Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosMon, 03 Aug 2026 18:59:40 +0000pt-BR
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3232ANS lança ferramenta para consulta de procedimentos
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Mon, 03 Aug 2026 18:24:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141475Nova ferramenta reúne tabelas da TUSS e permite pesquisa e download de informações utilizadas na saúde suplementar
]]>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou uma plataforma para consulta de tabelas da Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS). O Sistema de Gestão de Terminologias reúne os códigos utilizados por operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços para identificar procedimentos, exames, medicamentos, materiais e outros itens relacionados à assistência aos beneficiários.
A ferramenta utiliza a tecnologia Open Concept Lab (OCL) e também reúne as terminologias que integram o Padrão TISS (Troca de Informações da Saúde Suplementar), empregado na comunicação entre operadoras e prestadores de serviços de saúde.
Segundo a agência, os códigos da TUSS são utilizados principalmente na troca de informações entre planos de saúde, hospitais, clínicas, laboratórios e demais prestadores. Por esse motivo, os beneficiários não precisam conhecer ou informar esses códigos para realizar consultas, exames ou outros procedimentos. A agência destaca ainda que os estabelecimentos de saúde não podem exigir essa informação dos pacientes.
A plataforma permite pesquisar códigos e descrições de procedimentos, exames, medicamentos, materiais, órteses, próteses, materiais especiais, diárias, taxas e outros itens utilizados na saúde suplementar. As informações estão organizadas em tabelas numeradas e podem ser localizadas por meio de um campo de busca.
Entre os conteúdos disponíveis estão cerca de 6 mil procedimentos em saúde, reunidos na Tabela 22, e mais de 1,3 milhão de registros de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), disponíveis na Tabela 19.
Além da consulta online, o sistema permite baixar as tabelas em formatos como Microsoft Excel, CSV e JSON. A plataforma também disponibiliza uma API voltada à integração com sistemas de informação, permitindo que desenvolvedores e empresas acessem automaticamente as versões mais recentes das tabelas.
TUSS não define cobertura obrigatória
A ANS ressalta que a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) e o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde têm funções distintas.
Enquanto a TUSS padroniza a nomenclatura e os códigos utilizados na troca de informações entre operadoras e prestadores de serviços, o Rol da ANS estabelece quais procedimentos possuem cobertura obrigatória pelos planos de saúde.
Dessa forma, um procedimento pode constar na TUSS para fins de padronização administrativa sem, necessariamente, integrar a lista de coberturas obrigatórias prevista pela regulamentação da agência.
]]>Apólice #321 – A proteção da Pessoa Jurídica
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Mon, 03 Aug 2026 18:13:17 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141443EXCLUSIVO – O Brasil possui cerca de 25,2 milhões de empresas ativas registradas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas. Estima-se que, deste total, mais de 90% sejam PME’s. Segundo estimativas da CNseg, apenas 20% destas empresas possuem algum tipo de proteção de seguro. Você pode ler mais sobre o tema na Revista Apólice. O seguro empresarial, […]
]]>EXCLUSIVO – O Brasil possui cerca de 25,2 milhões de empresas ativas registradas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas. Estima-se que, deste total, mais de 90% sejam PME’s. Segundo estimativas da CNseg, apenas 20% destas empresas possuem algum tipo de proteção de seguro. Você pode ler mais sobre o tema na Revista Apólice.
O seguro empresarial, e toda a sua ampla gama de coberturas, pode ser uma ferramenta capaz de garantir a continuidade dos negócios independente do seu tamanho. Por isso, as seguradoras que operam neste segmento estão realizando um grande esforço para atingir as Pequenas e Médias Empresas.
Atualmente, já não basta mais cobrir o risco de incêndio, raios e explosões. As seguradoras querem mostrar aos potenciais segurados que os riscos evoluíram, que agora é preciso olhar para o cyberseguro, as mudanças climáticas e para as questões ligadas à ESG.
O segurado busca produtos com contratação mais simples, mas que o proteja. Quer entender como o mercado funciona, o que contratou, e quer ser atendido de forma rápida, com respostas eficientes.
Há uma convergência entre o que o consumidor deseja e o que as seguradoras podem oferecer. Cabe aos corretores de seguros trabalharem para dar match nesta relação.
]]>BVIX destaca seguro voltado a mulheres durante Agosto Lilás
https://revistaapolice.com.br/2026/08/bvix-destaca-seguro-voltado-a-mulheres-durante-agosto-lilas/
Mon, 03 Aug 2026 14:39:54 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141471A BVIX Seguradora destaca, durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, o seguro Amparo Mulher, lançado pela companhia em março de 2025. A iniciativa ocorre em um cenário de aumento da atenção sobre a violência de gênero no Brasil. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança […]
]]>A BVIX Seguradora destaca, durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, o seguro Amparo Mulher, lançado pela companhia em março de 2025.
