Revista Apólice
https://revistaapolice.com.br/
A revista do mercado de SegurosWed, 14 Oct 2026 19:00:08 +0000pt-BR
hourly
1 https://wordpress.org/?v=7.1.3https://revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2024/01/favrevistaapolice-1-150x150.pngRevista Apólice
https://revistaapolice.com.br/
3232Receitas de seguros somam R$ 281,27 bilhões até agosto
https://revistaapolice.com.br/2026/10/receitas-de-seguros-somam-r-28127-bilhoes-ate-agosto/
Wed, 14 Oct 2026 19:00:06 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143366Boletim Susep aponta R$ 281,27 bilhões em receitas nos oito primeiros meses de 2026; indenizações, benefícios e resgates recuam 1,67%
]]>As receitas dos mercados supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) somaram R$ 281,27 bilhões entre janeiro e agosto de 2026, crescimento nominal de 0,49% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado contrasta com o desempenho dos seguros de danos e pessoas, excluindo o VGBL, que registraram expansão de 6,30% no período.
Os números constam da edição de agosto do Boletim Susep, divulgada pela autarquia, que reúne informações dos mercados de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros.
Nos oito primeiros meses do ano, os pagamentos de indenizações, resgates, benefícios e sorteios totalizaram R$ 172,79 bilhões, queda nominal de 1,67% em relação ao mesmo intervalo de 2025.
Nos seguros de danos e pessoas, sem considerar o VGBL, as receitas alcançaram R$ 154,65 bilhões, alta nominal de 6,30%.
O seguro automóvel movimentou R$ 42,41 bilhões em prêmios, crescimento nominal de 6,38% e real de 1,92%. Já o seguro de vida apresentou avanço de 8,66% em termos nominais e de 4,13% em termos reais.
Os indicadores mostram que essas duas carteiras mantiveram crescimento acima do resultado agregado dos mercados supervisionados, embora a expansão real tenha sido menor que a nominal.
Acumulação e resseguros
Nos produtos de acumulação, que incluem modalidades de previdência e seguros com características de formação de reservas, a arrecadação de contribuições superou os pagamentos de benefícios e resgates em R$ 5,86 bilhões entre janeiro e agosto.
No mercado de resseguros, os prêmios cedidos pelas seguradoras totalizaram R$ 20,21 bilhões no mesmo período. O montante representa a parcela dos riscos transferida pelas companhias ao mercado ressegurador.
A edição de agosto também passou a incluir uma análise da relação entre as receitas dos segmentos de seguros, acumulação e capitalização e o Produto Interno Bruto (PIB). O indicador permite acompanhar a participação das receitas desses mercados na economia brasileira ao longo do tempo.
]]>STJ limita negativa de indenização na proteção veicular
https://revistaapolice.com.br/2026/10/stj-limita-negativa-de-indenizacao-na-protecao-veicular/
Wed, 14 Oct 2026 18:23:23 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143364Terceira Turma considera abusiva perda automática do benefício por atraso no aviso de acidente ou saída do local e reconhece aplicação do CDC
]]>Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aumentou a proteção dos consumidores de planos de proteção veicular e acendeu um alerta para associações e administradoras. Ao julgar o Recurso Especial 2.279.683, a Corte afirmou que essas operações estão sujeitas ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) e considerou abusiva a perda automática da cobertura quando o associado deixa o local do acidente ou comunica o evento depois de 30 minutos.
O efeito prático é relevante para um mercado em processo de regulamentação: o descumprimento de uma formalidade prevista no regulamento, por si só, não elimina o direito à indenização. Para recusar o pagamento, a entidade terá de demonstrar que a conduta do participante comprometeu a investigação, impediu a vistoria, agravou de modo significativo o risco ou envolveu má-fé.
Ao comentar a decisão, a diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, afirmou que “o precedente deixa claro que regras internas podem organizar a operação e prevenir fraudes, porém não podem esvaziar a proteção contratada com punições desproporcionais. E as operações de proteção patrimonial mutualística devem observar o CDC nas relações com os associados.
O que estava em discussão
O processo foi movido por um associado que sofreu um acidente com o veículo protegido pela Associação de Proteção e Benefícios (Copebens). A entidade recusou o pagamento porque ele teria saído do local e comunicado o caso apenas horas depois, contrariando regras internas que exigiam aviso em até 30 minutos e permanência no ponto do sinistro.
Em primeira instância, a associação foi condenada a pagar os danos materiais. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, porém, reverteu a sentença ao entender que a relação era associativa, e não de consumo, e que o regulamento permitia a negativa. O STJ restabeleceu a decisão inicial.
