Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosFri, 20 Mar 2026 16:25:56 +0000pt-BR
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3232Mapfre leva seguro de vida ao ‘Circuito Desbrava’
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Fri, 20 Mar 2026 16:25:42 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137882A Mapfre começa em 2026 uma nova estratégia para tornar o seguro de vida mais presente no dia a dia das pessoas. A companhia será patrocinadora de cinco etapas do ‘Circuito Desbrava’, série de corridas de rua que passa por três capitais ao longo do ano. A primeira prova está marcada para o próximo domingo […]
]]>A Mapfre começa em 2026 uma nova estratégia para tornar o seguro de vida mais presente no dia a dia das pessoas. A companhia será patrocinadora de cinco etapas do ‘Circuito Desbrava’, série de corridas de rua que passa por três capitais ao longo do ano. A primeira prova está marcada para o próximo domingo (22) em Belo Horizonte, e abre um calendário que inclui provas no Rio de Janeiro e em São Paulo até setembro.
A iniciativa acontece num momento em que o setor busca ampliar a presença do seguro de vida no país. Ainda associado a situações extremas, o produto financeiro costuma aparecer pouco nas decisões do dia a dia, o que levou a Mapfre a encontrar novas formas de inseri-lo em escolhas mais ligadas à rotina, como saúde, preparo e planejamento pessoal.
A participação da Mapfre nas corridas foi estruturada acompanhando o calendário das provas. A etapa de abertura, em Belo Horizonte, concentra ações voltadas ao cuidado e à preparação. O circuito segue para o Rio de Janeiro, em 28 de junho e 30 de agosto, com foco em disciplina e constância, retorna a Belo Horizonte em 20 de setembro, com o tema de ritmo e sustentabilidade, e se encerra em São Paulo, no dia 27 do mesmo mês, com a discussão voltada ao planejamento de longo prazo. “A presença foi pensada para acompanhar o participante ao longo do ano e não como uma campanha pontual”, afirma Tatiana Cerezer, diretora de clientes, comunicação e marketing da Mapfre. “O ponto de partida é o cuidado básico. Depois entra a disciplina e, mais adiante, a ideia de continuidade. São camadas que ajudam a tornar o tema mais compreensível para as pessoas”, explica a executiva
A etapa em Minas Gerais contará com as primeiras ativações da Mapfre no Desbrava, incluindo testes de bioimpedância e orientações sobre seguro de vida. Nas etapas seguintes, a programação também inclui conteúdos voltados ao bem-estar, como treino, sono e alimentação, além da gravação personalizada nas medalhas dos participantes. “A decisão de correr muitas vezes vem acompanhada de uma revisão de hábitos e de um olhar mais atento para a rotina”, diz Hilca Vaz, diretora de vida e previdência da Mapfre. “É nesse momento que a conversa sobre proteção começa a fazer sentido e queremos mostrar para essas pessoas que somos uma parceira nessa busca por proteção”, afirma.
O Circuito Desbrava terá percursos de 5 km, 10 km e 21km, a depender da prova, e deve reunir corredores amadores e praticantes frequentes. Ao longo do calendário, os participantes recebem conteúdos antes das provas, com orientações práticas, e comunicações após cada etapa, mantendo o contato ao longo do ano. Clientes inscritos no Club Mapfre, programa de relacionamento da seguradora, contam com descontos de 30% nas inscrições para as etapas do circuito.
Para Hilca, o acompanhamento ao longo da jornada é parte central da proposta que a Mapfre traçou para o Circuito Desbrava. “A forma de apresentar o seguro de vida vem mudando. A conversa deixa de se concentrar sobre o risco de um evento trágico e passa a olhar para o processo de cuidado. A rotina de treino ajuda a tornar isso mais claro”, afirma a executiva.
]]>Seguro de engenharia avança em obras residenciais
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Fri, 20 Mar 2026 16:06:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137879Reformar um apartamento, ampliar uma casa ou iniciar uma pequena construção costuma estar entre os planos de muitas famílias, especialmente no início do ano. Nesses casos, além de definir orçamento, prazos e materiais, um ponto ainda pouco considerado pode fazer diferença no resultado final da obra: a contratação do Seguro de Riscos de Engenharia, indicado […]
]]>Reformar um apartamento, ampliar uma casa ou iniciar uma pequena construção costuma estar entre os planos de muitas famílias, especialmente no início do ano. Nesses casos, além de definir orçamento, prazos e materiais, um ponto ainda pouco considerado pode fazer diferença no resultado final da obra: a contratação do Seguro de Riscos de Engenharia, indicado não apenas para grandes empreendimentos, mas também para obras e reformas domésticas.
De acordo com Luciano Martins, presidente da comissão de Riscos de Engenharia da Federação Nacional de Seguros Gerais, toda obra envolve riscos, independentemente do porte. Acidentes, falhas na execução, danos a materiais, eventos climáticos e ocorrências que atinjam terceiros, como vizinhos ou veículos próximos, podem acontecer mesmo em intervenções simples, transformando um projeto doméstico em um problema financeiro e jurídico. “O Seguro de Riscos de Engenharia deve fazer parte do planejamento desde o começo, inclusive em obras pequenas e reformas residenciais. Ele protege o responsável pela obra contra imprevistos comuns do dia a dia da construção, evitando que um acidente ou erro pontual gere um prejuízo desproporcional ao tamanho do projeto”, afirma o porta-voz da FenSeg.