A iniciativa ocorre em um cenário de aumento da atenção sobre a violência de gênero no Brasil. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o país registrou 399 vítimas de feminicídio no primeiro trimestre de 2026, maior número da série histórica para o período desde 2015. No mesmo intervalo, foram concedidas 171.036 medidas protetivas pela Justiça.
O Atlas da Violência 2026 também aponta que 66,2% das mulheres atendidas por casos de violência doméstica já haviam sofrido agressões anteriores.
Segundo a BVIX, o seguro Amparo Mulher foi desenvolvido com foco em oferecer suporte financeiro e serviços de assistência para mulheres em situações de violência doméstica e familiar.
“Ao oferecer um seguro pensado para atender mulheres em momentos de maior vulnerabilidade, nosso objetivo é contribuir para fortalecer uma rede de apoio que pode fazer diferença na vida de milhares de brasileiras. Rompendo assim o ciclo de violência para que elas reconstruam suas vidas com dignidade”, esclarece Carlos Hermida, diretor executivo comercial e estratégico da BVIX.
Entre as coberturas oferecidas pelo produto está a proteção em caso de desemprego involuntário, com pagamento de indenização em parcela única. O seguro também conta com assistência psicológica para a segurada e seus familiares, além de serviço de telemedicina com atendimento médico online 24 horas.
Disponível para contratação pelo site da companhia, o produto integra a estratégia da seguradora de ampliar a oferta de seguros voltados a diferentes públicos.
“O Agosto Lilás reforça que conscientização e proteção caminham juntas, e a BVIX acredita no poder de iniciativas que promovam esse compromisso”, afirma Hermida.
]]>CNseg leva seguros e riscos climáticos à Semana do Clima de SP
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Mon, 03 Aug 2026 14:33:30 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141469Entidade participa da Semana do Clima de São Paulo com sete compromissos voltados a financiamento climático, infraestrutura, ciência, agronegócio e gestão de riscos
]]>A relação entre as mudanças climáticas e a atividade econômica deixou de ocupar apenas os espaços dedicados ao meio ambiente. Hoje, figura nas discussões sobre crédito, infraestrutura, seguros, mercado de capitais, planejamento urbano e produção de alimentos. É nesse ambiente que a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) participa da programação da Semana do Clima de São Paulo, com uma agenda construída ao longo dos últimos três anos em conferências internacionais e encontros voltados ao financiamento da adaptação climática.
A entidade passou a integrar de forma permanente as Conferências do Clima da Organização das Nações Unidas a partir da COP28, em Dubai. Desde então, participou da COP29, promoveu a Casa do Seguro durante a COP30, em Belém, e já prepara sua atuação na COP31, marcada para Antalya, na Turquia.
Nesse intervalo, a discussão também chegou à Europa: em 2025, a entidade realizou o Fórum de Seguros Brasil–França, em Paris; e este ano, promoveu o Fórum de Seguros Brasil–Portugal, em Lisboa, e o Fórum de Seguros Brasil–Reino Unido, em Londres, no âmbito da London Climate Action Week. Os encontros reuniram seguradoras, resseguradoras, reguladores, investidores e representantes do setor público para discutir instrumentos de financiamento, infraestrutura resiliente, modelagem de riscos e adaptação.
Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o conhecimento acumulado sobre riscos climáticos precisa chegar às decisões de investimento. “Fortalecer a resiliência climática exige ampliar a integração entre conhecimento técnico e mecanismos de proteção financeira. O seguro transforma o conhecimento sobre riscos em proteção financeira, permitindo que famílias, empresas e governos tenham condições de se recuperar com mais rapidez diante de eventos extremos”, disse.
A programação em São Paulo reúne temas que fizeram parte dessa agenda internacional. O primeiro compromisso será o lançamento do Grupo de Trabalho de Finanças Climáticas, organizado pelo Instituto Aya e O Futuro. Na sequência, a Confederação participa do encontro promovido pela Sustainable Business COP (SBCOP) sobre a contribuição do setor privado para a COP31.
No dia seguinte, representantes da entidade estarão na Fundação Getúlio Vargas (FGV) para discutir como planos de adaptação podem atrair investimentos privados destinados ao aumento da resiliência climática. Ainda em 4 de agosto, a CNseg participa do Climate 2026 – Economia, Clima e Competitividade, promovido pela Times Brasil e pela CNBC.
O dia 5 de agosto concentra duas iniciativas organizadas diretamente pela Confederação. Pela manhã, a CNseg realiza, ao lado da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o II Fórum de Finanças Sustentáveis. A proposta é discutir a estruturação de projetos, mecanismos financeiros e formas de ampliar a participação do capital privado em iniciativas ligadas à adaptação e à economia de baixo carbono.
