The post Seguradora AXA aposta em digitalização e varejo para 2026 appeared first on Revista Apólice.
]]>Durante a abertura do evento, a CEO da AXA no Brasil, Erika Medici, comentou sobre como o papel do seguro vem passando por uma mudança estrutural diante do aumento da exposição das empresas a riscos climáticos, operacionais e financeiros. Na visão da executiva, o setor deixou de atuar apenas na proteção patrimonial e passou a ocupar um papel cada vez mais ligado à continuidade dos negócios. “Eu vejo muito claramente que o nosso papel passa da proteção ao patrimônio para a proteção da continuidade do negócio”, afirmou.
Erika chamou atenção para o impacto dos eventos climáticos sobre empresas de diferentes portes e ressaltou que pequenas e médias companhias tendem a enfrentar ainda mais dificuldades no processo de recuperação após perdas inesperadas. “Quando a gente vê grandes empresas sofrendo impacto de enchente, de oscilação de calor ou de eventos catastróficos, precisamos pensar no que acontece com as pequenas e médias empresas”, comentou.

A executiva também reforçou a importância do canal corretor dentro da estratégia de crescimento da seguradora e destacou a relevância do varejo e das assessorias na expansão da operação da companhia no país. “Se é bom crescer junto, vamos crescer com a AXA”, completou.
Ao longo do encontro, executivos da companhia apresentaram indicadores da operação brasileira e detalharam o posicionamento estratégico da seguradora no mercado local.
O vice-presidente Comercial, Marketing e Experiência do Cliente da AXA no Brasil, Luciano Calheiros, destacou que a companhia vem acelerando sua expansão desde o início da operação no país, em 2015. De acordo com o executivo, a seguradora encerrou 2025 com cerca de R$ 2,3 bilhões em prêmios emitidos, aproximadamente 600 colaboradores e uma base de 3 milhões de clientes no Brasil. “São números importantes pra gente e que mostram a evolução da companhia ao longo desses anos”.
Calheiros também chamou atenção para o avanço da AXA em diferentes linhas de negócios, com presença relevante em segmentos como condomínio, riscos cibernéticos, transportes, riscos de engenharia, RC profissional, aeronáutico e cascos marítimos. Parte desse crescimento, na leitura do executivo, está ligada à estratégia de diversificação da carteira e à ampliação da atuação em seguros massificados. “A gente vem estruturando a companhia para ter processos mais simples, mais ágeis e soluções mais aderentes ao varejo e às pequenas e médias empresas”, explicou.
A massificação apareceu como um dos principais pilares estratégicos apresentados pela companhia durante o roadshow. A proposta da AXA é ampliar capilaridade e presença em produtos voltados ao varejo, PME e seguros simplificados, sem abrir mão da customização das soluções. “A gente fala de produtos mais simples e mais ágeis, mas sem engessar”, pontuou Luciano Calheiros.
O executivo reforçou ainda que a companhia vem ampliando a presença comercial em diferentes regiões do país atuando junto a assessorias e corretores de varejo. O objetivo, segundo ele, é aumentar a pulverização da carteira e reduzir a concentração em grandes riscos. “A gente acredita muito no modelo de assessorias e no corretor de varejo como parte fundamental dessa estratégia de crescimento”, acrescentou.
Dentro desse movimento, a seguradora também vem investindo em produtos voltados a seguros inclusivos e soluções simplificadas para consumidores que ainda não possuem histórico de contratação de seguros. “A gente quer trazer proteção para um número cada vez maior de clientes”, concluiu.

A digitalização dos processos também apareceu como uma das prioridades da companhia para sustentar o crescimento da operação. O vice-presidente de Transformação, Tecnologia e Operações da AXA no Brasil, Bruno Porte, explicou que a companhia vem promovendo uma reorganização operacional focada em automação, integração de sistemas e ganho de eficiência para corretores e assessorias.
Entre os movimentos apresentados está a implementação do AXA Hub, nova plataforma digital da seguradora voltada à gestão operacional e comercial dos parceiros. “A gente está construindo uma grande avenida operacional para dar mais facilidade para quem está na ponta”, afirmou.
A estratégia inclui ainda investimentos em APIs, integração com plataformas externas e digitalização de processos de pós-venda e faturamento. Na avaliação do executivo, a plataforma permitirá integração de carteira, gestão de apólices, renovações, endossos, faturamento e soluções digitais em um único ambiente operacional. Bruno também ressaltou que a companhia vem acelerando a digitalização de produtos tradicionalmente mais complexos, ampliando autonomia operacional para corretores e assessorias.
A transformação tecnológica também vem alterando a área de subscrição e regulação de sinistros. O vice-presidente de Subscrição e Sinistros da AXA no Brasil, Arthur Mitke, explicou que a companhia já opera modelos automatizados de regulação em diferentes linhas de negócios. Conforme detalhou o executivo, a seguradora implementou processos digitais de cotação, ferramentas automatizadas de análise e modelos de regulação sem intervenção humana em alguns produtos. “Hoje nós já fazemos aproximadamente 40% da regulação de prestamista sem intervenção humana”.
