Revista Apólice
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A revista do mercado de SegurosTue, 06 Oct 2026 17:59:35 +0000pt-BR
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3232Allianz inclui proteção para vítimas de violência doméstica
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Tue, 06 Oct 2026 17:59:35 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143154Cobertura prevê reembolso do aluguel de outro imóvel por até seis meses para seguradas que precisem deixar suas casas
]]>A Allianz Seguros incluiu no seguro Residência uma cobertura para mulheres vítimas de violência doméstica que precisem deixar temporariamente o imóvel onde vivem. O benefício prevê o reembolso do aluguel de uma nova residência por até seis meses, de acordo com o limite contratado na apólice.
A cobertura está disponível para novas contratações nas modalidades Residência Habitual ou Habitual + Profissional e integra a opção “Perda ou Pagamento de Aluguel”. O benefício é destinado exclusivamente a seguradas maiores de 18 anos, proprietárias ou inquilinas, e pode ser utilizado para a locação de um imóvel em qualquer cidade brasileira.
Segundo a Allianz, a medida considera situações em que a mulher precisa deixar a residência de forma repentina por questões de segurança e pode enfrentar, além da mudança, uma despesa adicional com moradia.
“Reconhecemos que situações de violência doméstica exigem respostas rápidas e efetivas. Quando a prioridade é preservar a integridade física e emocional da mulher, o seguro também pode assumir essa função, colaborando para trazer mais tranquilidade e oferecer condições para que ela possa reconstruir sua vida com maior estabilidade”, pontua Veronica Gomes, diretora de Massificados da Allianz Seguros.
De acordo com a última edição do Mapa Nacional da Violência de Gênero, do DataSenado, mais de 23 milhões de mulheres declararam, em 2025, já ter sofrido violência doméstica alguma vez na vida. Entre os tipos mais citados estão a violência psicológica, mencionada por 88% das entrevistadas, e as violências física e moral, ambas com 81%.
Para acionar a cobertura, a segurada deve comunicar o sinistro à companhia. Não há prazo máximo definido para o aviso, segundo a Allianz. Na solicitação, é necessário apresentar o Boletim de Ocorrência específico de violência doméstica, emitido por canais oficiais de denúncia, físicos ou on-line.
“Por meio dessa cobertura, nosso objetivo é oferecer um suporte concreto que contribua para o amparo e a autonomia dessas mulheres, justamente quando elas mais precisam”, complementa Veronica.
]]>Apisul assume participação majoritária na carteira da Luber
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Tue, 06 Oct 2026 15:26:41 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143151O Grupo Apisul adquiriu participação majoritária na carteira de clientes da Luber Corretora. A operação foi comunicada ao mercado e prevê a manutenção do atendimento aos clientes, que passarão a contar também com a estrutura e o portfólio de soluções do grupo. A negociação não envolve a aquisição integral da Luber, mas a participação majoritária […]
]]>O Grupo Apisul adquiriu participação majoritária na carteira de clientes da Luber Corretora. A operação foi comunicada ao mercado e prevê a manutenção do atendimento aos clientes, que passarão a contar também com a estrutura e o portfólio de soluções do grupo.
A negociação não envolve a aquisição integral da Luber, mas a participação majoritária em sua carteira de clientes. O valor da operação não foi divulgado.
Segundo a Apisul, Norton de Oliveira Filho permanecerá à frente da gestão da carteira durante o processo de transição. A permanência do executivo tem como objetivo preservar os relacionamentos comerciais construídos pela Luber e manter o acompanhamento dos clientes.
“Para os clientes da LUBER, a continuidade do atendimento será integralmente mantida, preservando os relacionamentos construídos ao longo do tempo”, informou o Grupo Apisul no comunicado.
Com a operação, os clientes da corretora passam a ter acesso à estrutura do Grupo Apisul, incluindo seu portfólio de soluções, tecnologia e capacidade de atendimento. A companhia afirma que a transição será conduzida de forma planejada, com manutenção da proximidade no relacionamento com a carteira.
A Apisul também relacionou a operação à expansão de sua atuação no mercado de seguros e gestão de riscos. No comunicado, a empresa afirma que a aquisição permite “somar experiências, ampliar capacidades e fortalecer ainda mais sua atuação no mercado de Seguros”.
A Luber, por sua vez, mantém a gestão da carteira sob responsabilidade de Norton de Oliveira Filho, enquanto a Apisul incorpora a participação adquirida à sua estrutura.
A íntegra do comunicado ao mercado divulgado pelo Grupo Apisul pode ser conferida abaixo:
“COMUNICADO AO MERCADO – Grupo Apisul segue em expansão e fortalece sua atuação com a aquisição de participação majoritária na carteira de clientes da LUBER CORRETORA. O Grupo Apisul comunica ao mercado a aquisição de participação majoritária na carteira de clientes da LUBER CORRETORA, em mais um importante movimento de expansão e fortalecimento de sua atuação no mercado de Seguros.