À tarde, em parceria com FGV, promove a mesa-redonda “Risco Climático, Resiliência e o Setor de Seguros”. Pesquisadores, economistas, climatologistas, reguladores e representantes do mercado segurador discutirão o uso de dados científicos na avaliação dos riscos climáticos, seus reflexos sobre os municípios e alternativas para reduzir perdas econômicas. A programação retoma discussões iniciadas durante a London Climate Action Week e inclui temas como segurança hídrica, eventos extremos e métodos para estimar impactos econômicos associados ao clima.
A agenda da CNseg na Semana do Clima será concluída em 6 de agosto, durante o World Climate Summit LATAM, com uma série de painéis organizados em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). As discussões serão distribuídas em três frentes: a primeira tratará dos efeitos do El Niño e da proteção financeira diante da maior frequência de eventos extremos; a segunda abordará infraestrutura e concessões públicas, examinando como o risco climático pode ser incorporado ao planejamento de obras e serviços essenciais; e o último painel reunirá representantes do cooperativismo, do sistema financeiro, das seguradoras, do resseguro e do agronegócio para discutir seguro rural, crédito e gestão de riscos na atividade agrícola.
Ao reunir esses encontros em uma mesma semana, a programação conecta temas que vêm sendo tratados pela CNseg desde a COP28 e que continuarão presentes na preparação para a COP31, ampliando o diálogo entre setor segurador, mercado financeiro, pesquisadores, empresas e poder público.
SEMANA DO CLIMA DE SÃO PAULO – AGENDA
03/08: 14h – 15h Lançamento do GT de Finanças Climáticas Plataforma: São Paulo Climate Week Organizadores: Instituto Aya & O FUTURO
03/08: 15h15 – 16h30 SBCOP: Liderança do Setor Privado para a COP31 Organizadores: SBCOP Local: CNI
04/08: 09h – 12h Dos Planos de Adaptação ao Investimento Privado: mobilizando empresas para a resiliência climática Organizadores: FGV EAESP, Pres COP30, Pacto Global e iCS Local: FGV EAESP
04/08: 11h30 – 12h30 CLIMATE 2026 – Economia, Clima e Competitividade Organizadores: Times Brasil e CNBC Local: CNBC
05/08: 08h30 – 12h30 Fórum de Finanças Sustentáveis Parceiros: ANBIMA & FEBRABAN Plataforma: Brazil Climate Solutions Week Organizadores: Itaú e Bradesco (CUBO)
05/08: 15h – 17h Roundtable – Risco climático, resiliência e o setor de seguros Parceiro: FGV IISR Local: FGV EAESP
06/08: 15h – 18h Riscos Climáticos e o Setor Segurador: Como ampliar a resiliência do Brasil? Parceiro: Instituto Clima e Sociedade Plataforma: World Climate Summit Organizador: World Climate Foundation
07/08: 13h – 18h Dia dedicado à IA, Tecnologia e Resiliência no CUBO Plataforma: Brazil Climate Solutions Week Organizadores: Itaú e Bradesco (CUBO)
]]>Geração Z é a que mais perde dinheiro com golpes digitais, aponta TransUnion
https://revistaapolice.com.br/2026/08/geracao-z-e-a-que-mais-perde-dinheiro-com-golpes-digitais-aponta-transunion/
Mon, 03 Aug 2026 14:18:16 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141466Pesquisa mostra que jovens são o grupo que mais relata prejuízos com fraudes online; no Brasil, índice chega a 33%
]]>Um estudo recente da TransUnion revela que a Geração Z é a faixa etária mais propensa a relatar perdas financeiras causadas por fraudes digitais. De acordo com a pesquisa, 39% dos entrevistados da Geração Z disseram ter perdido dinheiro devido a fraudes por e-mail, online, telefone e mensagens de texto no último ano, significativamente acima dos 26% entre os consumidores pesquisados em 18 países e regiões. No Brasil, o cenário também chama atenção: 33% dos entrevistados da Geração Z afirmaram ter sofrido perdas financeiras com fraudes, o maior percentual entre todas as gerações, enquanto a média nacional foi de 24%.
Crescer usando internet, as redes sociais e os aplicativos desde a infância não tornou os consumidores mais jovens menos vulneráveis a golpes digitais. Pelo contrário. O resultado desafia uma ideia bastante comum: a de que quem nasceu em um mundo digital estaria naturalmente mais preparado para identificar fraudes online. Na prática, o que acontece pode ser justamente o contrário.
A Geração Z está entre os grupos mais ativos online. Eles fazem compras online, utilizam aplicativos de pagamento, passam tempo significativo nas redes sociais, jogam em plataformas digitais e gerenciam muitos aspectos de suas vidas diárias pelo celular. Quanto maior o número de interações digitais, maior também o número de oportunidades para que fraudadores tentem aplicar golpes.