Mitke detalhou que a companhia opera atualmente diferentes modelos de regulação, incluindo processos Fast Track e sistemas de vistoria remota. “Mais da metade dos sinistros de condomínio hoje são regulados à distância”, relatou. Apesar do avanço da automação, o executivo reforçou que a companhia busca manter proximidade com os parceiros comerciais. “A gente quer ser digital sempre que possível, mas humano sempre que necessário”, destacou.
Além da digitalização, a AXA também vem ampliando a atuação em gerenciamento de riscos e prevenção de perdas, especialmente em segmentos ligados à sustentabilidade, energia renovável e transportes. O executivo citou ainda o lançamento recente do seguro voltado ao segmento de energia, chamado Power, desenvolvido para atender demandas específicas relacionadas ao avanço do setor energético no país.
O avanço das pequenas e médias empresas dentro da estratégia da seguradora também ganhou destaque durante o evento. O diretor de Massificados da AXA, Clóvis Silva, avaliou que o mercado de PME segue subexplorado pelo setor segurador, apesar do crescimento contínuo do número de empresas no país. De acordo com ele, o Brasil registrou mais de 2,5 milhões de novas empresas em 2025, sendo a maior parte formada por micro, pequenas e médias companhias. “O PME ainda é um mercado pouco assistido pelo setor segurador”, afirmou.
Clóvis observou que o seguro empresarial vem se consolidando como uma das principais apostas da companhia dentro da estratégia de massificação. A carteira, segundo o executivo, cresce acima da média do mercado desde 2019. “O ano passado a gente cresceu 20% em um mercado que cresceu 14%”, destacou.
O diretor também mencionou investimentos em assistência 24 horas, melhoria operacional e ampliação da competitividade dos produtos empresariais. Outro ponto destacado pela companhia foi a expectativa de crescimento em riscos cibernéticos ao longo de 2026, em um cenário de aumento da demanda por proteção digital por parte das empresas.
A AXA também avaliou que o ambiente mais competitivo no seguro D&O vem pressionando o mercado a ampliar coberturas e serviços agregados para manter diferenciação dos produtos. Entre as novidades apresentadas pela companhia estão coberturas relacionadas à penhora online e proteção da remuneração variável de executivos impactados por bloqueios judiciais.
Ao longo do roadshow, a estratégia da AXA deixou claro um movimento que vem ganhando espaço no mercado segurador brasileiro: o avanço da massificação, da automação e da digitalização como pilares centrais da nova fase de crescimento do setor.
Nicholas Godoy, de São Paulo
The post Seguradora AXA aposta em digitalização e varejo para 2026 appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Congresso SINOG: odontologia suplementar ganha peso regulatório appeared first on Revista Apólice.
]]>Foi nesse cenário que aconteceu, nos dias 14 e 15 de maio, em São Paulo, a segunda edição do Congresso da SINOG. Com o tema “Cuidado Integral”, o encontro reuniu representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), executivos, operadoras, especialistas e autoridades públicas para discutir os principais desafios regulatórios, econômicos e assistenciais da odontologia suplementar.

Na solenidade de abertura do congresso, o presidente da SINOG, Roberto Seme Cury, afirmou que o setor atravessa um momento de transformação estrutural e defendeu a construção de um modelo mais integrado de cuidado, sem perder de vista a sustentabilidade da odontologia suplementar. “É justamente olhando para o presente e para o futuro que escolhemos como tema deste congresso o cuidado integral, modelo que vem se consolidando ao integrar qualidade assistencial, eficiência e um relacionamento baseado em diálogo contínuo sobre as necessidades dos beneficiários, sem perder de vista a sustentabilidade do segmento odontológico”, declarou.
Ao longo do discurso, Cury destacou que o avanço da odontologia suplementar exige maior aproximação entre operadoras, reguladores e demais agentes da cadeia, especialmente diante das mudanças regulatórias em curso no setor.
O executivo também fez um balanço de sua gestão à frente da entidade, que se encerra em agosto deste ano, e relembrou o processo de fortalecimento institucional da associação ao longo das últimas décadas. Segundo ele, as associadas da SINOG representam atualmente cerca de 73% dos beneficiários de planos odontológicos do país. “Esses movimentos refletem não apenas a evolução da SINOG, mas o fortalecimento de todo o setor, que hoje se apresenta mais estruturado, mais representativo e mais preparado para os desafios que virão”, disse.
Entre os pontos destacados pela entidade estão o fortalecimento da interlocução regulatória junto à ANS, o avanço das discussões sobre acreditação e qualidade assistencial e iniciativas voltadas à conscientização em saúde bucal, como o Julho Neon, campanha que aguarda sanção presidencial para se tornar oficialmente uma ação nacional permanente de promoção da saúde bucal.
