturas mais próximas de uma fiança bancária”, afirma.
Apesar do aumento da seletividade e da pressão sobre o risco corporativo, o cenário também impulsionou a demanda por seguro garantia, principalmente em operações financeiras e corporativas. “Juros elevados, crédito restrito e incerteza econômica deixam o mercado mais preocupado, mas também geram oportunidades. Temos visto crescimento muito expressivo nas demandas por garantia financeira”, comenta.
Diante desse ambiente, seguradoras passaram a adotar estratégias de pulverização de risco e redução de concentração em grandes operações, incluindo compartilhamento de exposições entre diferentes companhias para evitar excesso de concentração em um único tomador.
Mesmo em um ambiente mais pressionado, a Newe Seguros mantém perspectiva positiva para o segmento em 2026. A companhia já superou nos quatro primeiros meses do ano todo o volume de prêmios emitidos em seguro garantia ao longo do ano anterior. Pereira compartilha que o mercado projeta um crescimento entre 10% e 15% para o ramo neste ano, embora acompanhado de maior rigor técnico, seletividade e aprofundamento das análises de risco nas operações corporativas.
]]>Como a IA está apoiando a Segurança da Informação no setor de Seguros?
https://revistaapolice.com.br/2026/05/como-a-ia-esta-apoiando-a-seguranca-da-informacao-no-setor-de-seguros/
Thu, 28 May 2026 03:41:13 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139779A tecnologia transforma o mercado e exige do setor de Seguros uma nova estratégia de segurança da informação. Mais que um custo, a cibersegurança é pilar essencial para a continuidade operacional, proteção da marca e confiança digital dos clientes. Historicamente, a segurança focava na blindagem de perímetros e na resposta a incidentes. Hoje, porém, a […]
]]>A tecnologia transforma o mercado e exige do setor de Seguros uma nova estratégia de segurança da informação. Mais que um custo, a cibersegurança é pilar essencial para a continuidade operacional, proteção da marca e confiança digital dos clientes.
Historicamente, a segurança focava na blindagem de perímetros e na resposta a incidentes. Hoje, porém, a realidade mudou. Vazamentos de credenciais permanecem um vetor de ataque que expõe dados de acesso. Além disso, a proteção da cadeia de suprimentos é prioridade e requer avaliações de risco para que parceiros e fornecedores cumpram padrões específicos.
Diante desse panorama, a adoção de tecnologias e práticas de segurança é imperativa. A Autenticação Multifator (MFA) atua como uma segunda camada de proteção, mitigando acessos não autorizados. Paralelamente, uma gestão de identidade com segregação de funções garante que cada indivíduo, de colaboradores internos a corretores parceiros, acesse apenas o necessário para sua atuação. Soluções como Endpoint Detection and Response (EDR) vão além do antivírus e permitem detecção e resposta a ameaças, enquanto Web Application Firewalls (WAF) protegem aplicações web.
Por outro lado, a Inteligência Artificial emerge não como promessa futura, mas como aliada já presente no cotidiano do setor. Uma pesquisa da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras, outubro/25 a janeiro/26), com 26 executivos representando 50,7% do mercado, revela que 80% das seguradoras já a implementaram. A IA generativa, em particular, impulsiona essa adoção ao acelerar a revisão de processos internos e a automação de rotinas.
O estudo aponta que, embora 84% das companhias reportem um aumento de receita de até 1% com IA, um impacto financeiro ainda em maturação, os ganhos operacionais são mais expressivos. A IA é empregada em áreas de back-office como atendimento ao cliente, operações e tecnologia. Seus casos de uso incluem chatbots, análise de documentos e sentimento, e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de código.
Os resultados são tangíveis: algumas empresas registram redução de 30% a 50% no tempo de resposta ao cliente, aumento de 30% na produtividade de TI e crescimento de 100% no volume de cotações. Adicionalmente, 88% das organizações confirmam que a tecnologia potencializou suas capacidades existentes.