Dos tipos de fraudes que a Geração Z relatou ter perdido dinheiro, a fraude baseada em confiança — golpes com vendedores terceiros em sites legítimos de e-commerce (27%). Outro destaque é o chamado golpe da “conta laranja”. Nesses casos, indivíduos permitem que suas contas bancárias sejam usadas para transações financeiras de terceiros, muitas vezes sem compreender totalmente os riscos ou implicações legais envolvidos.
Segundo Wallace Massola, Head de Soluções de Prevenção a Fraudes da TransUnion Brasil, o principal aprendizado é que familiaridade com tecnologia não deve ser confundida com proteção contra fraudes. “Os golpes estão mudando. Muitos fraudadores deixaram de tentar invadir sistemas e passaram a investir em estratégias que exploram a confiança das pessoas. Eles utilizam mensagens, ofertas, abordagens em redes sociais e contatos que parecem legítimos para convencer a vítima a compartilhar informações ou tomar uma ação”, afirma Massola.
Para o executivo, a sofisticação dos golpes faz com que o desafio atual vá além do conhecimento técnico. “Hoje, os golpes mais bem-sucedidos não são necessariamente os mais complexos do ponto de vista tecnológico. Muitas vezes, são os que conseguem parecer verdadeiros. Por isso, proteção depende cada vez mais de uma combinação entre educação digital, tecnologia e mecanismos capazes de identificar comportamentos de risco ao longo da jornada online”, explica.
Os resultados reforçam uma tendência observada globalmente: a fraude digital está cada vez mais ligada à exploração da confiança do usuário. Em vez de procurar vulnerabilidades apenas em sistemas ou dispositivos, os criminosos buscam convencer as próprias pessoas a compartilhar dados, autorizar transações ou conceder acessos.
Nesse cenário, entender como diferentes gerações se comportam no ambiente digital torna-se fundamental para que empresas, consumidores e plataformas consigam reduzir riscos e construir experiências mais seguras.
Para apoiar empresas nesta jornada, a TransUnion Brasil organiza sua atuação em prevenção a fraudes em quatro pilares complementares: 1. Autenticações invisíveis; 2. Inteligência antifraude; 3. Know Your Customer (KYC), compliance, prevenção à lavagem de dinheiro (PLD) e análises reputacionais; e 4. Enriquecimento e dados para validação. Elas atuam em diferentes camadas de decisão que ajudam as empresas a reduzir fraude, cumprir exigências regulatórias, melhorar a qualidade do dado e proteger a experiência do cliente ao longo de toda a jornada.
Metodologia
A TransUnion chegou às suas conclusões sobre fraude digital com base em uma pesquisa global com 12.730 consumidores em 18 países e regiões, realizada de 20 de novembro a 9 de dezembro de 2025 (página 42), e em informações de sua gama de soluções de prevenção à fraude da TransUnion. Mil pessoas foram pesquisadas no Brasil de 20 de novembro a 5 de dezembro de 2025 como parte da pesquisa global.
Para saber mais sobre como as soluções de prevenção a fraudes da TransUnion Brasil podem ajudar empresas a evitar fraudes e prevenir perdas por fraude, clique aqui.
Dados específicos de países e regiões no relatório incluem Brasil, África do Sul, Botsuana, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, Guatemala, Honduras, Hong Kong, Índia, México, Namíbia, Nicarágua, Porto Rico, Quênia, Reino Unido, República Dominicana, Ruanda e Zâmbia.
]]>MSIG contrata executiva para comandar canal de Large Brokers
https://revistaapolice.com.br/2026/08/msig-contrata-executiva-para-comandar-canal-de-large-brokers/
Mon, 03 Aug 2026 13:56:03 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141460A Mitsui Sumitomo Seguros (MSIG) anunciou a chegada de Ariane Ribeiro Luciano ao cargo de superintendente de Gestão de Negócios & Relacionamento, com atuação à frente do canal Large Brokers. A executiva terá como foco o relacionamento da companhia com corretoras de grande porte e alta produção. Graduada em Administração pelo IMES – Universidade de […]
]]>A Mitsui Sumitomo Seguros (MSIG) anunciou a chegada de Ariane Ribeiro Luciano ao cargo de superintendente de Gestão de Negócios & Relacionamento, com atuação à frente do canal Large Brokers. A executiva terá como foco o relacionamento da companhia com corretoras de grande porte e alta produção.
Graduada em Administração pelo IMES – Universidade de São Caetano do Sul e com MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Ariane possui mais de duas décadas de experiência na área comercial do mercado segurador.
Ao longo da carreira, atuou em companhias como Allianz, Berkley e Fairfax, com experiência no relacionamento com grandes corretoras, desenvolvimento de negócios, renovação de carteiras e identificação de oportunidades comerciais.