Outro eixo relevante do congresso foi o debate sobre ESG e políticas públicas voltadas à saúde bucal. Durante painel sobre o tema, o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Edson Hilan Gomes de Lucena, apresentou um panorama da política nacional de saúde bucal e defendeu maior integração entre os sistemas público e privado. “O sistema de saúde no Brasil se complementa com essas outras ofertas. Elas não podem ser concorrentes. Não é com esse olhar que fazemos a gestão”, pontuou.
O representante do Ministério da Saúde também ressaltou que a incorporação da saúde bucal ao escopo obrigatório do SUS representa um dos principais avanços recentes da política pública no segmento. “Hoje, o gestor é obrigado a ofertar saúde bucal dentro do sistema de saúde”, disse.
Ao longo da apresentação, Edson Hilan detalhou a estrutura da rede pública odontológica, incluindo equipes de atenção básica, Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), unidades móveis, atendimento hospitalar e ações preventivas realizadas em escolas e comunidades. Segundo ele, um dos principais desafios da política pública está justamente na integração entre os diferentes níveis de atendimento. “Nosso grande desafio enquanto política pública é fazer com que esses serviços se conectem”.
O representante também apresentou dados relacionados aos gargalos da gestão pública em saúde bucal, como fragmentação da rede assistencial, desigualdade de acesso, necessidade de maior eficiência operacional e desafios ligados à infraestrutura e inovação tecnológica.

O painel sobre a Agenda Regulatória 2026-2028 reuniu representantes da Agência e lideranças para discutir os impactos do crescimento da odontologia suplementar sobre temas como fiscalização, qualidade assistencial, remuneração, contratualização e sustentabilidade econômica.
Na abertura do painel, Roberto Cury voltou a defender o reconhecimento das especificidades da odontologia suplementar dentro da regulação da saúde suplementar. “Somos uma atividade regulada e é fundamental que a gente saiba exatamente que a odontologia tem diferenças importantes”, frisou. Segundo ele, a SINOG vem ampliando o diálogo técnico com a ANS em temas ligados à acreditação, indicadores assistenciais e adequação regulatória para o segmento odontológico. “Tivemos algumas vitórias, outras ainda não tivemos, mas vamos continuar tentando”, completou Cury.
A diretora de Normas e Habilitação de Produtos da ANS, Lenise Secchin, afirmou que a odontologia possui papel estratégico não apenas na assistência, mas também na prevenção e promoção da saúde integral. “A saúde começa pela boca”, afirmou.
A executiva também destacou o potencial de expansão do segmento, lembrando que mais de 160 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso a planos odontológicos. “Temos uma oportunidade de mais de 200 milhões de brasileiros e ainda mais de 160 milhões de pessoas sem planos odontológicos. Olha o potencial de crescimento que esse mercado apresenta”, comentou.
Durante a apresentação, representantes da agência detalharam as mudanças relacionadas ao novo modelo regulatório e de fiscalização da ANS, com destaque para as Resoluções Normativas 623, 656, 657, 658 e 659.
Entre os principais pontos apresentados estão:
A RN 658 foi apresentada dentro de uma lógica de regulação responsiva, priorizando inicialmente medidas indutoras e corretivas antes da aplicação de ações punitivas.
A diretora adjunta de Gestão da ANS, Angélica Carvalho, afirmou que o avanço regulatório exige uma visão mais integrada da saúde suplementar, principalmente diante do envelhecimento populacional e da pressão crescente sobre os custos assistenciais. “Precisamos olhar o paciente do ponto de vista do sistema. Se a gente não integrar as forças do cuidado em saúde, vamos continuar tratando a consequência e não a causa”, explicou.
Angélica também fez ponderações sobre o uso de tecnologia e inteligência artificial dentro da saúde suplementar. “Nem sempre inovação, nem sempre inteligência artificial, vai gerar resultado do ponto de vista assistencial. Depende de como a gente vai alimentar as decisões a serem tomadas”.
Já o diretor adjunto de Desenvolvimento Setorial da ANS, Andrey Corrêa, defendeu maior convergência entre regulador, operadoras, prestadores e demais agentes da cadeia para o avanço das políticas públicas do setor. “Política pública de qualidade só se faz buscando convergências entre os atores que compõem o setor”, fomentou.
Segundo ele, temas como remuneração, contratualização, acreditação e qualidade assistencial devem ganhar ainda mais relevância nas discussões regulatórias dos próximos anos, acompanhando o avanço da odontologia suplementar no país. Ao longo do congresso, o conceito de “cuidado integral” apareceu de forma recorrente nos debates como reflexo de uma mudança mais ampla dentro da saúde suplementar.