Reconhecida por sua especialização no segmento, a LUBER construiu ao longo de sua trajetória uma sólida relação com seus clientes. Com a aquisição da carteira, a Apisul passa a integrar essa experiência ao seu ecossistema, ampliando sua capacidade de atuação e sua oferta de soluções em seguros e gestão de riscos.
Para os clientes da LUBER, a continuidade do atendimento será integralmente mantida, preservando os relacionamentos construídos ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, passam a contar com a estrutura, o portfólio de soluções, a tecnologia e a capacidade de atendimento do Grupo Apisul.
Como parte desse processo, Norton de Oliveira Filho permanecerá à frente da gestão da carteira, assegurando a continuidade dos relacionamentos, do atendimento e do acompanhamento próximo que os clientes já conhecem.
A transição será conduzida de forma planejada e transparente, com o objetivo de proporcionar segurança, continuidade e tranquilidade aos clientes, preservando a proximidade que sempre esteve presente nessa relação.
Para o Grupo Apisul, essa união representa uma oportunidade de somar experiências, ampliar capacidades e fortalecer ainda mais sua atuação no mercado de Seguros, gerando novas oportunidades e valor para clientes e parceiros.”
]]>Generali patrocina concerto da Orquestra Jovem na Sala São Paulo
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Tue, 06 Oct 2026 15:08:31 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143148A Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP) apresenta, em 11 de outubro, às 16h, na Sala São Paulo, um concerto com trilhas sonoras de filmes, animações e games. A apresentação, realizada em comemoração ao mês das crianças, tem patrocínio da Generali Brasil e será regida por Cláudio Cruz. O repertório inclui temas de […]
]]>A Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP) apresenta, em 11 de outubro, às 16h, na Sala São Paulo, um concerto com trilhas sonoras de filmes, animações e games. A apresentação, realizada em comemoração ao mês das crianças, tem patrocínio da Generali Brasil e será regida por Cláudio Cruz.
O repertório inclui temas de produções como E.T. – O Extraterrestre, Superman, Harry Potter, Missão Impossível, Pantera Cor-de-Rosa, Naruto, Dragon Ball e Os Cavaleiros do Zodíaco. Entre os jogos selecionados estão The Legend of Zelda, The Last of Us e Final Fantasy VII.
O programa reúne composições de nomes como John Williams, Henry Mancini, Lalo Schifrin, Toshio Masuda e Joe Hisaishi. A proposta é aproximar o público da música orquestral por meio de trilhas conhecidas do cinema, da televisão, das animações e dos videogames.
Ligada à Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim) e gerida pela Santa Marcelina Cultura, a Orquestra Jovem integra a formação artística e profissional de jovens músicos. O projeto que resultou no concerto foi selecionado por meio de edital da Generali Brasil.
Os ingressos para a apresentação estão esgotados. O concerto, porém, será transmitido gratuitamente pelo canal da EMESP Tom Jobim no YouTube.
]]>Universal Assistance inclui monitoramento digital em seguros viagem
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Tue, 06 Oct 2026 14:38:07 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143145CyberBoxx Assist reúne avaliação de riscos, monitoramento de identidade e suporte para situações de exposição de dados
]]>A Universal Assistance lançou no Brasil o CyberBoxx Assist, serviço voltado ao monitoramento e à prevenção de riscos de cibersegurança durante viagens. A solução reúne recursos de avaliação de riscos digitais, monitoramento de identidade e suporte ao usuário em situações relacionadas à exposição de dados pessoais e credenciais.
O serviço passa a integrar o portfólio da companhia e busca ampliar a proteção oferecida ao viajante para situações que também ocorrem no ambiente digital, como o uso de redes Wi-Fi públicas, novos dispositivos e aplicativos durante a viagem.
“A jornada de proteção do viajante também acontece no ambiente digital. Hoje, estar protegido significa olhar para além das situações tradicionalmente associadas a uma viagem e considerar também os dados, a identidade e a segurança das informações que circulam durante essa experiência. O CyberBoxx® Assist foi incluído no nosso portfólio de benefícios justamente com essa proposta: combinar prevenção, monitoramento e orientação para ampliar a proteção oferecida aos nossos clientes”, afirma Jacqueline Conrado, country manager da Universal Assistance no Brasil.
Entre os recursos disponíveis está uma avaliação de segurança digital, que gera uma pontuação de risco, aponta vulnerabilidades e apresenta recomendações de proteção. O serviço também monitora credenciais para identificar possíveis exposições de dados e envia alertas quando novas ocorrências são detectadas.
A solução conta ainda com o Cyber Concierge, que oferece orientação em situações relacionadas à segurança digital, além de conteúdos educativos sobre golpes e outros riscos. Os recursos podem ser adaptados a diferentes perfis de usuários, incluindo crianças e idosos.