Segundo a MSIG, a chegada da executiva faz parte da estratégia da companhia de fortalecer a atuação junto aos Large Brokers, com um modelo de relacionamento voltado à proximidade com os parceiros e ao entendimento das demandas específicas desse segmento.
“A entrada da Ariane no nosso time reforça exatamente o que buscamos para a relação com os Large Brokers: proximidade e capacidade de execução. Ela chega com um histórico consistente de resultados e uma leitura muito clara de como as grandes corretoras operam e o que esperam de uma seguradora parceira. Isso vai nos ajudar a evoluir o modelo de atendimento e fortalecer ainda mais essas relações”, afirma Carlos Eduardo Silvestre, Diretor de Gestão de Negócios & Relacionamento da MSIG.
Para Ariane, o relacionamento com os corretores será um dos pilares da atuação à frente da área.
“Ao longo da minha carreira, sempre acreditei que o relacionamento genuíno com o corretor é a base de qualquer estratégia comercial de sucesso. Estou muito animada para contribuir com a evolução da área de Gestão de Negócios & Relacionamento, unindo proximidade com o mercado, foco em resultado e uma visão estratégica para o atendimento aos Large Brokers”, declara Ariane Ribeiro Luciano, Superintendente de Gestão de Negócios & Relacionamento da MSIG.
]]>Vendavais no Litoral expõem riscos para operações logísticas
https://revistaapolice.com.br/2026/08/vendavais-no-litoral-expoem-riscos-para-operacoes-logisticas/
Mon, 03 Aug 2026 13:50:01 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141455Tempestade que atingiu litoral e interior paulista provocou danos em estruturas, operações portuárias e patrimônios; mercado avalia desafios de prevenção e cobertura diante do avanço dos eventos extremos
]]>EXCLUSIVO – Os vendavais que atingiram o Estado de São Paulo na última semana deixaram um cenário de danos em diferentes regiões e levantaram novamente o debate sobre a preparação de cidades, empresas e consumidores diante do avanço dos eventos climáticos extremos. Com rajadas que chegaram a 125 km/h no interior paulista e ultrapassaram 110 km/h no litoral, a tempestade provocou mortes, queda de árvores e estruturas, cancelamentos de voos, interrupção temporária das operações no Porto de Santos e prejuízos materiais.
Em Santos, um muro desabou sobre caminhões nas proximidades do porto, árvores foram arrancadas e estruturas urbanas foram afetadas. Já em São Sebastião, um pescador morreu após o naufrágio de uma embarcação durante a ventania.
O episódio também afetou a infraestrutura logística do Estado. No Porto de Santos, rajadas intensas provocaram queda de contêineres, danos em estruturas e interrupções temporárias das operações, evidenciando os impactos que eventos climáticos podem gerar não apenas sobre patrimônios físicos, mas também sobre cadeias produtivas e atividades econômicas.
A ocorrência acontece em um momento em que empresas e seguradoras ampliam o debate sobre riscos climáticos. Com fenômenos extremos mais frequentes, o mercado passa a avaliar como produtos, coberturas e estratégias de prevenção precisam evoluir para acompanhar uma realidade de maior exposição.
Para entender como está a resposta do setor na visão dos corretores de seguros, a redação conversou com o diretor regional de Santos do Sincor-SP, Paulo Sergio de Souza. O executivo explicou que as seguradoras possuem protocolos consolidados para atender ocorrências de grande impacto, permitindo uma mobilização rápida das equipes após a comunicação dos sinistros.
Segundo Paulo, o episódio chamou atenção inclusive de moradores acostumados com ventanias no litoral paulista. Para ele, a intensidade do fenômeno ficou acima do padrão observado normalmente na região. O diretor regional destacou que o atendimento depende principalmente das coberturas contratadas pelos segurados e da avaliação técnica dos danos registrados.
“É nesse momento que entra em evidência a importância do seguro. Quem possui uma cobertura adequada consegue reduzir significativamente o impacto financeiro provocado por um evento como esse. Já quem não contratou proteção acaba arcando sozinho com prejuízos que muitas vezes comprometem seu patrimônio ou sua atividade econômica”, afirma.
Ele também explica que, em muitos produtos do mercado segurador, a caracterização do vendaval considera critérios técnicos previstos nas condições da apólice, podendo envolver parâmetros relacionados à velocidade dos ventos e à comprovação do evento por registros meteorológicos.
Locais foram atingidos pelas fortes rajadas de vento — Foto: Reprodução/Redes sociais
Resposta do setor
Na avaliação de Souza, o principal desafio do setor não está necessariamente na capacidade de resposta das seguradoras, mas na ampliação da cultura do seguro entre consumidores e pequenas empresas.