Nicholas Godoy, de São Paulo
The post Congresso SINOG: odontologia suplementar ganha peso regulatório appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Seguros Unimed transforma decisões executivas a partir da escuta direta do cliente appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Seguros Unimed transforma decisões executivas a partir da escuta direta do cliente appeared first on Revista Apólice.
]]>The post MDS contrata Adrián Larrondo para área de seguros marítimos appeared first on Revista Apólice.
]]>Em Madrid, Adrián Larrondo vai liderar o desenvolvimento internacional dessa linha de negócios. O executivo vai conduzir a estratégia da área, reforçando a proposta de valor para clientes com operações complexas e transfronteiriças e consolidando a presença da MDS em mercados estratégicos na Península Ibérica e na América Latina.
Adrián Larrondo possui mais de três décadas de experiência internacional no setor marítimo e de seguros. Ao longo da sua carreira, ocupou cargos de liderança em empresas de referência como JLT Insurance Brokers, March JLT e Grupo CSAV, onde desempenhou responsabilidades em seguros, sinistros, prevenção de perdas e aconselhamento jurídico em diferentes geografias, incluindo Europa, América Latina e Ásia-Pacífico. Antes de ingressar na MDS, liderou a sua própria empresa de consultoria especializada e atuou como agente externo para negócios marítimos na América Latina no âmbito da aliança internacional Howden RS. Seu perfil reúne uma base jurídica sólida, vasta experiência técnica em seguros marítimos e uma visão internacional de negócio.
Sua chegada faz parte da estratégia da MDS de oferecer um serviço altamente especializado, apoiado por uma equipe internacional, robusta e multidisciplinar, com profissionais localizados na Espanha e na América Latina, preparados para atender clientes de acordo com a geografia e a complexidade de seus riscos.
A área de Marine da MDS conta com profissionais experientes oriundos de empresas de destaque nos setores marítimo, de seguros, jurídico e financeiro, formando uma estrutura diferenciada pela expertise técnica e alcance internacional. A equipe reúne especialistas com passagens por empresas de transporte marítimo, corretoras de seguros, consultorias, áreas de gestão de riscos e assessoria jurídica especializada, além de seguradoras líderes de mercado, permitindo à MDS entregar respostas técnicas adequadas às necessidades de cada cliente e mercado.
Além de Adrián Larrondo, integram a equipe profissionais como María Ignacia Sáez, Especialista Sênior com experiência na March-Howden, JLT e Grupo SAAM; Manuel Lezama Leguizamón, Diretor de Contas, com passagens pela Generali Global Corporate & Commercial, Lloyd’s e mercados especializados; Sergio Llopis, Especialista Sênior com experiência na March-Howden, Hapag-Lloyd e Barbuss; e Santiago Mufarech, Executivo de Contas Júnior especializado em análise financeira e consultoria operacional.
Álvaro Mengotti, CEO da MDS Espanha, afirma que “a chegada de Adrián Larrondo representa um passo estratégico no nosso compromisso de consolidar uma operação marítima global, apoiada por uma equipe internacional de alto nível. Sua experiência, somada à força e diversidade do time que construímos entre a Península Ibérica e a América Latina, reforça nossa capacidade de acompanhar clientes que atuam em ambientes cada vez mais globais e complexos”.
Com essa nomeação, a MDS segue avançando em sua estratégia de crescimento e especialização, ampliando sua capacidade de oferecer soluções avançadas em gestão de riscos e seguros marítimos, com forte atuação internacional.
The post MDS contrata Adrián Larrondo para área de seguros marítimos appeared first on Revista Apólice.
]]>The post PASI lança Super App para conectar segurados a ecossistema de bem-estar appeared first on Revista Apólice.
]]>“O PASI Super App é mais do que um aplicativo. É uma mudança na forma como nos relacionamos com os nossos segurados. Queremos estar presentes em todos os momentos relevantes da vida deles, oferecendo não apenas segurança, mas também conveniência, economia e acesso a oportunidades. Estamos ampliando o conceito de seguro para algo muito mais completo e conectado com as necessidades atuais das pessoas.”, conta Philippe Marrocos, diretor de Operações e Tecnologia do PASI.
Com o Super App, o PASI passa a oferecer uma experiência muito mais intuitiva e acessível, em que o segurado pode gerenciar sua proteção diretamente pelo celular, com acesso simples às coberturas, assistências e acionamentos do seguro.
“Nosso objetivo foi colocar, literalmente, na palma da mão do segurado todo o ecossistema de soluções que ele já tem direito e que muitas vezes nem conhece. O Super App revela esse valor de forma clara e acessível, tornando mais fácil entender, acessar e usar cada assistência que ele tem disponível. No fim do dia, o que a gente quer é que o segurado aproveite ao máximo tudo o que o PASI oferece”, explica Philippe.