O CyberBoxx Assist é disponibilizado por meio de um portal web que pode ser integrado à jornada digital do cliente. Segundo a Universal Assistance, a proposta é oferecer acompanhamento preventivo diante de hábitos que podem aumentar a exposição do viajante a riscos digitais, como conexões em redes públicas, uso de aplicativos e plataformas de pagamento.
O lançamento teve início no Brasil no primeiro semestre de 2026, com serviços do Grupo Zurich, Banco Santander e produtos B2C comercializados por diária. A segunda etapa está prevista para o quarto trimestre, com expansão para outros mercados da América Latina, incluindo Uruguai e Chile.
“A tecnologia precisa estar a serviço de uma experiência mais segura e simples. Por isso, nossa preocupação não é apenas oferecer uma ferramenta, mas incorporar a cibersegurança à jornada de assistência, ajudando o cliente a entender seus riscos, identificar possíveis exposições e saber como agir”, finaliza Jacqueline.
]]>Akad nomeia Anderson Souza como gerente de canais PMC
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Tue, 06 Oct 2026 14:05:05 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143142Com passagens por Stone e Mercado Pago, executivo assume a missão de fortalecer o relacionamento comercial e ampliar o apoio ao desenvolvimento dos negócios dos corretores
]]>A Akad Seguros anuncia Anderson Souza como gerente de Canais PMC (Pequenos e Médios Corretores) e Assessorias. O executivo passa a ser responsável por aprimorar o atendimento e desenvolver a atuação comercial nesses canais, combinando acompanhamento das carteiras, conhecimento de produtos e uso de tecnologia.
Engenheiro de Produção, Souza tem mais de oito anos de experiência em gestão, com passagens por Stone, Mercado Pago e startups. O executivo acumula experiência na estruturação e expansão de operações comerciais em diferentes estados brasileiros e na liderança de equipes de mais de 150 profissionais, com atuação em canais próprios de vendas e redes de parceiros.
No Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, liderou um canal voltado ao relacionamento e à expansão de negócios com pequenas e médias empresas, com foco em gestão comercial e desenvolvimento de parcerias. Essa experiência no acompanhamento e desenvolvimento de carteiras se conecta ao desafio de fortalecer a atuação da Akad junto a corretores e assessorias.
“Existe um paralelo claro entre a evolução da indústria de meios de pagamento e o potencial de transformação do mercado de seguros no Brasil. Minha experiência na construção de operações comerciais mostrou a importância de adaptar o modelo de atendimento à realidade de quem está na ponta. Vejo na Akad a oportunidade de aplicar esse aprendizado a um setor em que a confiança e a proximidade têm um papel central na geração de negócios”, afirma Souza.
O executivo está conduzindo uma reorganização do atendimento a corretores e assessorias. No canal de pequenos e médios corretores, a estrutura reúne executivos generalistas e especialistas em Transportes e Seguro-Garantia, para apoiar demandas que exigem maior conhecimento sobre esses produtos.
Já as assessorias, que fazem a interlocução entre a seguradora e suas redes de corretores, passaram a ser distribuídas entre os executivos da Akad, conforme o estágio de maturidade, tempo de relacionamento com a empresa e o volume de produção. Com isso, cada assessoria passa a ter um ponto focal definido para direcionar demandas e discutir oportunidades de desenvolvimento da carteira.
Além disso, Souza trabalha para ampliar a atuação proativa do time comercial, com análises das carteiras que ajudem a identificar oportunidades de novos negócios e necessidades de capacitação dos corretores. A proposta é fortalecer o papel consultivo da equipe no relacionamento com esses canais.
Outra iniciativa é a estruturação do processo de integração de novos corretores. O fluxo inclui uma comunicação automática de boas-vindas, convite para uma videochamada de apresentação da companhia e de seus produtos e acompanhamento por um profissional dedicado durante até três meses. Conforme o volume de prêmios emitidos, o corretor pode passar a integrar a carteira de um executivo comercial, com atendimento personalizado.
A maior integração entre a área comercial e o time de tecnologia da Akad também está entre as prioridades, com foco em simplificar processos e ampliar o acesso de corretores e assessorias às informações necessárias para acompanhar seus negócios. “O mercado de seguros é extremamente relacional e humano. Para nós, um atendimento de qualidade exige conhecer o produto, entender a urgência de quem nos procura e contribuir com uma visão que ajude o corretor a enxergar novas possibilidades em sua carteira. É essa relação de confiança que queremos construir no dia a dia”, conclui o executivo.
]]>IA começa a antecipar riscos de cirurgias em planos corporativos
https://revistaapolice.com.br/2026/10/ia-comeca-a-antecipar-riscos-de-cirurgias-em-planos-corporativos/
Tue, 06 Oct 2026 11:27:07 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143136Modelo analisa até três anos de utilização dos planos para identificar padrões associados a cirurgias, internações e tratamentos complexos
]]>A inteligência artificial muda a lógica tradicional da saúde corporativa: em vez de atuar somente depois que uma doença ou procedimento de alto custo aparece na utilização do plano, empresas passam a analisar dados para identificar pessoas com maior probabilidade de desenvolver eventos clínicos.