O seguro garante, dentro dos limites contratados, a cobertura de danos físicos à obra decorrentes de eventos súbitos e imprevistos durante sua execução, desde a chegada dos materiais ao canteiro até a conclusão dos trabalhos. Além disso, pode incluir coberturas adicionais ajustadas ao perfil da intervenção, como despesas extraordinárias, remoção de entulho e proteção a bens existentes no local.
Um ponto de atenção especial, segundo Martins, é a cobertura de danos a terceiros, considerada fundamental em áreas urbanas. Quedas de ferramentas, desprendimento de materiais ou falhas estruturais podem atingir imóveis vizinhos, veículos ou pessoas. “Mesmo quando o orçamento é mais apertado ou a decisão de contratar o seguro ocorre mais perto do início da obra, a cobertura de responsabilidade civil é essencial. Ela evita conflitos, ações judiciais e a necessidade de arcar com prejuízos do próprio bolso”, reforça o executivo.
A entidade também destaca a importância da orientação profissional na contratação. O corretor de seguros é quem pode avaliar o tipo de obra, o valor em risco e indicar as coberturas mais adequadas, garantindo que o seguro cumpra seu papel de proteção de forma efetiva.
Ao ampliar o debate sobre o tema, a FenSeg ressalta que o Seguro de Riscos de Engenharia não deve ser visto apenas como uma solução emergencial, mas como uma ferramenta de planejamento, prevenção e gestão de riscos, acessível também a reformas e construções de menor porte. Seguro é planejamento. Seguro é proteção.
]]>9º Encontro de Resseguro entra nos últimos dias de desconto na inscrição
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Fri, 20 Mar 2026 15:52:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137874Faltam poucos dias para o encerramento das vendas do segundo lote de ingressos para o 9º Encontro de Resseguro, que será realizado nos dias 19 e 20 de maio de 2026, no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro. O evento tem como objetivo debater as principais tendências globais que impactam os mercados segurador e […]
]]>Faltam poucos dias para o encerramento das vendas do segundo lote de ingressos para o 9º Encontro de Resseguro, que será realizado nos dias 19 e 20 de maio de 2026, no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro. O evento tem como objetivo debater as principais tendências globais que impactam os mercados segurador e ressegurador, além de fomentar inovações voltadas à sustentabilidade e à resiliência do setor diante de desafios econômicos, geopolíticos e climáticos.
Promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), o encontro é considerado o principal fórum estratégico da América Latina dedicado à transferência de riscos seguráveis. Ao longo dos dois dias de programação, especialistas irão debater temas como o ambiente regulatório no país, o cenário geopolítico internacional, os impactos das mudanças climáticas e as perspectivas para o mercado de resseguro no Brasil, entre outros assuntos estratégicos.
Dentre os palestrantes confirmados, destacam-se: Rafaela Barreda, presidente da FENABER e Lloyd’s Brasil; Dyogo Oliveira, presidente da CNseg Aloísio Melo, secretário nacional de Mudança do Clima; Bruno Freire, CEO da Austral Re; Carlos Queiroz, diretor de Supervisão Prudencial e de Resseguros (DISUP) da SUSEP; Karsten Steinmetz, CEO da Munich Re; Maria Netto, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade (ICS); Marcelo Mansur, sócio do escritório Mattos Filho Advogados e professor da Escola de Administração da FGV e da ENS; e Pedro Farme d’Amoed, CEO da Guy Carpenter no Brasil.
Os ingressos do segundo lote, com valor promocional de R$ 3 mil, podem ser adquiridos até o dia 27 de março ou enquanto houver disponibilidade de vagas. Após essa data, o valor dos ingressos passará para R$ 3,5 mil. As inscrições estão disponíveis no site oficial do evento.
O 9º Encontro de Resseguro conta com o patrocínio da Aon, Austral /Re, AXA XL Insurance Reinsurance, BMS Re, Chalfin Goldberg & Vainboim Advogados, Connexus Broker, Confitec, Guy Carpenter, Hannover Re, IRB(Re), Latin Re, Lloyd’s, Mattos Filho, Mello Machado, Munich RE, Peacock Santos Bevilaqua Advogados, Scor, Star e Swiss Re.
]]>Wiz Co lucra R$ 201 milhões em 2025 e reduz dívida
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Fri, 20 Mar 2026 14:29:38 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137868Destaque para o Segmento de Seguros, que apresentou crescimento de 25,8% sobre o 4T24. Empresa propõe a distribuição de dividendos equivalente a 50% do lucro líquido
]]>A Wiz Co fechou 2025 com o resultado de R$ 201,1 milhões de Lucro Líquido da Controladora, avanço de 25,6% na comparação com 2024, enquanto a Receita Líquida Consolidada anual bateu R$ 1,1 bilhão, um acréscimo de 10,8% sobre o ano anterior. Outro protagonista do resultado anual foi a forte redução da Dívida Líquida da Companhia, que encerra o período em R$ 229,0 milhões, queda de R$ 216,7 milhões quando comparado ao final de 2024.
No que diz respeito ao 4T25, o Lucro Líquido da Controladora fechou em R$ 49,6 milhões, salto de 28,6% na comparação com o 4T24. O destaque no desempenho ficou a cargo do segmento de Seguros, que atingiu R$ 184,3 milhões de Receita, um crescimento de 25,8% sobre o mesmo período do ano anterior. Em termos anuais, a Wiz Co bateu o recorde de Prêmios Emitidos, atingindo os R$ 4 bilhões, alta de 11,7% em relação a 2024.