Benefícios que vão além do seguro
Um dos grandes diferenciais do PASI Super App é justamente a proposta de entregar valor além da proteção tradicional. Ao oferecer descontos e vantagens em serviços e consumo, o aplicativo passa a fazer parte da rotina dos segurados, promovendo economia e acesso a benefícios que impactam diretamente o dia a dia. Consolidando o seguro como um serviço presente, útil e contínuo, e não apenas acionado em momentos de necessidade.
Entre os principais destaques do PASI Super App estão:
O lançamento do Super App marca um avanço importante na jornada digital do PASI, consolidando a tecnologia como um pilar estratégico para o fortalecimento do relacionamento com seus segurados.
Para Philippe Marrocos, o lançamento representa o início de uma nova fase: “Estamos construindo uma plataforma viva, que continuará evoluindo constantemente. O Super App abre espaço para novas funcionalidades, parcerias e serviços que vão enriquecer ainda mais a experiência dos nossos segurados. Nosso compromisso é seguir inovando e entregando valor real para quem confia no PASI.”
O aplicativo já está disponível para todos os segurados nas lojas Google Play e App Store, marcando uma nova etapa na evolução do seguro: agora mais próximo e em instantes.
Assista à live de lançamento do PASI Super App e conheça em detalhes todas essas novidades clicando aqui.
The post PASI lança Super App para conectar segurados a ecossistema de bem-estar appeared first on Revista Apólice.
]]>The post CCS-SP discute papel do corretor para a expansão do seguro de vida appeared first on Revista Apólice.
]]>De acordo com Josusmar, o MVP já soma 40 empresas apoiadoras e parceiras, 120 embaixadores e 2,3 mil multiplicadores. Entre as ações, destacam-se as mais de 50 oficinas e encontros de negócios, mais de 20 aulas na plataforma e mais de 600 mil pessoas impactadas nas redes sociais. O primeiro congresso do MVP, realizado em março, superou a expectativa de público dos organizadores, reunindo mais de 500 participantes em dois dias.
Conscientizar
Embora o seguro de vida tenha crescido no Brasil a ponto de ter ultrapassado pela primeira vez o faturamento da carteira de automóvel, em 2017, e tenha ganhado impulso na demanda após a pandemia de covid, sua penetração ainda é baixa. Segundo Josusmar, apenas 18% da população têm seguro de vida. “Acreditamos que o seguro de vida é uma ferramenta de proteção e inteligência financeira que todos os brasileiros deveriam ter”, disse.
Josusmar afirmou que a missão do MVP é transformar corretores e os profissionais do mercado em embaixadores e multiplicadores do seguro de vida para que promovam a mudança de mentalidade da população. A ideia é despertar o interesse e conscientizar sobre o produto. “Nosso objetivo é que os corretores e profissionais compreendam a importância do produto para as famílias brasileiras, permitindo que realizem seus propósitos e objetivos com confiança”, disse.
Josusmar, que previu o crescimento do seguro de vida acima do seguro de automóvel duas décadas antes de acontecer, agora aposta que até 2045 o ramo será responsável por aumentar a participação do setor no PIB em até dois dígitos. O potencial do seguro vida foi um dos temas do congresso do MVP, que estimou o valor desse mercado. “São US$ 60 bilhões de apólices não vendidas, e este capital está à disposição de quem quiser”, disse.
Falta de oferta
Na avaliação de Ricardo Tarantello, da parcela de 18% da população que possui seguro de vida, apenas 5% aproximadamente correspondem a seguros individuais, o restante seria seguro de vida em grupo e prestamista. No entanto, em boa parte desses 5%, segundo ele, o capital contratado é insuficiente. E o motivo não seria exatamente a falta de cultura do seguro da população, mas a falta de oferta. “Façam parcerias, usem tecnologia, mas façam a oferta; é nossa responsabilidade”, disse.
Tarantello comentou outra questão pertinente aos corretores: a sucessão, que em muitos casos não é bem-sucedida pela percepção de baixos ganhos. Ele argumentou que uma carteira com seguros de vida recorrentes são longevas e possibilitam maiores rendimentos. “O potencial do seguro de vida é de US$ 60 bilhões de apólices que ainda não foram vendidas”, disse. Em seguida, orientou os corretores a também contratarem o seguro. “É incoerente ofertar algo em que você próprio não acredita”, disse.
Melhor argumento
O mentor Álvaro Fonseca lembrou que Josusmar e Tarantello são membros da Million Dollar Round Table (MDRT), associação global que reúne os principais profissionais de seguros e planejamento financeiro do mundo. “Temos a honra de ter entre nossos associados um membro da MDRT”, disse, referindo-se a Josusmar. Este, por sua vez, explicou que a entidade completará cem anos, está presente em mais de 200 países e conta com 80 mil membros.