Segundo o STJ, a natureza jurídica da entidade — inclusive o fato de ser uma associação sem fins lucrativos — não afasta a relação de consumo. O ponto central é o serviço oferecido: proteção contra riscos mediante contribuições periódicas. Por isso, a associação se enquadra como fornecedora e o participante, como destinatário final do serviço.
A decisão distingue a proteção mutualista do seguro . No seguro, o risco é transferido à seguradora em troca de um prêmio previamente calculado. No modelo mutualista, os prejuízos são compartilhados entre os associados por meio de rateio. Ainda assim, para a Corte, ambos oferecem proteção ao usuário e devem observar transparência, boa-fé e equilíbrio contratual.
Para o associado, o principal efeito é a redução das hipóteses de perda automática da cobertura. Uma saída justificada do local — por risco à integridade física, necessidade de atendimento médico, orientação policial ou desobstrução da via, por exemplo — não pode, isoladamente, eliminar o benefício. Da mesma forma, a comunicação feita depois de um prazo rígido não autoriza a recusa sem análise das circunstâncias.
Isso não significa que o participante esteja dispensado de avisar o acidente rapidamente, preservar provas ou colaborar com a regulação. O STJ manteve a validade de deveres claros e proporcionais. A diferença é que a sanção deverá guardar relação com um prejuízo efetivo, e a associação terá de demonstrar por que o atraso ou o afastamento comprometeu a análise do caso.
O impacto para associações e administradoras
As entidades deverão revisar regulamentos, contratos de participação e procedimentos de atendimento. Cláusulas que estabeleçam prazos fatais ou punições automáticas ficam mais expostas a questionamentos judiciais, sobretudo quando não houver prova de fraude, agravamento significativo do risco ou obstáculo concreto à vistoria.
A decisão também tende a exigir processos mais robustos de regulação de eventos. Em vez de apenas apontar a infração ao regulamento, a associação precisará registrar quais evidências foram perdidas, que diligência deixou de ser realizada e de que forma a conduta do participante afetou a apuração ou aumentou o prejuízo.
O julgamento ocorre em um ambiente regulatório mais rigoroso para a proteção patrimonial mutualista. A Lei Complementar 213/2025 submeteu essas operações à supervisão da Susep, e a Resolução CNSP 491/2026 reforçou a aplicação do CDC, da boa-fé objetiva e da transparência, além de vedar cláusulas que fixem prazo máximo para a comunicação do evento.
]]>Mercado de seguros e o novo governo
https://revistaapolice.com.br/2026/10/mercado-de-seguros-e-o-novo-governo/
Wed, 14 Oct 2026 18:08:16 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143361O segundo turno das eleições se aproxima, e a expectativa é grande em relação a quem será eleito presidente da República. No entanto, não podemos nos esquecer da importância dos deputados e senadores na votação e aprovação de projetos e leis, eleitos no primeiro turno. Sem o apoio do Congresso Nacional, o presidente da República […]
]]>O segundo turno das eleições se aproxima, e a expectativa é grande em relação a quem será eleito presidente da República. No entanto, não podemos nos esquecer da importância dos deputados e senadores na votação e aprovação de projetos e leis, eleitos no primeiro turno.
Sem o apoio do Congresso Nacional, o presidente da República enfrenta dificuldades para aprovar propostas e implementar medidas que dependem de mudanças legislativas.
Para o mercado de seguros, podemos destacar algumas conquistas em Brasília, entre elas, a modernização regulatória promovida pela Susep e a criação do Sandbox Regulatório, que favoreceu a inovação e abriu espaço para novos modelos de negócios, incluindo as insurtechs.
Também merece destaque o Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024), que trouxe maior segurança jurídica às relações contratuais e ampliou a proteção ao segurado, além da Nova Lei de Licitações, que fortaleceu o uso do Seguro Garantia com Cláusula de Retomada como instrumento de proteção e garantia para projetos de infraestrutura.
Somam-se a essas conquistas as Resoluções CNSP nº 491/2026 e nº 492/2026, relacionadas à proteção patrimonial mutualista e às cooperativas de seguros no Brasil, que estabeleceram bases regulatórias para essas atividades, com regras específicas e supervisão da Susep.
Expectativas
O seguro é um dos principais instrumentos de proteção de pessoas, famílias e empresas contra perdas financeiras imprevistas decorrentes de eventos cobertos pelas apólices. Sem essa proteção, os prejuízos podem assumir proporções difíceis de suportar, comprometendo patrimônios, a estabilidade financeira e, em muitos casos, a própria qualidade de vida das pessoas afetadas.
Apesar dessa importância, o mercado de seguros brasileiro representa menos de 6% do Produto Interno Bruto (PIB), participação ainda inferior à observada em países desenvolvidos, onde a cultura do seguro está mais disseminada.