Considerada a quarta onda da evolução, a IA redefine as fronteiras da cibersegurança. Ela proporciona uma compreensão da maturidade das defesas da organização, otimizando a análise. Analistas podem antecipar ameaças, identificar padrões de comportamento incomum e novas tendências, além de automatizar respostas. Isso transforma a segurança de uma postura reativa para uma abordagem preditiva. Essa capacidade de prever e mitigar riscos proativamente é crucial para a adaptação em um ambiente de ameaças em constante evolução.
A segurança da informação, contudo, não é responsabilidade exclusiva do departamento de TI. A maturidade de todo o ecossistema – incluindo parceiros, fornecedores e, principalmente, a rede de corretores – é vital. É fundamental reforçar essa conscientização entre todos, promovendo uma cultura de responsabilidade compartilhada.
Em síntese, o futuro da segurança da informação no setor de seguros reside na transição de um modelo reativo para uma abordagem proativa, preditiva e consultiva. Ao investir em tecnologias como MFA, EDR e a IA – que já gera ganhos operacionais – e ao promover uma cultura de responsabilidade em todo o ecossistema, o setor não só se protege contra ameaças, mas também se posiciona como guardião da confiança e facilitador da inovação.
*Por Daniel Campos, gerente de Infraestrutura e Segurança da Informação da Seguros SURA Brasil
]]>El Niño leva incerteza aos produtores rurais, aponta IRB(P&D)
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Wed, 27 May 2026 21:08:45 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139769O IRB(P&D), área do IRB(Re) dedicada a pesquisa e desenvolvimento, elaborou um relatório que avalia os impactos do El Niño, investigando a relação entre as fases do fenômeno climático e a ocorrência de eventos de seca e indicadores de sinistralidade do seguro rural na Bacia Hidrográfica do Paraná. A área analisada abrange estados estratégicos para […]
]]>O IRB(P&D), área do IRB(Re) dedicada a pesquisa e desenvolvimento, elaborou um relatório que avalia os impactos do El Niño, investigando a relação entre as fases do fenômeno climático e a ocorrência de eventos de seca e indicadores de sinistralidade do seguro rural na Bacia Hidrográfica do Paraná. A área analisada abrange estados estratégicos para o agronegócio, como São Paulo e Paraná, com forte relevância para a produção nacional de soja.
Segundo o prognóstico oficial da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) emitido em maio, há 82% de probabilidade de desenvolvimento de El Niño no trimestre de maio a julho, com 96% de probabilidade de desenvolvimento até dezembro de 2026. Assim, o cenário mais provável indica neutralidade no curtíssimo prazo e transição para El Niño ao longo de 2026, com persistência provável até pelo menos o fim do ano.
O El Niño é identificado principalmente por anomalias da temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial. Quando essa faixa do oceano fica mais quente que o normal, caracteriza-se o El Niño; quando fica mais fria que o normal, configura-se a La Niña. Essas mudanças no oceano alteram a circulação atmosférica, deslocam áreas de nuvens e chuva e, por isso, afetam o clima em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.
Variações climáticas influenciam diretamente a disponibilidade hídrica, a produção agrícola e a sinistralidade do seguro rural no país. O estudo propõe, portanto, um conjunto de indicadores capaz de conectar condições climáticas globais; indicadores regionais de seca; e métricas de sinistralidade do seguro rural.
“Essa integração permite avaliar o risco climático de forma mais ampla, conectando sinais de grande escala aos impactos observados no território e no mercado segurador”, explica Reinaldo Marques, superintendente Atuarial do IRB(Re) e responsável pelo IRB(P&D). Além de apoiar o desenvolvimento de indicadores de alerta precoce, a metodologia contribui para fortalecer estratégias de subscrição, monitoramento e gestão de portfólio no seguro rural.
Foco da análise do IRB(P&D), a Bacia Hidrográfica do Paraná tem forte atividade agrícola, expressiva contribuição econômica, relevância energética e ampla abrangência territorial. Somente em dois estados, São Paulo e Paraná, em 2023, o Valor Bruto de Produção Agropecuária brasileiro superou R$ 1,3 trilhão, sendo que grande parte desse total é gerada em municípios pertencentes à bacia.