Durante o evento, os convidados responderam perguntas dos associados. Uma delas foi sobre os melhores argumentos para vender seguro de vida. Tarantello respondeu que “ninguém quer comprar seguro de vida, mas a garantia de que o filho concluirá a faculdade, que a família terá plano de saúde e continuará a residir no mesmo local”. Ele concluiu que os corretores estão ofertando de maneira errada. “As seguradoras vendem o seguro, já os corretores vendem o que o seguro pode fazer pelas pessoas”, disse.
The post CCS-SP discute papel do corretor para a expansão do seguro de vida appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Trinca: transformação digital muda dinâmica da subscrição no mercado de seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>Durante palestra realizada por Clayton Palandrani, CIO & COO da Mitsui Sumitomo, ficou claro que a tecnologia passou a atuar de forma mais ativa dentro das organizações, deixando de responder apenas às demandas das áreas de negócios para assumir também um papel de proposição de soluções. Segundo Clayton, hoje a área de tecnologia consegue atuar de maneira transversal nos níveis estratégico, tático e operacional das companhias.
De acordo com ele, um dos principais desafios enfrentados em sua seguradora estava relacionado ao excesso de demandas nas áreas corporativas, especialmente em linhas como garantia, transportes e responsabilidade civil. A limitação operacional acabava reduzindo a capacidade de entrega da companhia. “Às vezes apenas 30% ou 40% das demandas recebidas conseguiam ser efetivamente entregues”, afirmaram.
O diagnóstico levou a Mitsui a revisar processos e adotar uma estratégia mais agressiva de digitalização. A proposta passou a ser direcionar parte dos negócios de menor complexidade para plataformas digitais, liberando as equipes especializadas para operações mais estruturadas e riscos complexos.
Segundo o executivo, o movimento incluiu a criação de soluções digitais para distribuição de produtos corporativos, com foco em experiência do corretor, autonomia operacional e inteligência de subscrição. A companhia passou a operar parte relevante de suas linhas por meio de esteiras digitais, incluindo produtos empresariais, transportes e responsabilidade civil.
“A estratégia permitiu transferir para o ambiente digital cerca de 60% a 70% das demandas recebidas, enquanto os casos mais complexos permanecem sob análise especializada das equipes técnicas. Os 30% restantes são utilizados para entregar valor”, destacou.
Na avaliação do executivo, a digitalização deixou de ser apenas um canal complementar e passou a representar infraestrutura essencial para ganho de escala no setor. Entretanto, ele alertou que as seguradoras que não acompanharem o avanço da inteligência artificial e da automação poderão perder competitividade nos próximos anos.
O uso da inteligência artificial também já vem sendo aplicado nas áreas corporativas da companhia. Segundo Clayton, ferramentas de IA passaram a processar previamente informações recebidas pela seguradoras priorizando riscos, analisando perfil das operações e organizando informações para apoiar o trabalho dos subscritores. “Os resultados já aparecem nos indicadores operacionais. Em um ano, a companhia dobrou sua capacidade de entrega de cotações e ampliou a conversão de negócios”, comemorou o CIO.
Para Artur Willig, sócio e diretor Comercial da Trinca, avaliou que as empresas mudaram e passaram a ter que ter a tecnologia dentro de casa, “deixando de atuar de forma estanque para um modelo dinâmico. Com o uso da IA, podemos incorporar algumas mudanças que estão na ponta, transformando-as em mudanças corporativas robustas com segurança e compliance. São questões que nos obrigam a olhar para soluções escaláveis”.
“O principal desafio atual para as empresas é estarem preparadas para incorporar a IA, no sentido de infraestrutura e arquitetura de dados. Muitas empresas talvez não saibam mas podem estar distantes de colher os benefícios do uso da IA. O custo aumenta, mas o resultado não aparece”, comentou Gustavo Mayer, COO e co-fundador da Trinca. Ele acrescenta que há também a barreira cultural, porque as pessoas estão perdendo a oportunidade de ter um letramento digital em um momento em que todo está tentando entender e se adaptar ao uso da IA. Para ele, é preciso criar um espaço de experimentação dentro das empresas.
Kelly Lubiato
The post Trinca: transformação digital muda dinâmica da subscrição no mercado de seguros appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Sincor-GO celebra 40 anos de representação dos corretores appeared first on Revista Apólice.
]]>A celebração foi marcada por momentos de forte emoção, incluindo a inauguração das fotos de Lucas Vergilio e Vera Campos na galeria de ex-presidentes e o descerramento de uma placa comemorativa com o selo oficial dos 40 anos da entidade. Para este momento simbólico, o presidente da entidade, Vinicius Porto, convidou um dos pioneiros do sindicato, o corretor de seguros José Galbani, da GalCor Corretora de Seguros.
Fundado em 14 de maio de 1986, o Sincor-GO nasceu da união de corretores conscientes da necessidade de uma representação forte em Goiás. Desde a sua conversão de associação para sindicato, ocorrida em 1988, a entidade tem sido protagonista em atuações decisivas, como a manutenção dos corretores no Simples Nacional, a redução do ISS para a categoria e a defesa intransigente da classe contra as tentativas de desregulamentação da profissão.