Outro ponto destacado pelo corretor é a importância da contratação adequada das coberturas. Segundo ele, muitos problemas após eventos climáticos não estão relacionados à negativa das seguradoras, mas à ausência de determinadas proteções que não foram incluídas no momento da contratação.
“Se você tem um cliente em uma região onde existe uma exposição maior a vendavais, é papel do corretor orientar sobre essa necessidade. O nosso trabalho é entender o risco e oferecer a proteção adequada para aquela realidade”, explica.
Para Souza, a orientação profissional é fundamental para evitar que segurados descubram apenas após um evento que determinada cobertura não fazia parte da apólice contratada.
“Os eventos climáticos deixaram de ser exceção e passaram a fazer parte da gestão de risco das famílias e das empresas. As pessoas começam a perceber que essas ocorrências estão cada vez mais frequentes e passam a buscar formas de proteger seu patrimônio”, comenta.
Segundo o diretor, esse movimento também começa a atingir pequenos empreendedores que dependem diretamente de suas atividades para gerar renda, como comerciantes, quiosqueiros e prestadores de serviço.
“Nesses momentos, a gente vê muitos casos de pessoas que perdem praticamente tudo. O seguro não vai impedir que o fenômeno aconteça, mas reduz significativamente o impacto financeiro que ele provoca”, afirma.
Além dos impactos urbanos, os vendavais também afetaram uma das principais estruturas logísticas do país. No Porto de Santos, rajadas superiores a 110 km/h provocaram queda de contêineres, interrupções temporárias nas operações e danos em estruturas.
O episódio reforçou uma preocupação que vem crescendo entre empresas e gestores de risco: os eventos climáticos não provocam apenas danos físicos, mas também podem gerar paralisações operacionais, atrasos logísticos e perdas financeiras.
Olhando para os grandes riscos como no caso da grande embarcações e toda a operação marítima, Simone Ramos, diretora de Portos e Logística da Lockton Brasil, comenta que esse cenário representa uma mudança na forma como as empresas avaliam suas exposições. Para a Lockton, eventos climáticos extremos deixaram de ser situações pontuais e passaram a integrar permanentemente o planejamento operacional, financeiro e securitário das organizações.
“O risco climático deixou de ser uma exposição eventual e passou a integrar as decisões operacionais, financeiras e de seguros. Nossa atuação busca preparar os clientes para prevenir, responder e se recuperar desses eventos”, afirma.
A executiva explica ainda, que a Lockton Brasil vem ampliando o trabalho de gestão de risco climático junto aos clientes, com análises de cenários, visitas técnicas, treinamentos e construção de matrizes específicas para identificar vulnerabilidades.
A preocupação das empresas, levanta a executiva, também evoluiu. Antes concentrada nos danos materiais, a avaliação passou a considerar impactos como interrupção de atividades, perda de receitas, compromissos contratuais e dificuldades de retomada após um evento extremo.
“Não se trata apenas de reparar um equipamento ou uma estrutura danificada. Muitas vezes, o maior impacto está no período em que a operação permanece parada e na capacidade da empresa de voltar a funcionar”, explica.
Nesse contexto, a executiva destaca que companhias têm revisado programas de seguros, limites de cobertura, franquias, exclusões e períodos de indenização, além de avaliar soluções complementares para riscos relacionados à interrupção dos negócios. Segundo ela, o mercado também começa a analisar alternativas para situações em que não existe necessariamente um dano material direto, mas há perda financeira provocada pela paralisação das atividades.
“Temos desenvolvido estudos de soluções paramétricas para situações em que não ocorre um dano material direto, mas existem paralisações frequentes e de curta duração que, acumuladas ao longo do ano, podem gerar perdas relevantes de receita”, afirma.
Além da contratação dos seguros, Simone ressalta que a preparação interna das empresas também passou a ser um fator relevante. A atuação das equipes operacionais, jurídicas, de engenharia, manutenção e contratos pode influenciar diretamente a velocidade de resposta após um evento.
“A qualidade das primeiras providências e a clareza na distribuição das responsabilidades podem ser determinantes na condução de uma ocorrência”, explica.
A intensificação dos eventos climáticos também vem mudando a percepção do mercado sobre o papel do seguro. Para especialistas, a tendência é que produtos e estratégias de proteção passem a incorporar cada vez mais ferramentas de prevenção, análise de dados e gestão antecipada dos riscos.
Na avaliação de Paulo Sergio de Souza, o avanço dos fenômenos naturais reforça a necessidade de uma atuação mais próxima entre seguradoras, corretores e clientes.
“O seguro não impede que o fenômeno aconteça, mas reduz significativamente o impacto financeiro que ele provoca. Esse é o papel da proteção”, conclui.