Modelos preditivos já permitem analisar a trajetória dos beneficiários e encontrar padrões que antecedem cirurgias, internações e tratamentos complexos. A Wiz Benefícios, unidade da Wiz Co especializada em benefícios e saúde corporativa, utiliza inteligência artificial combinada à análise atuarial para identificar esses sinais e direcionar pessoas de maior risco para acompanhamento antes que o quadro evolua.
O processo parte da análise dos últimos 36 meses de utilização do plano de cada empresa. Para entender, por exemplo, quais sinais antecedem uma cirurgia de coluna, são identificados os beneficiários que passaram pelo procedimento e reconstruído o caminho percorrido por eles antes da cirurgia. Consultas, exames, terapias, procedimentos e registros são organizados cronologicamente. A inteligência artificial ajuda a encontrar os eventos recorrentes entre os pacientes e a eliminar ocorrências sem relevância estatística para o desfecho analisado.
A Wiz Benefícios denomina esse processo de “túnel de significância”. Depois de reconstruir o caminho dos pacientes, o modelo é invertido para formar um túnel de predição. Quando um novo beneficiário começa a apresentar combinação semelhante de eventos, o sistema pode sinalizar que aquela pessoa está entrando em uma trajetória de maior risco.
“Não se trata de tentar prever individualmente o futuro de uma pessoa a partir de uma informação isolada. Analisamos padrões recorrentes dentro daquela população. Quando determinado conjunto de eventos começa a se repetir, conseguimos identificar precocemente uma trajetória que historicamente esteve associada a um desfecho de maior complexidade”, explica Gustavo Ramos, diretor executivo da Wiz Benefícios.
A estratégia pode incluir encaminhamento para especialistas, avaliações adicionais, escolha de prestadores com melhor desempenho e acompanhamento do caso. A intenção não é impedir um procedimento necessário, mas identificar situações nas quais uma intervenção antecipada possa evitar agravamentos ou oferecer alternativas antes de uma cirurgia ou internação.
O modelo também pode ser aplicado a oncologia, doenças reumatológicas, saúde mental, gestação de alto risco e condições osteomusculares.
A escala de dados ajuda a explicar a importância da automação. Os sistemas utilizados pela Wiz Benefícios trabalham com cerca de 150 mil códigos relacionados à utilização dos planos e recebem mensalmente entre 2 mil e 3 mil novos códigos. A inteligência artificial auxilia na identificação, interpretação e classificação desses registros, tarefa que demandaria trabalho manual.
Para as empresas, o efeito esperado aparece tanto na saúde quanto no orçamento. A Wiz Benefícios estima que estratégias de predição combinadas a programas de acompanhamento possam contribuir para reduzir utilização e custos assistenciais ao interferir precocemente em trajetórias que levariam a eventos de maior complexidade.
“Durante muito tempo, a empresa descobria que tinha um problema quando recebia a conta. A inteligência de dados permite inverter essa lógica. Em vez de enxergar somente o evento que já aconteceu, conseguimos analisar o caminho que está sendo construído e identificar onde existe oportunidade de intervenção”, conclui Gustavo Ramos, diretor executivo da Wiz Benefícios.
]]>Alper destaca gestão de riscos no Congresso do Algodão
https://revistaapolice.com.br/2026/10/alper-destaca-gestao-de-riscos-no-congresso-do-algodao/
Tue, 06 Oct 2026 11:22:22 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143133A Alper Seguros participou pela primeira vez com estande próprio do IX Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), realizado em Belo Horizonte pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Durante o evento, a corretora apresentou soluções para riscos climáticos, patrimoniais e operacionais ao longo da cadeia do algodão. A companhia também destacou sua participação no […]
]]>A Alper Seguros participou pela primeira vez com estande próprio do IX Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), realizado em Belo Horizonte pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Durante o evento, a corretora apresentou soluções para riscos climáticos, patrimoniais e operacionais ao longo da cadeia do algodão.
A companhia também destacou sua participação no programa ABR-UBA, que certifica algodoeiras de acordo com critérios socioambientais, de governança e de gestão de riscos. Segundo a Alper, a parceria busca aproximar as práticas de gestão adotadas pelas empresas das necessidades de proteção securitária.
“A participação da Alper no programa ABR-UBA evidencia, mais uma vez, nosso compromisso de longo prazo com a cadeia do algodão. Acreditamos que a sustentabilidade precisa ser valorizada de forma prática. A certificação ABR-UBA comprova que a algodoeira adota elevados padrões socioambientais, de governança e de gestão de riscos no beneficiamento do algodão”, afirma Afonso Arinos, diretor Comercial de Agronegócios da Alper.