Nossa expectativa em relação ao novo governo é que sejam criadas condições favoráveis à expansão do mercado de seguros, com políticas que estimulem a contratação de coberturas, ampliem o acesso à proteção e fortaleçam a conscientização da sociedade sobre a importância do seguro.
Esse movimento também beneficia o próprio poder público, pois contribui para reduzir a necessidade de utilização de recursos públicos no enfrentamento de prejuízos que poderiam ser parcialmente cobertos por apólices, como os danos decorrentes de catástrofes naturais. O fortalecimento do mercado de seguros, portanto, representa uma oportunidade de ampliar a proteção da sociedade e promover uma gestão mais eficiente dos riscos.
Pautas para o novo governo
Desde sua criação, em 2021, o Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros é um espaço independente e plural de debate, reflexão e formulação de propostas para fortalecer os mercados de seguros e resseguros no Brasil. Reunimos líderes, executivos, acadêmicos, especialistas e representantes de diferentes segmentos do setor com o propósito de discutir desafios e construir soluções que contribuam para o desenvolvimento do mercado.
Sob o lema “Sociedade mais protegida: o papel do mercado de seguros”, o Fórum atua por meio de grupos de trabalho que se dedicam a temas estratégicos para o setor e para a sociedade. Entre as prioridades que consideramos fundamentais para a agenda do novo governo estão a ampliação da proteção securitária diante das mudanças climáticas — tendo em vista que 93% das perdas catastróficas não estão cobertas por seguros — e a criação de uma alternativa ao DPVAT, capaz de oferecer amparo financeiro às vítimas de acidentes de trânsito e a seus familiares.
Estamos preparados para contribuir com o novo governo e já desenvolvemos propostas para essas duas questões. No momento oportuno, pretendemos apresentá-las aos representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, colocando a experiência e o conhecimento do Fórum a serviço da construção de soluções que ampliem a proteção da população e impulsionem o desenvolvimento sustentável do mercado de seguros brasileiro.
*Por Marco Antônio Gonçalves, diretor-presidente do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros.
]]>Cescon Barrieu reforça atuação em Seguros com nova sócia
https://revistaapolice.com.br/2026/10/cescon-barrieu-reforca-atuacao-em-seguros-com-nova-socia/
Wed, 14 Oct 2026 17:53:58 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143358Advogada chega acompanhada de três profissionais; escritório incorporou 19 sócios em 2026 e ampliou seu quadro societário para 85 integrantes
]]>O escritório de advocacia Cescon Barrieu anunciou a chegada de Julia Santoro como sócia da área de Seguros. A profissional, que possui mais de duas décadas de experiência no setor segurador, passa a integrar a banca acompanhada de uma equipe de três advogados.
A contratação faz parte da estratégia de expansão do escritório, que anunciou a incorporação de 19 sócios em 2026, distribuídos entre as áreas Tributária, Societária e de Fusões e Aquisições (M&A), Bancária e Financeira, Tecnologia e Seguros. Com as movimentações, o quadro societário passou a contar com 85 profissionais.
Ao longo da carreira, Julia atuou em operações regulatórias, societárias e transacionais no mercado de seguros, incluindo a estruturação e aprovação de seguradoras, resseguradoras, corretoras e insurtechs. Sua experiência também abrange desenvolvimento de produtos, distribuição, resseguro, retrocessão, regulação de sinistros complexos e projetos de inovação.
No Cescon Barrieu, a área de Seguros terá atuação integrada às práticas de Serviços Financeiros, Infraestrutura, Tecnologia, Societário, M&A e Contencioso, com foco em demandas jurídicas que envolvem diferentes segmentos do mercado.
Segundo Alexandre Barreto, managing partner do escritório, a contratação busca ampliar a capacidade de atendimento a empresas do setor segurador.
“A chegada da Julia não é um movimento isolado — é mais uma peça de uma estratégia clara de crescimento que, só neste ano, adicionou 19 sócios ao escritório. A área de Seguros complementa diretamente nossas práticas de Serviços Financeiros e Infraestrutura”, afirma.
]]>Mitsui amplia operação em Transportes sem elevar equipe
https://revistaapolice.com.br/2026/10/mitsui-amplia-operacao-em-transportes-sem-elevar-equipe/
Wed, 14 Oct 2026 15:41:37 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143341Case com a Vayon, seguradora reduz em 75% o tempo de cotação e registra crescimento de 367,6% nos novos negócios
]]>EXCLUSIVO – A Mitsui Sumitomo Seguros ampliou sua operação de seguros de Transportes sem aumentar o quadro de subscritores, após redesenhar o processo de cotação e contratação com o apoio de uma plataforma digital da Vayon. Entre janeiro e julho de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, a companhia registrou crescimento de 367,6% nos novos negócios fechados e de 410,8% nas propostas geradas. A transformação também reduziu em 75% o tempo médio de cotação e em 87% as intervenções manuais dos subscritores nos fluxos analisados.