O presidente da Fenacor e ex-presidente do sindicato, Armando Vergilio, falou dessa jornada. “Desde 1986, tem sido uma estrada longa, percorrida com muita luta e dedicação. O Sincor trouxe para Goiás a qualificação e o conhecimento. É referência e um berço de grandes lideranças. A entidade fez muito, mas fará muito mais ainda nos próximos 40 anos”, destacou.
Inovação e Capacitação
Em seu pronunciamento, o presidente Vinícius Porto destacou as conquistas de sua gestão à frente da entidade, focada em transformar o sindicato em uma extensão da casa do corretor. Entre os destaques, citou o sucesso dos projetos Café + Seguro e Happy Hour + Seguro, além do retorno histórico do Prêmio Bandeirante. Vinicius, que presidiu a entidade entre 2022 e 2025, foi reeleito Presidente para a gestão 2026-2029.
“Sinto uma honra profunda em presidir esta entidade no exato momento em que completamos 40 anos. Nossa gestão teve como norte a união e o investimento recorde em capacitação técnica. O futuro pertence ao Corretor Consultor, e estamos preparando nossos associados para explorar mares de oportunidades além do seguro automóvel”, afirmou Vinícius.
O papel de destaque do Sincor Goiás no cenário nacional foi reforçado pela recente eleição de Vinícius Porto como Vice-Presidente Administrativo da Fenacor, um reconhecimento ao protagonismo goiano nas grandes decisões do setor.
Lucas Vergilio, vereador em Goiânia, presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS) e também ex-presidente da entidade, expressou sua satisfação ao estar presente em na comemoração dos 40 anos. “Nasci praticamente dentro do Sincor e tenho muito orgulho por ter participado dessa história. O Sincor-GO é o sindicato mais forte da nossa categoria no Brasil. Estaremos sempre servindo a esta instituição e aos corretores goianos”, disse.
A parceria com o mercado segurador também foi enaltecida por André Segatt, representando o Sindseg MG/GO/MT/DF. “Sincor e Sindseg caminham juntos. Queremos cada vez mais contribuir para o desenvolvimento, inovação e conhecimento, garantindo que o corretor esteja sempre preparado para o mercado.” O evento registrou ainda as presenças de José Vadson, representando a Tokio Marine Seguradora; Gabriel Ângelo, representando a Zurich Seguros; e Wagner Bisi, Diretor da Porto.
Presente no evento, a corretora Cristiane Silvia de Alvarenga e a Almeida, da Seg Seguro Corretora e Assesse Assessoria, associou-se ao Sincor Goiás há 4 anos. “Tive o prazer de vivenciar experiências aqui que me fizeram crescer muito na profissão, de um modo que eu não esperava. Aqui encontramos pessoas que nos orientam. Também recebemos treinamentos muito importantes nesta entidade. Me orgulho muito desta entidade, inclusive pela representatividade do Sincor no cenário nacional”, destacou.
Maria José Vasconcelos, da BRA Corretora de Seguros, também associada ao Sincor Goiás, não tem medo de errar: “Nosso sindicato é o mais forte do Brasil. A entidade faz uma diferença muito grande para o corretor de seguros e tem agregado enormemente na minha atuação profissional”, frisou.
Em um momento de fala pessoal, o presidente Vinícius Porto agradeceu aos colaboradores, à sua diretoria e, especialmente, à sua base familiar (sua esposa Carol e seus filhos Elisa e Vitor) reforçando que o esforço institucional ganha sentido na proteção das famílias e na construção de um legado ético e sólido. “O Sincor Goiás chega aos 40 anos com a maturidade trazida pela trajetória até aqui e a energia renovada para contribuir com o desenvolvimento do nosso setor, novas conquistas”, frisou o presidente.
PDMIS 2035
Encerrando o evento, os presentes acompanharam uma palestra sobre o Plano Diretor para o Mercado de Intermediação de Seguros (PDMIS), ministrada por Augusto Coelho Cardoso (ENS), que delineou as estratégias e metas para a categoria até 2035, reforçando o compromisso do sindicato com a evolução tecnológica e a diversificação de negócios.
The post Sincor-GO celebra 40 anos de representação dos corretores appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Norte lidera busca por estética bucal, diz Odontoprev appeared first on Revista Apólice.
]]>Considerando tratamentos realizados em diversas partes do país no ano de 2025, a região Norte se sobressai como a que mais procura por esses procedimentos estéticos bucais (44,3%). É o que mostra pesquisa realizada pela Odontoprev com base em seus mais de nove milhões de beneficiários. O estudo consolida dados de 2025.