Entre os temas discutidos durante o congresso estiveram os riscos relacionados à prevenção de incêndios e às exigências dos Corpos de Bombeiros e das seguradoras. A corretora afirma atuar na avaliação das condições de segurança das operações e na adequação dos riscos aos critérios de subscrição.
“Com a nossa expertise técnica profunda, atuamos justamente nessa ponte, equilibrando os critérios legais do Bombeiro com as diretrizes das seguradoras para construir soluções viáveis”, afirma Arinos.
A gestão de riscos climáticos também esteve entre os assuntos apresentados pela Alper. A corretora utiliza dados climáticos e ferramentas de modelagem para avaliar exposições relacionadas à produção agrícola e aos demais elos da cadeia.
“A lavoura é o primeiro elo de toda a cadeia do agronegócio. Se não garantirmos a proteção do campo, o impacto climático gera um efeito cascata que atinge todo o mercado financeiro do setor”, diz o executivo.
O portfólio apresentado no evento inclui seguros para lavouras, como Seguro Agrícola e Multirrisco, além de soluções voltadas à proteção patrimonial, engenharia de riscos e transportes para algodoeiras.
Segundo Arinos, a participação no congresso faz parte dos planos da corretora de ampliar sua atuação junto ao agronegócio. “Nossa participação no CBA e a parceria com o programa ABR-UBA dão continuidade à expansão da Alper no agronegócio. Os próximos passos envolvem intensificar nossa presença técnica nos principais polos produtores do país, levando essa consultoria especializada para perto do produtor e das algodoeiras”, conclui.
]]>Sura reduz cálculo no seguro auto com novo core digital
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Mon, 05 Oct 2026 18:44:42 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143130Nova plataforma opera com mais de 80 APIs e processa 12 milhões de chamadas mensais para integração com corretores e parceiros digitais
]]>A Seguros Sura Brasil reduziu de cerca de um minuto para três segundos o tempo de cálculo do seguro Auto Único após colocar em operação um novo core de seguros. A plataforma é a primeira aplicação do novo sistema, desenvolvido dentro do programa de transformação tecnológica da companhia.
A nova infraestrutura utiliza arquitetura API-first e foi desenvolvida para facilitar a integração com corretores, plataformas e parceiros digitais. O ecossistema tecnológico da SURA conta atualmente com mais de 80 APIs em operação e processa mais de 12 milhões de chamadas por mês.
Desde o início da operação do Auto Único, foram realizadas mais de 16 mil cotações e 50 mil cálculos, além da emissão de mais de 1 mil apólices. Segundo a companhia, os dados fazem parte dos primeiros meses de funcionamento da nova plataforma.
“A entrada em operação do novo core é um divisor de águas na nossa trajetória de inovação e reflete a evolução contínua da nossa arquitetura digital. Garantir o tempo de cálculo em apenas três segundos demonstra como a tecnologia está sendo usada para simplificar a operação do corretor na ponta, reduzindo o tempo de processamento das regras de negócio, eliminando fricções e aumentando a velocidade de resposta dentro de um ambiente seguro e altamente escalável”, afirma Michele Garcia, diretora de Tecnologia da Seguros Sura Brasil.
O novo core também permite que a companhia integre diferentes sistemas e parceiros digitais à sua infraestrutura. O Auto Único é o primeiro produto a operar na plataforma, que deverá ser utilizada gradualmente em outras linhas de negócios da seguradora.
A Sura Brasil atua no mercado brasileiro desde 2016 e oferece produtos nos segmentos de automóveis, transportes, frotas, bicicletas, vida, acidentes pessoais, empresarial, responsabilidade civil e residencial.
]]>Starr: Um novo ciclo de expansão no Brasil
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Mon, 05 Oct 2026 17:26:26 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143121Starr Insurance no Brasil reforça a subscrição e a distribuição, focada na estratégia que combina especialização em riscos complexos e tecnologia
]]>EXCLUSIVO – O começo de 2026 para a Starr Insurance foi diferente, com esforços direcionados para um novo ciclo de crescimento para a operação brasileira. Sob o comando de Igor Di Beo, CEO da companhia no País, a seguradora de origem norte-americana promoveu mudanças na estrutura, reforçou áreas técnicas e de distribuição, acelerou a digitalização de produtos e ampliou o apetite em segmentos nos quais possui experiência internacional.
A companhia também busca uma aproximação maior com os corretores de seguros e assessorias. O movimento envolve também a diversificação do portfólio. A companhia pretende ampliar sua atuação em Responsabilidade Civil Ambiental, RCV para Transportes e Capital Global para Vida e prepara sua entrada no seguro Garantia. O Brasil será o primeiro mercado a receber o produto depois da matriz. “Para 2027, a expectativa é crescer aproximadamente 12% sobre 2026″, diz o CEO, uma meta considerada desafiadora pela companhia diante do ambiente competitivo do mercado brasileiro.