Os resultados fazem parte de um projeto iniciado em 2025, que substituiu uma jornada marcada por conferências, preenchimento de documentos e sucessivas interações entre corretores e subscritores por um processo digital com regras de negócio parametrizadas. A iniciativa buscou ampliar a capacidade de atendimento sem comprometer os critérios técnicos de aceitação dos riscos.
Segundo Ricardo Beyer, superintendente técnico da área de Soluções em Subscrição – Marine da Mitsui Sumitomo Seguros, o principal desafio estava no tempo dedicado às atividades operacionais que acompanhavam a análise de cada solicitação. Enquanto os corretores dependiam de sucessivas interações para concluir uma contratação, os subscritores precisavam dividir sua capacidade entre o julgamento técnico e tarefas repetitivas.
“O projeto reorganizou essa jornada, permitindo que as operações enquadradas nas regras da companhia avançassem com maior autonomia”, explica Beyer.
A transformação foi conduzida gradualmente, com entrada em operação em 2025 e ampliação do modelo ao longo de 2026. O processo envolveu a revisão dos fluxos de trabalho, a definição de regras técnicas, a parametrização da plataforma, testes, integrações e adaptação dos usuários.
A tecnologia disponibilizada pela Vayon passou a aplicar critérios previamente estabelecidos pela seguradora para enquadramento dos negócios, condições comerciais e limites de atuação. Dentro do escopo implantado, também foram automatizadas etapas como geração de propostas, transmissão e emissão.
O objetivo, entretanto, não foi eliminar a participação do subscritor, mas estabelecer quais operações poderiam avançar de forma padronizada e quais continuariam dependendo de avaliação individual. “A análise humana permanece nas situações que exigem interpretação do risco: operações fora dos parâmetros, condições especiais, limites superiores às alçadas, particularidades de mercadorias e exigências de gerenciamento de riscos”, afirma Beyer.
De acordo com o executivo, a fronteira entre automação e intervenção humana é determinada pela política de subscrição da companhia. Dessa forma, a plataforma executa decisões previamente estabelecidas, enquanto os profissionais permanecem responsáveis pelas situações que exigem julgamento técnico, negociação ou aprovação adicional.
A implementação também exigiu mudanças na organização interna. Para Ricardo, a adoção de novas ferramentas não seria suficiente sem uma revisão dos procedimentos e da forma de atuação das equipes. “Digitalizar um processo sem revisá-lo pode apenas transferir suas dificuldades para uma nova ferramenta. O ganho aparece quando tecnologia, processo e responsabilidade técnica evoluem juntos”, avalia.
Mantendo a mesma estrutura
A reorganização da jornada permitiu à Mitsui absorver um volume maior de solicitações sem ampliar a equipe de subscrição. Segundo a companhia, a redução das intervenções operacionais diminuiu o esforço necessário para processar cada oportunidade, liberando os profissionais para atividades de maior complexidade. “Não houve aumento no quadro de subscrição no período analisado. A capacidade adicional foi absorvida com o apoio da plataforma, concebida para ampliar o atendimento e reduzir a necessidade de intervenções manuais a cada nova solicitação”, explica o executivo da MSS.
Com isso, a rotina dos subscritores passou a concentrar maior atenção na análise de riscos complexos, negociação de condições, relacionamento com corretores e gestão da carteira. A mudança também abriu espaço para acompanhar oportunidades comerciais e avaliar a qualidade dos negócios apresentados.
Os indicadores mostram a dimensão do crescimento. Entre janeiro e julho de 2026, o número de corretores ativos aumentou 60% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto as solicitações de cotação avançaram 97,6%. No mesmo intervalo, as propostas geradas cresceram 410,8% e os novos negócios fechados, 367,6%. A taxa de conversão, medida pelo indicador conhecido como Hit Ratio, também apresentou avanço de 14 pontos percentuais.
Apesar dos resultados, a seguradora ressalta que o desempenho não pode ser atribuído exclusivamente à digitalização. A atuação comercial, o relacionamento com os corretores, a evolução da oferta e as condições de mercado também contribuíram para o crescimento. Por diretriz interna, a Mitsui não divulgou os volumes absolutos da operação, limitando a apresentação dos resultados às variações percentuais.