Na sequência, a região Sul aparece como a que mais realiza procedimentos (37%), seguida pelo Centro-Oeste (31,9%), e pelo Sudeste (18,9%). Em contraste, o Nordeste apresenta o menor índice (6,2%) de realização de procedimentos.
Segundo o Dr. Emerson Nakao, dentista e consultor científico da Odontoprev, atualmente, esses tratamentos buscam conciliar a saúde biológica do sorriso com uma aparência harmoniosa. “São muitos tratamentos, como clareamento dental, facetas de porcelana ou lentes de contato; o foco vai além da perfeição. Buscamos oferecer um equilíbrio personalizado que respeite as características faciais de cada indivíduo, transformando o sorriso realmente em um cartão de visitas que alia funcionalidade e estética de forma integrada”, comenta.
Prevenção com a saúde bucal é o foco do Sudeste
Com um aumento notável de 38,9% em tratamentos preventivos, a região Sudeste assume a liderança no ranking das regiões que mais realizam este tipo de procedimentos, refletindo uma maior preocupação e conscientização sobre a saúde bucal, prevenção e autocuidado. Em seguida vem o Sul (11,9%), o Norte (6,5%) e o Nordeste (6%). Já na região Centro-Oeste, apenas 3,1% da população demonstrou preocupação em prevenir possíveis problemas dentários.
“A sabedoria do cuidado com o sorriso reside na prevenção. Priorizar visitas regulares ao dentista e manter uma rotina de higiene rigorosa não é apenas uma questão de estética, mas um investimento na própria saúde, agindo muito antes do corpo precisar emitir o alerta da dor. Além disso, tratar problemas em estágio inicial é sempre mais simples, indolor e às vezes até econômico do que remediar intervenções complexas”, diz Dr. Nakao.
Olhar para os tratamentos curativos
Uma maior preocupação com a prevenção resulta na redução dos procedimentos curativos. A região Sudeste lidera a queda nos procedimentos, registrando -4,3%. Em seguida, vêm o Centro-Oeste com -0,8% e o Norte com -0,4%. Por outro lado, as regiões Sul e Nordeste apresentaram aumento nos procedimentos curativos, com 2,5% e 1,2%, respectivamente.
“Quando escolhemos cuidar do sorriso pelo valor da saúde e não pela urgência do incômodo, evitamos o estresse de urgências e garantimos que a boca cumpra suas funções vitais com pleno bem-estar, preservando a integridade dos dentes de forma duradoura”, ressalta Dr. Nakao.
The post Norte lidera busca por estética bucal, diz Odontoprev appeared first on Revista Apólice.
]]>The post Brasilcap lucra R$ 81,3 milhões no 1º trimestre appeared first on Revista Apólice.
]]>A companhia encerrou o trimestre com avanço em suas principais métricas financeiras. A receita total atingiu R$ 1,78 bilhão entre janeiro e março, alta de 7,6% frente aos R$ 1,65 bilhão registrados no primeiro trimestre de 2025.
No canal digital, o faturamento somou R$ 107 milhões no período, crescimento de 8,5% na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho reforça o avanço das vendas digitais dentro da estratégia comercial da empresa.
As reservas chegaram a R$ 11,3 bilhões, ante R$ 10,9 bilhões no mesmo período do ano anterior. Já os ativos totais atingiram R$ 13,7 bilhões, frente aos R$ 13,4 bilhões registrados em 2025. “Os resultados do primeiro trimestre reforçam a consistência da nossa estratégia, com crescimento do lucro, avanço do digital e evolução do portfólio. Seguimos fortalecendo a geração de valor com eficiência e foco no cliente.”, afirma Antonio Carlos Teixeira, presidente da companhia.
Nos três primeiros meses de 2026, a Brasilcap também ampliou os valores pagos em sorteios, que totalizaram R$ 24 milhões, ante R$ 15,5 milhões no mesmo período do ano passado.
O período também foi marcado pela ampliação do portfólio de produtos da companhia. Entre os lançamentos está o Multicap, desenvolvido em parceria com a corretora Protege para atender contratos de royalties no setor de franquias, oferecendo garantias financeiras para operações entre franqueadores e franqueados.
Outro destaque foi o Ourocap como garantia de crédito, solução voltada a pessoas físicas que permite utilizar títulos de capitalização como garantia em operações de crédito.
A companhia também lançou o BB da Sorte, produto da modalidade popular com foco em acessibilidade e distribuição digital. Comercializado exclusivamente nos canais digitais do Banco do Brasil, o título possui tíquete de R$ 3 e vigência de 12 meses. Já o Ourocap Torcida foi desenvolvido em referência ao Mundial de Futebol de 2026. O produto de pagamento único possui tíquete de R$ 3 mil e está disponível no aplicativo e nas agências do Banco do Brasil.
The post Brasilcap lucra R$ 81,3 milhões no 1º trimestre appeared first on Revista Apólice.
]]>
0800 SEGURADORAS