Para o setor, o desafio passa a ser ampliar o entendimento de que a contratação de seguros deve ocorrer antes da ocorrência do evento, e não apenas como uma resposta após a perda.
]]>Darwin cria plataforma de seguro garantia para leiloeiros
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Mon, 03 Aug 2026 11:26:24 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141451A Darwin Seguros lançou a plataforma “Leiloeiro Protegido”, desenvolvida para emissão digital de seguro garantia destinado a leiloeiros públicos habilitados pelas juntas comerciais brasileiras. O projeto conta com a parceria da Traderisk, consultoria especializada em crédito e seguro garantia. A iniciativa busca simplificar um processo que, até então, dependia de operações manuais e etapas burocráticas […]
]]>A Darwin Seguros lançou a plataforma “Leiloeiro Protegido”, desenvolvida para emissão digital de seguro garantia destinado a leiloeiros públicos habilitados pelas juntas comerciais brasileiras. O projeto conta com a parceria da Traderisk, consultoria especializada em crédito e seguro garantia. A iniciativa busca simplificar um processo que, até então, dependia de operações manuais e etapas burocráticas na contratação da apólice exigida para atuação profissional.
Por exigência legal, leiloeiros precisam apresentar seguro garantia às juntas comerciais para exercer a atividade, e sem essa apólice, o profissional não consegue obter ou manter sua habilitação. Com a nova plataforma, a contratação passa a ocorrer de forma totalmente digital, incluindo preenchimento de dados, análise, emissão e acompanhamento da apólice em tempo real.
Segundo o CEO da Traderisk, Adriano Tomasoni, a proposta é trazer mais agilidade e previsibilidade ao processo. “O leiloeiro precisa de rapidez e segurança para exercer sua atividade. Eliminamos etapas manuais e desenvolvemos uma jornada digital que permite a emissão do seguro garantia em poucos minutos, reduzindo a burocracia e trazendo mais eficiência para o profissional”, explica.
A plataforma também incorpora os corretores de seguros à operação. Os profissionais cadastrados poderão acompanhar clientes, registrar leads e operar dentro do ambiente digital, mantendo a atuação comercial e o relacionamento com os segurados.
Para a Darwin Seguros, o projeto faz parte de uma estratégia voltada ao desenvolvimento de soluções especializadas direcionadas a nichos profissionais com demandas específicas de proteção e gestão de riscos.“O seguro garantia é um primeiro passo dentro de uma proposta mais ampla de soluções voltadas aos leiloeiros. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de um seguro de responsabilidade profissional (E&O) para essa categoria, ampliando a proteção dos profissionais no exercício da atividade”, afirma o CEO da Darwin Seguros, Edson Toguchi.
O seguro de Errors & Omissions (E&O), bastante difundido em mercados internacionais, oferece cobertura para erros, omissões ou falhas profissionais que possam gerar prejuízos a terceiros. No Brasil, o produto ainda possui presença limitada em diversos segmentos profissionais.
Na avaliação da seguradora, o avanço da digitalização e o desenvolvimento de produtos mais segmentados tendem a ampliar a oferta de soluções para categorias historicamente pouco atendidas pelo mercado segurador tradicional.
]]>Rede Promotiva fortalece rede de correspondentes bancários
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Mon, 03 Aug 2026 11:23:47 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141449O mercado brasileiro de crédito vive um momento de transformação. Ao mesmo tempo em que, de acordo com informações do Banco Central, o crescimento do saldo total do crédito em 2026 deve chegar a 9%, um ambiente macroeconômico com taxa elevada de juros, mudanças regulatórias e maior exigência dos consumidores por acesso facilitado a serviços […]
]]>O mercado brasileiro de crédito vive um momento de transformação. Ao mesmo tempo em que, de acordo com informações do Banco Central, o crescimento do saldo total do crédito em 2026 deve chegar a 9%, um ambiente macroeconômico com taxa elevada de juros, mudanças regulatórias e maior exigência dos consumidores por acesso facilitado a serviços financeiros exigem das empresas do segmento uma adaptação constante. A Rede Promotiva, unidade de negócio da Wiz Co e maior rede de correspondentes bancários do Brasil, escolheu investir em inovação e capacitação em produtos e serviços de sua rede de correspondentes para aproveitar as oportunidades deste novo momento.
“O mercado de crédito passa por uma evolução constante, exigindo inovação, eficiência e proximidade com clientes e parceiros. Nosso compromisso é continuar investindo em tecnologia e no fortalecimento da nossa rede para ampliar o acesso da população às soluções financeiras do Banco do Brasil”, afirma Paulo Henrique dos Santos, diretor da Rede Promotiva.