Além dos ganhos operacionais, a digitalização ampliou a disponibilidade de informações sobre o percurso das oportunidades comerciais, desde o recebimento das solicitações até a contratação ou recusa dos riscos. A plataforma permite acompanhar os negócios por produto, corretor e perfil de risco, oferecendo informações para análise de conversão, identificação de recusas, segmentação e gestão do portfólio.
Essa visibilidade também pode contribuir para a consistência na aplicação das regras técnicas. No entanto, a Mitsui pondera que o aumento do Hit Ratio não representa, isoladamente, uma melhora na qualidade da subscrição ou na rentabilidade da carteira. “Nossa avaliação considera também aceitação, motivos de recusa, concentração, perfil dos negócios e evolução dos sinistros”, esclarece.
Wladimir Chinchio, da Vayon
Segundo o executivo, a integração com a Central de Controle de Riscos amplia a capacidade de acompanhamento. Já os efeitos sobre a sinistralidade dependem do amadurecimento da carteira e da avaliação de outros fatores que influenciam os resultados.
Na avaliação de Wladimir Chinchio, diretor de Operações da Vayon, operações com grande volume de atividades repetitivas e regras de negócio que possam ser explicitadas apresentam oportunidades relevantes de transformação. O executivo também aponta potencial na implantação de novos produtos que precisam ganhar velocidade de distribuição e escala comercial.
Para Chinchio, os benefícios não se restringem às operações já consolidadas. A tecnologia também pode acelerar a entrada de novas soluções no mercado, especialmente quando o desenvolvimento tradicional de sistemas representa uma limitação para a expansão dos negócios.
Integração com corretores é o próximo passo
Com a transformação da subscrição em andamento, a Mitsui pretende avançar na digitalização de outras etapas do ciclo de vida das apólices, incluindo endossos e renovações. A companhia também busca aprofundar a integração entre a plataforma, a gestão da carteira e a Central de Controle de Riscos.
O próximo movimento estratégico será conectar os processos de cotação e emissão diretamente aos sistemas utilizados pelos corretores, por meio de interfaces de programação de aplicações (APIs).
A proposta é permitir que os profissionais realizem cotações, contratações, administração dos riscos e procedimentos de faturamento dentro de seus próprios ambientes de trabalho, sem a necessidade de acessar diferentes plataformas. “Queremos criar uma jornada única, na qual o corretor possa cotar, contratar e administrar o risco, incluindo todo o processo de faturamento, diretamente em seu próprio ambiente de trabalho, sem precisar acessar sistemas separados”, completa Ricardo Beyer.
A expectativa é que a integração reduza novas etapas operacionais e amplie a presença da seguradora nos canais de distribuição, mantendo as mesmas regras e critérios técnicos de subscrição. A experiência em Transportes também poderá servir de referência para outras iniciativas de digitalização da Mitsui, embora uma eventual expansão para diferentes produtos dependa das características de cada carteira e do planejamento interno da companhia.
]]>Novo hub da Tokio Marine permite monitorar cotações
https://revistaapolice.com.br/2026/10/novo-hub-da-tokio-marine-permite-monitorar-cotacoes/
Wed, 14 Oct 2026 14:46:09 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143338A Tokio Marine anuncia o lançamento do HUB de Cotações, plataforma exclusiva para Assessorias e Grupos Econômicos parceiros da Companhia. Em um único ambiente digital, a ferramenta apresenta uma visão consolidada das cotações realizadas pelos corretores vinculados às respectivas carteiras, incluindo prêmios em negociação e indicadores de conversão. O novo HUB permite acompanhar o desempenho […]
]]>A Tokio Marine anuncia o lançamento do HUB de Cotações, plataforma exclusiva para Assessorias e Grupos Econômicos parceiros da Companhia. Em um único ambiente digital, a ferramenta apresenta uma visão consolidada das cotações realizadas pelos corretores vinculados às respectivas carteiras, incluindo prêmios em negociação e indicadores de conversão.
O novo HUB permite acompanhar o desempenho dos negócios em tempo real, identificar oportunidades e direcionar a atuação comercial junto aos corretores. A ferramenta também possibilita a captura estruturada de feedbacks, ampliando os elementos disponíveis para a tomada de decisão.
“O HUB de Cotações foi desenvolvido para transformar dados comerciais em ações mais estratégicas. Ao oferecer uma visão clara da carteira e dos negócios em andamento, a plataforma ajuda Assessorias e Grupos Econômicos a direcionar sua atuação, apoiar os corretores e identificar novas oportunidades”, afirma Dennis Milan, Diretor de Tecnologia, Digital e Inovação da Tokio Marine.