Como a dinâmica agrícola predominante na bacia é sensível à disponibilidade hídrica, sobretudo quando déficits de chuva coincidem com fases críticas do ciclo das culturas, as fases do fenômeno podem repercutir em perdas de produtividade e em impactos econômicos associados. “Compreender a relação entre o El Niño e a seca na região é decisivo para qualificar o diagnóstico climático e aprimorar a antecipação de impactos sobre a produção agrícola e a gestão de recursos hídricos”, afirma.
Os resultados do estudo conduzido pelo IRB(P&D) indicam que o El Niño pode influenciar de forma relevante a dinâmica das condições hidrológicas regionais, com possíveis repercussões sobre a produção agrícola e sobre o comportamento das perdas no seguro rural. Ao mesmo tempo, a análise mostra que essa relação não é linear e se manifesta de forma heterogênea no espaço, reforçando a necessidade de abordagens regionalizadas.
Desta forma, apesar da elevação das probabilidades, a previsão ainda deve ser interpretada com cautela, tanto pela incerteza inerente ao horizonte sazonal quanto pela possibilidade de diferentes intensidades do evento. O sinal mais robusto aparece no Norte e em parte do Nordeste, onde tende a aumentar o risco relativo de redução de chuva, estiagem e estresse hidrológico. No outro extremo, o Sul do Brasil é a região em que o sinal de mais chuva, maior chance de episódios extremos e maior risco de cheias costuma aparecer com mais consistência.
“O sinal existe, é monitorável e deve entrar na avaliação de risco, especialmente para seca no Norte e Nordeste e cheias no Sul. Porém, é essencial evitar falsas dicotomias. O fato de o El Niño aumentar o risco de determinados impactos não significa que ele, sozinho, determine o que ocorrerá em cada estado, bacia hidrográfica, cidade ou carteira de ativos”, reforça Reinaldo.
]]>Prudential realiza ações na Semana ENEF 2026
https://revistaapolice.com.br/2026/05/prudential-realiza-acoes-na-semana-enef-2026/
Wed, 27 May 2026 19:53:43 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139762Iniciativa reuniu mais de 65 participantes de projetos sociais para discutir escolhas financeiras conscientes e planejamento de futuro
]]>A Prudential do Brasil promoveu ações de educação financeira durante a Semana Nacional de Educação Financeira 2026 (Semana ENEF), reunindo jovens de projetos sociais e colaboradores da companhia em atividades voltadas à conscientização financeira e planejamento de longo prazo Mais de 65 jovens participaram da palestra “Dinheiro na vida real: como tomar decisões melhores desde cedo”, realizada com integrantes do Programa Jovens Pro Futuro e do Projeto Atuários do Futuro.
A palestra foi conduzida por Victor Cabral, fundador do Cofrinho, cientista da computação formado pela Universidade Federal de Lavras, integrante do ProLíder 2024-2025 e Jovem Visionário Prudential 2025. Durante o encontro, os participantes debateram temas como consumo consciente, planejamento financeiro, construção de objetivos de longo prazo e relação saudável com o dinheiro.
Para Jean Espinosa, gerente de Sustentabilidade e Diversidade da Prudential do Brasil, ampliar o acesso à educação financeira é uma ferramenta importante para geração de oportunidades e autonomia entre os jovens. “Falar sobre dinheiro de forma acessível e conectada à realidade desses jovens é contribuir para que eles tenham mais autonomia para tomar decisões conscientes ao longo da vida. A educação financeira tem um papel transformador porque ajuda a construir perspectivas de futuro, planejamento e segurança”, afirma.
Internamente, a Prudential reforça seu compromisso com a promoção da educação financeira ao integrar de forma estruturada o pilar financeiro no seu Programa de Qualidade de Vida. Como parte dessa iniciativa, foi realizada uma semana dedicada ao tema, que engajou mais de 400 colaboradores em uma agenda de ações voltadas ao desenvolvimento de competências financeiras e a construção de uma relação mais consciente e sustentável com o dinheiro.
A programação contemplou conteúdos práticos e estratégicos, abordando temas como planejamento financeiro, controle de orçamento, gestão de dívidas, formação de reservas e investimentos de longo prazo, pilares fundamentais para o equilíbrio financeiro e o bem-estar integral dos colaboradores.