O plano não significa abandonar o território em que a Starr construiu sua reputação. Fundada em 1919 e presente em mais de 170 países, a seguradora é reconhecida internacionalmente pela atuação em seguros especializados e, particularmente, em Aviation. No Brasil, desenvolveu uma operação multilinha, que atende desde empresas de médio porte até grandes riscos.
Para Di Beo, o desafio agora é usar essa estrutura como plataforma para ampliar a presença da companhia: “Os primeiros meses foram marcados pela construção das bases para uma nova etapa de crescimento da Starr no Brasil. Mais do que ampliar a operação em termos de volume, nosso objetivo tem sido fortalecer a capacidade técnica, aproximar ainda mais a companhia dos corretores e criar condições para levar nossa expertise para um número maior de empresas e segmentos”, afirma.
Três movimentos resumem essa reorganização: o primeiro foi a criação da posição de Chief Underwriting Officer (CUO), assumida por Denis Maelaro, com a missão de fortalecer a governança da subscrição e integrar o conhecimento das diferentes linhas de negócio; o segundo foi o reforço da área de distribuição, com Claudia Papa Scarpa assumindo como vice-presidente e Regional Head of Distribution & Marketing para a América Latina; o terceiro é a digitalização da jornada dos corretores, com portais destinados inicialmente a produtos como RCG, E&O e Vida em Grupo PME.
“Vejo esses primeiros meses menos como um período de mudanças pontuais e mais como uma construção para o próximo ciclo de crescimento da Starr no Brasil”, resume Di Beo. A expansão começa justamente pelo conhecimento acumulado em riscos especializados. A Starr considera sua estrutura internacional uma vantagem competitiva, mas o CEO ressalta que a experiência global precisa estar associada à capacidade de interpretar as particularidades brasileiras.
“A experiência internacional é um dos nossos principais diferenciais, mas ela só tem valor quando conseguimos transformá-la em capacidade de resposta para o cliente brasileiro. Nossa atuação internacional permite acumular conhecimento sobre diferentes setores, modelos de negócio e perfis de risco. O nosso desafio no Brasil é combinar essa visão global com o conhecimento das características e necessidades do mercado local”, explica.
Aviation é o exemplo mais evidente dessa combinação. A Starr atua no segmento no Brasil desde 2018 e figura há anos entre as principais companhias do mercado. Trata-se de uma carteira na qual capacidade financeira, conhecimento técnico e experiência internacional são determinantes para a avaliação e aceitação dos riscos.
A estratégia para Aviation é ampliar o apetite sem alterar a disciplina de subscrição. O objetivo é aproveitar a posição já construída pela seguradora para acompanhar a evolução do próprio setor aéreo e aumentar a capacidade de atendimento aos parceiros. Ao mesmo tempo, Riscos de Engenharia ganha espaço relevante nos planos da companhia. A Starr reforçou o time com especialistas e pretende aproveitar o novo ciclo de investimentos brasileiros em infraestrutura, energia, saneamento, logística, indústria e construção.
A seguradora já participa de processos relacionados a projetos de infraestrutura e construção de usinas e acompanha particularmente o avanço dos investimentos em data centers. A avaliação é que a experiência internacional do grupo nesse tipo de empreendimento pode ser utilizada tanto por meio da oferta de capacidade de resseguro quanto, preferencialmente, na operação direta de seguros.
“Nosso movimento não é simplesmente aumentar o volume. Queremos ampliar nossa capacidade de assumir riscos que estejam alinhados ao nosso apetite técnico e, ao mesmo tempo, oferecer aos corretores e clientes uma estrutura capaz de responder a projetos cada vez mais sofisticados”, acrescenta Di Beo.
O middle market entra no radar
Se Aviation e Engenharia representam territórios conhecidos, o middle market constitui uma nova fronteira de expansão. A Starr pretende utilizar a experiência adquirida no atendimento a grandes empresas para alcançar companhias de médio porte cujos riscos se tornaram mais sofisticados nos últimos anos.
A mudança na economia ajuda a explicar a estratégia. Empresas médias passaram a utilizar mais tecnologia, ampliaram cadeias de fornecedores, aumentaram a exposição internacional e assumiram responsabilidades que anteriormente estavam concentradas nas grandes corporações. Nem sempre, porém, a estrutura de seguros acompanhou essa evolução.
Claudia Papa Scarpa
Para Claudia Papa Scarpa, esse descompasso cria uma oportunidade: “Eu vejo o middle market como uma das maiores oportunidades de crescimento do seguro no Brasil. São empresas que evoluíram, se internacionalizaram, incorporaram tecnologia e passaram a enfrentar riscos muito mais sofisticados, mas que ainda nem sempre encontram soluções compatíveis com essa nova realidade”, afirma.