Com uma média de 60 mil operações mensais em linhas de crédito para beneficiários do INSS, do Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), servidores públicos federais (SIAPE) e trabalhadores da iniciativa privada, além da comercialização de consórcio e seguro, a Rede Promotiva atua exclusivamente na distribuição dos produtos do Banco do Brasil, sendo responsável por mais de 75% das operações originadas pela instituição.
Para a empresa, o fortalecimento da parceria com o Banco do Brasil acompanha uma tendência observada no setor financeiro: a valorização dos correspondentes bancários como importantes canais de inclusão financeira e de distribuição de produtos, especialmente em localidades onde a presença física das instituições financeiras é mais limitada.
“Nosso foco é ter sempre em nosso radar um crescimento constante e sustentável, evoluindo no dia a dia com nossos parceiros e contribuindo para definir as transformações que deverão marcar os próximos anos do mercado de crédito”, conclui Paulo Henrique.
]]>Endividamento leva famílias a rever o seguro sem abrir mão da proteção
https://revistaapolice.com.br/2026/07/endividamento-leva-familias-a-rever-seguros-sem-abrir-mao-da-protecao/
Fri, 31 Jul 2026 18:30:00 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=141436Levantamento mostra que oito em cada dez lares brasileiros possuem dívidas; especialista alerta que cortar coberturas sem planejamento pode ampliar riscos financeiros
]]>EXCLUSIVO – Com 80,9% das famílias brasileiras convivendo com algum tipo de dívida, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o desafio de equilibrar o orçamento tem levado muitos consumidores a reavaliar despesas. Entre elas, os seguros, que ainda são vistos por parte da população como um custo que pode ser eliminado em momentos de aperto financeiro.
Na prática, porém, o movimento observado pelo mercado tem sido mais complexo. Em vez do cancelamento imediato das apólices, cresce a busca por alternativas que permitam manter a proteção com adequações nas coberturas e nos custos, especialmente entre pessoas físicas. Nas empresas, a pressão por redução de despesas também tem levado à revisão de limites de cobertura.
Julio Tenreiro, da Korsa Seguros
“Esse cenário tende a trazer uma busca ainda mais acentuada pela redução nos valores pagos pelos segurados. Apesar de essa percepção estar mudando, ainda temos muitas pessoas e empresas que enxergam o seguro apenas como uma despesa e não como uma ferramenta de transferência de risco. Em momentos de crise, é natural que se busque uma redução de gastos”, afirma Julio Tenreiro, diretor da Korsa Riscos & Seguros em entrevista com a Revista Apólice.
Segundo o executivo, um dos principais erros cometidos por consumidores em períodos de restrição orçamentária é priorizar apenas o preço da apólice, deixando de analisar fatores como coberturas, franquias, exclusões e limites contratados.
“É preciso identificar quais seguros e coberturas são realmente imprescindíveis para a rotina da família ou da empresa. Avaliar apenas o custo pode levar à contratação de uma proteção insuficiente justamente para os riscos mais relevantes”, explica.
Para Tenreiro, a decisão sobre quais seguros manter deve considerar, sobretudo, a capacidade de geração de renda da família. Em muitos casos, o patrimônio protegido representa também a principal fonte de sustento.
“Se a renda da família depende de um pequeno negócio ou de um veículo utilizado para o trabalho, esses bens não podem ficar sem seguro. Caso ocorra um sinistro, além da perda material, a família perde a capacidade de gerar renda para recuperar esse patrimônio”, ressalta.
Outro ponto destacado pelo especialista é que reduzir custos não significa, necessariamente, abrir mão da proteção. A recomendação é comparar ofertas entre seguradoras e investir em boas práticas de gerenciamento de riscos, fator que pode contribuir para condições mais competitivas durante a contratação ou renovação da apólice.
Nesse processo, o papel do corretor ganha ainda mais relevância. Segundo Tenreiro, cabe ao profissional identificar os riscos que podem comprometer a continuidade das atividades do cliente, propor um desenho de cobertura compatível com sua realidade financeira e buscar as melhores condições disponíveis no mercado.
“O corretor deve ajudar o cliente a identificar quais seguros não podem deixar de estar ativos. A partir dessa avaliação, é possível encontrar um equilíbrio entre o nível de proteção e o custo da apólice”, afirma.
O executivo avalia que o próprio mercado segurador também deverá acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor. Entre as tendências, ele aponta a ampliação da oferta de produtos segmentados, processos de contratação mais simples e o avanço dos canais digitais como ferramentas para reduzir custos e ampliar o acesso da população ao seguro.
Para as famílias que precisam reorganizar as finanças, a orientação é evitar decisões precipitadas. Antes de cancelar uma apólice, o ideal é avaliar quais riscos podem comprometer o patrimônio ou a geração de renda e revisar as coberturas disponíveis. “Pode-se discutir seguros mais robustos ou mais básicos, mas o que não se deve é ficar sem proteção para as situações mais críticas”, conclui.