O lançamento reforça o papel desses canais no ecossistema de distribuição da Seguradora. Com acesso organizado aos principais indicadores da carteira, as equipes podem priorizar iniciativas, acompanhar resultados e atuar de forma mais próxima dos corretores .
A novidade também está alinhada à estratégia de transformação digital da Tokio Marine, voltada à aplicação da tecnologia em necessidades concretas do negócio, com foco na simplificação de processos, no aumento da produtividade e na geração de valor.
“Mais do que disponibilizar uma nova ferramenta, buscamos conectar tecnologia, processos e conhecimento do mercado. O diferencial está em organizar os dados de forma útil para reduzir o esforço operacional e apoiar decisões que contribuam efetivamente para o desenvolvimento dos negócios”, acrescenta Dennis Milan.
O HUB de Cotações amplia o conjunto de soluções digitais oferecidas pela Tokio Marine aos seus Parceiros de Negócios e reforça o compromisso da Companhia com a evolução contínua da experiência de sua cadeia de distribuição.
]]>Seguros Unimed cria programa de creators para corretores
https://revistaapolice.com.br/2026/10/seguros-unimed-cria-programa-de-creators-para-corretores/
Wed, 14 Oct 2026 13:44:59 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143334Desenvolvido com a Community Creators Academy, Creators Hub reúne 30 participantes na primeira turma
]]>EXCLUSIVO – A Seguros Unimed lançou nesta terça-feira (13), em São Paulo, o Creators Hub, programa de capacitação de corretores para a produção de conteúdo digital. Desenvolvida em parceria com a Community Creators Academy, a iniciativa busca preparar os profissionais para utilizar as redes sociais no relacionamento com clientes e na geração de negócios. A primeira edição reúne 30 participantes, com atividades previstas até dezembro.
O lançamento contou com a apresentação da metodologia do curso e uma masterclass de Fábio Duarte, fundador e CEO da Community Creators Academy, sobre a economia dos criadores de conteúdo e sua aplicação à corretagem de seguros. A discussão abordou como transformar o conhecimento técnico dos profissionais em uma comunicação capaz de alcançar novos públicos.
Na abertura, Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial da Seguros Unimed, afirmou que o projeto busca ampliar o apoio aos corretores que já utilizam as redes sociais e compartilham informações sobre seguros. Segundo ele, a iniciativa também pretende estreitar a relação da companhia com esses profissionais.
“A gente quer contribuir cada vez mais para isso”, disse Aguiar, ao comentar as ações de comunicação já desenvolvidas pelos parceiros. O executivo também relacionou o lançamento à celebração do Dia do Corretor de Seguros, comemorado em 12 de outubro.
A formação terá quatro módulos, com encontros online ao vivo duas vezes por semana, plantões de dúvidas e atividades práticas. Entre os temas apresentados estão posicionamento profissional, definição de público, linguagem, planejamento editorial, formatos de conteúdo e técnicas de gravação, edição e publicação.
Os participantes também desenvolverão conteúdos para quatro campanhas elaboradas em conjunto com a seguradora. As atividades terão avaliação e devolutivas da equipe de formação. Na etapa final, estão previstas mentorias em pequenos grupos para discutir dificuldades e planos de ação. O encerramento está marcado para 17 de dezembro, com entrega de certificados e reconhecimento pelo engajamento ao longo do programa.
Durante a masterclass, Duarte defendeu que produzir conteúdo deve fazer parte da rotina de profissionais de diferentes áreas. “Conteúdo é o novo inglês”, afirmou, ao comparar essa habilidade a uma competência necessária para ampliar as oportunidades de negócios.
Para ele, o conhecimento técnico precisa ser acompanhado de uma comunicação que permita ao público reconhecer essa experiência. Na avaliação do executivo, a presença digital ajuda o profissional a ser lembrado e considerado pelo consumidor antes mesmo de uma abordagem comercial.
“Se vocês parassem de correr atrás, eles viriam atrás de vocês?”, questionou Duarte, ao provocar os corretores sobre a dependência da prospecção ativa e a capacidade de atrair interessados por meio do conteúdo.
A aplicação dessa lógica ao seguro também foi discutida pelos participantes. Durante a apresentação, um dos presentes questionou como adaptar estratégias de comunicação usadas na venda de produtos a um serviço cuja contratação depende da percepção de uma necessidade de proteção.
Na resposta, Duarte destacou a confiança como um elemento central dessa relação. Segundo ele, conteúdos que ajudam o consumidor a compreender situações de risco e reconhecer a experiência do corretor podem contribuir para aproximá-lo da decisão de contratar. “Quem vende seguro vende segurança”, resumiu.