Entre os destaques, a empresa promoveu uma palestra com Gilvan Bueno, comentarista do CNN Brasil Money, que trouxe reflexões sobre a construção de hábitos financeiros saudáveis, o papel da economia comportamental e da arquitetura de escolhas nesse processo, além de como pequenas decisões e estímulos podem influenciar positivamente a forma como lidamos com nossas finanças no dia a dia.
“Ao incentivar uma relação mais consciente e planejada com o dinheiro, a Prudential contribui diretamente para o fortalecimento da segurança financeira dos colaboradores, promovendo maior tranquilidade, engajamento e produtividade, com impactos positivos tanto na vida profissional quanto na pessoal”, afirma Paulo Bastos, Gerente Sênior de Remuneração e Benefícios.
A Semana ENEF é uma iniciativa nacional coordenada pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF) e reúne instituições públicas e privadas em ações voltadas à promoção da educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal no país. Em 2026, a iniciativa destaca a importância do planejamento contínuo e da preparação financeira para uma vida mais longa e sustentável.
]]>Zurich Santander publica Relatório de Sustentabilidade
https://revistaapolice.com.br/2026/05/zurich-santander-publica-relatorio-de-sustentabilidade/
Wed, 27 May 2026 17:29:50 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139757A Zurich Santander Brasil publicou a terceira edição do seu Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2025, consolidando mais um importante capítulo de sua jornada e reafirmando o compromisso com a integração estratégica e transversal da sustentabilidade em seu negócio. A publicação apresenta os principais avanços, iniciativas e resultados da companhia nas dimensões social, […]
]]>A Zurich Santander Brasil publicou a terceira edição do seu Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2025, consolidando mais um importante capítulo de sua jornada e reafirmando o compromisso com a integração estratégica e transversal da sustentabilidade em seu negócio.
A publicação apresenta os principais avanços, iniciativas e resultados da companhia nas dimensões social, ambiental e de governança responsável ao longo do último ciclo, demonstrando o valor da sustentabilidade para a gestão da companhia e o relacionamento com seus clientes, parceiros e colaboradores, além da atuação junto à sociedade.
O relatório reforça a conformidade com as diretrizes da Circular nº 666/2022 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que impulsiona a evolução da gestão da sustentabilidade entre as seguradoras no Brasil e foi elaborado com base nas normas do Global Reporting Initiative (GRI) – metodologia padrão de reportes públicos reconhecida internacionalmente – e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. É o retrato do trabalho coletivo de pessoas que constroem diariamente uma Zurich Santander mais humana, ética e sustentável, conectada ao propósito da companhia de inovar para proteger o que mais importa.
Entre os destaques desta edição está a participação ativa na sociedade e o valor social do produto de Seguros, que cumpre o propósito de proteger clientes, seus familiares e seu patrimônio, apoiando-os quando mais precisam: mais de R$ 13 bilhões em indenizações pagas em seguros e recursos resgatados em previdência, geraram impacto positivo em aproximadamente 350 mil pessoas. Em paralelo, a companhia lançou no período importantes produtos, como o Seguro Conta Cartão e o Seguro Proteção Temporária e Vitalícia. Por fim, um destaque também para a marca de R$ 112 bilhões em ativos sob gestão de previdência, um aumento de 14% em relação ao ano anterior – alcançando a 5ª posição no setor de previdência privada.
“Em um cenário marcado por novas dinâmicas sociais, impactos ambientais relevantes e transformações no mercado, reforçamos nosso compromisso de ir além da proteção e atuar de forma cada vez mais preventiva, humana e sustentável. A terceira edição do nosso Relatório de Sustentabilidade traduz essa evolução e mostra como essa agenda vem sendo integrada de forma consistente e contínua à estratégia da Zurich Santander Brasil, orientando decisões, fortalecendo nosso negócio e ampliando nosso amplo impacto positivo na sociedade. Nada disso seria possível sem o engajamento dos nossos colaboradores, a confiança dos nossos clientes, parceiros e acionistas, e o diálogo constante com todos que constroem essa jornada conosco”, comenta Fernanda Graziani, diretora de Recursos Humanos, Comunicação, Sustentabilidade e Facilities da Zurich Santander Brasil. “Seguimos juntos, reforçando as bases que sustentarão o crescimento da Zurich Santander no longo prazo. A sustentabilidade é um compromisso permanente e uma agenda estratégica que orienta o presente e fortalece a construção do nosso futuro”, conclui.