A empresa fechou o ano de 2025 com redução de 48,6% da dívida líquida, na comparação com o 4T24. “Além do consistente crescimento dos principais indicadores, como Lucro Líquido da Controladora e Lucro Líquido Consolidado, o ano de 2025 ficou marcado como um importante período de desalavancagem do nosso negócio. Essa consistência corrobora com nosso compromisso com a eficiência e a gestão sólida dos recursos”, diz Marcus Vinícius de Oliveira, CEO da Wiz Co.
A Receita Bruta de 2025 também bateu recorde e fechou em R$ 2 bilhões, alta de 1,5% na comparação com 2024, enquanto o EBITDA Consolidado da companhia apresentou 7,8% de crescimento sobre o ano anterior, fechando 2025 em R$ 739,3 milhões.
Destaque para as Unidades
Algumas das unidades da Wiz Co desempenharam um papel fundamental no recorde de Prêmios Emitidos ao longo de 2025. Entre elas, a Inter Seguros, que apresentou crescimento de 37,9% em relação a 2024, atingindo R$ 437,2 milhões em prêmios emitidos. A carteira de contratos ativos da unidade apresentou alta de 90,8%, encerrando o ano em 10 milhões.
A consistência comercial da Omni1 também resultou em recorde histórico de prêmio anual: com alta de 42,1 % em relação a 2024, o valor alcançou os R$ 332,5 milhões. O destaque da unidade vai para a emissão dos produtos de Assistência, com crescimento de 54,1% vs 2024.
“Concluímos o ano de 2025 com a certeza de missão cumprida. Olho para o retrovisor e vejo o quanto foi construído neste ciclo, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador. Mantivemos firme gestão de caixa, desalavancamos a companhia e avançamos em inúmeros indicadores, principalmente dentro do segmento de Seguros. Em vista dos ótimos resultados, nossa proposta é que, sendo aprovado em assembleia, haja a distribuição de dividendos equivalente a 50% do lucro líquido da companhia”, finaliza Marcus Vinícius.
Principais Indicadores Financeiros (Consolidado)
Receita Líquida ex-Comissões: R$ 276,0 milhões no 4T25 (+6,4% vs. 4T24) e R$ 1,1 bilhão no acumulado do ano (+10,8% vs. 2024).
EBITDA Consolidado Ajustado: R$ 176,5 milhões no trimestre (+1,1% vs. 4T24) e R$ 739,3 milhões no ano (+7,8% vs. 2024).
Lucro Líquido (Controladora): R$ 49,6 milhões no 4T25 (+28,6% vs. 4T24) e R$ 201,1 milhões no acumulado anual (+25,6% vs. 2024).
Dívida Líquida: Redução de 48,6% em comparação ao 4T24, encerrando o ciclo de 2025 em R$ 229,0 milhões.
Performance das Unidades de Negócio
Prêmios de Seguros (Total): Recorde histórico de R$ 4,0 bilhões emitidos em 2025, um crescimento de 11,7% sobre o ano anterior.
Wiz Corporate: Receita Bruta de R$ 159,7 milhões (+14,1% vs. 2024).
Inter Seguros: Recorde de 10 milhões de contratos ativos (alta de 90,8% vs. 2024) e prêmio emitido de R$ 437,2 milhões (+37,9% vs. 2024).
Omni1: Recorde de R$ 108,8 milhões em prêmios no 4T25 (+56,7% vs. 4T24) e R$ 103,5 milhões em receita de assistências no ano (+48,8% vs. 2024).
]]>Seguro rural recua em 2025 e acende alerta no setor
https://revistaapolice.com.br/2026/03/seguro-rural-recua-em-2025-e-acende-alerta-no-setor/
Fri, 20 Mar 2026 13:41:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137858O mercado de seguro rural registrou retração em 2025, interrompendo um ciclo de expansão observado nos anos anteriores e acendendo um alerta sobre os mecanismos de proteção financeira disponíveis para o agronegócio brasileiro. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que a arrecadação do segmento caiu 8,8% no último ano, passando de R$ 14,2 […]
]]>O mercado de seguro rural registrou retração em 2025, interrompendo um ciclo de expansão observado nos anos anteriores e acendendo um alerta sobre os mecanismos de proteção financeira disponíveis para o agronegócio brasileiro.
Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que a arrecadação do segmento caiu 8,8% no último ano, passando de R$ 14,2 bilhões em 2024 para R$ 12,9 bilhões em 2025. A queda ocorre em um contexto de redução de recursos destinados à subvenção ao prêmio do seguro rural e de maior cautela por parte dos produtores diante do aumento do custo das apólices.
Esse cenário ajuda a explicar por que a proteção financeira no campo ganhou importância nas discussões do setor. O tema estará no centro do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio. Proteção rural e novos instrumentos de financiamento”, que será realizado no dia 8 de abril, em Brasília.
A retração contrasta com a trajetória de crescimento observada entre 2021 e 2024. Nesse período, a arrecadação passou de R$ 9,6 bi em 2021 para R$ 13,4 bi em 2022, R$ 14 bi em 2023 e R$ 14,2 bi em 2024. A queda registrada em 2025 interrompe esse ciclo e sugere desaceleração na demanda por cobertura securitária rural.
A combinação entre a perda na arrecadação e a estabilidade das indenizações reforça a percepção de que parte dos produtores pode estar ficando mais exposta aos riscos climáticos e de produtividade, justamente em um cenário de maior frequência de eventos extremos. Especialistas apontam que a redução da contratação de seguros pode ampliar a vulnerabilidade financeira das cadeias produtivas.
Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio
O primeiro painel “Novos instrumentos de financiamento como mecanismos que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade do agronegócio”, discutirá alternativas para ampliar e diversificar as fontes de recursos destinadas ao setor. O objetivo é avaliar soluções capazes de estimular investimentos em tecnologia, modernização da infraestrutura e práticas produtivas mais sustentáveis.
Participam do debate:
Fabiana Perobelli, Client Relationship – Brokers and Agribusiness Companies da B3
Marcelo Porteiro, superintendente da Área Agropecuária e de Inclusão Social do BNDES
João Rabelo, diretor de Novos Negócios do IRB Re
Octaciano Neto, sócio-fundador da Zera.Ag
A moderação será conduzida por Gláucio Nogueira Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação de Seguros Gerais (FenSeg).
A discussão reflete um movimento crescente de aproximação entre o agronegócio e o mercado de capitais, com a criação de novas estruturas financeiras voltadas ao financiamento da produção, da inovação tecnológica e da expansão das cadeias produtivas.
Na sequência, o segundo painel: “Destravando o seguro rural no Brasil: inovação e resiliência climática”, abordará os desafios estruturais do seguro rural no país e as possibilidades abertas pela transformação digital e pelo uso de novas tecnologias no monitoramento e gestão de riscos. O debate reunirá:
Bruno Alves, diretor de Tecnologia, Portfólio, Soluções Digitais e Analytics da BB Seguros
Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)
Tania Zanella, presidente do Instituto Pensar Agropecuária
Monica Sodré, CEO da Meridiana
A moderação será feita por Renato Buranello, vice-presidente da ABAG. O painel discutirá como a ampliação do seguro rural pode ajudar a mitigar perdas causadas por eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes, além de fortalecer a estabilidade financeira das cadeias produtivas. Proteção financeira como pilar do agro Especialistas apontam que o avanço de instrumentos de crédito, seguros e resseguros é fundamental para sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro.
Em um setor altamente exposto a riscos climáticos, oscilações de preços e desafios logísticos, a ampliação das ferramentas de proteção financeira tem papel decisivo para garantir continuidade produtiva, segurança de renda e atração de investimentos.
Nesse contexto, o diálogo entre setor segurador, instituições financeiras, governo e representantes do agro tende a ganhar cada vez mais importância na construção de soluções estruturais capazes de fortalecer a competitividade do campo brasileiro no cenário global.
O evento será encerrado após os debates técnicos, consolidando as discussões sobre como seguros, crédito e inovação podem atuar de forma integrada para ampliar a segurança econômica e a resiliência do agronegócio no país.
Promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), o encontro reunirá autoridades públicas, especialistas e representantes do mercado financeiro para discutir caminhos que ampliem o acesso a recursos e reforcem a proteção do produtor rural diante de novos riscos econômicos e climáticos.
]]>Qualicorp abre 16 vagas comerciais em Curitiba
https://revistaapolice.com.br/2026/03/qualicorp-abre-16-vagas-comerciais-em-curitiba/
Fri, 20 Mar 2026 13:07:32 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137861A Qualicorp abriu 16 vagas de emprego em Curitiba para atuação nas áreas comercial e de atendimento ao cliente. As oportunidades são voltadas a profissionais com perfil de vendas e foco em relacionamento. De acordo com a empresa, os candidatos devem ter Ensino Médio completo ou Ensino Superior em curso, preferencialmente em áreas como vendas […]
]]>A Qualicorp abriu 16 vagas de emprego em Curitiba para atuação nas áreas comercial e de atendimento ao cliente. As oportunidades são voltadas a profissionais com perfil de vendas e foco em relacionamento.
De acordo com a empresa, os candidatos devem ter Ensino Médio completo ou Ensino Superior em curso, preferencialmente em áreas como vendas ou administração. Experiência prévia em varejo — como shopping, veículos e imóveis — ou em serviços, como telefonia, crédito consignado, seguros e consórcios, é considerada um diferencial.
A companhia busca profissionais com capacidade de geração de negócios e foco na construção de relacionamento com clientes, em linha com a estratégia de atuação regional.
Os colaboradores contratados terão acesso a um pacote de benefícios que inclui assistência médica e odontológica, participação nos resultados, licenças parentais estendidas e day off no aniversário. A empresa também oferece iniciativas voltadas ao desenvolvimento profissional, como universidade corporativa e parcerias educacionais, além de programas de bem-estar físico e emocional. As inscrições podem ser realizadas por meio da página de carreiras da companhia.
]]>Bradesco Seguros amplia capacitação com Universeg
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Fri, 20 Mar 2026 12:45:04 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137855O Grupo Bradesco Seguros encerrou o ano de 2025 com resultados expressivos em suas frentes de capacitação. O desempenho sólido de suas ferramentas digitais, com destaque para a Plataforma Universeg e a Galeria Universeg, evidencia a importância estratégica dessas soluções na formação profissional e no fortalecimento do setor segurador diante de um mercado em constante […]
]]>O Grupo Bradesco Seguros encerrou o ano de 2025 com resultados expressivos em suas frentes de capacitação. O desempenho sólido de suas ferramentas digitais, com destaque para a Plataforma Universeg e a Galeria Universeg, evidencia a importância estratégica dessas soluções na formação profissional e no fortalecimento do setor segurador diante de um mercado em constante transformação.
A Plataforma Universeg, ambiente digital dedicado aos corretores parceiros, atingiu a marca de cerca de 23 mil inscritos. Ao longo de 2025, foram registrados mais de 100 mil acessos, resultando em um volume superior a 100 mil cursos concluídos.