A proposta da Starr não é simplesmente adaptar produtos de grandes riscos reduzindo limites ou coberturas. O objetivo é transportar a metodologia de análise para processos adequados ao perfil e à dinâmica das empresas médias. “Levar nossa expertise para esse segmento não significa reduzir a solução que oferecemos aos grandes riscos. Significa aplicar o mesmo rigor técnico e a mesma capacidade de análise a uma jornada mais simples, ágil e adequada às necessidades das empresas de médio porte”, explica Claudia.
Essa estratégia depende diretamente de tecnologia. A companhia já oferece soluções digitais para RCG, E&O e Vida em Grupo e avalia quais outras linhas podem utilizar modelos semelhantes. “Na prática, estamos combinando especialização, tecnologia e eficiência. Já contamos com soluções digitais que facilitam a cotação e a emissão sem comprometer a qualidade da subscrição. Vamos continuar avaliando quais produtos podem seguir esse modelo e como podemos ampliar o acesso do corretor às diferentes capacidades da Starr”, avisa
O peso dos corretores de seguros
Para ganhar escala entre empresas médias é preciso ampliar a base de corretores e criar canais de acesso à seguradora. É nesse contexto que a área de Distribuição e Marketing ganha protagonismo. “Queremos estar ainda mais próximos dos corretores, entender melhor as necessidades do mercado e ampliar as oportunidades de negócios para os nossos parceiros”, explica Claudia.
Uma das tarefas será conectar distribuição, marketing e áreas técnicas. A seguradora quer facilitar o acesso dos corretores aos subscritores e tornar mais claro em quais situações possui capacidade e interesse para assumir determinado risco. “O objetivo é aproximar ainda mais a companhia do mercado e garantir que os corretores tenham o suporte necessário para identificar oportunidades e desenvolver negócios conosco”, afirma.
A meta inicial é ampliar a base de corretores por meio do novo time de distribuição e, simultaneamente, desenvolver produtos digitais adequados ao middle market. O objetivo é criar escala em um segmento que ainda representa um território relativamente novo para a Starr.
O fortalecimento da distribuição está diretamente ligado a outro objetivo: aumentar a presença nacional. Em vez de basear essa expansão prioritariamente na abertura de estruturas físicas, a companhia pretende utilizar corretores e assessorias como pontos de conexão com os diferentes mercados regionais.
“O Brasil é um país de dimensões continentais e as oportunidades de crescimento estão muito além de São Paulo. Hoje encontramos empresas sofisticadas, operações complexas e corretores altamente qualificados em todas as regiões do País”, afirma Claudia. A Starr já trabalha com assessorias em diferentes estados e pretende aprofundar essas relações.
A tecnologia complementa essa estratégia. Os portais permitem que corretores localizados fora dos principais centros tenham acesso aos produtos sem depender da proximidade física com a companhia. “Queremos crescer de forma sustentável, ampliando nossa presença nacional sem perder aquilo que considero um diferencial da Starr: proximidade, capacidade técnica e agilidade na tomada de decisão. Nosso objetivo é que um corretor em qualquer parte do Brasil tenha acesso ao mesmo nível de expertise, qualidade e suporte que encontra nos grandes centros”, acrescenta.
“Tecnologia, distribuição e subscrição precisam caminhar juntas. A tecnologia amplia nosso alcance; o corretor traz o conhecimento do cliente; e a nossa equipe técnica garante que o risco seja analisado de acordo com o nosso apetite e nossos critérios de subscrição”, resume o CEO.
Governança e novos produtos
Denis Maelaro
A criação da posição de Chief Underwriting Officer também está inserida nessa equação. A chegada de Denis Maelaro busca aumentar a integração entre as linhas de negócio e assegurar que a expansão comercial permaneça vinculada aos critérios técnicos da seguradora. “Estamos ampliando nossa operação, entrando em novas oportunidades de negócio e, ao mesmo tempo, mantendo nossa atuação em riscos cada vez mais complexos. Esse crescimento exige que a governança de subscrição acompanhe a evolução da companhia”, pontua Di Beo.
O objetivo é evitar que a busca por escala produza uma deterioração dos critérios de seleção dos riscos. “O papel do CUO é justamente fortalecer essa governança e garantir que nossa estratégia de crescimento esteja permanentemente alinhada à nossa disciplina técnica”, acrescenta o CEO.
A diversificação de produtos acompanha mudanças nas exposições das empresas brasileiras. Cyber, Responsabilidade Civil, riscos ambientais e outras especialidades tendem a ocupar espaço maior à medida que companhias de diferentes portes aumentam sua dependência de tecnologia, integram cadeias internacionais e passam a lidar com novas responsabilidades.
O próprio desenvolvimento de infraestrutura cria demanda para diversas modalidades simultaneamente. Um grande empreendimento pode envolver Engenharia, Responsabilidade Civil, interrupção de negócios e exposições relacionadas à cadeia de fornecedores.