O executivo também abordou a necessidade de adaptar a linguagem a diferentes gerações e incorporar a produção de conteúdo às atividades do dia a dia. Na prática, a proposta apresentada foi aproveitar dúvidas, explicações e experiências que já fazem parte do atendimento para construir uma presença digital contínua.
]]>CNP investe mais R$ 2,5 milhões em projeto na Amazônia
https://revistaapolice.com.br/2026/10/cnp-investe-mais-r-25-milhoes-em-projeto-na-amazonia/
Wed, 14 Oct 2026 13:31:34 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143330Terceira fase do Conexão Amazônia terá aporte de R$ 2,5 milhões e priorizará a comercialização de produtos da sociobiodiversidade
]]>A CNP Assurances e a CNP Seguradora, sua marca própria no Brasil, renovam com o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) a parceria para o Conexão Amazônia. A terceira fase do projeto receberá investimento de R$ 2,5 milhões, elevando para R$ 7,5 milhões o total destinado à iniciativa desde seu lançamento, em 2024.
Executado pelo Idesam, o Conexão Amazônia busca fortalecer atividades econômicas baseadas no uso sustentável dos recursos da floresta, combinando geração de renda, desenvolvimento das organizações locais e conservação ambiental. O trabalho inclui assistência técnica, capacitação, melhoria de infraestrutura e apoio à comercialização de produtos da sociobiodiversidade. Entre as ações está o investimento em energia fotovoltaica, que ajuda a reduzir a dependência do diesel nas atividades produtivas.
Nas duas primeiras fases, o projeto beneficiou 550 famílias e oito organizações sociais, capacitou mais de 600 pessoas e movimentou mais de R$ 4 milhões com a comercialização de produtos das organizações participantes. Mais de 13 mil árvores foram plantadas, e o projeto apoiou a conservação de aproximadamente 2,5 milhões de hectares de floresta.
“A continuidade do Conexão Amazônia reforça uma visão de longo prazo. A conservação da floresta precisa estar associada à criação de oportunidades econômicas para quem vive no território”, afirma Maximiliano Villanueva, CEO da CNP Assurances para a América Latina. “Ao lado do Idesam, queremos contribuir para que as organizações locais se fortaleçam e para que as cadeias sustentáveis da Amazônia ganhem cada vez mais capacidade de gerar renda e acessar mercados”, completa François Tritz, CEO da CNP Seguradora.
A terceira fase se concentrará nas mesmas oito associações e famílias atendidas nas etapas anteriores, com foco no apoio às comunidades para a comercialização dos produtos da floresta e na consolidação das cadeias apoiadas. A atuação permanecerá nos mesmos territórios, mantendo o apoio à conservação de aproximadamente 2,5 milhões de hectares de floresta.
A nova etapa tem como meta alcançar R$ 2,1 milhões em faturamento nas cadeias da sociobioeconomia amazônica, incluindo R$ 400 mil em faturamento comercial da Inatú Amazônia. Também prevê um plano de expansão e estruturação comercial, com a conquista de novos pontos de venda, novos clientes, e uma estratégia para investimento em negócios da sociobioeconomia.
Serão apoiadas 15 cadeias produtivas, com a manutenção de 13 já atendidas. As metas contemplam 550 pessoas, entre elas 80 mulheres e 50 jovens, que integram esse total.
Para o Idesam, a continuidade permite avançar sobre uma base construída nas etapas anteriores. “O projeto foi construindo uma jornada. Primeiro foi necessário fortalecer as organizações, estruturar as cadeias e oferecer assistência técnica. Agora avançamos para um estágio em que comercialização, tecnologia e autonomia ganham ainda mais importância. O objetivo é que essas redes se fortaleçam e consigam gerar renda de forma continuada, mantendo a floresta conservada”, afirma André Vianna, diretor técnico do Idesam.
]]>Mapfre lança nova websérie sobre seguro de vida
https://revistaapolice.com.br/2026/10/mapfre-lanca-nova-webserie-sobre-seguro-de-vida/
Wed, 14 Oct 2026 12:44:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143327Projeto reúne 15 episódios sobre proteção e relacionamento com clientes; seguradora também oferece consultas ginecológicas a preço reduzido durante outubro
]]>A Mapfre, companhia global de seguros e serviços financeiros, lança neste mês a websérie Vida em Toda Conversa, voltada a corretores de seguros. Os episódios partem de situações cotidianas que evidenciam oportunidades para ampliar o diálogo com os clientes, abordando temas relacionados à proteção, bem-estar e prevenção de forma natural e relevante.