A curadoria do portfólio é realizada de forma estratégica, alinhando as diretrizes do Grupo às necessidades práticas dos corretores. Atualmente, a plataforma oferece aproximadamente 650 cursos, tendo recebido mais de 100 novos conteúdos e a atualização de cerca de 220 formações apenas no último ano, garantindo que o profissional esteja sempre atualizado com as tendências do setor.
A Galeria Universeg, programa de recompensas vinculado à plataforma, consolidou o sucesso de sua segunda temporada. O programa registrou um crescimento de cerca de 13% nas adesões, superando os 4.200 participantes. O indicador de maior destaque foi o aumento de aproximadamente 75% nas conclusões de atividades, o que comprova o alto nível de engajamento dos corretores com a proposta de gamificação.
“Acreditamos que o investimento contínuo em capacitação é fundamental para preparar nossos parceiros para os desafios de um mercado em evolução. A Universeg materializa nosso compromisso com a valorização profissional, a inovação e o fortalecimento do setor segurador como um todo”, afirma Andrea Carrasco, Superintendente Sênior de RH da Bradesco Seguros.
Além do foco nos parceiros de negócios, o Grupo obteve resultados relevantes com o Espaço Universeg, plataforma voltada à sociedade. Com um acervo de mais de 150 conteúdos, a iniciativa duplicou sua base de usuários registrados em 2025, alcançando a marca de cerca de 6 mil cadastrados.
“A educação é um dos nossos pilares estratégicos. Investir em plataformas de apoio à capacitação contínua reafirma nosso compromisso com a promoção de uma cultura de aprendizado por meio do conhecimento acessível e de qualidade”, completa Andrea.
Os resultados de 2025 demonstram a sinergia entre as frentes de ensino do Grupo. Enquanto a Plataforma Universeg assegura a excelência técnica de seus corretores e a Galeria incentiva a participação ativa e o protagonismo desses profissionais, o Espaço Universeg estende o conhecimento à sociedade. Integradas, essas iniciativas consolidam uma estrutura de aprendizado contínuo, alinhando as necessidades do negócio ao desenvolvimento de todo o setor segurador.
]]>Hackers usam ferramentas corporativas e expõem fragilidade das empresas
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Thu, 19 Mar 2026 19:41:16 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137847EXCLUSIVO – Pouco visível à primeira vista, o ataque não envolveu códigos sofisticados escondidos em servidores obscuros nem falhas inéditas em sistemas críticos. O vetor foi mais banal e, justamente por isso, mais preocupante: ferramentas amplamente utilizadas no ambiente corporativo, como planilhas online. No dia 25 de fevereiro, o Google interrompeu o ataque de um […]
]]>EXCLUSIVO – Pouco visível à primeira vista, o ataque não envolveu códigos sofisticados escondidos em servidores obscuros nem falhas inéditas em sistemas críticos. O vetor foi mais banal e, justamente por isso, mais preocupante: ferramentas amplamente utilizadas no ambiente corporativo, como planilhas online. No dia 25 de fevereiro, o Google interrompeu o ataque de um grupo hacker chinês conhecido como UNC2814, ou Gallium, que utilizava esse tipo de recurso como canal de comando para espionagem e acesso a dados de operadoras no Brasil, trouxe à tona uma mudança relevante no padrão das ameaças digitais.
Mais do que um episódio isolado, o caso evidencia uma transformação estrutural dentro as corporações, no qual o risco cibernético deixou de estar restrito a vulnerabilidades técnicas específicas e passou a explorar, de forma crescente, a própria lógica operacional interna.
Na prática, o que se observa é um deslocamento do ataque para dentro da rotina corporativa. Ferramentas legítimas, processos cotidianos e fluxos internos tornam-se parte da superfície de exposição. Isso amplia a complexidade da defesa e impõe um novo patamar de exigência em governança, controles e gestão de risco.
Ana Alburquerque, diretora de Linhas Financeiras da WTW
Esse cenário ajuda a explicar por que, mesmo com o avanço das práticas de segurança, a percepção de preparo das empresas ainda convive com fragilidades relevantes. Segundo levantamento da WTW, 65% das organizações afirmam estar preparadas para lidar com incidentes cibernéticos, um avanço em relação ao ano anterior. Ainda assim, 35% admitem não estar prontas para enfrentar esse tipo de evento. A aparente confiança contrasta com a natureza dos riscos mais citados pelas próprias empresas. Ataques de phishing e engenharia social lideram as preocupações (54%), seguidos por ransomware (46%) e fragilidades estruturais nos sistemas de segurança (32%). Em comum, todos exploram menos a tecnologia em si e mais falhas humanas, processos e integração entre sistemas. “Embora o número de empresas que se consideram preparadas tenha crescido, ainda existe uma parcela relevante que não está pronta para enfrentar incidentes cibernéticos, o que evidencia um gap importante entre percepção e realidade”, afirma Ana Alburquerque, diretora de Linhas Financeiras da WTW.
Essa assimetria entre percepção e realidade também é observada pelo mercado segurador. “As ameaças digitais evoluem usando recursos que fazem parte do dia a dia das empresas. Quando uma ferramenta legítima se torna vetor de ataque, o desafio não aumenta apenas para a seguradora, mas para todo o ecossistema”, afirma Caroline Ayub, diretora de Riscos Financeiros da Tokio Marine Seguradora. Segundo ela, esse tipo de incidente não deve ser interpretado apenas como aumento de risco, mas como um sinal claro da necessidade de evolução dos modelos de proteção. “Mais do que enxergar esses casos como um agravamento do risco, vemos como uma oportunidade de apoiar os clientes com orientação, boas práticas e um seguro que agregue suporte técnico e financeiro em um ambiente digital cada vez mais dinâmico”, diz.