“O Brasil está passando por transformações importantes e cada uma delas traz novos riscos e necessidades de proteção”, afirma Di Beo. Segundo ele, a companhia acompanha principalmente os segmentos nos quais o volume de investimentos está criando novas exposições. “Projetos de infraestrutura e energia, por exemplo, envolvem riscos de engenharia, responsabilidade civil, interrupção de negócios e, muitas vezes, cadeias de fornecedores complexas. Na tecnologia, vemos uma transformação igualmente importante no perfil de risco das empresas”.
A resposta da Starr será ampliar o escopo de atuação. Entre as novidades previstas estão novas atividades em Responsabilidade Civil Ambiental, RCV para Transportes e Capital Global para Vida. A principal estreia, entretanto, será Garantia. A companhia decidiu ingressar nesse mercado brasileiro, que considera de elevado potencial. O movimento ganha relevância dentro do grupo porque o Brasil será o primeiro país a receber a operação de Garantia depois da matriz.
A decisão também dialoga com a aposta em infraestrutura. O aumento de concessões, obras e investimentos de longo prazo cria demanda por garantias contratuais e outras soluções relacionadas aos projetos.
Para 2027, a prioridade será ampliar o escopo de atuação nas diferentes linhas e estabelecer um mix mais equilibrado entre contas grandes e complexas e negócios com menor volatilidade e exposição. A expectativa é registrar crescimento de aproximadamente 12% em relação a 2026.
A meta será perseguida em um ambiente que a própria companhia reconhece como altamente competitivo. Mais do que buscar participação por meio de preço, a Starr pretende apoiar a expansão em capacidade técnica, distribuição e facilidade de acesso. Nesse desenho, o corretor aparece como elemento de ligação entre as diferentes frentes. É ele quem deverá ajudar a seguradora a identificar empresas médias com riscos mais sofisticados, abrir novos mercados regionais e levar as especialidades da companhia a clientes que até agora não necessariamente tinham acesso a esse tipo de solução.
Para Di Beo, a estrutura construída ao longo de 2026 prepara a companhia para um crescimento que deverá ser medido não apenas pelo volume de prêmios, mas também pela capacidade de diversificar a carteira sem perder a identidade técnica. A equação é levar para mais empresas uma competência historicamente utilizada nos grandes riscos.
]]>Seguros Unimed oferece bonificação de 30% a corretores
https://revistaapolice.com.br/2026/10/seguros-unimed-oferece-bonificacao-de-30-a-corretores/
Mon, 05 Oct 2026 16:25:50 +0000https://revistaapolice.com.br/?p=143122Campanha Acelera vale até 30 de outubro para vendas de Vida Individual e Vida em Grupo
]]>No mês em que é celebrado o Dia do Corretor de Seguros, a Seguros Unimed reforça sua estratégia de relacionamento com os profissionais por meio de um conjunto de iniciativas voltadas a reconhecer a parceria, apoiar a prospecção e facilitar a rotina comercial. Entre as medidas estão campanhas de incentivo, treinamentos e soluções digitais.
A grande novidade é a campanha Acelera, que busca impulsionar os negócios e engajar os corretores, aproveitando o calendário de outubro e as oportunidades relacionadas ao Dia do Corretor. Voltada para produtos Vida Individual e Vida em Grupo, a ativação oferece bonificação adicional de 30% de agenciamento sobre as emissões para os parceiros e é válida até o dia 30 de outubro, de acordo com o regulamento.
Outro pilar da atuação junto aos corretores são as soluções desenvolvidas para apoiar a jornada comercial. A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, disponibiliza uma plataforma que reúne recursos para comunicação e prospecção, como conteúdos para redes sociais, materiais para WhatsApp, e-mail marketing, newsletters, folders institucionais e comerciais e apresentações de produtos. Por meio da E-agência, o profissional pode personalizar esses itens com a marca de sua corretora e informações de contato, facilitando a divulgação junto a potenciais clientes.
A companhia também disponibiliza como ferramenta de contratação o Calcule+, sistema pelo qual os parceiros podem realizar cotações, personalizar coberturas de forma rápida e precisa, interagir com o processo de análise de subscrição, transmitir propostas online e acompanhar o andamento de cada processo em tempo real. Essa jornada foi pensada para ser intuitiva e adaptada à rotina dos parceiros, centralizando todas as informações em um único ambiente digital e otimizando a gestão dos negócios de forma prática e eficiente.
A estratégia de relacionamento contempla ainda ações de capacitação pelo “Portal do Corretor”, que centraliza treinamentos, produtos, suporte e materiais de apoio.
“Queremos que o corretor sinta o cuidado e a parceria da Seguros Unimed em todas as pontas da sua rotina. Quando unimos presença atenta nos canais de comunicação, facilidade na contratação e um relacionamento próximo, entregamos suporte genuíno, tranquilidade e uma aliança sólida para crescermos juntos”, destaca Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos da Seguros Unimed.