Paralelamente, durante o Outubro Rosa, a companhia realiza ações voltadas à promoção da saúde da mulher. “Queremos que o Seguro de Vida esteja presente nas conversas que fazem sentido para o cliente. O corretor tem um papel fundamental nesse diálogo porque conhece a realidade de quem atende e consegue identificar diferentes necessidades de proteção ao longo do relacionamento”, afirma Karine Brandão, diretora executiva Comercial da Mapfre. A websérie é composta por 15 episódios, que serão publicados semanalmente nas redes sociais da Mapfre.
Durante outubro, clientes elegíveis ao Mapfre Cuidando de Você, assistência integrada ao Seguro de Vida Individual da companhia, podem realizar consultas presenciais com ginecologista por R$ 50. A condição é válida até o fim do mês e também pode ser utilizada pela mãe e pela filha da segurada.
A ação faz parte das iniciativas da Mapfre para o Outubro Rosa, movimento que busca ampliar a conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Segundo estimativa do INCA, o Brasil deve registrar quase 79 mil novos casos da doença por ano entre 2026 e 2028.
“O Outubro Rosa reforça a importância do cuidado contínuo com a saúde da mulher. Por meio do Seguro de Vida, buscamos oferecer serviços que apoiem nossos clientes em diferentes momentos, incentivando o acompanhamento médico e o bem-estar ao longo do ano”, afirma Hilca Vaz, diretora de Seguro de Vida, Previdência e Capitalização da Mapfre.
O Mapfre Cuidando de Você é oferecido nas novas contratações do Seguro de Vida Individual e inclui descontos em consultas médicas presenciais e online, exames laboratoriais e de imagem, atendimento odontológico e medicamentos. A assistência também oferece orientação médica por telefone, 24 horas por dia, sem custo adicional.
]]>Seguros Unimed inclui Hospital BP na rede credenciada
https://revistaapolice.com.br/2026/10/seguros-unimed-inclui-hospital-bp-na-rede-credenciada/
Wed, 14 Oct 2026 12:29:49 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143324Unidade da Beneficência Portuguesa de São Paulo passa a atender beneficiários do Novo Essencial SP, voltado a contratos empresariais e por adesão
]]>A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia que a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores hubs de saúde do país, passa a integrar a rede credenciada do produto de saúde do Novo Essencial SP. A inclusão da renomada instituição agrega valor ao plano, tornando-o ainda mais atrativo para os segurados da assistência médica e para novos contratos.
Localizado em região de fácil acesso, o Hospital BP, uma das unidades da BP, oferece estrutura completa e preparada para casos de alta complexidade, com pronto-socorro adulto e infantil 24 horas e mais de 50 especialidades médicas. A instituição preza pelo bem-estar de seus pacientes, sendo reconhecida pelos mais altos padrões internacionais de excelência na saúde e segurança em saúde.
“Nosso compromisso é garantir que os segurados da Seguros Unimed tenham acesso a uma rede assistencial sempre qualificada, capaz de oferecer segurança, resolutividade e uma experiência de cuidado diferenciada. Trabalhamos continuamente na avaliação e ampliação dessa rede, sempre com critérios rigorosos de qualidade, para que o seu crescimento aconteça de forma sustentável e alinhada às necessidades dos nossos clientes. A integração com a BP é mais um importante passo nessa direção, fortalecendo a oferta de serviços de excelência aos beneficiários.”, afirma Gustavo Gusso, superintendente de Rede e Atenção à Saúde da Seguros Unimed.
“Essa parceria reforça nossa estratégia de expansão por meio de alianças de longo prazo com instituições que compartilham a visão de uma saúde mais sustentável, integrada e centrada nas pessoas. Acreditamos em um crescimento responsável, capaz de ampliar o acesso à medicina de excelência sem abrir mão da qualidade assistencial, da inovação e da geração de valor para pacientes, clientes e para todo o sistema de saúde”, comenta Álvaro Luiz Caetano, Diretor Executivo de Desenvolvimento de Negócios e Expansão da BP.
O Novo Essencial SP está disponível para contas PME, empresas com mais de 100 vidas e ao modelo de adesão, voltado para entidades de classe, sindicatos e associações. O plano disponibiliza quatro opções de contratação (com ou sem coparticipação), atendimento de urgência e emergência nacional e reembolso para consultas e terapias. Sua rede estratégica abrange os municípios de São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Osasco e Mauá.
“Na Seguros Unimed, acompanhamos constantemente as transformações do mercado e as expectativas dos clientes para desenvolver soluções que realmente façam sentido para suas necessidades. A inclusão do Hospital BP à rede do Novo Essencial SP reforça esse compromisso de oferecer produtos cada vez mais completos, capazes de atender diferentes perfis e demandas, sem abrir mão do elevado padrão de qualidade que faz parte da nossa atuação”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos da seguradora.