A sofisticação dos ataques não está necessariamente na complexidade do código, mas na capacidade de explorar fragilidades estruturais das organizações. Cadeias de fornecedores extensas, dependência de terceiros, integração entre sistemas e falhas de governança ampliam o potencial de impacto de um incidente. Dados recentes mostram a dimensão desse avanço. Em 2025, a média global de ataques cibernéticos chegou a 1.984 por organização por semana. Na América Latina, esse número foi ainda maior, atingindo 2.803 ataques semanais, com o Brasil concentrando parcela relevante das ocorrências.
Caroline Ayub, diretora de Riscos Financeiros da Tokio Marine
Casos emblemáticos reforçam esse movimento. O ataque à C&M Software, que resultou no vazamento de centenas de gigabytes de dados e prejuízo estimado superior a R$ 1 bilhão, evidenciou como vulnerabilidades em terceiros podem comprometer toda uma cadeia operacional. Esse padrão se repete em escala global. Incidentes envolvendo empresas de varejo, tecnologia e infraestrutura crítica mostram que, mesmo organizações com alto nível de investimento em segurança, continuam expostas quando há falhas em governança ou integração. Para Marta Schuh, diretora de Seguros Cibernéticos e Tecnológicos da Howden Brasil, o ponto central é que o risco deixou de ser delimitado. “Hoje, a vulnerabilidade não está apenas dentro da empresa. Ela pode estar em fornecedores, parceiros ou até em ferramentas legítimas que fazem parte da operação. Isso exige uma visão ampliada de risco, que considere toda a cadeia digital”, afirma.
Ou seja, esse movimento reforça a necessidade de mudança de mentalidade. “O risco cibernético precisa ser tratado como risco de negócio. Quando um incidente ocorre, ele não afeta apenas sistemas, mas ele impacta receita, operação, reputação e, em muitos casos, a própria continuidade da empresa”, diz.
Governança ainda é ponto crítico no Brasil
Apesar do avanço na percepção de risco, o nível de maturidade das empresas brasileiras ainda é desigual. Em muitos casos, a segurança cibernética continua concentrada nas áreas técnicas, sem o devido envolvimento da alta liderança. Na América Latina, 42% das empresas ainda deixam a gestão do risco cibernético sob responsabilidade direta da área de TI, um percentual significativamente superior à média global. Apenas 26% contam com participação efetiva de conselhos e CEOs no tema. “No Brasil e na América Latina, a gestão dos riscos cibernéticos ainda está muito concentrada nas áreas de TI, o que mostra que a alta liderança ainda não está plenamente engajada com o tema”, afirma Ana Alburquerque.
Essa lacuna de governança tende a ganhar relevância com o fortalecimento da atuação regulatória no país. A evolução institucional da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) indica um movimento de maior fiscalização e cobrança sobre práticas de segurança e proteção de dados.
Com isso, a tendência é que a gestão do risco cibernético deixe de ser apenas uma questão operacional e passe a integrar de forma mais direta a agenda estratégica das empresas — incluindo implicações para administradores e conselhos. “Existe uma relação direta entre falhas de governança em cibersegurança e possíveis desdobramentos em apólices de D&O”, afirma Ayub. “Quando a empresa não estrutura adequadamente seus processos, aumenta a possibilidade de responsabilização dos administradores, especialmente em incidentes com impacto relevante”.
Na avaliação de Marta Schuh, esse avanço regulatório deve alterar o comportamento das empresas. “Com uma atuação mais consistente da ANPD, as organizações passam a reconhecer a necessidade de aprimorar seus modelos de gestão de risco, com controles mais robustos e processos estruturados de prevenção e resposta”, afirma. Esse movimento também impulsiona uma mudança cultural. “A proteção de dados deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a ser um componente estratégico de governança e resiliência operacional”, acrescenta.
Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com possíveis desdobramentos para administradores. “Existe uma relação direta entre falhas de governança em cibersegurança e possíveis impactos em apólices de D&O”, afirma Caroline Ayub. “Se houver prejuízos relevantes, a responsabilização pode alcançar executivos e conselhos”, complementa.
Entre percepção e realidade, o desafio é estrutural
Marta Schuh, diretora de Seguros Cibernéticos e Tecnológicos da Howden Brasil
Nesse novo contexto, o seguro cibernético vem deixando de ser visto apenas como proteção financeira para assumir um papel mais amplo dentro da gestão de risco. A própria demanda reflete essa mudança. Mais da metade das empresas já possui seguro cyber, e outras 18% pretendem contratar a cobertura nos próximos dois anos. O movimento, segundo especialistas, está diretamente ligado à percepção de que ataques não são mais uma possibilidade remota. “A contratação do seguro não está mais associada apenas a exigências contratuais ou regulatórias. Ela reflete um entendimento mais amplo de que incidentes cibernéticos são eventos praticamente inevitáveis no ambiente digital atual”, afirma Marta Schuh.
Além da indenização, as apólices passaram a incorporar serviços especializados de resposta a incidentes, incluindo forense digital, gestão de crise, assessoria jurídica e comunicação — elementos que, na prática, são determinantes para reduzir o impacto de um evento. “A resposta precisa ser rápida e coordenada. Ter acesso imediato a especialistas faz diferença na contenção do incidente e na preservação da operação”, destaca Caroline Ayub.