]]>Pottencial Seguradora: mais de R$ 1bi em prêmios e lucro de R$ 182 milhões
https://revistaapolice.com.br/2026/05/pottencial-seguradora-mais-de-r-1bi-em-premios-e-lucro-de-r-182-milhoes/
Wed, 27 May 2026 17:24:08 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=139752Com crescimento de 24% em 2025, Pottencial Seguradora atinge R$ 1,57 bi em prêmios, com incremento de 12% na base de clientes e de 15% em apólices emitidas
]]>EXCLUSIVO – A Pottencial Seguradora, empresa líder no mercado brasileiro de Seguro Garantia e vice-líder em Seguro Fiança Locatícia, encerrou 2025 com a marca recorde de R$ 1,57 bilhão em prêmios emitidos, alta de 24% em relação ao ano anterior. Deste total, R$ 1,021 bilhão é relativo ao Seguro Garantia, modalidade em que a empresa mantém a liderança pelo 9º ano consecutivo, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O lucro líquido alcançou R$ 182 milhões, montante 17% maior que o verificado em 2024.
As receitas financeiras tiveram incremento de 51% e somaram R$ 159 milhões, impulsionadas pelo aumento do volume médio de aplicações financeiras e pelo desempenho do cenário de juros ao longo do ano. Já os sinistros pagos totalizaram R$ 288 milhões, elevação de 20% na mesma base de comparação, resultado compatível com a expansão da carteira de prêmios e o maior volume de riscos assumidos no exercício.
A companhia registrou também acréscimo de 12% na base de clientes e de 15% no número de apólices emitidas. Além disso, alcançou a marca de mais de seis mil imobiliárias parceiras, expandindo a oferta do Seguro Fiança Locatícia. Os números consolidam os feitos da companhia, que já registra expansão de 25% no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025. A seguradora mira expansão de dois dígitos em 2026 e a expectativa é mais que dobrar de tamanho em cinco anos.
Para João Géo Neto, CEO da Pottencial Seguradora, “esse crescimento robusto é possível porque investimos constantemente em ganho de eficiência e produtividade, com melhorias operacionais, implantação de novas tecnologias e inteligência artificial (IA). Prezamos pela excelência e hiperpersonalização no atendimento aos nossos clientes e parceiros, com uma jornada ágil”, comenta.
O desempenho significativo é reflexo também da dedicação e expertise de uma equipe especializada, do planejamento estratégico e operacional, da expansão de uma área de pricing (precificação) e da inquestionável capacidade de adaptação e inovação da companhia. A seguradora buscou também um aprimoramento interno e organizacional significativo com a inauguração do novo escritório em São Paulo, o que resultou em maior proximidade com clientes e parceiros.
“Nós olhamos muito para dentro da empresa, mas sempre pensando no futuro para entender o que podemos fazer para nos antecipar às demandas do mercado e proteger o que é valor para as pessoas. Outro ponto importante é a valorização e capacitação do time, foram mais de 115 mil horas em treinamento interno, o que equivale a mais de 24 horas por colaborador. Essas iniciativas refletem a cultura da nossa empresa e são essenciais para o desenvolvimento dos nossos colaboradores”, relata o CEO.
Liderança no segmento de Seguro Garantia e vice-liderança em Fiança Locatícia
Todas as iniciativas corroboram para manter a companhia na liderança no mercado nacional de Seguro Garantia e consolidam a Pottencial Seguradora como a líder absoluta do setor. “Nosso principal desafio é sustentar a liderança. O mercado de seguros é altamente competitivo. Por isso, trabalhamos para ofertar soluções customizadas, garantir segurança financeira e oferecer a melhor experiência para nossos parceiros e clientes”, ressalta o executivo.
A companhia mantém também, há oito anos consecutivos, a vice-liderança no Seguro Fiança Locatícia, ampliando sua participação de mercado de 14,95% para 17,26% entre 2024 e 2025, com crescimento de 38,19% no volume de prêmios, reflexo de uma estratégia consistente e de longo prazo também nesse segmento.