Outro ponto relevante é a evolução das coberturas. O mercado já começa a incorporar proteções mais sofisticadas, como danos físicos decorrentes de ataques digitais e perdas associadas a fraudes em transações financeiras, reflexo direto da convergência entre riscos digitais e operacionais. Ainda assim, especialistas alertam que o seguro não substitui a gestão de risco. “O seguro é uma camada essencial de proteção, mas ele não elimina a necessidade de governança, controles e investimento contínuo em segurança”, reforça Schuh.
Apesar dos avanços, o mercado ainda convive com um descompasso importante entre percepção de preparo e nível real de exposição. Muitas empresas seguem investindo em ferramentas, mas sem estruturar governança, processos e cultura de segurança.
Esse modelo, segundo especialistas, é insuficiente diante da sofisticação atual das ameaças. Ataques baseados em engenharia social, exploração de terceiros e uso de ferramentas legítimas tornam a defesa mais complexa e menos dependente apenas de tecnologia. Na prática, o impacto de um incidente também é frequentemente subestimado. Embora multas regulatórias recebam grande atenção, custos associados à paralisação operacional, investigação forense e reconstrução de sistemas tendem a representar a maior parte das perdas financeiras. Esse cenário reforça a necessidade de uma abordagem integrada, combinando prevenção, resposta e transferência de risco.
A consolidação desse cenário marca uma mudança definitiva no papel do risco cibernético dentro das organizações. Ele deixa de ser um evento eventual e passa a ser parte inerente da operação.
A combinação de inteligência artificial, automação e integração global ampliou a superfície de ataque e reduziu o tempo de resposta disponível. Ao mesmo tempo, elevou o potencial de impacto financeiro e reputacional. O episódio recente envolvendo o uso de ferramentas legítimas como vetor de ataque sintetiza esse novo momento. Não se trata apenas de uma falha pontual, mas de um indicativo de que a segurança precisa ser pensada de forma transversal, integrada à estratégia de negócio.
Para o mercado segurador, o movimento é claro: o seguro cyber tende a se consolidar como componente central da arquitetura de gestão de riscos. Para as empresas, o desafio é ainda maior. Em um ambiente em que o ataque pode partir da própria rotina operacional, a resiliência deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de sobrevivência. “O risco cibernético hoje não está mais restrito aos sistemas. Ele está na operação, nas pessoas e em toda a cadeia de parceiros”, afirma Marta Schuh. “As empresas que entenderem isso e tratarem segurança como parte do negócio e não como suporte, serão as mais preparadas para enfrentar o que vem pela frente”, conclui.
]]>Justos amplia assistência 24h no plano anual
https://revistaapolice.com.br/2026/03/justos-amplia-assistencia-24h-no-plano-anual/
Thu, 19 Mar 2026 16:17:19 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137845A Justos ampliou as condições de assistência 24 horas e assistência domiciliar para novos clientes do plano anual de seguro auto. A partir de 13 de março de 2026, os serviços passam a operar sem limite mensal de acionamentos, respeitando o teto de 12 utilizações por ano. A mudança é válida exclusivamente para novos contratos […]
]]>A Justos ampliou as condições de assistência 24 horas e assistência domiciliar para novos clientes do plano anual de seguro auto. A partir de 13 de março de 2026, os serviços passam a operar sem limite mensal de acionamentos, respeitando o teto de 12 utilizações por ano.
A mudança é válida exclusivamente para novos contratos anuais. Já o plano mensal permanece com as condições vigentes, sem alterações. Segundo a empresa, a medida busca simplificar o uso da assistência e torná-la mais aderente ao comportamento dos segurados. “Conseguimos fazer essa mudança porque conhecemos o perfil de uso dos nossos clientes. A assistência é um dos serviços que o segurado mais valoriza e, ao mesmo tempo, um dos que mais gera dúvida na hora de usar. Com 12 acionamentos por ano, a assistência deixa de ser uma dúvida na proposta e vira um argumento de fechamento”, afirma Anália Brum, diretora de Subscrição e Jurídico da companhia.
Com a atualização, o plano anual passa a oferecer uma cobertura de assistência com maior previsibilidade de uso, o que, segundo a Justos, pode facilitar a argumentação comercial junto aos clientes no momento da contratação. Para os corretores parceiros, a alteração também é vista como um reforço no processo de venda. “Quando o corretor consegue explicar o produto em uma frase sem precisar de nenhuma ressalva, ele vende mais e o cliente fica mais satisfeito. Esse é o tipo de melhoria que parece pequena no papel, mas transforma a experiência de ponta a ponta, da cotação ao sinistro”, afirma Felipe Genovesi, head de Vendas da Justos.
A companhia avalia que a mudança contribui para tornar o plano anual mais competitivo dentro do mercado de seguro auto, ao alinhar a oferta de assistência a uma lógica de uso mais simples e transparente.
]]>Seguro auto sobe até 16% em fevereiro
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Thu, 19 Mar 2026 15:55:14 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=137843O preço médio do seguro auto registrou alta em fevereiro para homens e mulheres, segundo levantamento da Creditas. De acordo com os dados, o valor médio das apólices subiu 14% para o público masculino e 16% para o feminino na comparação com janeiro. Para os homens, o preço médio passou de R$ 2.390,32 para R$ […]
]]>O preço médio do seguro auto registrou alta em fevereiro para homens e mulheres, segundo levantamento da Creditas. De acordo com os dados, o valor médio das apólices subiu 14% para o público masculino e 16% para o feminino na comparação com janeiro. Para os homens, o preço médio passou de R$ 2.390,32 para R$ 2.741,67. Já entre as mulheres, o valor avançou de R$ 2.908,42 para R$ 3.395,53 no mesmo período.
O estudo considera cotações realizadas nas 11 capitais brasileiras com maior relevância no mercado automotivo, com base em ranking da Fenabrave, além dos dez modelos de veículos mais vendidos em cada período. Segundo Michel Tanam, gerente da Creditas Seguros, o movimento reflete a volatilidade do mercado. “Essa elevação demonstra a constante volatilidade do mercado, com variações acentuadas entre modelos e capitais, especialmente no Rio de Janeiro, que continua registrando os valores mais elevados. Por isso, aconselho que o consumidor sempre acompanhe os balanços do mercado para encontrar as opções mais acessíveis”, afirma.
Entre os destaques do mês, o modelo BYD Dolphin Mini EV apresentou o maior valor médio de apólice para ambos os perfis, atingindo R$ 3.974,27 para homens e R$ 5.834,30 para mulheres. Já entre as opções mais acessíveis, aparecem o Volkswagen Polo Comfortline, com média de R$ 2.231,06 para o público masculino, e o Hyundai HB20 Sense Plus, com R$ 2.591,65 para o feminino.
No recorte por capitais, o Rio de Janeiro segue liderando como o mercado com os preços mais elevados para ambos os perfis. Entre os homens, a média chegou a R$ 5.503,79, enquanto, para as mulheres, atingiu R$ 7.961,06. Em contraste, cidades como Florianópolis, Curitiba e Brasília registraram os menores valores médios.
Outros modelos também apresentaram variações relevantes no período. O Fiat Argo teve preço médio de R$ 2.872,85 para homens e R$ 3.598,38 para mulheres, enquanto o Chevrolet Onix Sedan Plus registrou médias de R$ 2.934,96 e R$ 4.094,28, respectivamente.
Apesar de algumas opções mais acessíveis, o levantamento reforça um cenário de aumento generalizado nos preços, influenciado por fatores como perfil de risco, localização e modelo do veículo, além das diferenças estruturais entre os públicos analisados.
Detalhes completos da cotaçãoe maiores variações por modelo:
Novo Polo Comfortline TSI 1.0 Flex Aut. 4P: Com o menor preço médio nacional para homens, o veículo registrou preço médio de R$ 2.231,06 em fevereiro para o gênero, um aumento de 10,89% frente os R$ 2,183.57 observados em janeiro. Para o perfil feminino, o preço médio ficou em R$ 3.045,59 em fevereiro. Entre as capitais, para os homens, os maiores preços foram no Rio de Janeiro (R$ 3.094,61), Recife (R$ 2.562,59) e Salvador (R$ 2.316,07), enquanto para as mulheres foram também no Rio de Janeiro (R$ 8.866,97), Recife (R$ 3.192,31) e Salvador (R$ 2.911,27).
Novo HB20 Sense Plus 1.0 12V Flex Plus Manual 4P: O veículo também apresentou um dos menores valores médios de apólice para ambos os gêneros e em diversas capitais. Para os homens, a apólice passou de R$ 2,052.16 em janeiro para R$ 2.411,15 em fevereiro, um aumento de 17,49%. As maiores apólices para este perfil foram as do Rio de Janeiro (R$ 4.626,41), Recife (R$ 2.533,51) e Salvador (R$ 2.510,87). Já para as mulheres, o valor médio subiu para R$ 2.591,65. Os maiores valores foram registrados no Rio de Janeiro (R$ 4.553,60), Salvador (R$ 2.974,50) e Recife (R$ 2.954,26).
BYD Dolphin Mini EV 5 Automático 4P: Em fevereiro, o modelo apresentou a maior apólice média do mês para ambos os gêneros. Para o perfil masculino, a apólice do veículo custou em média R$ 3.974,27. As apólices de valor mais elevado para os homens foram registradas no Rio de Janeiro (R$ 4.991,67), São Paulo (R$ 4.568,84) e Salvador (R$ 4.241,59). Para as mulheres, os maiores valores foram registrados em Rio de Janeiro (R$ 12.022,39), Recife (R$ 7.006,70) e Salvador (R$ 6.851,80).
Argo 1.0 6V Flex Manual 4P: O preço médiodeste modelo para o público masculino em fevereiro foi de R$ 2.872,85. Já para o público feminino, o valor médio aumentou de R$ 3,165.83 em janeiro para R$ 3.598,38 em fevereiro. Apesar de estar entre as apólices médias mais acessíveis para ambos os gêneros, o veículo apresentou variações em diversas capitais. Para os homens, foram no Rio de Janeiro (R$ 5.794,74) e São Paulo (R$ 3.587,67). Quanto para as mulheres, foram no Rio de Janeiro (R$ 8.075,60), São Paulo (R$ 5.383,24) e Curitiba (R$ 3.648,21).
Novo Onix Sedan Plus 1.0 12V Flex (Base) Manual 4P: Em fevereiro, o modelo apresentou apólice média para o perfil masculino de R$ 2.934,96. Para o perfil feminino, a apólice do veículo custou R$ 4.094,28. As apólices de valor mais elevado para os homens foram registradas no Rio de Janeiro (R$ 7.025,60), Belo Horizonte (R$ 3.780,59) e Goiânia (R$ 2.636,39). Para as mulheres, os maiores valores foram registrados em Rio de Janeiro (R$ 8.153,02), Vitória (R$ 5.047,93) e Curitiba (R$ 4.925,41).
*cotação
As cotações mencionadas no texto são as de menor valor dentro dos perfis avaliados com as seguradoras.
Capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Recife (PE), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Vitória (ES) e Salvador (BA).
Seguradoras: Azul, Alfa, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Ituran, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Zurich.